21 outubro, 2016

Para refletir

“O espírito do mal semeia guerras, sempre. Ciúmes, invejas, lutas, fofocas ... são coisas que destroem a paz e, portanto, não pode haver unidade. E como é o comportamento de um cristão para a unidade, para encontrar esta unidade? Paulo diz claramente: "Comportem-se de maneira digna, com toda a humildade, ternura e generosidade”. Essas três atitudes. Humildade: você não pode dar a paz sem humildade. Onde há orgulho, há sempre a guerra, sempre o desejo de vencer sobre o outro, de crer ser superior. Sem humildade não existe paz e sem paz não há unidade. "

Papa Francisco

Conselho Nacional de Saúde desmente Temer: 'PEC 241 vai tirar dinheiro do SUS'

Ignorado pelo governo e Congresso, CNS projeta perdas para a saúde pública e propõe fim da renúncia fiscal e a taxação de grande fortunas para equilíbrio das contas do governo.

A reportagem é de Cida de Oliveira e publicada por Rede Brasil Atual - RBA

O presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Ronald Santos, apresentou hoje (20) argumentos que desmentem a propaganda do governo de Michel Temer (PMDB) em defesa da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que congela investimentos federais por 20 anos e desobriga a União de repassar a estados e municípios percentuais estabelecidos pela Constituição para o financiamento de ações na área de saúde e educação, colocando em risco o Sistema Único de Saúde (SUS).
“Como até aqui não fomos ouvidos pelo governo e nem pelo deputado Darcisio Perondi (PMDB-RS), relator da PEC 241, que outrora foi defensor do SUS e do fortalecimento do seu financiamento, vamos alertar o governo e a sociedade que haverá perdas sim”, disse Santos.
Regulamentado pelo Decreto 99.438, de 7 de julho de 1990, o CNS é um órgão com funções normativas, consultivas, deliberativas para assessorar o Ministério da Saúde. É composto por 30 membros, entre representantes dos usuários, trabalhadores da saúde, gestores (governo) e prestadores de serviço no setor.
Em reunião ordinária do CNS na semana retrasada, o ministro Ricardo Barros foi questionado sobre prejuízos à saúde pública e também ao total desprezo da pasta pelo colegiado. "Ele se limita a repetir a versão oficial, o discurso do governo, segundo a qual não há teto específico para a despesa com saúde” e que “nada impede que o Poder Executivo proponha um valor acima do piso” a partir de 2018. No entanto, há omissão de dados e o governo demonstra mais uma vez que vivemos num Estado de exceção, em que a legalidade é secundária", diz.
"O teto de gastos corrigido pelo IPCA vai deteriorar as condições de vida e saúde da população em 20 anos. Para que saúde e educação tenham recursos acima do mínimo constitucional, seria necessário tirar de outras áreas", afirma. "O aumento de receita nos próximos 20 anos será acompanhado de mais recursos para o pagamento de juros e amortização da dívida em prejuízo da população. Ou nossos governantes vão instituir PEC definindo que não pode nascer mais gente do que morrer nos próximos 20 anos?”, provoca.
Para o presidente do CNS, a intransigência do governo Temer e suas propostas "retrógradas" só poderão ser enfrentadas com a ocupação dos espaços públicos pela sociedade organizada, a exemplo da mobilização de estudantes, movimentos sociais e sindicais.
"O nosso grande desafio é sensibilizar a sociedade desorganizada e desinformada, sem noção dos riscos aos direitos que estão em curso, para tomar parte na mobilização em defesa dos direitos."

20 outubro, 2016

Alterações locais de votação cidade de Maringá - Paraná

A Justiça Eleitoral de Maringá, informou que, devido à ocupação de escolas estaduais na cidade, 31 locais de votação serão alterados para o segundo turno das Eleições 2016, marcado para o dia 30 de outubro.

Conforme informações divulgada nesta quinta-feira pelo movimento Ocupa Paraná, 12 escolas estaduais estão ocupadas em Maringá.

Segundo a Justiça Eleitoral, dos 261.717 eleitores de Maringá, mais de 102 mil votarão em local diferente no segundo turno.

