15 maio, 2008

10% mais ricos no Brasil detêm 75% da riqueza, diz Ipea

KAREN CAMACHO
Editora-assistente de Dinheiro da Folha Online

Os 10% mais ricos do país concentram 75,4% da riqueza. É o que aponta o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em um detalhado levantamento sobre as desigualdades no Brasil.
Os dados, obtidos pela Folha Online, serão apresentados pelo presidente do Ipea, Márcio Pochmann, nesta quinta-feira ao CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social). O objetivo, segundo ele, é oferecer elementos para a discussão da reforma tributária, cuja proposta já foi apresentada.
A pesquisa também mostra como é essa concentração em três capitais brasileiras. Em São Paulo, a concentração na mão dos 10% mais ricos é de 73,4%, em Salvador é de 67% e, no Rio, de 62,9%.
Para Pochmann, a injustiça do sistema tributário é uma das responsáveis pelas diferenças. "O dado mostra que o Brasil, a despeito das mudanças políticas, continua sem alterações nas desigualdades estruturais. O rico continua pagando pouco imposto", afirmou.
Apenas para efeito de comparação, ao final do século 18, os 10% mais ricos concentravam 68% da riqueza no Rio de Janeiro --único dado disponível.
"Mesmo com as mudanças no regime político e no padrão de desenvolvimento, a riqueza permanece pessimamente distribuída entre os brasileiros. É um absurdo uma concentração assim", afirma.
A pesquisa do Ipea também mostra o peso da carga tributária entre ricos e pobres, que chegam a pagar até 44,5% mais impostos. Para reduzir as desigualdades, o economista defende que os ricos tenham uma tributação exclusiva.
Pochmann afirmou que um dos caminhos é discutir uma reforma tributária que melhore a cobrança de impostos de acordo com a classe social. "Nenhum país conseguiu acabar com as desigualdades sociais sem uma reforma tributária", afirmou.
A pesquisa do Ipea também mostra um dado inédito. A carga tributária do país, excluindo as transferências de renda e pagamento de juros, cai a 12%, considerada por Pochmann insuficiente para que o Estado cumpra as suas funções.

Arquidiocese de Maringá convida - "Cantando a Solidariedade "

Povo de Deus
A Arquidiocese de Maringá convida para um grande show com Pe Zezinho, Pe Antônio Maria (do Movimento Mãe Peregrina) e a jovem Adriana.

Dia 12 de julho no parque de exposições com o objetivo de levantar fundos para concluir as obras do Centro de Encontros, junto ao Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora da Glória.
Os ingressos no valor de R$ 10,00, podem ser adquiridos nas paróquias de toda arquidiocese, nas Paulinas Livraria, no Cepa ou na Rádio Colméia.

Muitos são os pré-candidatos que têm pendências judiciais

Um em cada quatro deputados pré-candidatos a prefeito responde a algum tipo de investigação no Supremo Tribunal Federal (STF). Dos 114 parlamentares que pretendem disputar as eleições de outubro, 29 têm pendências judiciais na principal corte do país, onde tramitam os processos contra deputados e senadores.

Jovens pedem mais educação e o fim do serviço militar obrigatório

O fim do serviço militar obrigatório e a criação de programas alternativos, a legalização do aborto e o destino de 10% do Produto Bruto Interno para educação constam entre as 22 prioridades aprovadas pela 1ª Conferência Nacional da Juventude, reunida de 27 a 30 de abril, em Brasília.

Vejam os recursos do governo Lulu para Maringá

- R$ 195 mil do Ministério do Turismo (vulgarmente conhecido como Relaxa e Goza) para implantação de rede de prevenção contra incêndio no parque de exposições, administrado pela Socieade Rural de Maringá;
- R$ 59.493,69 do Ministério da Educação para atender despesas do programa de auxílio Procad (Pedro Augusto Arroyo)
- R$ 1223.259,51 do Ministério das Cidades para construção de emissário e drenagem (onde?) -
- R$ 192 mil do Ministério da Saúde para construção de unidade de saúde
- R$ 4 milhões do Ministério do Esporte para implantação e modernização de infra-estrutura para esporte recreativa e de lazer
Fonte: blog do Rigon

Aprovado divulgação dos nomes dos candidatos-réus durante a campanha eleitoral

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje (14) um projeto que torna obrigatória, durante as campanhas eleitorais, a divulgação dos nomes dos candidatos que sejam réus em processos criminais ou que respondam a representações por quebra de decoro parlamentar. A autoria do projeto, que tem caráter terminativo (ou seja, não vai a plenário), é do senador Pedro Simon (PMDB-RS). Leia Aqui

14 maio, 2008

Conjunto Santa Felicidade: abaixo-assinado será entregue nesta quarta

Será entregue hoje (14/05), no paço municipal, um abaixo-assinado contra derrubada de casas e por investimentos públicos no bairro. São responsáveis pelo abaixo-assinado, Moradores do Conjunto Santa Felicidade, Movimento de Moradia e Conlutas.

Os moradores defendem a idéia de se construir equipamentos públicos, mas não de se derrubar casas nem de retirar moradores do local, que tem uma população composta basicamente por negros e descendentes.
A concentração na quadra do conjunto será às 15h, e na prefeitura, para a entrega do documento, às 16h.

Já é de conhecimento de todos que para se conseguir a verba infelizmente houve um total descaso para com os moradores do conjunto.

Dentro do plano de aceleração do crescimento (PAC) o governo federal disponibiliza recursos para serem utilizados em favelas, com o objetivo, resumidamente, dar o mínimo possível de infra-estrutura nesses locais. Só recebe esse dinheiro cidade que possua favelas através de comprovação.

O conjunto Santa Felicidade na cidade de Maringá é um conjunto de moradores pobres e não favela. A verdade é que esse conjunto atrapalha os interesses do prefeito da cidade de Maringá, dos empresários da construção civil e da classe média e alta, porque o conjunto Santa Felicidade está situado numa área que esta sendo construído condomínios e casas de alta qualidade, para ricos e esses não querem a presença desse povo, simplesmente por serem “pobres”, pobre no sentido apenas financeiro.

Conhecedor da existência de recursos federal destinado a favelas, entraram com pedido de recursos alegando que o conjunto Santa Felicidade é uma favela da cidade de Maringá. Para comprovar apresentaram falsas fotos de cada de fundo de vale de outros locais, como se fossem casas do conjunto. Cumprido os requisitos para a obtenção do recurso esse foi liberado.

Infelizmente quem vem sofrendo com as atitudes oportunistas da administração pública é o povo trabalhador da cidade de Maringá.

Lucimar Moreira Bueno (Lucia)

Quem ganha? Quem perde?

Quem ganha com a saída de Marina Silva do MMA?
Leia Aqui

13 maio, 2008

"Uma Igreja a Serviço da Vida"

Uma Igreja a serviço da vida é o tema escolhido para a Assembléia da Arquidiocese de Maringá que vem sendo construída de forma participativa envolvendo a base. A vida e a dignidade precisam ser resgatada, o caminho é seguir os passos de Jesus. Uma Igreja em estado de missão. Uma Igreja presente a onde sua presença se fazer necessária. Com um jeito novo, metodologia dinâmica e participava, que saiba , não só levar, mas descobrir junto, não só dar, más também receber, partilhar e buscar junto, ensinar e aprender. Uma relação que permita criar novos laços, novas relações, um novo jeito de olhar a vida, um novo jeito de ser Igreja.
Diante da exclusão social, do individualismo, da busca do ter e do poder, diante de tantas “informações” que rapidamente chegam, diante de tantas perguntas sem respostas, sonhos esquecidos, esperanças destruídas é preciso reconstruir relações humanas, resgatar a dignidade e a liberdade das pessoas, é preciso por fim na exclusão social e na violência, é preciso reavivar os sonhos e as esperanças, é preciso construir uma socieade justa e solidária, é preciso não deixar o povo perder a fé, é preciso levar o povo a ter experiência intima com o Deus da vida.
Anuciar o evangelho sendo fiel a ele respondendo aos novos anseios do povo é um grande desafio. Exige uma abertura pessoal e comunitária, entusiasmo e certeza, compromisso e responsabilidade. A essência não pode faltar, precisa vivênciar o anuncio, é preciso levar o povo a uma experiência intima com Deus. Assumir a missão é fazer uma decisão radical de entrega total ao Reino de Deus em prol da vida.
Os desafios de hoje são grandes. Não e fácil colocar em prática a missão que Jesus a nós confiou: “Assim como o Pai me enviou, eu tambem vos envio” (João, 20,21). É preciso sair de si, ir ao encontro do outro, ir ao encontro do “diferente”, do marginalizado, do afastado, do necessitado.
Precisamos semear sementes de otimismo, de alegria, de esperança e de amor.

Lucimar Moreira Bueno (Lucia)

Mensagem da CNBB por ocasião da memória dos 120 anos da abolição da escravatura

A nação brasileira assinala neste dia 13 de maio os 120 anos da Assinatura da Lei Áurea que declarou extinta legalmente qualquer forma de trabalho escravo. Foi um fato marcante para os homens e mulheres que nos idos de 1888 ainda carregavam nas costas o fardo da escravidão.
A Igreja Católica é solidária com a comunidade negra e renova o seu compromisso de apoio aos afro-brasileiros na sua busca por cidadania plena e da plena liberdade, sinal concreto da liberdade que o Reino pregado por Jesus oferece.

