18 outubro, 2017

Violência!

Fonte: Brasil de Fato

Não devemos ter medo da morte!

“Não tenhas receio – diz-nos Jesus –; crê somente!”. A graça de que necessitamos naquele momento – uma graça imensa! – é conservar acesa no coração a chama da fé. Porque Jesus há de vir, tomar-nos-á pela mão, como fez com a filha de Jairo, e ordenar-nos-á: “Levanta-te, ressuscita”.

Papa Francisco

17 outubro, 2017

Nota da Comissão Pastoral da Terra e CNBB: Nova Portaria do ministro do Trabalho ‘acaba’ com Trabalho Escravo

Em Nota Pública, a Comissão Pastoral da Terra (CPT), através de sua Campanha de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo, e a Comissão Episcopal Pastoral Especial de Enfrentamento ao Tráfico Humano da CNBB, se manifestam sobre a Portaria do Ministério do Trabalho que “numa só canetada, elimina os principais entraves ao livre exercício do trabalho escravo tais quais estabelecidos por leis, normas e portarias anteriores”. Confira:


Quatro dias depois de defenestrar o chefe do combate nacional ao trabalho escravo (André Roston, chefe da DETRAE), o Ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, publica no Diário Oficial da União de hoje, 16/10/2017, Portaria de sua autoria (n° 1129 de 13/10/2017) que, literalmente “acaba” com o trabalho escravo no Brasil.
A Portaria, numa canetada só, elimina os principais entraves ao livre exercício do trabalho escravo contemporâneo tais quais estabelecidos por leis, normas e portarias anteriores, ficando como saldo final o seguinte:
Flagrante de trabalho escravo só poderá acontecer doravante se – e unicamente se – houver constatação do impedimento de ir e vir imposto ao trabalhador, em ambiente de coação, ameaça, violência.
Para conseguir este resultado – há muito tempo tentado pela via legislativa, mas ainda sem o sucesso exigido pelos lobbies escravagistas – bastou distorcer o sentido de expressões e termos há muito tempo consagrados na prática da inspeção do trabalho e na jurisprudência dos tribunais.
Exemplificando, no lugar de ser simplesmente eliminadas dos qualificadores do trabalho escravo contemporâneo, a jornada exaustiva e as condições degradantes recebem na nova Portaria uma esdrúxula reformulação assim redigida:
– jornada exaustiva: “submissão do trabalhador, contra a sua vontade e com privação do direito de ir e vir, a trabalho fora dos ditames legais”
– condição degradante: “caracterizada por atos comissivos de violação dos direitos fundamentais da pessoa do trabalhador, consubstanciados no cerceamento da liberdade ir e vir… e que impliquem na privação de sua dignidade”.
– condição análoga à de escravo: “trabalho sob ameaça de punição, com uso de coação”; “cerceamento de qualquer meio de transporte”; “manutenção de segurança armada com o fim de reter o trabalhador em razão de dívida contraída”.
Simultaneamente impõe-se aos auditores fiscais do trabalho um elenco de exigências e rotinas visando a tornar, no mínimo, improvável o andamento administrativo dos autos de infração que eles se atreverem a lavrar ao se depararem com situações de trabalho análogo a de escravo. Óbvio, esse engessamento tem um endereço certo: inviabilizar a inclusão de eventual escravagista na Lista Suja, ela também re-triturada pela caneta do Ministro e sua divulgação doravante sujeita à sua exclusiva avaliação.
Na oportunidade estabelece a Portaria que os autos de infração relacionados a flagrante de trabalho escravo só terão validade se juntado um boletim de ocorrência lavrado por autoridade policial que tenha participado da fiscalização, condicionando assim a constatação de trabalho escravo, atualmente competência exclusiva dos fiscais do trabalho, à anuência de policiais.
Sem consulta nenhuma ao Ministério dos Direitos Humanos, outro signatário da Portaria Interministerial MTPS/MMIRDH n°4 de 11/05/2016, o Ministro do Trabalho rasga seus artigos 2 (al.5), 6, 7, 8, 9, 10, 11 e 12 e resolve excluir o Ministério Público do Trabalho da competência para celebrar eventual Termo de Ajuste de Conduta com empregadores em risco de serem incluídos na Lista Suja, deixando esse monopólio ao MTb em conjunção com a AGU.
É falácia a alegação subjacente à Portaria de que os empregadores alvos de flagrante por trabalho escravo estariam desprotegidos. Foi exatamente objeto da Portaria Interministerial hoje rasgada definir mecanismos transparentes e equilibrados, por sinal referendados pela própria Presidente do Supremo Tribunal Federal.
A força do conceito legal brasileiro de trabalho escravo, construído a duras custas até chegar à formulação moderna do artigo 149 do Código Penal,  internacionalmente reconhecida, é de concentrar a caracterização do trabalho escravo na negação da dignidade da pessoa do trabalhador ou da trabalhadora, fazendo dela uma “coisa”, fosse ela presa ou não. É por demais evidente que a única e exclusiva preocupação do Ministro do Trabalho nesta suja empreitada é oferecer a um certo empresariado descompromissado com a trabalho decente um salvo-conduto para lucrar sem limite.
16/10/2017
Comissão Pastoral da Terra – Campanha Nacional de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo “De Olho Aberto para não Virar Escravo”

