07 janeiro, 2021
Nota da CNBB - Unidos e Responsáveis Rumo ao Novo que Desejamos
06 janeiro, 2021
Dia Mundial da Infância Missionária
O Papa e as vacinas. A caridade que humilha
04 janeiro, 2021
Deus nos dá sinais muito pessoais!
Segue um pequeno texto que escrevi para uma reflexão.
Deus nos dá sinais muito pessoais!
Deus nos dá sinais muito pessoais, vamos estar atentos aos sinais dos tempos e aos sinais de Deus.
A vida pública de Jesus nos da certeza que o caminho a percorrer é um caminho longo, caminho sem muitas certezas, mas é preciso nos colocar a caminho, procurando o rosto do Senhor.
Quando fazemos essa experiência de amor com o Senhor, nos leva a sermos solidários com as nossas irmãs e nossos Irmãos. Com a justiça, com o projeto de Deus.
Para essa experiência de amor com o Senhor é preciso repensar nossas certezas, nossas escolhas, nossas acomodações.
Assumir nosso batismo é se colocar a caminho das irmãs e dos irmãos, para acolher e envolver nas suas alegrias e esperanças, dores e angustias.
Jesus foi fiel a Deus e ao seu projeto até a cruz, não podemos desistir, quando passarmos por dificuldades e provações da fé. Não desistir e continuar, até o encontro definitivo com o Senhor.
Penso que a missão nossa de batizadas e de batizados é levar pessoas a fazer linda experiência de amor com o Senhor, Jesus nos ensina como devemos agir, do jeito Dele, na oração, na solidariedade indo ao encontro para estar junto, sentir o cheiro, para acolher, olhar nos olhos, tocar, segurar as mãos, para isso é preciso sair de nossas acomodações e ir ás casas, nos abrigos, nas ruas, presídios, hospitais. Entrar na realidade do nosso povo, como Jesus.
Celebrando o Batismo de Jesus, que se tornou tudo para todos, revisemos nossa consciência, nossas escolhas e assim o nosso Batismo. Pois, com Jesus aprendemos que o Batismo é saída, caminho, missão.
É muito bom saber que todos nós, no mundo todo, independentemente de credo, de raça, de cor, em qualquer situação de vida somos convidados a aceitar a boa nova da paz por meio de Jesus Cristo.
Animados e fortalecidos pelo Espírito Santo, iremos viver a vocação e a missão de batizados, de filhos e filhas de Deus, na vivência semanal do Mistério Pascal de Cristo, na Eucaristia Dominical e na vida feita eucaristia.
No exercício do amor fraterno, comunitário e missionário prolonga-se o amor e o bem-querer divino pelo seu povo. O Espírito Santo desceu sobre Jesus enquanto rezava. Ele desce também sobre nós. Reconhecendo-nos como filhas e filhos bem-amados de Deus em Jesus Cristo.
01 janeiro, 2021
31 dezembro, 2020
Bem vindo 2021!
Carta do cacique indígena Ts’ial-la-kum, de Seattle/EUA ao presidente norte-americano em 1854
Território de Washington
Morte: 7 de junho de 1866 (79–80 anos)
Ocupação: chefe tribal
Obras destacadas: Chief Seattle's speech
Religião: Igreja Católica
29 dezembro, 2020
Perdas!
24 dezembro, 2020
Feliz Natal!
Natal
O Deus presente que dá alegria e esperanças, força para vencer as tristezas e dificuldades.
Razão para vencermos as ilusões e os desejosos. Conduz para saborearmos a graça do perdão nos tirando os desejos de vinganças.
Guia-nos para o caminho da humildade nos afastando do orgulho, da autossuficiência.
O Emanuel, o Deus conosco, que se fez criança no Menino Jesus, que nos ensina a não fazer distinção de pessoas, ao contrário, é Aquele que sabe aproximar, amar, olhar e cuidar.
Feliz Natal!
22 dezembro, 2020
Eu e o Padre Genivaldo Ubinge, estivemos presente no sepultamento da Elizete Santos, representando a presença amiga das companheiras e companheiros de nossas CEBs.
21 dezembro, 2020
Uma pedagogia para as bases
Por Celso Pinto Carias
Suposta negligência médica?
18 dezembro, 2020
ORAÇÃO DA MANHÃ - QUINTA-FEIRA
17 dezembro, 2020
O presépio «é como um Evangelho vivo»
O que significa o presépio no tempo do Natal.
15 dezembro, 2020
14 dezembro, 2020
Eclipse solar na América do Sul poderá ser observado no Sul e Sudeste do Brasil
O fenômeno será testemunhado na tarde desta segunda; No Sul e Sudeste do país, o eclipse será parcial.
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| Getty Images |
13 dezembro, 2020
10 dezembro, 2020
Reinfecção por coronavírus
Fase 2, o cansaço do isolamento nos leva a comportamentos errados
"Nestes dias de restrições, de isolamento, de indicações rigorosas mas não muito, de controles e multas pesadas mas nem sempre, quantos de nós, mesmo sabendo perfeitamente o que é certo ou errado fazer, sucumbimos à tentação e saímos dar um passeio cada um para onde quer?", indaga Vittorio Pelligra, professor de economia política na Universidade de Cagliari, Itália, em artigo publicado por Sole 24 Ore, 10-05-2020. A tradução é de Luisa Rabolini.
Eis o artigo.
O cansaço do isolamento em quarentena tem colocado a dura prova o nosso autocontrole: quantos de nós nos últimos dias sucumbiram à tentação e foram dar uma volta onde queriam?
