Diante de situações bem pessoais, onde entra em jogo os interesses de realização, o desejo de fazer só o que gosto, de buscar aquilo que considero “bom” e penso que mereço; diante de tudo o que faço, penso e sinto que seja bom para mim, cultiva-se um leve sentimento de soberania e autossuficiência. No caminho de realização pessoal, não pode existir apenas o “eu”, como centro das atenções. Precisamos dar abertura para o outro, aquele que faz o mesmo ou outro caminho. Na íntegra
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