Confira abaixo os locais de votação alterados:
66ª Zona Eleitoral

1 – Escola ocupada: Instituto de Educação Estadual de Maringá
Novo local de votação: Colégio Regina Mundi - Rua Estácio de Sá, 595

2- Escola ocupada: Colégio Estadual Brasilio Itibere
Novo local de votação: Centro Municipal de Educação Infantil Maria L. S. Meneguetti - Rua Marechal Deodoro, 853, zona 07

3 – Escola ocupada: Colégio Estadual Theobaldo Miranda Santos
Novo local de votação: Centro Municipal de Educação Infantil Benedito de Souza - Avenida Paissandu, 395, Vila Operária

4 – Escola ocupada: Colégio Estadual Doutor Gastão Vidigal
Novo Local de votação: PUC - Avenida Duque de Caxias, 1020, Zona 07

5 – Escola ocupada: Colégio Estadual Vital Brasil
Novo local de votação: Centro Municipal de Educação Infantil Maria L. S.  Meneguetti - Rua Marechal Deodoro, 853, zona 07

6 – Escola ocupada: Escola Estadual Ipiranga
Novo local de votação: Colégio Graham Bell - Rua Evaristo da Veiga, 93, Zona 07

137ª Zona Eleitoral

7- Escola ocupada: Colégio Estadual Branca da Mota Fernandes
Novo local de votação: CRAS MORANGUEIRA - Rua Haiti, 808

8 – Escola ocupada: Escola Estadual João de Faria Pioli
Novo local de votação: Escola Municipal Pioneiro Geraldo Meneghetti - Rua Guatemala, 797, Vila Morangueira

9 – Escola ocupada: Colégio Estadual Duque de Caxias
Novo local de votação: Associação Comunitária do Jardim Alvorada - Rua Avenida Sophia Rasgulaeff, 693

10 – Escola ocupada: Escola Estadual Unidade Polo
Novo local de votação: Salão Paroquial São Francisco de Assis - Praça Vicente Simino, s/n

11 – Escola ocupada: Colégio Estadual Adaille Maria Leite
Novo local de votação: Escola Municipal Professor José Marchesini - Rua Dr. José Crisóstomo Capinan, 378

12 – Escola ocupada: Escola Estadual Tancredo de Almeida Neves
Novo local de votação: Centro Municipal de Educação Infantil Maria Doná Ferraz - Rua Rio Capibaribe, 634

13 -  Escola: Escola Municipal Pioneiro Geraldo Meneghetti
Novo local de votação: Centro Municipal de Educação Infantil Etelvina Matos Silva - Rua La Paz, 397

14 – Escola ocupada: Escola Estadual Tânia Varella Ferreira
Novo local de votação: Escola Municipal Angela Vergínia Borin - Rua Maria Paulina Palma, 1107

154ª Zona Eleitoral

15 – Escola ocupada: Colégio Estadual João XXIII
Novo local de votação: Colégio Objetivo - Avenida Guedner, 1610, Jardim Aclimação

16 – Escola ocupada: Escola Estadual Marco Antônio Pimenta
Novo local de votação: Escola Municipal Campos Salles - Avenida Doutor Gastão Vidigal, 25, Parque Residencial Aeroporto.

17 – Escola ocupada: Escola Estadual Vinícius de Morais
Novo local de votação: Escola Municipal Dom Jaime Luiz Coelho - Rua Pioneiro João Perin, 1321, Tarumã

192ª Zona Eleitoral

18 – Escola ocupada: Escola Estadual Doutor Rodrigues Alves
Novo local de votação: Associação Recreativa COPEL - Rua Caxambu, 388, Jardim Alvorada

19 – Escola ocupada: Escola Estadual Presidente Kennedy
Novo local de votação: Centro Esportivo Municipal Mandacaru - Jardim Canadá - Rua Lázaro Benedito Carnielli, s/nº, Mandacaru

20 – Escola ocupada: Escola Estadual Alfredo Moises Maluf (Escola Municipal Professora Piveni Piassi Moraes)
Novo local de votação: Centro Educacional e Cultural Maringaense - Colégio Mater Dei - Rua das Cerejeiras, 478, Parque das Palmeiras

21 – Escola ocupada: Centro Estadual de Educação Básica Para Jovens e Adultos
Novo local de votação: Universidade Estadual de Maringá – UEM - Bloco 33 - Avenida Colombo, 5790, Zona 07

 22 – Escola ocupada :  Escola Estadual Silvio Magalhães Barros
 Novo local de votação:  Centro Municipal de Educação Infantil Nilza de Oliveira Pipino -Rua Bem-te-vi, 2576, Conjunto Ney Braga

 193ª Zona Eleitoral 

 23 –Escola ocupada:  Colégio Estadual Alberto Jackson Byington Junior
  Novo local:  Colégio Evangélico de Maringá - Avenida Doutor Luiz Teixeira Mendes, 810 - Zona 05

24 – Escola ocupada : Escola Estadual Elvira Balani dos Santos
Novo local de votação: SENAI – Centro de Educação Profissional de Maringá - Rua Vereador Nelson Abraão, 80, Centro

25 – Escola ocupada: Escola Estadual José Gerardo Braga
Novo local de votação: Centro Municipal de Educação Infantil José Gerardo Braga - Rua Santa Joaquina de Vedruna, 261

26 – Escola ocupada: Escola Estadual Dirce de Aguiar Maia
Novo local de votação: Centro Municipal de Educação Infantil Nice Braga - Rua Ubirajara, 550 Jardim Lucianópolis

