14 junho, 2015

Audiência Pública com o tema : Crianças, Adolescentes e Jovens - Direito à Cidade

O vereador Humberto Henrique , presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Câmara Municipal de Maringá , convida para a Audiência Pública com o tema : Crianças, Adolescentes e Jovens - Direito à Cidade.
A Audiência acontecerá no dia 17 de junho de 2015, quarta- feira , a partir das 19h.



11 junho, 2015

Conselho Pastoral da CEBs (CPC)

Um pequeno texto que escrevi para uma reflexão

Conselho Pastoral da CEBs (CPC)

Sabemos que o CPC tem como objetivo executar as decisões, avaliar as ações realizadas e de forma criativa planejar as ações da comunidade levando-á a ser uma samaritana a serviço da vida para acolher e animar a vida pastoral, ouvindo e servindo a comunidade, estendendo a mão a todas as necessidades. Manter a Comunidade Eclesial de Base em comunhão com a paróquia.

Mas é preciso também, fazer com que o CPC, esse encontro das lideranças, seja um momento de sensibilizar quanto à ternura de Deus que abraça toda criatura, e que seu rosto humano precisa ser revelado a cada momento de encontro, precisa ser revelado no dia a dia, nas famílias,  em nossas Comunidades Eclesiais de Base, a CEBs, em nossa paróquia, em todos os lugares.

Ternura é afeto doce e delicado, vivido com participação viva, afetuosa e dinâmica, sair do eu para encontrar-se com o tu, uma relação real de dedicação, cuidado e reciprocidade. Ternura é força, vigor interior e desabrocha em coração livre, capaz de ofertar e receber amor.

A ternura é a força do amor humilde.  A ternura de Jesus revela o que de mais humano existe em Deus e o que de mais divino existe na mulher e no homem.

Onde não houver ternura, dificilmente haverá amor. Uma das características lindas do agir de Jesus é o seu fazer-se próximo com uma ternura de compaixão, de amizade, de serviço e de participação profunda na vivência com toda criatura de Deus.

A ternura exprime uma das qualidades mais belas do amor, a bondade. Amar é ser bom. Só a ternura pode curar os corações feridos, porque a ternura é generosa, tudo dá, tudo faz pelo bem do outro.

Isso é muito lindo, esperamos coma a graça Deus, pela intercessão de Nossa Senhora da Liberdade que em cada CPC, possamos sensibilizar quanto a ternura de Deus que abraça toda criatura.
                                                                                                             Lucimar Moreira Bueno (Lúcia)

“Louvado sejas” é o título oficial da nova encíclica do papa Francisco

"Louvado sejas”
“Louvado sejas” é o título oficial da nova encíclica do papa Francisco, a ser publicada no dia 18 de junho. O título não é em latim, como costuma acontecer tradicionalmente, mas num italiano arcaico falado por São Francisco de Assis: trata-se do primeiro verso do famoso “Cântico das Criaturas”. A encíclica é a segunda do papa Francisco.
O texto da encíclica estará disponível em italiano, francês, inglês, alemão, espanhol e português, nas versões impressa e digital.

06 junho, 2015

'Para que este gênio feminino seja reconhecido, deve ser ouvido’

Por que a paridade tem que significar que a mulher seja parecida com o homem e não ao contrário? Entrevista com Maria Giovanna Ruggieri, presidente da União Mundial das Organizações Femininas Católicas, sobre o Congresso dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

