28 outubro, 2012
26 outubro, 2012
Vejam os novos materiais da campanha pela Reforma Política no Brasil
A Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema
Político e o Movimento de Combate à Corrupção - MCCE lançaram na semana
passada, novos materiais sobre a Iniciativa Popular da Reforma Política. Uma
cartilha e dois vídeos informam e formam a população sobre os argumentos que
permeiam a defesa de um novo sistema político no Brasil.
O grupo faz parte de uma mobilização nacional pela Reforma do
Sistema Político que visa conseguir 1,5 milhão de assinaturas para a proposta
de Lei de Iniciativa Popular pela Reforma do Sistema Político, assim como foi
feito com o projeto Ficha Limpa. Assine aqui.
Conheça os materiais da campanha:
Sugestão de leitura
25 outubro, 2012
Vale a pena ler - resposta do padre Sidney Fabril
Em relação à questão do aborto, é
importante entender que o Código Civil Brasileiro proíbe o aborto e é
considerado crime. Para mudar o Código Civil é preciso colocar uma lei no
Congresso Nacional. Se um dia aprovarem a descriminalização do aborto, a culpa
será dos deputados federais e senadores. E depois quem for presidente pode
sancionar ou vetar. Acontece que o Congresso não tem coragem de colocar essa
lei porque, graças a Deus, o povo brasileiro é contra o aborto.
Em todos os partidos há pessoas a favor
do aborto. Mesmo sendo crime tem um monte de gente que faz e vai ter que pagar
diante de Deus se não pagar diante dos homens. Não é prefeito que decide sobre
o aborto e nem um partido, é o Congresso.
Quem fala pela Igreja no Brasil é a
CNBB e não qualquer grupo ou algum padre fanático, que fica sendo mais
respeitado do que os nossos bispos.Essa questão já surgiu na eleição
presidencial e a CNBB se pronunciou e não citou nenhum nome de partido. Quem
está trazendo isso prá eleição municipal é maldoso e age de má-fé. Mais triste
é ver líderes da nossa Igreja tão alienados que se deixam levar.
Sujeira mesmo a cidade iria ter se
tivesse sido aprovada a construção de usina de incineração de lixo; aí sim o ar
iria ficar bem poluído.
Sujeira é gastar 700 reais por hora com
propaganda e não pagar melhor os médicos para atender a população.
Sujeira é fazer um contrato
praticamente sigiloso por praticamente 40 anos com a única empresa de
transporte coletivo.
Sujeira é tentar impedir os mais pobres
de construírem casas geminadas para favorecer as grandes construtoras nacionais
e locais que mandam na cidade.
Sujeira é querer aumentar abusivamente
o salário do prefeito, do vice, dos secretários e dos vereadores.
Eu vi a Igreja em Maringá bem longe
disso tudo. Portanto, a nossa Igreja não está envolvida em sujeira nenhuma.”
Dom Pedro Casaldáliga: ‘O problema é ter medo do medo’
O bispo emérito de São Félix do Araguaia, Dom Pedro Casaldáliga, conta nesta entrevista ao sítio Quem tem medo da democracia? - QTMD -um pouco das suas vivências, falando sobre o contexto do Estado do Mato Grosso e do Brasil na atualidade. Fala também da importância das ações sociais que são desenvolvidas e do descaso com a Causa Indígena.
A voz é baixa, o corpo já não permite lutar no front, mas a lucidez do catalão D. Pedro Maria Casaldáliga, bispo emérito da Prelazia de São Félix do Araguaia, é capaz de constranger. Por várias vezes quase assassinado, devido à sua opção pela defesa dos pequenos e o conflito com os grandes, D. Pedro ainda recebe ameaças.
Confira aqui a entrevista de Ana Helena Tavares e publicada por Quem tem medo da democracia?
24 outubro, 2012
Maringá precisa de mudança, já passou da hora de dar um basta no reinado de muitos
Qualquer
eleitor/a da cidade de Maringá, mesmo os de 16 anos, que tiver um pouco de
conhecimento da história política de Maringá e da atuação da atual
administração deveria votar em Enio
Verri (PT).
