20 agosto, 2021

Artigo – A Carta Pastoral de Dom Severino: Primeiras impressões



Artigo – A Carta Pastoral de Dom Severino: Primeiras impressões


No último dia 15 de agosto nosso arcebispo Dom Frei Severino Clasen publicou sua Carta Pastoral, intitulada Acolher e cuidar, por ocasião do 1º aniversário do início do seu ministério episcopal em nossa arquidiocese de Maringá. Uma carta pastoral é um documento pessoal do bispo onde, costumeiramente, se apresenta reflexões, exortações e proposições para o exercício do seu pastoreio junto aos fiéis.

A exemplo do apóstolo Paulo que se correspondia com as comunidades que fundava exortando e orientando a vida cristã, Dom Severino toma para si esta antiga prática eclesial e nos provoca para refletirmos a caminhada pastoral de nossa Igreja Particular.

O texto da Carta Pastoral, permeado de passagens bíblicas e citações do Magistério recente, é um convite ao diálogo com todas as forças vivas da Igreja diocesana, conclamando padres, diáconos, religiosos e leigos e leigas a reorganizar a ação evangelizadora, a partir da sinodalidade eclesial, tão enfatizada pelo Papa Francisco.

A Carta Pastoral constituída de 159 páginas e distribuída em três capítulos nos faz buscar em nossas raízes históricas e teológicas a compreensão do presente, acrescida da experiência pessoal de um pastor franciscano afeiçoado pela valorização de uma Igreja ministerial, onde todos – todo o Povo de Deus – é parte constitutiva e fundante na edificação do Reino de Deus.

A caminhada de evangelização de nossa arquidiocese agora se mescla na experiência de um pastor vindouro das terras do contestado catarinense, onde juntos, planejaremos os próximos passos na evangelização, almejando um futuro que possibilite a transmissão da fé que nos foi confiada no presente.

Cada geração tem seus próprios desafios no testemunho e na transmissão do Evangelho, mas o Espírito Santo toca a inteligência e a sabedoria de pastores em ouvir o sensus fidei para interpretar os sinais de cada época e transformá-los em ação pastoral.

Dom Severino é o primeiro bispo que não conheceu pessoalmente Dom Jaime Luiz Coelho, na sua missão episcopal de quarenta anos como pastor desta diocese (1957-1997). Na sua Carta Pastoral reconhece a importância deste intrépido bispo na fundação desta Igreja à luz da efervescência do Concílio Vaticano II (1962-1965), no importante auxílio dos religiosos, na formação de um clero autóctone e na organização pastoral de paróquias e pastorais.

Mesmo não conhecendo pessoalmente Dom Jaime, distante há oito anos de sua morte, Dom Severino se utiliza do relato daqueles que testemunharam seu pastoreio, além de buscar nas preciosas páginas do historiador e cronista Padre Orivaldo Robles as informações necessárias para compor o rico mosaico de padres, religiosos e leigos que construíram esta história em nossa diocese.

Na sequência menciona os demais bispos que aqui pastorearam, indicando que não veio para fundar uma nova Igreja, mas dar prosseguimento ao caminho iniciado por seus predecessores. Longe de querer rupturas com sua história, Dom Severino deseja colocar um tijolo a mais neste edifício eclesial, evidentemente com sua própria marca, trazendo consigo suas experiências vividas e sua compreensão de Igreja que os tempos novos lhe impõe no exercício episcopal.

A Carta Pastoral tem um tom positivo a respeito da Arquidiocese quando descreve os seus padres e leigos. Apresenta suas diferenças eclesiológicas e geracionais que, muitas vezes geram conflitos e discórdias, mas que ao final das contas prevalece a comunhão eclesial.

Dom Severino fala bastante dos padres incentivando-os ao trabalho pastoral em fidelidade ao Concílio Vaticano II, exortando-os para viver o ministério presbiteral de acordo com as orientações da Igreja, sem ostentação e privilégios.

Particularmente caro é o seu empenho para com os leigos e os religiosos, pois o bispo além de ser religioso franciscano foi presidente da Comissão para o laicato junto a CNBB, imprimindo-lhe uma forte atenção à formação e organização dos leigos nesta Igreja sinodal que almeja imputar cada vez mais em Maringá. Seja ao clero, ou ao laicato e aos religiosos, para todos exorta a renunciar uma espiritualidade intimista e uma Igreja paralela fora da comunhão eclesial, tão necessária para a catolicidade da Igreja.

O bispo também disponibiliza a Arquidiocese de Maringá na construção de uma sociedade onde a vida civil seja possível a todas as pessoas, indistintamente. A Igreja nunca se imiscuiu de colaborar na resolução dos problemas da cidade, buscando junto com as autoridades políticas e o poder público, consensos e tratativas que favoreçam o interesse coletivo, sobretudo dos mais pobres.

Aliás, nossa arquidiocese acompanha o desenvolvimento da cidade, sendo nossas paróquias testemunhas vivas que o surgimento de um novo bairro é a certeza do surgimento de uma nova comunidade cristã.

O bispo reivindica uma cidade para todos sem exclusão de ninguém, chama a atenção das autoridades políticas e exorta os fiéis a combater o preconceito de cor, gênero, religião, a desigualdade social, as condições econômicas precárias de muitas famílias, entre tantas situações de sofrimento que abatem a população.

O clamor e exortação do pastor se estendem para o cuidado com a natureza, preservando nossas matas e rios, sendo cuidadores da casa comum.

Por fim, o bispo convida a todos para dialogar com ele a respeito da evangelização para os próximos anos. Sua marca pessoal no governo desta Igreja começa na preocupação de dar maior agilidade e qualidade na ação evangelizadora das pastorais, movimentos eclesiais, serviços e organismos presentes na diocese.

Aquilo que inicialmente o bispo apelidou de “guarda-chuva”, se referindo ao conjunto de trabalhos que convergem para uma mesma ou semelhante ação pastoral, Dom Severino propõe reorganizar todas as forças vivas em três categorias pastorais: dimensões, setores e comissões.

A primeira dela contempla três dimensões: a dimensão de comunhão missionária, quando se atenta para a vida interna de uma comunidade; a dimensão sociotransformadora, tendo na Cáritas diocesana o eixo dinamizador de todas as iniciativas sociais da Igreja; e por fim, a dimensão do diálogo Igreja e sociedade, em vista de possibilitar o encontro fraterno e a troca de experiências com outras denominações cristãs e outras religiões não-cristãs.

Na sequência propõe impulsionar algumas iniciativas em setores, fortalecendo aqueles que já existem ou mesmo constituindo novos setores. A família, a juventude, a comunicação e os movimentos eclesiais/novas comunidades são os titulares destes setores que se pretende fazer uma ação evangelizadora comum, respeitando, evidentemente, a especificidade e o carisma de cada um dos segmentos. A unidade na diversidade.

E, por último, o bispo propõe constituir duas comissões, onde todos os segmentos da arquidiocese devem se envolver: a iniciação à vida cristã e a formação sistemática e permanente do laicato.

A Carta Pastoral não é um documento legislativo, por isso não tem força de lei canônica, mas um instrumento onde o bispo se permite em colocar suas ideias para discutir e dialogar com todos.

