24 abril, 2020

«Primeirear», envolver-se, acompanhar, frutificar e festejar!


“ A Igreja «em saída» é a comunidade de discípulos missionários que «primeireiam», que se envolvem, que acompanham, que frutificam e festejam. Primeireiam – desculpai o neologismo –, tomam a iniciativa! A comunidade missionária experimenta que o Senhor tomou a iniciativa, precedeu-a no amor (cf. 1 Jo 4, 10), e, por isso, ela sabe ir à frente, sabe tomar a iniciativa sem medo, ir ao encontro, procurar os afastados e chegar às encruzilhadas dos caminhos para convidar os excluídos. Vive um desejo inexaurível de oferecer misericórdia, fruto de ter experimentado a misericórdia infinita do Pai e a sua força difusiva. Ousemos um pouco mais no tomar a iniciativa! Como consequência, a Igreja sabe «envolver-se». Jesus lavou os pés aos seus discípulos. O Senhor envolve-Se e envolve os seus, pondo-Se de joelhos diante dos outros para os lavar; mas, logo a seguir, diz aos discípulos: «Sereis felizes se o puserdes em prática» (Jo 13, 17). Com obras e gestos, a comunidade missionária entra na vida diária dos outros, encurta as distâncias, abaixa-se – se for necessário – até à humilhação e assume a vida humana, tocando a carne sofredora de Cristo no povo. Os evangelizadores contraem assim o «cheiro das ovelhas», e estas escutam a sua voz. Em seguida, a comunidade evangelizadora dispõe-se a «acompanhar». Acompanha a humanidade em todos os seus processos, por mais duros e demorados que sejam. Conhece as longas esperas e a suportação apostólica. A evangelização patenteia muita paciência, e evita deter-se a considerar as limitações. Fiel ao dom do Senhor, sabe também «frutificar». A comunidade evangelizadora mantém-se atenta aos frutos, porque o Senhor a quer fecunda. Cuida do trigo e não perde a paz por causa do joio. O semeador, quando vê surgir o joio no meio do trigo, não tem reacções lastimosas ou alarmistas. Encontra o modo para fazer com que a Palavra se encarne numa situação concreta e dê frutos de vida nova, apesar de serem aparentemente imperfeitos ou defeituosos. O discípulo sabe oferecer a vida inteira e jogá-la até ao martírio como testemunho de Jesus Cristo, mas o seu sonho não é estar cheio de inimigos, mas antes que a Palavra seja acolhida e manifeste a sua força libertadora e renovadora. Por fim, a comunidade evangelizadora jubilosa sabe sempre «festejar»: celebra e festeja cada pequena vitória, cada passo em frente na evangelização. No meio desta exigência diária de fazer avançar o bem, a evangelização jubilosa torna-se beleza na liturgia. A Igreja evangeliza e se evangeliza com a beleza da liturgia, que é também celebração da actividade evangelizadora e fonte dum renovado impulso para se dar.

(no. 24 - Exortação Apostólica Evangelii Gaudium do Santo Padre Francisco - O Anúncio do Evangelho no Mundo Actual)

Em discurso, Moro destaca autonomia da PF na gestão do PT: 'Fundamental'



Ao anunciar sua saída do cargo de ministro da Justiça, Sergio Moro reconheceu a autonomia que a PF (Polícia Federal) teve em governos anteriores.

Os governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) —2003 a 2010— e Dilma Rousseff (PT) —2011 a 2016— foram os principais alvos da Operação Lava Jato, cujos processos eram comandados por Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba.

Leia a matéria na íntegra aqui


23 abril, 2020

A singeleza e simplicidade - Que linda Senhorazinha


A singeleza e simplicidade.  
Que linda Senhorazinha.

(Vídeo recebido no WhatsApp)




A minha teimosia é crônica. Sim!...


A minha teimosia é crônica. Sim!...


A minha teimosia é crônica. Sim!...

Aminha teimosia é crônica.
Sim! Absolutamente crônica.
...ou você acha que foi com uma mente volátil e um caráter dobre que eu cheguei até aqui?
Sou a teimosia em pessoa.

Sou a teimosia enraizada.
Sou aquela mão que agarra um galho em meio a correnteza.
Sou aquela flor que nasce apesar do asfalto.
Sou onda do mar contra rochedos.
Sou a palmeira suportando os ventos.

Quem me olha e não me vê quer podar minhas raízes.
Quem me vê apesar da superfície sabe que há vantagens em tudo isso.

A minha teimosia é a raiz de uma personalidade forte, que sobrevive apesar da superficialidade que o mundo exibe.

(Elizabeth Ruth Auer)

21 abril, 2020

Jó 12,7-9

"Pergunta, pois, aos animais e eles te ensinarão; às aves do céu e elas te instruirão. Fala (aos répteis) da terra, e eles te responderão, e aos peixes do mar, e eles te darão lições. Entre todos esses seres quem não sabe que a mão de Deus fez tudo isso?” (Jó 12:7-9)

O coronavírus e a economia - quais as nossas opções?