Comissão Episcopal Pastoral Especial de Enfrentamento ao Tráfico Humano da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)

16 outubro, 2017

Mais de 80% da população brasileira habita 0,63% do território nacional


As áreas consideradas urbanas no Brasil representam menos de 1% do território nacional (0,63%) e concentram 160 milhões de pessoas, ou seja, 84,3% da população brasileira. Os dados vieram do mais detalhado trabalho de identificação de áreas urbanas já feito no País. Executado por profissionais da Embrapa Gestão Territorial (SP), o estudo Identificação, mapeamento e quantificação das áreas urbanas do Brasil levou três anos para ser concluído e exigiu observação minuciosa de centenas de imagens de satélite. Todas as informações geradas estão disponíveis para serem baixadas gratuitamente na internet no formato shapelife.
O trabalho permitiu, entre várias outras aplicações, relacionar os municípios com maior densidade populacional urbana...continue lendo aqui.

Uma linda e abençoada semana a todas e a todos!

“Que Deus nos dê sempre a força de sermos testemunhas. Dê a nós viver a esperança cristã, sobretudo no martírio escondido de fazer bem e com amor os nossos deveres de todos os dias.” Papa Francisco

14º Intereclesial das CEBs! - Faltam 100 dias!


Querido povo das CEBs do Brasil

Faltam 100 dias para o 14º Intereclesial!!
A proximidade desse grande encontro das comunidades eclesiais de base indica que é hora de  acelerar o passo na preparação das equipes de trabalho, das delegações dos diversos regionais, intensificar as reflexões e reafirmar o desejo de ser  “CEBs uma Igreja em Saída que enfrenta os desafios no mundo urbano!”
 Nessa bonita construção coletiva  as comunidades  seguem animadas,  superando  desafios,  fortalecidas pela graça de Deus,  sem desanimar.   “É o Espírito, como  o vento que nos arrasta para a frente, que nos mantém no caminho, nos faz sentir peregrinos e estrangeiros e não nos permite de acomodar.”   Muitos os desafios e graças nesse tempo!!
O Trem das CEBs já apita alto e forte avisando a todos que   organizem  suas malas cheias de experiências e esperanças  rumo a Londrina! É hora de estreitar vínculos e fortalecer o coletivo!
O Deus da Vida favoreça e fortaleça a todos nessa construção!!
“Que Deus nos dê sempre a força de sermos testemunhas. Dê a nós viver a esperança cristã, sobretudo no martírio escondido de fazer bem e com amor os nossos deveres de todos os dias.” (Papa Francisco)
Vamos juntos nessa reta final. Marquem suas postagens nas mídias sociais com #cebsdobrasil. A cada dia uma foto será escolhida para animar a caminhada!
Equipe de comunicação das CEBs do Brasil

11 outubro, 2017

Oração

"Vem Espírito Santo! Enche o meu coração de fé e de confiança; mostra-me a verdade, para que não me deixe enganar pelas aparências; abre os meus olhos ao bem que tantos irmãos e irmãs vão fazendo silenciosamente neste mundo, tantas vezes dominado pelo barulho e pela prepotência de uns tantos; faz-me saborear a tua presença e alegrar-me com ela; mantém vivo em mim o desejo da vida eterna, na esperança do dia do Senhor; acende no meu coração o desejo de conhecer, amar e servir o Pai. Amém."
Fonte: Dehonianos

Duas datas, afetivas e amorosas: a festa de Nossa Senhora e o dia das crianças!




