15 abril, 2008

Sensação é de Traição

Eis alguns trechos da matéria principal do Paraná Shimbun, que ainda não disponiblizou todo o texto em seu site, assinada por Telma Elorza:
"Silvio Barros chegou a citar a ressureição de Lázaro, personagem bíblico, para justificar sua transferência de apoio".
VEJA AGUI

CESAR SANSON FALA SOBRE O GOVERNO DE LULA


Cesar Sanson Pesquisador do Centro de Pesquisa e Apoio aos Trabalhadores e doutorando de Ciencias Sociais na UFPR, analisa o governo de Lula. VEJA AGUI

Um 'western teológico'. A vida de D. Pedro Casaldáliga vira filme


A vida de D. Pedro Casaldáliga será o tema do filme por iniciativa do produtor catalão Ricard Figueras, baseado na reportagem de Francesc Escribano, diretor da Televisão da Catalunha. A notícia é do boletim eletrônico Religión Digital, 08-04-2008.
Segundo o produtor, ainda não se tem o ator que encarnará
D. Pedro “porque queremos, afirma, que tenha uma certa semelhança física e isso complica o casting”. O filme será rodado entre maio e junho de 2009.Marcos Bernstein, adaptará o livro de Escribano. Marcos Bernstein é um dos mais importantes e prestigiados roteiristas do Brasil. Entre seus trabalhos está o filme Central do Brasil.
O roteiro se centrará nos primeiros anos de D. Pedro no Brasil, de 1968 a 1976: desde o momento da sua chegada a São Félix do Araguaia até que matam, na sua presença, o padre João Bosco Burnier, jesuíta.
“A dinâmica da história nestes anos é de um potencial cinematográfio tremendo – afirma Figueras. É a estrutura de um filme de aventuras clássico, onde uma pessoa soziha ante o perigo se coloca ao lado dos fracos e os defende dos poderosos. É impressionante como ele enfrenta os latifundiários, como estes querem tirá-lo, matá-lo e como intervém o Vaticano”, enumera Figueras esta história que qualifica de épica.
D. Pedro sempre foi ligado à
Teologia da Libertação. Isso trouxe um claro distanciamento de Casaldáliga da ortodoxia de João Paulo II. “Mas nos seus primeiros anos no Brasil não foi assim, constata Escribano.
Na década de 1970, a Igreja apoiou de uma maneira clara e direta, até o ponto de salvar a vida, mais de uma vez, de D. Pedro. Por exemplo, recorda o diretor da Televisão da Catalunha, numa ocasião em que estava claríssimo que os pistoleiros, contratados por fazendeiros, o assassinariam porque revolucionava os camponeses, Paulo VI enviou uma mensagem, muito clara e direta, aos responsáveis pela ditadura militar brasileira: “Tocar em Pedro é tocar em Paulo”. Aquele aviso lhe salvou a vida”.
Segundo Escribano, o filme será um autêntico “western teológico”.

CPT LANÇA O CONFLITOS NOS CAMPO BRASIL 2007


Na próxima terça-feira, 15 de abril, a Comissão Pastoral da Terra – CPT divulgará os dados dos conflitos e da violência presentes na obra Conflitos no Campo Brasil 2007. O ato se realizará durante a programação do Acampamento de Lançamento da Campanha pelo Limite da Propriedade da Terra (montado no Estádio Mané Garrincha), a partir das 8 horas, em Brasília, Distrito Federal.

A publicação traz análises dos dados feitas por professores como Carlos Walter Porto Gonçalves, da Universidade Federal Fluminense, Maria Aparecida de Moraes Silva e Bernardo Mançano Fernandes, ambos da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Entre os enfoques estão os conflitos trabalhistas, com destaque para a superexploração e a escravização dos cortadores de cana, diante do avanço da agroenergia, principalmente, do etanol. A CPT faz o registro dos dados com o objetivo de denunciar os conflitos e a violência a que são submetidos os trabalhadores e trabalhadoras rurais. VEJA AQUI

NOSSA ENERGIA VEM DO CHÃO - Terra, Água, Trabalho e Pão

A energia que move a Pastoral da Terra vem do chão. Vem do povo que habita a terra, as florestas, as águas e deles retira e nos oferece o pão. Vem particularmente do Deus da Bíblia, Aquele que caminha com seu povo em qualquer circunstância.