20 abril, 2020

O Conto do Sábio Chines - Raul Seixas


"Era uma vez
Um sábio chinês
Que um dia sonhou
Que era uma borboleta
Voando nos campos
Pousando nas flores
Vivendo assim
Um lindo sonho
Até que um dia acordou
E pro resto da vida
Uma dúvida lhe acompanhou:
Se ele era um sábio chinês
Que sonhou que era uma borboleta,
Ou se era uma borboleta sonhando
Que era um  sábio chinês."


13º Encontro Nacional da PJ já possui tema, lema e iluminação bíblica


“Já se vê alguma luz no fim do túnel, mas por 12 a 18 meses será necessário um distanciamento social gradual”, afirma imunologista de Harvard

"o distanciamento social terá que ser mantido de 25% a 70% do tempo por pelo menos mais 12 a 18 meses, dependendo de vários fatores, como contatos interpessoais, influência do período quente sobre os contágios e disponibilidade dos sistemas de saúde. "


Entrevista com o imunologista Stephen Kissler da Escola de Saúde Pública TH Chan de Harvard, coordenador do estudo na Science que propõe uma estratégia de reabertura. "O relaxamento das medidas terá que ser lento e gradual, caso contrário, é certo que os contágios começarão a crescer novamente". Na ausência de uma vacina – prevista presumivelmente para o começo do próximo ano - o distanciamento social deverá ser mantido de 25% a 70% até por um ano e meio.
Já se vê alguma luz no fim do túnel da emergência mundial por coronavírus. Mas, na ausência de uma vacina, o distanciamento social terá que ser mantido de 25% a 70% do tempo por pelo menos mais 12 a 18 meses, dependendo de vários fatores, como contatos interpessoais, influência do período quente sobre os contágios e disponibilidade dos sistemas de saúde. Não tem dúvidas o professor Stephen Kissler, pesquisador do Departamento de Imunologia e Doenças Infecciosas da Universidade de Harvard, Boston (EUA), autor principal do primeiro grande estudo peer-rewiewed que propõe previsões para futuros desenvolvimentos da pandemia. O artigo publicado recentemente na Science é baseado no comportamento conhecido de outros dois coronavírus (OC43 e HKU1), estreitamente relacionados ao SARS-CoV-2. A partir da análise de trabalhos como o de Kissler e seus colegas, estão sendo planejadas reaberturas parciais no mundo, bem como todas as outras medidas necessárias para enfrentar a crise.
A entrevista é de Matteo Grittani, publicada por La Repubblica, 19-04-2020. A tradução é de Luisa Rabolini

Eis a entrevista.

