12 março, 2019

Escola de Formadores e Articuladores para as CEBs


Escola de Formadores e Articuladores para as CEBs 
3º Etapa 09 e 10 de março de 2019.




















11 março, 2019

Aula Inaugural UEM com Nildo Ouriques - A Crise da Universidade


Presença do Grupo Muzenza de Capoeira na Escola de Formadores e Articuladores para as CEBs

Presença do Grupo Muzenza de Capoeira na Escola de Formadores e Articuladores para as CEBs - 3º Etapa (09 e 10 de março 2019)


Grupo Muzenza de Capoeira contagiou as/os integrantes da Escola de Formadores e Articuladores para as CEBs

Grupo Muzenza de Capoeira contantagiou as/os integrantes da Escola de Formadores e Articuladores para as CEBs 3o. Etapa (09 e 10 de março 2019)


Presença do Grupo Muzenza de Capoeira na Escola de Formadores e Articuladores para as CEBs

Presença do Grupo Muzenza de Capoeira na Escola de Formadores e Articuladores para as CEBs - 3º Etapa.



Escola de Formadores e Articuladores para as CEBs - 3º Etapa.

Escola de Formadores e Articuladores para as CEBs - 3º Etapa - 09 e 10 de março de 2019.

Foto da Mística de abertura da terceira etapa da Escola






















Escola de Formadores e Articuladores para as CEBs - 3º Etapa.

A Escola de Formação de Formadores e Articuladores para as CEBs é coordenada pelo padre Genivaldo Ubinge e por mim Lucimar Moreira Bueno (Lúcia), ambos somos assessores das Comunidades Eclesiais de Base, as CEBs na Arquidiocese de Maringá.

O teólogo Celso Pinto Carias é o assessor convidado para a escola. Carias vive em Duque de Caxias, Estado do Rio de Janeiro. É doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), onde trabalha. Assessor das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) para a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB (Comissão do Laicato, Setor CEBs), vem acompanhando a vida dessas Comunidades desde 1989, quando ajudou a coordenar os serviços do 7º Encontro Intereclesial, em Duque de Caxias. Participa do grupo de assessoras e assessores da Ampliada Nacional das CEBs.

Maringá é sede da Escola de Formação de Formadores e Articuladores para as CEBs com cinquenta e seis integrantes, sendo trinta e seis da Arquidiocese de Maringá, um da diocese de Apucarana e os demais das dioceses que compõe a Província Eclesiástica de Maringá, Campo Mourão, Paranavaí e Umuarama.

A Escola de Formação de Formadores e Articuladores para as CEBs é um projeto apresentado pelas CEBs e aprovado em Assembleia arquidiocesana dentro da prioridade “missão” do 24° Plano de Ação Evangelizadora (2017-2021) da Arquidiocese de Maringá. A necessidade e motivação para a Escola de Formação foi um dos encaminhamentos partilhado pela Arquidiocese de Maringá no 7° Intereclesial das CEBs do Paraná, realizado em abril de 2016, durante o encontro da Província Eclesiástica de Maringá.
Acreditamos na capacitação para continuar no caminho certo. Formar formadoras/res e articuladoras/res para irem ajudar as pessoas de boa vontade que no dia a dia fazem de nossa Igreja uma Igreja viva na base, em nossas CEBs e deparam com os desafios e sentem a necessidade de ampliar seus conhecimentos e o dinamismo que na atualidade se faz necessário para exercer os diversos ministérios leigos.

A terceira etapa, 09 e 10 de março de 2019 esta sendo no Centro de Espiritualidade e Formação Rainha da Paz. 

08 março, 2019

O êxodo quaresmal é o caminho no qual a própria esperança se forma

“O êxodo quaresmal é o caminho no qual a própria esperança se forma. É um caminho dificultoso, como é justo que seja, mas um caminho pleno de esperança. Como o percorrido por Maria, que em meio ás trevas da Paixão e Morte de seu Filho, continuou a crer em sua ressurreição, na vitória do amor de Deus”. (Papa Francisco)
  

A beleza da simplicidade


Dia Internacional da Mulher


07 março, 2019

Que cena linda

Vejam a cena que acabei de presenciar ao chegar em casa.
Minha mãe e meu pai. Amo.


Objetivos da Campanha da Fraternidade de 2019



A Campanha da Fraternidade tem hoje os seguintes objetivos permanentes

01 – Despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum;

02 – Educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor, exigência central do Evangelho;

03 – Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária (todos devem evangelizar e todos devem sustentar a ação evangelizadora e libertadora da Igreja).

A coleta da Campanha realizada como um dos gestos concretos de conversão quaresmal tem realizado um bem imenso no cuidado para com os pobres.

Ao percorrermos o itinerário da Campanha que nossos irmãos nos prepararam, possamos continuar seguindo Cristo, caminho, verdade e vida (Cf. Jo 14,6).

