14 julho, 2014

Igreja Anglicana aprova ordenação de mulheres como bispos

Aprovação acontece dois anos após uma tentativa similar ter sido bloqueada

O sínodo geral da Igreja da Inglaterra aprovou nesta segunda-feira a ordenação de mulheres como bispos, uma medida histórica que a dividia há anos.
A proposta foi aprovada em uma votação realizada em York, no norte da Inglaterra, pelos membros das três câmaras que compõem o órgão executivo da Igreja Anglicana – laicos, clérigos e bispos. As primeiras nomeações de mulheres como bispas podem ser efetuadas já em 2015.
Entre os bispos, houve 37 votos a favor, dois contra e uma abstenção. Já a votação dos clérigos teve 162 favoráveis à medida, 25 contrários e quatro abstenções. Já entre os laicos, houve 152 votos a favor, 45 contra e cinco abstenções.
A aprovação se deu dois anos depois de uma tentativa similar ter sido bloqueada em 2012, quando o sínodo geral rejeitou por seis votos do setor laico a ordenação de bispas após anos de divergências internas entre os setores conservador e reformista.
A Igreja da Inglaterra, surgida de um cisma da católica, é a Igreja mãe da comunidade anglicana, que conta com 80 milhões de fieis em 165 países do mundo.  No entanto, a aprovação desta reforma pelo sínodo inglês não obrigará as outras igrejas anglicanas a ordenar mulheres bispos, embora envie uma mensagem forte.
Na Inglaterra, onde as mulheres podem, desde 1992, ser sacerdotes, a comunidade anglicana busca com esta proposta acabar com sua imagem de Igreja retrógrada, em comparação com a atitude mais progressista de outras Igrejas anglicanas, como em Gales, Estados Unidos, Austrália, Canadá e Suazilândia, que já autorizam a ordenação de mulheres como bispos.
Fone:Terra

13 julho, 2014

A Seleção da Alemanha deixa marcas nesta copa do mundo de 2014


Alemanha campeã da Copa do Mundo 2014

Aos 7 minutos do segundo tempo da prorrogação, a Alemanha venceu a Argentina por 1 a 0 no Maracanã e se tornou tetracampeã mundial. É a primeira vez que uma seleção europeia vence a Copa do Mundo no continente americano.


11 julho, 2014

Churrascada Beneficente Lar Escola de Maringá - Paraná


Dubai terá 1ª cidade com temperatura controlada do mundo


Assista o vídeo
Dubai terá 1ª cidade com temperatura controlada do mundo

Dubai construirá a primeira cidade climatizada do mundo. Chamada de Mall of the World (algo como Shopping do Mundo), ela ficará confinada sob uma redoma que só será aberta durante o inverno.

A cidade terá 4,4 milhões de metros quadrados, comportará o maior shopping do mundo, com 743,2 mil m², será conectada a 100 hotéis e apartamentos de serviços com um total de 20 mil quartos. Também estão no projeto um enorme parque temático e um distrito cultural.

Espera-se que o lugar seja capaz de receber 180 milhões de pessoas por ano. O projeto é da Dubai Holding e também prevê a construção de 50 mil vagas num estacionamento subterrâneo.

Não foram informadas a data de início das obras e nem de inauguração.

08 julho, 2014

Movimentos sociais saem às ruas em luta pelo Plebiscito Constituinte

Nesta segunda-feira (7), diversos movimentos sociais realizaram atos e intervenções artísticas pelo país no Dia Nacional de Luta pela Constituinte. Entre eles, o MST, Levante Popular da Juventude, a Consulta Popular, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e a Marcha Mundial das Mulheres (MMM). 

As ações, que aconteceram em 14 estados, tiveram como objetivo chamar a atenção da sociedade para o Plebiscito Popular pela Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político, cujas coletas de votos acontecem daqui a dois meses, entre os dias 1 a 7 de setembro.

Panfletagens, colagem de cartazes, pinturas, baterias de rua, aulas públicas e pequenas ocupações culturais foram algumas das formas usadas pelas organizações para debater o tema com a sociedade.

“Com pinturas em murais, colagem de cartazes e agitação com bandeiras e baterias buscamos conscientizar a população sobre a importância da revisão dos atuais processos dentro do poder”, disse Laryssa Sampaio, do Levante Popular da Juventude. 

