04 março, 2014

Quarta-feira de Cinzas - Quaresma e Campanha da Fraternidade

Amanhã tem início o tempo da quaresma com a quarta-feira de cinzas e em toda a Igreja do Brasil a Campanha da Fraternidade (CF) que traz como tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e o lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl5,1). 
Na missa de quarta-feira de cinzas e durante o período da quaresma Jesus nos apresenta um programa de vida: oração, perdão, amor, jejum, caridade fraterna, penitência. Um convite para que cada pessoa faça um ver-julgar-agir de si mesma. Com a imposição das cinzas sobre a cabeça o apelo de Jesus: “convertei-vos e crede no Evangelho!”.
A Campanha da Fraternidade é realizada anualmente pela Igreja Católica, sempre no período da Quaresma. Seu objetivo é despertar a solidariedade dos seus fiéis e da sociedade em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos e solução. A cada ano é escolhido um tema, que define a realidade concreta a ser transformada, e um lema, que explicita em que direção se busca a transformação. A campanha é coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). 
Na Paróquia Nossa Senhora da Liberdade, Maringá-Pr, haverá missa com distribuição de cinzas às 15 horas e às 20 horas. A missa será presidida pelo Pároco Padre Dirceu Alves do Nascimento
Segue abaixo, os objetivos e o significado da CF deste ano de 2014. 
Fonte: Texto Base CF 2014
O objetivo geral da Campanha da Fraternidade de 2014 é “identificar as práticas de tráfico humano em suas várias formas e denunciá-las como violação da dignidade e da liberdade humanas, mobilizando cristãos e pessoas de boa vontade para erradicar este mal com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus”.
1. Objetivos específicos:
- Identificar as causas e modalidades do tráfico humano e os rostos sofridos por esta exploração;
- Celebrar o mistério da morte e ressurreição de Jesus Cristo, sensibilizando para a solidariedade e o cuidado às vitimas dessas práticas;
- Suscitar, à luz da Palavra de Deus, a conversão que conduza ao empenho transformador desta realidade aviltante da pessoa humana;
- Denunciar as estruturas e situações causadoras do tráfico humano;
- Promover ações de prevenção e de resgate da cidadania dos atingidos;
- Reivindicar, aos poderes públicos, políticas e meios para a reinserção das pessoas atingidas pelo tráfico humano na vida familiar, eclesial e social. 

O Cartaz: 

O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.

Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte superior do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade. 

As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como às presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.

A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos.

