14 outubro, 2022
Dia "D" das Comunidades - 𝐌𝐞𝐦ó𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐈𝐧𝐭𝐞𝐫𝐞𝐜𝐥𝐞𝐬𝐢𝐚𝐢𝐬 – 2005 a 2018
Os Intereclesiais apresentam o que as CEBs têm de melhor: articulação das comunidades e partilha das experiências. Neste DIA D das Comunidades vamos fazer memória dos Intereclesiais aconteceram entre os anos de 2005 a 2018.
Dia 15 de outubro às 19h (horário de Mato Grosso) e 20h (horário de Brasília)
Presenças confirmadas: Leila Regina, Eloia Duarte Rodrigues, Dirceu Luiz Fumagalli, Pe. Vileci Vidal, Neuza Mafra, Edward Guimarães e Maria de Jesus.
Venha participar conosco! Acompanhe pelas redes sociais:
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13 outubro, 2022
O sistema capitalista leva Destruição da Vida!
Rezemos jutos,
Pelas famílias que estão perdendo suas filhas, seus filhos, um ente querido pelas fortes chuvas no Paraná e em outros estados de nosso pais, que já tão machucado está.
O sistema econômico capitalista leva a sociedade a seguir um caminho que não prioriza a preservação e alternativas sustentáveis e leva a destruição da vida.
A destruição de um habitat acontece quando grandes transformações ocorrem em um ambiente. Geralmente os principais fatores que causam a destruição de um habitat são o desmatamento, queimadas, pecuária, agricultura. A sequeira da ganancia.
12 outubro, 2022
DAI-NOS A BÊNÇÃO, OH MÃE QUERIDA
Peçamos a Nossa Senhora Aparecida que interceda em favor de todas as Crianças e do povo brasileiro, o qual vive uma situação complicada e difícil de polarizações e divisões que não geram vida e constroem a paz social.
11 outubro, 2022
Sessenta anos abertura do Concílio Vaticano II
Sessenta anos atrás, Concílio Vaticano II iniciou seus trabalhos em 11 de outubro de 1962.
A ‘carícia’ de João XXIII? “Não deve ser reduzida a um refrão vazio”
O bisneto do Pontífice, Emanuele Roncalli destacou o risco de transformar o "discurso da lua" em uma simples anedota cujo significado mais autêntico não é compreendido.
Celebrando essa data tão importante, um texto que foi publicado pelo IHU em nove de julho de 2020. Leia aqui
08 outubro, 2022
07 outubro, 2022
Rezemos juntos!
Rezemos juntos,
Pela dor e sofrimento dos familiares e amigos das vítimas do massacre ocorrido, na quinta-feira, 06 de outubro, numa creche de uma pequena localidade rural, na Tailândia, onde um ex-policial matou trinta e sete pessoas.
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Segundo informações nas redes sociais, um ex-policial matou 37 pessoas, incluindo 22 crianças. A agressão ocorreu com arma e faca. Depois, o assassino matou a esposa e o filho a tiros em sua casa antes de se suicidar.
06 outubro, 2022
05 outubro, 2022
Nem só vitória nem só derrota - A eleição da contradição
"Outra coisa interessante é ver os mapas de votação. No Nordeste e em quase todo o Norte dá Lula. No Centro-Oeste, na maior parte do Sudeste e no Sul deu Bolsonaro. Dentro dos estados, as regiões mais empobrecidas, como a metade sul do RS, votam no Lula. As mais ricas, como a Serra Gaúcha, votam no Bolsonaro. Dentro das cidades, a questão de classe é muito nítida também. Em geral, bairros muito ricos elegem Bolsonaro; bairros pobres elegem Lula com uma vantagem enorme. Não são as pautas progressistas que dividem o país, pelo contrário. A gente vive num país dividido, absurdamente desigual, de gente muito rica de um lado e muito pobre de outro, de muito racismo, de feminicídio, LGBTQIA+fobia. Lutar contra essas coisas nos coloca, de fato, contra quem pratica essas coisas. Porque somos, insisto, um país desigual.