Vivemos um momento único na história da humanidade e do povo brasileiro. O modelo de desenvolvimento baseado na revolução industrial parece agonizar, intensifica suas contradições, pondo em risco a vida da humanidade e da comunidade da vida sobre a Terra. Vivemos uma mudança de época. É inevitável uma nova economia voltada para vida.

Presentes em nossa XX Assembléia, trabalhadores e trabalhadoras da terra, em poucas palavras, sintetizam a contradição do momento que vivemos e da forma como eles a experimentam: “não estamos bem, mas para trás não queremos voltar”. Traduzindo em miúdos, dizem claramente que programas concretos do governo atual, como o Bolsa Família, Luz para Todos, um salário mínimo melhor, o incentivo para que suas crianças possam ir para a escola, são bens importantes em suas vidas. Os investimentos destinados à transferência de renda para os mais pobres, porém, são nada quando comparados com os recursos destinados ao agronegócio e ao pagamento dos juros da dívida publica, deixando clara a subordinação total de nossa política econômica aos interesses do capital. Iniciativas governamentais, como a da redução das áreas de fronteiras, a edição da medida provisória 422 que legaliza a grilagem de terras na Amazônia, o recuo no reconhecimento dos territórios quilombolas, a privatização dos espelhos d’água, a transposição do rio São Francisco são expressão da subordinação deste governo aos interesses da classe dominante. Os próprios trabalhadores que reconhecem os avanços na área social são os que sentem que é urgente superar as medidas emergenciais por uma política de geração de trabalho e renda. E aguardam com ansiedade por medidas concretas que combatam a violência no campo e a perda de suas terras, o avanço acelerado da soja, da cana, do boi, das mineradoras e das madeireiras que os expulsam de suas áreas e desestruturam suas vidas. As comunidades tradicionais são as que mais sofrem com essa violência.

Como é de nossa história, insistimos numa reforma agrária adequada a cada bioma brasileiro. Além de insignificante em termos de desapropriações, insignificante em termos de recursos, falta qualidade à reforma agrária do governo. A inviabilidade de muitos assentamentos se dá em função de sua equivocada concepção. Entretanto, os problemas não anulam sua viabilidade e muito menos sua urgência. A CPT, que tem nos povos da terra sua razão de ser, sugere aos movimentos sociais que retomem essa bandeira de luta de forma renovada e inequívoca.

Debatemos particularmente a energia. As comunidades agredidas pela construção das barragens, a desumana vida nos canaviais, a sedução para entrar em programas de biodiesel, têm interferido de forma dura sobre um povo já sofrido. O povo que produz alimentos, também quer energia. Quer ter sua soberania energética. Muitas vezes as vítimas das barragens não têm energia em suas casas. Em outros países do mundo, os pequenos agricultores se tornaram produtores de energia através do sol e da biomassa. É um mundo em mudança também em sua base energética. O Brasil precisa mudar sua matriz energética e incorporar o povo verdadeiramente em sua produção, mas no modelo atual esse é um fato impossível.

Continuaremos com o povo, sem negar o que lhe é de direito, mas sem deixar de denunciar um modelo de desenvolvimento violento e predador que o agride. A economia tem que ser a da vida, não a do capital.

Que o Deus da vida, fonte suprema de todas as energias, esteja com o povo do campo e com aqueles que estão a seu serviço.

