05 junho, 2026

Contatos imediatos!



Contatos Imediatos!

Olá, Flávio Bolsonaro tentou buscar ajuda lá fora, mas foi abduzido por Trump. E quem pilota agora a nave bolsonarista no Congresso é Davi Alcolumbre.

.O feitiço e o feiticeiro. Flávio Bolsonaro até tentou usar a poção da irracionalidade a seu favor, mas foi surpreendido pelo mago do irracionalismo político. O que começou como uma aparente vitória depois da visita a Washington, com Trump declarando o PCC e o CV como organizações terroristas, acabou virando pesadelo depois que o presidente norte-americano anunciou uma nova onda de tarifas ao Brasil. Ao contrário da primeira vez, quando Eduardo ajudou a articular pessoalmente o tarifaço e os Bolsonaros cantaram vitória, agora todo mundo sabe que a medida é impopular. Ainda mais porque o relatório que sustenta a nova taxação critica inúmeras vezes o Pix. O que Bolsonaro Júnior não entendeu é que Trump está mais preocupado com as eleições legislativas nos Estados Unidos do que com o sucesso da familícia brasileira. Rapidamente, o candidato do PL tentou evitar o pior, manifestando-se contra o tarifaço, mas o estrago já tinha sido feito. Lula aproveitou para denunciar seu adversário como traidor da pátria e uma enxurrada de memes tomou conta das redes. E, se a pauta não fosse mudada pelo OVNI do Paraná, a sangria continuaria. Assim, a jogada de trazer Trump para as eleições brasileiras pode ter sido um erro decisivo no esforço de bater Lula. A verdade é que Flávio já vinha sofrendo nas últimas pesquisas com os reflexos do escândalo Dark House. Depois de um empate técnico com Lula no início de maio, agora ele aparece 5 pontos atrás do atual presidente num hipotético segundo turno, segundo a Real Time. Outro dado importante da pesquisa é que Lula se sai melhor contra o candidato do PL do que contra Caiado ou Zema. Já a Genial/Quaest aponta que Flávio deixou de ser visto pelo eleitor insatisfeito como uma alternativa antissistema. E um levantamento em grupos de Whatsapp e Telegram mostra que a maior parte da população responsabiliza Flávio tanto pelo tarifaço quanto pelas ameaças ao Pix. E o que é ruim ainda pode piorar. O julgamento de Eduardo Bolsonaro por tentar influenciar o governo dos Estados Unidos contra o Brasil já tem data agendada no Supremo, e a exposição midiática do caso promete colar a pecha de traidores da pátria na família toda. Além disso, uma possível delação de Vorcaro pode envolver mais diretamente o “amigo” Flávio e o “irmãozão” Ciro Nogueira, esclarecendo as relações financeiras entre o banqueiro e o mundo da política.

.O Trump de Macapá. A capacidade dos Bolsonaros criarem os próprios problemas ajuda, mas não é suficiente para tornar a vida do governo mais fácil. Porque ao mesmo tempo em que joga xadrez contra Trump e damas contra Flávio Bolsonaro, Lula também disputa uma queda de braço com Davi Alcolumbre. Recolhido a cada fato novo do escândalo do Master e magoado que o governo não saiu em seu socorro, Alcolumbre está mais discreto, mas não imóvel. A má vontade do presidente do Senado com a PEC que acaba com a 6x1, mesmo depois da retumbante vitória na Câmara, tem um pouco de chantagem com o governo, mas também atende à pressão dos empresários e do bolsonarismo. Afinal, ao mesmo tempo em que Alcolumbre criou uma fictícia Comissão Especial para analisar e atrasar o tema, acelerou a tramitação da proposta da PEC do Patrão de Flávio Bolsonaro, que cria jornada de trabalho infinita e negociações individuais. A estratégia também é uma forma de driblar a própria Comissão de Constituição e Justiça do Senado, onde já se sabe que a 6x1 tem prioridade, ao contrário do projeto da extrema-direita. Alcolumbre também repete a tática em outros temas, bloqueia o governo com uma mão e acena ao bolsonarismo com a outra. Continuam paradas outras pautas de interesse do Planalto, como a PEC da Segurança e o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter, enquanto pautas da bancada evangélica e da extrema-direita foram desengavetadas, como aquela que restringe o aborto legal, aprovada em dois minutos, a CPI da Pedofilia e a discussão da “cura gay”. Tudo isso sem contar a provável nova indicação de Jorge Messias ao STF, que reafirmaria a prerrogativa do Presidente da República em indicar os ministros, mas também dobra a aposta da disputa com Alcolumbre. Por enquanto, quem tem ganho com a tensão é Hugo Motta, que cumpriu sua parte nos acordos com o governo e deve seguir no mesmo ritmo com outras pautas, como os data centers e Inteligência Artificial. Aliás, com a proximidade das eleições, esses temas ganham força pela capacidade das big techs interferirem nos resultados, daí a preocupação do STF em trazer de volta a discussão sobre regulação.