O momento agora é de acolher a Carta Pastoral, ler atenciosamente os seus ricos parágrafos, discutir com a comunidade e outras pessoas interessadas, no intuito de abrir um grande debate sobre a ação evangelizadora de nossa arquidiocese.

A Assembleia Arquidiocesana será a grande ocasião de sistematizar e refletir as propostas do bispo, juntamente com tantas outras ideias que nascerão do debate desta Carta Pastoral, culminando assim num Plano de Pastoral resultado da sinodalidade e da confirmação episcopal de nosso pastor.

Pe. Marcos Roberto Almeida dos Santos
Maringá-PR., 17 de agosto de 2.021
mralmeidas19@hotmail.com

Fonte: Site da Arquidiocese de Maringá

19 agosto, 2021

Dia 19 de agosto!

Quatro anos. Esse dia ficou marcado como um dia, que não compreendo mais meu coração estava entristecido na manhã daquele sábado. Por volta das nove horas, pressentimento e não demorou a notícia que foi a mais difícil vivida, com saúde estava, mas veio a falecer, meu irmão. Com o nosso Deus ele esta.


18 agosto, 2021

Saiba o que muda na vida dos servidores públicos e da população se a PEC 32 for aprovada

Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32 da Reforma Administrativa, hoje um ponto de destaque da agenda econômica do governo federal.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), já afirmou que a proposta deve entrar em votação até o final de agosto no Plenário. A medida foi protocolada pelo Planalto em setembro de 2020, e altera uma série de normas que regem o trabalho no funcionalismo público.

Leia a matéria publicada no site Brasil de Fato


PAPA FRANCISCO - AUDIÊNCIA GERAL

Quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Irmãos e irmãs, bom dia!

São Paulo, apaixonado por Jesus Cristo, pois tinha entendido bem o que era a salvação, ensinou-nos que os «filhos da promessa» (Gl 4, 28) – isto é, todos nós, justificados por Jesus Cristo – não estão sob o vínculo da Lei, mas são chamados ao estilo de vida exigente na liberdade do Evangelho. No entanto, a Lei existe. Mas existe de outro modo: a mesma Lei, os Dez Mandamentos, mas de outro modo, pois uma vez que o Senhor Jesus veio ela não pode justificar-se por si mesma. E portanto, na catequese de hoje, gostaria de explicar isto. E perguntemo-nos: qual é, segundo a Carta aos Gálatas, o papel da Lei? No trecho que ouvimos, Paulo diz que a Lei foi como um pedagogo. É uma bonita imagem, a do pedagogo sobre o qual falamos na audiência passada, uma imagem que merece ser compreendida no seu justo significado.

Parece que o Apóstolo sugere que os cristãos dividem a história da salvação em duas, e também a própria história pessoal. São dois os momentos: antes de se tornar crentes em Jesus Cristo e depois de ter recebido a fé. No centro está o acontecimento da morte e ressurreição de Jesus, que Paulo pregou a fim de suscitar a fé no Filho de Deus, fonte da salvação, e somos justificados em Cristo Jesus. Somos justificados pela gratuidade da fé em Cristo Jesus. Por conseguinte, partindo da fé em Cristo, há um “antes” e um “depois” em relação à própria Lei, pois a lei existe, os Mandamentos existem, mas há uma atitude antes da vinda de Jesus e outra depois. A história anterior é determinada pelo facto de estar “sob a Lei”. E quem percorria o caminho da Lei se salvava, era justificado; a história sucessiva – depois da vinda de Jesus – deve ser vivida seguindo o Espírito Santo (cf. Gl 5, 25). É a primeira vez que Paulo usa esta expressão: estar “sob a Lei”. O significado subjacente implica a ideia de uma servidão negativa, típica dos escravos: “estar submetido”. O Apóstolo torna-o explícito, dizendo que quando se está “sob a Lei” é como ser “vigiado” e “preso”, uma espécie de prisão preventiva. Este tempo, diz São Paulo, durou muito – desde Moisés até à vinda de Jesus – e perpetua-se enquanto se vive no pecado.

A relação entre a Lei e o pecado será explicada de uma forma mais sistemática pelo Apóstolo na sua Carta aos Romanos, escrita alguns anos após a Carta aos Gálatas. Em síntese, a Lei leva a definir a transgressão e a tornar as pessoas conscientes do próprio pecado: “Fizeste isto, portanto a Lei – os Dez Mandamentos – diz assim: tu estás no pecado”. Aliás, como ensina a experiência comum, o preceito acaba por estimular a transgressão. Na Carta aos Romanos, escreve: «Quando estávamos na carne, as paixões pecaminosas, fortalecidas pela lei, operavam nos nossos membros e produziam frutos para a morte. Agora, porém, livres da lei, estamos mortos para o que nos sujeitara, de modo que servimos num espírito novo e não segundo uma lei antiquada» (7, 5-6). Porquê? Porque veio a justificação de Jesus Cristo. Paulo expõe a sua visão da Lei: «O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a Lei» (1 Cor 15, 56). Um diálogo: tu estás submetido à Lei, e estás ali com a porta aberta ao pecado.

Neste contexto, a referência ao papel pedagógico desempenhado pela Lei assume o seu pleno sentido. Mas a Lei é o pedagogo, que te leva para onde? Para Jesus. No sistema escolar da antiguidade, o pedagogo não tinha a função que lhe atribuímos hoje, ou seja, dar educação a um jovem ou a uma jovem. Naquela época, ele era um escravo cuja tarefa consistia em acompanhar o filho do dono ao mestre e depois trazê-lo para casa. Desta forma devia protegê-lo do perigo, vigiar para que não se comportasse mal. A sua função era bastante disciplinar. Quando o jovem se tornava adulto, o pedagogo cessava as suas funções. O pedagogo ao qual Paulo se referia não era o professor, mas aquele que o acompanhava à escola, vigiava sobre o menino e depois levava-o para casa.

A referência à Lei, nestes termos, permite que São Paulo esclareça a sua função na história de Israel. A Torá, isto é, a Lei, fora um ato de magnanimidade por parte de Deus para com o seu povo. Depois da eleição de Abraão, outro ato importante foi a Lei: definir o caminho para ir em frente. Certamente tinha funções restritivas, mas ao mesmo tempo protegia o povo, educava-o, disciplinava-o e apoiava-o na sua fraqueza, sobretudo com a proteção face ao paganismo; naqueles tempos, havia muitos comportamentos pagãos. A Torá diz: “Existe um único Deus que nos pôs a caminho”. Um ato de bondade do Senhor. E certamente, como eu já disse, tivera funções restritivas, mas ao mesmo tempo, protegera o povo, educara-o, disciplinara-o, apoiara-o na sua debilidade. É por esta razão que o Apóstolo reflete sucessivamente, descrevendo a fase da menoridade. Diz assim: «Enquanto o herdeiro é menino, em nada difere do servo, ainda que seja senhor de tudo, pois está sob o domínio de tutores e administradores, até ao dia determinado pelo pai. Assim também nós, quando éramos meninos, estávamos subjugados pelos elementos do mundo» (Gl 4, 1-3). Em síntese, a convicção do Apóstolo é que a Lei tem certamente uma função positiva – portanto, como pedagogo, leva em frente – mas é uma função limitada no tempo. A sua duração não pode ser prolongada além, pois está ligada ao amadurecimento das pessoas e à sua escolha de liberdade. Quando se chega à fé, a Lei esgota o seu valor propedêutico e deve dar lugar a outra autoridade. O que isto significa? Que quando acaba a Lei, podemos dizer: “Cremos em Jesus Cristo e fazemos o que nos apetece?”. Não! Os Mandamentos existem, mas não nos justificam. Quem nos justifica é Jesus Cristo. Devemos observar os Mandamentos, mas eles não nos dão a justiça; há a gratuidade de Jesus Cristo, o encontro com Jesus Cristo que nos justifica gratuitamente. O mérito da fé é receber Jesus. O único mérito: abrir o coração. E o que fazemos com os Mandamentos? Devemos observá-los, mas como ajuda para o encontro com Jesus Cristo.

