23 junho, 2014

Dilma consolida democracia participativa – Uma conquista histórica


Decreto Nº 8.243, de 23 de Maio de 2014
Institui a Política Nacional de Participação Social – PNPS

A presidenta Dilma Rousseff assinou, no mês de maio, um decreto que institui a Política Nacional de Participação Social prevista na constituição desde 1988. 

De acordo com o decreto “fica instituída” a política, “com o objetivo de fortalecer e articular os mecanismos e as instâncias democráticas de diálogo e a atuação conjunta entre a administração pública federal e a sociedade civil”.

Um conquista histórica, espaços de diálogo com a sociedade que são fundamentais na construção da verdadeira democracia. 

A direita e a imprensa tendenciosa de forma suja se opõe a iniciativa do governo. 

A Política Nacional de Participação Social define, como as cidadãs e os cidadãos podem estabelecer diálogo com as diversas instâncias da administração pública federal, conforme dispõe a Lei 10.683/2003. 

Essa lei foi votada da Câmara e no Senado e sancionada pela Presidência da República. E, como ocorre com qualquer lei, precisa de um decreto regulamentador que, de acordo com o artigo 84 da Constituição Federal, pode ser apresentado ao Congresso pelo Executivo.

Conheça o Decreto Nº 8.243, de 23 de Maio de 2014

Institui a Política Nacional de Participação Social – PNPS e o Sistema Nacional de Participação Social – SNPS, e dá outras providências.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput, incisos IV e VI, alínea “a”, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 3º, caput, inciso I, e no art. 17 da Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003,
DECRETA:

Art. 1º Fica instituída a Política Nacional de Participação Social – PNPS, com o objetivo de fortalecer e articular os mecanismos e as instâncias democráticas de diálogo e a atuação conjunta entre a administração pública federal e a sociedade civil.

Parágrafo único. Na formulação, na execução, no monitoramento e na avaliação de programas e políticas públicas e no aprimoramento da gestão pública serão considerados os objetivos e as diretrizes da PNPS.

Art. 2º Para os fins deste Decreto, considera-se:

I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações;

II – conselho de políticas públicas – instância colegiada temática permanente, instituída por ato normativo, de diálogo entre a sociedade civil e o governo para promover a participação no processo decisório e na gestão de políticas públicas;

III – comissão de políticas públicas – instância colegiada temática, instituída por ato normativo, criada para o diálogo entre a sociedade civil e o governo em torno de objetivo específico, com prazo de funcionamento vinculado ao cumprimento de suas finalidades;

IV – conferência nacional – instância periódica de debate, de formulação e de avaliação sobre temas específicos e de interesse público, com a participação de representantes do governo e da sociedade civil, podendo contemplar etapas estaduais, distrital, municipais ou regionais, para propor diretrizes e ações acerca do tema tratado;

V – ouvidoria pública federal – instância de controle e participação social responsável pelo tratamento das reclamações, solicitações, denúncias, sugestões e elogios relativos às políticas e aos serviços públicos, prestados sob qualquer forma ou regime, com vistas ao aprimoramento da gestão pública;

VI – mesa de diálogo – mecanismo de debate e de negociação com a participação dos setores da sociedade civil e do governo diretamente envolvidos no intuito de prevenir, mediar e solucionar conflitos sociais;

VII – fórum interconselhos – mecanismo para o diálogo entre representantes dos conselhos e comissões de políticas públicas, no intuito de acompanhar as políticas públicas e os programas governamentais, formulando recomendações para aprimorar sua intersetorialidade e transversalidade;

VIII – audiência pública – mecanismo participativo de caráter presencial, consultivo, aberto a qualquer interessado, com a possibilidade de manifestação oral dos participantes, cujo objetivo é subsidiar decisões governamentais;

IX – consulta pública – mecanismo participativo, a se realizar em prazo definido, de caráter consultivo, aberto a qualquer interessado, que visa a receber contribuições por escrito da sociedade civil sobre determinado assunto, na forma definida no seu ato de convocação; e

X – ambiente virtual de participação social – mecanismo de interação social que utiliza tecnologias de informação e de comunicação, em especial a internet, para promover o diálogo entre administração pública federal e sociedade civil.

Parágrafo único. As definições previstas neste Decreto não implicam na desconstituição ou alteração de conselhos, comissões e demais instâncias de participação social já instituídos no âmbito do governo federal.