 27 – Escola:  Escola Municipal Paulo Freire
 Novo local de votação  : Centro Municipal de Educação Infantil France Luz - Rua Piratuhi, 1335 Iguatemi

28 – Escola ocupada : Escola Estadual Rui Barbosa
 Novo local de votaç ão: Escola Municipal  Paulo Freire - Rua Amélio Barbosa, 1334, Iguatemi

29 – Escola ocupada: Colégio Estadual Juscelino Kubtschek de Oliveira
Novo local de votação: Escola Notre Dame - Rua das Camélias, 394 - Zona 05

30 – Escola ocupada: Escola Estadual Tomaz Edison de Andrade
Novo local de votação: Escola Municipal Odilon Tulio Vargas - Rua Diogo Martins Esteves, 1221, Jardim Verônica

31 – Escola ocupada: Colégio Estadual do Parque Itaipu
Novo local de votação: Escola Municipal Oscar Pereira dos Santos - Rua Petúnia, 239, Jardim Industrial


Em nota Comissão da CNBB manifesta preocupação com cenário de retrocessos dos direitos sociais

“Em sintonia com a Doutrina Social da Igreja Católica, não se pode equilibrar as contas cortando os investimentos nos serviços públicos que atendem aos mais pobres de nossa nação. Não é justo que os pobres paguem essa conta, enquanto outros setores continuam lucrando com a crise”

A Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma nota ao final de um encontro realizado em Brasília (DF), nos dias 18, e 19. No texto, os membros da Comissão e os bispos referenciais das Pastorais Sociais manifestam preocupação com o cenário de retrocessos dos direitos sociais em curso no Brasil.
A nota refere-se às sugestões de reforma trabalhista e terceirização; reforma do Ensino Médio; reforma da Previdência Social e à Proposta de Emenda Constitucional 241/2016, que estabelece teto nos recursos públicos para as políticas sociais, por 20 anos. As proposições estão em pleno andamento na pauta política e social do Brasil com o novo governo, que tem apoio amplo no Congresso Nacional. Segundo o texto, tais medidas “colocam em risco os direitos sociais do povo brasileiro, sobretudo dos empobrecidos”.
“Em sintonia com a Doutrina Social da Igreja Católica, não se pode equilibrar as contas cortando os investimentos nos serviços públicos que atendem aos mais pobres de nossa nação. Não é justo que os pobres paguem essa conta, enquanto outros setores continuam lucrando com a crise”, afirmam os bispos.
Ainda no texto, assinado pelo bispo de Ipameri (GO) e presidente da Comissão Episcopal para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB, dom Guilherme Antônio Werlang, há a afirmação de solidariedade com os movimentos sociais e o encorajamento para que as Pastorais Sociais manifestem-se “na defesa das conquistas sociais garantidas na Constituição Federal de 1988, na qual a CNBB tanto se empenhou no final da década de 1980”.
Leia a nota na íntegra

Nota da Comissão Episcopal Pastoral Para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz


“Nenhuma família sem casa,
Nenhum camponês sem terra, 
Nenhum trabalhador sem direitos,
Nenhuma pessoa sem dignidade”. 
Papa Francisco.

Nós, Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, e bispos referenciais das Pastorais Sociais, da Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil, reunidos em Brasília, nos dias 18 e 19 de outubro de 2016, manifestamos nossa preocupação com o cenário de retrocessos dos direitos sociais em curso no Brasil.
Entendemos que as propostas de reforma trabalhista e terceirização, reforma do Ensino Médio, reforma da Previdência Social e, sobretudo, a Proposta de Emenda Constitucional, PEC 241/2016, que estabelece teto nos recursos públicos para as políticas sociais, por 20 anos, colocam em risco os direitos sociais do povo brasileiro, sobretudo dos empobrecidos. 
Em sintonia com a Doutrina Social da Igreja Católica, não se pode equilibrar as contas cortando os investimentos nos serviços públicos que atendem aos mais pobres de nossa nação. Não é justo que os pobres paguem essa conta, enquanto outros setores continuam lucrando com a crise. 
Afirmamos nossa solidariedade com os Movimentos Sociais, principalmente de trabalhadores e trabalhadoras, e com a juventude, que manifestam seu descontentamento com as propostas do governo, bem como todas as organizações que lutam na defesa dos direitos da população.
Encorajamos as Pastorais Sociais a participarem, com os demais movimentos e organizações populares, na defesa das conquistas sociais garantidas na Constituição Federal de 1988, na qual a CNBB tanto se empenhou no final da década de 1980. Não desanimemos diante das dificuldades. Somos povo da esperança!
Com compromisso profético, denunciamos, como fez o Profeta Amós: “Eles vendem o justo por dinheiro, o indigente, por um par de sandálias; esmagam a cabeça dos fracos no pó da terra e tornam a vida dos oprimidos impossível” (Am 2,6-7). 
O Espírito do Senhor nos anima no serviço da Caridade, da Justiça e da Paz. Com Maria cantamos a grandeza de Deus que “derruba os poderosos de seus tronos e exalta os humildes; enche de bens os famintos e manda embora os ricos de mãos vazias” (Lc 1, 51s). 
Brasília, 19 de Outubro de 2016. 