Se Lula de fato se eleger, como tudo leva a crer, seu governo não vai ser fácil. Lula vai enfrentar um Congresso conservador e uma economia mundial em crise. Mas é um recomeço. É o começo do fim do pesadelo."
Texto recebido por e-mail - Brasil de Fato
A eleição da contradição
Quarta-feira, 05 de outubro de 2022
Nem só vitória nem só derrota: a esquerda (e o Brasil) teve ambas.
Estamos, na verdade, num cenário cheio de contradições.
Por um lado, é inegável que o PT foi o partido que mais foi alvo de ataques, de todos os lados, desde que surgiu lá nos anos 1980. Desde 2015, foi massacrado. Lula foi preso. Foi tirado da disputa eleitoral que liderava, depois de um processo judicial conduzido pelo juiz que viria a ser ministro de seu principal adversário. Desde então, a imprensa decretou várias vezes o fim do PT. E o partido está aí garantindo que o atual presidente não vá para o segundo turno na frente, o que nunca antes tinha acontecido, e quase elegendo um presidente da República.
Por outro lado, a gente viu a desgraça tomar conta do país nos últimos anos, viu presidente debochando de gente morrendo, viu discurso de ódio pra todo lado, viu violência pra caramba, e a gente achou que depois de tudo isso o bolsonarismo seria enterrado, o que não aconteceu. O bolsonarismo não só colocou Bolsonaro no segundo turno com uma votação considerável como elegeu muita gente, com muito mais votos do que a gente pensava. Ver o tamanho e a força do bolsonarismo é, sim, frustrante e assustador.
A direita tradicional à míngua
Enquanto isso, partidos de direita tradicionais, como o PSDB e o MDB, encolheram muito.
Não há dúvida de que todo o mundo que está no front democrático tem que se unir diante do bolsonarismo. O que talvez seja um pouco mais difícil é saber quem está no front democrático. Políticos históricos entenderam a importância desse posicionamento. Está aí Fernando Henrique Cardoso, adversário histórico de Lula, declarando apoio ao petista, pra não me deixar mentir.
Mas temos ao mesmo tempo o apoio "incondicional" de Rodrigo Garcia a Tarcísio e Bolsonaro, o desdém de Eduardo Leite ao PT e o anúncio bizarro de José Serra de que apoia Lula e Tarcísio ao mesmo tempo.
Talvez eles e outros estejam também iludidos pela força ainda grande do bolsonarismo, ao qual tentam se agarrar para sobreviver. Ou seja, parte do PSDB não está exatamente no front democrático. O PSDB está confuso. Está no meio de dois fronts. O que ele talvez não enxergue é que quem fica ali no meio é abatido e acaba morrendo.
O que nos leva à consolidação de uma mudança em uma das características principais da política nacional desde 1994. O pêndulo da polarização mudou. Ela deixou de ser entre esquerda e direita (PT e PSDB) e passou a ser entre a centro-esquerda e a extrema direita (o PT e o bolsonarismo). Diante disso, é preciso que se diga: posicionar-se neste momento não é só importante, é um imperativo ético.
O domínio das tais pautas morais
Insisto: essa é uma eleição de contradições. Temos Lula e Zema eleitos em MG. Lula quase eleito presidente enquanto governadores de extrema direita crescem em estados importantes. O deputado federal mais votado do Brasil é um guri ultraconservador do PL. Mas também temos Guilherme Boulos com uma votação histórica. Suplicy. Erundina, Benedita. Mulheres indígenas. Aumento do número de mulheres e de pessoas negras (que são, ambos, ainda baixo demais) no Congresso. Duas deputadas federais trans. Você deve ter visto circulando por aí uma lista de vitórias da esquerda nas urnas. Se não viu, clique aqui.
Enfim, a dialética.
Mas é interessante olhar onde se dá a disputa. Quando a gente fala de direita ultraconservadora, vem forte a lembrança da tal pauta de costumes. É, de fato, onde ela tem maior incidência. No bandido bom é bandido morto. Na criminalização do aborto, mesmo que crianças estupradas morram no caminho porque não conseguiram acessar o direito à interrupção da gravidez, pra eles não importa.
