18 setembro, 2026

#8º Encontrão Arquidiocesano das CEBs

Hoje, olhando para tudo o que vivemos, meu coração se enche de alegria, emoção e profunda gratidão.

Os Encontrões Arquidiocesanos das CEBs nasceram de um sonho que tive a graça de idealizar: reunir o povo de Deus, fortalecer a comunhão e renovar a caminhada das Comunidades Eclesiais de Base.

O primeiro aconteceu em 22 de outubro de 2025, com o tema “Com firmeza e com carinho, para retomar o caminho”. A proposta foi acolhida e ganhou força com o apoio do bispo, dos padres, das lideranças e de todo o povo de Deus.

E, no dia 13 de setembro de 2026, vivemos o 8º Encontrão Arquidiocesano das CEBs, no Ginásio de Esportes do Colégio Marista, em Maringá, com o tema “De São Francisco à Laudato Si’: a fé que floresce na religiosidade popular” e o lema “Na simplicidade do povo, Deus cuida da vida.”

Foi uma tarde de fé, alegria, sorrisos lindos, cantoria, cultura, encontro e celebração da vida.

Um momento muito especial foi a entrega do Texto-Base das CEBs da Arquidiocese de Maringá, elaborado por mim com muito carinho, estudo, oração e compromisso com essa caminhada. Entregá-lo ao povo de Deus foi colocar nas mãos das comunidades um instrumento para conhecer, refletir, aprofundar e fortalecer a identidade e a missão das CEBs. Que ele possa chegar às paróquias, aos CPPs, aos CPCs, às comunidades, as pastorais e movimento e aos grupos, tornando-se instrumento de estudo, diálogo e construção coletiva.

Ter a graça de coordenar e apresentar este 8º Encontrão foi uma alegria que guardarei com muito carinho.

Hoje compreendo ainda mais que aquele sonho não pertence mais somente a mim. Ele se tornou caminho, comunhão, compromisso e vida compartilhada.

Minha gratidão a todas e todos que acreditaram, apoiaram, rezaram, trabalharam e fizeram acontecer.

A Deus, toda a minha gratidão. Ao povo, todo o meu carinho. E às CEBs, a minha esperança de continuarmos caminhando juntas e juntos, com firmeza e com carinho.















Mais perdido que Fachin no tribunal


Olá, a estratégia da direita é clara, já a esquerda, parece perdida no meio da confusão.

.Pode chorar. Como todos previam, menos Edson Fachin, a sessão do Supremo do dia 15 terminou com uma desmoralização pública pelo nível do debate, chuva de memes e muita incerteza, que pode ser resumida no alerta de Flávio Dino, um dos melhores momentos da sessão. E, na sequência, mais uma denúncia do envolvimento de Mendonça com Vorcaro só agrava a situação. Frente à crise no STF, a direita sabe o que fazer. André Mendonça atrelou-se definitivamente ao bolsonarismo, tanto por ter ajudado a implodir qualquer debate eleitoral mais propositivo, quanto por associar-se às hostes evangélicas, que veem no ministro o portador de uma missão divina. E, levando em conta que cerca de 50% dos brasileiros aprovam seu trabalho no STF, Mendonça virou uma espécie de celebridade das forças conservadoras. Com isso, os próprios bolsonaristas passaram a impulsionar Mendonça nas redes sociais, tentando capturar potenciais eleitores. Isso também obriga Lula a estreitar o diálogo com os evangélicos, como já vem fazendo de diferentes formas, para neutralizar a transferência de votos para Flávio Bolsonaro. Ao mesmo tempo, a estratégia da direita deve ser continuar associando Alexandre de Moraes e Flávio Dino a Lula e todos eles à corrupção e à impunidade. Já a estratégia da esquerda é mais confusa. É certo que a presença de Flávio Bolsonaro e aliados nas páginas policiais continua fornecendo farto material para a esquerda explorar. Nesse caso, o PT busca deixar para trás o tema do STF e centrar fogo nos vínculos de Flávio Bolsonaro com Vorcaro. A dúvida é se os dois temas podem ser separados e quais os efeitos desse tipo de publicidade no eleitorado e no clima geral das eleições. Afinal, o centro da campanha de Lula vinha sendo a soberania nacional, que ficou rapidamente desatualizado. Ao mesmo tempo, parece haver uma desconexão entre os anseios da militância petista, que cobra uma condenação mais dura a Alexandre de Moraes, e os discursos de Lula, que evitam radicalizações que possam agravar a crise institucional. Outro fator é a vinculação entre Flávio Dino e Lula. Depois do julgamento desastroso do dia 15 no STF, uma parte do campo petista vê em Dino o único ministro capaz de preservar a instituição, além de considerar positivo o pedido de vistas para não contaminar as eleições. Outra parte, no entanto, avalia que a atuação de Dino e sua proximidade com Alexandre de Moraes só reforçaria a tese bolsonarista de um conluio pela impunidade e prejudicaria Lula.