O ano de 2015 será um ano crucial para a comunidade internacional já que nas Nações Unidas será preparado e discutido a nova agenda para o desenvolvimento, que constituirá para a comunidade internacional o novo quadro de referência para os próximos quinze anos. Um grupo de mulheres que trabalham no âmbito eclesial, se reuniu no Vaticano recentemente para discutir, debater e contribuir com seu ponto de vista a estes objetivos. O Congresso foi organizado pelo Pontifício Conselho de Justiça e Paz junto com a World Union of Women’s Catholic Organisations (WUCWO) e a World Women’s Alliance for Life and Family.
Maria Giovanna Ruggieri, presidente da União Mundial das Organizações Femininas Católicas, (WUCWO) explicou a ZENIT que "o objetivo do congresso era ouvir, da base, reflexões e prioridades no nosso papel de organizações e realidades a serviço da Igreja e da sociedade. Entender quais são os elementos que nos chamam e são emergenciais, que não podemos adiar". Também “dar uma contribuição como mulheres” porque o documento final que realizaram é oferecido “à Santa Sé para quando tenham que participar na ONU da discussão dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável”.
Por outro lado, a presidente Ruggieri disse que "isso também nos levou a verificar qual ideia de mulher oferecemos. Os objetivos são para todos, mas nós o vimos com olhos de mulher. E especialmente buscamos entender o que se quer privilegiar e o que está por trás dos objetivos propostos e oferecidos pelas diferentes realidades”. A ideia de mulher que deve emergir não é "uma mulher comercializada, uma mulher objeto ou uma mulher explorada”, mas “uma mulher respeitada na sua dignidade de pessoa”. Nossa proposta – afirma – é que brote esta dignidade que está em todos e cada um.
Também, adverte que em alguns aspectos estes Objetivos são muito "ocidentais" e que as prioridades, talvez, não sejam totalmente universais. O documento em que trabalharam durante o congresso está estruturado em quatro temas: “Ecologia humana”, “educação e trabalho”, “pobreza e ambiente”, “paz e desenvolvimento”.
O passo seguinte – nos diz Maria Giovanna – é como fazer para que os nossos organismos a nível nacional, local, “percebam estas coisas que falamos e se é possível dar um salto e estar atentos às prioridades desses Objetivos a serviço da pessoa”.
Uma das urgências que deve ser abordada é “a necessidade de trabalhar muito para que a dignidade da mulher seja realmente assumida”, destaca. E coloca o seguinte exemplo: “Se para vender qualquer produto é preciso colocar uma mulher linda do lado, isso fala muito do grau de dignidade que temos com a mulher”. Este problema – explica – afeta todo o mundo, é universal, de forma diferente, mas no fundo está sempre a ideia dessa mulher-objeto. “Objeto a ser usado para os meus interesses, para o trabalho, sexualidade... Infelizmente são muitas as novas formas de escravidão, que mostram quanto trabalho de educação e formação ainda é preciso ser feito para ajudar a todos, incluindo as mulheres, para terem respeito pela dignidade da pessoa”, adverte.
Falar sobre o valor das mulheres "não é nenhuma reivindicação, mas é pedir um reconhecimento de uma dignidade que, infelizmente ainda não tem totalmente", diz a presidente. E a Igreja – observa –  deve também ajudar-nos nisso porque, em algumas situações a dignidade da mulher não é respeitada totalmente, e a Igreja poderia incidir ainda mais.
A este respeito, se pergunta: "Pensando nestas meninas que são exploradas sexualmente me pergunto o que fazemos para sensibilizar as comunidades eclesiais sobre este problema? Estas meninas são exploradas porque há demanda. Qual educação e formação existe? Na Itália, país tradicionalmente católico, fomos educados nas paróquias a respeitar a menina, a jovem, as mulheres? Isto não é transmitido geneticamente, e acho que ainda temos muito a fazer”.
A presidente se questiona sobre a ideia e a forma de entender hoje em dia a paridade, “Por que a paridade significa que eu tenho que ser como o homem e não que o homem se aproxime da sensibilidade feminina?, Deve ser obrigatoriamente esse o nível máximo a ser alcançado, não existe uma possibilidade intermediária? Por que entender a paridade como ‘fazer o que fazem os homens’? Por que a ternura deve pertencer somente à mulher?, Por que o homem não pode mostrar os seus sentimentos?”
Portanto, ela reconhece que gostaria que "na paridade, ambos reconheçam no outro valores e princípios, modos, que podem enriquecer-me, e não que eu tenha que tirar o que me pertence”.
Finalmente, Maria nota que o Papa está falando muito do “gênio feminino” como um grande dom que deve ter mais espaço na sociedade, mas “se ele fala e depois não se coloca em prática, o que ele diz, na sociedade, nada mudará”. Ele nos está abrindo um caminho, mas e nós? E para que este gênio feminino seja reconhecido, deve ser ouvido.

Fonte: Zenit.org

05 junho, 2015

CEBs - Arquidiocese de Maringá

Amanhã, 06 de junho, estarei com a Região Pastoral Nossa Senhora Aparecida.

O encontro será às 14 horas, na Paróquia Santo Antônio de Pádua, cidade de Maringá.

Partilhar um pouquinho da caminhada e dar continuidade a construção do V Encontrão Arquidiocesano das CEBs.

Em sua 5ª edição o Encontrão Arquidiocesano das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Arquidiocese de Maringá, reunirá o povo de Deus das paroquias da Arquidiocese, no dia 23 de agosto de 2015, das 13h30 às 17h30, no Parque de Exposições na cidade de Maringá. Com o tema “CEBs: o rosto humano de Deus”, e o Lema “sua ternura abraça toda criatura” (cf. Sl 144(145),9).