03 março, 2014

Que bom seria se o carnaval


História da Paróquia Nossa Senhora da Liberdade

 História da Paróquia Nossa Senhora da Liberdade

Até o ano de 1981 era celebrada a missa no CSU (centro social urbano), como extensão da paróquia Sagrado Coração de Jesus.
Em data de 24 de setembro de 1981, foi realizada a primeira reunião do pré conselho do Jardim Liberdade, reunião esta presidida pelo Pe. Júio Antônio da Silva, com a finalidade de organizar cultos, movimentos de grupos, festas, cuidar das famílias carentes no sentido saúde e financeiro. Na época, decidiram ter a denominação de futura capela Nossa Senhora da Liberdade, em menção ao nome do Bairro.
No mesmo ano 1981 foi conseguido o terreno na Rua Júlio Mesquita para a construção da capela.
No dia 08 de abril de 1984, já com o projeto para construção pronto, houve o primeiro encontro da comunidade Nossa Senhora Da Liberdade com a presença de Dom Jaime Luiz Coelho realizado no CSU, com Pe. Lourenço juntamente com os ministros e coordenadores de setores e grupos de reflexão. As 16h15 seguiram para o terreno onde seria construída a capela, chegando foram recebidos pela comunidade reunida, em seguida Dom Jaime celebrou a missa e pronunciou:
“Que esta capela cujo nome será Nossa Senhora da Liberdade deverá ser construída por todos, com a força máxima de cada cristão. Que Nossa Senhora da Liberdade seja nossa protetora e mãe, e, com sua força nos ajude a nos libertar do egoísmo, para podermos construir uma comunidade com base na fé no amor e na paz, só teremos uma Igreja viva se vivermos verdadeiramente a palavra de Cristo e seu evangelho.”
Em 27 de junho 1984 – já estava construído o salão paroquial, onde passou a realizar as missas e celebrações.
Em 22 de agosto de 1985, foi aprovado o projeto para a construção da Igreja.
Em 30 de janeiro de 1986, foi iniciada a obra da igreja e fincada à pedra fundamental.
Em 28 de agosto de 1988, data da inauguração da Capela Nossa Senhora da Liberdade, sendo celebrada missa presidida por Dom Jaime L. Coelho.
No dia 06 de fevereiro de 1995, foi feito por Dom Jaime Luiz Coelho a transcrição do decreto de Criação da Paróquia Nossa Senhora da Liberdade, futuramente Beato Pedro Jorge Frassati.
Ficando a partir desta data integralmente desmembrada da Paróquia Sagrado Coração de Jesus.
Quanto ao nome da Paróquia no ano de 2002 o então Administrador paroquial Pe. Milton Bossoni enviou uma carta a Arquidiocese questionando o porque de “Paróquia Nossa Senhora da Liberdade, futura Beato Pedro Jorge Frassati a paróquia terá de mudar de nome?”, a qual teve a seguinte resposta:
“Antes de tudo uma explicação: um beato só pode ser titular de uma igreja ou capela no lugar onde nasceu, viveu ou morreu, ou se for religioso, onde houver uma comunidade de sua congregação, seu culto é limitado, somente quando canonizado seu culto se torna universal, assim o Beato Pedro Jorge Frassati não pode ser o titular de uma paróquia em Maringá., por outro lado interpreto a determinação do então arcebispo Dom Jaime:
se enquanto ele fosse arcebispo o Beato ficasse Santo, ele mudaria o nome desta paróquia, como isso não aconteceu até 07/05/1997 sua determinação deixa de ter valor.
Conclusão: como esta comunidade já está acostumada com o nome de sua padroeira e é um belo nome, pois Nossa Senhora é a Mãe daquele que veio nos trazer a libertação de todo pecado e da própria morte, não há motivo algum para que um dia o nome desta paróquia seja alterado. Seria até muito inconveniente se isso acontecesse.
Que a comunidade paroquial fique, pois, tranquila e venere, com todo carinho, a Mãe de Jesus, sob o título de Nossa Sra. Da Liberdade. Dom Murilo S. R. Kriger. "
Em 04 de Janeiro de 2006, foi estabelecido no calendário litúrgico 3º domingo de maio como dia da padroeira, por Dom Anuar Batistti.
Neste mesmo ano foi criada a imagem primeira e única no mundo, de Nossa Senhora da Liberdade, permitida oficialmente pelo nosso Arcebispo Dom Anuar Battisti. A imagem com a corrente quebrada abaixo dos pés, nos traz o sentido de libertação para aquelas e aqueles que vivem a sua fé em Cristo libertador, seus braços aberto e o seu olhar cheio de misericórdia acolhem a todas e a todos com muito carinho e a segurança de um colo de Mãe.
No dia 12 de outubro de 2006, foi realizada a entronização da imagem, com a benção e procissão e carreata pelas ruas do bairro, foi entronizada em uma gruta na entrada da Igreja onde pode ser venerada por todas e todos.
Atualmente na paróquia existem 09(nove) Comunidades Eclesiais de Base (CEBS).
CEBs: – Mãe Admirável, Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora Rainha da Paz, Sagrada Família, Santa Luzia, Santa Rita de Cássia, São Francisco de Assis, São José,
Existem dois salões, o primeiro situado em frente a igreja na praça da Capela, e o segundo está localizado no Jardim Liberdade Quarta Parte, rua Armando Crippa, 957, próximo ao Colégio Adaile Maria Leite,, intitulado: “Centro de Pastorais Sociais Nossa Senhora da Liberdade” para atender melhor as necessidades da comunidade.

(Obs. O texto acima escrive tendo como base o que fui ouvindo das pessoas em minha caminhada pela pastoral da Juventude e pela Comunidade Eclesial de Base, nessa paróquia.)


Morre pai do Pe. Adacilio Felix de Oliveira


Faleceu ontem por volta das 22h30 o Sr. Manoel Felix de Oliveira pai do Pe. Adacilio Felix de Oliveira. 
O velório será realizado em Uniflor Rua: Crisântemo no. 566 e o sepultamento as 17h00 no Cemitério Municipal de Uniflor.