Brasil chega à linha de frente' dos emergentes, diz jornal

Uma reportagem do jornal americano Wall Street Journal publicada nesta terça-feira afirma que o Brasil "se juntou à linha de frente das novas potências econômicas", alcançando Rússia, Índia e China. Leia Aqui

Festa Paroquial da Capela São Miguel do Cambuí

Festa Paroquial da Capela São Miguel do Cambuí, promovida pela Paróquia Nossa Senhora de Fátima, de Marialva. A Festa ocorrerá no dia 13/05, com um delicioso almoço que será servido no Salão Paroquial.

Mais informações: (44) 3232-8353 – Rubens Borsari, Gerente Distrital do Município.

Populações indígenas e ribeirinhas promovem encontro para debater projetos hidrelétricos no Rio Xingu

Entre os dias 19 e 23 de maio, cerca de mil pessoas, entre representantes de populações indígenas e ribeirinhas, movimentos sociais, organizações da sociedade civil e pesquisadores, realizam o Encontro Xingu Vivo para Sempre, em Altamira (PA), para discutir projetos hidrelétricos e seus impactos na Bacia do Rio Xingu. Incluem-se aí a construção prevista da usina de Belo Monte, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Tanto as que já estão prontas, como a do Culuene (MT), quanto as que estão em construção e as que estão planejadas para o Pará e o Mato Grosso. Se forem adiante, tais projetos devem atingir direta e indiretamente cerca de 16 mil pessoas, 14 povos indígenas entre elas. Leia Aqui

09 maio, 2008

Dia das Mães

No Brasil o primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

É uma pena ver o Dia das Mães serem transformado em um dia lucrativo para os comerciantes.
Que bom que esse dia fosse de agradecimento pelo amor recebido diariamente. Um amor que a cada minuto se torna um amor novo.
Que bom que o presente recebido pelas mães nesse dia fosse fidelidade, amor, respeito e carinho.
Que pena que esses valores são substituídos por bens materiais comercializados.
Será que não temos nada com isso?
A comercialização desta data faz esquecer a riqueza do dom que Deus deu a mulher de ser mãe.
Lembremos das mães carentes, abandonadas, que choram a dor da ausência da filhas, do filhos.
Lembremos das mães que choram o sangue inocente derramado de suas filhas e filhos.
Lembremos das mães que choram com o desaparecimento de suas filhas e filhos.
Lembremos das mães doentes nos leitos confortáveis de um hospital particular e as que se encontram jogas pelos corredores dos hospitais públicos.
Lembremos das mães em que seu desejo é de ajudar suas filhas e filhos, de oferecer a melhor educação.
Lembremos das mães que estão alegres com tanto carinho recebido de suas filhas e filhos.
Lembremos das mães que doam seu tempo a serviço da vida nas comunidades.
Lembremos das mães que incomodadas com a injustiça gritam por justiça no campo e na cidade.
Lembremos das mães que deram suas vidas pela vida.
Lembremos das mães que seguem adiante apesar de suas dúvidas e dificuldades.
Lembremos das mães... .
Lembremos de Maria mãe de Deus e nossa mãe.
Lembremos de nossas mães que já partiram para o encontro com Deus.
Lembremos de nossas mães que no fundo do seu coração, muito mais do que um valioso presente quer de nós um abraço bem apertadinho, um beijo e um: eu te amo.
Lucimar Moreira Bueno (Lucia)

Os 7 pecados Capitais –Na Segurança Pública da Bahia

Mais um jovem com sonhos e um belo futuro abatido em Salvador. Dessa vez na comunidade de São Cristóvão, conhecida como Planeta dos Macacos não por acaso, mas pelo seu contigente populacional negro.
Os negros são mortos como insetos e a cada feriado ou final de semana as estatísticas parecem que nos desafiam a alguma ação. Parece que são os números que nos cobram.
Temos tabulado muitos corpos a perder as contas.
A mãe de Diego de Jesus Sampaio, 17 anos, nos recebeu em sua casa. Reuniu as forças que podia e nos pediu justiça, para que lutemos, para que outra mãe não chore como ela. Leia Aqui

Entidades divulgam nota contra impunidade

"Como foi que se transformou em prostituta a cidade fiel, possuída pelo direito? Nela, quem morava era a justiça, agora são os assassinos." Is. 1, 21

Confira a nota pública, intitulada Cultura da Impunidade marca Violência no campo no Pará, assinado por diversas entidades de direitos humanos no país repudia a absolvição do fazendeiro Vitalmiro Bastos Moura, o Bida, da acusação de ser mandante da morte da missionária americana Dorothy Stang. “Clamamos pelo fim da impunidade e re-afirmamos o nosso compromisso pela Reforma Agrária e pela distribuição da terra e da renda que possa garantir alimento e vida”, finaliza a nota. Leia Aqui

08 maio, 2008

Os novos terroristas da mídia

Poucas vezes uma reportagem foi tão distorcida quanto a do Jornal Nacional desta quarta-feira a respeito do MST. Nos dois minutos e vinte e quatro segundos da matéria busca-se a criminalização dos camponeses; para tanto, imagens e palavras são cuidadosamente articuladas para transmitir ao telespectador a idéia de que os militantes do MST é quem são os responsáveis por todo o medo que ronda os paraenses. Leia Aqui

Diretrizes Sociais da Igreja

- Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (resumo sintético).
- Como educar os filhos e filhas (pais maus).
VEJAM AQUI

Ministério Público quer investigar se envolvido no caso Dorothy mudou depoimento

O Ministério Público do Pará instalará um inquérito civil para investigar se Amair Feijoli da Cunha, o Tato, condenado e preso por intermediar o assassinato da missionária Dorothy Stang em 2005, mudou seu depoimento no caso em troca de aproximadamente R$ 100 mil. Leia Aqui

As conseqüências do voto. Projeto Eleições da Arquidiocese de BH e da PUC-MG

Na quarta edição do boletim da série especial "Projeto Eleições", produzido pela Arquidiocese de Belo Horizonte/MG em conjunto com o Mestrado em Ciências da Religião da PUC - Minas, o documento busca refletir sobre os três poderes da República e os poderes dos municípios do Brasil. Segundo ele, "quanta distorção existe em nossa cultura política, que vê no vereador apenas uma “ponte” para encaminhar suas demandas junto ao Executivo! É como se ele tivesse sido eleito para abrir portas na Prefeitura... Mais grave ainda é ver no vereador quem pode conseguir os favores do prefeito e arrumar emprego, material de construção, cesta básica, consulta médica, asfalto para a rua, escola e outras obras para o bairro... Infelizmente, vereadores e prefeitos honestos, que se negam a fazer isso, correm o risco de não serem reeleitos. É preciso maior consciência política da população, para que os vereadores e prefeitos bem intencionados possam cumprir sua função". Leia Aqui

Dilma rebate saudosos da ditadura e pede respeito aos valores democráticos

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, iniciou sua fala na Comissão de Infra-estrutura do Senado, nesta quarta-feira (7), reagindo com veemência a uma afirmação de baixo nível do líder do DEM (ex-PFL) na casa, Agripino Maia (RN).
Clique aqui para ver o vídeo com este trecho do depoimento de Dilma (link da TV Senado)
No início dos trabalhos, Maia – que apoiou a Ditadura Militar – lembrou que nos anos 70 a ministra, então militante de um grupo que combatia o regime, mentiu ao ser torturada pelos órgãos de repressão. Ele insinuou que ela estaria fazendo o mesmo agora, em relação ao suposto dossiê com informações sobre os gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Dilma rebateu a provocação e lembrou que na Ditadura era preciso mentir para salvar a vida de companheiros e que, num regime de exceção, não há espaço para a verdade, ao contrário do que ocorre na democracia.
"O que acontece ao longo do anos 70 é a impossibilidade de se dizer a verdade em qualquer circunstância. No pau de arara, com o choque elétrico e a morte, não há diálogo", disse. E prosseguiu: "Eu fui barbaramente torturada, senador. Qualquer pessoa que ousar falar a verdade para os torturadores, entrega os seus iguais. Eu me orgulho muito de ter mentido na tortura, senador", enfatizou.
A ministra disse ainda que “qualquer comparação entre ditadura e democracia só pode partir de quem não dá valor à democracia brasileira”. Na época da prisão, ela tinha 19 anos. Passou três anos presa. Ela destacou a diferença entre as duas épocas.
"O regime que permite que eu fale com os senhores não tem a menor similaridade [com a ditadura]. Nós estamos em igualdade de condições humanas, materiais. Não estamos no diálogo entre o pescoço e a forca, senador. Por isso acredito e respeito esse momento. Isso é algo que é o resgate desse processo que ocorreu no Brasil", afirmou.
A ministra está na comissão do Senado para falar sobre o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

07 maio, 2008

Bispos marcados para morrer

Há uma lista, pública, de 300 pessoas marcadas para morrer no estado do Pará, afirmou o bispo prelado do Marajó, d. José Luís Azcona, em audiência pública, na Comissão da Amazônia da Câmara dos Deputados. “O tráfico na Amazônia de mulheres e crianças para exploração sexual e a situação dos religiosos ameaçados de morte por combatê-lo”. No mês passado, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) pediu às autoridades de segurança pública medidas de proteção para religiosos que integram a lista macabra.
“Todo mundo sabe, mas ninguém faz nada”, afirmou d. Luís Azcona. Ele se referia às autoridades policiais, ao Ministério Público e à Justiça. “Essa, é uma sociedade doente. A Amazônia é explorada por modelos importados, um modelo colonialista perpétuo; a Amazônia precisa ser levada a sério, senão vamos perder essa riqueza”, descreveu. Leia aqui

Caso Dorothy Stang: "É uma injustiça que se está cometendo", diz bispo sobre absolvição

O bispo de Abaetetuba, no Pará, dom Flavio Giovenale, disse que não se surpreendeu com a absolvição do fazendeiro acusado de ser o mandante do assassinato da missionária Dorothy Stang, na noite desta terça-feira. Para dom Flavio, o resultado do segundo julgamento já era previsto.
Para ele, o resultado do julgamento serve para os bispos que atuam na região saberem que "não se está enfrentando pessoas superficiais ou que não são bem preparadas" e que "nem sempre a verdade prevalece".

