Para Brandão, iniciativas como a do Projeto de Lei 84/99, para tipificar crimes na internet estão associadas “a uma visão deturpada do que é a internet, priorizando seus potenciais riscos e possibilidades de danos”. E reitera: “Falta relativizar e compreender que, proporcionalmente, a internet é um dos lugares onde menos se cometem crimes. A rede precisa ser entendida como um celeiro de oportunidades, como um vetor de democratização e universalização ao bem mais valioso dos séculos XXI, XXII e XXIII, a informação”.
Na entrevista a seguir, concedida por e-mail, Brandão comenta temas polêmicos em relação à democratização da rede, como o Marco Civil, que está em votação no Congresso, o Plano Nacional de Banda Larga, proposto pelo governo federal e o processo de transformação e regulamentação das lan houses em Centros de Inclusão Digital – CIDs.
Mário Brandão é formado em Administração, pela Universidade Gama Filho – UGF, e em Webmaster, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.
Confira a entrevista.