Dom Guilherme Werlang
Bispo de Ipameri - GO
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para
o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz

Lucas 12,4-53 - Eu vim para lançar fogo sobre a terra, e como gostaria que já estivesse aceso!

No Evangelho de hoje, Lucas 12,4-53,  Jesus diz Não vim trazer a paz mas a divisão. Eu vim para lançar fogo sobre a terra, e como gostaria que já estivesse aceso!

Fez lembrar o relato de Lucas, no livro dos Atos dos Apóstolos, Pentecostes, línguas de fogo descem sobre todos os presentes...
Esse fogo do pentecostes provocou tanto que tornou-os capazes de sair a público e falar uma linguagem que todos podiam compreender. E qual a linguagem que compreendida em todas as línguas? A linguagem do Amor.

Com certeza a linguagem do amor no mundo com tanta mentalidade, atitudes, com tantas diferenças de valores que contradizem os princípios do Evangelho causa muitas divisões e muito fogo, por isso, entendo quando Jesus fala que como gostaria que o fogo já estivesse aceso.

19 outubro, 2016

Francisco: realidade deve ser aceita e enfrentada como é


Francisco: realidade deve ser aceita e enfrentada como é 

Antes de refletir acerca de duas obras de misericórdia, o Pontífice falou sobre o egoísmo presente nos modelos da assim chamada “cultura do bem-estar” que “leva as pessoas a se fecharem em si mesmas, tornando-as insensíveis às exigências dos outros”.

“Faz-se de tudo para iludir ao apresentar modelos de vida efêmeros, que desaparecem depois de alguns anos, como se a nossa vida fosse uma moda a ser seguida ou mudada a cada nova estação”, observou o Papa.

Realidade é o que é
“Não é assim. A realidade deve ser aceita e enfrentada por aquilo que é, e com frequência faz com que nos deparemos com situações de necessidade urgentes. É por isso que, entre as obras de misericórdia, lembra-se da fome e da sede: dar de comer a quem tem fome – existem tantos hoje, eh? – e de beber a quem tem sede”, recordou Francisco.
Neste ponto, Francisco recordou que as doações para campanhas humanitárias são importantes, “porém não nos envolvem diretamente”. 

Pobreza abstrata
“A pobreza abstrata não nos interpela. Nos faz pensar, lamentar. Mas quando vês a pobreza na carne de um homem, de uma mulher, de uma criança, isso sim nos interpela. E por isso, aquele hábito que temos de fugir – de fugir – dos necessitados, de não se aproximar. Ou maquiar um pouco a realidade dos necessitados com hábitos da moda e, assim nos afastamos desta realidade”.
Francisco então questiona: quando me deparo com uma pessoa necessitada, “qual é a minha reação? Desvio o olhar e passo? Ou paro para conversar e me interesso da sua história?”
“E se fizeres isso, não faltará alguém para dizer: este está maluco, fala com um pobre”, advertiu o Papa. 

Pão quotidiano 
Francisco concluiu sua reflexão dizendo que essas duas obras de misericórdia são um compromisso de todos.
“A experiência da fome é dura. Quem viveu períodos de guerra e carestia sabe. E mesmo assim essa experiência se repete todos os dias e convive ao lado da abundância e do desperdício”. 

Fonte: Rádio Vaticano

18 outubro, 2016

Propostas para evangelização

Nossas paróquias estão fazendo suas avaliações e programando 2017.
A paróquia a qual pertenço solicitou que apresentemos propostas, partilho algumas que pensei pensando a paróquia como todo.

Como nossa paróquia esta organizada em CEBs, a maior parte das propostas são para realizá-las nelas.

Proposta que vai ao encontro das prioridades: Família, dimensão missionária e evangelização no mundo urbanizado.

Nas dimensões: comunitária - missionária e ministerial da Igreja - testemunho dentro do mundo - solidariedade e da caridade fraterna - pública da Igreja - ecumênica.

Sugestões

- Atendimento do padre, em um dia fixo na semana no horário das 19h30 às 21h30.
O ritmo da cidade dos trabalhadores, do comércio, das indústrias etc, é diferente do ritmo do mundo eclesiástico e eclesial. É preciso descobrir a urgência de criar serviços que atendam as pessoas no horário que elas precisam e podem.