Goiânia, 10 de abril de 2008

Os participantes da XX Assembléia Geral da CPT

12 abril, 2008

TEMPO DE ASSEMBLÉIA
Participe e veja as 24 contribuições enviadas,
só clicar AQUI

11 abril, 2008

A Arquidiocese de Maringá convida o Povo de Deus


Arquidiocese de Maringá convida todo o Povo de Deus para a Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora.
Vamos ser protagonista desta história.
Coordenada pela Associação de Reflexão e Ação Social (ARAS) a Romaria celebrará o lema
“Felicidade (Feliz-cidade) é escolher a vida”.
Venha participar e vamos juntos cantar, louvar, celebrar e refletir sobre a situação do trabalhador e da trabalhadora.
Veja Agui

As CEBs a Caminho de Emaús

As Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), a caminho de Emaús, depois da crise dos anos noventa. Monografia do Pe Adácilio Felix de Oliveira, da Arquidiocese de Maringá. Leia Aqui

10 abril, 2008

Conjunto Santa Felicidade x Romaria x Prefeito – É PRECISO FICAR ATENTO

É preciso ficar atento.
Corre um boato por aí onde eu ando que o aproximar do dia da Romaria do Trabalhador e Trabalhadora da Arquidiocese de Maringá vem deixando o prefeito e seus assessores, “com a pulga atrás da orelha”. Diante desse boato faço algumas reflexões:

1) Vejo que o prefeito e assessores devem estar planejando alguma estratégia. Dom Anuar Battisti arcebispo da Arquidiocese de Maringá precisa ficar atento, assim como toda a nossa Igreja. O prefeito de Maringá e seus assessores são muito bons de papo e de estratégia. É preciso ficar atentos para não sermos trapaceado e nem sermos motivo de gozação.

2) Quando que a administração pública de Maringá se preocupou em ouvir a opinião de nossa Igreja? Quantas situações gritantes ocorridas sem que a administração pública de Maringá preocupasse em procurar nossa Igreja para discutir a problemática? É preciso ficar atento. Quando é que somos procurados? Em quais situações?

3) Acredito que, se ainda não foi feito, que a nossa Igreja antes da realização da Romaria precisa conversar com o povo do Conjunto Santa Felicidade. Ouvir o que eles têm para dizer. Se possível com a presença do Arcebispo.

4) Como é bom presenciar na prática a força profética da Igreja. Como é bom ver a Arquidiocese de Maringá na luta com o povo, preocupada com a situação dos pobres para com eles construírem uma nova sociedade, capaz de gerar um mundo novo e uma linda história de justiça, para que haja vida e vida em abundância.

Não é segredo para ninguém que a Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora acontecerá na Paróquia São Bonifácio por causa da problemática que o Conjunto Santa Felicidade vem sofrendo desde que a prefeitura de Maringá conseguiu usando de mentiras verba do governo federal através do PAC, para a sua urbanização. Tudo isso levou o povo desse conjunto a ficarem indignados e iniciou-se uma triste história de medo e insegurança, sofrendo com a possibilidade de terem que sair de suas casas e serem transferidos para bairros longínquos.
Lucimar Moreira Bueno (Lúcia)

Lula é Patrono da 1a. Turma da Unipalmares


Cento e dez formandos em administração de empresas negros e dezesseis brancos receberam nesta quinta-feira (13), no ginásio do Ibirapuera (zona sul de São Paulo), os primeiros canudos da Unipalmares, a universidade "que era uma portinha e duas salas na Armênia", nas palavras dos próprios alunos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi o patrono da turma.
A Unipalmares foi criada em 2003, fruto de ação da ONG Afrobras, em um pequeno prédio na rua Pedro Vicente, próximo à estação Armênia do metrô. "Entramos em uma faculdade de madeira", diz a telefonista do Palácio dos Bandeirantes Benvinda Medalha Pereira, 60, a mais velha aluna de sua turma.
"Quando começamos a estudar, não sabíamos nem se o curso ia ser aprovado pelo MEC [Ministério da Educação]", conta Kátia Botelho, 22. Em 2007, a Unipalmares abriu o curso de direito, no qual Benvinda será uma das alunas. Ela já passou no vestibular e deve começar a freqüentar as aulas no segundo semestre deste ano.
Empregos
Além do diploma na mão, os estudantes celebraram os empregos que conseguem. Dos 1.700 alunos da universidade, 85% deles estão empregados. Entre os formandos, 40% trabalham em bancos como Itaú, Santander e Real graças a convênios firmados. "Paga bem sim", resume Roberto Cláudio Batista, 29, funcionário do Bradesco.
Batista conta que se formou perto dos 30 porque quanto tinha a idade com a qual a maioria dos estudantes ingressa na universidade, não podia estudar. "Tentei outras faculdades, mas não dava para pagar e tive que ficar parado", afirma.
A trajetória dele é a mesma que a da maioria dos formandos. Sua colega Denise dos Santos Soares, 29, não entrou na faculdade após o ensino médio e teve que apelar para cursos técnicos de contabilidade e informática. "Essa é a regra, a exceção sou eu", diz Kátia, 22.