Maringá precisa de mudança, já passou da hora de dar um basta no
reinado de muitos e de tantos outros que esperam levar vantagem com a
continuação.
Votar no candidato
Carlos Roberto Pupin (PP) é votar para a continuidade de uma administração
arrogante que foi capaz de desistruturar cooperativas de reciclagem, sendo
contra a reciclagem do lixo e a favor da instalação de usina de incineração, desobedecendo
a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Pupin
fou o único candidato que não assionou o termo de compromisso contra a
instalação da usina de incineração, proposto pelo Fórum Lixo e Cidadania. Votar
no candidato da atual administração é votar para a continuidade de uma administração arrogante que foi capaz
de fazer um contrato absurdo com a TCCC. É apoiar uma administração arrogante
que a todo custo tentou restringir à construção de casas geminadas
privilegiando os grandes empreiterios e os financiadores de campanhas
políticas. Votar no candidato da atual administração é comungar com suas
artimanhas como a de assumir a prefeitura como fez em 2008 e neste ano de 2012.
Não dar para ter dúvidas que os 100 dias assumido na prefeitura este ano foi
para levar vantagens na campanha, mesmo sendo proibido pela legislação
eleitoral. Por isso, o candidato não está totalmente liberado, ainda depende da
decisão do Tribunal Superior e os seus votos poderão ser anulados pela Justiça.
Vote Enio Verri –
vote 13
Divulgado relatório sobre a liberdade religiosa no mundo
Foi apresentado nesta semana, em Roma, o “Relatório sobre a Liberdade Religiosa no mundo 2012”, realizado pela Fundação “Ajuda à Igreja que Sofre”. Nota-se, através dos dados, que a situação está piorando em relação ao recente passado e que são sobretudo as comunidades cristãs, mas não somente, as que sofrem graves discriminações, que muitas vezes desembocam em agressões e violências...continue lendo...
CIMI desmente suicídio coletivo de indígenas
O Conselho Indigenista Missionário (CIMI) publicou uma nota em seu site onde desmentiu um suposto suicídio coletivo de indígenas das tribos Kaiowá e Guarani, de Pyelito, no Estado do Mato Grosso do Sul. O CIMI atribui a divulgação da notícia na imprensa e redes sociais a uma interpretação equivocada da expressão “morte coletiva” utilizada em carta divulgada pelos indígenas.
O CIMI esclarece que quando os Kaiowá e Guarani usaram a expressão “morte-coletiva”,_que é diferente de suicídio coletivo_, se referiam ao contexto da luta pela terra. Isto é, se eles forem forçados a sair de suas terras pela Justiça ou por pistoleiros contratados por fazendeiros, estariam dispostos a morrer todos nela, sem jamais abandoná-la, pois vivos não sairiam do chão de seus antepassados.Por outro lado, o CIMI esclarece que o suicídio entre os índios Kaiowá e Guarani ocorre, já há algum tempo, sobretudo entre os jovens. Entre 2003 e 2010 foram 555, motivados porém, por situações de confinamento, falta de perspectiva, violência, afastamento das terras tradicionais e vida de acampamento às margens de estradas. Nenhum dos referidos suicídios ocorreu de maneira coletiva, organizada ou anunciada. Leia a carta dos indígenas na íntegra aqui
Para refletir
"A educação
faz um povo fácil de ser liderado, mas difícil de ser dirigido; fácil de ser
governado, mas impossível de ser escravizado". (Henry Peter)
23 outubro, 2012
Escola de Teologia para Leigos de Maringá promove simpósio sobre profetismo e Profeta Jeremias
A Escola de Teologia para Leigos de Maringá promove nos dias 25 e 26 de
outubro (quinta e sexta) o simpósio sobre profetismo e Profeta Jeremias. Será
no Centro de Pastoral Arquidiocesano (CEPA) com início às 19h30. As palestras
serão feitas pelo doutor Luiz Alexandre Solano Rossi. As inscrições custam
R$20.