Desde agosto de 2013, mais de 250 organizações, movimentos sociais, centrais sindicais, partidos políticos constroem a ferramenta do Plebiscito Popular para promover mudanças no sistema político brasileiro. Atualmente, já foram criados mais de 600 comitês populares em todo o país.

Jaime Amorim, da coordenação nacional do MST, acredita “o nosso sistema representativo está falido. Uma reforma política é necessária para que a sociedade civil tenha cada vez mais espaço nas decisões tomadas pelos nossos poderes”. 

A votação, prevista para acontecer na semana da pátria e que pretende coletar 10 milhões de votos em todo o Brasil, trará apenas uma única pergunta: “Você é a favor de uma constituinte exclusiva e soberana sobre o sistema político?”

Para Diva Braga, da Consulta Popular, a luta pelo plebiscito é o há de mais relevante em termos constituintes desde As Diretas Já! “Essa é a nossa prioridade de lutas atualmente, pois congrega a participação da sociedade civil nas mudanças estruturais do país”, coloca.

As ações aconteceram em São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco, Brasília, Bahia, Ceará, Paraná, Minas Gerais, Sergipe, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

Fonte: Maura Silva - Brasil de Fato

Mapa da Violência 2014: Jovem, homem, negro é o perfil dos que mais morrem de forma violenta no país

Em média, 100 a cada 100 mil jovens com idade entre 19 e 26 anos morreram de forma violenta no Brasil em 2012, mostra o Mapa da Violência 2014, que considera morte violenta a resultante de homicídios, suicídios ou acidentes de transporte (que incluem aviões e barcos, além dos que ocorrem nas viasterrestres de circulação).

A reportagem é de Helena Martins, publicada pela Agência Brasil, 03-07-2014.

O estudo mostra que, nos anos 1980, a taxa de mortalidade juvenil era 146 mortes por 100 mil jovens, e passou para 149, em 2012. Se a média geral não mudou significativamente com o passar do tempo e o aumento populacional, a causa, sim. Naquela década, as causas externas, que independem do organismo, eram responsáveis pela metade do total de mortes dos jovens.

Já em 2012, dos 77.805 óbitos juvenis registrados pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, 55.291 tiveram sua origem nas causas externas. Mais de 71% do total. Os homicídios e os acidentes de transporte são os dois principais responsáveis por essas mortes, segundo o relatório.

A diferença também é diagnosticada quando comparados homens e mulheres. Entre 1980 e 2012, no total das mulheres, as taxas passam de 2,3 para 4,8 homicídios por 100 mil. Um crescimento de 111%. Entre os homens, a taxa passa de 21,2 para 54,3. Um aumento de 156%.

No caso dos suicídios, a pesquisa revela mortalidade três a quatro vezes maior no caso dos homens, no Brasil. Entre as décadas citadas, as taxas masculinas cresceram 84,9%. Já as femininas, 15,8%.

Uma terceira variável chama a atenção na pesquisa: a vitimização dos negros é bem maior que a de brancos. Morreram proporcionalmente 146,5% mais negros do que brancos no Brasil, em 2012. Considerando a década entre 2002 e 2012, a vitimização negra, isso é, a comparação da taxa de morte desse segmento com a da população branca, mais que duplicou.

Segundo o responsável pela análise, Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da Área de Estudos da Violência da Faculdade Latino-Americana de Ciências, o recorte racial ajuda a explicar o fato de não ter se verificado na pesquisa grandes mudanças nas taxas globais de homicídios, embora o número registrado a cada ano tenha aumentado. Os brancos têm morrido menos. Os negros, mais. Entre 2002 e 2012, por exemplo, o número de homicídios de jovens brancos caiu 32,3% e o dos jovens negros aumentou 32,4%.

De acordo com Jacobo, essa seletividade foi construída por diversos mecanismos, entre os quais o desenvolvimento de políticas públicas de enfrentamento à violência em áreas onde havia mais população branca do que negra, bem como o acesso, por parte dos brancos, à segurança privada. Assim, os negros são excluídos duplamente – pelo Estado e por causa do poder aquisitivo. “Isso faz com que seja mais difícil a morte de um branco do que a de um negro”, destaca o sociólogo.

Ele alerta que essa situação não pode ser encarada com naturalidade pela população brasileira. “Não pode haver a culpabilização da vítima”, diz Jacobo, para quem o preconceito acaba justificando a violência contra setores vulneráveis. O sociólogo, que em 2013 recebeu o Prêmio Nacional de Segurança Pública e Direitos Humanos da Presidência da República, defende o estabelecimento de políticas de proteção específicas, que respeitem os direitos dos diferentes grupos e busquem garantir a vida da população.