O encontrão é organizado pela coordenação arquidiocesana das CEBs, procurando envolver o povo das paróquias no desenvolvimento do encontro, tornando-o dinâmico e participativo e foi idealizado, com a intenção de proporcionar um espaço diferente e gostoso de envolvimento do povo de Deus das paróquias da Arquidiocese, descontração e confraternização. Um momento lindo revelando a face celebrativa, dinâmica, profética e acolhedora das CEBs.

04 junho, 2015

Paróquia Nossa Senhora da Liberdade - Arquidiocese de Maringá

Veja em fotos como foi a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi), da Paróquia Nossa Senhora da Liberdade, da Arquidiocese de Maringá, que tem como Pároco Pe. Dirceu Alves do Nascimento.

Aqui Confecção tapete
Aqui Tapete pronto









03 junho, 2015

A festa de Corpus Christi


Um pequeno texto que escrevi sobre a Festa de Corpus Christi

A festa de Corpus Christi
Jesus disse às multidões dos judeus: “Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”.
Precisamos deste pão para crescer no amor para reconhecer o rosto de Cristo no rosto das irmãs dos irmãos.
Jesus não sabe fazer outra coisa a não ser amar toda a humanidade, toda a criação divina. Jesus entende que a vida é amar. “Eu serei e viverei para sempre como aquele que ama”.
A celebração de Corpus Christi nos revela a face acolhedora de Cristo, que acolhe a todas e a todos sem excluir ninguém, saciando a “fome”, resgatando a vida, a esperança, a dignidade humana. A celebração de Corpus Christi também nos revela que quem participa da Eucaristia, mas não é capaz de “partilhar” alimentos, amizade, solidariedade, fraternidade precisa rever suas atitudes, porque ainda não compreendeu e não foi capaz de entrar em comunhão com Ele.
A festa de Corpus Christi é celebrada com missa, seguida de procissão. A procissão nos faz recordar a caminhada do povo de Deus, que liberto da escravidão egípcia, vai ao encontro da terra prometida. Deus nunca abandona o seu povo, envia o seu Filho Jesus como caminho, verdade e vida, e ao mesmo tempo o seu Filho quis continuar no meio de nós como um sinal visível, sob as espécies de pão e de vinho.
Lucimar Moreira Bueno (Lucia)

02 junho, 2015

Pastorais do Campo do Nordeste se encontram, dialogam e convocam

“Quero uma Igreja solidária,
servidora e missionária,
que anuncia e saiba ouvir./
Ao lutar por dignidade,
 por justiça e igualdade,
pois eu vim para servir.

(cf. Mt 10, 45)