- Que haja um entendimento comum, principalmente por parte do padre na conscientização das lideranças das CEBs e paroquial e do povo da importância das CEBs serem missionárias no dia a dia, valorizando dimensão ministerial e para que aconteça é preciso envolvimento das lideranças, tanto paroquial quanto da base na dimensão missionária e ministerial da Igreja.
Ir até os que precisam. Ir até as/os afastados. Ir até as/os excluídos.

- Que em cada CEBs, tenha missa a cada dois meses, e no intervalo que tenha celebração da Palavra com as/os ministros ou celebração do Ofício Divino das Comunidades.
Para que haja a celebração do Ofício Divino das Comunidades, que a paróquia promova no inicio do ano uma formação, onde cada CEB deve enviar 6 pessoas para a formação e deixar aberto convite a quem queira participar.

- Que dois dias da semana, durante o dia em vez do atendimento do padre ser na secretaria paroquial,  para atender quem o procura, ter uma programação nas CEBs.
Neste dia, em uma rua central da CEB, montar uma tenda, para atender quem o procura em um período, no outro período ir as casas dos doentes e idosos.
Um desses dias o sábado, e a CEB fazer uma programação, por exemplo: meia hora na tenda: com as crianças, idosos, adolescentes, jovens, catequistas, coordenadores dos grupos de reflexão, ministros, missionários do dizimo, missionárias da Mãe Peregrina, outras lideranças e outra meio hora na tenda aberto a acolher quem procurar.

- Fazer um encontro paroquial com as/os empresários que tem seu comércio no espaço geográfico da paróquia.
Com objetivo de ouvi-los o que pensam e querem da Igreja e montar uma comissão para pensar o que oferecer e propor a eles na formação.

- Motivar, assessorar e dar condições as CEBs que em seu espaço geográfico tem colégios e posto de saúde para poder fazer acompanhamento.

- Que as CEBs tenham sempre caixa disponível para suas ações

- Acolher, ir ao encontro não deixar passar por nós e irem aquelas e aqueles que nos procuram durante o ano.
São muitas as pessoas que vão até a secretaria para informações. As secretarias precisam ser acolhedoras e queridas com essas pessoas.
Muitos nos procuram durante o ano para:
Informação – visitar um enfermo – ir ao hospital – para batizar (pais e padrinhos) – para receber todos os sacramentos.
Fazer um cadastro dessas pessoas, fazer uma, duas ou quantas visitas forem necessárias.
Não deixar perder quem nos procura seja para o que for.

- Que as CEBs se organizem para catequisar suas crianças e adolescentes, que volte a ser o ponto de referência a CEB que moram.
Que cada CEB receba a relação dos catequisandos e vejam e esforcem para atende-los, analisando com carinho o horário que elas podem.
Não conseguindo atender uma ou mais, envolve-la em outra CEB.

- Motivar todas as CEBs para celebrarem suas padroeiras e seus padroeiros com missas, caminhadas, confraternizações e tantas outras criatividades.

- Fazer acontecer nas CEBs festas populares como folia de reis, festas juninas, festas dos santos.

- Motivar na paróquia grupos de estudo dos documentos social da igreja.

- Tentar envolver a juventude da CEBs.
Cada CEB visitar sua juventude, marcar um encontro e propor que eles se reúnem enquanto juventude da CEB e que assumam alguma atividade social durante o ano para desenvolver na CEB.

- Trazer sempre a importância da participação das crianças em suas CEBs, para elas irem descobrindo a importância e a pertença delas nas CEBs.

17 outubro, 2016

Menino morre após partida de game online e amigos notam pela webcam

Gustavo Detter, de 13 anos, se enforcou na casa do pai em São Vicente, SP.
Tio alerta para perigo dos jogos e acredita que sobrinho foi induzido.

Um garoto de 13 anos morreu menos de 24 horas depois de ser encontrado dentro do quarto do pai com uma corda enrolada no pescoço e em frente a um computador. A suspeita da família é que o incidente tenha relação com o desafio de um jogo online do qual Gustavo Riveiros Detter brincava com amigos e acabou perdendo. O caso aconteceu em São Vicente, no litoral de São Paulo, e está sendo investigado pela polícia.
A corda utilizada pelo menino sustentava um saco de boxe no teto do quarto. Após o enforcamento, o estudante chegou a ser socorrido ...continue lendo...