Um pequeno texto que escrevi para esta data tão especial

Duas datas, afetivas e amorosas: a festa de Nossa Senhora e o dia das crianças!

No dia 12 de outubro, celebramos duas datas afetivas e amorosa, a festa da Mãe de Jesus e nossa Mãe Nossa Senhora Aparecida e o dia das crianças.

A maternidade e a fecundidade revela a beleza incondicional da vida. Jesus nos ensina que para poder entrar no Reino de Deus é preciso ser igual uma criança. Todos, mulheres e homens, são um pouco “mães” e eternas “crianças”.

Que haja dedicação para oferecermos as nossas crianças o que há de mais precioso: amor, ternura, misericórdia, educando-as para a vida e garantindo-lhes direitos básicos de cidadania.

Jesus acolhia as crianças, as abençoava, trazia-as para o centro das conversas e a elas dava atenção especial. Ele sabia que a singeleza e pureza de uma criança é o reflexo do coração de nosso Deus.

“Assim como no Evangelho, Jesus acolhe as crianças, abraça-as e abençoa-as, também nós temos.... a necessidade de ver cada criança como um dom que deve ser acolhido, amado e protegido.”. (Papa Francisco).

Precisamos ser a base, para que todas as crianças possam persistirem dia-a-dia nessa busca pela adolescência, juventude e vida adulta.  para que nenhuma criança desista do sonho de crescer. Então que este sonho de “ser gente grande” seja garantido e que sejam mesmo, cada um deles, gente grande em essência, em dons, em capacidades, em desenvolvimento, em ética e em soberania, em seu pais.

É preciso fazer-se presente onde for preciso, para que, a cada dia 12 de outubro, possamos comemorar a conquista da vida digna, da inclusão, da educação, da alimentação... das brincadeiras, dos sorrisos inocentes.

No Evangelho das bodas de Caná (Jo 2,1-11) ao escutarmos o conselho de Maria, “fazei o que ele vos disser” (J0 2,5), revela-nos que a devoção, o carinho e o amor a Nossa Senhora nos conduz sempre a Jesus e com ela aprendemos a acolher o Evangelho.

Coloquemos sob a proteção de Nossa Senhora todas as crianças do Brasil e do mundo, e cada um de nós, pois “se não vos transformardes e vos tornardes como criancinhas, não entrareis no Reino dos céus” (Mt 18,3).

300 anos do encontro da dimagem de Aparecida

As redes não se encheram de peixes, transformaram-se em comunidade.  

“As redes não se enchem de peixes mas de uma presença que completou
 a vida dos pescadores e lhes deu a certeza de que nas suas tentativas, 
nas suas lutas, não estavam sozinhos”.



300 anos do encontro da imagem de Aparecida
As redes não se encheram de peixes, transformaram-se em comunidade.  

Papa francisco recorda que “As redes não se enchem de peixes mas de uma presença que completou a vida dos pescadores e lhes deu a certeza de que nas suas tentativas, nas suas lutas, não estavam sozinhos”.

Ele lembra, a imagem encontrada no Rio Paraíba do Sul, no interior de São Paulo “era Nossa Senhora da Conceição, imagem que durante quinze anos permaneceu na casa de um deles, e os pescadores iam lá rezar e Ela ajudava-os a crescer na fé. Ainda hoje, trezentos anos depois, Nossa Senhora Aparecida faz-nos crescer, imergindo-nos num caminho discipular”.

