13 maio, 2013

PUCPR abre inscrições para o Vestibular de Inverno 2013

Provas serão no dia 23 de junho. Inscrições com desconto, no valor de R$ 50, podem ser feitas até o dia 31 de maio. Prazo final termina no dia 14 de junho
A Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) está com inscrições abertas para o Vestibular de Inverno 2013. O prazo final termina no dia 14 de junho. A taxa de inscrição, com desconto, é de R$ 50 até 31 de maio – após este prazo, o valor será R$ 90. O candidato deve acessar o site www.pucpr.br e efetuar a inscrição.
As provas serão realizadas no dia 23 de junho (domingo), das 14h às 18h, nos Câmpus Curitiba, Londrina, Maringá e Toledo. A PUCPR oferece vagas para 22 opções de cursos de Graduação.
OPÇÕES DE CURSO
Câmpus Curitiba: Educação Física (bacharelado), Psicologia, Arquitetura e Urbanismo, Design Digital, Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Sistemas de Informação (bacharelado), Comunicação Social – Jornalismo, Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, Administração e Ciências Contábeis.
Câmpus Toledo: Administração, Agronomia, Ciências Biológicas (bacharelado), Ciências Contábeis, Direito, Enfermagem, Engenharia Ambiental, Engenharia de Produção, Farmácia, Medicina Veterinária, Psicologia.
Câmpus Maringá: Administração, Direito, Filosofia (licenciatura).
Câmpus Londrina: Administração, Ciências Contábeis, Direito, Engenharia de Produção, Psicologia, Teologia (bacharelado). 

11 maio, 2013

A minha Mãe e a todas as Mães


Pai, tu, sendo Deus, quiseste mostrar entre nós tua face materna...
Por isso criaste todas as mães! 
Peço-te por todas as mães,  sinal concreto e visível de teu amor entre nós. 

Obrigado, ó Deus, pela mãe que nos deste!
Sua presença serena inspira-nos confiança;
Seu serviço constante ensina-nos a amar; 
sua vivência simples desperta-nos para a fé;
Seu olhar profundo inspira-nos bondade;
sua ternura leva-nos a acolher;
seu semblante tranquilo fala-nos do teu rosto materno, ó Deus!

Acompanha, Senhor, todas as mães, nas alegrias e nas lágrimas, nos trabalhos e nas preocupações.

E quando suas forças dimiuírem e a idade avançar, que nós redobremos a nossa ternura para que a solidão não a possa alcançar.

Multiplicai os seus dias em nosso meio! 
Acompanha-as em todo riso e em toda lágrima, todo trabalho toda prece, todo dia e toda noite! 
Que tua bênção cubra de luz  a  vida de todas as mães para que, inundada de ti, elas sejam sempre mais Presença do divino em nossas vidas.    

Amém!

10 maio, 2013

CEBs acontecendo

A coordenação Arquidiocesana das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), da Arquidiocese de Maringá, realiza neste sábado, 11 de maio, encontro em conjunto com as lideranças das CEBs da Região Pastoral Catedral e Região Pastoral Nossa Senhora Aparecida, na paróquia Santa Rita de Cássia.

Terço na Praça Raposo Tavares em Maringá - 13 de maio


No dia 13 de maio (segunda-feira) o Conselho Missionário da Arquidiocese de Maringá (COMIDI) realizará o Terço na Praça 2013. A oração mariana será às 18h na Praça Raposo Tavares, no centro da cidade. A partir das 15h30 haverá atividades relacionadas ao dia de Nossa Senhora de Fátima na Raposo Tavares. Os fieis são convidados a levar velas para a oração do terço.Aqui: Confira a chamada do Terço na Praça 2013

Como os bancos lucram com a fome do mundo

A insuspeita Fundação Gates divulgou interessante estudo sobre o controle dos preços dos alimentos pelos bancos, por intermédio dos fundos especulativos (hedge). Da mesma forma que os bancos atuam no mercado derivativo com as primes do mercado imobiliário, fazem-no com os estoques de alimentos, o que aumenta espantosamente os preços da comida, sem que os produtores se beneficiem. Um exemplo, citado pelo estudo, que tem o título sugestivo de People die from hunger while banks make a killing on food — as pessoas morrem de fome, enquanto os bancos se enriquecem de repente, especulando com os alimentos. Leia na íntegra agui  

07 maio, 2013

Comunidade, rede de comunidades e paróquia: Para uma compreensão sociológica e pastoral

