19 abril, 2025
18 abril, 2025
Sexta-feira Santa!
"Tudo está consumado", Jesus sofre a Paixão por amor a nós.
A traição e condenação que levou Jesus a morte representa todas as injustiças e violências que acontece no mundo. Judas traiu Jesus e o entregou aos sumo-sacerdotes - o poder religioso e esses o entregaram a Pilatos – o poder político que O entregou aos soldados – a violência e aí aconteceu Sua morte.
Na cruz, mesmo Jesus sofrendo a dor da traição, da injustiça, da violência e da condenação não deixou de amar, viveu em Si o amor de Deus pela humanidade.
Sexta-feira da Paixão, com Jesus na Cruz vamos colocar todas e todos os que sofrem por conta da guerra, da violência, da ganância, da discrição e da prepotência que passa por cima das pessoas. O tempo de Jesus foi marcado por essas dores. A paixão de Jesus, nos remete aos fatos históricos que o levaram à morte. A cruz, e Jesus Crucificado não nos deixa esquecer de que ninguém neste mundo tem o direito de causar dor e sofrimento.
Nos dias atuais, onde há excesso de informações que chegam até nós, entre essas os sofrimentos e dores presente no mundo, talvez como uma forma de proteção, são muitos os que se fecha, se isola e torna-se insensível para com as e os que sofrem.
Jesus enfrentou a traição e o sofrimento da cruz, amou-nos até o fim, que ten
Junto a Cristo, o servo sofredor, profetizado por Isaías, Maria, Sua mãe, na vida humilde da fé e da confiança em Deus.
No silêncio deste dia, podemos refletir:
O que diz a Paixão de Cristo para nós hoje?
O que deveríamos ver na cruz e que não estamos enxergando?
17 abril, 2025
Quinta-feira Santa!
Dia em que comemoramos o mais solene e memorável da nossa vida, a instituição da Santíssima Eucaristia e o gesto lava-pés. Com esta celebração em memória da última Ceia de Jesus, iniciamos a festa da páscoa, a memória da morte, sepultura e ressurreição do Senhor.
Trazemos presente a travessia quando Deus tirou nossas mães e pais da terra da escravidão para a terra da liberdade e, recordamos de modo especial a travessia de Jesus, quando ele passou da morte à vida e o sentido que ele deu a esta passagem em sua última ceia.
Ao lavar os pés de suas discípulas e discípulos e dar-nos o mandato de fazer o mesmo, Jesus aponta para novo modo de ser e de viver. Deu-nos o resumo de sua missão libertadora. Podemos dizer que o lava-pés é outra versão da Eucaristia.
Jesus fez muitas ceias com suas seguidoras e seguidores, esteve nas casas das pessoas e juntos na mesa partilharam e com a multidão faminta lhes deu o pão. Na mesa onde se faz refeição, na partilha do pão se dá o encontro e a inclusão.
"Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim."
Na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse: "Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em minha memória". Do mesmo modo, depois da ceia, tomou também o cálice e disse: "Este cálice é a nova aliança, em meu sangue. Todas as vezes que dele beberdes, fazei isto em minha memória".
Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que tinha chegado a sua hora de fazer sua passagem deste mundo para o Pai e tendo amado até o fim os seus que estavam no mundo, Jesus “começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido”, e disse Jesus: “Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz".
Diante do exemplo de Jesus, podemos refletir:
Nós nos colocamos a serviço para ir ao encontro das pessoas e lavar os seus pés, conscientes de que, muitos dos pés poderão estar sujos e cansados?
16 abril, 2025
Por uma Celebração do Perdão
Por uma Celebração do Perdão
Por Leu Cruz*
Fui numa semana na Celebração Penitencial em preparação para a Páscoa (Quaresma). Depois de terminada a liturgia, fiquei me perguntando se o melhor seria chamar essa celebração de Celebração do Perdão ao invés de penitencial.
O perdão é maior do que qualquer penitência e, segundo a teologia, base de nossa fé, o perdão chega até nós e é uma realidade. Em Jesus, já fomos perdoados, e o que precisamos para nos libertar e libertar o outro é perdoar. Pensando assim, acredito que precisaríamos dar lugar privilegiado a essa força de amor que é o perdão, começando por chamar a Celebração Penitencial de Celebração do Perdão.