Coberta de lema com suas filhas e filhos no meio das suas lutas e buscas, “Na história de Aparecida encontramo-la no meio do rio coberta de lama. Ali espera os seus filhos, ali está com os seus filhos no meio das suas lutas e buscas. Não tem medo de se imergir com eles nas vicissitudes, de se sujar para renovar a esperança: Maria aparece onde os pescadores lançam as redes, onde aqueles homens procuram ganhar a vida. Ela está lá. Por fim, o encontro. As redes não se enchem de peixes mas de uma presença que completou a vida dos pescadores e lhes deu a certeza de que nas suas tentativas, nas suas lutas, não estavam sozinhos. Era o encontro daqueles homens com Maria. Depois de a terem lavado e restaurado, levaram-na para casa onde permaneceu por muito tempo. Aquele lar, aquela casa, foi o lugar no qual os pescadores da região se encontravam com Maria. E aquela presença tornou-se comunidade, Igreja. As redes não se encheram de peixes, transformaram-se em comunidade. Em Aparecida encontramos a dinâmica do povo crente que se confessa pecador e salvo, um povo forte e obstinado, ciente de que as suas redes, a sua vida está cheia de uma presença que o encoraja a não perder a esperança; uma presença que se esconde no dia a dia dos lares e das famílias, nos espaços silenciosos onde o Espírito Santo continua a amparar o nosso continente. Tudo isso nos apresenta um bonito ícone que nós, pastores, somos convidados a contemplar”.

O papa nos ensina,  “Aparecida é uma verdadeira escola de discipulado. E, a este propósito, gostaria de indicar três aspetos. O primeiro são os pescadores. Não eram muitos, mas um pequeno grupo de homens que todos os dias saíam para enfrentar o trabalho e desafiar a incerteza que o rio lhes reservava. Homens que conviviam com a insegurança de nunca saber qual teria sido o ‘lucro’ do dia; incerteza nada fácil de gerir quando se trata de levar a comida para casa, e sobretudo quando nessa casa há crianças que devem ser nutridas. Os pescadores são aqueles que conhecem pessoalmente a ambivalência que se cria entre a generosidade do rio e a agressividade das suas inundações. Homens acostumados a enfrentar as inclemências com um vigor e uma determinada santa ‘obstinação’ de quem todos os dias não deixa — porque não pode — de lançar as redes”.

“a corrupção, que arruína vidas, arremessando-as na mais extrema pobreza. Corrupção que destrói populações inteiras subjugando-as à precariedade. Corrupção que, como um câncer, corrói a vida diária do nosso povo”.

Para ele, “Esta imagem aproxima-nos do centro da vida de tantos nossos irmãos. Vejo rostos de pessoas que saem desde a alvorada até noite funda para ganhar a vida. E fazem isto com a insegurança de não saber qual será o resultado. E o que faz mais mal é que — quase sempre — saem para enfrentar a inclemência gerada por um dos pecados mais graves que flagela o nosso continente hoje: a corrupção, que arruína vidas, arremessando-as na mais extrema pobreza. Corrupção que destrói populações inteiras subjugando-as à precariedade. Corrupção que, como um câncer, corrói a vida diária do nosso povo. Eis então tantos nossos irmãos que, de modo admirável, saem para lutar e enfrentar os ‘transbordamentos’ de muitos… que não têm necessidade de sair. O segundo aspeto é a mãe. Maria conhece em primeira pessoa a vida dos seus filhos. Em crioulo ouso dizer: é uma madraza, uma boa mãe. Uma mãe atenta que acompanha a vida dos seus. Aparece onde ninguém a espera”.

O tempo passou, 300 anos passaram e o papa nos diz que Aparecida,  “não traz receitas, mas chaves, critérios, pequenas grandes certezas, para iluminar e, sobretudo, ‘acender’ o desejo de nos despir de todas as vestes inúteis e voltar às raízes, ao essencial, à atitude que plantou a fé nos inícios da Igreja e depois fez do nosso continente a terra da esperança”.  E mais: “Aparecida só quer renovar a nossa esperança no meio de tantas ‘inclemências’”.  Ele diz ainda “A fé das mães e das avós que não sentem medo de se sujar para criar os próprios filhos. Sabem que o mundo no qual devem viver está infestado de injustiças, para onde quer que olhem e experimentam a carência e a fragilidade de uma sociedade que se fragmenta cada dia mais, no qual a impunidade da corrupção continua a ceifar vítimas e a desestabilizar as cidades. Não só sabem… vivem isto. E são o exemplo claro da segunda realidade que como pastores somos convidados a tornar nossa: não devemos ter medo de nos sujar pela nossa gente. Não devemos sentir medo da lama da história contanto que resgatemos e renovemos a esperança. Só pesca aquele que não tem medo de arriscar e de se comprometer pelos seus”.