10 perguntas e respostas sobre a PEC 241

A PEC é frouxa no curto prazo, pois reajusta o valor das despesas pela inflação do ano anterior. Com a inflação em queda, pode haver crescimento real das despesas por alguns anos. No longo prazo, quando a arrecadação e o PIB voltarem a crescer, a PEC passa a ser rígida demais e desnecessária para controlar a dívida.
O artigo é de Laura Carvalho, doutora em economia pela New School for Social Research em Nova York e professora doutora do Departamento de Economia da FEA-USP, publicado por Brasil Debate, 17-10-2016.
1. A PEC serve para estabilizar a dívida pública?
Não. A crise fiscal brasileira é sobretudo uma crise de arrecadação. As despesas primárias, que estão sujeitas ao teto, cresceram menos no governo Dilma do que nos dois governos Lula e no segundo mandato de FHC. O problema é que as receitas também cresceram muito menos — 2,2% no primeiro mandato de Dilma, 6,5% no segundo mandato de FHC, já descontada a inflação. No ano passado, as despesas caíram mais de 2% em termos reais, mas a arrecadação caiu 6%. Esse ano, a previsão é que as despesas subam 2% e a arrecadação caia mais 4,8%.
falta de receitas é explicada pela própria crise econômica e as desonerações fiscais sem contrapartida concedidas pelo governo e ampliadas pelo Congresso. Um teto que congele as despesas por 20 anos nega essa origem pois não garante receitas, e serve para afastar alternativas que estavam na mesa no ano passado, como o fim da isenção de 1995 sobre tributação de dividendos, o fim das desonerações e o combate à sonegação. A PEC garante apenas que a discussão seja somente sobre as despesas.
PEC também desvia o foco do debate sobre a origem da nossa alta taxa de juros — que explica uma parte muito maior do crescimento da dívida, já que refere-se apenas às despesas primárias federais. Uma elevação da taxa de juros pelo Banco Central tem efeito direto sobre o pagamento de juros sobre os títulos indexados à própria taxa SELIC, por exemplo — uma jabuticaba brasileira.
PEC é frouxa no curto prazo, pois reajusta o valor das despesas pela inflação do ano anterior. Com a inflação em queda, pode haver crescimento real das despesas por alguns anos (não é o governo Temer que terá de fazer o ajuste). No longo prazo, quando a arrecadação e o PIB voltarem a crescer, a PEC passa a ser rígida demais e desnecessária para controlar a dívida.
2. A PEC é necessária no combate à inflação?
Também não. De acordo com o Banco Central, mais de 40% da inflação do ano passado foi causada pelo reajuste brusco dos preços administrados que estavam represados (combustíveis, energia elétrica…). Hoje, a inflação já está em queda e converge para a meta. Ainda mais com o desemprego aumentando e a indústria com cada vez mais capacidade ociosa, como apontam as atas do BC.
3. A PEC garante a retomada da confiança e do crescimento?
O que estamos vendo é que o corte de despesas de 2015 não gerou uma retomada. As empresas estão endividadas, têm capacidade ociosa crescente e não conseguem vender nem o que são capazes de produzir. Os indicadores de confiança da indústria, que aumentaram após o impeachment, não se converteram em melhora real. Os últimos dados de produção industrial apontam queda em mais de 20 setores. A massa de desempregados não contribui em nada para uma retomada do consumo. Uma PEC que levará a uma estagnação ou queda dos investimentos públicos em infraestrutura física e social durante 20 anos em nada contribui para reverter esse quadro, podendo até agravá-lo.
4. A PEC garante maior eficiência na gestão do dinheiro público?
Para melhorar a eficiência é necessário vontade e capacidade. Não se define isso por uma lei que limite os gastos. A PEC apenas perpetua os conflitos atuais sobre um total de despesas já reduzido, que costuma ser vencido pelos que têm maior poder econômico e político. Alguns setores podem conquistar reajustes acima da inflação, e outros pagarão o preço.
5. A PEC preserva gastos com saúde e educação?
Não, estas áreas tinham um mínimo de despesas dado como um percentual da arrecadação de impostos. Quando a arrecadação crescia, o mínimo crescia. Esse mínimo passa a ser reajustado apenas pela inflação do ano anterior. Claro que como o teto é para o total de despesas de cada Poder, o governo poderia potencialmente gastar acima do mínimo. No entanto, os benefícios previdenciários, por exemplo, continuarão crescendo acima da inflação por muitos anos, mesmo se aprovarem outra reforma da Previdência (mudanças demoram a ter impacto). Isso significa que o conjunto das outras despesas ficará cada vez mais comprimido.
O governo não terá espaço para gastar mais que o mínimo em saúde e educação (como faz hoje, aliás). Gastos congelados significam queda vertiginosa das despesas federais com educação por aluno e saúde por idoso, por exemplo, pois a população cresce.
Outras despesas importantes para o desenvolvimento, que sequer têm mínimo definido, podem cair em termos reais: cultura, ciência e tecnologia, assistência social, investimentos em infraestrutura etc. Mesmo se o país crescer…
6. Essa regra obteve sucesso em outros países?
Nenhum país aplica uma regra assim, não por 20 anos. Alguns países têm regra para crescimento de despesas. Em geral, são estipuladas para alguns anos e a partir do crescimento do PIB, e combinadas a outros indicadores. Além disso, nenhum país tem uma regra para gastos em sua Constituição.
7. Essa regra aumenta a transparência?
Um Staff Note do FMI de 2012 mostra que países com regras fiscais muito rígidas tendem a sofrer com manobras fiscais de seus governantes. Gastos realizados por fora da regra pelo uso de contabilidade criativa podem acabar ocorrendo com mais frequência.
O país já tem instrumentos de fiscalização, controle e planejamento do orçamento, além de metas fiscais anuais. Não basta baixar uma lei sobre teto de despesas, é preciso que haja o desejo por parte dos governos de fortalecer esses mecanismos e o realismo/transparência da política fiscal.
8. A regra protege os mais pobres?
Não mesmo! Não só comprime despesas essenciais e diminui a provisão de serviços públicos, como inclui sanções em caso de descumprimento que seriam pagas por todos os assalariados. Se o governo gastar mais que o teto, fica impedido de elevar suas despesas obrigatórias além da inflação. Como boa parte das despesas obrigatórias é indexada ao salário mínimo, a regra atropelaria a lei de reajuste do salário mínimo impedindo sua valorização real — mesmo se a economia estiver crescendo.
sistema político tende a privilegiar os que mais têm poder. Reajusta salários de magistrados no meio da recessão, mas corta programas sociais e investimentos. Se nem quando a economia crescer, há algum alívio nessa disputa (pois o bolo continua igual), é difícil imaginar que os mais vulneráveis fiquem com a fatia maior.
9. A PEC retira o orçamento da mão de políticos corruptos?
Não. Apesar de limitar o tamanho, são eles que vão definir as prioridades no orçamento. O Congresso pode continuar realizando emendas parlamentares clientelistas. No entanto, o Ministério da Fazenda e do Planejamento perdem a capacidade de determinar quando é possível ampliar investimentos e gastos como forma de combate à crise, por exemplo. Imagina se a PEC 241 valesse durante a crise de 2008 e 2009?
10. É a única alternativa?
Não. Há muitas outras, que passam pela elevação de impostos sobre os que hoje quase não pagam (os mais ricos têm mais de 60% de seus impostos isentos de tributação segundo dados da Receita Federal), o fim das desonerações fiscais que até hoje vigoram e a garantia de espaço para investimentos públicos em infraestrutura para dinamizar uma retomada do crescimento. Com o crescimento maior, a arrecadação volta a subir.