Representantes das Pastorais do Campo do Nordeste (Conselho Indigenista Missionário – CIMI, Conselho Pastoral dos Pescadores – CPP, Comissão Pastoral da Terra – CPT, Pastoral da Juventude Rural - PJR, Serviço Pastoral dos Migrantes – SPM e Caritas) encontraram-se fraternalmente nos dias 25 e 26 de maio 2015, no Recanto do Pescador, em Olinda-PE, espaço de formação popular e articulação das lutas dos pescadores e pescadoras, que o CPP colocou à disposição. Além do encontro de amigos(as) e companheiros(as) ser sempre enriquecedor, o intuito principal foi aprofundarmos o momento conjuntural de nossa realidade, cujos dias, meses e anos “fazem pensar”.  Nosso horizonte é cotidianamente povoado pelas tribulações e esperanças dos povos indígenas e quilombolas, camponeses com suas múltiplas facetas, comunidades tradicionais pesqueiras, homens e mulheres da migração forçada, juventudes rurais, do meio popular e das periferias urbanas.
Compartilhamos nossas experiências, metodologias e desafios. Recobramos de nós mesmos vontade firme para renovarmos nossa opção: assumir, junto com os protagonistas, ao redor das terras, territórios e águas de nosso Nordeste, perspectivas conjuntas de colaboração e atuação mais eficazes. Apesar de vivermos uma realidade que se apresenta, cada vez mais, “diversa e adversa”, fomos unânimes em assumir que uma das dimensões que configura nosso ser e nos caracteriza chama-se: “pastoralidade, com as ressonâncias bíblicas e históricas que esta palavra evoca.
Nosso filtro de leitura, portanto, nos apontou algumas focalizações que, sinteticamente aqui elencamos como atitudes e opções de “trabalho pastoral”:
·         repudiamos a violência e expulsão de povos e comunidades tradicionais e camponeses de suas terras e territórios. Nestes últimos anos, de forma mais acelerada, uniram-se aos interesses vorazes do capital o Estado nos três níveis, federal, estadual e municipal. Capital e Estado, portanto, são promotores da expropriação e violência a serviço de seus interesses economicistas;
·         condenamos a privatização e mercantilização da natureza, de suas dádivas básicas e comuns  como a terra, água e a biodiversidade;
·         denunciamos, com a veemência que nos vem da ética que cultivamos e de nossa história, a forma premeditada e perversa com que executivo, congresso e judiciário, têm violado e produzido retrocessos em direitos adquiridos,  conquistados e consolidados pelas lutas dos povos ao longo de nossa história, que tiveram uma etapa positiva na Constituição Federal de 1988;
·         jamais aceitaremos e deixaremos de denunciar o extermínio das juventudes, em especial a negra e empobrecida. Este crime instalado no Brasil inteiro é promovido com uma violência institucionalizada, que nos envergonha como humanos;
·         Completa o nosso grito o repúdio ao preconceito e à falta de incentivo para com as juventudes rurais e das periferias e todas as formas de violência contra as mulheres.
Como cristãos e cristãs, no horizonte ecumênico, aberto e acolhedor para todas as denominações eclesiais e religiosas, no sentimos enraizados nesta dimensão, chamada pastoralidade, desde o Concílio Ecumênico Vaticano II, concluído em 1965. Nestes 50 anos, o Espirito Santo de Deus aponta para que as Igrejas sejam cada vez mais, sobretudo no nosso Nordeste do Brasil, populares, encarnadas nas experiências múltiplas das CEBs, vivendo espiritualidades e teologias libertadoras, a própria missão que Jesus assumiu e as primeiras comunidades assumiram (cf. Lc 4,18 e At 3,1-9).
Partilhamos assim os apelos do Espirito para:
·         Retomar o trabalho de base e nas bases das Igrejas e da sociedade;
·         reorganizar pequenos grupos, núcleos, comunidades, conselhos locais que sintam a força do Espirito de Deus para agir de modo autônomo e interconectado;
·         incentivar o hábito de rodízio periódico de cargos e tarefas ligadas aos ministérios de coordenação, como método “revolucionário e alternativo ao sistema” de renovação e radicalização da democracia. Estas palavras, para nós, são sempre uma exigência explicita e inseparável do chamado à comunhão;
·         favorecer a autogestão e auto sustentabilidade como exercício da autonomia e soberania dos povos, comunidades e movimentos.
Sentimos, nessa busca, o sopro do Espírito também quando nos impele a reavivar o nosso compromisso com a radicalização da democracia. Daí a importância também de promover mobilizações populares como forma de expressar a indignação diante do atual modelo hegemônico de desenvolvimento: violento, concentrador e excludente. Assumimos o compromisso de participação efetiva nos rumos do país, reconhecendo que, historicamente, os direitos garantidos que temos só foram possíveis pela organização e mobilização de toda sociedade.
Afirmamos a importância das mais diversas experiências locais para que sejam adequadas ao modo de vida dos nossos povos, à produção nos diferentes ecossistemas e biomas; a partir de perspectivas de convivência e sustentabilidade, em vista da vida com dignidade das atuais e futuras gerações. Sentimos como urgente aprofundar e apontar caminhos para um novo modo de produção, um novo modo de consumo e gestão da sociedade.
Neste quadro convocatório, sentimo-nos encorajados para fazer memória e reafirmarmos, como enraizados num sulco fecundo, os encaminhamentos do Encontro Nordeste da 5ª Semana Social (4-6 de abril de 2014). Com força crítica e aceitando a riqueza da diversidade, este momento unificou a inspiração do Espírito de Javé e a lucidez do discernimento humano diante dos desafios do hoje. A articulação de movimentos e pastorais populares, do campo e urbanos, continua nos apontando uma outra perspectiva para o Nordeste, a partir do próprio povo.
Nesta hora, tribulada e esperançosa, sopra também, em nossas vidas, o Espirito com que os posicionamentos de papa Francisco confirmam nossa fé e nossa ousadia evangélicas. Fé e ousadia poderão proporcionar eficácia ao sopro unificador da vida dos povos indígenas, quilombolas, camponeses e camponesas, ribeirinhos e ribeirinhas, pescadores e pescadoras. E através deles a toda a humanidade e ao nosso “planeta doente”.
Este sopro vem dar novo vigor à rica tradição cultural de fé, esperança e solidariedade amorosa da Terra sem Males, do Bem Viver e do Axé que a riqueza de nossas tradições históricas e culturais populares nos deixaram em preciosa herança e que nós assumimos ao gritarmos com lúcida vibração: Amém, Axé, Awêre, Aleluia!


