11 dezembro, 2014
08 dezembro, 2014
07 dezembro, 2014
05 dezembro, 2014
04 dezembro, 2014
Campanha da Fraternidade (CF) 2015
Tema
“Fraternidade: Igreja e Sociedade”
Lema “Eu vim
para servir” (cf. Mc 10, 45)
A Campanha da
Fraternidade (CF) 2015 buscará recordar a vocação e missão de todo o cristão e das
comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade,
propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II.
Proposta do subsídio
O texto base está
organizado em quatro partes. No primeiro capítulo são apresentadas reflexões
sobre “Histórico das relações Igreja e Sociedade no Brasil”, “A sociedade
brasileira atual e seus desafios”, “O serviço da Igreja à sociedade brasileira”
e “Igreja – Sociedade: convergência e divergências”.
Na segunda parte é aprofundada
a relação Igreja e Sociedade à luz da palavra de Deus, à luz do
magistério da Igreja e à luz da doutrina social.
Já o terceiro capítulo
debate uma visão social a partir do serviço, diálogo e cooperação entre Igreja
e sociedade, além de refletir sobre “Dignidade humana, bem comum e justiça
social” e “O serviço da Igreja à sociedade”. Nesta parte, o texto aponta
sugestões pastorais para a vivência da Campanha da Fraternidade nas
dioceses, paróquias e comunidades.
O último capítulo do texto
base apresenta os resultados da CF 2014, os projetos atendidos por região,
prestação de contas do Fundo Nacional de Solidariedade de 2013 (FNS) e as
contribuições enviadas pelas dioceses, além de histórico das últimas Campanhas
e temas discutidos nos anos anteriores.
Explicação
do Cartaz CF 2015 - Entenda o significado do cartaz:
01 - O cartaz da CF 2015 retrata o Papa Francisco lavando os pés de um fiel na Quinta-feira Santa de 2014. A Igreja atualiza o gesto de Jesus Cristo ao lavar os pés de seus discípulos. O lava-pés é expressão de amor capaz de levar a pessoa a entregar sua vida pelo outro. E com este amor que todo ser humano é amado por Deus em Jesus Cristo. Ao entregar-se à morte na cruz e ressuscitar, como celebramos na Páscoa, Jesus leva em plenitude o Eu vim para servir (cf. Mc 10,45).
01 - O cartaz da CF 2015 retrata o Papa Francisco lavando os pés de um fiel na Quinta-feira Santa de 2014. A Igreja atualiza o gesto de Jesus Cristo ao lavar os pés de seus discípulos. O lava-pés é expressão de amor capaz de levar a pessoa a entregar sua vida pelo outro. E com este amor que todo ser humano é amado por Deus em Jesus Cristo. Ao entregar-se à morte na cruz e ressuscitar, como celebramos na Páscoa, Jesus leva em plenitude o Eu vim para servir (cf. Mc 10,45).
02 - A Igreja Católica, através de suas comunidades, participa das alegrias e tristezas do povo brasileiro. O Concílio Vaticano II veio iluminar a missão evangelizadora da Igreja. Evangelizar pelo testemunho, dialogando com as pessoas e a sociedade. No diálogo, a Igreja (as comunidades) está a serviço de todas as pessoas. Ao servir, ela participa da construção de uma sociedade justa, fraterna, solidária e pacífica. No serviço, ela edifica o Reino de Deus.
Fonte: CNBB
Importante alteração na atribuição do Conselho Tutelar !
A PRESIDENTA DA
REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte
Lei:
Art. 1o A Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990, passa a vigorar acrescida dos seguintes dispositivos:
“Art. 70-B. As entidades, públicas e privadas, que atuem nas áreas a que se refere o art. 71, dentre outras, devem contar, em seus quadros, com pessoas capacitadas a reconhecer e comunicar ao Conselho Tutelar suspeitas ou casos de maus-tratos praticados contra crianças e adolescentes.
Parágrafo único. São igualmente responsáveis pela comunicação de que trata este artigo, as pessoas encarregadas, por razão de cargo, função, ofício, ministério, profissão ou ocupação, do cuidado, assistência ou guarda de crianças e adolescentes, punível, na forma deste Estatuto, o injustificado retardamento ou omissão, culposos ou dolosos.”
