12 junho, 2026

Tá liberado acreditar!

Tá liberado acreditar!

Olá, Flávio acredita que será salvo pela Copa, enquanto Lula acredita que ganhará o tetra.

.Faz o L outra vez. Nem mesmo a decisão do ministro Nunes Marques de proibir a divulgação de uma pesquisa eleitoral supostamente enviesada foi capaz de esconder o óbvio: Flávio Bolsonaro segue em queda enquanto Lula amplia a vantagem, como demonstrou a última rodada da Quaest. Apesar da cristalização da polarização, o que explica a resiliência do candidato do PL, Lula tem conseguido conquistar os eleitores independentes. Três fatores explicariam o movimento: o envolvimento de Flávio no caso Master, o rechaço do eleitorado brasileiro à interferência de Trump em assuntos de segurança pública e o novo tarifaço. Trocando em miúdos, o melhor cabo eleitoral de Lula tem sido o próprio Trump. Não passa batido também a melhora na avaliação do governo. Os setores mais favoráveis à gestão petista são as mulheres, os católicos, a população de baixa escolaridade, de renda inferior a dois salários mínimos, e da região nordeste. Já os mais críticos são homens, moradores da região sul, com ensino superior, evangélicos e com renda acima de cinco salários mínimos. É visando reduzir os danos nestes territórios do bolsonarismo que a campanha de Lula tem se esforçado para dialogar com a base evangélica, conseguindo inclusive reduzir a rejeição deste público ao presidente. Melhorar a coordenação da campanha nas redes sociais também é visto como prioridade, centrando fogo no desgaste de Flávio, como foi feito no caso Dark House e na relação com Trump. Porém, apesar da melhora na percepção geral, a economia continua sendo o ponto fraco: 44% dos eleitores considera que a situação piorou nos últimos 12 meses e apenas 20% acham que melhorou. A nova versão do Desenrola até ajudou mas não resolveu o problema do endividamento, e as pressões do mercado pela elevação dos juros, num cenário de restrições externas, podem comprometer os ganhos obtidos até agora. Isso sem contar notícias ruins em diferentes áreas, como o veto da União Europeia à carne brasileira e a suspensão temporária da vacina contra a dengue devido a efeitos colaterais não previstos, o que reforça a sensação de insegurança e podem ser usadas pela extrema-direita para desgastar o governo e alimentar o negacionismo.

.Prioridades. Depois de garantir a aprovação da PEC do fim da escala 6x1 na Câmara, o plano de Hugo Motta é acelerar a tramitação do Projeto de Lei do Executivo que trata do mesmo tema, mantendo o mesmo relator, e passar a bola para o Senado. O problema é que, desde que quebrou os pratos com o Planalto por Lula não ter aceitado um acordo - com STF, com tudo - para conter o escândalo do Master, Davi Alcolumbre tem feito de tudo para emperrar as pautas de interesse do governo. Sob a pressão das eleições, senadores de direita começaram a desembarcar da projeto de Rogério Marinho (PL-RN) que pretende rivalizar com a proposta governista e que propõe a flexibilização da jornada de trabalho, pagamento por hora e acordos individuais entre patrões e empregados. Mas o recuou não significa que o fim da 6x1 vai avançar mais rápido no Senado. O problema é que Alcolumbre está fazendo corpo mole para atrasar o andamento dos trabalhos, adiando o encontro de líderes e a reunião com o presidente da CCJ. A Copa chegou, a PEC segue parada no Senado e o PL de autoria do governo pode ter o mesmo destino. A resistência de Alcolumbre contribui para que outros setores coloquem um pé no freio. O ministro do TCU, Augusto Nardes, repete a ladainha de que a redução da jornada irá prejudicar a Previdência e ampliar a informalidade. Mas todo mundo sabe que as resistências têm outro motivo: a pauta favorece os trabalhadores e não os empresários. Casualmente, o recado foi dado pelo próprio Alcolumbre quando afirmou que não poderia colocar em pauta a aprovação de pisos salariais para diferentes categorias de trabalhadores em ano eleitoral para não pressionar os cofres públicos. Em contrapartida, o agronegócio não teve dificuldades em aprovar a toque de caixa no Senado o refinanciamento de suas dívidas, que custará R$140 bilhões. E, enquanto os brasileiros se vestiam de verde e amarelo e pegavam a vuvuzela, a CCJ aprovava a autonomia financeira e orçamentária do Banco Central e a proposta de redução da maioridade penal.