Este ensinamento sobre o valor da lei é muito importante e merece ser considerado cuidadosamente para não cair em equívocos nem dar passos falsos. Far-nos-á bem perguntar-nos se ainda vivemos no período em que precisamos da Lei, ou se estamos bem conscientes de que recebemos a graça de nos tornarmos filhos de Deus para viver no amor. De que maneira vivo? Temendo que se eu não fizer isto, irei para o inferno? Ou vivo também com aquela esperança, com a alegria da gratuidade da salvação em Jesus Cristo? É uma boa pergunta. E também a segunda: desprezo os Mandamentos? Não! Observo-os, mas não como absolutos, pois sei que quem me justifica é Jesus Cristo.

Saudações:

Dirijo uma cordial saudação aos fiéis de língua portuguesa. Queridos irmãos e irmãs, não vos esqueçais que todo o batizado está chamado a viver na liberdade dos filhos de Deus. É o Espírito Santo que vos tornará capazes de viver e testemunhar a vossa fé com alegria e generosidade. Nossa Senhora acompanhe e proteja a vós todos e aos vossos entes queridos!

Resumo da catequese do Santo Padre:

O trecho da Carta aos Gálatas lido no início da Catequese de hoje afirma que, antes que viesse a fé, estávamos encerrados sob a vigilância de uma Lei que exercia a função de um pedagogo (cf. 3, 23-24). Para São Paulo, a história da salvação e a nossa história pessoal se dividem em antes e depois da fé em Cristo, em estar sob a vigilância da lei ou ser guiado pelo Espírito Santo. E, estar sob a vigilância da lei significa estar encerrados, numa espécie de escravidão, cuja raiz é o pecado. Neste sentido, a lei se apresenta como um pedagogo. Este, na antiguidade, era um escravo encarregado de proteger e vigiar um jovem durante o seu processo de educação com um mestre. Tal função disciplinar do pedagogo ajuda a compreender o papel da lei de Moisés que, embora limitada, tinha a missão encaminhar o povo escolhido à uma autoridade superior: Cristo que nos salva, fazendo-nos participar da graça de sermos filhos de Deus.


Papa aos povos da América Latina: vacinar-se é um ato de amor

17 agosto, 2021

Gritos fortes ou mudos

São muitas as mulheres e homens que, com gritos fortes ou mudos, invocam a salvação das suas vidas.

Não se pode viver a vida sem sentir as dores e sofrimentos do povo de Deus.

Campanha da Fraternidade 2020 “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele”. Fraternidade e vida: dom e compromisso.

“A vida é Dom e Compromisso! Seu sentido consiste em ver, solidarizar-se e cuidar”.

A essência da vida é o cuidar, uma vida samaritana, como aquele que interrompeu sua rotina para cuidar de quem estava caído à beira do caminho (Lc 10,25-37).

O sacrifício perdido de duas gerações com a volta do Talibã no Afeganistão: “Foi tudo em vão”

“Estivemos vivendo uma vida livre, não teremos essa vida se o Talibã chegar ao poder...”

“A situação é terrível. O Talibã está por toda parte....”

“Sinto-me como se tivesse perdido tudo”

“Os jovens queriam mudar este país, tínhamos muitos sonhos e planos de futuro, para nós e para o Afeganistão”

“A situação é terrível. O Talibã está por toda parte. Muitos acham que acabamos de perder todos os avanços que tínhamos conseguido nos últimos 20 anos, especialmente para as mulheres. Agora só nos resta sentar e esperar.”

Leia na íntegra a matéria publicada no site El País



Mais de 1.400 vítimas no Haiti. Aproxima-se o tufão 'Grace'

Um alerta amarelo foi emitido na ilha caribenha para a chegada de uma tempestade tropical que poderia complicar muito as operações de resgate no sul da ilha, onde as pessoas estão incessantemente cavando nos escombros para encontrar sobreviventes do terremoto do último sábado. A máquina da solidariedade, para a qual o Papa apelou durante o Angelus, está sendo posta em marcha. A Cáritas internationalis lançou uma grande campanha de arrecadação de fundos.

Ainda está viva a oração coral e depois o apelo de domingo do Papa, que se uniu à Igreja em todo o continente para pedir solidariedade e compromisso em todos os níveis para "aliviar as consequências desta tragédia". Por isso, a Cáritas Internationalis está iniciando uma enorme campanha de captação de recursos, com um fundo de 50.000 euros, que pode ser acessado em www.caritas.org/donate-now/haiti-earthquake-2021/: alimentos, água, barracas, kits de higiene e primeiros socorros são necessários. A situação no país é "caótica, a extensão do desastre ainda não é previsível". 

O apelo do Papa Francisco: 

"Eu gostaria de expressar minha proximidade àquelas queridas populações que foram duramente atingidas pelo terremoto. Ao elevar minhas orações ao Senhor pelas vítimas, dirijo minha palavra de encorajamento aos sobreviventes, fazendo votos de que se mova na direção deles o interesse partícipe da comunidade internacional: a solidariedade de todos pode aliviar as consequências da tragédia. Rezemos juntos a Nossa Senhora pelo Haiti: Ave Maria...".

Leia a reportagem da Vatian News aqui



16 agosto, 2021

STF age para esvaziar escalada autoritária de Bolsonaro

Em Brasília, há um consenso de que o alto comando das Forças Armadas não vai embarcar em arroubos golpistas. Enquanto isso, o presidente faz gestos opostos para semear a dúvida.

Um comboio improvisado de carros militares, um Congresso que flertou com a volta do voto impresso e com um regime eleitoral adotado no Afeganistão, o Distritão — ambos projetos apoiados pelo Governo. A semana terminou no sábado com o presidente anunciando que pedirá o impeachment de dois ministros da corte, e envolvendo o Senado na decisão...