Imaginem as pessoas indo para Igreja dizendo: “Vou hoje à Celebração do Perdão”. Com que disposição essas pessoas estariam saindo de casa para receber o perdão de Deus, se perdoar e perdoar o outro! Que bonito! Que abertura poderia criar no coração com a decisão: vou à Celebração do Perdão!
Como viver a dor sem a luz do perdão e a confiança de que já fomos perdoados? Tem sido tão difícil perdoar, ao mesmo tempo que, sem o perdão, caminhar será sempre uma precisão, nunca um desejo da alma.
Vocês poderiam me dizer: mas a Celebração Penitencial já tem essa conotação. Amigos e amigas, as palavras nos edificam e também nos traem, elas têm alma e são vivas. A penitência é algo pesado, mesmo que tenha um pote de ouro no final do arco-íris. A liturgia pode dizer o contrário, mas o que parece ser dito é: a dor e o sofrimento são necessários, como uma condição para alcançarmos o perdão ou a libertação.
O que acredito ser necessário, todos os dias, reafirmar e viver, é que o amor e sua extensão – o perdão – são a condição para sermos verdadeiramente livres.
Penitencial também reforça a culpa. E quem tem culpa está impossibilitado de amar e de se sentir amado. A culpa é uma força que nos aprisiona, joga-nos na penitenciária, para recordarmos todos os dias a nossa falha e erro e nos torna prisioneiros deles, sem nem a perspectiva do aprendizado resultante do ato de errar.
Só a luz do perdão pode transformar toda culpa em responsabilidade. Pois, quando errei, feri a minha essência, não queria fazê-lo. Tenho responsabilidade pelo ato e por suas consequências, mas não tenho culpa. A culpa paralisa enquanto o perdão movimenta e tudo que se movimenta tem vida, renova e transforma – “vai minha filha seus pecados estão perdoados” ou “levanta, pega sua maca e vai para casa”.
O Espírito guarda em nós a memória do amor inicial, quando Ele soprou em nós a vida, chamou-nos pelo nome e disse que nos amava. Isso é a nossa essência. Em todo o nosso caminho queremos fazê-lo à luz dessa memória. Quando nos reunimos para celebrar o enorme desejo de sermos perdoados e de perdoarmos, estamos abrindo caminho para que essa memória com o frescor de seu sopro nos conceda sua leveza e simplicidade.
Chamar a Celebração de Reconciliação já é um passo, mas só com perdão há reconciliação, pois o mesmo antecede o reconciliar. Por tudo isso, acredito que podíamos, na Quaresma ou Advento, chamar nossa celebração de Celebração do Perdão.
Sei que já existe essa tendência e alguns já deram muitos passos nesse sentido. O que faz com que meus escritos não possuam muito de original. Todavia, busco somar com essas forças que tentam nos ajudar a estar mais inteiros e amorosos nessa vida.
Aceitem essa partilha com o carinho com que a mesma foi construída.
Abraços, Leu.
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*Leu Cruz é participante da Rede Celebra, animadora Litúrgica da Comunidade Batismo do Senhor – Duque de Caxias / RJ, e mestre em educação pela Uerj.
11 abril, 2025
Domingos de Ramos!
“se eles se calarem, as pedras gritarão"
Com a celebração do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor, a Igreja inicia a Semana Santa.
Este Domingo celebra dois mistérios:
A Entrada solene do Senhor Jesus em Jerusalém para viver sua Passagem do mundo para o Pai e o Mistério de sua Paixão, Morte e Sepultura. Daí o título deste dia, Domingo de Ramos e da Paixão. A procissão é de ramos; a missa é da paixão.
Jesus faz a sua entrada em Jerusalém, como Messias, montado num jumentinho. Com carinho é acolhido pela multidão das discípulas e discípulos, “aos gritos e cheia de alegria” aí os fariseus tentaram calar a manifestação da fé do povo, más Jesus assim disse: "Eu vos declaro: se eles se calarem, as pedras Gritarão".