Fonte: Agência Brasil

A agricultura familiar brasileira no contexto mundial

"De forma geral os agricultores familiares, mesmo ocupando pequenas áreas de terra, são os principais fornecedores de alimentos básicos no Brasil e aqueles que mais geram empregos no campo",

Confira o artigo de Antônio Luiz Oliveira Heberlê, jornalista e pesquisador em comunicação, lotado no Departamento de Transferência de Tecnologia da Embrapa (DTT), em artigo publicado pela Embrapa, 07-07-2014.

Não há uma definição universal sobre agricultura familiar, embora algumas sejam mais amplamente aceitas. Em muitos casos, como o brasileiro, há uma associação entre o espaço explorado pelos pequenos produtores, que considera o espaço da família, com referencial básico de Unidades Produtivas (quatro módulos fiscais). Mas isso é muito diferente da definição utilizada nos Estados Unidos, por exemplo, onde são incluidas fazendas de todos os tamanhos, desde aquelas com baixos níveis de renda ou produção até propriedades que são multimilionárias, mas todas conduzidas pelas famílias, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura -FAO (Lowder, S.K., Skoet, J. and Singh, S. 2014). As chamadas chamadas small family farms representam 21% da produção agrícola norte-americana (Hoppe & MacDonald, 2013).

Pode-se dizer, portanto, que a interpretação utilizada em cada pais não tem ajudado a compreender o universo da agricultura familiar. Este é um dos desafios, especialmente neste ano dedicado ao tema pela FAO. Como desdobramento dessa dificuldade de precisão que vai além do conceitual é igualmente complexo se chegar a um consenso sobre as estatísticas da agricultura familiar. A literatura econômica agrícola oferece várias estimativas sobre o número de pequenas propriedades e mostra, da mesma maneira, o desequilíbrio entre a agricultura de base familiar e as de outros modelos de exploração da terra enquanto fonte de renda.

Dados das rodadas do Censo Mundial da Agricultura mostram a existência de cerca de 570 milhões de unidades produtivas dedicadas a agropecuária, em todo o mundo. Demonstram, ainda, que mais de 500 milhões podem ser consideradas típicas do modelo de base familiar. A maioria das unidades agrícolas mundiais são muito pequenas e a produção que realizam não é expressiva em volume, mas de alta relevância social e cultural, de acordo com os estudos.

Os dados dos censos agrícolas nos ajudam a compreender que a realidade brasileira não é diferente daquela observada na maior parte dos países do mundo situados no mesmo compasso de desenvolvimento. Dados do Instituto Brasileiro de geografia e Estatística (IBGE) de 1996 mostravam que em universo de 5.175.489, as propriedades típicas de agricultura familiar somavam 4.367.902, enquanto a não familiar chegava ao total de 807.587. Registra-se, portanto, uma profunda desigualdade pois apesar de a agricultura familiar ter 84,4% do total de estabelecimentos, ocupa apenas 24,3% da área das propriedades agropecuárias do país (ou 80,25 milhões de hectares). É interessante observar que, mesmo ocupando apenas ¼ da área ocupada para produção agrícola, a agricultura familiar emprega sete de cada 10 pessoas ocupadas no campo.

A realidade brasileira não é muito diferente do restante do mundo. Dados da FAO mostram que em 111 países 72% das propriedades têm menos de um hectare; 12% tem entre 1 a 2 hectares e 10% 3 entre 2 e 5 hectares. As propriedades com mais de cinco hectares representam apenas 6%. Ou seja, existem mais de 410 milhões de propridades com menos de 1 hectares e mais de 475 milhões com menos de 2 hectares.

O grande número de pequenos, como se observou, não ocupa a parte mais expressiva das terras agricultáveis, pois há amplo uso de áreas extensivas pelos médios e grandes negócios agrícolas. Embora todas as observações mostrem que a agricultura familiar vive esta contradição, a atividade é por todos considerada expressiva em termos de produção de alimentos estratégicos para as populações. Essa realidade aparece ainda mais forte nos países mais pobres ou em desenvolvimento, onde a agricultura de pequena escala é decisiva para a segurança alimentar, preserva os alimentos tradicionais, contribui para a proteção da agrobiodiversidade para o uso sustentável dos recursos naturais e fortalece a economia e cultura local (Lowder, S.K., Skoet, J. and Singh, S. 2014).