Leia matéria publicada no site El País

Papa Francisco - Solidariedade para o Haiti

“Nas horas passadas, verificou-se um forte terremoto no Haiti, causando inúmeros mortos, feridos e grandes danos materiais. Gostaria de expressar minha proximidade àquelas queridas populações que foram duramente atingidas pelo terremoto. Ao elevar minhas orações ao Senhor pelas vítimas, dirijo minha palavra de encorajamento aos sobreviventes, na esperança de que a comunidade internacional demonstre um interesse comum por elas e que a solidariedade de todos possa aliviar as consequências da tragédia. Rezemos juntos a Nossa Senhora pelo Haiti: Ave Maria...."

13 agosto, 2021

Vamos juntos ajudar a Diocese de Guajará-Mirim, em Rondônia

Faça sua doação nas celebrações do final de semana ou via PIX, pela chave:

curiamga@gmail.com



06 agosto, 2021

Transfiguração do Senhor!

"a Transfiguração, sinal concreto do amor de Deus. Uma aparição pascal antecipada, um vislumbre do céu na terra. O Senhor mostra-nos o fim deste percurso, que é a Ressurreição, a beleza, carregando a própria cruz. Portanto, a Transfiguração de Cristo indica-nos a perspectiva cristã do sofrimento. O sofrimento não é um sadomasoquismo, é uma passagem necessária, mas transitória (...) para um ponto luminoso como o rosto de Cristo transfigurado. A festa da Transfiguração do Senhor nos recorda que somos chamados a experimentar o encontro com Cristo para que, iluminados pela sua luz, possamos propagá-la e fazê-la resplandecer em toda a parte como pequenas lâmpadas do Evangelho que transmitem um pouco de amor e de esperança." (Papa Francisco)

02 agosto, 2021

Genivaldo Ubinge e Lucimar Moreira Bueno


 

Quais os sinais de Deus em nossa vida!

Quais os sinais de Deus em nossa vida!

Quantos sinais de Deus que deixamos de enxergar, as vezes optamos por não enxergar e assim não sermos provocados...

Que sinal vamos pedir a Deus.

30 julho, 2021

Com rejeição de 62%, Bolsonaro perderia para Lula, Mandetta, Ciro, Haddad e Doria no segundo turno

Pesquisa da Atlas Político mostra que erros na gestão da pandemia e suspeitas de corrupção na compra da vacina elevaram a reprovação do presidente. Vantagem do petista cresce e governador de São Paulo aparece por primeira vez com chances de vencê-lo.

Leia a reportagem publicada em EL PAÍS


Aprecio minha companhia!

Solidão

Gosto de estar sozinha
gosto deste silêncio
repleto de palavras
de versos e rimas...

Aprecio minha companhia
e transformo a solidão
em doce poesia...

(Karla Leopoldino)

'Os nossos irmãos e irmãs mais pobres e a nossa mãe terra gemem pelos danos e injustiças'

O nosso amado papa Francisco quer que não esqueçamos que "os nossos irmãos e irmãs mais pobres e a nossa mãe terra gemem pelos danos e injustiças que causamos e reclamam outro rumo.

Reclamam de nós uma conversão, uma mudança de rumo: cuidar também da terra, da criação. (Audiência Geral 16 de setembro de 2020).

A isto se segue uma oração que, em certo sentido, amplia uma passagem do Pai Nosso: "Pai, faz com que para nós e para todos, hoje, haja o pão necessário”.

E “pão” significa água, medicamentos, casa, trabalho... Pedir o necessário para viver". (Audiência geral 27 de março de 2019.

Comida para todos, uma chamada moral!

26 julho, 2021

A Igreja que queremos…

Por Irmã Tea Frigério



Maria de Magdala presente! Marta de Betânia presente! O calendário litúrgico da segunda metade do mês de julho nos brinda com estas presenças. Dom que não podemos silenciar, mas ao qual damos voz, pois são as fontes onde bebemos para alimentar a sonho de uma Igreja com rosto Amazônico.

Nos denominamos de “Cirandeiras”, nos tornamos grupo após o Sínodo da Amazônia querendo nos passos da ‘Ciranda’ dar voz, revelar que o sonho, a utopia de uma Igreja com Rosto Amazônico, já é presente na Amazônia pela presença de mulheres que nos asseguram: o sonho, a utopia, pequeno grelo, já é realidade.


E, Marta de Betânia convida Martha Bispo, Secretaria da CNBB Nordeste 5 a narrar a motiva em seu ministério na Igreja do Maranhão.

“Sou Martha Bispo o que guia meu ser igreja é a experiência vivida na Diocese de Balsas, Maranhão. Nossa caminhada bebeu à fonte da Igreja Povo de Deus do Vaticano II, e da Evangelii Nuntiandi de Paulo VI. Havia coerência entre as ideias e a prática: Igreja comunidade de iguais, comprometida, samaritana. Acreditávamos e vivíamos a IGREJA que nasce na CASA e da CASA.

Hoje se fala de Igreja Sinodal, sem lhe dar este nome era nossa prática: a participação do povo, das lideranças nas comunidades. Participação que ousava e ao mesmo tempo desafiava principalmente por causa da presença de padres muito autoritários, clericalistas e machistas. Nasceram os conselhos comunitários, paroquiais, zonal e confluíam no conselho diocesano. Conselhos que não eram só consultivos, eram decisórios. Uma Igreja da Sinodalidade, como dizia Dom Franco Masserdotti: Assembleias Diocesanas com a participação do laicato tendo voz ativa.

Igreja toda ela Ministerial. Os ministérios surgindo a partir da vida da comunidade, da vida do povo: agentes de saúde, da educação, da promoção humana, catequistas, animadores de círculos bíblicos; animadores que eram casais, ministério de cuidar da casa, da comunidade, de colocar água no pote da comunidade … Tudo na igualdade e na participação, todo serviço considerado ministério.

Tínhamos um grande desafio: a formação do laicato e presbiteral.”


Maria de Magdala convida Maria Istélia Coêlho Fôlha, articuladora da Pastoral da CNBB
Regional Norte 3, a tomar a palavra. 


“Os bispos do regional me convidaram a ser articuladora de pastoral, disseram que meu jeito de mulher que dialoga, articula, media, convence, testemunha tudo isso como leiga profissional e mãe de família, era o que o nosso regional precisava …

O que tem iluminado este meu ministério é o intuito de colocar em prática as sinalizações de sonhos do Papa Francisco, a partir da Exortação Apostólica Querida Amazônia, a partir das três imagens de igreja: Amorosa/Madalena – Cuidadosa/Mariana – Esperançosa/Samaritana”.

Estamos principiando os passos de uma Igreja Sinodal. Realizamos duas assembleias no regional que deram como resultado um belo plano de pastoral, as ações decididas foram distribuídas nos quatro sonhos para Amazônia de Papa Francisco. Plano de pastoral que neste ano de 2021 está sendo assumido pelas comissões pastorais, organismos e serviços. Plano de pastoral articulado e mobilizado por uma Mulher Cirandeira. As ações acontecem a nível comunitário, paroquial, diocesano e regional, todo o trabalho realizado de forma articulada entre leigos e leigas, presbíteros e apoiados por todos os sete bispos do regional Norte 3.