Deve ser um período difícil para o seu departamento. Como está a moral?
Eu não escondo que são semanas de trabalho sem descanso. O que vemos lá fora todos os dias nos causa tristeza. No entanto, no laboratório, o sentimento dominante é um otimismo cauteloso. Vamos ser claros, vai ser difícil até o final do ano, mas estamos vendo uma colaboração entre cientistas. e formuladores de políticas de origens e países diferentes que não tem precedentes. E isso nos dá esperança.
Em seu trabalho na Science, vocês destacam a possível necessidade de "distanciamento social, de alguma forma, até mesmo em 2021 e 2022". Isso também se aplica se tiver a vacina ou uma cura disponível?
No momento, podemos dizer que, com a vacina, seremos capazes de relaxar consideravelmente as medidas de contenção. No entanto, acredito que é necessário esclarecer aos cidadãos que o distanciamento social é hoje o antivírus mais eficaz possível em larga escala. Será crucial continuará a implementá-lo com seriedade e rigor, e não excluímos que possa ser útil em regime reduzido, mesmo nos meses imediatamente após a difusão da vacina.
Vamos falar da vacina. Quantos meses serão necessários para desenvolvê-la? E, acima de tudo, quanto tempo levará para que esteja disponível para todos?
Sob as condições atuais, restringindo os tempos ao máximo - e acredite, seria algo impensável até alguns meses atrás - o desenvolvimento de uma vacina poderia ser concluído no segundo semestre. A distribuição em larga escala ocorreria o mais tardar no primeiro semestre de 2021. Uma vez desenvolvida, é claro que haverá uma ordem a ser cumprida, assim como aconteceu com a vacina contra a gripe H1N1 de 2009, os primeiros estoques seriam destinados a profissionais de saúde, idosos e imunodeprimidos. Quando essas categorias estiverem protegidas começará a distribuição ao restante da população. Não vamos esquecer também a corrida pela cura.
Bem, a cura. O presidente Trump havia chamado a hidroxicloroquina de "solução" no tratamento do vírus. Depois, existem os antivirais usados para o Ebola, como o Remdesivir. O que você acha?
Temos evidências de benefícios realmente bastante limitados no tratamento dos pacientes mais graves com cloroquina. Certamente não é a solução, sem mencionar os efeitos colaterais. O Remdesivir agora está passando pelos ensaios clínicos e temos sobre esse medicamento um otimismo moderado. No momento, existem outras moléculas em desenvolvimento e para todas elas a mesma regra se aplica: leva tempo para garantir sua segurança e eficácia antes de administrá-las à população.
Quanto tempo leva para esses tratamentos estarem disponíveis no mercado?
Se os testes passarem, é uma questão de poucos meses.
Depois, há a termolabilidade do vírus. Existe a possibilidade de que contágios e severidade dos sintomas diminuam com o aumento da temperatura?
Existe a possibilidade. A transmissibilidade dos coronavírus que causam o resfriado comum é certamente condicionada pela estação (embora não esteja claro o quanto incidam o clima, a mudança no estilo de vida ou outros). No entanto, excluo que o calor do verão causará um colapso drástico dos contágios. É mais provável que o curso da doença prossiga de maneira pouco mais leve do que aquele no início da pandemia.
Vamos falar da Itália. Por que você acha que no país o vírus tinha se mostrado tão agressivo, especialmente no norte? É possível que a chave seja o nível de poluição da região?
fenômeno italiano é um estudo de caso em nível global. A realidade é que, neste momento, não temos certeza, mas acreditamos que a poluição só pode desempenhar um papel no agravamento dos sintomas agudos do vírus. Quanto à transmissão, em vez disso, é um processo incrivelmente complexo, vinculado a fatores como clima, usos, hábitos da população e uma série de outras variáveis. Para entender o que aconteceu no seu país, será necessária uma análise mais aprofundada.
A Itália vem discutindo a "fase 2" há dias. Algumas regiões (aliás, as mais afetadas) planejam reaberturas parciais isoladas. Você acha que é uma abordagem razoável?
Este é sem dúvida o momento de planejar a Fase 2, discutindo-a com as várias partes envolvidas. No entanto, a sala de controle deve continuar a ser científica e tecnicamente orientada. O método que estamos propondo, como outros, é bastante simples: as áreas que apresentam uma desaceleração considerável nos casos por pelo menos 2-3 semanas, podem começar a relaxar as medidas de isolamento. Porém é preciso cuidado, nessa fase, para não cometer erros e não baixar a guarda. Em outras palavras, relaxar o distanciamento social deve ocorrer de maneira lenta e progressiva, caso contrário, é certo que os casos começarão a crescer novamente em breve. O desafio para todos será "adaptar a cada caso" as estratégias de relaxamento das contenções em áreas específicas, de acordo com as condições locais (tendência de contágios, número de leitos de terapia intensiva, disponibilidade de pessoal de saúde, etc).
Outro aspecto fundamental para uma futura reabertura é a duração da imunidade para aqueles que já adoeceram. O que se sabe até o momento?
Pois bem, esse ainda é um tópico de estudo. Uma coisa precisa ser esclarecida: cada pessoa que resiste ao vírus desenvolve uma resposta imune diferente; por esse motivo, é provável que também o tempo em que uma pessoa possa ser considerada imune possa variar bastante.
Em termos concretos?
Pode-se ver o que acontece com outros coronavírus. Por exemplo, as imunidades daqueles que sofrem um resfriado comum duram, em média, apenas um ano. A imunidade para os coronavírus da SARS pode durar alguns anos. É razoável pensar que o a imunidade para SARS-CoV-2 esteja nessa faixa, mas ainda não temos evidências científicas para ter certeza.
Então, qual é o caminho agora?
O maior desafio começa agora. Por um lado, continuará a corrida por vacinas e tratamento eficaz e seguro. Pelo outro, será vital realizar testes sorológicos em massa para entender quantas pessoas já contraíram o vírus e, portanto, desenvolveram uma certa imunidade". A tecnologia nos ajudará muito no rastreamento dos contatos. E não vamos esquecer o fortalecimento das unidades de terapia intensiva e, acima de tudo, o aumento de recursos para os serviços nacionais de saúde, que estão fazendo esforços inacreditáveis.
Como se diz "luz no fim do túnel" nos Estados Unidos?
(Risos, ndr) Veja bem, estamos atravessando talvez pelo período mais difícil dos nossos tempos, mas temos certeza de que o progresso científico e o bom senso das pessoas serão os verdadeiros fatores de mudança para enfrentá-lo. Então, sim, nos esperam meses de grande trabalho e sacrifício, mas existe esperança, existe luz.
Fonte: IHU

16 abril, 2020

PEC 10/2020. Uma derrota para o povo e uma vitória para os bancos? Nota da Comissão Brasileira Justiça e Paz


Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP), através desta nota, manifesta sua solidariedade com mais de cem organizações da sociedade civil que, na tramitação da PEC do “Orçamento de Guerra”, denunciam a priorização do mercado financeiro no contexto da pandemia.
Lembrando que o artigo 7º do substitutivo do Senado à PEC 10/2020 consiste em facilitar e aumentar a drenagem de recursos públicos para o mercado financeiro, autorizando o Banco Central a repassar recursos, da ordem de trilhões de Reais, aos bancos sem controle social e estatal, sem contrapartida que garanta a implementação de políticas de saúde e de interesse social e nacional. Esses recursos liberados aos bancos sairão do Tesouro Nacional e impactarão o orçamento público e a dívida pública, recaindo assim sobre os ombros de toda a população.