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2019

Tema – Fraternidade e Políticas Públicas
Lema – “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1, 27)

OBJETIVO GERAL

Estimular a participação em Políticas Públicas, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais de fraternidade.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

01 – Conhecer Políticas Públicas como são formuladas e aplicadas as estabelecidas pelo Estado brasileiro.

02 – Exigir ética na formulação e na concretização de Políticas Públicas.

03 – Despertar a consciência e incentivar a participação de todo cidadão na construção de Políticas Públicas em âmbito nacional, estadual e municipal.

04 – Propor Políticas Públicas que assegurem os direitos sociais aos mais frágeis e vulneráveis.

05 – Trabalhar para que as Políticas Públicas eficazes de governo se consolidem como Políticas de Estado.

06 – Promover a formação Política dos membros de nossa Igreja, especialmente dos jovens, em vista do exercício da cidadania.

07 – Suscitar cristãos católicos comprometidos na política como testemunho concreto da fé.

GESTO CONCRETO

O gesto concreto com o qual os fiéis demonstram seu comprometimento com a evangelização e a promoção da dignidade dos pobres e oprimidos se manifesta na coleta da solidariedade. Essa coleta é realizada anualmente no Domingo de Ramos, que neste ano é dia 14 de abril. Ela acontece em todo o país, nas comunidades católicas e ecumênicas.

PARA ONDE VAI O DINHEIRO?

Fundo Nacional de Solidariedade ou Fundos Diocesanos de Solidariedade:

60% dos recursos são utilizados para dar apoio a projetos sociais da própria diocese. Com esses 60% a Cáritas Diocesana ajuda a nossa diocese a administrar esse fundo, apoiando e criando projetos em toda nossa diocese.
40% da verba arrecadada na coleta da solidariedade vai para o Fundo Nacional de Solidariedade. O dinheiro é utilizado para o fortalecimento da solidariedade entre as diferentes regiões do país.

Fonte: Portal Kairos

Mangueira - Samba - Enredo 2019

[Enredo: História pra Ninar Gente Grande]


Mangueira, tira a poeira dos porões
Ô, abre alas pros teus heróis de barracões
Dos Brasis que se faz um país de Lecis, jamelões
São verde e rosa, as multidões

Brasil, meu nego
Deixa eu te contar
A história que a história não conta
O avesso do mesmo lugar
Na luta é que a gente se encontra

Brasil, meu dengo
A Mangueira chegou
Com versos que o livro apagou
Desde 1500 tem mais invasão do que descobrimento
Tem sangue retinto pisado
Atrás do herói emoldurado
Mulheres, tamoios, mulatos
Eu quero um país que não está no retrato

Brasil, o teu nome é Dandara
E a tua cara é de cariri
Não veio do céu
Nem das mãos de Isabel
A liberdade é um dragão no mar de Aracati

Salve os caboclos de julho
Quem foi de aço nos anos de chumbo
Brasil, chegou a vez
De ouvir as Marias, Mahins, Marielles, malês

Estação Primeira de Mangueira é a grande vencedora

A Estação Primeira de Mangueira é a grande vencedora pelo Grupo Especial do Carnaval no Rio de Janeiro em 2019.


Trazendo um enredo politizado, “História para ninar gente grande”, a Mangueira conquistou 270 pontos, a nota máxima possível na apuração, e comemora o seu seu 20º título no Carnaval.

Eu jogando capoeira - jogar capoeira - sentir-se livre


06 março, 2019

Importância do Carnaval para uma sociedade doente


A Importância do Carnaval para uma sociedade doente.
O samba da Estação Primeira de Mangueira não é só uma grande aula de história, é um ato político de resistência, para reexistir diante de uma sociedade que comemora morte de crianças, que menospreza a dor do outro e não tem o mínimo de compaixão com o próximo.

Trazer pra Sapucaí o sangue indígena, diante do governo que quer acabar com a Funai, que não esconde a vontade monstruosa de tirar terras indígenas, é trazer o grito da mãe terra para a avenida.
Ter que trazer o óbvio, que a ditadura é assassina, para uma um país em que as cadelas no cio da ditadura estão no poder exaltando torturador e ditador pedofilo, é saudar todos os que lutaram para que hoje sejamos uma democracia.
Fazer memória dos barracões da resistência, que esse país foi construído as custas do sangue negros, para uma sociedade racista, que acha que cota é privilégio, que racismo não existe, foi mais que tirar a "poesia dos porões", foi dar voz a favela, dando memória aos herói dos barracões, heróis da resistência, heróis que a história insistiu em negar.
A imagem de Marielle pra uma sociedade doente, que comemorou seu assassinato, é legitimar a luta, das mulheres desse país em que o presidente, acha que ter filha é dar uma "fraquejada". Pois bem, ainda ei de ver, que as mulheres vão derruba-lo para a lata de lixo da história, Marielle não é só memória, é sinônimo de luta.