Estamos movendo os primeiros passos…”

As experiências nos testemunham que o novo rosto de Igreja da Amazônia está sendo gestado. Ecoam em nós as palavras que Marta de Betânia e Maria de Magdala ouviram: “Já não vos chamo de serv@s, porque a serv@ não sabe o que seu senhor faz; mas eu vos chamo amig@s, porque tudo o que ouvi do meu Pai eu vos dei a conhecer.” (João 15,15). Sentimos ecoar as palavras de Jesus na profissão de fé das comunidades da Galácia: “… não há judeu nem grego, não há escravo nem livre, não há homem nem mulher; pois todos vós sois um só em Cristo Jesus” (Gl 3,28).

Circularidade e igualdade são os dois vocábulos que o Evangelho d@s discípul@s amad@s e a experiência das primeiras comunidades nos fazem vislumbrar.

Maria de Magdala presente! Marta de Betânia presente!
Martha, Istélia, Sonia, Rose, Fátima, Doris, Raimunda, Maria… Presente!

Dia dos Avós

22 julho, 2021

Dia da Apóstola dos Apóstolos, Maria Madalena



Dia da Apóstola dos Apóstolos
Maria Madalena


Ama e amada por Ele, por isso Ele a chama pelo seu nome.

Jesus perguntou-lhe:
'Mulher, por que choras?
A quem procuras?'
Jesus disse: 'Maria!'
(...) vai dizer aos meus irmãos:
subo para junto do meu Pai e vosso Pai,
meu Deus e vosso Deus'.
Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos:
'Eu vi o Senhor!' ( Jo 20,15-18)



- Como discípula de Jesus (Lc 8,1-3);
- Como testemunha da sua crucifixão (Mc 15,40-41; Mt 27,55-56; Lc 23,49; Jo 19,25);
- Como testemunha do seu sepultamento (Mc 15,47; Mt 27,61);
- Como testemunha da sua ressurreição (Mc 16,1-8; Mt 28,1-10; Lc 24,1-10; Jo 20,1;20,1 1-8);
-Como enviada aos Onze com uma mensagem de Jesus (Mt 28,10; Jo 20,17-18).


Cântico dos Cânticos 3,1-4a

Eis o que diz a noiva:
1Em meu leito, durante a noite,
busquei o amor de minha vida:
procurei-o, e não o encontrei.
2Vou levantar-me e percorrer a cidade,
procurando pelas ruas e praças,
o amor de minha vida:
procurei-o, e não o encontrei.
3Encontraram-me os guardas
que faziam a ronda pela cidade.
"Vistes por ventura o amor de minha vida?"
4aE logo que passei por eles,
encontrei o amor de minha vida.

21 julho, 2021

Prece

"Rezarei por ti todos os dias
Todos os dias rezarás por mim
Um pacto de orações e de energias
Que os nossos corações fazem entre si
Aos santos, aos iogues e orixás
Rogaremos os cuidados e a atenção
As preces que eu farei, que tu farás
Nos trarão luz e paz, nos unirão
Rezaremos na hora marcada
Às seis da tarde, como reza a lei
No encontro entre o dia, a noite e o nada
Salve, rainha amada
Amado Cristo rei
Pelo amanhã que tu não sabes
E eu também não sei."

(Gilberto Gil)

20 julho, 2021

A mamata veste farda? Quem são os militares com mulher e filhos empregados no governo federal

Contratações para cargos de confiança e promoções-relâmpago com aumento salarial são rotina para aliados de Bolsonaro.

Pelo menos sete filhos, filhas, pai, irmãos e parentes em geral de militares com cargos no primeiro escalão do governo federal foram nomeados a cargos públicos de confiança da administração federal desde o início do governo de Jair Bolsonaro (sem partido), em janeiro de 2019.

Leia a reportagem publicado no site Brasil de Fato.


19 julho, 2021

Fadinha do skate, Rayssa Leal atleta brasileira mais nova da história a disputar os jogos olímpicos

 


Rayssa Leal a fadinha do skate, 13 anos e sete meses de idade, a maranhense é a atleta brasileira mais nova da história a disputar os jogos olímpicos.

O skate é a primeira vez que será disputado na Olimpíada. Ainda em fase de teste, a modalidade respeitará os procedimentos olímpicos, contando com o recebimento de medalhas para os respectivos vencedores. o Street e Park estão entre as categorias que serão disputadas.

Também integrarão o rol olímpico de maneira inédita:
beisebol/softbol, karatê, escalada, surfe e skate.

'Só o coração que não se deixa levar pela pressa é capaz de se comover'

"Só o coração que não se deixa levar pela pressa é capaz de se comover, isto é, de não se deixar levar por si mesmo e pelas coisas a serem feitas e de perceber os outros, suas feridas, suas necessidades. A compaixão nasce da contemplação." (Papa Francisco)

“Catequese Permanente” Juventudes, economia e trabalho!

18 julho, 2021

Poema "Diversidade"

Diversidade
Bráulio Bessa


Seja menos preconceito,
seja mais amor no peito Seja amor,
seja muito amor.
E se mesmo assim for difícil ser
Não precisa ser perfeito
Se não der pra ser amor,
seja pelo menos respeito.

Há quem nasceu pra julgar
E há quem nasceu pra amar
E é tão difícil entender em qual lado a gente está
E o lado certo é amar!

Amar para respeitar
Amar para tolerar
Amar para compreender,
Que ninguém tem o dever de ser igual a você!

O amor meu povo,
O amor é a própria cura, remédio pra qualquer mal.
Cura o amado e quem ama
O diferente e o igual
Talvez seja essa a verdade
Que é pela anormalidade que todo amor é normal.

Não é estranho ser negro, estranho é ser racista.
Não é estranho ser pobre, estranho é ser elitista.
O índio não é estranho, estranho é o desmatamento.
Estranho é ser rico em grana, e pobre de sentimento.
Não é estranho ser gay, estranho é ser homofóbico.
Nem meu sotaque é estranho, estranho é ser xenofóbico.

Meu corpo não é estranho, estranha é a escravidão,
que aprisiona seus olhos nas grades de um padrão.

Minha fé não é estranha, estranha é a acusação,
que acusa inclusive quem não tem religião.

O mundo sim, é estranho, com tanta diversidade
Ainda não aprendeu a viver em igualdade.
Entender que nós estamos percorrendo a mesma estrada.
Pretos, brancos, coloridos
Em uma só caminhada
Não carece divisão por raça, religião
Nem por sotaque
Oxente!

Sejam homem ou mulher Você só é o que é
Por também ser diferente.

Por isso minha poesia, que sai aqui do meu peito
Diz aqui que a diferença nunca foi nenhum defeito.
Eu reforço esse clamor:
Se não der pra ser amor, que seja ao menos RESPEITO!

15 julho, 2021

Vejam esse relato. Foi hoje.

“Filha, para ser feliz não precisa muito, não precisa lugares bonitos. Você pode ser feliz tomando um café com uma pessoa, jogando um baralho, tomando uma cerveja que eu sei que você gasta. Existe muita ilusão em torno de felicidade que a televisão, a sociedade apresenta, principalmente para vocês mais jovens.”

Fui a uma cidade levar uma documentação que uma senhora havia solicitado para o escritório onde trabalho.

Uma senhora de 88 anos.

Ao chegar a casa, ela quem veio atender.