E isso cola numa sociedade empobrecida e esfacelada. Numa população que está sofrida. É muito mais difícil falar pra população que é um absurdo ela pagar mais caro pela comida e que pra que isso mude tem que mudar a política de preços da Petrobras. É mais fácil ver a luta contra o bandido, é mais próximo (mesmo que amanhã o filho dela seja morto pelo policial que o confundiu com um bandido e achou que tinha o direito de matar, mas quem acredita que isso vai acontecer com seu filho até que aconteça?). E isso não significa, em absoluto, que a população não sabe tomar decisões. Significa antes que o país está passando por uma profunda crise.
Ainda que fake news continuem circulando bastante nessas eleições, parece que elas pesaram muito menos do que no pleito de 2018. Não tivemos uma mamadeira de piroca ou kit gay, mesmo que o presidente continue propagando mentiras a rodo. O que se nota é que o bolsonarismo está mais consolidado pelo conservadorismo de suas pautas e talvez precise menos de fake news pra se sustentar. O que fazer com isso é outro problema.
Ao mesmo tempo (olha a contradição), a esquerda elegeu duas mulheres trans, como eu falava. Levou ao Congresso mulheres que defendem o direito da mulher ao seu próprio corpo. Ampliou a representação não só feminina, mas feminista. Mas sempre tendo que afirmar que Lula é cristão e não odeia evangélicos para que possa se eleger.
Isso tudo nos diz que a luta vai ser dificílima. Dificilmente essas representações progressistas vão nos conseguir fazer avançar de fato nas pautas mais progressistas, mas vão estar lá, tensionando, construindo e, acima de tudo, evitando retrocessos. É, infelizmente, um tempo de recuperar o básico e de reconstruir para no futuro avançar para um programa mais amplo de direitos.
A frente é ampla. E daí?
Faz falta conseguir enxergar na esquerda lideranças mais jovens que possam vir a construir uma alternativa para a Presidência no futuro (ainda que a luta seja coletiva, é fato que vivemos num sistema político ainda muito baseado em figuras individuais) pare que ela não precise depender apenas de Lula no processo eleitoral. Espero que já existam algumas se consolidando e que em breve sejam mais evidentes. Ao mesmo tempo, é ruim que não haja muitos nomes além do Lula, mas, ao mesmo tempo, felizmente há o Lula, porque sem ele é melhor nem imaginar.
A frente ampla que o Lula construiu nessa eleição é uma coisa inédita na história do Brasil. Ele colocou a Luciana Genro e o Henrique Meirelles sentados na mesma mesa. Isso não é pouco, e não é qualquer um que consegue aglutinar tantos setores da sociedade. Trouxe Marina Silva, Cristovam Buarque, Alckmin, as alas mais à esquerda do PSOL. Todo o campo democrático estava com Lula.
O ruim aí não é o Lula, é esse tanto de gente do campo democrático estar junta e ainda assim o bolsonarismo ter essa força que tem. E aí dialogo com José Genoino na mais recente edição do podcast Três por Quatro, que recomendo fortemente (é só clicar aqui pra ouvir no Spotify ou buscar em seu tocador preferido). O Lula articulou a frente ampla, importantíssima para recompor as forças democráticas e aproximar setores resistentes, mas quantos votos, no concreto, traz Henrique Meirelles? Talvez tenha faltado rua e redes, corpo a corpo. Ou talvez a força do discurso da extrema direita tenha sido maior do que o esperado mesmo. Talvez os setores democráticos tenham menos incidência na sociedade hoje.
Mas vale dizer ainda que a força da extrema direita é assustadora, mas também não é exclusividade do Brasil. A extrema direita está forte nos EUA, em diversos países da Europa, no mundo todo, o que talvez seja mais assustador ainda. Mas é isso, não se destrói o fascismo em quatro anos. Mas se vence. Esse dia vai chegar. O cenário, aliás, já é bem melhor do que era quatro anos atrás.
Nós contra eles?