para ver o Vídeo é só clicar AQUI

08 abril, 2008

A IGREJA PRECISA ENCANTAR NOVAMENTE

A IGREJA PRECISA ENCANTAR NOVAMENTE


A nossa Igreja precisa encantar novamente, fazer arder o coração como ardeu o coração dos discípulos de Emaús, conforme o Evangelho de Lucas, 24,32.

Então um disse ao outro: «Não Estavao o nosso coração ardendo quando ele nos favala pelo caminho, e nos explicava as Escrituras

A Igreja precisa ser o lugar fundamental onde se manifesta o Ressuscitado, seguindo o caminho que Jesus fez com os discípulos de Emaús, assim sendo a Igreja precisa:

Primeiro: caminhar com o povo, solidarizando-se com seus sonhos, suas dores, suas alegrias, seus problemas e participando de suas lutas. Uma Igreja próxima, acolhedora que se deixa entrar na conversa, seguindo o mesmo caminho. Ser presença do Cristo Ressuscitado que quer liberdade e vida para todos e todas.

Segundo: ser o anúncio da Palavra, à Bíblia anunciada por Jesus. Não haverá entendimento da pessoa e atividade de Jesus a não ser pela leitura da Bíblia, que mostra o sentido da sua vida e ação. Jesus realizou o Projeto de Deus até o fim, por isso foi condenado e morto. Os responsáveis por ela foram os realizadores de uma ordem social fundada na injustiça, na opressão, na busca do poder e do ter e por isso não aceitaram o Projeto de Deus anunciado e praticado por Jesus de liberdade e vida para todos e todas, então o mataram.
A Igreja precisa levar a leitura comunitária da Bíblia, para isso precisa se fazer comunitária, inserida na realidade do povo e levar as pessoas a encontrar o Jesus que dá sentido à vida, principalmente na luta pela justiça.

Terceiro: Partilhar. É preciso estar atento para não ficar apenas na leitura da Bíblia, sem encontrar concretamente com o Cristo. Acolher e partilhar. Foi no acolhimento e no partilhar o pão que os discípulos reconhecem Jesus (Lc 24,28-31)

Qaundo chegaram perto do povoado para onde iam, Jesus fez de conta
que ia mais adiante. Eles, porém, insistiram com Jesus, deizendo: « Fica
conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando.» Então Jesus entrou para ficar
com eles. Sentou-se à mesa com os dois, tomou o pão e abençoou, depois o
partiu e deu a eles. Nisso os olhos dos discípulos se abriram, e eles
reconheceram Jesus.

A partilha é o centro do Projeto de Deus. É partilhando que todos poderão ter acesso à liberdade e à vida. Vejo que para nós cristãos da Igreja Católica a Eucaristia é o centro, é o sinal de um mundo novo, onde a busca incansável do poder, da riqueza e do ter é substituído pela busca incansável de partilha e fraternidade, capaz de gerar um mundo novo e uma linda história de paz, igualdade, fraternidade, de justiça porque o dom de Deus é feito para todos, e deve ser partilhado entre todos. Nossa Igreja precisa continuar celebrando, mas precisa recomeçar a viver o que celebra.