.Reage, Lula! A lambança no STF, propositalmente criada por Mendonça, não é o único problema de Lula a praticamente duas semanas do primeiro turno. A sombra de Donald Trump nunca deixou de estar por trás dos interesses em uma derrota do petista. Eduardo Bolsonaro é até peixe pequeno na sua campanha para que a Casa Branca aproveite o momento Mendonça e sancione outros juízes do STF. Jogo pesado mesmo é a denúncia, vejam só, de Renan Santos de que Flávio estaria recebendo dinheiro de uma organização financiada pelo vice-presidente dos EUA, JD Vance, e que o acordo incluiria a entrega das terras raras. E pesadíssima é a revelação, pasmem novamente, do Estadão de que a pauta de reivindicações de Trump para o Brasil incluiria “liberdade para os dissidentes políticos”, não se meter com as big techs, não permitir que outros países além dos EUA explorem as terras raras e ainda favorecer a Boeing (contra a Embraer). O que se soma à nova denúncia de que o governo petista não estaria combatendo as facções, sempre deixando a possibilidade de uma intervenção dos EUA no ar. E esse cenário ocorre justamente no momento em que algumas pesquisas apontam uma pequena vantagem de Flávio no segundo turno. É verdade que a candidatura de Lula se mostra resiliente, mantendo a liderança no primeiro turno. Mas, mesmo aí, a distância entre os candidatos vem diminuindo. E a região sudeste deve ser decisiva para o desempate nessas eleições. Diante do cerco, o PT acordou. Ou melhor, o governo. Lula sancionou a política de minerais críticos, justamente sobre o objeto de interesse de Trump, reajustou o Bolsa Família em 15%, e anunciou um plano de segurança para o Rio. Só o menino dos olhos da Faria Lima, Gabriel Galípolo, poderia ter ajudado um pouco mais, cortando mais do que apenas 0,25% da Selic, nada que ameace o título de maior taxa real de juros do mundo. Bombástica mesma é a possibilidade do governo decretar uma medida provisória que pode proibir as bets no Brasil.


.Ponto Final: nossas recomendações.

.A Inteligência Artificial pode acabar com a humanidade? Como as teses apocalípticas desviam as atenções de debates mais importantes. No Brasil de Fato.

.Terras raras: um passo pequeno demais. Edna da Silva analisa os limites da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. No Outras Palavras.

.Mecenas do centrão: quem é o ‘Rei do gás’, maior doador de campanha do Brasil nesta eleição. Da construção civil à energia e transporte,um perfil do maior financiador privado de campanhas. No Brasil de Fato.

.Jamais existirá uma Ministra como Cármen Lúcia. Por trás da imagem de austeridade e moralidade, como a ministra do STF se vale da amizade com a imprensa para esconder seus erros. Por Luis Nassif.

.“O Brasil não pode continuar com a maior taxa de juros do mundo”. Na Piauí, Consuelo Dieguez conversa com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, sobre os desafios da economia brasileira.

.O que os candidatos prometem para as mulheres. Veja de que forma as mulheres aparecem nos programas eleitorais. No Nexo.

.Mulheres subversivas, vadias, putas, perigosas e tresloucadas? A Jacobina homenageia Amelinha Teles reproduzindo seu artigo sobre a luta feminista e a resistência à ditadura.

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Ponto é escrito por Lauro Allan Almeida Duvoisin e Miguel Enrique Stédile.

# 8º Encontrão Arquidiocesano das CEBs - Arquidiocese de Maringá

No dia 13 de setembro de 2026, vivemos o 8º Encontrão Arquidiocesano das CEBs, no Ginásio de Esportes do Colégio Marista, em Maringá, com o tema “De São Francisco à Laudato Si’: a fé que floresce na religiosidade popular” e o lema “Na simplicidade do povo, Deus cuida da vida.”



17 setembro, 2026

#Relação dos Encontrões Arquidiocesanos das CEBs - Arquidiocese de Maringá



# Arquidiocese de Maringá

#Relação dos Encontrões Arquidiocesanos das CEBs


1º Encontrão – 22/10/2005
Tema: “Com firmeza e com carinho, para retomar o caminho”

2º Encontrão – 23/09/2007
Tema: “Celebrando a vida com carinho e ternura”

3º Encontrão – 12/09/2010
Tema: “CEBs: redes de relações fraternas”

4º Encontrão – 15/09/2013
Tema: “Fé, vida e missão neste chão”

5º Encontrão – 23/08/2015
Tema: “CEBs: o rosto humano de Deus”