Outra coisa interessante é ver os mapas de votação. No Nordeste e em quase todo o Norte dá Lula. No Centro-Oeste, na maior parte do Sudeste e no Sul deu Bolsonaro. Dentro dos estados, as regiões mais empobrecidas, como a metade sul do RS, votam no Lula. As mais ricas, como a Serra Gaúcha, votam no Bolsonaro. Dentro das cidades, a questão de classe é muito nítida também. Em geral, bairros muito ricos elegem Bolsonaro; bairros pobres elegem Lula com uma vantagem enorme. Não são as pautas progressistas que dividem o país, pelo contrário. A gente vive num país dividido, absurdamente desigual, de gente muito rica de um lado e muito pobre de outro, de muito racismo, de feminicídio, LGBTQIA+fobia. Lutar contra essas coisas nos coloca, de fato, contra quem pratica essas coisas. Porque somos, insisto, um país desigual.
Se Lula de fato se eleger, como tudo leva a crer, seu governo não vai ser fácil. Lula vai enfrentar um Congresso conservador e uma economia mundial em crise. Mas é um recomeço. É o começo do fim do pesadelo.
Cris Rodrigues
Coordenadora de redes sociais
Rezemos juntos pelo Brasil
Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil! Vivemos um momento triste, marcado por injustiças e violência. Para construirmos a justiça e a paz, em nosso país, necessitamos muito do vosso amor misericordioso, que nunca se cansa de perdoar e que nos ensine a viver o perdão.
Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil! Estamos indignados, diante de tanta corrupção e violência que espalham morte e insegurança. Pedimos perdão e conversão. Nós cremos no vosso amor misericordioso que nos ajuda a vencer as causas dos graves problemas do País: injustiça e desigualdade, ambição de poder e ganância, exploração e desprezo pela vida humana.
Pai amado e protetor nosso, nós vos pedimos pelo Brasil! Ajudai-nos a construir um país justo e fraterno. Que todos estejamos atentos às necessidades das pessoas mais fragilizadas e indefesas! Que o diálogo e o respeito vençam o ódio e os conflitos! Que as barreiras sejam superadas por meio do encontro e da reconciliação! Que a política esteja, de fato, a serviço da pessoa e da sociedade e não simplesmente dos interesses pessoais, partidários e de grupos.
Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil! Vosso Filho, Jesus, nos ensinou: “Pedi e recebereis”. Por isso, nós vos pedimos confiantes: fazei que nós, brasileiros, sejamos agentes da paz, iluminados pela Palavra e alimentados pela Eucaristia. Que a Paz reine em nossas fronteiras. Deus habita em nossas cidades.
Pai santo, nós vos pedimos pelo Brasil! Vosso filho Jesus está no meio de nós, trazendo-nos esperança e força para caminhar. A comunhão Eucarística seja fonte de comunhão fraterna e de paz, em nossas comunidades, nas famílias e nas ruas.
Pai do céu, nós vos pedimos pelo Brasil! Nesses últimos anos em que tantas vidas foram ceifadas pela pandemia, queremos seguir o exemplo de Maria, permanecendo unidos a Jesus Cristo, que convosco vive, na unidade do Espírito Santo. Vinde, Senhor, em nosso auxílio!
Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira desse amado Brasil, Mãe do povo brasileiro, a quem invocamos com filial afeto, rogai por nós que recorremos a vós.
04 outubro, 2022
Bolsonaro acelera privatização da Petrobras e expõe Brasil a aumentos de combustível
Atual governo foi o que mais vendeu ativos da estatal, ampliando dependência nacional da importação de gasolina e diesel.
A Petrobras completou na segunda-feira (3) 69 anos em meio a um processo de desmonte, segundo um levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Esse desmonte é causado por vendas em série de parte do patrimônio da empresa, que foram intensificadas durante o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).