Nos anos 60 e 70 a Igreja encantou o povo. Fez arder o coração como ardeu o coração dos discípulos e Emaús. Inseriu na realidade do povo, ouviu seus clamores. Foi presença do Cristo Ressuscitado em todos os lugares e situações. Na simplicidade do povo a Igreja se fez do povo, com o povo e para o povo. Organizada em Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) se encontravam em suas próprias casas, estudavam a Bíblia, partilhavam suas reflexões trazendo para a realidade. O olhar na Bíblia e o olhar na realidade. Celebravam com simplicidade a vida, os sonhos, a alegria, a presença do Ressuscitado. Partilhavam bens, esperanças e lutas. Rezavam o terço, confraternizavam com as festas dos santos. Todos se sentiam acolhidos e valorizados. A Igreja levou o povo a ter experiência do Ressuscitado, a assumir a missão cristã. A Igreja conseguiu interpretar a Bíblia para o tempo em que ela vivia e as experiências foram lindas, a Igreja foi Profética. A Igreja tornou-se ministerial. O povo acolhido e valorizado tornou-se protagonista da história e foram atuantes nas situações gritantes em que viviam, foram sujeitos de um mundo novo, presente em movimentos sociais, sindicato, partido político. A Igreja chamou para o compromisso, a ser fermento transformador na Igreja e na sociedade e o povo se encantou e foi protagonista de uma linda história que precisa ser recomeçada. A Igreja Estava onde sua presença fazia necessária. Jesus quer que a Igreja construa uma nova sociedade e uma nova história. A Igreja precisa encantar novamente.

Lucimar Moreira Bueno (Lucia)

04 abril, 2008

Trabalho Infantil no Brasil

Adital disponibilizou em seu portal, matéria sobre a divulgação de estudo do IBGE sobre os "Aspectos Complementares de Educação, Afazeres Domésticos e Trabalho Infantil", onde revela "que 5,1 milhões de crianças e adolescentes, entre 5 e 17 anos, trabalhavam em 2006 no país. Uma diminuição pouco significativa, de 0,3%, em relação a 2004".
Vejam Agui

Por solicitação de Sebastião da Silva

Pessoal,
como estão? Estou muito triste. Uma aluna nossa do 4 ano, minha manicura, sofreu um acidente gravíssimo, está em coma e teve que amputar a perna abaixo do joelho. Um pessoa embriagada entrou na contra mão, em alta velocidade e arremessou ela e a bis a mais de 17 metros e o pior é que nem a socorreu, fugiu. Ela fará 21 anos, em maio, e acho isso tudo muito injusto. Bem, a questão é a seguinte: descobri que o hospital Sara Kubscheki faz implante de membros e é um hospital público. Acontece que as filas são imensas quando não há indicação de alguém. Assim, gostaria de saber se conhece alguém, algum político, algum médico que conhece alguém, enfim, minha intenção é estabelecer uma rede para que possamos fazer o implante na perna e pé de Paty. Estou fazendo este pedido a todos que conheço. Obrigada e um beijo a todos da Terezinha Oliveira/UEM.

Análise de Conjuntura - Texto apresentado na Assembléia geral da CNBB

Na íntegra, a análise de conjuntura que foi apresentada no dia 02-04-2008, na Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB.
Vejam Agui

Um vereador(a) ganhar R$ 8 MIL?

Os vereadores da Câmara Municipal de Maringá preparam a inclusão em pauta de projeto de resolução estabelecendo o valores da remuneração dos legisladores da próxima legislatura, que serão eleitos em outubro deste ano.
Vejam aqui

03 abril, 2008

Os Bispos do Brasil em Assembléia

OS BISPOS DO BRASIL ESTÃO EM ASSEMBLÉIA
Os bispos católicos, todos os anos, realizam a sua Assembléia Ordinária em Itaici, São Paulo. Este ano começou dia 02 de abril e vai até o dia 11, contando com a participação de 280 bispos, representando as 271 Dioceses e Arquidioceses de todo o território nacional.