19 países participam de reunião pela não proliferação de armas químicas

Começa hoje (06) em Lima (Peru), a 9ª Reunião Regional de Autoridades Nacionais de Armas Químicas, da qual participam representantes de 19 países latino-americanos e caribenhos. O objetivo da reunião é estimular o desarme e a não proliferação desse tipo de armas, de extermínio massivo, no mundo. Leia Aqui

Para incluir é preciso também integrar


Kristianne Perez Inclusão é um tema que se tem comentado muito, nos dias de hoje, seja social, cultural, racial ou digital. Sempre mostrado por todos os lados e visões, o que ajuda no avanço do País e das pessoas que estão inseridas nele, como seres sociais. É uma forma de trazer todo aquele que é excluído para uma sociedade ativa em diversas formas e aspectos. Porém, para que se possa incluir é necessária uma capacitação e adequação de pessoas, professores, empresas, enfim, de todos aqueles que precisem de conscientização para gerar aceitação. Só a integração desses indivíduos pode levar a um intercâmbio de conhecimento vantajoso para todos, tanto para os que ensinam e convivem quanto para os que aprendem. Leia mais

Espaço digital promove inclusão social Biblioteca comunitária oferece oportunidade para a comunidade do Jardim Liberdade e região de se informatizar. Leia mais

Jovens do Liberdade têm cursinho pré-vestibular Professores voluntários, proporcionam oportunidade para estudantes do bairro que querem ingressar no ensino superior. Leia mais

Promoção humana ajuda famílias do Jardim Liberdade Famílias cadastradas na paróquia do bairro recebem cestas básicas todos os meses; algumas sobrevivem dessas doações Leia mais

Comércio ganha força no Jardim LiberdadeFundada há 34 anos, segundo moradores, a Zona 36 possui como ponto positivo o comércio diversificado. Leia mais

Vídeo do Lar Escola da Crinaça de Maringá

Vejam o video do Lar Escola da Criança de Maringá. Aqui

Prof. André Luiz convida

Reconhecendo a importância de seu trabalho, solicito o seu apoio na divulgação desses eventos, gostaria de contar com sua presença e se possível encaminhar para seu malling de contatos.
Obrigado.
Prof. André Luiz

NAPP - Núcleo de Atividades, Pesquisas e Projetos do Terceiro Setor do Projeto FAHOG, em parceria com Colégio Marconi promove palestras gratuitas em Guarulhos.
Em Guarulhos, o crescimento do Terceiro Setor e das ações de responsabilidade social e ambiental ainda é muito tímido, além de a cidade apresentar grandes contrastes sociais e econômicos.
No ano 2007, entre 05 a 09 de Novembro, o NAPP do Terceiro Setor do Projeto FAHOG em parceria com o Colégio Guglielmo Marconi, realizou a I Semana de Profissionalização do Terceiro Setor da Cidade de Guarulhos, esse evento teve como objetivo iniciar uma ampla articulação com vários segmentos da sociedade comprometidos com a qualificação e transformação das ações sociais e ambientais na Cidade. Tiveram presentes mais de 70 lideranças, representando projetos de qualidade e sucesso na cidade; além da programação com especialistas no Terceiro Setor o evento contou com 10 mini-cursos de capacitação.

Os participantes do evento deliberaram a formação de um Fórum de discussão sobre a Profissionalização do Terceiro Setor e mais cursos de capacitação profissional.

Atendendo a essa demanda o Professor André Luiz, Coordenador do NAPP do Terceiro Setor do Projeto FAHOG e Organizador do evento, lança no mês de Maio o Fórum Permanente do Terceiro Setor que tem como objetivo instrumentalizar e qualificar a Ong´s da Cidade com o Programa de Formação de Gestores.

A palestra gratuita será sobre Captação de Recurso, e terá duração de 2 horas, sempre acontecerá na terceira segunda-feira do mês, das 15h às 17h, no Auditório do Colégio Guglielmo Marconi.

Agenda de Maio
Cursos de extensão
Tema: Elaboração de Projetos Sociais I – T01
Professor: André Luiz
Data: 13/05 – Terça-feira
Horário: 08h às 17h
Carga Horária: 8 horas + 4 horas de atividades complementar
Investimento R$ 50,00 a vista – desconto de 75% - Valor normal R$ 250,00
Tema: Elaboração de Projetos Sociais I – T02
Professor: André Luiz
Data: 16/05 – sexta-feira
Horário: 08h às 17h
Carga Horária: 8 horas
Investimento R$ 50,00 a vista – desconto de 75% - Valor normal R$ 250,00

Fórum do 3º Setor e Responsabilidade Social
Tema: Qualidade dos serviços no Terceiro Setor
Data: 27/05 – última terça-feira do mês
Horário: 15h às 17h
Carga Horária: 2 horas
Investimento: Gratuito

O Colégio está localizado à Rua João Romano, 14 – Vila Flórida e o Telefone para as inscrições são (11) 6404-2188 ramal 25 ou 11 83107960. http://www.colegiomarconi.com.br/
NAPP do Terceiro Setor e Responsabilidade Social
Coordenador: Prof. André Luiz

Inauguração do NIS 3 Alvorada

Matéria do meu amigo Luiz Fernando Rodrigues, do Conselho Municipal de Saúde a respeito da inauguração do NIS 3 do Jardim Alvorada:
A Administração Municipal parece que vai inaugurar o NIS 3.
Para tanto, deveria passar pela apreciação do Conselho Municipal de Saúde de Maringá, que quando aprovou esta reabertura (há 3 anos) determinou alguns requisitos para abertura e a Conferência Municipal as referendou no ano passado:
- que todas as equipes do PSF estivessem completas (hoje faltam 15 profissionais médicos);
- manutenção e melhoria do atendimento do Hospital Municipal, com Raio-X e atendimento 24 horas, dentre outros quesitos;
Só espero, como membro deste conselho, que o gestor não inaugure mais esta unidade sem o suporte necessário. Sabemos que os pediatras serão contratados através de uma empresa de Curitiba, que ganhou a licitação no final de 2007.
Não entendo, porém, como um pediatra virá de outras regiões do estado para trabalhar aqui e ganhar menos, já que a prefeitura (através do concurso) pagaria mais que esta empresa.
Outro fator que deve ser levado em consideração é o serviço de hotelaria, pois os serviços de refeições e a lavagem das roupas deverão ser efetuados no Hospital, assim como a realização dos exames laboratoriais.
Vamos aguardar, porém não de braços cruzados! A população não pode sofrer mais do que já sofre com o atendimento à saúde. Inaugurar um serviço que não atenderá as expectativas da população não resolve o problema.

06 maio, 2008

Um vídeo antigo porém muito atual

“Olá! Eu sou Severn Suzuki. Represento, aqui na ECO, a Organização das Crianças em Defesa do Meio Ambiente. Somos um grupo de crianças canadenses, de 12 e 13 anos, tentando fazer a nossa parte, contribuir. Vanessa Sultie, Morgan Geisler, Michelle Quigg e eu. Foi através de muito empenho e dedicação que conseguimos o dinheiro necessário para virmos de tão longe, para dizer a vocês, adultos, que têm que mudar o seu modo de agir.
Você tem a opção de assistir ou de ler AQUI

05 maio, 2008

Aos Meios de Comunicação Social

Prezados Senhores,Quero manifestar o meu apreço e admiração pelos Meios de Comunicação Social que sempre tem cumprido a missão pela qual foram criados. Por ocasião do Dia Mundial dos Meios de Comunicação Social – 04.05, envio a minha saudação pessoal, recordando um trecho da mensagem que o Papa Bento XVI enviou. Dom Anuar Battisti – Arcebispo de Maringá. Leia Aqui

Nasce uma CEB quando compreende que o Amor não vê a quem e sim a necessidade!

Nasce uma CEB quando compreende que  o Amor não vê a quem e sim a necessidade!

O verdadeiro amor não leva em conta barreiras de raça, religião, nação ou classe social. A paz e a fraternidade são frutos do amor. A prática do amor não tem limites. É a necessidade do outro que diz o que deve ser feito e até que ponto se deve amar. Amor trazido por Cristo.

No Evangelho de Lucas, na passagem da parábola do Samaritano (10,30-39) ele não pergunta se o homem ferido era judeu ou não. O amor não vê a quem e sim a necessidade. O próximo é qualquer pessoa que encontramos. Radicalmente o Evangelho esta do lado do Samaritano.

O próximo é quem se aproxima da pessoa para lhe dar uma resposta às necessidades de fé; do encontro com Jesus Cristo; de vivência comunitária; de laços fraternos e solidários; de auto estima; de autorrealização; de segurança e sociais.

Nasce uma Comunidade Eclesial de Base quando a paroquia torna-se próxima geograficamente do povo e de tudo que os envolve para saciar as necessidades ali no conjunto de ruas, conjunto de quadras, naquele condomínio, naquele prédio que constitui-se uma CEB. É a base daquela comunidade se mexendo, articulando para cuidar da base, que é seu povo e tudo que os envolve. 

Por isso a importância de uma CEB geograficamente "não ser grande" e sim pequena, formada aproximadamente por exemplo em um conjunto de quadras com mais ou menos trezentas a quatrocentos casas, onde se pode saciar as necessidades ao aproximar, conhecer, ouvir, acolher e integrar a vivencia comunitária que deve ser uma vivencia de uma família que saber viver os valores cristãos do seguimento de Jesus Cristo.