“Art. 94-A. As entidades, públicas ou privadas, que abriguem ou recepcionem crianças e adolescentes, ainda que em caráter temporário, devem ter, em seus quadros, profissionais capacitados a reconhecer e reportar ao Conselho Tutelar suspeitas ou ocorrências de maus-tratos.”
“Art. 136. .....................................................................
.............................................................................................
XII - promover e incentivar, na comunidade e nos grupos profissionais, ações de divulgação e treinamento para o reconhecimento de sintomas de maus-tratos em crianças e adolescentes.” (NR)
Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 1o de dezembro de 2014; 193o da Independência e 126o da República.
DILMA ROUSSEFF
José Eduardo Cardozo
Ideli Salvatti
Lucro de empresas e bancos está à frente da segurança alimentar
Por João Pedro Stedile
O Brasil consome mais de um bilhão de litros de
venenos agrícolas por ano. Isso representa 20% de todos os venenos consumidos
no mundo, embora sejamos responsáveis por apenas 3% da produção agrícola
mundial.
Despejamos 15 litros de venenos por hectare cultivado. Essa realidade não tem paralelo com nenhuma agricultura do mundo, nem há nenhum manual de agronomia que faça tal recomendação.
Esses venenos de origem química são produzidos por poucas grandes empresas transnacionais. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), somente as dez maiores empresas do setor foram responsáveis por 75% das vendas de agrotóxicos na última safra.
Isso lhes permite a maior taxa de lucro do mundo: US$ 8,5 bilhões de dólares na safra 2010/2011, e ainda desovam por aqui seus estoques de venenos proibidos em outros países.
Os venenos matam. Matam a biodiversidade existente na natureza, já que o agronegócio visa ao monocultivo absoluto, seja de soja, milho, algodão, cana ou pastagem extensiva. Mata os nutrientes, empobrece o solo e contamina o lençol freático fazendo com que muitas cidades com poço artesiano encontrem resíduos inaceitáveis para o consumo humano.
Os venenos também contaminam as chuvas. Quando o veneno secante não é absorvido, sobe para atmosfera e volta democraticamente para todos habitantes com a chuva. Mas, sobretudo, os venenos contaminam nossos alimentos. A Anvisa faz testes por amostragem apenas em algumas cidades a cada seis meses.
Mesmo com os níveis alarmantes, nenhum supermercado cumpre a lei do consumidor, que obriga que o rótulo ou a gôndola dos produtos avisem que aquele alimento é transgênico ou possui veneno.
Resultado: segundo os cientistas do Inca (Instituto Nacional do Câncer), a cada ano, 500 mil brasileiros são acometidos por câncer, grande parte originário dos venenos dos alimentos. Quase metade destes brasileiros irá a óbito.
Em todos os países da Europa a pulverização aérea de veneno é proibida. Aqui no Brasil, porém, é a mais usada, causando todo tipo de consequência à natureza, aos rios e às pessoas. No ano passado, uma escola rural de Goiás foi atingida, causando problemas a centenas de crianças.
Na Holanda, por exemplo, já está proibido o uso do Glifosato, o mais usado no Brasil. Cientistas conseguiram comprovar que os agrotóxicos causam alterações genéticas e aumentam as probabilidades de contrair câncer, sofrer abortos espontâneos e nascimentos com malformações.
O Brasil, no entanto, caminha no sentido contrário da modernidade e da proteção da vida. Porque aqui, o lucro das empresas transnacionais e dos bancos que as financiam vem em primeiro lugar. E, ainda mais, o agronegócio tem hegemonia completa na mídia brasileira, que todo dia faz sua propaganda ideológica.
O Ministério da Agricultura, em vez de ser rigoroso no controle dos venenos, os libera - como é o caso do chamado D-4, proibido na maioria dos países. No Congresso Nacional, o agronegócio também tem hegemonia, com os deputados ruralistas se orgulhando desse modelo. Havia um deputado, líder ruralista, que defendia com entusiasmo o uso de agrotóxicos, alegando progresso e modernidade para agricultura. Deixou de fazê-lo. Há dois anos, Homero Pereira morreu de câncer no estômago.