“Na medida em que nos envolvermos na vida do nosso povo fiel e tocarmos o fundo das suas feridas, poderemos olhar sem ‘filtros clericais’ para o rosto de Cristo, ir ao seu Evangelho para rezar, pensar, discernir e deixar-nos transformar, a partir do seu rosto, em pastores de esperança. Que Maria, Nossa Senhora Aparecida, continue a guiar-nos para o seu Filho a fim de que os nossos povos n’Ele tenham vida… e em abundância. E, por favor, peço-vos que não vos esqueçais de rezar por mim. Que Jesus vos abençoe e a Virgem Maria vos ampare”.

“Que Maria, Nossa Senhora Aparecida, continue a guiar-nos para o seu Filho a fim de que os nossos povos n’Ele tenham vida… e em abundância”.

Perseverança do amor!

“O cristão não é feito para o tédio, mas para a paciência. Sabe que também na monotonia de certos dias sempre iguais, está escondido um mistério de graça. Existem pessoas que com a perseverança de seu amor se tornam como poços que irrigam o deserto. Nada acontece em vão, e nenhuma situação em que o cristão se encontra mergulhado é completamente refratária ao amor. Nenhuma noite é longa a ponto de fazer esquecer a alegria da aurora. E quanto mais escura é a noite, mais próxima é a aurora. Se nos mantivermos unidos a Jesus, o frio dos momentos difíceis não nos paralisa; e mesmo se o mundo inteiro pregasse contra a esperança, se dissesse que o futuro trará somente nuvens escuras, o cristão sabe que neste mesmo futuro está a volta de Cristo”

Papa Francisco

10 outubro, 2017

A misericórdia de Deus!

“Não é fácil entender a misericórdia de Deus, não é fácil. É preciso tanta oração para compreendê-la porque é uma graça; nós estamos acostumados com a justiça: ‘você me fez isso, agora paga’; mas Jesus pagou por nós e continua a pagar”.

Papa Francisco

06 outubro, 2017

Grupo Muzenza de Capoeira - Batizado e Troca de Graduação!

Venham participar!!


"Acolhemos em nosso grupo desde a criança até o idoso que queiram fazer parte do grupo, sendo uma ou um capoeirista."

História da Capoeira

A história da capoeira começa no século XVI, na época em que o Brasil era colônia de Portugal. A mão-de-obra escrava africana foi muito utilizada no Brasil, principalmente nos engenhos do nordeste brasileiro. Muitos destes escravos vinham da região de Angola, também colônia portuguesa. Os angolanos, na África, faziam muitas danças ao som de músicas.

Ao chegarem ao Brasil, os africanos perceberam a necessidade de desenvolver formas de proteção contra a violência e repressão dos colonizadores brasileiros.

Eram constantemente alvos de práticas violentas e castigos dos senhores de engenho. Quando fugiam das fazendas, eram perseguidos pelos capitães-do-mato, que tinham uma maneira de captura muito violenta.

Luta proibida x Luta disfarçada de dança

Os senhores de engenho proibiam os escravos de praticar qualquer tipo de luta. Logo, os escravos utilizaram o ritmo e os movimentos de suas danças africanas, adaptando a um tipo de luta.

Surgia assim à capoeira, uma arte marcial disfarçada de dança.

Foi um instrumento importante da resistência cultural e física dos escravos brasileiros.

A prática da capoeira ocorria em terreiros próximos às senzalas (galpões que serviam de dormitório para os escravos) e tinha como funções principais à manutenção da cultura, o alívio do estresse do trabalho e a manutenção da saúde física.