OS/AS REPRESENTANTES DAS PASTORAIS DO CAMPO
DO NORDESTE DO BRASIL
Olinda – PE, 25-26 de maio de 2015

01 junho, 2015

Delegar e confiar são os maiores desafios

Um pequeno texto que escrevi para uma reflexão por parte das lideranças


Delegar e confiar são os maiores desafios

A importância da liderança se apoiar e confiar nas outras pessoas. Um maestro não precisa tocar os instrumentos de uma orquestra para conseguir extrair dos músicos o melhor ritmo e sonoridade num concerto. Da mesma forma, a liderança, não há necessidade de executar todas tarefas, é preciso confiar que as pessoas que assumiram são capazes e que as metas estabelecidas serão alcançadas.

Uma boa liderança não é aquela que esta presente em tudo, como se sem ela as coisas não vai acontecer como deveria, mas é proporcionar o crescimento, a participação e o compromisso e expressar solidariedade nas dificuldades e nas alegrias, ter espirito de abertura e confiança.

Uma liderança não pode viver no individualismo, porque pode cair e não ter força para levantar. O individualismo pode levar ao cansaço. Uma boa liderança e aquela que orienta sem dominar,  dá oportunidade a todos. Coordena de forma participativa. Confia, e assim delega e distribui responsabilidades e tarefas, sem precisar estar em tudo, evitando o cansaço.

Uma boa liderança, sabe utilizar o saber da comunidade, não é centralizadora, sabe apoiar e confiar nas outras pessoas. Tem capacidade para perceber que as pessoas tem saber, capacidade, valores, criatividade e intuições que contribuem.

Delegar e confiar são os maiores desafios.  Quando se lidera uma equipe, é preciso deixar de executar as tarefas como fazia antes e passar a delegá-las para que outros façam. É uma dinâmica diferente, pois ele vai obter resultados por meio das pessoas e não pelas próprias mãos.

Em função da relação autoridade-responsabilidade, afirma-se que delegar não é “delargar”, ou abdicar da tarefa, mas tão somente permitir que uma outra pessoa se encarregue da execução e da operacionalização de uma atividade.

Lucimar Moreira Bueno (Lucia)

30 maio, 2015

Arquidiocese de Maringá - Final de semana corrido...Afff!

Final de semana corrido...Afff!
Quase de saída para a Região Pastoral Catedral
A noite na minha Paróquia Nossa Senhora da Liberdade, Grandiosa Celebração das nove CEBs da Paróquia.
Amanhã na Região Pastoral Paranacity.
- Hoje o Encontro das CEBs será na Região Pastoral Catedral, Paróquia Cristo Ressuscitado, às 14 horas na cidade de Maringá
- Amanhã na Região Pastoral Paranacity, às 14 horas na cidade de Paranacity.
Partilhar um pouquinho da caminhada e dar continuidade a construção do V Encontrão Arquidiocesano das CEBs.
Em sua 5ª edição o Encontrão Arquidiocesano das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Arquidiocese de Maringá, reunirá o povo de Deus das paroquias da Arquidiocese, no dia 23 de agosto de 2015, das 13h30 às 17h30, no Parque de Exposições na cidade de Maringá. Com o tema “CEBs: o rosto humano de Deus”, e o Lema “sua ternura abraça toda criatura” (cf. Sl 144(145),9).
O encontrão é organizado pela coordenação arquidiocesana das CEBs, procurando envolver o povo das paróquias no desenvolvimento do encontro, tornando-o dinâmico e participativo.
O Encontrão Arquidiocesano das CEBs, foi idealizado, com a intenção de proporcionar um espaço diferente e gostoso de envolvimento do povo de Deus das paróquias da Arquidiocese, descontração e confraternização. Um momento lindo revelando a face celebrativa, dinâmica, profética e acolhedora das CEBs.

28 maio, 2015

Palestra com Educador Social de Rua


Projeto popular

Os movimentos sociais defendem uma proposta de reforma política para o país que amplie a participação popular. No ano passado, a campanha do plebiscito colheu 7,5 milhões de assinaturas por todo país favoráveis à realização de uma consulta popular para decidir pela formação de uma assembleia constituinte para implementar uma reforma política.
Dentre as propostas do projeto popular de reforma política, está o fim do financiamento privado de campanhas, a realização de mais consultas à população e o voto no programa partidário ao invés de indivíduos.