Nota de José Dirceu - a respeito do julgamento do STF
NUNCA FIZ PARTE NEM CHEFIEI QUADRILHA
Assim como ocorreu há duas semanas, repete-se a condenação com base em indícios, uma vez que apenas o corréu Roberto Jefferson sustenta a acusação contra mim em juízo. Todas as suspeitas lançadas à época da CPI dos Correios foram rebatidas de maneira robusta pela defesa, que fez registrar no processo centenas de depoimentos que desmentem as ilações de Jefferson.
Fica provado ainda que nunca tive qualquer relação com o senhor Marcos Valério. As quebras de meus sigilos fiscal, bancário e telefônico apontam que não há qualquer relação com o publicitário.
Teorias e decisões que se curvam à sede por condenações, sem garantir a presunção da inocência ou a análise mais rigorosa das provas produzidas pela defesa, violam o Estado Democrático de Direito.
O que está em jogo são as liberdades e garantias individuais. Temo que as premissas usadas neste julgamento, criando uma nova jurisprudência na Suprema Corte brasileira, sirvam de norte para a condenação de outros réus inocentes país afora. A minha geração, que lutou pela democracia e foi vítima dos tribunais de exceção, especialmente após o Ato Institucional número 5, sabe o valor da luta travada para se erguer os pilares da nossa atual democracia. Condenar sem provas não cabe em uma democracia soberana.
Vou continuar minha luta para provar minha inocência, mas sobretudo para assegurar que garantias tão valiosas ao Estado Democrático de Direito não se percam em nosso país. Os autos falam por si mesmo. Qualquer consulta às suas milhares de páginas, hoje ou amanhã, irá comprovar a inocência que me foi negada neste julgamento.
Mais uma vez, a decisão da maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal em me condenar, agora por formação de quadrilha, mostra total desconsideração às provas contidas nos autos e que atestam minha inocência. Nunca fiz parte nem chefiei quadrilha.
Como mostra minha defesa, as reuniões na Casa Civil com representantes de bancos e empresários são compatíveis com a função de ministro e em momento algum, como atestam os testemunhos, foram o fórum para discutir empréstimos. Todos os depoimentos confirmam a legalidade dos encontros e também são uníssonos em comprovar que, até fevereiro de 2004, eu acumulava a função de ministro da articulação política. Portanto, por dever do ofício, me reunia com as lideranças parlamentares e partidárias para discutir exclusivamente temas de importância do governo tanto na Câmara quanto no Senado, além da relação com os estados e municípios.
Sem provas, o que o Ministério Público fez e a maioria do Supremo acatou foi recorrer às atribuições do cargo para me acusar e me condenar como mentor do esquema financeiro. Fui condenado por ser ministro.
São Paulo, 22 de outubro de 2012
José Dirceu
Eleição 2012 - Por Pe. Léo
Por Padre Leomar Antonio Montagna
Olá amigos e amigas do município de Maringá,
Encaminho alguns dados para reflexão em vista do segundo turno das eleições municipais.
Penso, com isso, estar fazendo minha parte em defesa de políticas públicas de um governo para o bem comum e não só de um grupo restrito e de grandes grupos econômicos.
Importante: O candidato da atual administração é o único que não assinou o termo de compromisso contra a instalação da usina de incineração, proposto pelo Fórum Lixo e Cidadania. A possibilidade da eleição de candidato da atual administração é uma ameaça à população que não quer a queima do lixo e sim a reciclagem. Corremos o risco de ver ir por água à baixo a luta da Igreja Católica, outras Igrejas e Movimentos que se manifestaram contra a instalação de tal usina.
Informações que seguem a imprensa não mostra, pois, vejam quanto a atual gestão tem gastado em propaganda por ano:
R$ 7.000.000 milhões por ano
R$ 18.000 mil por dia
R$ 700 por hora
Com isso outras áreas ficaram prejudicadas e as pessoas mais fragilizadas abandonadas e dependendo da caridade alheia.