.Ponto Final: nossas recomendações.

.Diálogo ou repressão? Amanda Harumy explica como a disputa sobre os rumos do processo de paz definirá as eleições na Colômbia. No Brasil de Fato.

.Quem é Ferinha? O Brasil de Fato traça um perfil do empresário que mais aparece na lista do trabalho escravo com 508 infrações trabalhistas.

.IA: o que propõe o Papa. O Outras Palavras apresenta o programa do Papa Leão XIV: domínio das big techs é ilegítimo; dados são parte do Comum e os Estados precisam intervir.

.A revolução será postada no TikTok. A Piauí acompanhou Rick Azevedo durante a votação do fim da escala 6x1.

.Os interesses do agro e da indústria farmacêutica na cannabis: será a ‘nova soja’? Em entrevista ao Brasil de Fato, Luna Vargas alerta para os interesses das grandes empresas pelo canabidiol.

.Precisamos falar de Lulu: vida, morte, reparação e justiça na prisão. A Agência Pública conta a delicada história - mas rotineira - de Tanaka Luanda, guianense encarcerada no Brasil.

.‘Cadê o ouro que você roubou?’: tortura de patroa em empregada no Maranhão reflete realidade que literatura espelha há séculos. Mariana Filgueiras destaca o protagonismo das empregadas domésticas na literatura brasileira desde 1859.

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Ponto é escrito por Lauro Allan Almeida Duvoisin e Miguel Enrique Stédile.

Terceira Plenária da Assembleia Arquidiocesana define prioridades para os próximos seis anos

A Arquidiocese de Maringá realizou, nos dias 30 e 31 de maio, a Terceira Plenária da Assembleia Arquidiocesana AGIR, reunindo padres, diáconos, religiosos, religiosas, leigas e leigos representantes das paróquias, pastorais, movimentos e organismos arquidiocesanos. O encontro marcou mais uma etapa do processo de planejamento pastoral que irá orientar a ação evangelizadora da Igreja Particular de Maringá nos próximos seis anos.


Durante os dois dias de trabalho, os participantes vivenciaram momentos de oração, reflexão, escuta e discernimento, em sintonia com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e com os desafios da realidade local. O processo foi conduzido em espírito de comunhão e sinodalidade, favorecendo a participação de todos os presentes na construção dos caminhos pastorais da arquidiocese.

Como fruto dos trabalhos, a Assembleia definiu três prioridades que deverão nortear a ação evangelizadora nos próximos anos: a Iniciação à Vida Cristã (IVC), as Juventudes e a formação permanente de leigos e leigas. As prioridades foram escolhidas após um amplo processo de diálogo e discernimento, buscando responder às necessidades atuais da evangelização e fortalecer a presença da Igreja nas comunidades.

Segundo o coordenador da Assembleia Arquidiocesana, padre Marcos André de Oliveira, o encerramento da plenária representa o início de uma nova etapa de trabalho. “A Assembleia preferiu que tivéssemos mais um momento de encontro para definir os projetos e como essas prioridades se tornarão ações concretas no dia a dia das paróquias. Essas ações serão arquidiocesanas, mas também deverão ser implantadas em cada comunidade”, explicou o presbítero.

O próximo encontro acontecerá no dia 25 de julho, quando serão apresentados e votados os projetos pastorais que transformarão as prioridades definidas em ações concretas para toda a arquidiocese.

Para o Arcebispo de Maringá, Dom Frei Severino Clasen, OFM, a caminhada arquidiocesana está em sintonia com o processo de reflexão vivido pela Igreja no Brasil. “A Arquidiocese de Maringá permanece fiel a essa missão de evangelizar em todas as instâncias onde o povo está. Agora é importante que as paróquias transformem essas prioridades em ações concretas de evangelização, acolhimento e cuidado com os fiéis”, afirmou.

Ao final da Terceira Plenária, a Arquidiocese de Maringá reafirmou seu compromisso com uma Igreja sinodal, missionária e participativa, que busca discernir, planejar e agir em comunhão para responder aos desafios da evangelização no tempo presente.

Fonte: site da Arquidiocese de Maringá

Dom Frei Severino Clasen recebe Título de Cidadania Benemérita de Maringá


Na noite do dia 02 de junho de 2026, Dom Frei Severino Clasen, recebeu o título de Cidadão Benemérito de Maringá, durante sessão solene realizada na Câmara Municipal de Maringá. A homenagem foi proposta pelos vereadores Ítalo Maroneze e Ana Lúcia Rodrigues e aprovada pelo Legislativo maringaense, em reconhecimento à sua contribuição religiosa, social e humana para a cidade e para toda a região, o Arcebispo de Maringá.