19 abril, 2019

Missa da Ceia do Senhor

Paróquia São Mateus Apóstolo de Maringá – Capela Santa Rita
Missa da Ceia do Senhor
Um mistério instigante. A Eucaristia exige fé, mas a fé exige o amor...


No gesto do lava-pés está explícito que Jesus supera as rupturas e divisões. Transforma as relações de domínio em relações de serviço, criando relações fraternas, invertendo o comportamento egoísta em atitude de fraternidade. Em todos os momentos, Jesus fez de sua vida um grande lava-pés. Amou e respeitou as pessoas, se fez servidor, entregou sua vida pela salvação do mundo.

O gesto do lava-pés para Papa Francisco é “Um gesto que nos ajuda a ser mais servidores uns dos outros, mais amigos, mais irmãos no serviço”.

No vídeo, gesto do lava-pés com o meu amigo Pe. Genivaldo Ubinge, nesta quinta-feira santa, 18 de abril de 2019.

Sexta-feira Santa


Gesto do lava-pés

Paróquia São Mateus Apóstolo de Maringá – Capela Santa Rita

Missa da Ceia do Senhor
Um mistério instigante. A Eucaristia exige fé, mas a fé exige o amor...


No gesto do lava-pés está explícito que Jesus supera as rupturas e divisões. Transforma as relações de domínio em relações de serviço, criando relações fraternas, invertendo o comportamento egoísta em atitude de fraternidade. Em todos os momentos, Jesus fez de sua vida um grande lava-pés. Amou e respeitou as pessoas, se fez servidor, entregou sua vida pela salvação do mundo.

O gesto do lava-pés para Papa Francisco é “Um gesto que nos ajuda a ser mais servidores uns dos outros, mais amigos, mais irmãos no serviço”.

Na foto, gesto do lava-pés com o meu amigo Pe. Genivaldo Ubinge, nesta quinta-feira santa, 18 de abril de 2019.

Paróquia São Mateus Apóstolo de Maringá – Capela Santa Rita

18 abril, 2019

A comunicação pública passa a ser o alvo da extrema direita no país



A comunicação pública passa a ser o alvo da extrema direita no país

Sucateamento, corte de verbas, censura, aparelhamento político. Essas são algumas das ações do governo

As piores previsões para a comunicação pública nos novos governos de extrema direita instalados no país vão se concretizando. Censura nas redações, ameaça aos trabalhadores e fechamento de veículos abrem o ano nos diversos veículos de caráter público em todo o país.

Em nível federal, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) sofreu mais um atentado em sua missão de informar e entreter com autonomia a sociedade. Uma mera portaria publicada pelo novo presidente da empresa, Alexandre Graziani, liquidou a missão legal da TV Brasil, transformando-a em uma mera reprodutora de propaganda governamental de Bolsonaro e dos militares.

Até então, ainda predominava na empresa uma separação entre os veículos públicos – regidos pela lei que criou a EBC – e os produtos estatais. Durante os mais de 10 anos de trajetória da EBC, os veículos públicos nacionais como a TV Brasil, Agência Brasil e Rádios Nacional e MEC buscavam seguir linha editorial própria, mesmo que desvirtuada pelo governo Temer, diferente dos veículos estatais. Nesses, a NBR e Voz do Brasil, quem sempre decidiu pela programação foi a secretária de comunicação da presidência da república.

Mas com a temerária e ilegal decisão da nova direção da EBC, simplesmente esta diferenciação deixou de existir. A partir desta quarta 10, conteúdos produzidos diretamente para atender ao governo serão prioridades na “nova” TV Brasil. Um jornal diário pela manhã trará as notícias do governo. Em hora e hora terá flashes com as ações do governo. No jornal da noite, quase um terço das matérias serão exclusivamente sobre o governo. Faixas especiais trarão entrevistas com membros do governo. No sábado, está previsto um grande resumo da semana do governo. E de bônus, a TV será invadida por programas da Marinha e do Exército brasileiro. Ou seja, a TV Brasil será simplesmente a TV do governo Bolsonaro.