.Retranqueiro. Ninguém torcerá mais na Copa do que Flávio Bolsonaro. Com a bola rolando, Bolsonarinho ganhou 50 dias para que um bom desempenho da seleção brasileira jogue para baixo do tapete o caso Dark Horse e o tiro pela culatra da visita a Trump. Quando a Copa terminar, a campanha eleitoral começa de verdade. Até lá, se tiver sorte, Flávio vai desaparecer e torce para que os problemas façam o mesmo. Felizmente, isso não depende apenas da seleção ou do próprio Flávio. Primeiro, a nova delação de Daniel Vorcaro incluiu as negociações sobre as relações entre os Bolsonaros e os banqueiros. E mesmo assim não despertou confiança da Polícia Federal. Entre outras coisas, porque Vorcaro continua não confessando o que a PF já sabe, enquanto novas reportagens da Intercept demonstram que as relações eram mais profundas do que os dois reconhecem, com direito a planilha de pagamento e cronograma. Assim, ou Vorcaro abre mais a caixa preta ou as revelações podem passar por cima do banqueiro e de Flávio do mesmo jeito. Segundo, os Bolsonaros impuseram o candidato mas não conseguiram ainda unificar a direita. Ciro Nogueira, outro envolvido até o pescoço com o Master, continua magoado com a falta de solidariedade e não se sabe se ele vai manter a aliança do PP com o PL. A falta de carisma de Flávio também ajuda e os sinais estão no comportamento dos aliados nas redes sociais, como Tarcísio de Freitas, que evitou aparecer muito com o filho do chefe na Marcha de Jesus. Outra prova é a falta de um palanque robusto no Rio e em Minas, colégios eleitorais determinantes. Bolsonaros representam a política de Trump no Brasil, seja no modelo de segurança pública da extrema-direita, seja na economia. E é óbvio também que Trump não deixará de interferir nas eleições brasileiras, como já fez na Argentina e, mais recentemente, na Colômbia. Quem acha que basta a “química” entre Lula e Trump para sair dessa está subestimando os interesses e o alcance dos EUA. Por outro lado, além da pecha de traidor da pátria, sempre alimentada pelo irmão Eduardo, a estratégia de colar em Trump tem outros riscos, incluindo a associação com um presidente que tem promovido um fiasco atrás do outro na Copa do Mundo.

.Ponto Final: nossas recomendações.

.Um continente sequestrado do futuro: a América Latina entre o caos neoliberal e o declínio dos Estados Unidos. No Terapia Política, Márcio Pochmann analisa os impasses da atual conjuntura latino-americana.

.O que muda em Cuba após as propostas de reforma do Estado? A professora Amanda Álvarez Martínez (Universidade de Havana) analisa os impactos das novas leis de trabalho, habitação e terras. No Brasil de Fato.

.Para entender a indústria do Holocausto. No Outras Palavras, a visita ao Brasil de Norman Finkelstein, o autor judeu que denuncia a “indústria do holocausto”.

.A conta do vento. O Le Monde explica porque o centrão abraçou a energia eólica enquanto o governo passou a defender as termelétricas.

.Por que professores estão adoecendo em São Paulo? Pressão, violência e sobrecarga no cotidiano escolar. Na Agência Pública.

.CEU Cidade Dutra monta álbum da Copa coletivo para a comunidade. O álbum de figurinhas coletivo da Copa de uma escola pública da periferia de São Paulo. Na Agência Mural.

.O que foi a Batalha de Vertières, símbolo da camisa do Haiti censurada pela FIFA. Entenda o impacto do símbolo que retrata a vitória da revolução haitiana sobre a França. No Alma Preta.

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Ponto é escrito por Lauro Allan Almeida Duvoisin e Miguel Enrique Stédile.

O Significado do Logo das CEBs da Arquidiocese de Maringá!

Este logo das CEBs da Arquidiocese de Maringá, representa a identidade, a espiritualidade e a missão das Comunidades Eclesiais de Base. Cada elemento expressa valores do Evangelho vividos no cotidiano das comunidades e na caminhada do povo de Deus.




A casa simboliza a comunidade reunida e faz memória das primeiras comunidades cristãs, que se encontravam nas casas para rezar, partilhar a vida e celebrar a fé. A porta aberta e iluminada expressa uma comunidade acolhedora, missionária e sempre de portas abertas para receber todas as pessoas, nas mais diversas realidades rurais e urbanas.

A cruz destaca que Jesus Cristo é o fundamento da caminhada comunitária. Ela recorda o amor, a entrega e a esperança que orientam a missão das CEBs na construção do Reino de Deus. A Bíblia destaca a centralidade da Palavra de Deus, que ilumina a fé, a vida e o compromisso com a justiça e a fraternidade.