Bem típico é o caso brasileiro. No país, a agricultura familiar produz 87% da mandioca, 70% do feijão, 46% do milho, 34% do arroz, 58% do leite, 59% da carne suína e 50% das aves produzidas no campo. De forma geral os agricultores familiares, mesmo ocupando pequenas áreas de terra, são os principais fornecedores de alimentos básicos no Brasil e aqueles que mais geram empregos no campo.

Referências

Lowder, S.K., Skoet, J. and Singh, S. What do we really know about the number and distribution of farms and family farms worldwide? Background paper for The State of Food and Agriculture 2014. ESA Working Paper No. 14-02. Rome: FAO, 2014.

Hoppe, R. & MacDonald, J. Updating the ERS Farm Typology. EIB-110. Washington D.C.: U.S. Department of Agriculture, Economic Research Service, 2013.

IBGE, 2006. Censo Agropecuário: Agricultura Familiar: Primeiros Resultados 2006. Rio de Janeiro:Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística –IBGE, 2006.

Brasil dá adeus ao hexacampeonato

Alemanha venceu a partida por 7 a 1 e se garantiu para a final da Copa, que será disputada domingo, no Maracanã, no Rio de Janeiro, contra o vencedor do duelo de amanhã (9) entre Argentina e Holanda, em São Paulo.

07 julho, 2014

Primeira reunião com coordenadores da campanha Humberto Henrique para Deputado Estadual Nº 13.333

Humberto Henrique,  esse merece nosso voto.
Para quem estar lendo e acha que isso não é verdade, procure informações sobre ele e saiba como sua postura profética e ética e seu conhecimento como vereador na cidade de Maringá vem mudando o rumo das coisas.



CEBs: Pequenos Grupos - Pequenos Gestos


02 julho, 2014

''Sobre o papel das mulheres, adiante, com cautela.'' Artigo de Lucetta Scaraffia


Diante de um mundo que cada vez mais fala a linguagem midiática, que efeito pode causar uma grande e importantíssima instituição global que fala apenas através de vozes masculinas?

A reflexão é da historiadora italiana Lucetta Scaraffia, membro do Comitê Italiano de Bioética e professora da Universidade La Sapienza de Roma. O artigo foi publicado no jornal Il Messaggero, 30-06-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis o texto.

O Papa Francisco não disse palavras novas sobre as mulheres na entrevista – a primeira concedida a uma mulher –, mas a novidade já está no fato de que, pela primeira vez, quem lhe fez perguntas sobre o lugar da mulher na Igreja está diretamente envolvida.

O clima cordial – em certos momentos, até mesmo divertido e brincalhão – em que a entrevista foi realizada prova mais uma vez, se fosse necessário, que Bergoglio está acostumado a falar com as mulheres, a ouvi-las, a levar em conta o seu ponto de vista: "As mulheres são a coisa mais bonita que Deus fez" e são indispensáveis à Igreja, não por acaso representada por um substantivo feminino, repete ele mais uma vez.

Mas essas palavras foram proferidas pelo papa em discursos sobre temas gerais, e faltou, ao menos até agora, uma intervenção, um documento totalmente dedicado às mulheres. O Papa Francisco deve agir junto com a Igreja, deve levar em conta o parecer dos seus colaboradores mais próximos e do sentimento difuso entre o clero, como confirma justamente essa entrevista. E sabemos que não são muitos os membros do clero que o seguem nessa abertura.

Por isso, em vez de falar logo de dar um novo posto às mulheres em papéis diretivos, Francisco fala de aprofundamento teológico. Se, de fato, a inovação chegar não como adequação às mudanças sociais impostas pela modernidade, mas sim como profunda compreensão do papel da mulher – e, mais em geral, dos aspectos femininos – na construção da tradição cristã, então a mudança será compreendida por todos e será enraizada em profundidade.

As razões da prudência do papa, portanto, são compreensíveis e motivadas. Não se pode pensar em intervir com a varinha mágica, nem mesmo sendo o papa. Mas, por outro lado, é difícil, hoje, aceitar que o Sínodo sobre a família não preveja, na sua abertura, a escuta de menos um ponto de vista feminino.