O Samaritano conseguiu atingir várias dimensões da partilha. Ele aproximou, fez curativo, colocou o homem em seu próprio animal, o levou a uma pensão, onde cuidou dele e pagou com moedas de prata os gastos para o dono da pensão.

O Samaritano partilhou amor, cuidados, fraternidade, atenção, tempo e bem material.

O mundo esta vazio de amor e paz. O individualismo, a ganância do ter, o capitalismo selvagem estão a cada dia ferindo vidas.

Há muitas pessoas caídas pelo caminho que esta no espaço geográfico de nossas Arq/Dioceses, nas ruas  de uma CEB, pessoas em que a injustiça e a exclusão social arrancaram suas esperanças e a espancaram. À sociedade as discriminam, elas enfrentam diversas dificuldades.

O mundo esta sedento de Samaritanas e Samaritanos que saibam partilhar amor, fraternidade, carinho, cuidado, atenção, tempo e bem material. Partilhar esperanças e certeza que um novo mundo é possível, só depende de nós.

A Igreja fortale-se como samaritana quando assumem em ser uma Igreja de Comunidade Eclesiais de Base.

Pequenos gestos como um pão e um agasalho partilhado, um sorrio, um aperto de mão, um abraço, um olhar com ternura pode fazer renascer a esperança, dar vida a uma criança, adolescente, jovem, adulto e idoso.

O Projeto de Deus é construído com pequenos gestos, pequenas ações, gestos esse no dia a dia no anonimato realizado na CEB. Que sejamos tijolinhos em sua construção.

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Lucimar Moreira Bueno (Lucia)

Fotos da Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora da Arquidiocese de Maringa











Sem Crédito (do blog do Rigon)

Tanto a administração cidadã do PP quanto o principal jornal de Maringá noticiam a inauguração da Farmácia Popular, na manhã desta segunda-feira, sem dar o devido crédito ao vereador Humberto Henrique (PT).

Realmente não é fácil fazer oposição em Maringá, nem quando de seu trabalho resultam louros para o governante de plantão.PS - A lei, iniciativa do Vereador Humberto Henrique, é de junho de 2006.

BALADA PARA OUTRAS ISABELAS

Olá! Eu vim lhe contar um pouco da minha história...
Peço atenção, seu "dotô", um instante, não demora...

Engraçado é que ninguém, faz passeata por mim
a imprensa não divulga, o "figurão" não se importa,
a classe média não grita, os ricaços dão de ombros...

Que hipocrisia é essa, de chorar por uma só?
São tantas as Isabelas violentadas sem dó...
Vejam Agui

02 maio, 2008

Romaria foi marcada pelo desejo da realizacao da PAZ



Aproximadamente éramos quatro mil e quinhentas pessoas, com o tema “Felicidade (Feliz Cidade) é escolher a vida” refletimos à luz das “Bem Aventuranças” a realidade do povo carente, principalmente do bairro Santa Felicidade.

Uns dos momentos marcantes foi o testemunho da Sra. Neide, da Igreja Assembléia de Deus, presidente da Cooperativa dos Coletores de Recicláveis dos bairros João de Bairro e Santa Felicidade que funciona no modelo de economia solidária. Ela pediu ajuda e reivindicou melhores condições de trabalho para os catadores, que desde 2005 não tem local digno de trabalho, o salão onde funciona a cooperativa não tem cobertura e eles trabalham no sol e na chuva. Denunciou dizendo que desde que a atual administração pública assumiu houve um corte drástico na ajuda. A prefeitura deixou de pagar o aluguel além das despesas com água e luz. Segundo ela vinte e duas famílias dependem da cooperativa que precisa de sede própria. E fez um apelo: “Precisamos que nos vejam com olhar diferente. Queremos que nos visitem para ver as condições precárias que trabalhamos. Acreditamos num mundo mais justo e melhor”.

Ao ar livre, sobre um gramado, um vento frio, uma chuva serena e gelada se deu á abertura da romaria com o sinal da cruz, sinal da nossa fé. D. Anuar Battisti arcebispo da Arquidiocese de Maringá acolheu as romeiras e romeiros dizendo que a romaria é uma caminhada de fé, de coragem, de alegria e entusiasmo para celebrar o trabalho. Juntos, renovamos a fé com a oração do creio e renovamos nosso batismo através da aspersão da água. A vida de São José e Santa Felicidade foram resgatadas pelo Pe Sidney Fabril coordenador da romaria.

Saímos em caminhada, á frente uma enorme cruz carregada pelos romeiros e romeiras e a imagem de Nossa Senhora que foi com amor e carinho por nós acolhida com o comentário: “vamos receber uma pessoa especial, uma mulher trabalhadora e simples, que foi escolhida por Deus para trazer o seu filho, que apareceu com a cor negra no tempo da escravidão, que veio para mostrar que para Deus não há discriminação”.

A chuva aumentava o vento mais forte e mais gelado, uns com sombrinha, outros com guarda-chuva, outros com capa e muitos sem nada, mas havia algo em comum, a certeza da presença de Deus caminhando junto, visível em nós, nas crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, que com fé, esperança e coragem caminhavam sobre as ruas do Conjunto Santa Felicidade.

Um só povo. O povo de Deus. Caminhávamos juntos, o arcebispo D. Anuar, os padres, religiosas, religiosos, diáconos, lideranças, seminaristas, leigas e leigos.

As paradas trouxeram presente:
- o sofrimento de tantas pessoas na fila por atendimento médico e de remédio não encontrado na rede pública. A preocupação com a dengue e a certeza que queremos atendimento digno de saúde para todos os trabalhadores e trabalhadoras.
- a questão da terra. Roubaram nossa terra, estão maltratando nossa terra, esqueceram que a terra é obra de Deus e que somos filhas e filhos dela.
- a dor de tantas mães que tiveram seus filhos e filhas assassinados ainda na infância e adolescência, principalmente fatos ocorrido no conjunto Santa Felicidade.
- a exclusão social faz sua vitima no mundo inteiro. O conjunto Santa Felicidade é a face dessa realidade desumana.
- a misericórdia é o amor de Deus. Ser misericordioso é colocar o amor no coração. É enxergar o carente que não tem recurso para sair da miséria, estender a mão a ele. A sociedade os discrimina, ele enfrenta diversas dificuldades.
- a criança é pura de coração, precisamos aprender com elas e cuidar delas. Você tem criança em casa? Como você a educa? Você a educa com amor, limite, disciplina, diálogo ou espancando?
Você diz que a ama?
- o testemunho dos mártires, de ontem e de hoje. Pessoas que foram chamadas e deram suas vidas combatendo as estruturas injustas. Uma Igreja autentica, incomodada assume a fé e vida. São tantos os mártires que estão esquecidos e muitos não reconhecidos. Os jovens e adolescentes do conjunto Santa Felicidade.

A Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora da Arquidiocese de Maringá foi marcada pelo desejo da realização da Paz que leva a verdadeira felicidade, para tanto é preciso escolher a vida e combater: a injustiça, a mentira, as falsas promessas e a hipocrisia.

Se em nome do desenvolvimento se fere a paz e a justiça, então vivemos em estado de guerra. Em nossas cidades, em nossos bairros, em nosso país quantas coisas são feitas em nome da paz...mas que paz!!! Que paz é esta que destrói, que exclui, que empobrece... .

A paz é antes de qualquer coisa obra da justiça. Onde existem injustiças, desigualdade entre as pessoas, atenta-se contra a paz.

A paz é fruto do amor. É expressão de uma real fraternidade e amor entre as pessoas. Fraternidade e amor trazidos por Cristo.

Alguns compromissos apresentado:
- aos pastores da Igreja, bispos e padres, cumpre educar as consciências, inspirar, estimular e ajudar a orientar todas as iniciativas que contribuam para a formação da pessoa humana. Cumpre também denunciar todos aqueles que, ao irem contra a justiça, destroem a paz;
- a todo o povo de Deus, cumpre defender segundo o mandato evangélico o direito dos pobres e oprimidos, urgindo nossos governos e dirigentes que eliminem tudo quanto destroem a paz social;
- convidar as diversas confissões e comunidades cristãs e não-cristãs num grande mutirão pela paz a colaborar nesta fundamental tarefa de nossos tempos.
- encorajar e favorecer todos os esforços do povo para criar e desenvolver suas próprias organizações de base, para reivindicação e consolidação de seus direitos na busca de uma verdadeira justiça.
- alentar e aplaudir as iniciativas e trabalhos de todos aqueles que nos diversos setores da ação contribui para a criação de uma nova ordem que assegure a paz no seio de nossa cidade.

Com relação à situação do conjunto Santa Felicidade (PAC) que aconteça para o bem das famílias e que fique claro para o povo, que haja diálogo com democracia.

Dom Anuar Battisti colocou que a Arquidiocese de Maringá assume a campanha de apoio ao abaixo assinado para a redução da carga horária de trabalho de 44 para 40 horas - informações no http://www.40horas.com.br/ e também o apoio à campanha de assinatura de uma nova lei de iniciativa popular onde os candidatos políticos que estão respondendo a processo judicial não podem ser candidatos (saiba mais aqui).

Logo no inicio conversando com Dom Anuar Battisti, Arcebispo da Arquidiocese de Maringá ele disse:

A Romaria significa estar a caminho, em busca de algo novo porque não aceita a
situação atual. Trilhar novos caminhos. Reavivar a vida, a auto estima, pedir e
agradecer a Deus.

Como e bom ver a nossa Arquidiocese fazendo acontecer.