A Esplanada dos Ministérios, por sua vez, justifica o apoio ao agronegócio pelo valor das exportações agrícolas, como se sustentassem nossa economia. Ledo engano. Nenhum país do mundo se desenvolveu exportando commodities agrícolas e minerais. Enquanto o agronegócio brasileiro representa 3% do comércio mundial agrícola, na Holanda, com seu "enorme" território, essa cifra é o dobro, porque compra nossas matérias-primas, as industrializa e revende a outros países.
Por essa realidade, que organismos internacionais, entidades de saúde pública e os movimentos camponeses de todo mundo declararam o dia 3 de dezembro como o Dia Mundial de Combate ao Uso de Agrotóxico.
Ajude a salvar vidas (inclusive a sua), vegetais, animais. Exija que o supermercado coloque no rótulo se tem ou não agrotóxico. Exija que o governo não permita, ao menos, os venenos já proibidos em outros países. E potencialize a fiscalização da Anvisa.
Cuide de sua saúde, e não se iluda com a cantilena do agronegócio e das empresas fabricantes de venenos, que somente querem o lucro, mesmo que para isso tenham que lhe enviar a um hospital.
Fonte: Portal Uol
03 dezembro, 2014
02 dezembro, 2014
Pesquisadora resgata história de quilombo dizimado por suíços em Casimiro de Abreu
Assunto foi tema da dissertação de mestrado de Renata em História, defendida há um ano, e deve virar livro.
Nos períodos mais populosos, o Quilombo chegou a ter cerca de três mil moradores. A localização do bairro, afastado da sede do município, e o bom solo, tornaram-no uma área destinada à produção agrícola. Renata lamenta que a influência da cultura africana seja tão desconhecida pela população da cidade. Na pesquisa, ela encontrou um documento em que descendentes dos imigrantes propõem medidas para minimizar a importância da influência africana na constituição do município. De acordo com a estudiosa, os primeiros conflitos entre quilombolas e suíços datam de 1823. Leia na íntegra
Sem maturidade dos pais, guarda compartilhada pode motivar novos conflitos
No último dia 26 de novembro
de 2014, o Plenário do Senado aprovou o projeto de Lei (PLC 117/2013), que
altera o Código Civil brasileiro, regulamentando e garantindo a guarda
compartilhada dos filhos menores entre os pais separados/divorciados. Agora, a proposta segue para sanção
presidencial.
O
projeto de lei prevê que em casos de litígio entre pai e mãe, seja em vias de
separação ou já separados de fato, diferentemente do ocorre atualmente, a
guarda dos filhos menores seja compartilhada igualitária e equilibradamente
entre pai e mãe, não sendo mais restrita a um único genitor.
Ocorre que, atualmente, em regra – principalmente em caso de litígios, desde os mais simples aos mais graves – os juízes vêm estabelecendo que a guarda dos filhos esteja restrita a apenas um dos genitores, portanto, a regra gira em torno de julgamentos pela guarda unilateral.
Isto
basicamente quer dizer que um dos pais, aquele que o juiz julgar estar mais
apto, é quem será responsável de uma forma geral pelo menor, desde a criação,
educação, decisões, segurança,
saúde até a formação, etc.
O
outro, em tese, não perde o direito ao
convívio com a criança, porém apenas é detentor de direitos um pouco mais
restritos baseados na supervisão de tais responsabilidades, bem como obter
informações sobre o desenvolvimento, informações pedagógicas, emitir opiniões,
e realizar visitas ao menor em períodos (dias/horários) pré-estabelecidos, etc.
É
importante ressaltar que o
genitor que não detém a guarda não perde o poder familiar sobre o menor,
portanto, os direitos e deveres básicos de pai/mãe.
Por outro lado, a guarda compartilhada significa dizer que ...Continue lendo...
01 dezembro, 2014
Carta do Grupo Emaús à Presidenta Dilma
Estimada Presidenta Dilma Rousseff,
Nós, participantes do Grupo Emaús abaixo relacionados, queremos
parabenizá-la por seu esforço e desempenho durante a árdua campanha eleitoral,
bem como pelas conquistas de seu primeiro mandato. Somos um grupo de
teólogos/as de várias Igrejas cristãs, sociólogos/as, educadores/as e
militantes que nos encontramos regularmente há quatro décadas. Estamos todos
comprometidos na construção de um Brasil, social e economicamente mais justo,
solidário e sustentável.