A presença de crianças, jovens, pessoas adultas, idosas e pessoas com deficiência manifesta a riqueza da diversidade humana e a participação de todas e todos na vida comunitária. A mulher idosa representa a memória, a sabedoria e a força das mulheres que sustentam a caminhada da Igreja e das comunidades.

O padre simboliza a comunhão. Sua presença recorda o serviço pastoral e a unidade entre comunidade, paróquia e a Arquidiocese. A imagem de Nossa Senhora Aparecida expressa a espiritualidade mariana e a proteção materna de Maria sobre o povo, especialmente sobre as pessoas mais simples e vulneráveis.

A figura da pessoa em situação de rua representa as pessoas empobrecidas, excluídas, esquecidas e todas aquelas que sofrem as consequências das injustiças sociais. Ela recorda a opção preferencial pelos pobres e o compromisso das CEBs com a dignidade humana, a solidariedade e a transformação social. O cadeirante reforça a dimensão da inclusão, lembrando que ninguém deve ser deixada ou deixado à margem da comunidade. Todas as pessoas são chamadas a participar plenamente da vida da Igreja e da construção do Reino de Deus.

A pomba branca, símbolo do Espírito Santo, representa a presença de Deus que conduz, ilumina e fortalece a missão das comunidades. O prédio representando a cidade e a sociedade contemporânea. Lembra que as CEBs estão inseridas na realidade urbana e social, acompanhando os desafios do mundo atual e buscando ser sinal do Reino de Deus, presença transformadora nos lugares onde as pessoas vivem, trabalham, estudam e constroem suas relações.

O cachorro, presente junto às pessoas, simboliza a convivência harmoniosa, a amizade, a fidelidade e o cuidado com toda a criação. Os ramos verdes representam a vida, a esperança e o compromisso com a Casa Comum, expressando a ecologia integral, que reconhece o cuidado com a natureza e com as pessoas como dimensões inseparáveis da missão cristã.

Assim, o logo retrata uma Igreja que caminha em comunidade, iluminada pela Palavra, conduzida pelo Espírito Santo, sob a proteção de Nossa Senhora Aparecida, comprometida com as pessoas pobres e excluídas, acolhedora da diversidade humana, cuidadora da criação e inserida na realidade da sociedade e dedicada à construção do Reino de Deus.

05 junho, 2026

Contatos imediatos!



Contatos Imediatos!

Olá, Flávio Bolsonaro tentou buscar ajuda lá fora, mas foi abduzido por Trump. E quem pilota agora a nave bolsonarista no Congresso é Davi Alcolumbre.

.O feitiço e o feiticeiro. Flávio Bolsonaro até tentou usar a poção da irracionalidade a seu favor, mas foi surpreendido pelo mago do irracionalismo político. O que começou como uma aparente vitória depois da visita a Washington, com Trump declarando o PCC e o CV como organizações terroristas, acabou virando pesadelo depois que o presidente norte-americano anunciou uma nova onda de tarifas ao Brasil. Ao contrário da primeira vez, quando Eduardo ajudou a articular pessoalmente o tarifaço e os Bolsonaros cantaram vitória, agora todo mundo sabe que a medida é impopular. Ainda mais porque o relatório que sustenta a nova taxação critica inúmeras vezes o Pix. O que Bolsonaro Júnior não entendeu é que Trump está mais preocupado com as eleições legislativas nos Estados Unidos do que com o sucesso da familícia brasileira. Rapidamente, o candidato do PL tentou evitar o pior, manifestando-se contra o tarifaço, mas o estrago já tinha sido feito. Lula aproveitou para denunciar seu adversário como traidor da pátria e uma enxurrada de memes tomou conta das redes. E, se a pauta não fosse mudada pelo OVNI do Paraná, a sangria continuaria. Assim, a jogada de trazer Trump para as eleições brasileiras pode ter sido um erro decisivo no esforço de bater Lula. A verdade é que Flávio já vinha sofrendo nas últimas pesquisas com os reflexos do escândalo Dark House. Depois de um empate técnico com Lula no início de maio, agora ele aparece 5 pontos atrás do atual presidente num hipotético segundo turno, segundo a Real Time. Outro dado importante da pesquisa é que Lula se sai melhor contra o candidato do PL do que contra Caiado ou Zema. Já a Genial/Quaest aponta que Flávio deixou de ser visto pelo eleitor insatisfeito como uma alternativa antissistema. E um levantamento em grupos de Whatsapp e Telegram mostra que a maior parte da população responsabiliza Flávio tanto pelo tarifaço quanto pelas ameaças ao Pix. E o que é ruim ainda pode piorar. O julgamento de Eduardo Bolsonaro por tentar influenciar o governo dos Estados Unidos contra o Brasil já tem data agendada no Supremo, e a exposição midiática do caso promete colar a pecha de traidores da pátria na família toda. Além disso, uma possível delação de Vorcaro pode envolver mais diretamente o “amigo” Flávio e o “irmãozão” Ciro Nogueira, esclarecendo as relações financeiras entre o banqueiro e o mundo da política.