Art. 3º São diretrizes gerais da PNPS:

I – reconhecimento da participação social como direito do cidadão e expressão de sua autonomia;

II – complementariedade, transversalidade e integração entre mecanismos e instâncias da democracia representativa, participativa e direta;

III – solidariedade, cooperação e respeito à diversidade de etnia, raça, cultura, geração, origem, sexo, orientação sexual, religião e condição social, econômica ou de deficiência, para a construção de valores de cidadania e de inclusão social;

IV – direito à informação, à transparência e ao controle social nas ações públicas, com uso de linguagem simples e objetiva, consideradas as características e o idioma da população a que se dirige;

V – valorização da educação para a cidadania ativa;

VI – autonomia, livre funcionamento e independência das organizações da sociedade civil; e

VII – ampliação dos mecanismos de controle social.

Art. 4º São objetivos da PNPS, entre outros:

I – consolidar a participação social como método de governo;

II – promover a articulação das instâncias e dos mecanismos de participação social;

III – aprimorar a relação do governo federal com a sociedade civil, respeitando a autonomia das partes;

IV – promover e consolidar a adoção de mecanismos de participação social nas políticas e programas de governo federal;

V – desenvolver mecanismos de participação social nas etapas do ciclo de planejamento e orçamento;

VI – incentivar o uso e o desenvolvimento de metodologias que incorporem múltiplas formas de expressão e linguagens de participação social, por meio da internet, com a adoção de tecnologias livres de comunicação e informação, especialmente, softwares e aplicações, tais como códigos fonte livres e auditáveis, ou os disponíveis no Portal do Software Público Brasileiro;

VII – desenvolver mecanismos de participação social acessíveis aos grupos sociais historicamente excluídos e aos vulneráveis;

VIII – incentivar e promover ações e programas de apoio institucional, formação e qualificação em participação social para agentes públicos e sociedade civil; e

IX – incentivar a participação social nos entes federados.

Art. 5º Os órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta deverão, respeitadas as especificidades de cada caso, considerar as instâncias e os mecanismos de participação social, previstos neste Decreto, para a formulação, a execução, o monitoramento e a avaliação de seus programas e políticas públicas.

§ 1º Os órgãos e entidades referidos no caput elaborarão, anualmente, relatório de implementação da PNPS no âmbito de seus programas e políticas setoriais, observadas as orientações da Secretaria-Geral da Presidência da República.

§ 2º A Secretaria-Geral da Presidência da República elaborará e publicará anualmente relatório de avaliação da implementação da PNPS no âmbito da administração pública federal.

Art. 6º São instâncias e mecanismos de participação social, sem prejuízo da criação e do reconhecimento de outras formas de diálogo entre administração pública federal e sociedade civil:

I – conselho de políticas públicas;

II – comissão de políticas públicas;

III – conferência nacional;

IV – ouvidoria pública federal;

V – mesa de diálogo;

VI – fórum interconselhos;

VII – audiência pública;

VIII – consulta pública; e

IX – ambiente virtual de participação social.

Art. 7º O Sistema Nacional de Participação Social – SNPS, coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência da República, será integrado pelas instâncias de participação social previstas nos incisos I a IV do art. 6º deste Decreto, sem prejuízo da integração de outras formas de diálogo entre a administração pública federal e a sociedade civil.

Parágrafo único. A Secretaria-Geral da Presidência da República publicará a relação e a respectiva composição das instâncias integrantes do SNPS.

Art. 8º Compete à Secretaria-Geral da Presidência da República:

I – acompanhar a implementação da PNPS nos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta;

II – orientar a implementação da PNPS e do SNPS nos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta;

III – realizar estudos técnicos e promover avaliações e sistematizações das instâncias e dos mecanismos de participação social definidos neste Decreto;

IV – realizar audiências e consultas públicas sobre aspectos relevantes para a gestão da PNPS e do SNPS; e

V – propor pactos para o fortalecimento da participação social aos demais entes da federação.

Art. 9º Fica instituído o Comitê Governamental de Participação Social – CGPS, para assessorar a Secretaria-Geral da Presidência da República no monitoramento e na implementação da PNPS e na coordenação do SNPS.

§ 1º O CGPS será coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência da República, que dará o suporte técnico-administrativo para seu funcionamento.

§ 2º Ato do Ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República disporá sobre seu funcionamento.

Art.10. Ressalvado o disposto em lei, na constituição de novos conselhos de políticas públicas e na reorganização dos já constituídos devem ser observadas, no mínimo, as seguintes diretrizes:

I – presença de representantes eleitos ou indicados pela sociedade civil, preferencialmente de forma paritária em relação aos representantes governamentais, quando a natureza da representação o recomendar;

II – definição, com consulta prévia à sociedade civil, de suas atribuições, competências e natureza;

III – garantia da diversidade entre os representantes da sociedade civil;

IV – estabelecimento de critérios transparentes de escolha de seus membros;

V – rotatividade dos representantes da sociedade civil;

VI – compromisso com o acompanhamento dos processos conferenciais relativos ao tema de sua competência; e

VII – publicidade de seus atos.