01 março, 2014

Ser Amigo


Müller e a Teologia da Libertação “normalizada”

Fonte: IHU

"Pobre e para os pobres”. As palavras do Papa são também o título do mais recente livro de Gerhard Ludwig Müller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Um texto que parece ser o passo definitivo para uma Teologia da Libertação “normalizada”. O volume, que conta com o prólogo de Francisco, foi apresentado em um auditório do Vaticano, a alguns passos da Praça de São Pedro, e com um relator surpresa: Gustavo Gutiérrez.
Müller é o principal artífice dessa “normalização” de uma corrente de pensamento que ainda provoca ardentes debates na América Latina. Ele é, há décadas, amigo pessoal de Gutiérrez, “pai” dessa teologia. Após a apresentação do livro, o recente cardeal alemão explicou aos jornalistas a razão pela qual a apoia sem hesitar.
A entrevista é publicada por Vatican Insider, 27-02-2014 . A tradução é do Cepat.
Foto: Vatican Insider
Eis a entrevista.
Em seu momento, por que a Teologia da Libertação gerou polêmica?
Quando se está desenvolvendo uma teologia, existem circunstâncias do contexto e são apresentadas questões que precisam ser esclarecidas. A Teologia da Libertação começou com a “Gaudium et Spes”, que contém uma nova definição das relações entre a Igreja e o mundo. A Teologia da Libertação era uma grande aplicação deste documento da Igreja à situação da América Latina.
Então, qual era o problema? Por que não funcionava?
Sim, funcionava. As duas instruções (da Congregação para a Doutrina da Fé, publicadas nos anos 1990) não rejeitaram a Teologia da Libertação. Nessa etapa da história era muito presente o comunismo soviético e existiam muitas pressões dessa ideologia. Quando nós falamos dos pobres, fazemos isso de uma maneira muito diferente dos comunistas. Não sonhamos com um paraíso terreno. Eles sempre reclamaram à Igreja que o cristianismo fala apenas do céu, mas nós não podemos dizer que falaremos apenas da terra. O homem é um ser que vive nesse mundo, mas possui ao mesmo tempo uma vocação universal, eterna, divina. Devemos integrar a responsabilidade, aqui, pela sociedade, justiça social, paz, sustentando sempre a dignidade humana, com a visão transcendente.
Essa é a tarefa da Igreja de hoje, a de entrar na agenda da sociedade moderna e, ao mesmo tempo, dizer que o fim último é Deus. É ruim quando se esquece desse último fim do homem. Não podemos argumentar contra a dignidade humana, porque não apenas os ricos e os poderosos não devem suprimir os pobres, explorar aos doentes menos poderosos. Apenas tendo como referência Deus, podemos falar da igualdade, da equidade dos homens.
Então, a Teologia da Libertação já está purificada de qualquer influência negativa?
Purificada não, foi esclarecida. Também em outras etapas da história da Igreja existiam discussões sobre os novos desafios. Nós somos homens, devemos discutir, encaramos o diálogo e, às vezes, até brigamos de uma maneira fraterna. Porém, não pode haver guerras de um contra o outro. Sempre deve ocorrer uma discussão séria, porque existem diversas perspectivas sobre um assunto, mas todos bebemos da fonte da doutrina da Igreja. A teologia é necessária para o desenvolvimento, para a atualização da doutrina da Igreja, que como tal é sempre a mesma.
Seu livro pretende ser um exercício definitivo de explicação, de “normalização”?
Sim. Os livros também possuem a tarefa de superar alguns preconceitos ou a falta de informação. Muitos preconceitos vêm de uma falta de comunicação, quando a gente fala muito superficialmente ou com palavras muito ligeiras, preconceituosas. Isso também é necessário para o estudo, o conhecimento e para buscar uma boa avaliação.
Como foi sua relação com Gustavo Gutiérrez?
Quando eu comecei como teólogo, ele já havia finalizado. Foi uma relação mútua, eu aprendi muito dele, discutimos muito os pontos problemáticos da Teologia da Libertação.
Os tempos amadureceram para a beatificação de dom Romero?
Congregação para as Causas dos Santos tem a responsabilidade, mas cabe a nós dar o “nihil obstat” (sinal verde), porque nada nesse bispo é contra a ortodoxia. Lemos, estudamos todos os seus escritos, seus livros e homilias, estamos convencidos de maneira unânime que não existe objeção alguma na doutrina. Essa é a avaliação de nossa congregação, o resto deve prosseguir na dos Santos.

28 fevereiro, 2014

Uma pequena síntese da formação para leigas e leigos da Arquidiocese de Maringá

Uma pequena síntese da formação para leigas e leigos da Arquidiocese de Maringá, que teve como tema o Estudo do Documento 104 da CNBB “Comunidades de Comunidades: uma nova paróquia”, realizada ontem (27/02/2014) e teve Pe. Manoel José de Godoy como assessor.

Diante de uma sociedade “líquida”, onde tudo flui, não tem consistência, onde o chão oferecido pela sociedade não da mais segurança os/as cristãos tem que apresentar Jesus Cristo e sua proposta para que as pessoas tenham sentido na vida.

Para isso, é preciso conhecer Jesus e sua proposta. É preciso fazer lindas experiência com Ele, apaixonar-se por Ele. 