Desde cedo, Jesus entendeu que o Pai o chamava a uma missão: anunciar um mundo de justiça, de paz e de amor para toda a humanidade. Para realizar este projeto, Jesus caminhou “fazendo o bem” e anunciando que Deus era amor e que não excluía ninguém. Sua vida ensinou que os pobres, enfermos e sofredores não deviam ser excluídos, pois não eram amaldiçoados por Deus. Na cruz, Jesus que ama radicalmente e que faz da sua vida um dom para todas e todos.
Domingo de Ramos da Paixão do Senhor, Ano C
Leituras:
Is 50,4-7
Sl 21(22),8-9.17-18a.19-20.23-24 (R. 2a)
Fl 2,6-11 ou mais breve 23,1-49
Lc 22,14-23,56
30 março, 2025
27 março, 2025
Série da NetfAdolescência!
Adolescência!
No ônibus, nos shoppings, nas igrejas, nas famílias, o assunto é um só: adolescência! A série da Netflix que, no momento em que escrevo, já deve estar próximo das cem milhões de horas de exibição. Um recorde justificado. Tecnicamente está muitíssimo bem feita, capaz de “tirar o fôlego” do início ao fim. Muitos, como eu, devem tê-la assistido numa tarde de domingo! De uma tacada só! Aliás, esse é um motivo porque evito assistir séries! Nos empolgamos e quando olhamos o relógio, lá se foram quatro horas de Tv! Porém, o que mais atrai é o assunto abordado. Aparentemente existem poucas novidades relacionadas com o “mundo” que envolve os adolescentes. Eles são rebeldes, bagunçam na escola e não são de “muito papo”! Até aqui nenhuma novidade! Eu já fui assim e sobrevivi!
Contudo, a série desce ao sub mundo familiar e relacional que precisamos enfrentar com seriedade. A família está literalmente perdendo os seus filhos, surrupiados pela internet e seus aplicativos. Fechados num quarto, ignorados, ao ponto de ninguém saber a que horas o “guri” de treze anos chega em casa, os adolescentes no processo de construção da sua personalidade, são o alvo perfeito de bullyings e todo tipo de sedução e agressão, que chegam atrás das mídias sociais e dos vários aplicativos de relacionamento. Que eles sejam vulneráveis já o sabemos. Mas eles estão ficando sós. Abandonados.
Um amigo me chamou a atenção para o quarto episódio da série. De fato, nele é retratada uma família com os seus “perrengues”, não muito distante da normalidade; mas uma coisa chama a atenção nas palavras dele: “vida que segue Manuel! Vida que segue”! E foi isso que observei. Uma família que até então estava alheia à vida do filho ao ponto de ficar estarrecida com o crime, mas que agora, perante a sua confissão, toca a sua vida procurando incutir nela o máximo de banalidade.
A série expõe a mão do Estado que procura agir com certa civilidade perante um adolescente que pratica um crime horrendo; a Escola que, como muitas outras, apenas evidencia famílias desestruturadas e crianças revoltadas incapazes de aprender; mostra a sagacidade e a precocidade (alarmante) de uma (quase) criança argumentando com a psicóloga – e essa cena é de fato assustadora – e finalmente nos confronta com uma família, que eu temo ser paradigmática! Estado, Escola, Família! Três entes impotentes perante a epidemia que está matando nossos adolescentes!
Há vinte anos atrás escutei Bill Gates dizendo que controlava o computador e a internet de sua filha adolescente. No quarto, ela não tinha como se conectar! Gates não é um pai qualquer! É o fundador da Microsoft! Tenho dito ao longo dos anos que só conheço duas armas para enfrentar esse inimigo silencioso, geralmente noturno e que vem devorando nossas crianças e adolescentes: o diálogo aberto e constante entre pais e filhos e o controle necessário e urgente sobre horários e conteúdo da net. Os filhos não têm o direito adquirido de uso total e irrestrito de aplicativos e os pais não têm o direito de um laissez-faire fatal! Pesa sobre os adultos a responsabilidade de acompanhar, zelar e educar. As escolas cumprirão melhor o seu papel se em casa a tarefa for cumprida!