§ 1º A participação dos membros no conselho é considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada.

§ 2º A publicação das resoluções de caráter normativo dos conselhos de natureza deliberativa vincula-se à análise de legalidade do ato pelo órgão jurídico competente, em acordo com o disposto na Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993.

§ 3º A rotatividade das entidades e de seus representantes nos conselhos de políticas públicas deve ser assegurada mediante a recondução limitada a lapso temporal determinado na forma dos seus regimentos internos, sendo vedadas três reconduções consecutivas.

§ 4º A participação de dirigente ou membro de organização da sociedade civil que atue em conselho de política pública não configura impedimento à celebração de parceria com a administração pública.

§ 5º Na hipótese de parceira que envolva transferência de recursos financeiros de dotações consignadas no fundo do respectivo conselho, o conselheiro ligado à organização que pleiteia o acesso ao recurso fica impedido de votar nos itens de pauta que tenham referência com o processo de seleção, monitoramento e avaliação da parceria.

Art. 11. Nas comissões de políticas públicas devem ser observadas, no mínimo, as seguintes diretrizes:

I – presença de representantes eleitos ou indicados pela sociedade civil;

II – definição de prazo, tema e objetivo a ser atingido;

III – garantia da diversidade entre os representantes da sociedade civil;

IV – estabelecimento de critérios transparentes de escolha de seus membros; e

V – publicidade de seus atos.

Art. 12. As conferências nacionais devem observar, no mínimo, as seguintes diretrizes:

I – divulgação ampla e prévia do documento convocatório, especificando seus objetivos e etapas;

II – garantia da diversidade dos sujeitos participantes;

III – estabelecimento de critérios e procedimentos para a designação dos delegados governamentais e para a escolha dos delegados da sociedade civil;

IV – integração entre etapas municipais, estaduais, regionais, distrital e nacional, quando houver;

V – disponibilização prévia dos documentos de referência e materiais a serem apreciados na etapa nacional;

VI – definição dos procedimentos metodológicos e pedagógicos a serem adotados nas diferentes etapas;

VII – publicidade de seus resultados;

VIII – determinação do modelo de acompanhamento de suas resoluções; e

IX – indicação da periodicidade de sua realização, considerando o calendário de outros processos conferenciais.

Parágrafo único. As conferências nacionais serão convocadas por ato normativo específico, ouvido o CGPS sobre a pertinência de sua realização.

Art. 13. As ouvidorias devem observar as diretrizes da Ouvidoria-Geral da União da Controladoria-Geral da União nos termos do art. 14, caput, inciso I, do Anexo I ao Decreto nº 8.109, de 17 de setembro de 2013.

Art. 14. As mesas de diálogo devem observar, no mínimo, as seguintes diretrizes:

I – participação das partes afetadas;

II – envolvimento dos representantes da sociedade civil na construção da solução do conflito;

III – prazo definido de funcionamento; e

IV – acompanhamento da implementação das soluções pactuadas e obrigações voluntariamente assumidas pelas partes envolvidas.

Parágrafo único. As mesas de diálogo criadas para o aperfeiçoamento das condições e relações de trabalho deverão, preferencialmente, ter natureza tripartite, de maneira a envolver representantes dos empregados, dos empregadores e do governo.

Art. 15. Os fóruns interconselhos devem observar, no mínimo, as seguintes diretrizes:

I – definição da política ou programa a ser objeto de debate, formulação e acompanhamento;

II – definição dos conselhos e organizações da sociedade civil a serem convidados pela sua vinculação ao tema;

III – produção de recomendações para as políticas e programas em questão; e

IV – publicidade das conclusões.

Art. 16. As audiências públicas devem observar, no mínimo, as seguintes diretrizes:

I – divulgação ampla e prévia do documento convocatório, especificado seu objeto, metodologia e o momento de realização;

II – livre acesso aos sujeitos afetados e interessados;

III – sistematização das contribuições recebidas;

IV – publicidade, com ampla divulgação de seus resultados, e a disponibilização do conteúdo dos debates; e

V – compromisso de resposta às propostas recebidas.

Art. 17. As consultas públicas devem observar, no mínimo, as seguintes diretrizes:

I – divulgação ampla e prévia do documento convocatório, especificando seu objeto, metodologia e o momento de realização;

II – disponibilização prévia e em tempo hábil dos documentos que serão objeto da consulta em linguagem simples e objetiva, e dos estudos e do material técnico utilizado como fundamento para a proposta colocada em consulta pública e a análise de impacto regulatório, quando houver;

III – utilização da internet e de tecnologias de comunicação e informação;

IV – sistematização das contribuições recebidas;

V – publicidade de seus resultados; e

VI – compromisso de resposta às propostas recebidas.