Diante de um mundo que cada vez mais fala a linguagem midiática, que efeito pode causar uma grande e importantíssima instituição global que fala apenas através de vozes masculinas? Provavelmente, muitas posições da Igreja sobre os problemas graves e complexos seriam entendidos melhor se fossem apresentadas por uma mulher.

Para dar um único exemplo: se a polêmica questão dos preservativos para conter a epidemia da Aids fosse explicado por uma missionária que vive e atua em uma região marcada por essa terrível doença, em vez de um ótimo diplomata, ela não seria ouvida, talvez, com maior interesse?

Fonte: IHU

MEC publica portaria que estende Fies à pós-graduação


A portaria que estende o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) a cursos de mestrado, mestrado profissional, doutorado e educação profissional técnica de nível médio está publicada na edição de hoje (2) do Diário Oficial da União. Antes, o financiamento era direcionado apenas à graduação.

A medida foi anunciada ontem (1º) pelo ministro da Educação, Henrique Paim. Ele informou que a demanda principal vem de alunos de curso de mestrado. A adesão ao sistema será aberta primeiro para as instituições privadas e, depois, para os estudantes. Em seguida, a inscrição manterá fluxo contínuo. Para participar do Fies, a instituição precisa ter cursos bem avaliados pelo MEC.

O Fies da pós-graduação não atenderá a cursos de especialização, os chamados lato sensu, nem cursos de ensino a distância. Alunos já contemplados com bolsas de estudo pelo Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições de Ensino Particulares (Prosup) também não poderão solicitar o financiamento.

Fonte: Agência Brasil

29 junho, 2014

As Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) no documento nº 100 da CNBB – Comunidade de Comunidades: Uma Nova Paróquia

As Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) no documento 
nº 100 da CNBB 
 Comunidade de Comunidades: Uma Nova Paróquia

“mantendo-se em comunhão com seu bispo, e inserindo-se no projeto da pastoral diocesana, as CEBs se convertem em sinal de vitalidade na Igreja Particular”.

No capítulo 5 – Sujeitos e Tarefas da Conversão Paroquial o documento apresenta as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), como sendo instrumento que permite ao povo “chegar a um conhecimento maior da Palavra de Deus, ao compromisso social em nome do Evangelho, ao surgimento de novos serviços leigos e à educação da fé dos adultos”. 

Elas “trazem um novo ardor evangelizador e uma capacidade de diálogo com o mundo que renovam a Igreja”, mas, para isso, é preciso que elas “não percam o contato com esta realidade muito rica da paróquia local”. “mantendo-se em comunhão com seu bispo, e inserindo-se no projeto da pastoral diocesana, as CEBs se convertem em sinal de vitalidade na Igreja Particular”.

As CEBs constituem “em nosso país, uma realidade que expressa um dos traços mais dinâmicos da vida da Igreja” e continuam sendo um “sinal da vitalidade da Igreja”. Por isso, “como pastores, atentos à vida da Igreja em nossa sociedade, queremos olhá-las com carinho, estar à sua escuta e tentar descobrir através de sua vida, tão intimamente ligada à história do povo no qual elas estão inseridas, o caminho que se abre diante delas para o futuro”.

As CEBs são a presença da Igreja junto aos mais simples, comprometendo-se com eles em buscar uma sociedade mais justa e solidária. Elas constituem “uma forma privilegiada de vivência comunitária da fé, inserida no seio da sociedade em perspectiva profética”.
Também as CEBs são desafiadas a não esmorecer diante dos desafios impostos pelo atual contexto de mudança de época.

As CEBs se caracterizam, em geral, pela formação de comunidades territorialmente estabelecidas, com forte acento missionário e ligado ao compromisso sociotransformador. Tendo a sua centralidade na Palavra de Deus, na Eucaristia e no valor do pequeno grupo que forma a comunidade, a fraternidade e a solidariedade que engajam o cristão em favor do Reino de Deus, as CEBs contribuem com a conversão pastoral da paróquia.

28 junho, 2014

Copa do Mundo 2014 - Brasil elimina o Chile

Brasil elimina o Chile nas cobranças de pênalti, por 3 a 2, após empate por 1 a 1 até o fim da prorrogação.