Uma Igreja Samaritana a serviço da vida.
“Viu, sentiu compaixão, aproximou-se e curou as feridas...(Lc 10, 33-34)

Que a nossa fé em Cristo nos fortaleça nestes propósitos, e que Santa Felicidade e a Senhora da Glória intercedam por nós.

Lucimar Moreira Bueno (Lucia)

Aborto é tema de pesquisa no Brasil

Quatro milhões de mulheres fizeram aborto, no Brasil, nos últimos vinte anos.
Um relatório feito pelas universidades de Brasília e do estado do Rio de Janeiro concluiu que mais da metade delas é católica.
O relatório é fruto da analise de todos os estudos científicos publicados sobre o assunto, no país, nos últimos vinte anos. De acordo com os pesquisadores, o perfil das brasileiras que fizeram aborto surpreendeu. Leia Aqui

Na romaria pré-candidatos oportunistas se fizeram presentes







A 19º. Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora da Arquidiocese de Maringá vai ficar na história. Aproximadamente quatro mil e quinhentos participantes. Mesmo com todo empenho da administração pública em atrapalhar a divulgação. Que pena que eles não sabem respeitar as diferenças.

Infelizmente presenciei atitudes oportunistas de alguns pré-candidatos. Com sorriso e esperteza teve quem ficou próximo à entrada do local da romaria, encenando que estava saindo para fazer alguma coisa, só para ficar dando tapinha na costa de quem iam chegando. Outros, não perderam tempo, ficaram próximos do carro do som (palco), com sorriso cumprimentando os padres e as romeiras e romeiros. Procuraram ficar em local de destaque. Vejam só teve pré-candidato que deixou bem claro que foi na romaria só para aparecer, tanto que ao começar a caminhada teve quem caminhou mais ou menos uma quadra, parou num ponto estratégico aonde todos que iam passando o percebesse e após todos passarem, ele começou a caminhar para outra direção, a do seu carro, e foi embora, com certeza bater ponto em um outro local, quem sabe no show. Nenhuma consciência, companheirismo e compromisso para com a romaria.

Assim que chequei em casa, liguei a televisão na rede globo e assistindo o jornal local vi a manchete: romaria do trabalhador em Maringá reuniu três mil pessoas. Que pena que a apresentadora cometeu um erro, em vez de falar aproximadamente quatro mil e quinhentas pessoas ela disse três mil pessoas. Pastoralmente falando ela esta perdoada, mas, profissionalmente um erro imperdoável.

Logo no inicio conversando com Dom Anuar Battisti, Arcebispo da Arquidiocese de Maringá ele disse:



A Romaria significa estar a caminho, em busca de algo novo porque não aceita a
situação atual. Trilhar novos caminhos. Reavivar a vida, a auto estima, pedir e
agradecer a Deus.

Ao ar livre, um vento frio, uma chuva serena e gelada. Uns com sobrinha, outros com guarda- chuva, outros com capa e muitos sem nada. Crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. Dom Anuar, padres, religiosas, religiosos. Assim se deu a caminhada. Em breve estarei disponibilizando o vídeo/fotos da romaria e um comentário da riqueza que foi esse evento organizado pela Igreja católica.

Salve, salve a caminhada! Salve, salve a romaria! Em busca da nova aurora de um novo dia. (Zé Vicente)

Lucimar Moreira Bueno (Lucia)

30 abril, 2008

Amanhã 19º Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora


19º Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora da Aquidiocese de Maringá
Povo de Deus venham participar

“Felicidade (Feliz-cidade) é escolher a vida”

Data: 1º de Maio

Chegada: apartir das 13h30m

Início: 14 horas - no Cefet - Perto do Hospital Municipal

Término: 17 horas : Quadra de Esporte - Santa Felicidade - Missa de Dom Anuar Battisti.

OBS: Levar a carteira de trabalho ou instrumentos de trabalho para que sejam abençoados.

Pesquisa inédita revela como vive população de rua

De cada cem pessoas que moram na rua, 71 trabalham e 52 têm pelo menos um parente na cidade onde vivem. A atividade mais freqüente é a coleta de material reciclável e uma significativa parcela considera boa a relação com seus familiares. O trabalho e o vínculo familiar são aspectos que compõem a primeira Pesquisa Nacional sobre a População em Situação de Rua, realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Os resultados foram divulgados nesta terça-feira (29/04), em Brasília. LEIA AQUI

Farmacia Popular em Maringá

Quem bom, com a colaboração do Vereador Humberto Henrique (PT), o povo da cidade de Maringá, a partir da próxima segunda-feira (5 de maio), contará com o atendimento da Farmácia Popular do Brasil. O programa, criado pelo Governo Federal, oferece mais de 100 medicamentos com preço até 90% mais barato que o valor de mercado. Para conseguir essa conquista o Vereador acima citado no ano de 2006 esteve pessoalmente no Ministério da Saúde, em Brasília, para conhecer o programa e trazer a novidade para Maringá. Leia mais Aqui

Maringá tem mais moradores de rua que Londrina

De acordo com a pesquisa divulgada ontem pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, a população de rua em Maringá é superior à média nacional. Foram pesquisadas 71 cidades (48 municípios com mais de 300 mil habitantes e 23 capitais), apresentando-se uma média nacional de 0,061% de moradores de rua. Leia Mais Aqui

29 abril, 2008

Estado brasileiro tem dívida com juventude, diz Lula

“Eu diria que o Estado brasileiro tem uma dívida com a nossa juventude. Ela precisa ser motivada a esperanças e a oportunidades,” afirmou o presidente, ao dar ênfase à Conferência Nacional da Juventude, que começou neste domingo em Brasília e segue até o próximo dia 30. Leia mais Aqui

Centros de Detenção de jovens não apresentam condições de reintegração social

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), após visitas - desde novembro do ano passado - a todos os Centros Penitenciários do país, revelou que os adolescentes que vivem nesses centros são vítimas de abusos, violências, risco eminente de suicídio, pessoal despreparado e precária infra-estrutura. Leia mais Aqui

PAC Santa Felicidade - a todo o vapor

Governo Lula já liberou, segundo o deputado Ricardo Barros (PP), mais de 10% dos recursos do PAC e a prefeitura já conseguiu a imissão de posse para construir 350 casas do PAC Santa Felicidade - que, no caso, não atenderão a pessoas moradoras no bairro e sim servirão como discurso de campanha do irmão, Silvio II. Leia Mais

28 abril, 2008

Síntese do V Intereclesial das CEBs do Parana

Atendendo a solicitações, segue a síntese do V Intereclesial das CEBs do Paraná.
Agui

Um prefeito em contramão

O dia primeiro de maio acredito eu ser um dia que nenhuma trabalhadora e nenhum trabalhador deveria trabalhar. É um dia de ir para praça pública, sede de sindicatos, romaria. Firmar seu protesto contra o crime da burguesia.

Mas vejam, querem mudar esta história. Não podemos deixar isso acontecer.

O prefeito da cidade de Maringá, Silvio Barros II e as pessoas ligado a ele, acredito eu diante de tantos fatos absurdos já ocorridos, procuram desviar o sentido desse dia. Seu alvo prejudicar a participação do povo na 19º. Romaria do Trabalhador e da Tralhadora da Arquidiocese de Maringá, que tratará sobre o lema “Felicidade (Feliz-cidade) é escolher a vida”. A Romaria vai abordar problemas vividos pela comunidade da Paróquia São Bonifácio que contempla bairros como o Santa Felicidade, Ipanema, João de Barro. Serão discutidos diversos problemas enfrentados como a violência, pobreza, saúde e educação. A reflexão vai usar como textos base a passagem bíblica dos "Bem-aventurados" e os textos da Campanha da Fraternidade de 2008, além da história da Santa Felicidade.

A estratégia usada pelo prefeito a fim de prejudicar a romaria é a transferência do dia doze para o dia primeiro o show da dupla Hugo Pena e Gabriel, com um quilo de alimento valendo como entrada.

Que vergonha prefeito, transformar esse dia em um show, como se as trabalhadoras e trabalhadores, roubados, enganados, explorados e mal pagos deva transformar esse dia em festança.

A verdade é que o prefeito e as pessoas ligados a ele estão inconformados. Acostumados com seu bom papo e suas estratégias levar a melhor em tudo, esta difícil engolir que não conseguiu manipular a Igreja Católica, após tentativa ao explicar o PAC Santa Felicidade para o clero. (O PAC Santa Felicidade é um recurso que a administração pública da cidade de Maringá conseguiu do governo federal usando de mentiras, como já de conhecimento).

Como é bom ver que a pratica profética de nossa igreja vem incomodando.

Uma Igreja Samaritana a serviço da vida.
“Viu, sentiu compaixão, aproximou-se e curou as feridas...” (Lc 10,33-34)

O dia mundial do trabalho foi criado em 1889 porque aconteceu uma greve geral em primeiro de maio de 1986, em Chicago. Milhares de trabalhadoras e trabalhadores foram às ruas para protestar contra as condições desumanas a que eram submetidos e exigir a redução da jornada do trabalho de 13 para 8 horas. Esse movimento não foi pacifico. Num comício de protesto contra a violência da autoridade, a polícia reagiu, redobrou a violência e 10 pessoas foram mortas, mesmo assim a classe dominante não ficou satisfeita, então, pregaram um processo contra aqueles que mais se destacaram no movimento. Três foram condenados a trabalhos forçados e cinco à pena de morte. Um deles suicidou-se. Os outros quatro foram executados na manhã do dia 11/11/1887 (mais tarde, revendo o processo eles foram considerados inocentes).