Art. 18. Na criação de ambientes virtuais de participação social devem ser observadas, no mínimo, as seguintes diretrizes:

I – promoção da participação de forma direta da sociedade civil nos debates e decisões do governo;

II – fornecimento às pessoas com deficiência de todas as informações destinadas ao público em geral em formatos acessíveis e tecnologias apropriadas aos diferentes tipos de deficiência;

III – disponibilização de acesso aos termos de uso do ambiente no momento do cadastro;

IV – explicitação de objetivos, metodologias e produtos esperados;

V – garantia da diversidade dos sujeitos participantes;

VI – definição de estratégias de comunicação e mobilização, e disponibilização de subsídios para o diálogo;

VII – utilização de ambientes e ferramentas de redes sociais, quando for o caso;

VIII – priorização da exportação de dados em formatos abertos e legíveis por máquinas;

IX – sistematização e publicidade das contribuições recebidas;

X – utilização prioritária de softwares e licenças livres como estratégia de estímulo à participação na construção das ferramentas tecnológicas de participação social; e

XI – fomento à integração com instâncias e mecanismos presenciais, como transmissão de debates e oferta de oportunidade para participação remota.

Art. 19. Fica instituída a Mesa de Monitoramento das Demandas Sociais, instância colegiada interministerial responsável pela coordenação e encaminhamento de pautas dos movimentos sociais e pelo monitoramento de suas respostas.

§ 1º As reuniões da Mesa de Monitoramento serão convocadas pela Secretaria-Geral da Presidência da República, sendo convidados os Secretários-Executivos dos ministérios relacionados aos temas a serem debatidos na ocasião.

§ 2º Ato do Ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República disporá sobre as competências específicas, o funcionamento e a criação de subgrupos da instância prevista no caput.

Art. 20. As agências reguladoras observarão, na realização de audiências e consultas públicas, o disposto neste Decreto, no que couber.

Art. 21. Compete à Casa Civil da Presidência da República decidir sobre a ampla divulgação de projeto de ato normativo de especial significado político ou social nos termos do art. 34, caput, inciso II, do Decreto nº 4.176, de 28 de março de 2002.

Art. 22. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 23 de maio de 2014; 193º da Independência e 126º da República.

Dilma Rousseff
Miriam Belchior
Gilberto Carvalho
Jorge Hage Sobrinho

16 junho, 2014

Parabéns e obrigada meu amigo vereador Humberto Henrique


Parabéns e obrigada meu amigo vereador Humberto Henrique

“Eu e Você para acontecer” – esta linda história tem que continuar

Parabéns e obrigada meu amigo vereador Humberto Henrique pelos 10 anos representando o nosso mandato participativo. Obrigada por provar que é sim possível fazer politica de maneira séria, correta e transparente, valorizando a participação popular.

Foi mais ou menos assim que tudo começou:

Um “belo dia”, por volta do ano de 2003 o povo de Deus da Paróquia nossa Senhora da Liberdade e da Capela Nossa Senhora do Rosário (hoje paróquia), percebeu que com as experiências teóricas através dos estudos dos documentos e as experiências na prática estava na hora de lançar as redes para outro lado da barca, buscar novas estratégias, tentar o novo.

Comungavam do anseio de levar às outras pessoas esclarecimentos e orientações sobre a melhor forma de escolher o seu candidato/a. Motivados pelo Documento nº 67 da CNBB, surgiram estudos e conversas informais que despertaram ideias e questionamentos sobre a possibilidade de apoiar ou lançar alguém da comunidade como candidato a disputar uma vaga no Legislativo Municipal na cidade de Maringá-Pr. Nascia assim, o “Mandato Participativo”.

Para representar o tão sonhado “Mandato Participativo”, precisava de uma pessoa, a tarefa do grupo foi escolher apenas um nome, e o escolhido foi o de Humberto Henrique, liderança das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) na paróquia Nossa Senhora da Liberdade.

O povo organizado foi á luta, de rua em rua, casa em casa, noite e dia, domingo a domingo levando a certeza e o sonho de que é possível sim, legislar com transparência em prol do bem comum. Por onde passávamos éramos acolhidos, levamos as pessoas a sonhar e a acreditar e foi e esta sendo lindo demais.