 

Eis a nota.


Nota Pública “Uma derrota para o povo e uma vitória para os bancos?”

(Art. 7º da PEC 10/2020 – Substitutivo do Senado)
Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP) manifesta sua solidariedade com mais de cem organizações da sociedade civil que, na tramitação da PEC do “Orçamento de Guerra”, denunciam a priorização do mercado financeiro no contexto da pandemia. O artigo 7º do substitutivo do Senado à PEC 10/2020 consiste em facilitar e aumentar a drenagem de recursos públicos para o mercado financeiro, autorizando o Banco Central a repassar recursos, da ordem de trilhões de Reais, aos bancos sem controle social e estatal, sem contrapartida que garanta a implementação de políticas de saúde e de interesse social e nacional. Esses recursos liberados aos bancos sairão do Tesouro Nacional e impactarão o orçamento público e a dívida pública, recaindo assim sobre os ombros de toda a população.
De fato, grande parte do recurso de R$1,2 trilhão já liberado pelo Banco Central tem sido pouco utilizada para salvar empresas do setor produtivo e, menos ainda, aplicado à saúde, à assistência social, à segurança alimentar e à agricultura familiar para afrontar a pandemia do COVID-19.
Na realidade, esta parte da PEC 10/2020 ou do substitutivo apresentado no Senado autoriza, em nome de enfrentar a crise sanitária do novo Coronavírus, o Banco Central a entrar nos chamados mercados secundários, local e internacional. Ele poderá, se aprovada a proposta, negociar sem regulação e fiscalização títulos da dívida pública, utilizando-se até das reservas internacionais que protegem e garantem a moeda nacional. Como também poderá comprar títulos privados sem se referir aos preços desses ativos, transformando títulos de emissão privada, derivativos, que o presidente do Banco Central declarou publicamente que podem alcançar quase R$1 trilhão, em dívida pública onerosa para os cofres públicos, beneficiando, assim, apenas os bancos privados.
A atuação do Banco Central no desregulado mercado secundário, negociando derivativos, desvirtua as funções do Banco e representa graves riscos de danos ao erário, inclusive sem a responsabilização de seus diretores e operadores que estarão imunes à Lei de Improbidade Administrativa, conforme a Medida Provisória 930/2020 em vigência.
A priorização do mercado financeiro e de propostas como estas “negam o direito de controle dos Estados, encarregados de velar pela tutela do bem comum” (Evangelii Gaudium, 56) que a sociedade nacional tem como aspecto primordial de soberania.
Por isso, a CBJP concorda com as razões contidas na Nota Técnica da Auditoria Cidadã da Dívida “ACD 3 - Substitutivo do Senado à PEC do Orçamento de Guerra mantém escandalosa transformação de papéis podres dos bancos em Dívida Pública”, do dia 14 de abril último e apela aos Senadores para que não aprovem o artigo 7º do substituto do Senado.
Brasília (DF), 15 de abril de 2020
Comissão Brasileira Justiça e Paz

Fonte: IHU

As minhas respostas, em forma epistolar. Artigo de Andrea Grillo


Monsenhor Markus Graulich, subsecretário do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, escreveu uma série de objeções, bastante rudes e apressadas, contra a Carta sobre o estado de exceção litúrgica. Trata-se de um texto eminentemente jurídico, que mostra, no entanto, não atender nem seu significado nem o escopo da Carta Aberta e das questões que a justificam. O texto pode ser lido aqui.
O artigo é de Andrea Grillo, teólogo italiano e professor do Pontifício Ateneu Santo Anselmo, publicado por Come Se Non, 13-04-2020. A tradução é de Luisa Rabolini.

 

Eis o artigo. 