Nome Capoeira
Muitas vezes, as lutas ocorriam em campos com pequenos arbustos (moitas), chamados na época de capoeira.

Do nome deste lugar surgiu o nome da luta capoeira.

- Em 26 de novembro de 2014, a UNESCO (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura), declarou a roda de capoeira como sendo um patrimônio imaterial da humanidade.

De acordo com a organização, a capoeira representa a luta e resistência das negras e dos negros brasileiros contra a escravidão durante os períodos colonial e imperial de nossa história.

O Grupo Muzenza de Capoeira, foi fundado em 5 de maio de 1972, na cidade do Rio de Janeiro.

A palavra Muzenza significa força de todos os deuses africanos.

Em outubro de 1975, o grupo Muzenza chega a Curitiba, no Paraná.

Em 1981 o grupo Muzenza chega a Maringá.

O grupo Muzenza hoje se encontra praticamente em todas às cidade do Brasil e em quase todo os países.

O coordenador geral do Grupo Muzenza é o Mestre Burquês que mora na cidade do Rio de Janeiro e em Maringá é coordenado pelo Mestre Boca e Mestre narizinho.

A capoeira é uma representação cultural que mistura esporte, luta, dança, cultura popular, música e brincadeiras.

Acolhemos em nosso grupo desde a criança até o idoso que queiram fazer parte do grupo, sendo uma ou um capoeirista.

Imagem de Nossa Senhora Branca por Pe. João Caruana


Por Padre João Caruana

QUERO DENUNCIAR O QUE ESTÁ aparecendo no mercado

Imagens de Nossa Senhora Aparecida Branca, todos sabemos que a imagem tão devota que ganhou o coração do povo Brasileiro, APARECEU NEGRA.

Com todo respeito, desta vez o artista ou os artistas que cogitaram isto não acertaram.

É um erro grave que a Igreja no Brasil como um todo deve denunciar e proibir a venda dessas imagens nas lojas que pertencem a ela e pedir aos demais também. 

Esta imagem de cor branca é uma ofensa, mesmo não intencionada, porque vai desvirtuar o sentido profundo dessa devoção.

Peço que cada um de nós deixemos uma nota de protesto a CNBB em todos os níveis, como também ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida em São Paulo.

Amigos, Amigas, Façam isso.

DNJ 2017 - Arquidiocese de Maringá


05 outubro, 2017

Paróquia São Mateus Apóstolo de Maringá lançou o livro “Geaquinho e os Fundos de Vales”



Paróquia São Mateus Apóstolo de Maringá lançou o livro “Geaquinho e os Fundos de Vales”

A paróquia São Mateus Apóstolo de Maringá, lançou na terça-feira, dia três o livro “Geaquinho e os Fundos de Vales", com o objetivo de levar uma maior conscientização, especialmente as crianças, sobre o meio ambiente e seus cuidados.

A paróquia  inspirada na Campanha da Fraternidade 2016 - “Casa Comum, nossa responsabilidade”, desenvolveu o projeto paroquial Mutirão de Limpeza e deste surgiu o livro, que trata da importância do cuidado com a casa comum.

Foram dois anos de atuação e quatro etapas realizadas em diversas nascentes de rio da região da paróquia e coletado mais de 20 caminhões de entulhos. Para esse trabalho ouve articulação das Comunidades Eclesiais de Base, as CEBs da paróquia com suas pastorais e movimento.

O livro conta uma história lúdica, tem diversas imagens reais, fotos retiradas nas coletas que foram transformadas em desenhos, despertando para os cuidados que a população deve ter com a Casa Comum, evitando maiores problemas às futuras gerações. 

Com esse livro a Paróquia São Mateus Apóstolo da Arquidiocese de Maringá, quer que  a obra chegue às crianças de primeira a quinta série das escolas municipais, por meio de uma parceria com a prefeitura. Além de conscientizar os pequenos, o intuito é que todo projeto sensibilize o poder público maringaense a fim de que o mesmo promova locais para o descarte correto dos resíduos.


02 outubro, 2017

Fotos do 6º Encontrão das CEBs da Arquidiocese de Maringá realizado no dia 1º de outubro de 2017.

