21 outubro, 2022

Para que tenhamos uma sociedade justa e fraterna mudanças são necessárias e dependem da política!






Para que tenhamos uma sociedade justa e fraterna mudanças são necessárias e dependem da política.

A mulher e o homem não podem ficar isento politicamente principalmente numa sociedade em que as estruturas econômicas e políticas perdem significativamente suas referências éticas.

Cristãs e Cristãos pelo batismo são à luz da fé chamados a serem “sal da terra e luz do mundo” (Mt 5,13-14), na Igreja e na sociedade.

Cristãs e Cristãos não devem ficar isento politicamente, especialmente em um momento em que a realidade aponta riscos à democracia; risco em relação à educação; risco em relação a ciência, risco em relação a cultura, risco ao meio ambiente; riscos as conquistas trabalhistas; riscos em relação à assistência e previdência social.

Não se pode passar por cima das conquistas trabalhistas, muitas delas conquistadas a preço de sangue. Os direitos trabalhistas são garantias e proteções asseguradas a trabalhadora e ao trabalhador em uma relação de emprego, como salário, férias, 13º salário e FGTS.

As cidadãs e os cidadãos têm que ser garantido o direito à assistência e previdência social relacionados morte, idade e doenças; o valor mensal tem que ser suficiente para assegurar a vida.

A trabalhadora e ao trabalhador precisa ser garantido um salário mínimo justo suficiente para suprir as despesas de uma família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. O valor do salário mínimo não supre que prega o artigo 6º da constituição federal:

Art. 6º - São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 90, de 2015)

Parágrafo único. Todo brasileiro em situação de vulnerabilidade social terá direito a uma renda básica familiar, garantida pelo poder público em programa permanente de transferência de renda, cujas normas e requisitos de acesso serão determinados em lei, observada a legislação fiscal e orçamentária (Incluído pela Emenda Constitucional nº 114, de 2021)

Não se pode deixar pôr-se em risco a democracia, está no teor da constituição federal que um Estado Democrático assegura o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias.

Papa Francisco afirma que “Um político nunca deve semear ódio e medo, mas esperança”.

Rezemos juntos pelo Brasil.

20 outubro, 2022

19 outubro, 2022

Um vez Flamengo sempre Flamengo!

Campeão!





"A história da humanidade mostra que muitas vezes o povo cegado, em atitude suicida, elegeu seus próprios algozes"

"Neste 2º turno, votar em Lula, com apoio de uma ampla Frente Democrática é optar pela vida, amor, paz e esperança."

Epidemia de ‘cegueira’ e 2º turno das eleições

Antes de votar, reflita! Sua vida e da sua família melhoraram ou pioraram nos últimos quatro anos? Como estão os preços? Os aumentos têm sido contínuos? E os preços dos alimentos? Qual a diferença entre trabalhar com carteira assinada ou ter o mercado como regulador? Lula construiu 18 novas universidades e 422 Institutos Federais de educação, realizou muitas políticas sociais… Enfim, Lula não é perfeito, mas é mil vezes melhor para o povo brasileiro e para o meio ambiente, sob todos os aspectos. A escolha é entre democracia e fascismo, entre vida com dignidade e barbárie.

Neste 2º turno, votar em Lula, com apoio de uma ampla Frente Democrática é optar pela vida, amor, paz e esperança. Que o Deus da vida nos inspire e nos abençoe na nossa escolha!

Clique aqui e leia o texto na íntegra



Senhor, o Deus dos pobres!

Senhor, o Deus dos pobres, do povo sofredor, aqui nos reuniu para cantar o seu louvor.

Para nos dar esperança e contar com sua mão, na construção do Reino, Reino novo, povo irmão.

Sua mão sustenta o pobre, ninguém fica ao desabrigo. Dá sustento a quem tem fome com a fina flor do trigo.

Alimenta os nossos sonhos, mesmo dentro da prisão; ouve o grito do oprimido, que lhe toca o coração.

Cura os corações feridos, mostra ao pobre seu poder. Dos pequenos a defesa: deixa a vida florescer.

18 outubro, 2022

Uma iniciativa dos Padres da Caminhada, dos Padres contra o Fascismo!

Lula pede ajuda dos padres e religiosas para poder fazer políticas públicas diferentes.

Uma iniciativa dos Padres da Caminhada, dos Padres contra o Fascismo, somando mais de 500 padres, e um grupo de religiosas, motivou um encontro com Luiz Inácio Lula da Silva. Visto por Gilberto Carvalho como uma iniciativa para mobiliar energia positiva, espiritual na reta final da campanha das eleições 2022, que no segundo turno enfrenta o atual presidente com aquele que foi presidente de 2003 a 2010, o ex-ministro do governo Lula afirmou que o que une aos presentes no encontro são “os pobres, aqueles que são as principais vítimas desse sistema que nós pretendemos ver abolido”.