Os jornalistas da emissora, que já vinham sendo censurados durante o governo Temer, passaram a sofrer uma nova onda de perseguições, como as proibições de citar a ditadura e o golpe militar no Brasil e de usar a palavra “fuzilamento” no assassinato de um músico no Rio com 80 tiros feitos por homens do Exército, e o veto de noticiar a renúncia do ex-deputado Jean Wyllys.

Essas mudanças afrontam diretamente a legislação que criou a EBC, que previu a sua autonomia frente ao governo federal. Confrontam a Constituição Federal que estabeleceu os sistemas privados, estatais e públicos de comunicação. Desprezam parâmetros internacionais desenvolvidos pela ONU.

Um exemplo ruim em Minas Gerais

Enquanto isso, em Minas Gerais, primeira experiência de gestão do partido Novo, o governador Romeu Zema resolveu simplesmente fechar a Rádio Inconfidência AM, uma das mais antigas do país, além de demitir dezenas de empregados concursados da emissora e cortar o seu orçamento. A situação reflete o desmonte da Empresa Mineira de Comunicação (EMC) criada em 2016, tendo a EBC como inspiradora, ainda não estruturada e responsável pela Rádio Inconfidência AM e FM e pela TV Minas.

Nos desmandos de Zema, a emissora histórica dos mineiros, a “Gigante do Ar”, deve ser fechada por ser deficitária e por ter obrigação de migrar do AM para o FM. Mas as informações utilizadas são falsas, já que a migração não é obrigatória para uma rádio de longo alcance, como a Inconfidência, sendo apenas para emissoras AM locais de baixa potência.

Com seu anseio neoliberal, o governador do Partido Novo insiste em uma missão de sucatear o Estado de Minas, cortando verbas para educação e cultura. Criou uma meta de que em até um ano a rádio Inconfidência FM tem que faturar 3 milhões ou então também será fechada. Ainda paira no ar quais medidas o governo tomará em relação a TV Minas.

Isso tudo ocorre um momento em que se buscava a consolidação da Empresa Mineira de Comunicação. Em 2017, os dois veículos executaram um orçamento de R$ 11,5 milhões. A verba custeou a mudança de endereço das emissoras, que agora funcionam conjuntamente. A nova empresa ainda não teve sequer seu estatuto social aprovado, que impede a implementação de seu Conselho Curador, o que possibilitaria impedir o uso político da emissora.

Os casos da EBC e da Rádio Inconfidência não são exceções pelo país. Em 2016, o governo de José Ivo Sartori no Rio Grande do Sul extinguiu a Fundação Piratini, responsável pela TVE gaúcha e pela Rádio Cultura, sucateando a emissora e vinculando-as diretamente a Secom do governo estadual.

Essas práticas só demonstram que o que temos em jogo é a luta pela liberdade de expressão e o direito à comunicação da população brasileira, bandeira fundamental para garantir as liberdades democráticas do país, e que sofre um grande baque com a dizimação da comunicação pública brasileira.


Fonte: Carta Capital

17 abril, 2019

Tríduo Pascal


A Semana Santa, de modo especial, o Tríduo Pascal, é o centro de toda a celebração litúrgica anual, momento lindo e forte em que se celebra a Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor.

 O Tríduo Pascal compreende a Quinta-Feira Santa, a Sexta-Feira Santa e o Sábado Santo, preparando para a maior festa da Igreja, que é a Páscoa.


 Quinta-Feira Santa


A Quinta-Feira Santa, é marcada pela Instituição da Eucaristia , do serviço e um dos gestos significativos deste serviço é o lava-pés.

Jesus, que serviu com sua vida e seu amor à humanidade lava os pés dos seus. Nós, também no dia a dia, independente da missão de cada um, somos chamados a servir com humildade as irmãs e  irmãos a exemplo do Jesus.

Sexta-Feira Santa

A Sexta-Feira Santa, é o único dia do ano em que a Igreja Católica no mundo inteiro não celebra missas e comumente, nenhum sacramento.