Em 2004 à comunidade e pessoas que acreditaram elegeu Humberto Henrique vereador de Maringá. Quase no final do mandato, novamente a comunidade avaliou e na certeza que o “Mandato Participativo” precisava continuar chegou-se a conclusão que Humberto deveria continuar representando-o e nas eleições de 2008 foi o 4º mais votado da cidade e o que mais recebeu votos pelo Partido dos Trabalhadores em Maringá e nas eleições de 2012, Humberto foi o 2º mais votado e até os dias de hoje, é o único vereador com mandato participativo.

Com a vitória nas urnas, Humberto Henrique conquistou a oportunidade de, juntamente com a comunidade, colocar em prática os compromissos de campanha. Uma missão que hoje abrange reivindicações e atuação em toda a cidade. A participação popular na construção da nossa cidade é a razão da existência deste Mandato e o instrumento necessário para que suas propostas se concretizem. Vereador e o povo junto – “Eu e Você para acontecer”.

Quem não conhece a atuação do Humberto como vereador, não vai entender, más quem conhece sabe que o “Mandato Participativo” vem fazendo a diferença e que Humberto Henrique é sem dúvida um homem cristão e confiável, com profundo amor a Deus e respeito ao próximo, exemplo de que quanto mais a pessoa é exigida na sua coerência de vida, mais ela é chamada a traduzir em atitudes os valores do Evangelho. Valores que nem sempre são compreendidos pela sociedade, mas que trazem transformações na sociedade, no meio político, transformação para o povo.

A participação leiga de forma ativa, criativa e responsável, dentro e fora da Igreja, é fundamental para a evangelização. Sua missão, própria e específica, se realiza no mundo de tal modo que, com seu testemunho e sua atividade, contribui para a transformação das realidades e para a criação de estruturas justas segundo os critérios do Evangelho (cf. DA, 2007, nl. 210, p.102).


Vereador Humberto Henrique convida para participar da plenária de prestação de contas do Mandato Participativo


O Vereador Humberto Henrique convida a todos para participar da plenária de prestação de contas do Mandato Participativo. É nesta quarta-feira, às 19h30, na Câmara Municipal. Confira os detalhes:http://goo.gl/UUbDPy


15 junho, 2014

Assim penso eu


Santíssima Trindade - Paróquia Nossa Senhora da Liberdade 2014



Em vídeo, parte da Missa Santíssima Trindade da Paróquia Nossa Senhora da Liberdade – Maringá – Paraná, realizada no dia 14 de junho de 2014.

Um pequeno ensaio feito por mim,  coordenadora paroquial das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), inicio e acolhimento das Santas e Santos padroeiras e padroeiros das nove CEBs que compõem à paróquia.

Ao celebrar a Santíssima Trindade, a presença amiga de Deus Pai – Filho e Espirito a paróquia celebrou a caminhada das CEBs, que tem sua face revelada em cada idade: jovem, adulta, pequena e idosa.

O pároco da paróquia é o Pe. Dirceu Alves do Nascimento e a Missa foi celebrada pelo Pe. Adacílio Felix de Oliveira, que já trabalhou na paróquia.


A estrutura eclesial da paróquia é organizada em nove CEBs:
Mãe Admirável – Nossa Sra. Aparecida – Nossa Sra. De Fátima – Nossa Sra. Rainha da Paz – Sagrada Família – Santa Luzia – Santa Rita de Cássia – São Francisco de Assis e São José.

12 junho, 2014

'Não entendo o pessimismo com a Copa', diz autor de 'O Ócio Criativo'

Em passagem pelo Brasil às vésperas da Copa, o sociólogo italiano Domenico de Masi, autor de O Ócio Criativo, diz não compreender o desânimo dos brasileiros com o evento. 

"Não entendo por que o pessimismo. Para uma pessoa não brasileira, é difícil entender", afirmou em entrevista à BBC Brasil.
"Os dados estatísticos são todos positivos. Há 196 países no mundo, são 189 abaixo do Brasil. Em qual posição o Brasil deveria estar para ser mais otimista?", provocou o sociólogo.
A reportagem é publicada por BBC Brasil, 12-06-2014.