Bolsonaro, aliás, já sinalizou que pretende manter a política de venda de ativos da Petrobras caso seja reeleito. Seu ministro da Economia, Paulo Guedes, já iniciou estudos para privatizar a Petrobras como um todo. Essa venda não seria imediata. Dependeria, portanto, de um eventual segundo mandato de Bolsonaro.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por sua vez, é contra a privatização da Petrobras. Candidato mais votado durante o primeiro turno da eleição, com 48,4% dos votos válidos, Lula defende que a Petrobras sirva para aumento de investimentos no Brasil.
Clique Aqui e leia na íntegra a matéria publicada em 04 de outubro de 2022 no site Brasil de Fato.
03 outubro, 2022
“só peca aquele que não tem medo de se arriscar e comprometer pelos ‘sujos’”
Segue um pequeno texto que escrevi.
“só peca aquele que não tem medo de se arriscar e comprometer pelos ‘sujos’”
A utopia conquistada pouco a pouco, a cada dia em meios a questionamentos; angústias; inquietações; diante de tantas falas absurdas; diante do conservadorismo; de um fascismo impregnado em nosso país. Mesmo com a cegueira diante da fome; da redução do salário mínimo; do desemprego e informalidade; do desmonte dos serviços públicos em saúde e educação; da perca dos direitos trabalhistas da previdência; da inflação; da exclusão; do preconceito e diante da morte.
Não deixar manipular, não deixar que assustem e como ensina Carlos Mesters, “reencantar-se com a Esperança na vida”. O Livro de Ester revela que em rodas de conversa e celebrações a fé, a esperança e a força do povo manteve-se vivas em épocas de perseguição. História de resistência, de ousadia, de teimosia e coragem de criticar opiniões diferentes.
E um contexto parecido como nosso de hoje, de perigo iminente do extermínio do povo o livro de Ester mostra que em rodas de conversa a luta pela justiça ganha espaço e o povo oprimido ganha esperança de viver. Em rodas de conversa os oprimidos se conscientizam e se preparam para agir. É através da persistência teimosa dos justos que Deus inverte o sujeito da história, para criar uma nova sociedade, onde a justiça triunfa, no entanto, para que todos tenham vida é preciso denunciar a perversidade do sistema opressor.
O livro de Ester é uma provocação e uma luz, uma líder forte, que soube agir, aproveitar as oportunidades, para garantir que seu povo tivesse o direito à vida plena e, em rodas de conversa, a resistência e com ela os oprimidos, sem medo de falar vai desmascarando o opressor.
Que Igreja queremos?
Chega de boas intenções, belas palavras, belos pronunciamentos, como Papa Francisco ensina, não é falar de missão, é viver a missão, em sua mensagem enviada aos bispos latino-americanos Francisco incentiva a não ter medo “da lama da história” nem de se sujar pelo povo de Deus, pois “só peca aquele que não tem medo de se arriscar e comprometer pelos ‘sujos’”, sujar-se para renovar a esperança.
Queremos Igreja que assume as Comunidades Eclesiais de Base, as CEBs, que é a Igreja comprometida com as pessoas e tudo o que as envolvem, o social, político, econômico e cultural, sem medo de sujar-se, sem medo de assumir e formar consciência social. É preciso perceber a sociedade ao redor e que como as ações individuais afetam os outros e a empatia, tão importante principalmente nos dias atuais, se não despertarmos para à capacidade de se colocar no lugar do outro, como será o amanhã?
02 outubro, 2022
30 setembro, 2022
Minha decisão em quem votar!
Para Senado não será voto ideológico, isso faz necessário, vou de Alvaro Dias, um voto contra Sérgio Moro e Paulo Martins.
Leve sua colinha no dia da votação
O uso da cola em papel é permitido inclusive na cabine de votação
O Celular NÃO PODERÁ ser levado a cabine de votação, proibido pela legislação.
Estão em disputa cinco cargos eletivos.
Eles devem ser escolhidos na urna eletrônica na seguinte ordem:
- deputada ou deputado federal (quatro dígitos);
- deputada ou deputado estadual ou distrital (cinco dígitos);
- senadora ou senador (três dígitos);
- governadora ou governador (dois dígitos);
- e presidente da República (dois dígitos).