Carvalho quis fazer uma homenagem ao Padre Zezinho, perseguido injustamente nas redes sociais nas últimas semanas, “pelo único crime de ser profeta, de denunciar aquilo que atinge a humanidade”. Um encontro em favor do futuro do Brasil, onde foi mostrado que aqueles que convocaram o encontro acreditam no projeto do candidato Lula, um projeta em favor dos empobrecidos, vendo sua vitória no dia 30 de outubro como “a vitória do povo brasileiro, da democracia, dos pobres deste país”.

Um momento para mostrar a Lula o que esperam dele, onde o Padre Dário Bossi disse trazer “a energia do Sínodo da Amazônia, que nos reuniu com o Papa Francisco, e ele chamou à Mãe Amazônia de região de territórios roubados”. O missionário comboniano, naturalizado brasileiro, lembrou o grito das comunidades e da natureza na Amazônia, denunciando a violência e impunidade, ainda hoje na Amazônia, onde nos últimos dias foram assassinados 7 líderes indígenas por estarem defendendo seus territórios.

O Padre Bossi destacou a importância de acreditar na ciência, de apoiar os cientistas, os pesquisadores e as universidades da Amazônia, insistindo em que “os caminhos para a cura e o cuidado da Amazônia estão em nossas mãos”. Ele destacou o ensinamento dos povos originários e comunidades tradicionais nesse sentido, e as pautas necessárias para salvar a Amazônia, que definiu como “um bem comum e não uma despensa para o extrativismo predatório”. Por isso, o religioso comboniano insistiu ao candidato Lula em que “vocês têm a capacidade de oferecer uma política melhor para a Amazônia”, agradecendo-o por acreditar nos povos originários.

Em nome de muitas mulheres falou a Ir. Rosa Martins, enumerando uma larga lista de coletivos. Denunciando que “a democracia nunca foi algo pleno no Brasil”, algo que faz com que “boa parte da população sempre teve e tem muita dificuldade no exercício de direitos”, e junto com isso “se sinta muito distante da possibilidade de participar dos destinos do país”. A religiosa scalabriniana mostrou ao presidente Lula alguns sonhos: um presidente que não permita a concretização dos ideias de autoritarismo; uma comunicação ao serviço da paz, da fraternidade, da comunhão, da participação do serviço, da sinodalidade, que não permita mentiras; um presidente que escute os clamores, lutas e esperanças da sociedade; um país menos racista; um país que garanta o trabalho dos jornalistas; o fim do feminicídio; acolhida, proteção e promoção dos migrantes e refugiados; o fim da exploração sexual e laboral infantil. Sonhos que a Ir. Rosinha resumiu em três sonhos basilares para ter um país onde a liberdade seja garantida: educação, saúde e trabalho.

No meio de inúmeras tensões e agressões, onde resulta difícil defender a vida, o Padre Márcio Fabri denunciou realidades presentes no Brasil. O teólogo moralista lembrou as palavras de Dom Orlando Brandes na última festa de Aparecida, onde falou dos muitos dragões que precisam ser vencidos, chamando a vencer aquilo que alimenta o dragão, buscando as causas de uma civilização desagregada. O Padre Fabri denunciou alguns atentados contra a vida no Brasil, dentre eles o desmonte do SUS, a dilapidação do mundo científico, da educação, o quadro ambiental.

Também destacou a importância da espiritualidade e “os estragos gravíssimos que estão acontecendo no espírito brasileiro, um espírito que está invadido pelo ódio, pela violência, pela própria banalização da responsabilidade social”. Ele chamou Lula a “restituir a esperança de nossos jovens”, lembrando em palavras de Teodoro Adorno que “deixar falar o sofrimento é razão de toda a verdade”. Por isso chamou Lula a ouvir o sofrimento do povo brasileiro e ter uma resposta de dignidade e esperança.

Agentes de pastoral inseridos nas realidades mais gritantes do país que conhecem de perto o clamor e o grito dos pobres, segundo afirmou o Padre Edegard Silva Junior. O religioso saletino disse trazer “dois gritos que vem de todas as partes do Brasil: a pobreza e a fome”, que é real e “não são apenas números”. Uma pobreza que “tem cor, rosto e classe” e que faz parte do capitalismo, “que tem nos levado a uma vida mais precarizada”, denunciando a privatização dos serviços e o retorno do país ao mapa da fome.

Frente a isso, o missionário no Moçambique destacou a solidariedade e a partilha, chamando a enfrentar este flagelo com ações políticas. O Padre Edegard lembrou as palavras do Papa Francisco: “Nenhuma família sem casa, nenhum camponês sem terra e nenhum trabalhador sem direitos”. Daí ele chamou a um novo pacto econômico, a uma economia solidária, a Economia de Francisco e Clara.