"Igreja “com CEBs” praticamente existe em todo o país. Elas proliferam, tornando-se pontos vitais de participação, de compromisso, de vida comunitária e de escuta da Palavra. Se quisermos pensar rede de comunidades, então não basta que a paróquia, a diocese “tenham CEBs”, mas que as pensemos em outro esquema de estrutura eclesial, com outras estruturas de mediação decisória e de atuação. Precisamos distinguir entre “Igreja com CEBs” e “Igreja de CEBs” (rede de comunidades", constata  Sérgio Ricardo Coutinho.
"Que tipo de rede gostaríamos que as Paróquias se transformassem: naquela que maximiza os interesses dos indivíduos que privilegiam suas redes pessoais (comunidades virtuais) ou naquela que maximiza valores e objetivos compartilhados por meio do debate e das tensões provenientes do “mundo da vida” (comunidades reais)?", questiona. E conclui: "O que marca uma rede são os seus “laços” e não os “pontos fixos”.
Leia o artigo agui

29 abril, 2013

24º Romaria do/a Trabalhador/a da Arquidiocese de Maringá


Dia 1° de maio, quarta-feira, a Arquidiocese de Maringá vai realizar a 24º Romaria da Trabalhadora e do Trabalhador. A concentração será na Universidade Estadual de Maringá, em frente ao Museu Dinâmico Interdisciplinar (MUDI) a partir das 13h30. As romeiras e os romeiros seguirão em caminhada até a Praça da igreja Santo Antônio percorrendo o seguinte trajeto:
Ruas Dez de Maio, Antônio Marin, Sueo Toda, avenida Morangueira e rua Coripheo de Azevedo Marques.
Às 16h o Arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti, irá presidir a santa missa na praça da igreja.
Temática:
Em 2013 a Campanha da Fraternidade tem como tema: “Fraternidade e Juventude”, e nessa mesma proposta a Romaria do Trabalhador da Arquidiocese de Maringá também escolheu “Trabalho e Juventude” como o tema da romaria e o lema “Construindo um Mundo Novo”.

26 abril, 2013

Primeira missa no Brasil

A celebração da primeira missa no Brasil foi celebrada pelo frade Henrique de Coimbra no dia 26 de abril de 1500, um domingo, e descrita por Pero Vaz de Caminha na carta que enviou ao rei de Portugal, D. Manuel I (1469-1521), dando conta da chegada ao Brasil, então Ilha de Vera Cruz, pela armada de Pedro Álvares Cabral que se dirigia à Índia.

23 abril, 2013

Aumento dos conflitos de terra, assassinatos e conflitos pela água são destaque do relatório Conflitos no Campo Brasil 2012


Na tarde de ontem, 22 de abril, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) lançou, durante ato no Acampamento Hugo Chávez, ao lado do Incra do DF, em Brasília, a 28ª edição da publicação Conflitos no Campo Brasil 2012.
 No ato foram apresentados os dados de conflitos no campo no ano de 2012, que somaram 1.364, os conflitos por terra, 1.067, e os assassinatos, que somaram 36 nesse último ano. Um aumento de 24% em relação ao ano de 2011. Além disso, Antônio Canuto, secretário da coordenação nacional da CPT destacou que desses assassinados, 7 já haviam recebido ameaças de morte. O que demonstra que está se cumprindo as promessas de morte nos conflitos no campo, em detrimento da inoperância do estado nesses casos. Além disso, Canuto destacou a impunidade que persiste em nosso país, e que ficou clara na absolvição do mandante do assassinato do casal de extrativista de Nova Ipixuna (PA), José Cláudio e Maria do Espírito Santo, em julgamento realizado no início do mês de abril. O casal já havia recebido várias ameaças de morte.
 Os conflitos pela água subiram de 68, em 2011, para 79 nesse último ano. A CPT registrou, também, conflitos em tempo de seca em 2012. Ocorreram 36 em seis estados do país.
 Além disso, houve um aumento expressivo no número de tentativa de assassinato. Passou de 38, em 2011, para 77 em 2012. Carlos Walter Porto Gonçalves, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) destacou as comunidades tradicionais como foco das ações de violência no campo.
Rosimeire dos Santos, quilombola representante do Quilombo Rio dos Macacos, na Bahia, compartilhou a situação atual do quilombo, de tensão e opressão que sofrem por ação da Marinha. Segundo Rosimeire, “perdi pessoas da minha família e outros quilombolas, pois não podíamos ter acesso a saúde. A Marinha nos impedia de ir buscar atendimento”. O Quilombo vive um processo de tensão com a Marinha há muitos anos, que não reconhece o direito deles sobre o território que ocupam há séculos. Aqui na íntegra o relatório "Conflitos no Campo Brasil 2012