O entusiasmo com o Brasil fica claro no livro que De Masi veio lançar no país. Em O Futuro Chegou - Modelos de vida para uma sociedade desorientada, o italiano parte da premissa de que tanto o comunismo quanto o capitalismo falharam. Analisa, então, 15 diferentes modelos de desenvolvimento com o objetivo de, a partir deles, propor um novo modelo.
"O Brasil copiou a Europa por 450 anos, mas agora o modelo da Europa está em crise. O Brasil copiou o modelo americano por 50 anos, mas agora esse modelo também está em crise. Agora, o Brasil não pode mais copiar modelos. Precisa criar um modelo seu, autônomo", disse.
Na obra, De Masi destaca a "concepção poética, alegre, sensual e solidária da vida, uma propensão à amizade e à solidariedade, um comportamento aberto à cordialidade". Afirma ainda que os índios já viviam em "ócio criativo", numa síntese de estudo, trabalho e lazer.
Nesta entrevista, rebateu reportagem da revista britânica The Economist, que afirmou que os brasileiros eram improdutivos e que, "a partir do momento em que você pisa no Brasil, você começa a perder tempo".
"Eu, quando chego ao Brasil, fico super produtivo", rebateu.
De Masi destaca que o Brasil ainda não cumpriu seu potencial, mas é o "melhor que o Brasil já foi até hoje". "O futuro já chegou, não precisa mais esperar. Se um país é o 7º do mundo, significa que o futuro já chegou."
Leia abaixo trechos da entrevista.
Brasil
A atual sociedade global não tem modelo, é preciso criar um. Para isso, temos que analisar todos os modelos, pegar as coisas boas e tirar o negativo.
O Brasil tem como positivo a alegria, a solidariedade, o otimismo, o senso estético. Negativos são a violência, corrupção, analfabetismo e a distância entre ricos e pobres.
O Brasil atual não é o melhor Brasil possível, mas é o melhor que o Brasil já foi até hoje. Há mais longevidade, aumentou o PIB geral e o per capita, há mais universidades, escolas, e a democracia é completa.
Formação cultural
O Brasil tem quatro matrizes culturais: índia, portuguesa, africana e mundial, europeia, mas também oriental, asiática.
Do modelo índio, pode-se pegar a dimensão estética, a convivência, a relação harmoniosa com a natureza.
Do modelo português podemos pegar o empreendedorismo, o espírito de aventura.
Da matriz africana, a preocupação com o corpo, a musicalidade, o sincretismo religioso, e do modelo que vem dos outros países do mundo, a globalidade.
Pessimismo
No livro, digo que os brasileiros são otimistas, com base em uma pesquisa. O resultado dela é que aspectos importantes do Brasil são a solidariedade, alegria, sensualidade, espírito de acolhimento.
Não entendo por que o pessimismo com a Copa. Para uma pessoa não brasileira, é difícil entender. Os dados estatísticos são todos positivos, não são negativos.
O Brasil é o sétimo maior PIB do mundo. Sabe quantos são os países? 196. O Brasil é o 7º posto. São 189 países abaixo do Brasil, de acordo com o PIB. Em qual posição o Brasil deveria estar para ser mais otimista?
Não é fácil explicar o pessimismo. Se o país fez um investimento no evento, o dinheiro gasto é maior ou menor que o dinheiro que vai ganhar? Se a percepção é que os gastos serão maiores, por que o Brasil fez a Copa? Para mim, não está claro se é bom ou não.
A Copa e a Olimpíada não vão fazer os serviços melhores? Eu vi todos os aeroportos renovados. Porto Alegre, Brasília, São Paulo, Rio, estavam fazendo reformas em tudo. Aqui no Rio só vejo obras. A impressão é que há coisas mudando, mas isso vocês também podem ver.
Protestos
Eu penso que os protestos são uma fase de maturação do Brasil. A corrupção sempre esteve no Brasil. Mas a contestação à corrupção é um fato novo. É interessante porque foi a primeira vez que houve uma forte contestação contra a corrupção.
Produtividade
Eu, quando chego ao Brasil, sou super produtivo. A falta de produtividade no Brasil se deve muito à desorganização urbana. O trânsito em São Paulo é sempre terrível, por exemplo. As pessoas perdem horas pra chegar ao trabalho, perde-se muita produção.
O modelo brasileiro de produtividade é muito bom, porque a relações não são só racionais, são emotivas. Isso é ótimo. Mas contra a produtividade há a desorganização e a burocracia.
Aquilo que é necessário hoje a uma pessoa que trabalha é a criatividade. A criatividade é uma síntese entre fantasia e concretude. A fantasia é emotividade, e a concretude é racionalidade.
O brasileiro é mais criativo, porque há fantasia e concretude. Os americanos só têm concretude. Os napolitanos, só fantasia.
Distribuição de riqueza
Os economistas falam de crise, mas não há uma crise. A crise é algo que acaba, e esse processo que está acontecendo no mundo não vai acabar. Há uma redistribuição da riqueza mundial. Os países pobres ficarão sempre mais ricos e os ricos, mais pobres.
Não li o livro do [economista francês] Thomas Piketty (O Capital no Século XXI), por isso não posso fazer um comentário. Mas esse aumento na diferença entre poucos ricos e muitos pobres não é novidade, foi dito há 15 anos no meu livro.
Há uma diferença da situação mundial e daquela de dentro dos países. A riqueza do mundo aumenta em geral 3 pontos por ano. Alguns países pobres, como a China, Índia e Brasil, há 30 anos aumentam a riqueza. Mas dentro da China, dentro do Brasil, dentro da Índia, alguns estão ficando mais ricos, e outros mais pobres.
País do futuro
O Brasil copiou a Europa por 450 anos, mas agora o modelo da Europa está em crise. O Brasil copiou o modelo americano por 50 anos, mas agora esse modelo também está em crise. Agora, o Brasil não pode mais copiar modelos. Precisa criar um modelo seu, autônomo
Jorge Amando, em um livro de 1930, disse em um certo ponto que Brasil era o país do futuro. Depois, em 1941.Stefan Zweig [escritor austríaco] escreveu Brasil, um país do futuro.
Depois, o governo militar, de 1964 a 1984, dizia sempre que Brasil era o país do futuro. Eu digo que o futuro já chegou, não precisa mais esperar. Se um país é o 7º do mundo, significa que o futuro já chegou.