É possível seguir voluntariamente um curso de ação que consideramos errado? De acordo com Sócrates não. Platão lhe faz dizer no “Protágoras”, de fato, que “Ninguém tende voluntariamente para o mal ou para o que acredita ser mal, e não é da natureza humana, me parece, ir voluntariamente para o que se considera mal, em vez de bem. De fato, quando se é obrigado a escolher entre dois males, será que alguém escolherá o maior, embora seja possível escolher o menor?”.
Autocontrole e fraqueza
Aristóteles contestará, anos depois, essa posição, referindo-se à dicotomia entre "enkrateia" e "akrasia", o autocontrole e o poder que exercemos sobre nós mesmos, por um lado, e a fraqueza da vontade, se não mesmo o agir contra os próprios interesses, pelo outro. E nestes dias de restrições, de isolamento, de indicações rigorosas mas não muito, de controles e multas pesadas mas nem sempre, quantos de nós, mesmo sabendo perfeitamente o que é certo ou errado fazer, sucumbimos à tentação e saímos dar um passeio cada um para onde quer? Fora o caso de Milão, que o prefeito Sala parece ter levado muito a sério, quantos comportamentos de risco, em termos de potencial contágio, são assumidos de forma consciente, inconsciente ou simplesmente porque estamos extenuados por meses de isolamento e distanciamento social?
Formalismo e realismo legal
Para tentar responder a essa pergunta, poderíamos começar nos fazendo outra pergunta, apenas aparentemente longe de nossa questão principal. Quando um juiz dá uma sentença, que tipo de decisão ele toma? Do que depende a pena ou, talvez, a concessão de prisão domiciliar em vez de prisão preventiva, uma redução da pena ou o reconhecimento de circunstâncias atenuantes? Nesse sentido, duas abordagens diferentes se contrapõem já há algum tempo: por um lado, os defensores do “formalismo jurídico” consideram a decisão como o resultado de um processo racional de aplicação das normas a um caso particular; um processo que se dá de forma deliberativa, lógica e imparcial, quase mecânica. Pelo outro lado, encontramos a abordagem do “realismo legal” que assume que a decisão seja certamente guiada por normas e procedimentos codificados, mas, ao mesmo tempo, também é influenciada por fatores externos de natureza psicológica, social e política.
Os estudos dos psicólogos
Para tentar colocar algum suporte empírico nessa diatribe, há alguns anos, Shai Danziger, Jonathan Levav e Liora Avnaim-Pessoa, psicólogos da Universidade Ben Gurion e da Columbia de Nova York, decidiram ir ao fundo na questão através da observação controlada do comportamento real de um grupo de juízes. O estudo parte, explicitamente, do ditado popular de que "justiça é o que o juiz come no café da manhã". Decidiu-se observar, ao longo de 50 dias, oito juízes especialistas chamados a tomar, todos os dias, uma longa sequência de decisões sobre a concessão de liberdade condicional. Para cada caso em estudo, os autores do estudo consideram todas as variáveis legalmente relevantes consideradas pelo juiz em sua avaliação, como, por exemplo, o número de condenações anteriores, a gravidade do crime, os meses já passados na prisão, a possibilidade de um programa de reabilitação e outros de natureza semelhante. Também são registradas tanto a hora em que o caso individual é discutido quanto a ordem com relação a todas as outras decisões do dia. Em média 6 minutos são dedicados à discussão de cada caso, após o que o resultado é comunicado ao requerente. Dias exigentes e repetitivos, pontuados por dois intervalos, um no meio da manhã para um café ou lanche e outro para o almoço. Esses intervalos dividem a jornada de trabalho do juiz em três segmentos: manhã cedo, final da manhã e pós-almoço. Os autores, em particular, se concentram na relação entre a probabilidade de uma decisão favorável e a hora do dia em que o pedido é discutido. Nesse sentido, seria razoável esperar uma independência da probabilidade de aceitação do pedido em relação ao momento em que o processo é examinado. Isso, pelo menos, é o que os formalistas legais argumentam.
Os realistas, por outro lado, consideram, entre outros, os efeitos da repetitividade da tarefa e do fato de que este elemento possa afetar a qualidade da decisão, fazendo prevalecer, por exemplo, aspectos automáticos, emocionais e simplificações excessivas. Segundo essa posição, então, a probabilidade de uma decisão favorável tenderia a diminuir ao longo do dia, com valores elevados pela manhã e valores inferiores à tarde. Os dados do estudo, no entanto, em última análise, mostram resultados diferentes, surpreendentemente diferentes. O significado da expressão "justiça é o que o juiz come no café da manhã" assume, à luz das evidências recolhidas, um valor muito mais literal do que se poderia imaginar. A probabilidade de aceitação dos pedidos é, de fato, muito elevada no início do dia, quando cerca de 65% dos pedidos são julgados favoravelmente, mas começa a se reduzir muito rapidamente até zerar. Depois, o juiz e seus colaboradores fazem o primeiro intervalo: frutas, lanches, uma bebida e as audiências são retomadas. Mais uma vez a probabilidade de um desfecho favorável aumenta, fixando-se em torno de 65% e depois, rapidamente, como antes do intervalo, tende a zerar e assim por diante até o almoço. À tarde, novamente, outro pico e depois declínio. Portanto, não é tanto a ordem em que um pedido é examinado que determina a probabilidade de aceitação, mas sim sua maior ou menor distância das pausas que interrompem a jornada de trabalho do juiz (Danziger S. et al., “Extraneous Factors in Judicial Decisions”, Proceedings of the National Academy of Sciences, April 26, 2011, vol. 108, p. 6889–6892).
Fonte: Dehonianos