Lucimar Moreira Bueno (Lucia)

Leonardo Boff e Dalai Lama

Breve diálogo entre o teólogo brasileiro Leonardo Boff e Dalai Lama.

Leonardo Boff explica:

'No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, na qual ambos participávamos, eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico, lhe perguntei em meu inglês capenga:
- 'Santidade, qual é a melhor religião?'
Esperava que ele dissesse:
'É o budismo tibetano' ou 'São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo.'
O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos - o que me desconcertou um pouco, por que eu sabia da malícia contida na pergunta - e afirmou:
'A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus.
É aquela que te faz melhor.'
Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar:
- 'O que me faz melhor?'
Respondeu ele:
- 'Aquilo que te faz mais compassivo (e aí senti a ressonância tibetana, budista, taoísta de sua resposta), aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário,
mais responsável...
A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião...'
Calei, maravilhado, e até os dias de hoje estou ruminando sua resposta sábia e irefutável.

Entrevista com José Bové

Recebi via e-mail vejam:
Entrevista com José Bové ‘Sem a destruição de campos transgênicos, hoje estariam sendo impostos à força pelas multinacionais’

Calmo e cansado. Esse é um José Bové fora do comum que nós encontramos em sua nova casa – toda de madeira e aquecida com energias renováveis – em Montredon, um lugarejo perdido no planalto de Larzac. Depois de uma greve de fome de dez dias que o fez perder seis quilos e voltar a ganhar os favores de uma opinião pública que não lhe foi muito favorável nesses últimos tempos, a julgar pelo fiasco político (1,32% dos votos na eleição presidencial), pela destruição contestada de campos de órgãos geneticamente modificados (OGMs) e pela superexposição midiática. Aos 54 anos, o ex-líder da Confederação de Agricultores aceitou ser entrevistado pela revista La Vie e falar, entre outras coisas, sobre os fundamentos de sua vida militante: a não-violência.
Segue a íntegra da entrevista que José Bové concedeu a Olivier Nouaillas e que está publicada na revista La Vie, de 7 a 13-04-2008, p. 8-11. A tradução é do Cepat.
Sua recente greve de fome para pedir uma moratória dos OGMs foi, pelo que parece, compreendida melhor pela opinião pública do que outras ações como a destruição de plantações. Isso não o leva a se perguntar sobre as formas de ação?
Um dos meus antigos cúmplices, Jean-Baptiste Libouban, verdadeiro pai dos destruidores voluntários de plantações transgênicas, é um dos pilares da comunidade de Arche, que foi fundada aqui no planalto de Larzac no começo dos anos 1970, por Lanza del Vasto [filósofo e seguidor de Gandhi]. Ele tinha o costume de dizer que a não-violência é ao mesmo tempo feminina (a mediação) e masculina (a luta) e que se necessita dos dois. Se as ações de destruição de plantações – a primeira aconteceu em junho de 1997 – não tivessem acontecido, hoje não estaríamos debatendo os OGMs na França. Eles seriam impostos à força pelas produtoras de sementes e as multinacionais sem nenhum debate público.
Mas, às vezes, as ações de destruição das plantações foram vistas como atos de violência.
Tudo depende de como se olha para esse tipo de ação. Não são atos de vandalismo, porque nós reivindicamos sua autoria e nós os assumimos. Por exemplo, Jean-Marie Muller, o fundador do Man (Movimento por uma alternativa não-violenta) veio muitas vezes testemunhar a meu favor. Podemos efetivamente dizer que a destruição é um ataque à propriedade privada. Mas nosso argumento sempre foi o de dizer: “Em nome da propriedade privada tu tens o direito de poluir as plantações de teu vizinho?”, que é o caso de uma plantação de milho OGM vizinha de uma plantação de milho convencional ou de uma cultura biológica. Na Grã-Bretanha, todos os processos movidos contra os que destruíram plantações terminaram com um relaxamento em nome deste interesse geral superior ao direito de propriedade.
Com o recuo, como você justifica a destruição do arroz transgênico nas estufas do Cirad, um órgão de pesquisa?
Contrariamente ao que se escreveu, no Cirad nós não destruímos um instrumento de pesquisa, mas destruímos canteiros de arroz cultivados na estufa para serem em seguida transplantados em Camargue. E foi o próprio sindicato dos rizicultores de Camargue que nos alertou para o fato, porque eles não queriam os OGMs na sua região. Grande parte dos pesquisadores do Cirad nem mesmo estava a par da finalidade desses trabalhos. E, quando em 2003 eu fui preso, agrônomos do Cirad tiveram a iniciativa de fazer uma petição para, ao mesmo tempo, me apoiar e propor um debate sobre a finalidade da pesquisa.
Será que a tua imagem de não-violento de Larzac não foi confundida com a de um ativista?
Eu não sou um ativista de coração. Eu não sou, em todo o caso, do tipo que se lança e diz: “vamos refletir sobre isso depois”. Eu sempre tenho dúvidas antes de realizar uma ação: é o momento propício? É coerente? Ela faz sentido? Eu creio também que há uma imagem de Épinal de não-violência que com o tempo se edulcora. Em Larzac, nos anos 1970, havia ações “duras” contra o projeto de expandir o campo militar: destruição de escrituras de venda, bloqueio de comboios militares. Mas, ao mesmo tempo, havia assembléias, marchas, a recusa a pagar impostos e cumprir o serviço militar. Sempre o feminino/masculino.
Recentemente, reli livros sobre Gandhi. Quando ele lançou o boicote dos tecidos ingleses, uma imagem correu mundo na qual o vemos fiar seu algodão. Mas, ao mesmo tempo, seus partidários quebraram todos os depósitos de tecidos detidos pelos ingleses. Porque Gandhi queria bloquear a máquina econômica britânica, ele queria fazer a Grã-Bretanha perder dinheiro para instaurar uma verdadeira relação de força. A mesma coisa aconteceu com os depósitos de sal; houve inclusive - e esse fato é pouco conhecido mas verdadeiro - descarrilamentos de trens de mercadorias.
Qual é, para você, a linha vermelha que não deve ser ultrapassada?
Primeiro, a integridade da pessoa em questão. Segundo, que haja sempre uma porta de negociação possível. Para não se meter numa situação em que haverá um perdedor e um vencedor absoluto. Podes ser muito radical em relação a um objetivo preciso, mas sem colocar o outro num impasse. Eu vejo, por outro lado, que a sociedade francesa tem cada vez mais uma relação paradoxal com o confronto social. Por um lado, os grandes meios de comunicação comparam uma greve dos transportes a “uma tomada de reféns”. E, por outro lado, quando beijo a Nathalie Kosciusko-Morizet, a secretária de Estado para a Ecologia, todo o UMP cai em cima dizendo que não se abraça um adversário político! Contudo, é verdade: nós nos estimamos, nos abraçamos e nos tratamos por tu.
Não há o risco, nalgum dia, de que o debate tão apaixonado sobre os OGM na França caia num enfrentamento violento entre “prós” e “contras”?
Sim, é um risco para o qual é preciso estar atento. Nós temos adversários poderosos: os produtores de sementes, a FNSEA (Federação Nacional dos Sindicatos dos Agricultores), o maior sindicato agrícola, e a AGPM, a Associação Geral dos Produtores de Milho. Mas é nossa responsabilidade evitar uma situação onde isso se cristalize, como o que aconteceu neste verão em Verdun-sur-Garonne, quando os policiais estavam lá para separar os dois lados. Não é preciso se negar que estamos comprometidos com uma luta econômica em que estão em jogo interesses financeiros colossais. A relação de força é inevitável, mas não é necessário que degenere.
O que seria uma boa lei sobre os transgênicos?
Seria uma lei não ao estilo de Pôncio Pilatos que coloca frente a frente e no mesmo nível aqueles que querem se preservar dos OGMs e aqueles que querem o seu plantio. Uma boa lei, ao contrário, deve proteger o espaço público – o consumo, a agricultura biológica, os territórios – dos OGMs. Esses são os compromissos que foram tomados em Grenelle sobre o meio ambiente e que nós apoiamos.
Você faz uma distinção entre a cultura dos OGMs na lavoura e a pesquisa sobre OGM?
Exatamente. É uma questão sobre a qual nós avançamos. A transgenia é um instrumento técnico para a pesquisa, como o martelo é para o pedreiro. Ninguém hoje diz que é preciso proibir esta pesquisa em laboratórios. O que nós questionamos é que este instrumento – a transgenia – se torna um fim, especialmente pelo lado das patentes, que é o caso dos Estados Unidos. A pesquisa em meio restrito não é um problema para mim, mas é quando se transforma o campo do agricultor em mesas de laboratório que eu me insurjo.
Seu pai, pesquisador no Inra [Instituto Nacional de Pesquisa Agronômica], disse em 2001 que “as plantas transgênicas não são o mal absoluto e que elas não devem ser condenadas como tal em bloco”. É este debate familiar que você fez evoluir?
Com meu pai, os meios de comunicação construíram muitos fantasmas. Esquecem de assinalar que ele sempre veio me apoiar em meus processos. A verdade é que nós sempre trabalhamos em conjunto, mesmo com pontos de vista diferentes, sobre o tipo de agricultura a promover. E mesmo que já esteja aposentado há muito tempo, ele continua trabalhando sobre as doenças das árvores frutíferas e dos cítricos. Assim, depois da ceia do último Natal, ele me informou que acabava de descobrir que não havia doenças de vírus no Vietnã porque as laranjeiras eram plantadas junto com outras espécies de árvores. E ele quer importar este método num projeto de plantações de laranjeiras com ONGs no Nepal! Você vê que temos cada vez mais convergências entre nós.
O que você responde àqueles que o acusam de ser “contra o progresso”?
Isso me remete às minhas leituras da adolescência e de estudante, quando lia Jacques Ellul, um teólogo protestante. No centro de todas as suas reflexões havia esta pergunta: como o homem pode guardar sua liberdade diante da ação das técnicas? E penso, como ele, que é preciso se perguntar pelo que se chama de progresso, esse positivismo obrigatório. Será que estamos melhor quando sabemos que o planeta está à beira de uma explosão? A tomada de consciência ecológica nos fez ver que se todo o mundo vivesse e consumisse como os europeus, ou, pior, como os americanos, seriam precisos quatro planetas! O crescimento indefinido num mundo finito, em que se esgotam os recursos naturais, não é mais possível. E o debate sobre os OGMs é uma ilustração: não é porque é possível fazê-lo que se deve realmente fazer.