08 junho, 2014

IV Caminhada da Natureza - Caminhos de Água Boa - 08/06/2014

Momento maravilhoso - inesquecível
Que gostoso andar no meio da mata, na lama, paisagens lindas, alguns trechos da trilha meio difícil, aff!!
E para ficar melhor ainda com amigas e amigos tão queridos.














Transferências de padres na Arquidiocese de Maringá

A Arquidiocese de Maringá, por necessidades pastorais, comunica a transferências de padres que serão efetivadas a partir do mês de julho de 2014. As transferências foram comunicadas ao clero na reunião conjunta realizada nessa quinta-feira (05).

Padre Valter Antônio Brandão deixa a Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe e vai para a Paróquia Bom Jesus, em Aquidaban – Marialva.

Padre Janilson Canuto, atual pároco na Paróquia São Silvestre em Maringá, assumirá a Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe.

Padre Rildo da Luz Ferreira, pároco da Paróquia Bom Jesus em Aquidaban, vai cursar doutorado na França.

Quem assume a Paróquia São Silvestre é o padre Alécio Carini, hoje vigário em Paiçandu, na Paróquia Santo Cura d’Ars.

Padre Roberto Aparecido de Souza será transferido da Paróquia Nossa Senhora Rainha em Atalaia para a Paiçandu, como vigário na Paróquia Jesus Bom Pastor.

Padre Nelson Aparecido Maia, atual pároco da Paróquia Nossa Senhora do Rosário em Maringá vai assumir como pároco em Atalaia.

Padre Luiz Antônio Bento assumirá como pároco da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, no conjunto Requião.

Padre Edmilson Teixeira Busquim foi nomeado Vigário Paroquial da Paróquia Santo Expedito em Maringá e continuará como Capelão Hospitalar de Maringá.

07 junho, 2014

Padre João Caruana está internado em estado grave

Padre João Caruana está internado em estado grave

Amo Pe. João. A uns dez dias atrás ele me cobrou uma visita, ele reclamou que eu estava esquecendo dele. Padre João sempre foi um pai, tudo fazia para ficar do meu lado, sempre apoio minhas idéias, brigava se fosse necessário para mim defender. Que o nosso Deus o abençoe.
Ele esta na UTI internado em estado grave na Santa Casa, desde a tarde de sexta-feira (06).
O diagnóstico médico indica aneurisma na aorta, a maior artéria do corpo.
Ele é vigário na Paróquia Nossa Senhora das Graças em Sarandi-Pr

06 junho, 2014

casal dança espetacular em show de televisao

Em vídeo, parte do discurso do Pe. Dirceu Alves do Nascimento




Em vídeo, parte do discurso do Pe. Dirceu Alves do Nascimento pronunciado na Sessão Itinerante da Câmara Municipal de Maringá, realizada no dia 27 de maio de 2014 no salão paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Liberdade. 

“Todos sabem, nunca teremos um executivo totalmente voltado aos mais necessitados, nunca teremos um povo bem atendido em seus direitos sem um legislativo forte e independente.” 

A pesquisa é um instrumento democrático

Para tudo sempre haverá mais de uma versão. O que é certo e o errado.

Muitas vezes dependerá do destaque que se der ao caso e mais expressivo ainda para que lado vai pender o interesse dos envolvidos.

Sendo assim, o que é certo ou que é errado, sempre estará sujeito a controvérsias.

Acredito que a pesquisa é um instrumento democrático, um canal de manifestação da opinião pública, no processo político-eleitoral geram alguns problemas e rejeição por parte de alguns. 

Há quem diga que as pesquisas erram e são manipuladas. Que elas direcionam em quem votar. E assim passam a ser tratadas como um instrumento que deveria ser proibido.