6º Encontrão – 01/10/2017
Tema: “CEBs e os desafios do mundo urbano”

7º Encontrão – 29/09/2019
Tema: “CEBs: batizados e enviados – A Igreja de Cristo em missão no mundo”

8º Encontrão – 13/09/2026
Tema: De São Francisco à Laudato Si’: a fé que floresce na religiosidade popular

O 8º Encontrão Arquidiocesano das CEBs, previsto inicialmente para o ano de 2021, precisou ser adiado em razão da pandemia da COVID-19. Posteriormente, o processo sinodal convocado pelo Papa Francisco e a realização da Assembleia Arquidiocesana também contribuíram para a reorganização do calendário pastoral. Assim, o 8º Encontrão Arquidiocesano das CEBs foi realizado em 13 de setembro de 2026, dando continuidade à caminhada das Comunidades Eclesiais de Base na Arquidiocese de Maringá.

04 setembro, 2026

Chutando o tabuleiro

Olá, quando um pombo decide jogar xadrez, ninguém controla o movimento das peças.

.O kamikaze de toga. Todo mundo só fala da bomba que o ministro André Mendonça explodiu dentro dos aposentos do STF. A dificuldade é calcular todos os seus efeitos políticos. Isso dependerá da combinação de fatores difíceis de controlar, que passam pelo conteúdo e forma como a investigação foi conduzida, as reações do STF, do governo e do Congresso, e o uso eleitoral das mesmas. É evidente que André Mendonça cometeu uma ilegalidade ao mandar investigar um membro do próprio Supremo sem autorização do plenário e retirar o sigilo das mensagens, ameaçando a validade jurídica dos conteúdos revelados. E, como o próprio Mendonça aparece nos diálogos, como observa o jurista Pedro Serrano, ele deveria ser afastado do caso. Depois do Procurador-Geral Paulo Gonet solicitar a anulação da investigação, foi a vez de Alexandre de Moraes retrucar seu colega de Corte e pedir uma investigação contra Mendonça por abuso de autoridade, numa luta intestina que não tem prazo para acabar. Mas, mesmo que as evidências sejam invalidadas no plano jurídico, observa Thiago Domenici, é impossível “desler” o conteúdo das mensagens já divulgadas e as relações profundamente clientelistas e antirrepublicanas que elas revelam. Além disso, a rede de Vorcaro envolveu tantos membros do Supremo e da alta política que é difícil acreditar que o final dessa história não venha a ser um grande acordo nacional, com STF com tudo. Afinal, pelo menos 4 dos atuais 10 ministros da Corte - Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Nunes Marques e André Mendonça - tiveram algum tipo de relação com o banqueiro. E no mundo da política, multiplicam-se as personalidades que tiveram interlocução com Vorcaro e sob as quais pairam suspeitas de trocas de favores. Não à toa, Alcolumbre deu o recado para a base bolsonarista ao lembrar que Flávio Bolsonaro está tão enrolado com Vorcaro quanto Alexandre de Moraes. Mas, por enquanto, a palavra “acordo” virou acusação contra os adversários, pois todos tentam se preservar ou tirar alguma casquinha política desse escândalo até que ele esfrie. No final da história, ou haverá algum tipo de punição seletiva, ou não haverá punição. Seja como for, ninguém sabe o tamanho do descrédito das instituições que restarão de pé depois da explosão.

.E o Flávio, hein? O terremoto causado por André Mendonça era tudo o que Flávio Bolsonaro precisava para dar um novo rumo às eleições e criar um fato político que sua própria campanha não era capaz de fazer sozinha. Para começar, as revelações contra Alexandre de Moraes foram providenciais para desviar o foco de outro escândalo: a descoberta de um repasse de R$1,6 bilhões feito por Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, totalizando até agora R$ 12,3 milhões oriundo do banqueiro com destino à família Bolsonaro. Uma delação fechada recentemente entre a PGR e Carlos Freixo Júnior, proprietário da empresa utilizada por Vorcaro para doar os valores ao filme, pode lançar luz à questão. Ademais, em sua própria proposta de delação premiada, Daniel Vorcaro teria confessado que os R$5 milhões doados para as campanhas de Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas em 2022 eram, na verdade, um pagamento de propina combinado entre o banqueiro e Gilberto Kassab. Mas, enquanto esses fatos não ganham a opinião pública, Flávio vai aproveitar a ajudinha de Mendonça para requentar os atos bolsonaristas de 7 de setembro, já que a frio o candidato do PL não tem juntado meia dúzia de gatos pingados. Além disso, mesmo que Flávio não vença as eleições, Mendonça deu um belo impulso para a campanha da extrema-direita contra o STF, seja como mote para futuros senadores e deputados bolsonaristas, seja estrategicamente, como faz Trump, para eliminar instituições que sejam contrapesos do sistema. Mas não é só Mendonça quem ajuda a campanha da direita. No TSE, a barbeiragem de Dias Toffoli ao cancelar a campanha de Renan Santos por uso de perfis não informados e depois voltar atrás de sua própria decisão só ajudou a gerar mais um pedido de impeachment contra um ministro do Supremo e a aumentar a desconfiança quanto à isenção das instituições de controle. Apesar disso, contrastando com a direita raivosa, o discurso de paz, amor, inteligência artificial e empreendedorismo de Augusto Cury é quem mais cresce, com o candidato chegando isolado ao terceiro lugar em intenções de votos. Mas engana-se quem acredita que Augusto Cury seja uma terceira via que conquistou o eleitorado de centro, já que a maioria de seus eleitores são justamente aqueles que votariam em Flávio Bolsonaro num eventual segundo turno contra Lula.