Prezado P. Graulich

Permita-me abordá-lo de forma quase confidencial, como a um religioso salesiano, mesmo que seja raro no mundo da autoridade eclesial. Será ainda mais estranho se alguém teve a paciência de ler a Carta Aberta e sua réplica muito superficial. Por esse motivo, não quero fugir do gênero da "refutação", que V.Sa. me impôs, mas desejo tentar entender o ponto de vista que o senhor expressou, como meu e nosso interlocutor. O senhor escreveu como advogado. Com as melhores armas de um bom advogado. Infelizmente, porém, essas são "armas formais", que permanecem na superfície dos problemas. O senhor nunca entra em nenhuma questão substancial e resolve tudo - ou pelo menos, como veremos, quase tudo - no plano do direito. Parece-me que dessa maneira algo importante não funcione.
Vamos em ordem. Explicarei apenas os pontos que considero mais problemáticos e me permitirei fazê-lo pelo menos com a mesma franqueza que o senhor considerou usar em suas objeções.
a) Antes de tudo, o senhor tenta desqualificar e liquidar a carta no contexto de "polêmicas" sucessivas à Summorum Pontificum. Digamos, entre os atos de insubordinação. Isso, no entanto, não desqualifica, mas qualifica a carta. É exatamente assim. Aquela lex, que o senhor parece tornar absoluta, é apenas um Motu Proprio que, não em sua origem, mas já depois de poucos meses após sua entrada em vigor, produziu frutos que conflitam com o Concílio Vaticano II e com a Reforma Litúrgica realizada depois dele. Como pode um jurista com responsabilidades de governo não levar em conta que as leis, todas as leis, podem ter problemas e causar outros? Que a lex condita não é o "último horizonte que o olhar exclui", mas também deve ser considerada em relação aos fatos e às "lex condenda", de que todo bom jurista deve sempre considerar? Não acredito revelar nada de novo a um canonista experiente. No entanto, o senhor parece trabalhar apenas dentro do horizonte estreito de um "direito positivo", marcado por uma excepcionalidade da qual o senhor não parece estar ciente.
b) Em segundo lugar, o senhor se permite dizer que a carta contém ideias falsas (até erros) e, de qualquer forma, expressa falta de conhecimento e uma leitura ideológica do conteúdo da SP. Acredito que um jurista deveria estar acostumado a medir palavras. Porque se o senhor diz que os 180 signatários - entre os quais estão os principais especialistas alemães, franceses, estadunidenses, espanhóis, etc. - dizem coisas falsas, mas depois não consegue explicar adequadamente o conteúdo do documento que pretende defender, a situação vai mal. Eu digo isso justamente falando a um canonista. Porque o jurista, que lê SP, deve fazer, como todos, um ato de grande humildade e entender que não é repetindo uma formulinha normativa que pode resolver um grande problema. Se o senhor quiser se safar com as formulinhas, misturando-as com insultos contra 180 teólogos, deve saber que não é assim que se enfrentam os problemas institucionais. Lembre-se de que por profissão, já há anos, aprendi a não ter medo dessas técnicas de prepotentes desprovidos de argumentos. Então, se quiser, vamos enfrentar a coisa séria e verdadeira. O que nós não teríamos entendido? Que se deveria falar de "duas formas do mesmo rito romano", e não de "dois ritos"? Esse seria o problema? Mas o senhor, mons. Graulich, pode dizer que tem certeza de que realmente sabe do que está falando? Alguma vez já se fez a pergunta - sistemática, não jurídica - se é suficiente repetir um artigo de SP para estar em paz com a própria consciência? Já se perguntou o que significa a frase "duas formas do mesmo rito"? Vou tentar explicar, com as poucas ferramentas que tenho à minha disposição.
c) A questão é séria, mas também é simples. Havia um rito de 1962, que João XXIII considerava provisório até o Concílio e, depois veio efetivamente o próprio Concílio e a reforma que ele auspiciou daquele rito romano de 1962, que assim se tornou o rito romano de 1970, aprovado por Paulo VI. É claro que se trata do mesmo rito romano, em uma forma anterior e em uma forma posterior. Há plena continuidade do rito, mas é evidente que não há continuidade nas formas. O Concílio solicitou que as formas mudassem para a continuidade do rito. Até agora tudo está claro? Eu quero ser ainda mais claro. Andrea Grillo e Markus Graulich, em 1970, quando o rito reformado entrou em vigor, tinham uma forma, mas hoje, em 2020, eles têm outra. Há plena continuidade nas pessoas: o senhor é sempre Markus e eu sempre sou Andrea. Mas outro era o senhor e era eu em 1970, e outro sou eu e é o senhor hoje. Seria muito estranho que nos pedissem hoje para ser como éramos em 1970, correr e pular como sabíamos fazer tão bem na época ou ler pouco ou nada como estávamos acostumados. Porque a continuidade da pessoa comporta a descontinuidade das formas. É assim que acontece com tudo que vive, mesmo para o rito romano, que tem duas formas diferentes "em tempos diferentes" de sua história. Mas se duas formas diferentes do mesmo rito são tornadas contemporâneas, elas não são mais duas formas do mesmo rito, mas se tornam "dois ritos diferentes". Que não podem estar de acordo. Como se pedissem ao senhor que fosse, contemporaneamente, justamente hoje, uma criança de 1970 e um adulto de 2020. Aquelas duas formas, na continuidade histórica da mesma pessoa, nunca se dão de forma contemporânea. Nunca se pode viver assim. E nenhuma lei, nenhuma afirmação, nenhuma invocação e nenhuma decisão jamais poderão impor que as coisas sejam assim. O que é branco não é preto, mesmo que um papa o decida. O branco permanece branco: um bom jurista nunca deveria esquecer essa verdade elementar.