Celebra a Paixão, Morte e Sepultamento do Senhor. Profeta Isaías nos lembra – é o Servo Sofredor, tudo se realiza na pessoa de Jesus Cristo.

Na cerimônia tem preces universais pela Igreja e momento forte e lindo pelo gesto de carinho na Cruz.

O amor de Jesus pela humanidade é lembrado também nas celebrações da Via Sacra, dentro de igrejas ou pelas ruas, trazendo presente todo o relato da Paixão e Morte de Jesus.

Sábado Santo

No Sábado Santo, ou Sábado de Aleluia, celebra-se o grande momento da Ressurreição do Senhor.

A certeza que a vida vence a morte. A vida se renova, na alegria da ressurreição.

Nesta celebração, realizada na véspera do dia da Páscoa, acontece a Benção do Fogo Novo e da Água.

A luz que sai da rocha ilumina a escuridão, porque Jesus ressuscitou.

A Água nos lembra o Batismo, que purifica e nos torna filhas e filhos de Deus.

12 abril, 2019

Celebração do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor


Para o Papa Francisco,  a liturgia do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor, tem um duplo sabor: doce e amargo, nela celebramos o Senhor que entra em Jerusalém, aclamado pelos seus discípulos como rei; ao mesmo tempo, porém, proclama-se solenemente a narração evangélica da sua Paixão. Cruza histórias de alegria e sofrimento de Jesus – aclamado pelo povo como rei, e mais tarde crucificado pelo mesmo povo.

Nos leva numa medida mínima, sentir aquilo que deve ter sentido Jesus em seu coração naquele dia, quando rejubilou com os seus amigos e chorou sobre Jerusalém.  

A Igreja leva o cristão a refletir, segundo o Papa, sobre sentimentos e contradições ainda presentes em mulheres e homens  da atualidade. “Capazes de amar muito… mas também de odiar (e muito!)”. 

11 abril, 2019

O tráfico de seres humanos é uma traição à nossa humanidade

“O tráfico, de fato, deturpa a humanidade da vítima, ofendendo a sua liberdade e dignidade. Mas, ao mesmo tempo, desumaniza quem a pratica, negando-lhe o acesso à ‘vida em abundância’. O tráfico, por fim, fere gravemente a humanidade no seu conjunto, dilacerando a família humana e o Corpo de Cristo.” (Papa Francisco)

Fonte da Imagem: Google Imagem

Deseducar para controlar – A ignorantização como projeto de poder

Cada vez mais dou razão a afirmativa de Darcy Ribeiro: “A crise da educação no Brasil não é uma crise; é um projeto”.


Fonte da Foto: Google Imagem

Pontificado de Francisco












08 abril, 2019

Escola de Formação para Formadores e Articuladores das CEBs - quarta etapa.

Escola de Formação para Formadores e Articuladores das CEBs - quarta etapa.


Escola de Formação de Formadores e Articuladores para as CEBs

Escola de Formação de Formadores e Articuladores para as CEBs 
4ª etapa - 06 e 07 de abril de 2019
Apresentação do projeto “Batucada de Primeira”


Escola de Formação de Formadores e Articuladores para as CEBs

Escola de Formação de Formadores e Articuladores para as CEBs 
4ª etapa - 06 e 07 de abril de 2019
Apresentação do projeto “Batucada de Primeira”


Escola de Formação de Formadores e Articuladores para as CEBs

Escola de Formação de Formadores e Articuladores para as CEBs 
4ª etapa - 06 e 07 de abril de 2019
Apresentação do projeto “Batucada de Primeira”


Escola de Formação de Formadores e Articuladores para as CEBs

Escola de Formação de Formadores e Articuladores para as CEBs 
4ª etapa - 06 e 07 de abril de 2019
Apresentação do projeto “Batucada de Primeira”


Escola de Formação de Formadores e Articuladores para as CEBs

Escola de Formação de Formadores e Articuladores para as CEBs 
4ª etapa - 06 e 07 de abril de 2019
Apresentação do projeto “Batucada de Primeira”



Fotos Escola de Formadores e Articuladores para as CEBs - 4ª Etapa


Aqui, mais Fotos Escola de Formadores e Articuladores para as CEBs - 4ª Etapa




























A saúde é um dom de Deus


Dia Mundial da Saúde e a luta por uma saúde universal para todos e todas



“Saúde universal: para todas e todos, em todos os lugares” foi o tema escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para celebrar o Dia Mundial da Saúde comemorado neste 7 de abril.