Câmara volta atrás e autoriza doação de empresas para campanhas políticas

Após mais um dia de manobras em meio à aprovação da reforma política, a Câmara dos deputados aprovou na noite desta quarta-feira a inclusão do financiamento empresarial de campanhas na Constituição Federal. Com a nova regra, porém, as doações só poderão ser feitas para os partidos políticos. Os candidatos, por sua vez, só poderão receber doações de pessoas físicas. Na madrugada anterior, os parlamentares haviam rejeitado a doação de empresas. O tema não estava previsto para voltar à votação, mas foi incluído pelo presidente Eduardo Cunha, fruto de uma proposta do deputado Celso Russomanno (PRB-SP), o que causou revolta em parte do parlamento.
A reportagem é de Marina Rossi e Talita Bedinelli, publicada por BBC Brasil, 28-05-2015.
Ainda na noite desta quarta, os deputados também aprovaram o fim da reeleição para os cargos Executivos. A grande maioria dos parlamentares, 452 dos 513, aprovaram a medida, que vale já para os próximos eleitos em 2016, caso passe e uma segunda votação na Casa e no Senado.
Atualmente, a Constituição Federal não especifica o tipo de doação permitida. Por isso, os partidos políticos podem receber doações tanto de empresas quanto de pessoas físicas. Porém, há uma discussão sobre a constitucionalidade dessa medida no Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2014, seis ministros concordaram com uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil na qual a entidade alega que as doações de empresas para as campanhas políticas são inconstitucionais. O ministro Gilmar Mendes, porém, pediu vistas do processo em abril do ano passado, o que fez com que o julgamento ficasse paralisado até hoje.
A sessão desta quarta-feira à tarde começou tumultuada na Câmara. Deputados de partidos contrários ao financiamento empresarial, como PT, PSOL e PC do B, acusavam Eduardo Cunha de tentar dar mais um “golpe”. O presidente da Câmara começou o dia informando que o relatório do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), que autorizava o financiamento empresarial apenas para partidos políticos, seria votado depois das duas outras opções acordadas: o financiamento de pessoas físicas e do Governo e o financiamento apenas público –a regra era: se a primeira opção não passasse, a próxima seria considerada e assim por diante até alguma ser aprovada; caso nenhuma fosse aceita, tudo continuaria como está e, na prática, a decisão ficaria por conta do STF.
Indignados, deputados fizeram um discurso atacando Cunha. "O Eduardo Cunha perdeu o jogo, mas é o dono da bola. Aí diz: 'Eu não gostei do resultado, vamos jogar de novo'. Não dá. Se aprovarmos isso, vamos colocar na Constituição a seguinte inscrição: 'Pode continuar com o escândalo da Petrobras'", disse o deputado Júlio Delgado (PSB-MG). A maioria dos casos de corrupção no Brasil envolvem doações de campanha, como o mensalão, a Operação Lava Jato e a CPI dos Anões do Orçamento, que culminou com o impeachment do ex-presidente e atual senador Fernando Collor (PTB-AL).
O presidente da Casa afirmou, por sua vez, que o que havia sido votado na madrugada de quarta era uma emenda aglutinativa, que tinha por base o relatório, mas acrescentava que as questões eram distintas (a emenda previa esse financiamento para candidatos e partidos e o relatório só para partidos). Por isso, o texto de Maia não podia ser ignorado. Muitos parlamentares diziam, no entanto, que na sessão anterior o próprio Cunha havia afirmado que a emenda aglutinativa substituía o texto do relatório. O presidente da Câmara, apoiado no PMDB e no PSDB, não voltou atrás. “Vossas excelências têm direito a recorrer contra o que quiserem, mas a decisão está tomada”, disse.
“É um golpe no que combinamos. É gravíssimo. Não é correto e democrático e não honra o que acordamos”, disse Chico Alencar (PSOL-RJ). “Quando tenho dúvidas de que meu voto vai valer, a legitimidade do Parlamento está sendo colocada em questão e isso é muito sério. Será que estamos vivenciando no Parlamento um jogo de cartas marcadas, onde se o resultado não é favorável a uma agenda pré-estabelecida vem uma nova interpretação [do regimento]?”, reclamou o deputado Glauber Braga (PSB-RJ).
Acordo
Após uma gritaria entre os deputados, Cunha interrompeu a sessão e chamou para uma reunião os líderes dos partidos. Após quase uma hora, foi realizado um acordo: o plenário votaria três emendas aglutinativas: a proposta do PCdoB, que defendia o financiamento de campanha restrito a pessoas físicas; a defendida pelo PT, que previa o financiamento 100% público; e uma terceira, feita pelo deputado Celso Russomanno (PRB-SP), que define que as empresas só podem doar aos partidos e que os candidatos só podem receber doações de pessoas físicas.
As duas primeiras propostas foram derrotadas e a terceira saiu vitoriosa. Com isso, as empresas poderão doar para os partidos, que farão os repasses aos candidatos. Diretamente, os candidatos só poderão receber doações de pessoas físicas. Um teto para essas doações ainda deverá ser estabelecido.
Eram necessários 308 votos, três quintos da Casa. O placar desta noite ficou em 330 votos a favor, 141 contra e uma abstenção. Na votação anterior, o financiamento empresarial que incluía os repasses para os candidatos havia obtido 264 votos.
Antes da votação, dizia-se nos bastidores que os líderes partidários pressionaram seus parlamentares para mudar de voto e que o grupo de Cunha já havia obtido 50 votos a mais -foram 44, no final. Essa derrota anterior foi a segunda do presidente da Câmara na discussão da reforma política. Na terça-feira, a proposta de mudar o sistema eleitoral para o distritão, defendida por ele, foi rejeitada.
Até quinta, os deputados pretendem avaliar ainda outras questões, nesta ordem: As votações da reforma política devem acontecer até a próxima quinta-feira, na seguinte ordem: tempo de mandato, coincidência ou não das eleições municipais com as estaduais e federais, cota para as mulheres, fim das coligações eleitorais para deputados e vereadores, entre outros.