27 junho, 2014

Programas de apoio a agricultores africanos se inspiram em iniciativa brasileira de combate à fome

Os esforços brasileiros no combate à fome serviram como exemplo para países africanos que procuram experiências de sucesso para aumentar a produtividade local entre as populações que sofrem com a insegurança alimentar. Essa iniciativa foi apresentada em um seminário organizado pelo programa PAA Africa – do inglês “Purchase from Africans for Africa” (Aquisição de Alimentos dos Africanos para a África) – organizado na Etiópia no começo de junho.
O Seminário de Trocas de Experiências do PAA África e Mercados Institucionais promoveu o intercâmbio de experiências como a do Brasil, do Reino Unido e de outros países africanos para facilitar o processo de aprendizado e potencializar a compra local de alimentos.
Esse processo colaborativo também incentiva o desenvolvimento rural dos pequenos produtores e a construção de resiliência no campo de forma sustentável, com o objetivo de erradicar a fome e a desnutrição na região.
“Durante esse seminário, a troca de experiências entre os participantes alcançou um novo nível de conhecimento, já que os países africanos começam a aprender a partir dos seus próprios modelos adaptados do PAA. Baseado nesses exemplos, cada país pode planejar o seu plano de ação e melhorar os seus próprios modelos quando voltam para casa”, disse o coordenador do PAA África na FAOIsrael Klug.
O Brasil detalhou a importância da criação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) e da participação da sociedade civil e do governo para, juntos, construírem e implementarem políticas públicas. Entre elas, o Programa de Aquisição Alimentar, que promove o acesso a alimentos às populações em situação de insegurança alimentar e promove a inclusão social e econômica no campo por meio do fortalecimento da agricultura familiar.
A cidade de Hawassa, na Etiópia, também foi apresentada como outro exemplo de sucesso, que conta com o apoio do governo regional para garantir a compra de alimentos de cooperativas locais para o abastecimento de hospitais, universidades, prisões e escolas.
No Níger, um fundo especial aberto às contribuições públicas e privadas, também se destacou como um mecanismo eficaz para garantir a sustentabilidade econômica das políticas relacionadas à segurança alimentar.
Além do Brasil, o Seminário contou com a presença dos cinco países participantes do programa – Etiópia, Malauí, Moçambique, Níger e Senegal – e do Reino Unido, que junto do Brasil é outro parceiro do programa. O evento reuniu na capital Adis Abeba outros especialistas de Gana, Togo, África do Sul, representantes da sociedade civil, da União Africana e do Novas Parcerias para o Desenvolvimento da África (“New Partnership for Africa’s Development” – NEPAD), o Instituto Lula, além de duas agências da ONU, a Organização das Nações Unidas para a alimentação e Agricultura (FAO) e o Programa Mundial de Alimentos (PMA).
Saiba mais sobre a iniciativa em paa-africa.org/pt
Fonte:  sítio da ONU Brasil

26 junho, 2014

Ave Maria Orquestra Paulistana de Viola Caipirawmv1

Jesus: o novo modo de ser pastor


Jesus: o novo modo de ser pastor

Jesus se apresentava como o Bom Pastor (cf. Jo 10,11). Com bondade e ternura acolhia o povo, sobretudo os pobres (cf. Mc 6,34; Mt 11,28-29). Seu agir revelava um novo jeito de cuidar das pessoas.

Ele ia ao encontro delas, estabelecendo com as mesmas uma relação direta e acolhedora. Jesus apresentava um caminho de vida nova: “Vinde a mim, todos vós que estais cansados e carregados de fardos, e eu vos darei descanso” (Mt 11,28-30).

Jesus tinha um cuidado especial para com os doentes (cf. Mc 1,32), afastados do convívio social, porque eram considerados castigados e viviam de esmolas. Lançava-lhes um novo olhar, por isso tocava-os para curá-los, tanto da enfermidade quanto da exclusão social.

Jesus anunciava a Boa-Nova do Reino para todas e todos. Não excluía ninguém. Oferecia um lugar aos que não tinham vez na convivência humana. Recebia como irmão e irmã aqueles que o sistema religioso e a sociedade desprezavam e excluíam: prostitutas e pecadores (cf. Mt 21,31-32); pagãos e samaritanos (cf. Lc 7,2-10); leprosos e possessos (cf. Mt 8,2-4); mulheres, crianças e doentes (cf. Lc 18,9-14); e muitos pobres (cf. Mt 5,3).