.O Trump de Macapá. A capacidade dos Bolsonaros criarem os próprios problemas ajuda, mas não é suficiente para tornar a vida do governo mais fácil. Porque ao mesmo tempo em que joga xadrez contra Trump e damas contra Flávio Bolsonaro, Lula também disputa uma queda de braço com Davi Alcolumbre. Recolhido a cada fato novo do escândalo do Master e magoado que o governo não saiu em seu socorro, Alcolumbre está mais discreto, mas não imóvel. A má vontade do presidente do Senado com a PEC que acaba com a 6x1, mesmo depois da retumbante vitória na Câmara, tem um pouco de chantagem com o governo, mas também atende à pressão dos empresários e do bolsonarismo. Afinal, ao mesmo tempo em que Alcolumbre criou uma fictícia Comissão Especial para analisar e atrasar o tema, acelerou a tramitação da proposta da PEC do Patrão de Flávio Bolsonaro, que cria jornada de trabalho infinita e negociações individuais. A estratégia também é uma forma de driblar a própria Comissão de Constituição e Justiça do Senado, onde já se sabe que a 6x1 tem prioridade, ao contrário do projeto da extrema-direita. Alcolumbre também repete a tática em outros temas, bloqueia o governo com uma mão e acena ao bolsonarismo com a outra. Continuam paradas outras pautas de interesse do Planalto, como a PEC da Segurança e o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter, enquanto pautas da bancada evangélica e da extrema-direita foram desengavetadas, como aquela que restringe o aborto legal, aprovada em dois minutos, a CPI da Pedofilia e a discussão da “cura gay”. Tudo isso sem contar a provável nova indicação de Jorge Messias ao STF, que reafirmaria a prerrogativa do Presidente da República em indicar os ministros, mas também dobra a aposta da disputa com Alcolumbre. Por enquanto, quem tem ganho com a tensão é Hugo Motta, que cumpriu sua parte nos acordos com o governo e deve seguir no mesmo ritmo com outras pautas, como os data centers e Inteligência Artificial. Aliás, com a proximidade das eleições, esses temas ganham força pela capacidade das big techs interferirem nos resultados, daí a preocupação do STF em trazer de volta a discussão sobre regulação.


.Ponto Final: nossas recomendações.

.Diálogo ou repressão? Amanda Harumy explica como a disputa sobre os rumos do processo de paz definirá as eleições na Colômbia. No Brasil de Fato.

.Quem é Ferinha? O Brasil de Fato traça um perfil do empresário que mais aparece na lista do trabalho escravo com 508 infrações trabalhistas.

.IA: o que propõe o Papa. O Outras Palavras apresenta o programa do Papa Leão XIV: domínio das big techs é ilegítimo; dados são parte do Comum e os Estados precisam intervir.

.A revolução será postada no TikTok. A Piauí acompanhou Rick Azevedo durante a votação do fim da escala 6x1.

.Os interesses do agro e da indústria farmacêutica na cannabis: será a ‘nova soja’? Em entrevista ao Brasil de Fato, Luna Vargas alerta para os interesses das grandes empresas pelo canabidiol.

.Precisamos falar de Lulu: vida, morte, reparação e justiça na prisão. A Agência Pública conta a delicada história - mas rotineira - de Tanaka Luanda, guianense encarcerada no Brasil.

.‘Cadê o ouro que você roubou?’: tortura de patroa em empregada no Maranhão reflete realidade que literatura espelha há séculos. Mariana Filgueiras destaca o protagonismo das empregadas domésticas na literatura brasileira desde 1859.

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Ponto é escrito por Lauro Allan Almeida Duvoisin e Miguel Enrique Stédile.

Terceira Plenária da Assembleia Arquidiocesana define prioridades para os próximos seis anos

A Arquidiocese de Maringá realizou, nos dias 30 e 31 de maio, a Terceira Plenária da Assembleia Arquidiocesana AGIR, reunindo padres, diáconos, religiosos, religiosas, leigas e leigos representantes das paróquias, pastorais, movimentos e organismos arquidiocesanos. O encontro marcou mais uma etapa do processo de planejamento pastoral que irá orientar a ação evangelizadora da Igreja Particular de Maringá nos próximos seis anos.