A maioria batalhou, desde o início, em favor do PT e de seu projeto de
sociedade. Nessas eleições de 2014, muitos de nós expressamos publicamente
nosso apoio à sua candidatura. Discutimos e polemizamos, pois, percebíamos o
risco de que o projeto popular do PT, representado pela Senhora, não pudesse se
reafirmar e consolidar. Para nós cristãos, especialmente nas milhares de
comunidades de base, tínhamos e temos a convicção de que a participação
política, de cunho democrático, popular e libertador, se apresenta como um
instrumento para realizar os bens do Reino de Deus.
Esses valores são a centralidade dos pobres, a conquista da justiça
social, a mútua ajuda, a busca incansável da dignidade e dos direitos dos
oprimidos, a valorização do trabalhador e da trabalhadora, a justa partilha e o
respeito pela Mãe Terra. Por isso, na linha do diálogo que a Senhora propôs à
sociedade, queremos apresentar algumas sugestões para que seu governo continue
implementando o projeto que tanto beneficia a sociedade brasileira,
especialmente os mais vulneráveis.
O BRASIL QUE QUEREMOS
Estas são as grandes opções que, acreditamos, devem estar presentes na
construção do Brasil que queremos: Clique aqui para continuar lendo na íntegra a carta
Papo com a Presidenta Dilma por Frei Betto
PAPO COM DILMA
Frei Betto
A presidente recebeu, a 26 de novembro,
representantes do Grupo Emaús que, há 40 anos, articula, no Brasil, a teologia
da libertação e as ferramentas pastorais que a tornam realidade na esfera
eclesial.
Acolheu-nos
no Planalto por mais de uma hora, em companhia de Aloísio Mercadante, chefe da
Casa Civil. Dilma demonstrava muito bom humor e abertura às nossas críticas e
sugestões.
Entregamos
a ela carta assinada por 34 participantes do Emaús, entre os quais
teólogos(as), sociólogos(as), educadores e militantes de movimentos pastorais.
Manifestamos
nossa proposta para seu segundo mandato, em texto intitulado “O Brasil que
queremos”: reforma política (para a qual nos pediu sugestões); modelo econômico
mais social e popular; auditoria da dívida pública; reavaliação dos
megaprojetos à luz de critérios ambientais e sociais; defesa dos direitos de
povos indígenas e quilombolas; restrição do uso de transgênicos e agrotóxicos.
Insistimos
nas reformas de que o país tanto necessita, sobretudo agrária, urbana e
tributária. Sugerimos nova política de segurança pública e reforma prisional; a
democratização dos meios de comunicação; e a universalização dos direitos
humanos com respeito à diversidade.
Consideramos
importante a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais; a
reapresentação do projeto de Participação Social; e o rigoroso combate à
corrupção. (A íntegra da carta se encontra em meu site: www.freibetto.org).
Enfatizamos
a importância do diálogo permanente com os movimentos sociais e, em especial,
com os jovens. Ela, imediatamente, cuidou de agendar tal sugestão. Criticamos
também o sistema de comunicação do governo e insistimos na valorização dos
centros de referência em direitos humanos e na política de proteção ambiental.
Dilma
não apenas agradeceu as nossas críticas e sugestões, como abriu canais para que
se tornem frequentes.
Fiquei
com a impressão de que a presidente não dispõe de muitos interlocutores
críticos. O poder costuma inibir aqueles que buscam tirar proveito pessoal,
como manter a função e a suposta boa impressão, e preferem não correr o risco
de serem mal acolhidos. Cria-se assim um círculo vicioso: a presidente escuta
de muitos que a cercam apenas elogios, e fica desinformada quanto a avaliações
críticas pertinentes.
Ao
final da audiência, ela externou o fascínio pelo homem que, hoje, ocupa o seu
coração: o papa Francisco. Relatou os encontros que tiveram e as conversas
descontraídas, concordando que ele é, atualmente, o mais importante líder
mundial, capaz de estender pontes (daí o termo pontífice) entre regiões, países
e Estados em conflitos.