Fotos do 6º Encontrão das CEBs da Arquidiocese de Maringá realizado no dia 1º de outubro de 2017.

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 6º Encontrão das CEBs da Arquidiocese de Maringá realizado no dia 1º de outubro de 2017.

Tema: CEBs e os Desafios do Mundo Urbano

Lema: “Eu vi e ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-lo” (Ex 3,7)

A Dinâmica do 6º Encontrão foi apresentar os desafios do mundo urbano através de música e dança. Cada região pastoral recebeu um desafio e um ritmo, a letra da música deveria falar do desafio do meio urbano apresentando as CEBs como o caminho, o sinal de esperança.

Deus escuta o clamor do povo que sofre opressões no mundo urbanizado e convoca as CEBs a participar – junto a todas as pessoas de boa-vontade – de sua libertação. Esta foi a intuição profunda do 6º Encontrão Arquidiocesano das CEBs que uniu musica e dança na apresentação dos desafios do mundo urbano reafirmando as Comunidades Eclesiais de Base como o caminho, o sinal de esperança, na certeza que o nosso Deus habita no campo e na cidade.

O povo de Israel, as discípulas e discípulos de Jesus viveram e anunciaram o evangelho em grandes cidades, cidades com todas essas lógicas de violência, de opressão e ali souberam ser sinais de nosso Deus, souberam ser fermento de Cristo, souberam manter os valores de hospitalidade e acolhida, acolhidos no amor de Deus e por isso eles são sinal que as cidades não precisam ser lugar da violência e opressão, mas podemos construir a cidade de Deus, o Reino de Deus, marcar nossas cidades com essa presença. É isso que reafirmamos no encontrão das CEBs, onde cada um depois de reforçado a fé foi continuar a caminhada.

Para o Papa Francisco "As artes expressam a beleza da fé e proclamam a mensagem da grandeza da criação de Deus" e isso é lindo. A arte envolve, tem sido assim os encontrões das CEBs, as pessoas não apenas vão participar, mas vão como sujeito do Encontrão.

Tema e ritmo desenvolvido por cada região pastoral

- Região Pastoral Jandaia do Sul: meio ambiente e sustentabilidade, ritmo nordestino.

- Região Pastoral Sarandi/Nossa Senhora das Graças: arte, cultura, esporte e lazer, ritmo rock / anos 60.

- Região Pastoral São José Operário: cidade excludente, mobilidade e migração, ritmo samba.

- Região Pastoral Nossa Senhora Aparecida: violência, ritmo hip hop.

- Região Pastoral Catedral: tecnologias de informação e comunicação, ritmomarchinha.

- Região Pastoral Santa Cruz: moradia, ritmo: ciranda.

- Região Pastoral Castelo Branco: trabalho, ritmo valsa.

- Região Pastoral Paranacity: saúde e educação, ritmo: sertanejo gauchesco.

30 setembro, 2017

6o. Encontrão Arquidiocesano das CENas e a juventude!

6o. Encontrão Arquidiocesano das CEBs
A juventude da animação neste momento no local onde irá ser o Encontrão para o ensaio.

Iniciando os preparativos - 6o. Encontrão das CEBs

28 setembro, 2017

Secretariado divulga assessores/as para 14º Intereclesial



A assessoria das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) está desafiada a pensar o seu papel diante de um Brasil em que 84% da população vivem na zona urbana.

“A assessoria das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) está desafiada a pensar o seu papel diante de um Brasil em que 84% da população vivem na zona urbana, porém ainda mergulhado em problemas antigos, como a falta de saneamento básico. Esse cenário requer uma pedagogia pastoral que auxilie a atuação das coordenações e ao mesmo tempo seja presença efetiva nas comunidades, lá onde funcionam capelas, grupos de reflexão e mutirões. Outro ponto a ser destacado é a  existência de uma assessoria baseada numa “igreja em saída”, como nos diz o papa.  Os encontros   precisam repercutir nas lideranças e na base.” Gibran Lachowski e Ana Paula Carnahiba, assessoria do Regional Oeste II/MT)

Apresentamos os nomes dos assessores até agora confirmados:Vejam aqui

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