Um sorriso e um bom dia bem forte.

Ainda estava na rua, estava para colocar a mascara ela disse: garota bonita quem é você.

Identifiquei e ela mandou entrar.

Fomos conversando, uma casa toda arrumadinha e limpinha, um cafezinho gostoso.

Em nossa conversa a velhinha simpática e alegre contou-me um pouco de sua história, uma lição de vida.

Meu esposo faleceu ha quatro anos, tenho duas filhas e três filhos, duas netas e três netos e dois bisnetos e uma tataraneta. Todos meus filhos mora aqui nessa cidade.

Moro sozinha, meus filhos quase não vejo, o último que mais próximo veio me visitar foi no final de abril, dizem eles que a vida é muito corrida.

Ela perguntou, é solteira ou casada? Respondi solteira.

Ela disse:

Casar, ter filhos não significa que terá casa cheia e gente por perto, veja eu.

Continuando disse, tenho uma irmã que quando casou tinha dezoito anos e o seu esposo vinte anos. Eles tinham quatro meses de casados, sofreram um acidente e seu esposo morreu.

Eu quatro anos perdi meu esposo.

Eu disse a ela, é uma senhora alegre.

Ela respondeu sim sou.

Sou alegre, não tenho solidão, depressão nada disso.

Quando mais nova sempre sai nas festas, bailes e outros divertimentos que havia. Sempre fiz caminhada, hoje caminho na rua da minha casa. Até hoje gosto de uma cerveja.

Sou católica, a igreja fica uma seis quadras as missas da igreja vou com minha vizinha, mas aqui na comunidade que moro, uma vez por mês tem missa e sempre vem alguém e me convida, pede se quer que me busque más vou sozinha. Toda semana tem terço, tem grupo. A comunidade faz de vez em quando festinha na rua. Tudo que têm eles convida, pede se quer que venha me buscar.

Tudo que tem eu vou.

O padre vem sempre aqui em casa, conversamos tomamos um café. Tem umas pessoas aqui da comunidade que trabalham com o padre, direto estão aí na porta, pergunta se estou bem, preciso de algo, conversa um pouco, às vezes entra outras vezes fica só no portão.

Dois anos atrás, não fiquei muito bem de saúde, umas mulheres e homens também da pastoral vinha todo dia, até duas noites pousaram aqui em casa. Limparam minha casa e lavaram minha roupa.

Sempre gostei de jogar baralho e ainda gosto, tem um grupo aqui na rua que jogam toda semana, até o padre vem jogar, sempre vou jogar com eles.

Gostaria muito que meus filhos e meus netos estivessem sempre aqui, mas não é assim.

Mas tenho uma família que não deixa ser só, são as pessoas da igreja, os daqui da comunidade, meus amigos. Saiu aí na rua, converso com as vizinhas.

Eu acho conversamos quase uma hora, mas o que mais marcou foi quando ela disse mais ou menos assim:

“Filha, para ser feliz não precisa muito, não precisa lugares bonitos. Você pode ser feliz tomando um café com uma pessoa, jogando um baralho, tomando uma cerveja que eu sei que você gasta. Existe muita ilusão em torno de felicidade que a televisão, a sociedade apresenta, principalmente para vocês mais jovens.”

Sai para levar esse documento com “raiva” e voltei serena....

12 julho, 2021

Profetizas, Profetas, Mártires e Defensores da Vida - são aceitos desde que não fale a nós!

Segue um pequeno texto que escrevi:



Profetizas, Profetas, Mártires e Defensores da Vida - são aceitos desde que não fale a nós!

São elas e eles que proclamam uma mensagem de denúncia e libertação do pecado em suas várias formas. Testemunhas da esperança e da paz. Enviadas e enviados de Deus que quer um mundo justo, fraterno e igualitário. Que quer a vida. Que quer que não tomemos rumos errados em nossas escolhas e desejos.

Desde o princípio o nosso Deus teve como eixo a comunicação, assim que Ele se revela as mulheres e aos homens ao longo do tempo.

No passado e no presente Deus falou e fala as mulheres e aos homens através de Profetizas, Profetas, Mártires e Defensores da Vida. Com essas mulheres e esses homens, Jesus continuam a falar.

Mas muitas são as ruptura com o Deus que quer continuar comunicando. Os seres humanos continuam colocando obstáculos.

O excesso de autoconfiança é perigoso, faz com que o indivíduo não escute um conselho; uma sugestão; um mostrar um cominho tomado perigoso; uma escolha que precisa ser revista. A autoconfiança pode levar o ser humano a ser enganado por sua própria autoconfiança, por seu próprio pecado.

Se existem quem, acaba ser perdendo na caminhada; fechando em seus desejos e anseios pessoais, e se existem os que exploram e roubam gerando dores e sofrimentos; destruição da vida humana e da natureza, e se existem os que escravizam e matam é porque não ouviram e não ouvem o Deus que continua a falar através de mulheres e homens enviados para apontar aquilo que o pecado e o mal causam na nossa vida e no mundo.

Profetas, Mártires e Defensores da Vida são perseguidos e rejeitados, no passado e nos dias de hoje. São aceitos desde que não fale a nós.

10 julho, 2021

Hoje uma nova experiência – coordenar um encontro remoto

Hoje uma nova experiência – coordenar um encontro remoto

Eu e o Pe. Genivaldo Ubinge coordenamos o terceiro dia do 8º Intereclesial das CEBs do Paraná.
Foi Bonito
Os assessores Celso Pinto Carias e Maria Teodo linda Frigerio (Tea)



09 julho, 2021

Nota da CNBB diante do atual momento brasileiro

Nota da CNBB: “A trágica perda de mais de meio milhão de vidas está agravada pelas denúncias de prevaricação e corrupção no enfrentamento da pandemia da covid-19”

Confira abaixo.


Nota da CNBB diante do atual momento brasileiro
Brasília-DF, 9 de julho de 2021

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB levanta sua voz neste momento, mais uma vez, para defender vidas ameaçadas, direitos desrespeitados e para apoiar a restauração da justiça, fazendo valer a verdade. A sociedade democrática brasileira está atravessando um dos períodos mais desafiadores da sua história. A gravidade deste momento exige de todos coragem, sensatez e pronta correção de rumos.

A trágica perda de mais de meio milhão de vidas está agravada pelas denúncias de prevaricação e corrupção no enfrentamento da pandemia da COVID-19. “Ao abdicarem da ética e da busca do bem comum, muitos agentes públicos e privados tornaram-se protagonistas de um cenário desolador, no qual a corrupção ganha destaque.” ( CNBB, Mensagem da 56ª. Assembleia Geral ao Povo Brasileiro, 19 de abril de 2018).

Apoiamos e conclamamos às instituições da República para que, sob o olhar da sociedade civil, sem se esquivar, efetivem procedimentos em favor da apuração, irrestrita e imparcial, de todas as denúncias, com consequências para quem quer que seja, em vista de imediata correção política e social dos descompassos.


Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB


Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-Presidente da CNBB


Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima (RR)
Segundo Vice-Presidente da CNBB


Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-geral da CNBB

Lázaro: “um vagabundo a menos” ou “Jesus chorou” - Por Celso Pinto Carias

"Jesus também choraria a morte do Lázaro brasileiro. Choraria não por que aprovaria seus atos horríveis, não porque ele estaria do lado dos “vagabundos”, mas por ver quantos lázaros estão a caminho se não somos capazes de frear a lógica da vingança, que impede a repetição de mecanismos que nunca colaboraram para construir paz."

Leia o texto do meu amigo irmão Celso Pinto Carias



Lázaro: “um vagabundo a menos” ou “Jesus chorou” 

Os/as leitores/as desta coluna que me conhecem vão estranhar o título, e com razão. E os que não me conhecem poderiam pelo menos ler até o final. Leitura tem se tornado algo incomum hoje em dia. Acho que não vão mudar de ideia, mas poderiam dar um intervalo na reação e pensar um pouco.

“Jesus chorou” é o menor versículo da Bíblia (João 11,35). E por quem Jesus chorou? Pela morte do amigo LÁZARO. Marta, irmã de Lázaro, encontra o Nazareno no caminho e diz: “se estive aqui meu irmão não morreria”.

Alguém já pode ter pensado: “Não vai me dizer que você vai comparar o Lázaro do Evangelho de João com o criminoso morto em ‘uma troca de tiros’ com a polícia depois de ter cometido um montão de crimes bárbaros, entre os quais estupro e assassinato?” Não, não vou comparar. O objetivo aqui é só mostrar o quanto Jesus nos convida a ter um olhar mais profundo sobre a vida. E este olhar muda o mundo para melhor.

No final da segunda grande guerra, o mundo parecia ter aprendido uma lição. Aqueles horrores deveriam ser evitados com persistência. A ONU, recém-formada, sintetizou uma reflexão que já vinha desde o século dezoito, quando um pensador chamado Emanuel Kant formulou uma filosofia que falava da dignidade fundamental de toda pessoa humana: nenhuma pessoa tem valor de troca, cada pessoa vale por si mesma. Trata-se do que viria a ser chamado de Direitos Humanos. Costumo dizer para meus alunos que o verdadeiro criador desta ideia foi Jesus de Nazaré.

No entanto, a crise civilizatória na qual estamos metidos tem “ressuscitado” um instinto de defesa que, historicamente, só tem levado a humanidade à autodestruição. Para que a vida seja protegida, segundo esta visão, seria fundamental identificar inimigos, demonizá-los e, se não houver jeito, matá-los. Criam-se afirmações que respondem a todo mal existente no mundo, sem perceber a complexidade dos interesses que o mal representa. Uma delas é a expressão vagabundo, muito utilizada pelas polícias brasileiras. Aqui na Baixada, muita “gente boa” justifica a necessidade de eliminar uma pessoa assim: “Ah, menos um vagabundo”; “Se foi morto é porque estava devendo”.

Assim sendo, Lázaro é um vagabundo a menos. No Jacarezinho foram vinte e oito a menos. E quem parte deste princípio não aceita nenhuma observação mais reflexiva em torno do fato. Logo identifica quem problematiza como “defensor de vagabundo”: “leva para casa”; “queria ver se fosse com sua família”; e por aí vai.

Chorar faz parte da vida. Quem chora sente algo que o machuca. E o choro pode revelar, entre outras coisas, uma grande sensibilidade pelo outro, pela outra. E quando perdemos a sensibilidade podemos criar respostas que se confundem com proteção, mas que nos afundam ainda mais no caos. Há sinais indicando grande perda de sensibilidade promovida pelo poder dominador e que chega até aos mais pobres, conduz muitos a se tornarem assassinos de si mesmo.

Jesus também choraria a morte do Lázaro brasileiro. Choraria não por que aprovaria seus atos horríveis, não porque ele estaria do lado dos “vagabundos”, mas por ver quantos lázaros estão a caminho se não somos capazes de frear a lógica da vingança, que impede a repetição de mecanismos que nunca colaboraram para construir paz. Choraria, por ver com profundidade o que está escondido por trás de quem mata humanos como um troféu e não procura impedir, verdadeiramente, a perpetuação do mal.

Choraria por ver que tanto quem está em um garimpo matando índios ou em uma favela matando traficantes, são instrumentos de um poder muito maior que suas armas de fogo.

E quantos se colocarem no caminho de quem domina a sociedade poderão ser então rotulados de vagabundos para justificar seu extermínio: desde um criminoso até um professor, um trabalhador da área da saúde, ou um bancário que faz greve em busca de melhores dias. E quem vai apertar o gatilho? Não serão os acionistas das grandes corporações, não serão os latifundiários que querem mais terras, ou ainda autoridades políticas a serviço do “deus mercado”, mas capatazes com armas nas mãos se achando tão poderosos quantos aqueles que lhes fornecem as armas.

Subindo então no alto do Corcovado, onde está o monumento do Cristo Redentor, Jesus de Nazraé choraria como chorou sobre Jerusalém: “E, como estivesse perto, viu a cidade, e chorou sobre ela, dizendo: Ah! Se neste dia também tu conhecesses a mensagem de paz! Agora, porém, isso está escondido a teus olhos.” (Lc 19,41).



07 julho, 2021

Mais uma pessoa querida que a Covid-19 tira a vida.


Dona Terezinha. Ela tinha por mim um carinho de Mãe.
Sempre a me ver dizia:
“E menina”
Presente e ativa na CEBs São Francisco de Assis.
Morávamos na mesma rua.
Que o nosso Deus o recebe em seus braços e conceda a graça da ressurreição.

03 julho, 2021

VER - 2º Dia - 8º Intereclesial das CEBs do Paraná - 03/07/2021


 

VER - 2º Dia - 8º Intereclesial das CEBs do Paraná - 03/07/2021

VER - 2º Dia - 8º Intereclesial das CEBs do Paraná - 03/07/2021

Mãe Ester olha a realidade e ouve os "GRITOS DAS JUVENTUDES"

Reflexão e momento de escuta da realidade em que vivemos e os gritos das Juventudes, com a contribuição de:

Padre Manoel Godoy: padre na periferia de BH e professor na Faculdade Jesuíta, vasta experiências com as CEBs no Brasil e América Latina.

Professora Vanessa Correia, coordenadora de projetos no Colégio São Luís e coordenadora acadêmica da Pós graduação Lato Sensu em Juventude no mundo Contemporâneo, da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia e Rede Brasileira de Centros de Juventude. Doutoranda em Sociologia pela USP e mestre em Estudos Culturais pela mesma Universidade. Organizadora do livro Projeto de Vida para Jovens: um itinerário metodológico de esperança; de Juventude Contemporânea: temas e debates e de Reflexões e subsídios para o trabalho com jovens.

Pela Plataforma YouTube para as e os inscritos no Intereclesial.

- Parte da tarde trabalhos em pequenos grupos.

Pela plataforma Zoom. Para as e os inscritos no Intereclesial.