25 maio, 2015

Homilia do Papa: A corrupção e o apego tiram a alegria e a esperança

Em Santa Marta, Francisco atualiza a passagem do "jovem rico"
Vatican City,  (ZENIT.org) Luca Marcolivio

Riqueza, corrupção e o bem comum foram os temas centrais da homilia do Papa Francisco na manhã desta segunda-feira, 25 de maio, na capela da Casa Santa Marta. O ponto de partida foi a passagem do "jovem rico", presente no Evangelho de hoje (Mc 10,17-25): uma história que demonstra como o "entusiasmo" por Cristo, pode se transformar num instante em "tristeza e fechamento em si mesmo".
O jovem rico é o emblema da "alegria" e da "esperança" que desaparecem, porque ele, àquela sua riqueza, não quer renunciar. "O apego às riquezas é o começo de todos os tipos de corrupção", afirmou o Papa.
Uma corrupção que se espalhou por toda parte e de muitas formas: "corrupção pessoal, corrupção nos negócios, também a pequena corrupção comercial, daqueles que tiram 50 gramas do peso correto, a corrupção política, a corrupção na educação", disse o Papa.
Aqueles que vivem "apegados ao próprio poder, às próprias riquezas, acreditam viver no paraíso", quando na verdade "é um lugar sem horizonte", sem "esperança".
Viver neste "paraíso terrestre", significa viver em um lugar sem "horizonte": um cenário que Bergoglio recorda ter visto na Argentina na década de 70, habitado por pessoas ricas que fecharam os muros para se defenderem dos ladrões.
"O apego às riquezas nos dá tristeza e nos torna estéreis", acrescentou o Santo Padre, destacando que uma coisa é "administrar bem as riquezas" para o "bem comum", outra coisa é o "apego" à riqueza, que torna o coração "corrupto e triste".
As riquezas sem generosidade, inicialmente, nos fazem crer que “somos poderosos, como Deus", mas no final, nos tiram "o melhor, ou seja, a "esperança".
O Evangelho nos dá uma perspectiva completamente diferente: a dos "pobres em espírito", os protagonistas da primeira das Bem-aventuranças. Ser pobre em espírito significa "despojar-se do apego e fazer com que as riquezas que o Senhor lhe deu sejam para o bem comum”.
É preciso “abrir a mão, abrir o coração e abrir o horizonte”. Se você tem a “mão fechada, tem o coração fechado como aquele homem que fazia banquetes e usava roupas luxuosas, você não tem horizontes, não vê os outros que precisam e vai terminar como aquele homem: distante de Deus”, concluiu o Papa. 

24 maio, 2015

Arquidiocese de Maringá - Comunidades Eclesiais de Base (CEBs)


Arquidiocese de Maringá
Comunidades Eclesiais de Base (CEBs)

Quase de saída para a Região Pastoral Sarandi-Nossa Senhora das Graças

Daqui a pouco, vamos estar na Região Pastoral Sarandi-Nossa Senhora das Graças.
Partilhar um pouquinho da caminhada e dar continuidade a construção do  V Encontrão Arquidiocesano das CEBs.