14 outubro, 2016

PEC 241 congela setores precários como saúde e educação por 20 anos

Informações: 

Por que a aprovação do teto de gastos é tão importante para Temer (Nexo)
https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/10/10/Por-que-a-aprova%C3%A7%C3%A3o-do-teto-de-gastos-%C3%A9-t%C3%A3o-importante-para-Temer 

Barrados no banquete (Folha de S. Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/bernardomellofranco/2016/10/1821748-barrados-no-banquete.shtml 

"PEC diminuirá gasto em saúde. Será uma calamidade", diz professor da USP (UOL)
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2016/10/10/pec-diminuira-gasto-em-saude-sera-uma-calamidade-diz-professor-da-usp.htm 

PEC 241, que limita gasto público, passa por teste crucial na Câmara (El País)
http://brasil.elpais.com/brasil/2016/10/11/politica/1476140602_387802.html 

Salário mínimo seria de R$ 400 se a PEC do Teto estivesse em vigor desde 1998, aponta FGV (Estadão)
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,salario-minimo-seria-de-r-400-se-a-pec-do-teto-estivesse-em-vigor-desde-1998-aponta-fgv,10000081530 

Em vídeo, Drauzio Varella critica PEC que congela gastos por 20 anos (UOL)
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2016/10/11/drauzio-varella-e-conselho-nacional-de-saude-se-posicionam-contra-a-pec-241.htm 


Assine a petição contra "PEC 241"


A Câmara dos Deputados aprovou o texto da "PEC do Teto", que congela os gastos federais pelos próximos 20 anos, incluindo setores já precários como Saúde e Educação. Mas ainda temos uma chance de impedir que isso deixe vulneráveis milhões de brasileiros! 


A segunda votação na Câmara acontecerá nos próximos dias e nosso pedido pode ser ouvido pelos deputados, para que a PEC deixe esses setores essenciais fora do pacote

Assine a petição agora. O deputado Alessandro Molon entregará as assinaturas diretamente no plenário se a petição for grande o suficiente para vencermos! 


Os gastos do governo federal têm aumentado, mas nossa economia tem encolhido. Por isso, congelar alguns gastos do governo é uma boa ideia, mas isso não pode acontecer sem definirmos as prioridades certas. O corte tem que começar em propaganda, nos benefícios dos parlamentares, nos cargos de indicação política, e não nos hospitais e nas escolas dos que mais precisam. Se o problema é responsabilidade fiscal, vamos agir de verdade! 