Finalmente, a série da Netflix escancara um vasto sub mundo cibernético, de deep web (e muitas vezes beirando o crime da dark web) raramente testemunhado pela maioria de nós. Precisamos urgentemente aplicar a vacina e criar imunidade em nossas crianças e adolescentes. Elas estão totalmente vulneráveis e o pior: sozinhas! Quando o máximo que um “amigo” faz é ajudar com a arma do crime, foi cruzado o rubicão de qualquer moralidade. E quando nossos filhos optam por esses amigos em detrimento dos pais é urgente parar tudo e rever a engrenagem familiar. Pais não são psicólogos profissionais e o se o forem, não usarão essas prerrogativas com os filhos. Porém, pais têm a obrigação de conhecer os filhos mais do que ninguém! A convivência familiar é a melhor terapia preventiva para esta epidemia!
Padre Manuel Joaquim R. dos Santos
Arquidiocese Londrina
19 março, 2025
Pronunciamento da CNBB sobre a Lei da Ficha Limpa
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio do seu Conselho Permanente, reunido em Brasília, divulgou nesta terça-feira, 18/3, uma nota na qual demonstra perplexidade e indignação diante das propostas de mudanças da Lei da Ficha Limpa no Congresso Nacional.
O Senado pode votar, nesta terça-feira, o projeto de lei que altera a Lei Complementar nº 135 de 2010, mais conhecida como Lei da Ficha Limpa. A proposta, que muda regras da lei de iniciativa popular, já foi aprovada por deputados federais.
09 março, 2025
Romero deixou-se tocar pela luta do seu povo!
Romero deixou-se tocar pela luta do seu povo, ele apoiou a luta do seu povo, apoiou a luta dos que estavam enfraquecidos, sem voz e sem vez!
Santo Óscar Romero, foi nomeado arcebispo de San Salvador no dia 3 de fevereiro de 1977. Ele foi nomeado bispo por ser considerado um conservador.
O país vivia uma repressão muito forte, violência do Estado e uma exploração imposta ao povo pela aliança entre os setores político-militares e económicos, apoiada pelos EUA, bem como a violência da guerrilha revolucionária.
Vários grupos de pobres oprimidos começaram a se organizar para denunciar a miséria em que viviam.
Nesse senário, Romero é nomeado arcebispo porque ele não representava ameaça a classe dominante opressora responsável pela violência e miséria do povo.
E como era esperado, assim foi seu ministério inicial, conservador, com relações próximas com aqueles que estavam massacrando e matando o povo salvadorenho.
Oscar Romero se converteu. Como que a conversão culmina em um novo nascimento, num renascimento, de Deus. Romero se converteu, renasceu um novo homem.
Em El Salvador, as pessoas desapareciam, padres e agentes de pastorais, que queriam ajudar os pobres eram torturados ou mortos.
Dom Romero tinha um grande amigo, Padre Rutilio Grande, ele era uns dos que arriscava a vida ajudando os empobrecidos, ele envolveu na luta dos agricultores, nos momentos que tinha oportunidade de estar com Romero, ele falava da miséria e violência em que o povo salvadorenha vinha sofrendo. Contava a ele de padres e agentes de pastorais torturados e mortos.
Padre Grande, o amigo de Dom Romero foi assassinado junto com um camponês idoso e um menino, seus corpos foram expostos na catedral.
Este foi o momento da conversão, de Romero, um novo homem renasceu, deixou-se de existir o bispo conservador. O processo de conversão foi consciente, o arcebispo de San Salvador se converteu sabendo que ele também perderia sua vida, que poderia sim, ser torturado e morto.
Romero deixou-se tocar pela luta do seu povo, ele apoiou a luta do seu povo, apoiou a luta dos que estavam enfraquecidos, sem voz e sem vez.
No Evangelho, o Arcebispo encontra uma coragem maior que a humana e passa então a denunciar o governo de direita e a guerrilha de esquerda, inclusive o governo dos Estados Unidos, que fornecia armas, que matavam seu povo. Em suas homilias, Dom Romero apresentava listas semanais de pessoas desaparecidas, torturadas ou assassinadas.