01 julho, 2021

‘Fugir da inimizade social, que só destrói’



"uma parte da política, a sociedade e a mídia se empenham em criar inimigos "

A Bíblia diz que quem encontra um amigo encontra um tesouro

Eu gostaria de propor a todos ir além dos grupos de amigos e construir a amizade social tão necessária para a boa convivência

Reencontrar especialmente com os mais pobres e vulneráveis, são as periferias longe dos populismos, que exploram a angústia do povo sem dar soluções propondo uma mística que não resolve nada.

Fugir da inimizade social, que só destrói, e sair da polarização, reconhecendo que isso nem sempre é fácil, especialmente hoje, quando uma parte da política, a sociedade e a mídia se empenham em criar inimigos para derrotá-los em um jogo de poder.
O diálogo é o caminho para ver a realidade de uma maneira nova, para viver com paixão os desafios da construção do bem comum.

Rezemos para que, em situações sociais, econômicas e políticas conflitantes sejamos arquitetos de diálogo, arquitetos de amizade, valentes e apaixonados, homens e mulheres que sempre estendem a mão e que não haja espaços de inimizade e de guerra.

(Texto do vídeo do Papa Francisco para mês de julho)

A Amizade Social - O Vídeo do Papa 7 - julho de 2021

29 junho, 2021

Programação 8º Intereclesial das CEBs do Paraná

8º Intereclesial das CEBs do Paraná - “O meu desejo é a vida do meu povo!”



Programação

- 02/07 – sexta-feira – 20h00 – Celebração de Abertura.
(Plataforma YouTube)
Aberta a tod@s. Acessem:
CEBs Regional Sul 2 https://youtu.be/WBlVwa5S9_g


- 03/07 – sábado – 09h00 às 11h30 (Plataforma YouTube) – Reflexão e momento de escuta da realidade em que vivemos e os gritos das Juventudes, contaremos com a contribuição de pe Manoel Godoy e Vanessa PJ.
Para participantes inscritos como delegadas e delegados.

Das 14h00 às 15h30 – Trabalhos em grupo.
(Plataforma Zoom)
Para participantes inscritos como delegadas e delegados.


- 10/07 – sábado – 09h00 às 11h30 (Plataforma YouTube) – Reflexão e momentos de testemunhos das juventudes, contaremos com a contribuição de Celso Carias e da irmã Tea.
Para participantes inscritos como delegadas e delegados.

Das 14h00 às 15h30 – Trabalhos em grupo.
(Plataforma Zoom)
Para participantes inscritos como delegadas e delegados.


- 12/07 – segunda-feira – 20h00 (Plataforma YouTube) – Celebração dos Mártires e Defensores da Vida.
Aberta a tod@s. Acessem:
CEBs Regional Sul 2 https://youtu.be/WBlVwa5S9_g


- 17/07 – sábado – 09h00 às 11h30 (Plataforma YouTube) – Reflexão e participação desse jeito de ser Igreja em Saída, contaremos com a contribuição de pe. Aquino Junior e Frei Dotto. 
Para participantes inscritos como delegadas e delegados.

Das 14h00 às 15h30 – Trabalhos em grupo.
(Plataforma Zoom)
Para participantes inscritos como delegadas e delegados.

15h30 – Celebração de Encerramento. (Plataforma YouTube)
Para participantes inscritos como delegadas e delegados.

28 junho, 2021

8º Intereclesial das CEBs do Paraná - “O meu desejo é a vida do meu povo!”

Com o seu jeito de serem as Comunidades Eclesiais de Base, as CEBs da Arquidiocese de Maringá se alegram com o aproximar do 8º Intereclesial das CEBs do Paraná, que terá como tema “CEBs: Igreja em saída, na defesa da vida das juventudes!” e como lema “O meu desejo é a vida do meu povo! (Ester 7,3).

Somos em 40 representantes, 19 mulheres e 21 homens; destes, três padres e sete jovens que alegres e curiosos estão para o encontro com a “Mãe Rainha Ester”.

O 8º Intereclesial pela primeira vez não será presencial e sim na modalidade online, pela necessidade do distanciamento social, solidário com o cuidar, para que ninguém mais tenha sua vida tirada pela Covid-19.

A metáfora do 8º Intereclesial escolhida para proporcionar aos integrantes um ambiente familiar e afetuoso. Será uma grande festa familiar. As CEBs do Paraná - a personagem “Mãe Ester” - reunirão suas filhas e filhos, as dezoito dioceses do Paraná.

Serão cinco momentos onde a mãe irá ouvir, anunciar uma boa notícia e orientar, principalmente suas filhas e filhos mais novos, onde devem aplicar a boa notícia que ela vai dar, que é um valioso tesouro, sua herança, que não quer esperar morrer para distribuir, quer distribuir em vida, para que suas filhas e filhos usufruam o quanto antes. Mas, será usufruto e terá cláusulas restritivas.

Essa é a dinâmica do 8º Intereclesial das CEBs do Paraná. Sempre haverá a preocupação da mãe, em ouvir, fazer-se conhecido seu tesouro. As CEBs vão dialogar com os mais jovens, ouvir seus gritos de dores, alegrias e esperanças, levando-os a conhecer o seu tesouro e juntos descobrir o qual a melhor forma e espaço para continuar a aplicá-lo.

Partilhar iniciativas existentes que expressam espaço de atuação desse jeito de ser igreja CEBs, povo de Deus a caminho, com a reflexão do momento que estamos vivendo, contexto sócio político e qual o contexto das juventudes dentro do contexto. A preocupação e o esperançar da mãe.

A leitura do grande tesouro, a Bíblia, o grande tesouro acumulado que é a proposta do Reino, as parábolas desse grande tesouro, que Jesus veio para revelar e nos convocar para construirmos juntos.

Revelar que também faz parte desse tesouro acumulado, os documentos da caminha da Igreja povo de Deus, desde Concílio Vaticano II, Medellín a Puebla, Documento de Aparecida, documentos dos papas, de Francisco.

São muitos os tesouros que compõe o grande tesouro que a mãe quer doar em vida, mártires são parte desse tesouro acumulado, mulheres e homens defensores da vida que testemunharam e deram sua vida ou parte de sua vida para construir e cuidar dessa herança, desse projeto, desse jeito de ser igreja.

O Intereclesial acontecerá durante cinco dias. Serão três sábados - 03, 10 e 17 de julho - pela manhã e parte da tarde, de reflexões e trabalhos. Duas noites celebrativas – 02 de julho celebração de Abertura e 12/julho celebração dos Mártires e Defensores da Vida. As celebrações terão transmissão aberta pela plataforma digital YouTube.

A expectativa é a que as juventudes se sintam atraídas por essa proposta. Será lindo e uma grande festa o 8º Intereclesial das CEBs do Paraná.


Eu, Lucimar Moreira Bueno (Lúcia)
Assessora das CEBs na Arquidiocese de Maringá





27 junho, 2021

Hoje, a Primeira Eucaristia de minha sobrinha afilhada

Hoje, a Primeira Eucaristia de minha sobrinha afilhada Paula Barbuzano Bueno
Eucaristia “eis o Mistério da Fé”.
Jesus instituiu esse sacramento na última ceia, confiando à Igreja o memorial da sua morte e ressurreição.


"Reflexão da Palavra" – 13º Domingo Do Tempo Comum – 27/06/2021