No caso das pesquisas eleitorais, sabemos que muitas vezes elas são utilizadas como instrumentos de manipulação pelos grupos dominantes e a mídia delas se utiliza com uma falta de ética total.

Aí eu pergunto, como ficam as manchetes dos jornais, a cobertura da televisão, publicações tão sem conteúdo confiável nas redes sociais, os depoimentos de personalidades influentes? Será que não são mais maldosos e prejudiciais? 

A nossa opção não pode ser apenas com base na pesquisa de resultado. Eu acredito que o resultado que mostra um candidato na frente do outro não deva ser o único indicador que mostre quem vai ser eleito. 

Precisamos saber perceber quem tem as melhores propostas, o melhor programa de rádio, o melhor programa de televisão, o posicionamento do candidato diante da realidade social, político e econômico, etc.

Precisa sim um controle rígido sobre a pesquisa por parte da justiça, más elas são importantes, mexe com os sentimentos, para quem é militante gera entusiasmo...É... e em outros rejeições.

É importante lembrar que a pesquisa mostra o pensamento de pessoas em um determinado momento. Depois muitas coisas acontecem, notícias, propagandas, debate entre candidatos, venda de votos e tudo isso faz com que a intenção de voto do povo mude e acredito que isso muda os números de novas pesquisas. 

Más hoje, conhecendo quem esta por trás da mídia, deve ser doido divulgar certos resultados.

Presidenta Dilma continua na frente na disputa pela Presidência da República

A presidenta do Brasil Dilma Rousseff continua na frente na disputa pela Presidência da República, conforme pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira no site do jornal Folha de São Paulo.

A pesquisa indica que a presidenta Dilma (PT) tem 34% das intenções de voto, contra 35% dos dez demais candidatos somados.
Segue os números do Datafolha:
- Dilma Rousseff (PT): 34%
- Aécio Neves (PSDB): 19%
- Eduardo Campos (PSB): 7%
- Pastor Everaldo (PSC): 4%
- Magno Malta (PR): 2%
- Denise Abreu (PEN): 1%
- Eduardo Jorge (PV): 1%
- José Maria (PSTU): 1%
- Randolfe Rodrigues (PSOL): 0%
- Eymael (PSDC): 0%
- Levy Fidelix (PRTB): 0%
- Mauro Iasi (PCB): 0%
- Brancos/nulos/nenhum: 17%
- Não sabe: 13%

A pesquisa ouviu 4.337 eleitores em 207 municípios entre os dias 3 e 5 deste mês. 
A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

03 junho, 2014

IV Caminhada Caminho da Água Boa


Informações sobre a caminhada


IV Caminhada Caminhos da Água Boa - 08/06/2014

As 08hs Abertura oficial da Caminhada Caminhos da Água Boa, com alongamento.

• O caminhante deverá levar sua garrafinha de água pois não será fornecido copos, apenas reabastecimento das garrafinhas.

Distância: 12000 Metros
Duração: 180 minutos
Pousada de Lazer Rancho Velho Oeste - Estrada da Serrinha de Água Boa

Circuito da Caminhada Caminhos da Água Boa:

Com inúmeros atrativos turísticos naturais como matas com diversas espécies de arvores, córregos, aves, estâncias de lazer, além de produtos da agroindústria e agricultura familiar, o artesanato local, bem como um delicioso almoço. 

CUIDADOS IMPORTANTES

Alonga-se ! O alongamento é necessário antes da caminhada e também depois da caminhada, tanto os membros inferiores quanto os superiores. Isso pode evitar lesões.

Hidrate seu corpo ! Beba bastante água para hidratar. pode beber antes, durante e depois da caminhada.

Não coma muito ! Não coma muito antes de caminhar por que pode dar uma sensação de mal-estar e, até mesmo, prejudicar o exercício físico, trazendo outras complicações.

Mantenha a postura adequada ! E importante permanecer ereto, olhando para frente e com o abdome contraído. Use tênis e roupas adequadas.

Informações importantes: 

A partir das 07hs 30 mm, será servido o café da manhã do campo. 

CAFÉ DO CAMPO ( OPCIONAL) R$ 7,00 REAIS POR PESSOA ...

As 08hs 00 mm Abertura oficial da Caminhada Caminhos da Água Boa, com alongamento.

O encerramento da Caminhada será na Pousada de Lazer Rancho Velho Oeste, com delicioso almoço caseiro. 

ALMOÇO CASEIRO ( OPCIONAL) R$ 15,00 REAIS POR PESSOA ...

COMPRANDO : CAFÉ DA MANHA E ALMOÇO PAGUE: ( R$ 20,00 REAIS POR PESSOA).

Para refletir