Nestes dias de Assembléia estarão refletindo como tema central, a aplicação do Documento de Aparecida na ação evangelizadora, fruto da V Conferência celebrada no ano passado com os bispos da América Latina.

Nota do Sismmar

Sobre o Reajuste dos servidores municipais

CARTÓRIO 24 HORAS ATRAVÉS DA INTERNET

O QUE É O CARTÓRIO 24 HORAS?

O Cartório 24 Horas objetiva disponibilizar à sociedade o serviço de solicitação de certidões através da internet à TODOS OS CARTÓRIOS INTEGRANTES DA REDE BRASILEIRA DE CARTÓRIOS*, permitindo ao cidadão ou empresa, receber suas certidões, de qualquer natureza ou cidade brasileira, no endereço indicado, inclusive no EXTERIOR*, com total comodidade, rapidez, segurança e com ótima relação custo x benefício.

Certidões disponíveis

Distribuidor
Ações Cíveis Específica para Escritura Pública
Ações Criminais
Crime Contra o Patrimônio Público
Falência e Concordata
Penhora
Apontamento de Protesto
Certidão de Interdição
Ações Cíveis
Ações Cíveis e Criminais
Alienação de Bens
Execução Fiscal
Insolvência
Interdição, Tutela e Curatela

Protestos
Negativa de Protesto

Registro Civil
Nascimento
Negativa de Interdição
Casamento
Óbito

Registro de Imoveis
Certidão de Propriedade ou Registro + Certidão de Ônus
Certidão de Propriedade ou Registro
Certidão de Ônus
Negativa de Propriedade

Tabelionato de Notas
Certidão de Procuração
Certidão de Escritura

Titulos e Documentos
Certidão de Registro

02 abril, 2008

COMUNIDADES ECLESIAIS DE BASE (CEBs)




Rumo Ao V Intereclesial das CEBs do Regional (Estadual)
Foz de Iguaçu – 19 – 21 de Abril de 2008
CEBS: ECOLOGIA E MISSÃO

“O século 21 ou será Místico ou não será Humano. O século XXI
Cristão optará pelos excluídos ou não será Cristão. O Século XXI Cristão ou será Ecumênico ou não será Eclesial. O século XXI ou será Ecológico ou simplesmente não será.” - Dom Pedro Casaldáliga

Um pouco de historia das Comunidades Eclesiais de Base (CEBS):
1. A origem das CEBS é bíblico. Elas nasceram há dois mil anos com uma Boa Noticia que reacendia em todos os corações a chama da esperança: Jesus Ressuscitou!

2. Foi a partir desta “noticia quente” e verdadeira que os seguidores e seguidoras de Jesus se uniram e reuniram em pequenas comunidades para testemunhar a vida nova que Jesus trouxe! At,2,42.

3. Este modo de viver, conviver, conhecer, acolher, partilhar, logo empolgou muita gente que começou a abrir as portas de suas casas para reunir as pessoas que queriam permanecer fieis a Jesus e ao seu projeto.
4. Nasceu uma linda caminhada onde não faltaram problemas e, todos eles, muito parecidos com os nossos: conflitos internos que provocam divisão e desunião no seio das próprias comunidades com incompreensões e conflitos externos marcados pelas perseguições do império romano que condenava na ação dos cristãos o projeto de Jesus de uma sociedade justa, fraterna e igualitária. O livro dos Atos dos Apóstolos pode ser lido como um grande manual de conflitos internos e externos.