Ele ficou conhecido por sua defesa fervorosa dos direitos humanos e sua solidariedade às vítimas da violência política no país.
Dom Romero, sabia que os soldados que torturavam e matavam seu povo, em sua grande maioria eram cristãos, por isso em 23 de março de 1980, fez uma pregação, pelo rádio, dirigindo-se diretamente a eles: "Nenhum soldado é obrigado a obedecer a uma ordem contrária à lei de Deus... Chegou a hora de tomar consciência... Pois isso, em nome de Deus e deste povo, que sofre há muito tempo, cujo grito sobe cada vez mais alto aos céus, eu lhes imploro, lhes rogo, em nome de Deus, para cessar a repressão"!
No dia 24 de março de 1980, Dom Romero participou de um retiro espiritual para sacerdotes. Na Missa vespertina, que celebrou, disse: “Aqueles que se dedicam ao serviço dos pobres, por amor de Cristo, vivem como o grão de trigo que morre…”. Ao término da sua homilia, ao voltar ao altar, um homem armado entrou na igreja e o baleou tirando sua vida.
Em 14 de outubro de 2018, Papa Francisco declarou Dom Oscar Romero mártir, Santo da Igreja.
Santo Oscar Romero, Santo da Nossa América, tornou-se aquele grão de trigo, por ter apoiado e lutado com seu povo.
Santo Oscar Romero, vive!
06 março, 2025
6ª Celebração Arquidiocesana dos Mártires em Honra a São Oscar Romero”
Venham Povo de Deus, celebrar conosco a “6ª Celebração Arquidiocesana dos Mártires em Honra a São Oscar Romero”.
Ajude-nos com a companha em prol a “Associação Beneficente Casa de Nazaré”
Ação social em prol a Associação Beneficente Casa de Nazaré, gesto concreto da 6ª Celebração Arquidiocesana dos Mártires em Honra a São Oscar Romero.
A campanha tem como objetivo arrecadar: shampoo/condicionador - papel higiênico - sabão em pó - saco grande de lixo – detergente - agua sanitária.
As doações poderão ser dos itens da companha ou via Pix.
Quem optar pela doação via Pix , solicitamos que faça identificação, via a opção mensagem, escrevendo: Celebração dos Mártires .
Chave Pix - 04.119.501/0001-42
Associação Beneficente Casa de Nazaré
01 março, 2025
18 fevereiro, 2025
Rezemos juntos pelo papa Francisco
Senhor, conceda ao nosso amado papa Francisco recuperação da saúde e o ilumine e o fortaleça sua missão apostólica.
O papa Francisco encontra-se internado para tratamento de bronquite e infecção respiratória polimicrobiana. Segundo o Vaticano, situação é “complexa”.
Documentário Elizabeth (Dir.: A. Castilho, L. Indriunas, V. Nicolav, 2023)
O curta documental "Elizabeth" é um retrato de Elizabeth Teixeira e das mulheres que dão prosseguimento à sua luta. Líder das Ligas Camponesas, na Paraíba, ela protagonizou o clássico "Cabra Marcado para Morrer" (dir.: Eduardo Coutinho, 1984) e gravou seu nome na história da luta pela reforma agrária no Brasil.
O documentário é uma produção do De Olho nos Ruralistas, filmado em julho de 2023, em João Pessoa e Sapé, quando Elizabeth Teixeira havia completado 98 anos.
Em 13 de fevereiro de 2025, a "mulher marcada para viver" completa o centenário. Nessa data, o observatório disponibiliza o filme ao público, ajudando a gravar na memória coletiva o nome de Elizabeth Teixeira.
12 fevereiro, 2025
"6ª Celebração dos Mártires em honra a São Oscar Romero"
Data 15/03/2025
Promovida em comunhão:
Comunidades Eclesiais de Base (CEBs)
Juventude Missionária (JM)
Pastoral da Juventude (PJ)
"6ª Celebração dos Mártires em honra a São Oscar Romero"
Data 15/03/2025
Idealizada e promovida pelas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), a Celebração dos Mártires em honra a São Oscar Romero, a partir desse ano de 2025, passa a ser promovida em comunhão com a Juventude Missionária (JM) e a Pastoral da Juventude (PJ).