Hoje, somos convidados a responder: Quem é Jesus Cristo para mim?

O Documento de Aparecida fala muito da importância de termos um encontro pessoal com Jesus Cristo.

O primeiro passo, passa pelo seu conhecimento e o conhecimento de sua proposta. 

O segundo passo, uma vez apaixonado por Jesus Cristo e sua proposta, se essa experiência é autentica, necessariamente somos empurrados a encontrar pessoas que também fizeram essa experiência.

A experiência com Jesus Cristo, se for autentica, leva para a vida comunitária. A vida comunitária nasce com a experiência autentica com Jesus Cristo. 

Viver em comunidade é um desafio, porque somos diferentes, temos expressões de fé diferentes e tantas outras diferenças, diante disso, padre Godoy nos fez recordar que o Apóstolo Paulo viveu muita dessas experiências de comunidades divididas e para resolver tantos problemas comunitários propôs que acima de tudo o amor. É na vivência comunitária que provamos nossa autenticidade da experiência de fé. 

A verdadeira cristã e o verdadeiro cristão não fica prezo na secretaria da igreja, o/a cristãos tem que estar envolvidos na comunidade. Tem que ser alegres e animar a comunidade, animar uns ao outro, animar o padre.

Conforme o assessor, os padres precisam se ajudar mais, sentar e pensar a cidade como um todo, pelo tamanho da Arquidiocese de Maringá é preciso ter mais paróquias.

O terceiro passo é a formação e o compromisso missionário. Os desafios encontrados na missão são muitos e não tem explicações, mas as comunidades tem que ser missionárias.

Ser uma comunidade missionária em uma paróquia em redes de comunidades é se colocar a serviço também da outra comunidade. Uma comunidade tem de sobra (dinheiro) até para ficar trocando coisas e outras não tem nem para começar, a missão também passa pela partilha neste sentido.

Conforme nos apresentou Pe. Godoy, o Cardeal Martini de Milão elaborou o plano de pastoral em cima dos quatro Evangelhos.

- O primeiro ano, o Evangelho de Marcos que traz a pergunta: Quem é Jesus.
- O segundo ano, o Evangelho de Mateus que vincula as experiências de Jesus e as experiências comunitárias. Um reforço para a vida comunitária. Comunidade é um critério para Mateus – quem é Igreja – para que serve a Igreja.
- O terceiro ano, Evangelho de Lucas juntamente com Atos dos Apóstolos. Forma um bloco só. A missão. No evangelho a missão de Jesus em Atos a missão da comunidade.
- O quarto ano, Evangelho de João, comunidade do discípulo amado. Jesus é amor.

Nos evangelhos o mesmo personagem “Jesus”, visto por ângulo diferente, interesse diferente.

Diante da realidade atual em que vivemos, para que as paróquias sejam redes de comunidades autênticas é preciso dizer:

Não ao desânimo egoísta
Não ao pessimismo estéril
Não ao comodismo espiritual
Não à guerra entre nós
Sim ao desafio de uma espiritualidade missionária
Sim às relações novas geradas por Jesus Cristo

27 fevereiro, 2014

Fotos da Formação para Leigas e Leigos da Arquidiocese de Maringá

Fotos da Formação para Leigas e Leigos da Arquidiocese de Maringá, realizada hoje, 27/02/2014. 
Assessor: Pe. Manoel José de Godoy
Tema: Estudo do Documento 104 da CNBB “Comunidades de Comunidades: uma nova paróquia”







Arquidiocese de Maringá - Formação para Leigas e Leigos


25 fevereiro, 2014

Curso de formação permanente do clero da Arquidiocese de Maringá


O curso teve início na segunda-feira (24) e segue até sexta-feira (28). O curso é dividido em duas partes:  

- A primeira ministrada pelo padre Padre Leomar Brustolin, cuja pauta é o estudo sobre “Comunidade de Comunidades. A conversão Pastoral da Paróquia”.

- A segunda assessorada pelo Padre Manoel Godoy que vai refletir sobre “Novos rumos para a evangelização à luz do pontificado do Papa Francisco”. 


Documentário: “A invenção da infância"

Documentário: “A invenção da infância

São 25 minutos, mas vale a pena assistir, o documentário trás à tona a questão dos valores da infância, do trabalho escravo infantil e das diferenças econômicas e sociais de milhares de crianças.

Interessante a forma como foi produzido o documentário, fazendo-se as mesmas perguntas para crianças com realidades totalmente distintas, vai revelando a diferença gritante entre conceitos de "infância".