.A alta do dólar. Mesmo que Lula não tenha qualquer envolvimento direto com Vorcaro, o saldo político para o governo e a campanha petista é negativo. Primeiro, porque, assim como não é possível “desler” as mensagens, não é possível defender Moraes no episódio. O Planalto sabe que o ministro foi fundamental nos julgamentos do 8 de janeiro e sua desmoralização e possível queda impulsionariam o questionamento da condenação aos golpistas. Por mais que a linha pública seja a de deixar o trabalho para a PGR e o STF, defender as investigações e preservar as instituições, Lula também tem recebido cobranças nos bastidores, por exemplo de Gilmar Mendes, para não abandonar Moraes aos leões. Segundo, um escândalo dessa proporção tanto tirou o tema “lulinha” da pauta, como ofuscou as entregas do governo, que eram o foco da campanha, além de ter dado um argumento para a oposição obstruir a votação do fim da escala 6x1, a grande aposta de Lula para este período. Mais grave, é evidente que Mendonça não pretende apenas atingir Moraes e mira também no governo, levando para outro nível as tensões que já tinha com a Polícia Federal, usando Vorcaro para bater também no Diretor Andrei Rodrigues. E como se tudo isso não fosse suficiente, o maior cabo eleitoral de Jorge Messias para o STF era o próprio André Mendonça. E uma nova indicação do Advogado Geral da União não só pode soar como provocação ao outro grupo do STF, como também o comportamento de Messias no episódio tem sido alvo de críticas. Por fim, o caso interrompe o movimento que a campanha fazia em direção ao seu mais tradicional oponente, o sistema financeiro. O único interesse da turma da Faria Lima é que o Estado gaste menos, atinja os superávits primários e com isso sobre mais dinheiro para o pagando juros extorsivos da Selic via títulos públicos. Quanto menos eficiente e mais endividado o país, mais feliz. Por isso, a alegria do sistema financeiro com Gabriel Galípolo, na mesma proporção da decepção de Lula com o seu indicado. Lula tentou contornar a relação sempre difícil com o mercado financeiro jantando com 16 altos nomes do PIB, entre eles os donos do BTG, da JBS e da Gerdau, tendo como carta de apresentação o orçamento de 2027 que se compromete com o superávit às custas de cortes na educação e na saúde. Porém, nada como um escândalo na política para a turma da Faria Lima aumentar o preço e colocar a faca no pescoço, surfando com uma alta da bolsa e com outro tradicional mecanismo de ataque ao petista, a alta do dólar. Neste cenário, a resposta de Lula vai ser insistir na votação da 6x1, com sessões extraordinárias, e pôr o pé na estrada, intensificando a campanha.


.Ponto Final: nossas recomendações.

.Vietnã completa 81 anos: o que o país socialista conquistou após triunfar na resistência contra os EUA. O Brasil de Fato relembra os feitos da pátria socialista de Ho Chi Minh.

.O escândalo que pode destruir a extrema direita latino-americana. Quem é Fernando Cerimedo, preso na Bolívia, e o que sua atuação pode revelar sobre as conexões da extrema direita no continente. Na Jacobina.

.Direita global transforma modernismo em alvo político. No Brasil e no exterior, movimentos conservadores rechaçam a arquitetura moderna e idealizam a beleza clássica. No DW.

.Os fios expostos do sistema elétrico brasileiro. Roberto Pereira D’Araújo analisa os efeitos da privatização da energia em todo o país. No Outras Palavras.

.Augusto Cury e a fabricação da sensação de maioria. Na Carta Capital, Marcelo Senise analisa o que está por trás do crescimento meteórico do candidato do Avante nas redes.

.A geração que o Missão quer recrutar. O Projeto Brief foi ao 1º Congresso do partido criado pelo MBL e descreve o que encontrou lá.

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Ponto é escrito por Lauro Allan Almeida Duvoisin e Miguel Enrique Stédile.