19 maio, 2020

Pandemia da ignorância: emburrecemos na última década ou é só mais acesso?

Não é uma frase proposotalmente malescrita num chamativo fundo colorido. É um artigo relativamente grande com uma reflexão relevante e pertinente. Sugiro a leitura e que se pense a respeito.

Penso que ser ignorante não é nenhuma vergonha, é uma situação. Todos ignoramos algo da realidade ou das informações, interpretação sobre ela. O problema é ignorar a própria ignorância. O problema é fazer da própria ignorância ou das dúvidas legítimas uma convivência para manter-se numa postura de arrogância e justificativa para a preguiça em superar os preconceitos infundados.

Não, o problema não é a ignorância em si. O problema é não estar atento à sua própria ignorância e ser mera peça na engrenagem que faz das suspeitas, desinformação, distorções dos fatos e do tumulto como estratégia política.

O texto acima é do padre Genivaldo Ubinge, publicado em seu perfil no Facebook.


A baixo segue o texto e Matheus Pichonelli



Pandemia da ignorância: emburrecemos na última década ou é só mais acesso?

Está provado, mas isso a mídia não vai mostrar: amigo do primo do vizinho contou que um panda chinês morre de infarto cada vez que alguém manda no grupo de WhatsApp aquela receita milagrosa para matar o coronavírus na base do chá ou da água quente. 

Não, a história acima não é verdade. Mas, se esta mesma mensagem viesse embalada num card mal desenhado com os devidos créditos a um cientista desconhecido formado por uma universidade inexistente, a chance de ela replicar era razoável. Por muito menos, houve quem gravasse um tutorial de como afogar o vírus com uma overdose de quinino da água tônica. Tem gente convicta também de que uísque e mel são tiro-e-queda para brecar a pandemia. Que álcool em gel não tem a mesma eficácia do bom e velho vinagre. E que tudo bem beber ou injetar desinfetante só porque Donald Trump mandou.

No meio de tanta desinformação, o drama de quem tem o ... 

Continue lendo o texto de Matheus Pichonelli AQUI.

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