Aberta a todo o Povo de Deus , a Celebração dos Mártires em honra a São Oscar Romero , um momento de mística para esperançar uma missão de amor, de esperança, de resistência, de um mundo novo. Esperançar horizontes de possibilidades cultivando a utopia e assim a exemplo de São Oscar Romero não deixar adormecer o profetismo do Reino de Deus.
Entrevista com a Irmã Regina da Costa Pedro - Diretora das POM
Na terça-feira, 11 de fevereiro, a Assembleia dos Bispos do Paraná, em Arapongas (PR), abordou o tema da missão na Igreja.
Para enriquecer a reflexão, a Irmã Regina da Costa Pedro, diretora das Pontifícias Obras Missionárias (POM), esteve presente e trouxe uma proposta especial ao episcopado.
Confira a entrevista e saiba mais sobre sua participação e as perspectivas missionárias para a Igreja no Paraná e no Brasil!
07 fevereiro, 2025
Virtudes teologais: fé, esperança e caridade
Virtudes teologais: fé, esperança e caridade
Escrito por Pe. Clayton Sant'Anna, C.Ss.R.
Fé, esperança e caridade. O progresso e a maturidade espiritual cristã se assentam nessas três virtudes. No plano delas, se inicia e se leva a termo nossa transformação radical de pecadores a filhos de Deus. Pela fé, cremos em Deus e em tudo o que a Igreja proclama como revelado por Ele.
Pela esperança, apostamos nossa felicidade no reino dos céus e na vida eterna, confiantes nas promessas de Jesus Cristo e sustentados com a graça do Espírito Santo. Com o novo mandamento da caridade (Lava-pés), amamos a Deus sobre todas as coisas e, nesse amor, amamos ao próximo como a nós mesmos.
As três virtudes teologais são inseparáveis. Sua prática nos faz conhecer, amar a Deus e esperar sua glória, solidários uns com os outros, na construção de seu Reino entre nós.
São dons sobrenaturais que Deus nos dá. Se os cultivarmos, ratificaremos a união com Ele nos sentimentos, nas opções e nas atitudes, solidários uns com os outros em seu amor e na fraternidade. Tais virtudes sustentam em nós a graça do batismo em Cristo, que nos mergulhou no mistério da Trindade. Adquirimos consciência de nossa origem e fim absoluto!
Santo Agostinho escreveu que Deus é mais íntimo de nós que nós mesmos! Ele nos ama no mais profundo de nosso ser. É famosa a leitura do santo sobre a história: dois amores construíram duas cidades!
A dos homens e a de Deus. O amor dos homens a si mesmos, exacerbado até ao desprezo a Deus, construiu a cidade terrena visível, enganosa e perecível, a sociedade sem fé, iludida, inquieta, angustiada e frustrada. Já o amor de Deus por nós, levado ao extremo do autoaniquilamento, edifica entre nós a cidade celeste eterna e invisível.
A cidade terrena se organiza cultivando prestígio, riqueza, busca de poderes e competição sem freios. Predomina todo tipo de intolerância na disputa por espaço, direitos e respeito. A engrenagem política acentua o desamor com a divisão odiosa do “nós e eles”, sacralizando ideologias de esquerda ou direita.
Vivendo as três virtudes teologais, o cristão espera partilhar a cidadania digna, diminuir a pobreza sem lideranças populistas e construir um Brasil-ético; uma nação que seja o retrato da “cidade de Deus”! O Brasil da justiça, da fraternidade, da promoção e da defesa da vida, da concepção ao fim natural. Nem as ambições mais poderosas vão destruir a cidade do amor, já vitoriosa no céu. Seus pilares têm a glória do Senhor. Ela é a “Jerusalém do alto” (Apocalipse 21,11). Seu alicerce na terra é a fé.
Movidos pela esperança, nós, os seguidores do Cordeiro no amor, aqui habitamos a caminho do novo céu e da nova terra. (Apocalipse 21,1). Caminhamos para a cidade eterna, fazendo da passagem terrena um serviço total de caridade fraterna, em busca da justiça, da paz e do respeito à vida em todos.
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