NOTA PÚBLICA REFERENTE ÀS MULTAS APLICADAS AO SISMMAR

Tendo em vista a decisão judicial expedida pela juíza da 3ª Vara Cível, Carmem Ramajo, que imputa ao SISMMAR (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá) o pagamento de R$ 200 mil reais em multa por supostos abusos durante a greve de 2006, a diretoria desta entidade, diante do abusos do poder se manifesta. Veja Agui.

25 abril, 2008

Aconteceu o Lançamento da Cartilha de Orientação Política

Arquidiocese de Maringá fazendo acontecer
Pe Sidney Fabril abrindo a sessão disse que a missão da Igreja é evangelizar a pessoa humana, a política envolve a pessoa humana, por essa razão a Igreja deve entrar no mundo da política. Com a cartilha de orientação política a Igreja quer conscientizar os cidadãos, cidadãs e a sociedade que a democracia acontece com a participação de todos e que o poder é sinônimo de serviço principalmente dos mais pobres.

O Arcebispo Dom Anuar Battisti leu a nota lançada na 46º. Assembléia Geral dos Bispos do Brasil sobre eleição e defesa da vida e anunciou que a nota será divulgada nos meios de comunicação.

O convidado Dr. Marino Galvão, assessor jurídico e político da CNBB Sul II, disse que a Igreja sabe que a Igreja tem que ficar a distancia do comando político, que isso cabe aos cidadãos. Evangelizar é preciso como cristão e que votar bem é preciso como cidadão, aí de mim se não votar bem. A Igreja quer consciência na hora do voto. Voto tem preço calçado na dignidade da pessoa, queremos consciência na hora do voto. Temos parlamentares bons, más, um grande número está interessado apenas nele mesmo. O trabalho do eleitor começa com o voto. É preciso consciência que se faz necessário apoiar e acompanhar o candidato após eleito. Com os comitês da Lei no. 9840 a Igreja quer fazer um trabalho de reconstrução dos eleitores e buscar voto de cidadania calçado na dignidade e não no dinheiro.

Como é belo ver as coisas acontecendo e que bom que esta sendo lançado pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), com apoio das 35 entidades que compõem o seu comitê nacional, um novo projeto de lei de iniciativa popular impedindo a candidatura de pessoas com pendências judiciais relativas a atos incompatíveis com o exercício do mandato e candidaturas dos que renunciam ao mandato para escapar de punições legais. O objetivo é tornar possível o afastamento de candidaturas de pessoas que estão envolvidas em práticas criminosas, ainda que não haja sentença definitiva.

Paraguai e Brasil - D. Demétrio Valentini

Informações da Diocese ( 27/04/08)
PARAGUAI E BRASIL
D. Demétrio Valentini
No domingo passado o Paraguai elegeu para seu presidente um bispo católico, D. Fernando Lugo. Ele vai tomar posse a 15 de agosto, dia de Nossa Senhora da Assunção, padroeira do Paraguai, de onde sua capital recebe o nome.
O significado desta eleição não se limita ao fato raro e singular de um bispo concorrer à presidência de república, e ser eleito por expressiva maioria. Estamos diante de um dos verdadeiros “sinais dos tempos”, que precisa ser bem interpretado, pois aponta para muitas direções.
A imprensa do Brasil foi surpreendida pelo resultado, porque pouco tinha se interessado em acompanhar o processo eleitoral neste país que é nosso vizinho, e com o qual temos tantas realidades em comum, inclusive nossa maior usina hidroelétrica. O colonialismo cultural que ainda nos envolve é capaz de fornecer detalhes esdrúxulos das prévias norte-americanas, enquanto desconhece lances decisivos da história que partilhamos com nossos vizinhos latino americanos.
A eleição de Fernando Lugo significa a afirmação da identidade de um povo, desejoso de assumir sua história, e ansioso por ver respeitada sua dignidade e sua capacidade de participar, em pé de igualdade, na construção da solidariedade latino americana.
Em Fernando Lugo, o povo do Paraguai enfatiza sua legítima soberania, e afirma suas responsabilidades.
A eleição de um bispo católico como presidente da república traz consigo uma clara proposta patriótica, ética e política. No seu novo presidente, o povo paraguaio quer expressar sua capacidade de construir uma nação baseada em valores morais que servem de fundamento, tanto para a convivência interna como externa.
Sem dúvida nenhuma, a eleição de Fernando Lugo cria um novo patamar de relacionamento do Paraguai com os outros países, e de maneira muito especial com o Brasil. Nossos povos partilham situações comuns, que pedem um entendimento aberto, franco e baseado na justiça e na solidariedade.
Uma dessas situações é Itaipu, a maior hidroelétrica do mundo, e símbolo inequívoco da riqueza natural do Paraguai, constituída dos dois rios que desenham sua geografia, o Paraguai e o Paraná.
A própria construção desta hidroelétrica consagrou o desperdício, cujas conseqüências ainda estamos pagando, por 50 anos, em forma de amortização dos empréstimos. Orçada no início em cinco bilhões de dólares, precisou depois duplicar o seu orçamento para dez, e finalmente aumentar para quinze bilhões, sem contar os custos posteriores das linhas de transmissão. Estas realidades precisam agora ser colocadas com franqueza na mesa das negociações, para atender à justa aspiração do Paraguai de receber um preço melhor pela energia que por força de contrato ele vende para o Brasil.
Esta causa se constituiu em motivo central da campanha eleitoral que levou Lugo à presidência. Ela precisa agora encontrar acolhida junto ao governo brasileiro, inclusive para sinalizar a fecunda colaboração que os dois povos são chamados a efetivar daqui para a frente, dentro do novo marco de relacionamento, decorrente destas eleições.
Outra situação que merece agora um tratamento novo e diferenciado é constituída pelos “brasiguaios”. Eles expressam a entranhada relação existente entre Brasil e Paraguai, como não se verifica com nenhum outro país da América Latina.
Posso imaginar o que se passa agora na cabeça de Fernando Lugo, recordando os encontros que fazíamos como bispos do Celam, sonhando com a integração fraterna dos povos latino americanos. Ele carregava uma inquietação política, que o levou a renunciar à própria diocese, para colaborar na caminhada do seu povo como cidadão comum. De repente, o povo paraguaio lhe confiou a enorme tarefa de resgatar a dignidade do seu país, sacudindo equívocos internos e postulando justiça e respeito internacional.
Lugo, vá em frente! Estamos torcendo por você. Seu nome expressa urgência. Lugo e “logo” carregam a mesma insistência. Pode contar com nosso apoio. Que Deus o ajude a cumprir esta nova missão que a Providência lhe confiou!

24 abril, 2008

É Necessário Entrar Na Luta

Sempre acreditei que para haver transformação é necessário entrar na luta. O V Intereclesial das CEBs do Paraná realizado nos dias 19 à 21 do corrente mês reafirmou minha convicção.

Onde não há condições favoráveis à vida, a vida deixa de existir, as principais vítimas são os pobres.

Somos síntese de tudo o que veio antes de nós. Tudo é fruto do trabalho humano. Tudo foi transformado, construído por mãos humanas. Somos transformadores do mundo.

Os pobres constroem a Igreja. São os novos sujeitos eclesiais e sociais. Para haver transformação é necessário entrarmos na luta. A transformação do mundo acontece no mundo, não dentro da Igreja, por isso é necessário se envolver nas lutas populares, dos pobres, dos índios, nos sindicatos, nos partidos políticos. Temos que nos envolver nos partidos políticos, apesar dos conceitos negativos que temos da política.

Sem a participação do povo também não há possibilidade de transformação social e as CEBs trazem o desafio das nossas estruturas e realizarmos a transformação da sociedade. Nisto consiste o nosso compromisso missionário. Na comunidade somos chamados a “fermentar” a nova massa. Nossa missão é a missão do seguimento de Jesus, e o projeto de Jesus teve o pobre como foco.

A mística e a espiritualidade libertadora das CEBs leva a uma nova compreensão de fé e vida. Modo novo de viver e transmitir a fé, e de ler a Bíblia: na ótica dos pobres, dos indígenas, das mulheres... e na ótica da ecologia. Nova maneira de fazer teologia. Teologia, ou é libertadora ou não é teologia. Problemas da vida não podem estar fora da Igreja.

Destruir a terra é destruir o Reino de Deus na terra. Tudo o que fizermos á terra, estaremos fazendo a nós mesmos. (concepção indígena)

O princípio que une CEBs e Ecologia é a casa. Eco = casa, habitar. É necessário cultivar relações na casa. Habitar a casa comum. Cada vez mais há a necessidade de ouvir o clamor dos pobres. Ouvir o clamor da terra.

Precisamos nos deixar questionar e avaliar as nossas ações pessoais e comunitárias para juntos buscarmos formas de mudanças e ajudarmos na construção de um novo mundo que acreditamos ser possível.