d) Então, como vê, no coração de SP existe um problema sistemático do tamanho de uma casa. Esse problema é a chave para interpretar a Carta Aberta. Mas o senhor não consegue ver isso. Se um advogado não reconhece essa evidência, se pensa em se agarrar nos espelhos de um enunciado normativo, perde o objeto da discussão e entra no túnel das ficções. Veja bem, Padre, isso não significa, de maneira alguma, negar que SP seja uma lei ainda vigente, que com as modificações normativas desses anos as competências no âmbito litúrgico, limitadas ao rito extraordinário, tenham passado primeiro a Ecclesia Dei e agora à CdF. Se o senhor ler atentamente a carta, sem pular as linhas, verá que isso não é absolutamente negado, como o senhor afirma que nós estejamos dizendo. Mas aqui está o ponto. O senhor, como muitos canonistas costumam fazer, identifica uma lei com o bem. Mas nem sempre é o caso. Existem leis que não é oportuno serem aplicadas. Por quê? Aqui está outro aspecto que falta em sua leitura. Logo no início, o senhor diz que na carta se pede a transferência das competências da CdF para a CdC. Mas se ler atentamente, verá que o ponto decisivo não é o que o senhor diz. Em primeiro lugar é preciso restituir a autoridade sobre a liturgia a quem a possui primeiro, ou seja, ao bispo diocesano de sua diocese. Nem as Congregações nem o Papa estão imediatamente em jogo aqui. Os bispos não podem ser ignorados. E fico surpreso que um jurista não tenha clara essa nativa autoridade episcopal sobre a liturgia. Nessas coisas, o canonista deveria sempre repetir, como um dever inevitável: ai de quem chama de mal o bem e o bem de mal. Chamar de “enriquecimento” a ruptura da comunhão eclesial permanece um jogo de palavras que manifesta uma grave subestimação da autoridade episcopal e da verdade da liturgia. E tente se perguntar: se o canonista não falar essas coisas, quem as deveria falar na Igreja? Por que os liturgistas devem fazer o trabalho que o senhor deveria fazer?
e) Veja bem, no final, o senhor dá dois saltos mortais muito perigosas, com os quais poderia quebrar o pescoço. O primeiro é: do direito, o senhor passa repentinamente para o fato. Todo o seu castelo de normas excepcionais, no momento em que quer defendê-lo na substância, o reduz a um fato. Nós, digo nós os liturgistas, negaríamos o fato e, como tais, seríamos altamente censuráveis. Mas qual seria o fato? O senhor alude ao dado de fato da possibilidade de "assistir em todo lugar" a uma missa em rito extraordinário. Uau! Que fato incrível! O senhor, no entanto, no momento em que alega o único fato em sua opinião decisivo, comete uma imprudência, uma imprudência grave, porque acelera demais na argumentação e, assim, alega mal o seu fato. O senhor diz "assistir ao rito extraordinário". Muito mal. Escolheu justamente o termo mais infeliz. Então eu vou lhe dizer uma coisa. Sabia que eu "tal fato" o considero impossível? O senhor ficará assombrado, talvez até incomodado, mas "assistir a uma missa em rito extraordinário" é justamente o que a SC 48 proíbe a todos os católicos, ao senhor e a mim. Também o proíbe aos juristas. E o faz desde 1963. Sei que o senhor não tem o hábito de levar a sério os textos constitucionais e dá mais valor aos minúsculos decretos das Congregações. E sei muito bem que é justamente o seu trabalho - uma pequena deformação profissional, como todos nós temos - que lhe faz ler as coisas de maneira imprecisa. Mas justamente o "fato" que o senhor pretende alegar lhe digo que, proceduralmente, não é admissível. Sim, é inadmissível. Sinto muito, no plano do procedimento não posso conceder-lhe isso. Mas, veja bem, não sou eu quem sou tão severo. É o Concílio Vaticano II, que não quer "espectadores mudos" das liturgias eucarísticas. E que precisamente por essa razão decisiva, pediu e exigiu que a Igreja fizesse a reforma do rito de 1962. Aquele rito que agora o senhor se afoba em considerar intocável "in aeternum", o Concílio pede que seja alterado profundamente e irreversivelmente. E talvez justamente esse bendito texto conciliar, de sua parte, e digo isso a sério sem nenhuma ironia, precisaria de uma atenta revisão.
f) Por fim, e em conclusão, o senhor não resiste a opor ao seu suposto "fato" aos "pretensos liturgistas " que não gostariam de reconhecê-lo. Com seus fatos inadmissíveis, o senhor gostaria de silenciar os liturgistas. Que, ao contrário, falam e não se assustam com formalismos vazios. Entre esses liturgistas, digo-lhe: com base no Concílio Vaticano II, o estado de exceção introduzido por SP, com as mais nobres intenções de pacificação há 13 anos, gerou e continua gerando laceração e confusão. Um número considerável de liturgistas, com um senso de responsabilidade, pede formalmente: que se coloque um fim nessa condição distorcida. Que se restitua autoridade litúrgica nas dioceses individuais aos Bispos diocesanos, conforme prescrito pelo Concílio e pela grande tradição eclesial, juntamente com a Congregação para o Culto Divino. Que se saia do "estado de exceção litúrgica" que infelizmente altera de modo grave a normal vida litúrgica da Igreja.
Prezado padre Graulich, tente considerar a questão por esse ponto de vista. É diferente do seu, mas não é nem falso nem errôneo. Simplesmente olhe as coisas por uma perspectiva diferente daquela de um gabinete da cúria. Se o senhor também tentar fazer isso, toda a res lhe parecerá muito diferente: como dizia um grande jurista romano: rem tene, verba sequentur (Conheça o assunto, as palavras virão depois).