Confira a foto e confirme
Depois de digitar o número do candidato no teclado, eleitoras e eleitores devem conferir a foto na tela da urna eletrônica e, só então, confirmar o voto no botão verde “Confirma”. Caso digite algum número errado e a foto não corresponda à candidata ou ao candidato escolhido, é possível corrigir o voto.
Mas atenção: depois de confirmar o voto, não é possível voltar atrás. Isso porque ele já terá sido computado pela urna eletrônica.
Vale lembrar que a Justiça Eleitoral não solicita a digitação dos votos em nenhum meio que não seja a urna eletrônica. Contudo, pela primeira vez, a urna vai liberar a confirmação do voto após um segundo do preenchimento completo dos números do candidato para cada cargo. A cada uma das cinco confirmações de voto, a urna emitirá um som breve. Ao fim, depois da escolha do concorrente a presidente, o aparelho emitirá o clássico som, mas por um período mais longo.
O Vento Vai Responder ( Blowin in The Wind) - Zé Ramalho
O Vento Vai Responder ( Blowin in The Wind) - Zé Ramalho
Quantos caminhos se tem que andar
Antes de tornar-se alguém?
Quantos dos mares temos que atrevessar
Pra poder, na areia, descansar?
Quantas mais balas perdidas voarão
Antes de desaparecer?
Escute o que diz o vento, my friend
O vento vai responder
Quantas vezes olharemos o céu
Antes de saber enxergar?
Quantos ouvidos terá o poder
Para ouvir o povo chorar?
Quantas mais mortes o crime fará
Antes de se satisfazer?
Escute o que diz o vento, my friend
O vento vai responder
Quantos anos pode uma montanha existir
Antes do mar lhe cobrir?
Quantos seres ainda irão torturar
Antes de se libertar?
Quantas cabeças viraram assim
Fingindo não poderem ver?
Escute o que diz o vento, my friend
O vento vai responder
Escute o que diz o vento, my friend
O vento vai responder
28 setembro, 2022
“Abraçar e agasalhar as CEBs com mais amor e carinho por todas as forças pastorais e missionárias de nossa diocese”
Deixemo-nos provocar!
Uma vez ao ler um texto, uma frase chamou-me a atenção, hoje ao escrever, não encontrei o texto, infelizmente a não referência, a frase é essa:
“Abraçar e agasalhar as CEBs com mais amor e carinho por todas as forças pastorais e missionárias de nossa diocese”.
O Decreto Conciliar “Ad Gentes” sobre a Atividade Missionária da Igreja afirma: “A Igreja peregrina é, por natureza, missionária. Pois ela se origina da missão do Filho e da missão do Espírito Santo, segundo o desígnio de Deus Pai” (AG 2).
“Enviada por Deus à todos os povos para ser sacramento universal de salvação, por exigência íntima de sua catolicidade e obedecendo ao mandato do seu Fundador (cf. Mc 16,16), esforça-se por anunciar o Evangelho a todos os povos” (AG 1).
“De si mesmo disse Cristo, a quem o Pai santificou e enviou ao mundo (cfr. Jo. 10,36): «O Espírito do Senhor está sobre mim; por isso me ungiu e me enviou a anunciar a boa nova aos pobres, a sarar os contritos de coração, a proclamar a libertação dos cativos e a restituir a vista aos cegos» (Lc. 4,18). E outra vez: «Veio o Filho do Homem para buscar e salvar o que estava perdido» (Lc. 19,10). (AG 3).
“E assim como Cristo percorria todas as cidades e aldeias, curando todas as doenças e todas as enfermidades, proclamando o advento do reino e Deus (3), do mesmo modo a Igreja, por meio dos seus filhos, estabelece relações com os homens de qualquer condição, de modo especial cm os pobres e aflitos, e de bom grado por eles gasta as forças (4). Participa nas suas alegrias e dores, conhece as suas aspirações e os problemas da sua vida e sofre com eles nas ansiedades da morte, trazendo-lhes a paz e a luz do Evangelho.” (AG 12).
⤴️ ⤴️ Vejam, são as nossas Comunidades Eclesiais de Base, as CEBs.
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