Pequenas ações no dia a dia, como jogar o lixo no lixo, evitar queimadas a menor que seja e o fechar a torneira ao escovar os dentes são como um tijolinho na construção de um mundo justo e fraterno para todas e todos.

Precisamos estar presentes nas situações gritantes da natureza e do povo pobre para sermos sujeitos de um mundo novo, ser fermento transformador na Igreja e na sociedade e construirmos uma nova história.

Lucimar Moreira Bueno (Lúcia)

Orar e Fazer Política (Pe Zezinho)




Soa, pois, estranho quando algum cristão afirme ser contra os religiosos se meterem com política. Não só podem, como devem. A historia do cristianismo e de todas as religiões do mundo está marcada pela política, bem ou mal exercida. E vai ser sempre assim. Os religiosos sempre se meterão na política, inclusive os que desligam a televisão na hora da propaganda, ou preferem ir fazer um sanduíche ou fritar pipoca durante a fala do presidente ou de um candidato. A decisão de não querer nada com política já é uma decisão política. Omitir-se e deixar que qualquer um se eleja e qualquer grupo assuma o poder é uma escolha política. Se não é possível viver sem tal escolha, então aprendamos a escolher e escolhamos direito! Leia o artigo AGUI.

23 abril, 2008

ONU diz que fome provoca um 'tsunami silencioso' no mundo

A ONU declarou a crise dos alimentos a pior em quase meio século e alertou que 100 milhões de pessoas já estão sendo afetadas pela alta nos preços dos alimentos dos últimos meses, aprofundando a pobreza em todos os continentes. Para a entidade, o mundo está sofrendo um “tsunami silencioso”. Saiba mais Aqui

Desmatamento na Amazônia cai 80% em relação a fevereiro

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou ontém (22) os números sobre novos desmatamentos na Amazônia registrados em março. A área desmatada no período foi de 145,7 quilômetros quadrados, de acordo com o Sistema de Detecção em Tempo Real (Deter). E aponta uma redução de 80% em relação a fevereiro, quando o Deter contabilizou 725 quilômteros quadrados de novas áreas desmatadas. Leia Aqui

Senadores querem suspender operação Arco de Fogo

A Operação Arco de Fogo é um trabalho conjunto da Polícia Federal, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Força Nacional de Segurança contra o desmatamento ilegal.

Os Senadores da Subcomissão Temporária para Acompanhar a Crise Ambiental na Amazônia se reunirão hoje (23) para discutir medidas no sentido de forçar uma suspensão da Operação Arco de Fogo, criada pelo governo federal para combater o desmatamento ilegal na Amazônia.
Saiba mais Agui

22 abril, 2008

Proteger os mananciais é preservar a vida


Nós delegadas e delegados da Província Eclesiástica de Maringá (Arquidiocese de Maringá, Dioceses de: Campo Mourão, Paranavaí e Umuarama), presentes no V Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) do Paraná, realizado entre os dias 19 a 21 de Abril na cidade de Foz do Iguaçu, assumimos o compromisso, na área geográfica que pertence a nossa província, de proteger e preservar os mananciais.

Os mananciais são as fontes de onde a água é retirada para o abastecimento e consumo. Segundo a legislação, considera-se como manancial todo o corpo de água interior subterrânea, superficial, fluente, emergente ou em depósito, efetiva ou potencialmente utilizável para o abastecimento público. Por isso eles são tão importantes e precisam ser preservados. Proteger os mananciais é preservar a vida.

Os mananciais vêm sendo comprometidos pelo desmatamento, exploração incorreta do solo, subsolo e utilização exagerada de agrotóxicos.

É necessário um correto planejamento ambiental no desenvolvimento das cidades, sua ausência resulta em prejuízo significativo para a sociedade, para a vida humana e de toda a natureza.

Com o crescimento urbano vem o acréscimo da poluição doméstica e industrial, criando condições ambientais inadequadas e propiciando o desenvolvimento de doenças, poluição do ar e sonora, aumento da temperatura, contaminação da água, entre outros problemas.

Atualmente, os mananciais encontram-se bastante deteriorados. As conseqüências imediatas disso é a poluição das águas, o comprometimento da saúde e da qualidade do meio ambiente e a própria extinção dos mananciais.

Em seu processo de crescimento, a cidade foi invadindo os mananciais que
outrora eram isolados e estavam distantes da ocupação urbana. E também é muito
importante frisar que toda ação que ocorre numa bacia hidrográfica vai afetar a
qualidade da água desse manancial. Não é simplesmente a ação em torno do espelho
d'água que faz com que você degrade mais ou menos. Muito pelo contrário: pode
ocorrer o surgimento de uma área industrial distante desse espelho d'água
principal, mas com grande capacidade de poluição e, portanto, com possibilidade
de degradar totalmente esse manancial. É muito importante que a população esteja
consciente de que é preciso disciplinar todo tipo de uso e ocupação do solo das
bacias hidrográficas, principalmente das bacias cujos cursos d'água formam os
mananciais que abastecem a população." (Paulo Massato Yoshimoto - Engenheiro da
SABESP)

A Província Eclesiástica de Maringá precisa honrar com o compromisso assumido, queremos motivar nossas paróquias a adotarem os mananciais existentes em sua área geográfica e cuidar delas como fonte de sua existência.
Lucimar Moreira Bueno (Lucia)
Coord. das CEBs na Arquidiocese e Província de Maringá

18 abril, 2008

V INTERECLESIAL DAS CEBs DO PARANÁ


Olá Povo amado de Deus

No amanhecer desse sábado, uma hora da manhã, estaremos a caminho da cidade de Foz do Iguaçu, para juntos, o Povo de Deus das dioceses do nosso estado, fazermos acontecer o V Intereclesial das CEBs do Paraná.
Tema: CEBs Ecologia e Missão
Lema: No Ventre da Terra o Grito que vem da
Amazônia

A exemplo dos intereclesiais já realizados, acreditamos que será uma riqueza para a nossa Igreja.
A Arquidiocese de Maringá participará com 52 representantes.
Com a graça e a benção de Deus estamos a caminho.

Lucimar Moreira Bueno (Lucia)
Coord. das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs)

LANÇAMENTO DA CARTILHA POLÍTICA

Arquidiocese de Maringá CONVIDA para o lançamento da cartilha política.

A Arquidiocese de Maringá fará o lançamento dia 25 de abril 2008, sexta-feira às 09hrs, no Auditório Dona Guilhermina, situado na Av. Tiradentes 740. Palestra com Dr. Marino Galvão – Assessor Jurídico e Político da CNBB Sul II.
A CNBB do Regional Sul II editou uma cartilha de orientação sobre as eleições de 2008, intitulada “cartilha de orientação política: voto não tem preço. Voto tem conseqüências! – Eleições 2008”.
A Cartilha descreve sobre o mundo da política, esclarecendo o que é politicagem, fala da importância da política e da participação nela e o poder do voto que o povo tem e nem sempre sabe que tem. Descreve sobre o sistema político brasileiro, orienta sobre a compra e venda de votos e como denunciá-los, incentiva formação de comitês e apresenta levantamento de políticos cassados no Brasil nos últimos anos.
Como é bom ver a nossa igreja diante das eleições municipais deste ano assumindo seu papel e colaborando neste processo de participação consciente e democrático.

19ª Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora


19ª Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora da Arquidiocese de Maringá
1º de maio na paróquia São Bonifácio, região do cj Santa Felicidade, Início às 13h30 no
CEFET. Venham participar, vamos juntos construir essa história.
Vejam o Vídeo Agui

Lançada a Eco Bíblia

Com o propósito de disseminar o programa Igreja Verde, o Instituto Gênesis 1.28 e a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) lançaram, na segunda-feira, 14, na capital federal, a primeira EcoBíblia produzida no país. Veja Agui

Mulheres de comunidades são afetadas diretamente por atividades policiais

"A realidade para as moradoras de comunidades carentes é catastrófica. São as vitimas escondidas da violência criminal e policial que tem dominado suas comunidades há décadas". A frase de Tim Cahill, pesquisador sobre temas relacionados ao Brasil na Anistia Internacional, explicita a realidade encontrada pela organização internacional nas regiões mais pobres do país, revelada em relatório divulgado hoje. Leia Aqui

MANIFESTO DA MÍDIA LIVRE

A partir do encontro nacional de mídia lívre, realizado em São Paulo, no dia 8 de março, foi redigido o Manifesto da Mídia Livre. O manifesto está sendo discutido e debatido nos encontros regionais que estão se realizando por todo o Brasil. O encontro de Porto Alegre realizou-se no dia 20 de março. O 1º Fórum da Mídia Livre será realizado nos dias 16 e 17 de maio, na UFRJ e está sendo preparado sob a coordenação de Ivana Bentes. Vejam o conteúdo do manifesto AQUI

Silvio II gasta em propaganda 51% mais que o PT

Levantamento feito por leitor mostra que num período de três anos o prefeito Silvio Barros II (PP) gastou 51,11% a mais com comunicação (imprensa) do que a administração do PT. Os dados, de 2002 a 2007, são os seguintes: VEJAM AQUI

17 abril, 2008

Ação da polícia nas proximidades da UEM

É um cabo de guerra. De um lado o poder público em plena campanha eleitoral, é pressionado a dar uma resposta à sociedade. Esse, ao invés de utilizar o bom senso na busca de soluções, sabe-se que não é seu forte, prefere aplicar a força policial. De outro lado os estudantes e comunidade universitária continuam imóveis. Enquanto estão letárgicos, a campanha que rotula estudantes de baderneiros e drogados vai à todo vapor e dá a cidade um ar de província.
Veja Aqui