Foi entregue uma carta ao candidato, onde denuncia o atual presidente e seu governo: “a manipulação da população através de Fake News, a instrumentalização da religião para fins eleitorais, os discursos de ódio e repletos de preconceitos e a marginalização dos pobres”. Diante disso, a carta insiste em que “democracia é sinônimo de justiça social. Democracia é inclusão. Democracia é bem-comum. Democracia significa direitos iguais. Democracia é o fim da miséria”.

A carta mostra a confiança em Lula para “nos reacender a esperança de que essa democracia ainda pode ser construída e de que o nosso povo pode voltar a sonhar com um futuro melhor”. Também lembra os reais problemas do Brasil: o aumento da miséria e o grande desafio da superação da pobreza e da fome; um autêntico cuidado com a vida do seu início ao seu fim natural e a garantia de que todas as famílias brasileiras tenham a dignidade de trabalho, moradia, saúde e educação; a já citada defesa da democracia e a superação de todas as formas de preconceito; o cuidado com a casa comum, em especial com a Amazônia e nossos povos originários e quilombolas”.

O encontro contou com a presença dos candidatos a governador de São Paulo, Fernando Haddad, neto de um migrante que chegou no Brasil em busca de liberdade religiosa, dizendo lhe doer a alma quando vê um brasileiro agredir uma outra religião, um país onde os migrantes encontram paz, respeito e tolerância, e sua vice-governadora Luzia França, que destacou a importância da Igreja católica em sua vida e disse que o encontro lhe enche de esperança. Geraldo Alckmin, candidato a vice-presidente destacou a importância do encontro, “porque ele está no espírito da vida pública, que é amor ao próximo”.

Lula agradeceu a oportunidade do encontro, em um momento diferente na história do Brasil, “um Brasil tomado pelo ódio”, lembrando de “padres atacados durante a missa porque estão falando da fome, porque estão falando da pobreza, porque estão falando da democracia”, inclusive com tentativas de agredi-los. Ele repassou o vivido nos seus mandatos como presidente, afirmando que “esse país chegou a um momento de rara felicidade” e denunciando o incómodo que provocou no Brasil a ascensão social dos pobres, um preconceito no Brasil.

O candidato pelo Partido dos Trabalhadores disse que “só tem sentido eu estar nessa disputa se a gente tiver como obrigação que o povo decida as políticas que a gente vai colocar em prática neste país. Se não, a gente não muda nada”. Ele lembrou sua proposta de criar em seu governo o Ministério dos Povos Originários, “para que os indígenas possam ter o direito de se organizar e o direito de determinar um pouco as coisas que têm que fazer”, reclamando o protagonismo indígena no Brasil.

Lula pediu a ajuda dos padres e religiosas para poder fazer políticas públicas diferentes, chamando a mudar a realidade do país desde a organização da sociedade, defendendo a introdução do orçamento participativo e denunciando a gravidade da fome em um país que é o terceiro produtor de alimentos do mundo e o primeiro produtor de carne. Por isso afirmou que “se eu voltar à presidência e esse povo voltar a tomar café, almoçar e jantar, eu já fiz a missão da minha vida”.

Também abordou a questão climática, insistindo na necessidade do ser humano assumir a responsabilidade de cuidar do Planeta, chamando a respeitar a Amazônia, não derrubar uma árvore para poder produzir, insistindo em que “é a nossa vida a que está em jogo”. Junto com isso afirmou explicitamente: “não haverá mais garimpo ilegal em terra indígena, não haverá mais ocupação em terra indígena”, defendendo também a legalização dos quilombos e a facilitação da organização da sociedade por parte do Estado, afirmando que as igrejas podem suprir uma deficiência do Estado.

15 outubro, 2022

A ternura Deus para comigo - minha Borboletinha!

A ternura Deus para comigo!

Minha Borboletinha!



A ternura Deus para comigo - minha Borboletinha!

Essa pequena borboletinha, no amanhã de hoje passou a fazer parte de minha história.

Por volta das dez horas, estava eu limpando a frente de minha casa quando avistei essa borboletinha no chão, quase passei a vassoura por cima dela.

Ao vê-la fiquei a olhar e de ternura meu coração foi preenchido. Ela não voou e subiu no dedinho do meu pé. Aí dei a ela um dos meus dedos da mão e ela subiu, batia as asinhas e não voava. Fiquei um pouquinho com ela contemplando-á e como não voou a coloquei em uma das folhinhas da arvorezinha que tem na calçada da rua à frente de minha casa.

Agora a pouco, por volta das quatorze estava a lavar a louça do almoço pensando na borboletinha, seu gesto de subir em meu pé, de aceitar um dos dedos de minha mão, o balançar das asinhas, o não voar, só balançar suas asinhas.