Fonte: IHU

15 abril, 2020

Poema - "No meio do ódio, descobri que havia, dentro de mim, um amor invencível."

“No meio do ódio, descobri que havia, dentro de mim, um amor invencível. No meio das lágrimas, descobri que havia, dentro de mim, um sorriso invencível. No meio do caos, descobri que havia, dentro de mim, uma calma invencível. E, finalmente descobri, no meio de um inverno, que havia dentro de mim, um verão invencível. E isso faz-me feliz. Porque isso diz-me que não importa a força com que o mundo se atira contra mim, pois dentro de mim, há algo mais forte - algo melhor, empurrando de volta.” (Albert Camus)

OBS.: Conheci o texto via vídeo do Professor Renato Casagrande

Favela de São Paulo vira exemplo em ações contra o coronavírus



A comunidade de Paraisópolis se organizou para tentar saber com rapidez quem tem sintomas da doença, quem precisa de ajuda e qual a situação na casa de cada família.

Uma das maiores favelas de São Paulo virou exemplo em ações que podem conter o avanço do novo coronavírus. Paraisópolis tem a população de uma cidade no espaço de uma comunidade. São cerca de 100 mil pessoas espremidas em casas e barracos ligados por vielas.

Leia e veja o vídeo AQUI

Covid-19: Miguel Nicolelis busca voluntários de Exatas para projeto



Pandemia de Coronavírus é o maior e mais decisivo desafio da ciência brasileira!”

Foi com essa frase que o neurocientista e pesquisador brasileiro Miguel Nicolelis definiu, em sua conta no Twitter, o momento que estamos vivendo agora.

E, para encontras respostas para as milhares de perguntas que temos em aberto, ele está criando o primeiro Instituto de Pesquisa Virtual da história brasileira, que pretende reunir milhares de pesquisadores de diversas áreas para trabalhar em prol de descobertas valiosas contra a COVID-19.

Projeto Mandacaru | Comitê Científico de Combate ao Coronavírus
Se você é estudante de graduação, pós-graduação, mestre, doutor, PhD, professor das áreas de Matemática, Física, Estatística, Engenharias (especialmente de Produção), Computação, Ciência de Dados ou é médico, pode candidatar-se para ser voluntário no Projeto Mandacaru | Comitê Científico de Combate ao Coronavírus (CCCC).

“Vamos ter banco de dados georeferenciado gigantesco e vamos precisar de análises em tempo real para orientar em decisões logísticas e de identificação de regiões alto risco! […] Podemos usar registros de sismógrafos para avaliar eficácia campanha de distanciamento social”, explica ele ao falar um pouco de todo trabalho que terão pela frente.

Ficou interessado? Para se candidatar, mande seu currículo para o e-mail nicolelis@isd.org.br.


14 abril, 2020

CNBB e Cáritas Brasileira lançam Ação Solidária Emergencial da Igreja no Brasil no domingo de Páscoa



CNBB e Cáritas Brasileira lançam Ação Solidária Emergencial da Igreja no Brasil no domingo de Páscoa

A partir deste domingo, 12 de abril, domingo de Páscoa, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) dá início a Ação Solidária Emergencial da Igreja no Brasil, uma ação nacional que tem como lema ‘É tempo de cuidar’ para estimular a solidariedade, a começar pela arrecadação de alimentos, produtos de higiene e limpeza. Além de incentiva a ajuda material às pessoas, também quer promover o cuidado no campo religioso, humano e emocional. Assim, a CNBB se une a diversas campanhas e projetos de solidariedade que já estão em curso pelo país.

O arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, destaca que neste momento em que o país vive, a solidariedade é o selo de autenticidade da vida dos verdadeiros cristãos, o indispensável compromisso cidadão, a tarefa primeira dos governantes, a conversão dos ricos, a nova compreensão para inaugurar o tempo novo que está sendo exigido de todos, o único novo caminho para a paz e para o equilíbrio que o planeta precisa urgentemente, a única prática política, o novo jeito de ser humanidade.

“Solidariedade é a praça de encontro de todos, iguais, para respeitar a dignidade humana, superar os vergonhosos cenários de pobreza e exclusão, a trilha única dos lúcidos e servidores em busca do reencontro de uma ordem nova, social, política e econômica, fazendo valer a vida como dom e compromisso de cada um! Seja solidário, é inteligente, é desenvolvimento integral, é o selo de autenticidade da fé professada, é a nova cidadania”, afirmou

Por causa da pandemia do novo coronavírus, grande parcela da população brasileira, como as pessoas em situação de rua, migrantes e refugiados, as que vivem em moradias precárias, além dos desempregados e trabalhadores informais, que neste momento têm suas fontes de renda fortemente afetadas, estão enfrentando uma realidade de extrema vulnerabilidade.

