11 maio, 2018

Que nosso Deus abençoe a Minha e a todas as Mães!

A escolha de vida de uma mãe é a escolha de dar a vida. E isto é grande, é bonito.

"As mães são o antídoto mais forte contra o propagar-se do individualismo egoísta. «Indivíduo» quer dizer «que não se pode dividir». As mães, ao contrário, «dividem-se», a partir do momento que hospedam um filho para o dar à luz e fazer crescer. São elas, as mães, que mais odeiam a guerra, que mata os seus filhos.

Muitas vezes pensei naquelas mães quando receberam uma carta:

 «Digo-lhe que o seu filho morreu em defesa da pátria…». Pobres mulheres! Como sofre uma mãe! São elas que testemunham a beleza da vida. O arcebispo Oscar Arnulfo Romero dizia que as mães vivem um «martírio materno». Na homilia para o funeral de um sacerdote assassinado pelos esquadrões da morte, ele disse, fazendo eco ao  Concílio Vaticano II: «Todos devemos estar dispostos a morrer pela nossa fé, ainda que o Senhor não nos conceda esta honra… Dar a vida não significa somente ser assassinado; dar a vida, ter espírito de martírio, é dar no dever, no silêncio, na oração, no cumprimento honesto do dever; naquele silêncio da vida quotidiana; dar a vida pouco a pouco? Sim, como a dá uma mãe que, sem temor, com a simplicidade do martírio materno, concebe no seu seio um filho, dando-o à luz, amamentando-o, fazendo-o crescer e cuidando dele com carinho. É dar a vida. É martírio». Termino aqui a citação. Sim, ser mãe não significa somente colocar um filho no mundo, mas é também uma escolha de vida. O que escolhe uma mãe, qual é a escolha de vida de uma mãe? A escolha de vida de uma mãe é a escolha de dar a vida. E isto é grande, é bonito.

Uma sociedade sem mães seria uma sociedade desumana, porque as mães sabem testemunhar sempre, mesmo nos piores momentos, a ternura, a dedicação, a força moral. 

As mães transmitem, muitas vezes, também o sentido mais profundo da prática religiosa: 
nas primeiras orações, nos primeiros gestos de devoção que uma criança aprende, está inscrito o valor da fé na vida de um ser humano. É uma mensagem que as mães que acreditam sabem transmitir sem tantas explicações: estas chegarão depois, mas a semente da fé está naqueles primeiros, preciosíssimos momentos. Sem as mães, não somente não haveria novos fiéis, mas a fé perderia boa parte do seu calor simples e profundo. E a Igreja é mãe, com tudo isso, é nossa mãe! Nós não somos órfãos, temos uma mãe! Nossa Senhora, a mãe Igreja e a nossa mãe. Não somos órfãos, somos filhos da Igreja, somos filhos de Nossa Senhora e somos filhos das nossas mães.

Queridas mães, obrigado, obrigado por aquilo que sois na família e por que o dais à Igreja e ao mundo. E a ti, amada Igreja, obrigado por ser mãe. E a ti, Maria, mãe de Deus, obrigado por nos fazer ver Jesus. E obrigado a todas as mães aqui presentes: saudemo-las com um aplauso!"

Papa Francisco

Hoje, 11 de maio Terço na Praça em Maringá

Realizado pelo Conselho Missionário da Arquidiocese de Maringá (COMIDI), o Terço é promovido por ocasião do Dia de Nossa Senhora de Fátima, celebrado em 13 de maio. Como este ano 13 de maio cai no domingo, o COMIDI preferiu antecipar o evento público para sexta-feira (11).

Em 1917, em Portugal, a Mãe de Jesus apareceu para três pastorinhos. Para a Igreja Católica “Fátima é, sem dúvida, a mais profética das aparições modernas”.

Nesta sexta-feira, às 18 horas, Praça Raposo Tavares de Maringá.




Dia Mundial das Comunicações Sociais-2018: ‘Fake news e jornalismo de paz’


Este 13 de maio de 2018 terá coincidências notáveis dentro do ambiente católico.

Além da recordação e comemoração do 13 de maio de 1917, quando houve a primeira das aparições de Nossa Senhora de Fátima, será também o dia da solenidade da Ascenção do Senhor, nos quarenta dias depois da Páscoa.




Outras coincidências para este dia: em muitos países se comemora o Dia das Mães e no mundo todo será realizado o 52.º Dia Mundial das Comunicações Sociais que o Papa Francisco determinou que, em 2018, se desenvolvesse dentro do tema:

"‘A verdade vos tornará livres' (Jo 8, 32). Fake news e jornalismo de paz", Francisco propõe um "distanciamento crítico" para evitar a difusão de notícias falsas.

52º Dia Mundial das Comunicações Sociais

A propósito deste dia, em Portugal, o Secretariado Nacional das Comunicações Sociais (SNCS), órgão da Conferência Episcopal Portuguesa, dirigido pelo Padre Américo Aguiar, da diocese do Porto, recorda sinteticamente a Mensagem pontifícia:

- Prevenir a difusão de notícias falsas pelo distanciamento crítico e metódico em relação a todas as mensagens e pela procura de informação em mais do que um órgão de comunicação;

- Redescobrir o valor da profissão do jornalista, que num contexto de proliferação irregular de mensagens exige uma mediação cada vez mais assertiva do jornalismo; esta é uma profissão que nunca pode distanciar-se das tradições que definem a classe, nomeadamente a importância decisiva das fontes, para a procura do contraditório (quantas vezes, antes de se tirarem conclusões, é necessário ouvir ainda uma terceira voz...);

- Comprometer cada pessoa na comunicação da verdade como um exercício do quotidiano naquilo que cada um transmite, por um lado, e, por outro, no que todos recebem, nunca negando a possibilidade de rejeitar ou ignorar uma notícia ou um órgão de comunicação social, quando possa estar em causa a verdade.


Dia Mundial das Comunicações

O Dia Mundial das Comunicações Sociais é a única celebração do gênero estabelecida pelo Concílio Vaticano II, através do decreto ‘Inter Mirifica', de 1963. Neste ano estará sendo realizada a sua 52ª Comemoração. (JSG)

Fonte: gaudiumpress.org