Quarta-feira de Cinzas da Quaresma


"O gesto das cinzas, com que nos colocamos a caminho, lembra-nos a nossa condição original: fomos tirados da terra, somos feitos de pó. Sim, mas pó nas mãos amorosas de Deus, que soprou o seu espírito de vida sobre cada um de nós e quer continuar a fazê-lo; quer continuar a dar-nos aquele sopro de vida que nos salva de outros tipos de sopro: a asfixia sufocante causada pelos nossos egoísmos, asfixia sufocante gerada por ambições mesquinhas e silenciosas indiferenças; asfixia que sufoca o espírito, estreita o horizonte e anestesia o palpitar do coração. O sopro da vida de Deus salva-nos desta asfixia que apaga a nossa fé, resfria a nossa caridade e cancela a nossa esperança. Viver a Quaresma é ansiar por este sopro de vida que o nosso Pai não cessa de nos oferecer na lama da nossa história." (Papa Francisco)

Campanha da Fraternidade 2019



Campanha da Fraternidade 2019

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abre oficialmente nesta quarta-feira de Cinzas, (06/03), a Campanha da Fraternidade (CF). 


Neste ano de 2019 o tema é “Fraternidade e Políticas Públicas” e o lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1,27).

Nesta Campanha, a Igreja Católica busca chamar a atenção das cristãs e dos cristãos para o tema das políticas públicas, ações e programas desenvolvidos pelo Estado para garantir e colocar em prática direitos que são previstos na Constituição Federal e em outras leis.

Mensagem do Papa Francisco por ocasião da abertura da Campanha da FraternidadeQueridos irmãos e irmãs do Brasil!



Mensagem do Papa Francisco por ocasião da abertura da Campanha da FraternidadeQueridos irmãos e irmãs do Brasil!

Com o início da Quaresma, somos convidados a preparar-nos, através das práticas penitenciais do jejum, da esmola e da oração, para a celebração da vitória do Senhor Jesus sobre o pecado e a morte. Para inspirar, iluminar e integrar tais práticas como componentes de um caminho pessoal e comunitário em direção à Páscoa de Cristo, a Campanha da Fraternidade propõe aos cristãos brasileiros o horizonte das “políticas públicas”.

Muito embora aquilo que se entende por política pública seja primordialmente uma responsabilidade do Estado cuja finalidade é garantir o bem comum dos cidadãos, todas as pessoas e instituições devem se sentir protagonistas das iniciativas e ações que promovam «o conjunto das condições de vida social que permitem aos indivíduos, famílias e associações alcançar mais plena e facilmente a própria perfeição» (Gaudium et spes, 74).

Cientes disso, os cristãos - inspirados pelo lema desta Campanha da Fraternidade «Serás libertado pelo direito e pela justiça» (Is 1,28) e seguindo o exemplo do divino Mestre que “não veio para ser servido, mas para servir” (Mt 20,28) - devem buscar uma participação mais ativa na sociedade como forma concreta de amor ao próximo, que permita a construção de uma cultura fraterna baseada no direito e na justiça. De fato, como lembra o Documento de Aparecida, «são os leigos de nosso continente, conscientes de sua chamada à santidade em virtude de sua vocação batismal, os que têm de atuar à maneira de um fermento na massa para construir uma cidade temporal que esteja de acordo com o projeto de Deus» (n. 505).

De modo especial, àqueles que se dedicam formalmente à política - à que os Pontífices, a partir de Pio XII, se referiram como uma «nobre forma de caridade» (cf. Papa Francisco, Mensagem ao Congresso organizado pela CAL-CELAM, 1/XII/2017) – requer-se que vivam «com paixão o seu serviço aos povos, vibrando com as fibras íntimas do seu etos e da sua cultura, solidários com os seus sofrimentos e esperanças; políticos que anteponham o bem comum aos seus interesses privados, que não se deixem intimidar pelos grandes poderes financeiros e mediáticos, sendo competentes e pacientes face a problemas complexos, sendo abertos a ouvir e a aprender no diálogo democrático, conjugando a busca da justiça com a misericórdia e a reconciliação» (ibid.).

Refletindo e rezando as políticas públicas com a graça do Espírito Santo, faço votos, queridos irmãos e irmãs, que o caminho quaresmal deste ano, à luz das propostas da Campanha da Fraternidade, ajude todos os cristãos a terem os olhos e o coração abertos para que possam ver nos irmãos mais necessitados a “carne de Cristo” que espera «ser reconhecido, tocado e assistido cuidadosamente por nós» (Bula Misericórdia vultus, 15). Assim a força renovadora e transformadora da Ressurreição poderá alcançar a todos fazendo do Brasil uma nação mais fraterna e justa. E para lhes confirmar nesses propósitos, confiados na intercessão de Nossa Senhora Aparecida, de coração envio a todos e cada um a Bênção Apostólica, pedindo que nunca deixem de rezar por mim.

Vaticano, 11 de fevereiro de 2019.

[Franciscus PP.]