Acabando de lavar as louças, fui até a porta da cozinha, ali fiquei parada, estava ouvindo uma linda música e a borboletinha que havia deixado na arvorezinha na rua à frente de minha casa, subiu novamente no dedinho do meu pé, agora não mais na rua, na porta de minha casa que não fica perto de onde havia colocada. Novamente, dei um dos meus dedos da mão, ela subiu, bateu as asinhas e novamente não voou. Fiquei olhando-a, tentando compreender o sinal, entender a ternura que me envolvia o momento, aí busquei meu celular com ela pousada em meu dedo, a coloquei sobre minha perna, registrei com uma foto, a levei no fundo de minha casa, e a deixei sobre uma folha de uma flor.

Esse momento foi, a ternura de nosso Deus para comigo, é parte de minha história e será, em momentos difíceis e não difíceis a ternura, o mistério que me faz caminhar, ... .

Maringá, 15 de outubro de 2022.

Essa linda experiência, torna-se parte de um dos momentos mais ternos de minha vida, da vida de Lucimar Moreira Bueno, a Lúcia, como assim muitos me chamam.

14 outubro, 2022

"Bolsonaro e seus seguidores estão já fazendo horrores"


 

Dia "D" das Comunidades - 𝐌𝐞𝐦ó𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐈𝐧𝐭𝐞𝐫𝐞𝐜𝐥𝐞𝐬𝐢𝐚𝐢𝐬 – 2005 a 2018


Os Intereclesiais apresentam o que as CEBs têm de melhor: articulação das comunidades e partilha das experiências. Neste DIA D das Comunidades vamos fazer memória dos Intereclesiais aconteceram entre os anos de 2005 a 2018.

Dia 15 de outubro às 19h (horário de Mato Grosso) e 20h (horário de Brasília)

Presenças confirmadas: Leila Regina, Eloia Duarte Rodrigues, Dirceu Luiz Fumagalli, Pe. Vileci Vidal, Neuza Mafra, Edward Guimarães e Maria de Jesus.

Venha participar conosco! Acompanhe pelas redes sociais:

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Youtube CEBs do Brasil:

13 outubro, 2022

O sistema capitalista leva Destruição da Vida!

Rezemos jutos,

Pelas famílias que estão perdendo suas filhas, seus filhos, um ente querido pelas fortes chuvas no Paraná e em outros estados de nosso pais, que já tão machucado está.

O sistema econômico capitalista leva a sociedade a seguir um caminho que não prioriza a preservação e alternativas sustentáveis e leva a destruição da vida.

A destruição de um habitat acontece quando grandes transformações ocorrem em um ambiente. Geralmente os principais fatores que causam a destruição de um habitat são o desmatamento, queimadas, pecuária, agricultura. A sequeira da ganancia.

12 outubro, 2022

DAI-NOS A BÊNÇÃO, OH MÃE QUERIDA

Peçamos a Nossa Senhora Aparecida que interceda em favor de todas as Crianças e do povo brasileiro, o qual vive uma situação complicada e difícil de polarizações e divisões que não geram vida e constroem a paz social.


DAI-NOS A BÊNÇÃO, OH MÃE QUERIDA
NOSSA SENHORA APARECIDA

SOBRE ESSE MANTO O AZUL DO CÉU
GUARDAI-NOS SEMPRE NO AMOR DE DEUS

EU ME CONSAGRO AO VOSSO AMOR
OH MÃE QUERIDA DO SALVADOR

SOIS NOSSA VIDA SOIS NOSSA LUZ
OH MÃE QUERIDA DO MEU JESUS.

11 outubro, 2022

Sessenta anos abertura do Concílio Vaticano II

Sessenta anos atrás, Concílio Vaticano II iniciou seus trabalhos em 11 de outubro de 1962.

A ‘carícia’ de João XXIII? “Não deve ser reduzida a um refrão vazio”

O bisneto do Pontífice, Emanuele Roncalli destacou o risco de transformar o "discurso da lua" em uma simples anedota cujo significado mais autêntico não é compreendido.

Celebrando essa data tão importante, um texto que foi publicado pelo IHU em nove de julho de 2020. Leia aqui




07 outubro, 2022

Rezemos juntos!

Rezemos juntos,
Pela dor e sofrimento dos familiares e amigos das vítimas do massacre ocorrido, na quinta-feira, 06 de outubro, numa creche de uma pequena localidade rural, na Tailândia, onde um ex-policial matou trinta e sete pessoas.
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Segundo informações nas redes sociais, um ex-policial matou 37 pessoas, incluindo 22 crianças. A agressão ocorreu com arma e faca. Depois, o assassino matou a esposa e o filho a tiros em sua casa antes de se suicidar.