Vamos aproveitar a segunda votação e fazer dessa uma luta que definirá o governo e o Brasil dos próximos 20 anos, persuadindo os deputados a votarem com a consciência e deixando claro que existe uma alternativa mais justa: deixar a Educação e Saúde de fora do pacote. Até mesmo o Procurador Janot disse que o teto de gastos é inconstitucional. Agora é a hora, mas só venceremos o assédio que o Governo Federal está fazendo junto aos deputados se a pressão popular for maior.

Assine a petição clicando AQUI

Crianças migrantes, vulneráveis e sem voz preocupam o Papa

Crianças migrantes, vulneráveis e sem voz preocupam o Papa

“Migrantes de menor idade, vulneráveis e sem voz”: é o tema com o qual o Papa Francisco chama a atenção para a edição 2017 do Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, que se celebra em 15 de janeiro.


Acolhimento e responsabilidade no cuidado das crianças
Francisco desenvolve inicialmente o conceito de acolhimento e a responsabilidade que este acarreta. Menciona a exploração de meninas e meninos na prostituição e na pornografia, sua escravização no trabalho ou como soldados e seu envolvimento no tráfico de drogas. Fala de crianças forçadas por conflitos e perseguições a fugir, com o risco de se encontrarem sozinhas e abandonadas.
O Pontífice pede que cuidemos das crianças, pois elas são três vezes mais vulneráveis – menores de idade, estrangeiras e indefesas – quando, por vários motivos, são forçadas a viver longe da sua terra natal e separadas do carinho familiar.

Menores pagam o preço mais oneroso, perdem o direito a ser criança
A respeito da proveniência das migrações, o Papa explica que hoje, o fenômeno toca todos os continentes, e os menores são os que pagam o preço mais oneroso, por serem privados de suas necessidades únicas e irrenunciáveis: o direito a um ambiente familiar saudável e protegido e o direito-dever de receber uma educação adequada. Elas têm também o direito de brincar e fazer atividades recreativas; têm direito a ser criança.
No entanto, as crianças migrantes, vulneráveis, invisíveis e sem voz, ressalva o Pontífice, “acabam facilmente nos níveis mais baixos da degradação humana, onde a ilegalidade e a violência queimam o seu futuro”. Como responder a esta realidade?

O que a Igreja pode fazer? Proteger e defender
O Papa responde: “Com a certeza de que ninguém é estrangeiro na comunidade cristã, a Igreja deve reconhecer o desígnio de Deus também neste fenômeno, que faz parte da história da salvação”. Mas como?   
Em primeiro lugar, garantindo proteção e defesa aos menores migrantes; evitando que as crianças se tornem objeto de violência física, moral e sexual, porque “a linha divisória entre migração e tráfico pode tornar-se às vezes muito sutil”. 

Intervir contra quem explora os menores
Por outro lado, há de se combater também a demanda, intervindo com maior rigor e eficácia contra os exploradores. E os próprios imigrantes devem colaborar mais com as comunidades que os recebem, trocando informações e fortalecendo redes para assegurar ações tempestivas e capilares.  
Em segundo lugar, é preciso trabalhar pela integração das crianças e adolescentes migrantes. O Papa recorda que a condição dos migrantes menores de idade é ainda mais grave quando ficam em situação irregular ou ao serviço da criminalidade organizada e são destinados a centros de detenção. 

Violência em centros de detenção
Na condição de reclusos por longos períodos, são expostos a abusos e violências de vário gênero. Francisco adverte que os Estados têm o direito de administrar os fluxos migratórios e salvaguardar o bem comum nacional, mas o dever de resolver e regularizar a posição dos migrantes de menor idade.
Outra questão fundamental, do ponto de vista do Papa, é a adoção de procedimentos nacionais adequados e de planos de cooperação concordados entre os países de origem e de acolhimento, tendo em vista a eliminação das causas da emigração forçada dos menores.

Esforço da comunidade internacional para extinguir as causas
Em terceiro lugar, o Papa apela para que se busquem e adotem soluções duradouras e neste sentido, é necessário o esforço de toda a comunidade internacional para extinguir os conflitos e as violências que constringem as pessoas a fugir.  

Incentivar quem acompanha os migrantes
Por fim, Francisco dirigiu uma palavra de encorajamento às pessoas que caminham ao lado de crianças e adolescentes pelas vias da emigração: eles, assim como a Igreja, precisam da sua ajuda preciosa; e os apoia no serviço generoso que prestam. E concluindo, confia todos os menores migrantes, suas famílias e suas comunidades à proteção da Sagrada Família de Nazaré, para que vele por cada um e a todos acompanhe no caminho”.  

Fonte: Rádio Vatincano