De acordo com a OMS, a saúde universal requer o envolvimento de todos os setores da sociedade para combater a pobreza, a injustiça social, as lacunas educacionais e as condições precárias de vida, entre outros fatores que influenciam a saúde das pessoas.

Aqui no Brasil, a saúde pública vem enfrentando muitos desafios, sofrendo com uma falta de tudo o que acarreta um atendimento precário e bem na contração do que propõe o conceito de saúde universal da OMS que é garantir que todas as pessoas tenham acesso, sem discriminação, a serviços integrais de qualidade, sem enfrentar dificuldades financeiras.

Além disso, a proposta da OMS visa garantir que todos estejam cobertos, mas que todos tenham acesso a cuidados quando precisarem, onde quer que estejam, o que não acontece na maioria das vezes na rede pública do país.

O Bispo de Campos (RJ) e referencial da Pastoral da Saúde da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Roberto Ferrería Paz, diz que o caos na saúde pública no Brasil se deve ao descumprimento da Constituição Federal que prevê a receita e financiamento determinado para garantir o direito da população à saúde.

“A desvinculação e o desatrelamento a esta norma maior leva ao SUS ao colapso operacional. As políticas públicas na saúde são fundamentais para reverter está tendência neoliberal e privatizante. A solução passa pela mobilização do povo em defesa do SUS como foi o movimento sanitarista e as forças sociais que o conceberam e o implementaram”.

Neste caminho de garantia de uma saúde pública de qualidade para todos está o trabalho desenvolvido pela Pastoral da Saúde Nacional que obedece três dimensões: a da assistência solidária com a pastoral hospitalar, depois a dimensão de comunidade, propiciando campanhas e uma medicina mais preventiva. Um terceiro ponto é a luta pelas políticas públicas de saúde.

O coordenador nacional da Pastoral da Saúde, Alex Mota, explica que a pastoral vem sensibilizando coordenadores e agentes, para que os mesmos se tornem multiplicadores na busca por melhorias que garantam atendimento digno.

“O trabalho é levar informação para a população das comunidades nas quais eles atuam, sobre a necessidade de incentivar as pastorais, comunidades cristãs, associações religiosas e movimentos eclesiais com ações que levem as resoluções de problemas sociais no processo de reformulação das Políticas Públicas numa ação conjunta em defesa do SUS”, relata.

O referencial da Pastoral, dom Roberto Ferrería, ressalta ainda que diante da realidade da saúde no Brasil, “a pastoral tem atuado de forma sistemática no apoio e a defesa do SUS, na formação de agentes para o acompanhamento e participação nos conselhos da saúde. Além de ser uma presença testemunhal e solidária junto aos doentes e trabalhadores da saúde e na luta pelo saneamento básico e humanização dos hospitais”.

O coordenador nacional da pastoral lembra também que entre as principais discussões sobre saúde pública no Brasil está o subfinanciamento do SUS e as consequências da Emenda Constitucional (EC) 95, que congela os investimentos em saúde pública, até 2036. Segundo Alex Mota, essa emenda causará um prejuízo estimado em R$ 400 bilhões para o SUS.

“Seguimentos da sociedade civil vem se mobilizando no fortalecimento da cidadania para contribuir no Controle Social em Conselhos de Direitos. Dessa forma o Conselho Nacional de Saúde tem se mobilizado para revogar essa decisão e precisa contar com nosso apoio, e das entidades e movimentos sociais na ampliação do abaixo assinado contra a EC 95”.

“A saúde é um dom de Deus, uma construção social, ambiental e espiritual não na ausência de doença, mas na plenitude e inteireza humana”, finaliza dom Roberto Ferrería Paz


Fonte: CNBB