5. No nosso tempo as CEBS – novo/velho modo de ser igreja – que entre outras coisas nos deram a Novena do Natal e Campanha da Fraternidade como sinais marcantes da Igreja na América Latina, nasceram como resposta ao sonho de Papa João XXIII e aos idéias do Concilio seguidos por grande encontros Latino Americanos – Medellín, Puébla, São Domingos e recentemente em Aparecida.
6. Vamos ler o último pensamento da Igreja reunida em aparecida nos disse:

Na experiência eclesial de algumas Igrejas da américa Latina e do Caribe, as Comunidades Eclesiais de Base tem sido escolas que tem ajudado a formar cristãos comprometidos com sua fé, discípulos e missionários do Senhor, como o testemunha a entrega generosa, até derramar o sangue, de muitos de seus membros. Elas abraçam a experiência das primeiras comunidades, como estão descritas nos Atos de Apóstolos (At 2, 42 – 47). Demonstram seu compromisso evangelizador e missionário entre os mais simples e afastados e são expressão visível da opção preferencial pelos pobres. São fonte e semente de variados serviços.

7. E ministérios a favor da vida na sociedade e na Igreja. Mantendo-se em comunhão com seu Bispo e inserindo-se no projeto da pastoral diocesana, as CEBS se convertem em sinal de vitalidade na Igreja particular.”

8. Então o que as CEBS são – ou querem ser?
· Jeito de organizar a Igreja: sal, fermento, luz;
· Fundamentalmente ecumênicas: abertas ao dialogo e á inclusão; inculturadas e inclusivas;
· Poder participado: partilha do ser e do ter a serviço de todos; superando a tentação do poder dominação;
· Articula-se falar e agir, saber e ser, para mudar o mundo e as igrejas;
· Encamadas na realidade do povo que sofre e luta por melhores condições de vida;
· "Espiritualidade libertadora”, que encontra na palavra de Deus a luz para transformar as realidades sócio-políticas e econômicas;
· União fé e vida, religião e política;
· Celebração da vida atualizada na ação;
· Solidárias e fraternas na defesa dos interesses da coletividade;
· Combativas na luta contra tudo o que oprime e exclui “mulher e homem” – imagem de Deus;
· Mantém vinculo estreito e fidelidade total a Jesus, a seu caminho, a seu projeto;
· Têm uma consideração e carinho especial pelos pobres e excluídos;
· Alimentam a comunhão eclesial e a relação de tudo com tudo;
· Salvação é graça e é algo comunitário, implica libertação integral;
· Mesmo em meio á dor e sofrimento – e até por causa da dor e do sofrimento – é testemunha da alegria;
· Conserva viva na mente, no coração e na liturgia a memória e comunhão com os mártires da caminhada;
· Sabem que Deus age nas entranhas da história;
· A vida acima de tudo; ética sim, moralismo não;
· Participam ativamente nas “ferramentas do Reino” – pastorais sociais, associações de bairro, movimentos populares, ONGS, sindicatos, partidos políticos;
· Denunciam a idolatria do mercado e do capital.


(colaboração Pe João Caruana)
Fonte: Texto Base do V Intereclesial das CEBs do Paraná


23 março, 2008

TEMPO DE ASSEMBLÉIA

Espaço para diálogo

Olá Povo de Deus

A nossa querida Arquidiocese de Maringá esta vivendo momentos marcantes de sua caminhada, em preparação para a Assembléia. Como é bela a forma como ela esta sendo organizada, aberta, participativa, envolvendo a base.

Tendo como base o Concilio Vaticano II que defende a opinião pública dentro da Igreja, conforme podemos constatar no texto abaixo:

684. Opinião pública: o homem deve poder manifetar e divulgar a própria opinião 396, 411, 442, sobre tudo na comunidade política 447; mas também na Igreja, valendo este princípio para todos os fiéis, clérigos e leigos 411; sengundo sua consciência, competência e abilidade tem os leigos o direito e por vezes até o dever de exprimir sua opinião sobre as coisas que se relacionam com o bem da Igreja 95. Norma geral para a reta opinião pública 1471.


Este é um espaço aberto para você dar a sua contribuição!!!

Qual a sua sugestão?
- para a ação social da Igreja
- para as CEBs
- para os meios de comunicações
- para a litúrgia
- para a questão econômica
- para eventos arquidiocesanos
- para organizações de nossas paróquias
- para encontros de formações
- para grupos de reflexão
- para catequese
- para juventude
- para pastorais e movimentos
- para locais de encontros de formações
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