Em sua 5ª edição o Encontrão Arquidiocesano das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Arquidiocese de Maringá, reunirá o povo de Deus das paroquias da Arquidiocese, no dia 23 de agosto de 2015, das 13h30 às 17h30, no Parque de Exposições na cidade de Maringá. Com o tema “CEBs: o rosto humano de Deus”, e o Lema “sua ternura abraça toda criatura” (cf. Sl 144(145),9).

O encontrão é organizado pela coordenação arquidiocesana das CEBs, procurando envolver o povo das paróquias no desenvolvimento do encontro, tornando-o dinâmico e participativo.

O Encontrão Arquidiocesano das CEBs, foi idealizado, com a intenção de proporcionar um espaço diferente e gostoso de envolvimento do povo de Deus das paróquias da Arquidiocese, descontração e confraternização. Um momento lindo revelando a face celebrativa, dinâmica, profética e acolhedora das CEBs.

O encontro de hoje na Região Pastoral Sarandi-Nossa Senhora das Graças será as 13h30, na cidade de Sarandi, Paróquia São Paulo Apóstolo.

22 maio, 2015

“Bolsa Família diminuiu pobreza, desigualdade e desemprego”, diz FMI

Relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) que analisa a economia brasileira apontou que políticas sociais como o Bolsa Família e o Brasil Sem Miséria tiveram um papel importante na redução da miséria do país. O documento foi divulgado no início do último mês.
De acordo com o relatório, “pobreza, desigualdade e desemprego estão em uma trajetória de queda por mais de uma década, graças, em parte, às políticas sociais (…). Milhões de famílias saíram da situação de pobreza graças às intervenções políticas e aumentos reais no salário mínimo”.
O documento aponta que o Bolsa Família atinge aproximadamente 50 milhões de pessoas, um quarto da população brasileira. Apesar de seu alcance amplo, o custo fiscal do programa é de menos de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) por ano; a transferência mensal por família é em torno de R$ 169,00 em 2014.
Por sua vez, o Brasil Sem Miséria foi lançado em 2011 com o objetivo de superar a pobreza extrema. "22 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza desde o lançamento do Brasil Sem Miséria. (…) Esse programa vai além da transferência de renda e promove qualificação educacional, integração ao mercado de trabalho e melhorias no acesso a serviços públicos".
A conclusão do Fundo é que o impacto destes programas no bem-estar dos beneficiários vai além da renda. “Em relação à educação, os participantes têm maior frequência escolar, maior progressão escolar e menos repetição de série. Na saúde, mortalidade infantil, subnutrição, baixo peso no nascimento e diarreias diminuíram, e taxas de vacinação e amamentação aumentaram. Além disso, os programas fortaleceram a independência financeira das mulheres, pois são elas que recebem o dinheiro."
Acesse aqui o relatório. 
Fonte: Brasil de Fato

10 maio, 2015

Imagine o Brasil ser dividido e o Nordeste ficar independente

Poema de Bráulio Bessa Uchôa em homenagem às mães do mundo

Sermão do encontro - Pe. Nelito Dornelas

Sermão do encontro

O mistério de Jesus

Está Jesus não em um jardim de delicias, como o primeiro Adão que nele se perdeu e a todo o gênero humano, mas em um jardim de suplicas, onde se salvou e a todo o gênero humano. Sofre, no horror da noite, essa pena e esse abandono. Creio que só desta vez Jesus se queixou. Mas foi como se não pudesse mais conter em si a dor excessiva: “Minha alma esta triste até a morte”. Jesus procura companhia e alivio da parte dos homens. Penso que isso aconteceu uma só vez em toda a sua vida. E nada recebe. Os seus discípulos dormem. Jesus estará em agonia ate o fim do mundo. É preciso não dormir durante esse tempo. Blaiser Pascal
           
O encontro dos anjos de asas quebradas
           
Conta-se que havia um anjo que quebrou a asa e entrou numa enorme crise existencial. E caminhando com sua dor e desolação, encontra-se com outro anjo também com a asa quebrada. Os dois anjos de asas quebradas se abraçaram e, de maneira surpreendente, se descobrem com duas asas. Ensaiam um vou abraçados e percebem que deu certo. Superaram a crise e voaram juntos para o seu destino final, podendo, assim, um anjo completar o outro.
            Agora os dois anjos quebrados tornaram-se um anjo inteiro e .. continue lendo...