Jesus andou pelos povoados da Galileia anunciando ao povo o Reino de Deus (cf. Mc 2,13) e o povo ficava admirado com sua pregação ligada ao cotidiano da vida (cf. Mc 12,37). As parábolas mostravam sua capacidade de comparar as coisas de Deus com a simplicidade da vida: sal, luz, semente, crianças e pássaros. 
Jesus ensinava de forma interativa, pois levava as pessoas a participarem da descoberta da verdade.
Por isso, o povo percebeu “um ensinamento novo e com autoridade” (Mc 1,27). Sua própria vida era o testemunho do que ensinava.

Fonte: documento100 da CNBB – Comunidade de Comunidade: Uma nova Paróquia

24 junho, 2014

Brasil é o 10º país com mais terras para agricultura orgânica

Brasil é o 10º país com mais terras para agricultura orgânica 

O Brasil é o décimo país em extensão de terras voltadas à agricultura orgânica, segundo dados da Federação Internacional de Agricultura Orgânica.

Ao todo, são 705 mil hectares destinados a essa finalidade. Todavia, a proporção em relação ao total de terra agrícola ainda é pequena: de apenas 0,27%. Para o manejo dessas terras, segundo o levantamento, o Brasil conta com mais de 12 mil pequenos agricultores e trabalhadores do campo.

Com a realização da Copa do Mundo no país, o governo brasileiro tenta desenvolver esse setor por meio da Campanha Brasil Orgânico e Sustentável. A iniciativa tem instalado pontos de venda dos produtos em mais de dez cidades-sede dos jogos. O objetivo é usar o Mundial para aumentar os números da produção orgânica tanto em relação ao consumo interno como de exportações.

Atualmente, no topo da lista da Federação Internacional de Agricultura Orgânica está a Austrália. O país da Oceania conta com 12 milhões de hectares voltados aos orgânicos. A fatia do total da terra agrícola destinada a esse tipo de produto é de 2,93%.

Os 10 países com maior quantidade de terras voltadas à agricultura orgânica são:

1) Austrália: 12 milhões de hectares
2) Argentina: 3,6 milhões de hectares
3) EUA: 2,1 milhões de hectares
4) China - 1,9 milhão de hectares
5) Espanha - 1,6 milhão de hectares
6) Itália - 1,1 milhão de hectares
7) Alemanha - 1 milhão de hectares
8) França - 1 milhão de hectares
9) Canadá - 833 mil hectares
10 - Brasil - 705 mil hectares

Fonte: portal EcoD

Seis estádios da Copa do Mundo conquistam o certificado Leed




Seis estádios da Copa do Mundo conquistam o certificado Leed
Reconhecimento internacional quando o assunto são as construções ambientalmente corretas.

Seis estádios da Copa do Mundo conquistaram na quarta-feira, 18 de junho, a certificação Leadership in Energy & Environmental Design (Leed), selo sustentável de maior reconhecimento internacional quando o assunto são as construções ambientalmente corretas.

Palco da final do mundial em 13 de julho, o Maracanã foi um dos estádios que conquistou o selo. O empreendimento também servirá como um grande espaço esportivo para os Jogos Olímpicos do Rio de 2016, quando sediará as cerimônias de abertura e encerramento, bem como outros eventos esportivos.

Os demais estádios com certificação Leed para a Copa do Mundo incluem a Arena Castelão, em Fortaleza, a Arena Fonte Nova, em Salvador, o Mineirão, em Belo Horizonte, a Arena da Amazônia, em Manaus e a Arena Pernambuco, em Recife.

"De fato, todo o Brasil está fazendo história com essas certificações. Somos gratos pela liderança demonstrada pelos profissionais do mercado e aplaudimos suas realizações. Os diversos elementos sustentáveis incorporados a estes estádios irão reduzir o impacto ambiental dos jogos no Brasil desde o acesso de trânsito a redução do consumo de água e energia", destacou Felipe Faria, diretor executivo do Green Building Council Brasil.

Cada estádio incorporou recursos sustentáveis que contribuíram para a sua certificação Leed. Por exemplo, a Arena Castelão apresenta uma redução de 67,6% no consumo potável, uma redução de 12,7% no consumo anual de energia e 97% dos resíduos do projeto foram desviados do aterro sanitário. A Arena Fonte Nova, por sua vez, possui 20% de seus materiais de construção feitos de material reciclado, 75% dos resíduos do projeto de construção desviados do aterro sanitário e 35% de sua energia proveniente de fontes renováveis como solar e eólica.

Fonte: portal EcoD