O documentário também traz o trabalho escravo infantil versus crianças com realidades "privilegiadas", mas que também são retiradas de seu mundo lúdico e mergulhadas no universo dos adultos. Assista aqui


24 fevereiro, 2014

82 anos de conquista do voto feminino no Brasil

Hoje, segunda-feira, 24 de fevereiro são comemorados os 82 anos de conquista do voto feminino no Brasil.

O voto feminino foi garantido através do Decreto nº 21.076, de 24/02/1932, assinado pelo, então, presidente Getúlio Vargas, no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro.

Na Revolução Francesa o Marques de Condorcet, em atitude considerada surreal para a época, ocupou a Assembleia Nacional, no ano de 1790, e criticou os políticos que impediam as mulheres de participarem do voto universal.


Aumenta número de presos por beber e dirigir nas rodovias federais

Da Agência Brasil

Balanço divulgado hoje (24) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostra que houve aumento de 36% no número de pessoas presas por dirigir alcoolizadas nas estradas federais no ano passado. Em 2013, foram 11.868 detidos contra 8.693, no ano anterior. O levantamento aponta incremento de 22% no número de infrações relacionadas à direção sob influência do álcool, que passou de 31.782, em 2012, para 38.847, em 2013.

A Polícia Rodoviária informou que foram feitos 1,5 milhão de testes do bafômetro, 135% a mais do que em 2012, quando foram aplicados 648.505 testes. “A PRF aumentou consideravelmente a fiscalização da alcoolemia [concentração passageira de álcool etílico no sangue]. Houve aumento de autuações e de pessoas presas, mas a gente tem verificado mudança no comportamento do cidadão no sentido de evitar beber e dirigir”, disse o chefe da Divisão de Planejamento Operacional da PRF, inspetor Stênio Pires.

Os policiais rodoviários aplicaram 3,2 milhões de infrações em 2013, das quais 782 mil foram por dirigir em velocidade superior à máxima permitida em 20%. Foram 325 mil por ultrapassagem proibida; 258 mil por dirigir em velocidade superior à máxima permitida entre 20% e 50% e 178 mil por falta de cinto de segurança. “Há uma intensificação da fiscalização por meios eletrônicos com radares e monitoramento das rodovias autuando através das imagens”, disse o inspetor Pires.

O balanço destacou que 160 mil automóveis envolveram-se em acidentes, resultando em 1.631 mortes. As 31 mil motocicletas envolvidas em acidentes causaram a morte de 1.620 pessoas. “Para cada mil automóveis envolvidos em acidentes, tivemos dez condutores mortos. Para cada mil motos envolvidas em acidentes, foram 52 condutores mortos. Há cinco vezes mais chance de um motociclista morrer”, ressaltou o chefe da Divisão de Planejamento Operacional da PRF.

Segundo ele, a Operação Carnaval 2014 começa na sexta-feira (28) e vai até a quarta-feira (5), quando será reforçada a fiscalização com aumento de policiais rodoviários, motocicletas, helicópteros e radares para tentar reduzir o número de mortes. De acordo com o inspetor, Minas Gerais e Bahia receberão maior atenção, porque 35% das mortes em rodovias federais concentram-se nos dois estados.

20 fevereiro, 2014

II Encontrão das CEBs - Paróquia N. Sra. da Liberdade


"Pais não devem aceitar que estudar tem que ser chato"

Escolas com projetos pedagógicos diferentes ainda são raras no Brasil. Para mudar este quadro, é necessário que a sociedade, em especial os pais, se preocupe com isso. É o que diz a socióloga Helena Singer, especialista em educação e direitos humanos.
“Os pais não devem aceitar facilmente que estudar tem que ser chato. É muito fácil para os pais pensarem que isso faz parte da vida. Eles devem esperar que a criança volte entusiasmada da escola, contente. É isso que os pais deveriam exigir”, afirma. 
Helena explica que a lei atual permite que cada unidade escolha a sua proposta de ensino, a forma como avaliar os alunos e a relação que vai ter com as famílias. “Apesar disso, muito pouca inovação se faz. Em geral as escolas seguem aquele padrão velho que já não dá certo, das séries, notas, das disciplinas, distante das comunidades”, avalia.
Para a diretora do Cieja Campo Limpo, Êda Luiz, a necessidade de inovar e de abrir a escola para a comunidade é ainda maior na rede pública. “Trabalhamos muito no Cieja para ter esse lugar aberto, sem chave, porque é um lugar público, então ele tem que ser utilizado pela comunidade. A escola pública deve ser construída pelo coletivo. Quando começar a fechar, começa a privatizar”, afirma.