Durante os dois dias de trabalho, os participantes vivenciaram momentos de oração, reflexão, escuta e discernimento, em sintonia com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e com os desafios da realidade local. O processo foi conduzido em espírito de comunhão e sinodalidade, favorecendo a participação de todos os presentes na construção dos caminhos pastorais da arquidiocese.

Como fruto dos trabalhos, a Assembleia definiu três prioridades que deverão nortear a ação evangelizadora nos próximos anos: a Iniciação à Vida Cristã (IVC), as Juventudes e a formação permanente de leigos e leigas. As prioridades foram escolhidas após um amplo processo de diálogo e discernimento, buscando responder às necessidades atuais da evangelização e fortalecer a presença da Igreja nas comunidades.

Segundo o coordenador da Assembleia Arquidiocesana, padre Marcos André de Oliveira, o encerramento da plenária representa o início de uma nova etapa de trabalho. “A Assembleia preferiu que tivéssemos mais um momento de encontro para definir os projetos e como essas prioridades se tornarão ações concretas no dia a dia das paróquias. Essas ações serão arquidiocesanas, mas também deverão ser implantadas em cada comunidade”, explicou o presbítero.

O próximo encontro acontecerá no dia 25 de julho, quando serão apresentados e votados os projetos pastorais que transformarão as prioridades definidas em ações concretas para toda a arquidiocese.

Para o Arcebispo de Maringá, Dom Frei Severino Clasen, OFM, a caminhada arquidiocesana está em sintonia com o processo de reflexão vivido pela Igreja no Brasil. “A Arquidiocese de Maringá permanece fiel a essa missão de evangelizar em todas as instâncias onde o povo está. Agora é importante que as paróquias transformem essas prioridades em ações concretas de evangelização, acolhimento e cuidado com os fiéis”, afirmou.

Ao final da Terceira Plenária, a Arquidiocese de Maringá reafirmou seu compromisso com uma Igreja sinodal, missionária e participativa, que busca discernir, planejar e agir em comunhão para responder aos desafios da evangelização no tempo presente.

Fonte: site da Arquidiocese de Maringá

Dom Frei Severino Clasen recebe Título de Cidadania Benemérita de Maringá


Na noite do dia 02 de junho de 2026, Dom Frei Severino Clasen, recebeu o título de Cidadão Benemérito de Maringá, durante sessão solene realizada na Câmara Municipal de Maringá. A homenagem foi proposta pelos vereadores Ítalo Maroneze e Ana Lúcia Rodrigues e aprovada pelo Legislativo maringaense, em reconhecimento à sua contribuição religiosa, social e humana para a cidade e para toda a região, o Arcebispo de Maringá.

03 junho, 2026

Corpus Christi


 

Corpus Christi: Jesus Caminha Conosco


A procissão de Corpus Christi nos lembra que Jesus não permanece apenas no altar, mas caminha conosco pelas ruas, casas, comunidades e periferias da vida....


Celebrar a Solenidade do Santíssimo Sacramento do Corpo e Sangue de Cristo é celebrar o amor de Deus que se faz presença viva no meio do seu povo. Na Eucaristia, Jesus nos oferece sua própria vida e nos convida a partilhar a nossa vida com as irmãs e irmãos, especialmente com aquelas e aqueles que mais necessitam de cuidado, acolhida e solidariedade.

Ao participarmos da mesa eucarística, somos alimentados pelo Corpo de Cristo para nos tornarmos também corpo vivo de Cristo no mundo, testemunhando o Evangelho por meio de nossas palavras, atitudes e ações.

A procissão de Corpus Christi nos lembra que Jesus não permanece apenas no altar, mas caminha conosco pelas ruas, casas, comunidades e periferias da vida....

A tradição de enfeitar as ruas para a procissão de Corpus Christi expressa a alegria da comunidade que acolhe e acompanha Jesus em seu caminho. Mais do que preparar belos tapetes e ornamentações para um único dia, somos convidados a enfeitar, todos os dias, as ruas de nossas cidades e as estradas de nossos campos com gestos de amor, justiça, fraternidade e esperança.

Que cada cristã e cada cristão leve Jesus aos mais diversos lugares, tornando presente sua paz nas famílias, seu consolo aos que sofrem, sua misericórdia aos que erram e sua esperança aos desanimados.

Assim, ao celebrarmos Corpus Christi, renovamos nosso compromisso de caminhar com Jesus e de fazer de nossa vida um sinal vivo de sua presença no mundo.

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Eu, Lucimar Moreira Bueno (Lúcia)