À
saída da sala presidencial, encontrei Robson Andrade, presidente da
Confederação Nacional da Indústria e amigo de longa data. Em seguida, ele seria
recebido por Dilma. Brinquei: “Robson, já tratamos com a presidente dos
direitos dos trabalhadores. Agora é a sua vez de falar dos interesses dos
patrões...”
Frei Betto é escritor, autor de “Oito vias para ser feliz” (Planeta),
entre outros livros.
30 novembro, 2014
A palavra "advento" quer dizer "que está para vir"
O Tempo do Advento é tempo de fazermos um ver, julgar e agir de nos mesmos, de nossos pensamentos e de nossas atitudes com o objetivo de recomeçar uma vida nova em Cristo. O tempo do Advento é tempo de espera e esperança, de estarmos em oração, atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor.
Dois personagens bíblicos ganham destaque na celebração do Advento: Maria e João Batista. Ela porque foi escolhida por Deus para ser a mãe do Salvador, e ele porque foi chamado a ser o precursor do Messias. Ela se torna modelo do coração que sabe acolher a Palavra e gerar Jesus. Ele se torna modelo de uma vida que sabe esperar nas promessas de Deus e agir anunciando e preparando a chegada da salvação.
Entre os símbolos do Advento, está a coroa, formando um círculo; nele são colocadas quatro velas representando as quatro semanas do Advento. A cada domingo uma vela é acesa; no 1° domingo uma, no segundo duas e assim por diante, até serem acesas as quatro velas no 4° domingo.
A Coroa de Advento tem a sua origem em uma tradição pagã europeia. No inverno, acendiam-se velas que representavam o “fogo do deus sol”, na esperança de que a sua luz e o seu calor voltassem. Os primeiros missionários aproveitaram esta tradição para evangelizar as pessoas. Olha que lindo, partiam de seus costumes para anunciar-lhes a fé.
A forma circular porque o círculo é símbolo do amor de Deus que é eterno e também do nosso amor a Deus e ao próximo que nunca deve ter fim. Além disso, o círculo leva ao entendimento de união entre Deus e a humanidade - “Aliança”.
Quatro velas que simbolizam as quatro semanas do Advento Conforme se aproxima o Natal, acende-se uma a uma as quatro velas, representando assim a chegada, entre nós, do Senhor Jesus, luz do mundo.
As cores litúrgicas representadas pelas quatro velas são:
- Roxa - cor penitencial que lembra o perdão concedido a Adão e Eva;
- Vermelha - expressa a fé de Abraão e demais Patriarcas;
- Branca - simboliza a alegria do rei Davi que recebeu de Deus a promessa de uma aliança;
- Verde - recorda os Profetas que anunciaram a chegada do Salvador.
27 novembro, 2014
26 novembro, 2014
Mensagem de Natal de Dom Pedro Casaldáliga
Com alegria publico a mensagem de Natal de Dom Pedro Casaldáliga, que com carinho todo ano ele me envia.
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Íntegra do discurso do Papa Francisco ao Parlamento Europeu
Vale a pena ler o discurso lúcido, corajoso,
profético que o Papa Francisco pronunciou ontem ao Parlamento Europeu.
Profeticamente o Papa disse:
"Realmente que dignidade existe quando falta a possibilidade de exprimir livremente o pensamento próprio ou professar sem coerção a própria fé religiosa? Que dignidade é possível sem um quadro jurídico claro, que limite o domínio da força e faça prevalecer a lei sobre a tirania do poder? Que dignidade poderá ter um homem ou uma mulher tornados objeto de todo o gênero de discriminação? Que dignidade poderá encontrar uma pessoa que não tem o alimento ou o mínimo essencial para viver e, pior ainda, o trabalho que o unge de dignidade?"
"Promover a dignidade da pessoa significa reconhecer que ela possui direitos inalienáveis, de que não pode ser privada por arbítrio de ninguém e, muito menos, para benefício de interesses econômicos."
Leia aqui a íntegra do discurso do Papa Francisco ao Parlamento Europeu.
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