E é com espírito de fraternidade que a Ação Solidária Emergencial da Igreja no Brasil quer que se multipliquem os gestos solidários nas comunidades, nos setores da indústria e do comércio e nas famílias para que essas pessoas possam ser cuidadas e que possam cuidas de suas famílias.

A Cáritas Brasileira, organismo da CNBB, está atuando para orientar arquidioceses, dioceses, paróquias e comunidades a respeito dos protocolos de segurança para que as doações sejam recebidas e entregues de maneira adequada às pessoas e famílias necessitadas, neste momento de risco de contaminação pelo coronavírus.

“Estamos vivendo um tempo muito difícil no Brasil e no mundo, um momento de sofrimento. A Cáritas tem como objetivo valorizar e resgatar a vida. É com esse sentimento que  participamos da Ação Solidária Emergencial ‘É tempo de cuidar’”, afirma o diretor executivo da Cáritas Brasileira, Carlos Humberto Campos.

A Ação Solidária Emergencial contará ainda com uma mobilização nas redes sociais com o slogan “É tempo de cuidar”. Em sintonia com a proposta da Campanha da Fraternidade 2020, a iniciativa mantém a inspiração bíblica do evangelho de São Lucas 10, 33-34: “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele”.

A mobilização convoca ainda que as pessoas gravem vídeos de 15 segundos ou façam fotos das ações realizadas de forma comunitária ou individual e postem nos stories do Facebook e Instagram marcando a CNBB (@CNBBnacional) e a Cáritas Brasileira (@CaritasBrasileira) e colocando a hashtag #TempodeCuidar.

O material com as orientações sobre a organização da Ação Solidária Emergencial da Igreja no Brasil está disponíve aqui.

Fonte: CNBB

12 abril, 2020

Pandemia de coronavírus


Brasil soma 1.124 mortes por coronavírus e supera marca de 20.000 casos.
Conforme dados divulgados sábado (11).

Feliz Páscoa


11 abril, 2020

Presença do Ressuscitado - Feliz Páscoa

Presença do Ressuscitado 

"Muito maior que a morte é a vida.
Um poeta sem orgulho é um homem de dores,
muito mais é de alegrias.
A seu cripto modo anuncia,
às vezes, quase inaudível
em delicado código:
‘Cuidado, entre as gretas do muro
está nascendo a erva...’
Que a fonte da vida é Deus
há infinitas maneiras de entender.”

( Adélia Prado)

Memória da Sepultura do Senhor


11 de abril Sábado Santo
Memória da Sepultura do Senhor
Celebração em família

"Amou-nos até o fim, amou-nos até o fim. Amou-nos, amou-nos até o fim!"

Nesse sábado, à espera da ressurreição, nos unamos a Maria, a Mãe das Dores, e a ela  confiemos nossas famílias e todos os que sofrem no mundo, entregando a ela nossas angústias e esperanças.

“À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas, em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita. Amém.”



Hino às Sete Dores da Santíssima Virgem


Maria que sofre aos pés da Cruz
Diante da Cruz, Maria permaneceu em silêncio. Contemplar Maria aos pés da cruz nos dá a certeza de que na vida humana o sofrimento é passagem necessária.


Enfrentar todas as provações com fé, esperança e amor

“enfrentar todas as provações com fé, esperança e amor, na certeza de que o Pai sempre ouve os seus filhos que clamam a Ele e os salva”. (Papa Francisco)

Brasil ultrapassa mil mortes por covid-19; 19,6 mil estão infectados


O Ministério da Saúde divulgou dia (10) os números atualizados do novo coronavírus.
De acordo com a pasta, o número de infectados, no momento, é de 19.638. O que representa aumento de 1.781 casos em relação ao balanço divulgado ontem (9). Além disso, o número de mortes superou hoje os mil casos. Até o momento, foram registradas 1.056 mortes pela doença. A taxa de letalidade do vírus no Brasil é de 5,4%.

Fontes dos dados Agência Brasil

10 abril, 2020

Feliz Páscoa!


Paixão do Senhor


10 de abril Sexta Feira da Paixão do Senhor
Paixão do Senhor
Celebração em família
“Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.”
"Amou-nos até o fim, amou-nos até o fim. 
Amou-nos, amou-nos até o fim!"




Do coração aberto do Crucifixo


Do coração aberto do Crucifixo, o amor de Deus chega a cada um de nós. Deixemos que seu olhar repouse sobre nós. Entenderemos que não estamos sozinhos, mas somos amados, porque o Senhor não nos abandona e nunca se esquece de nós.” (Papa Francisco)

O único, o único que nos justifica


“O único, o único que nos justifica; o único que nos faz renascer de novo é Jesus Cristo. Nenhum outro. E por isto não se deve pagar nada, porque a justificação – o fazer-se justos – é gratuita. E esta é a grandeza do amor de Jesus: dá a vida gratuitamente para nos fazer santos, para nos renovar, para nos perdoar. E isto é o cerne deste Tríduo Pascal”. (Papa Francisco)

Desprezado e rejeitado!