Outros itens que temos que observar:
COLETA SELETIVA: O candidato da atual administração não cumpriu a promessa de ampliar a coleta seletiva e desestruturou as cooperativas de reciclagem. Até 2004, a cidade contava com seis cooperativas. Atualmente só três funcionam e, ainda, com dificuldade e sem o necessário apoio da Prefeitura.
QUEIMA DO LIXO: O candidato da atual administração desobedeceu a Política Nacional de Resíduos Sólidos e tentou instalar na cidade uma usina de incineração. Eles só mudaram de opinião em razão do ano eleitoral e da manifestação da Igreja Católica.
CONTRA CASAS GEMINADAS: O candidato da atual administração criou projeto para dificultar e proibir a construção das casas geminadas. A medida iria beneficiar os grandes construtores de apartamentos e prejudicar direito adquirido das famílias. Graças ao apoio da Igreja e também por conta do ano eleitoral, a proibição foi revogada. Por isso, a possibilidade da eleição do candidato da atual administração é uma ameaça à construção das casas geminadas.
APOIADO POR VEREADORES REJEITADOS: Também é importante destacar que dos 11 vereadores da base aliada, o grupo de apoio do Prefeito na Câmara, todos perderam votos, apenas três se reelegeram. Eles foram rejeitados pela população justamente porque defenderam a incineração, votaram contra a construção das casas geminadas e, ainda, a favor dos super salários.
CANDIDATURA INDEFINIDA: O candidato da atual administração assumiu a Prefeitura dentro dos seis meses que antecederam a eleição de 2008 e agora em 2012. Neste ano ele assumiu por 100 dias com o único objetivo de dar visibilidade para a sua campanha, o que é proibido pela legislação eleitoral. Em função disso, sua candidatura está sendo questionada na Justiça e ainda depende de decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Ou seja, o candidato ainda não está totalmente liberado e todos os seus votos poderão ser anulados pela Justiça.
DEBATES: Por fim, faz bem sugerir que a população acompanhe os debates que estão programados. Segunda-feira na Record, terça-feira na Band, quinta-feira no SBT e sexta-feira na Rede Globo. Até o momento candidato da atual administração confirmou presença apenas no debate de segunda-feira, na Record, que terá início às 23h. Ou seja, dá sinais de que está fugindo do debate para não perder votos, impedindo assim que o eleitor analise os candidatos ao vivo, sem os truques e jogadas do marketing. O debate é importante para o eleitor ver quem está mais capacitado para administrar Maringá. Quem não participar tem que se explicar.
Boa reflexão e bom final de semana.
Desejo muitas bênçãos de Deus a todos.
Pe. Léo
Obs: Em vista das considerações acima, convido-os a votar Ênio, votar 13.
A triste realidade da Saúde pública de Maringá
19 outubro, 2012
Dia Nacional da Juventude será comemorado no domingo (21)
Jovens de Maringá e municípios da região vão celebrar no próximo dia 21 outubro mais uma edição do Dia Nacional da Juventude (DNJ). Shows, missa e teatro estão na programação do evento que faz parte da preparação para a Jornada Mundial da Juventude Rio2013. As atrações serão na paróquia Nossa Senhora do Rosário, no Conjunto Requião em Maringá.
Organizado pela Pastoral da Juventude, em parceria com o Setor Juventude, o DNJ terá início a partir das 13h com a recepção dos jovens e animação do DJ Ed Maria. A abertura oficial será às 14h. Dom Anuar Battisti presidirá a celebração da Santa Missa às 15h.
Na sequência, o Ministério de Música Aliança subirá ao palco e logo depois será a vez do show do cantor católico, de Curitiba, Rafael Jesus. O DNJ 2012 ainda terá apresentações de teatro do Ministério de Artes Renascer (M.A.R.) e um momento em que o arcebispo vai promover um bate-papo com a juventude.
Juventude e Vida!
O Dia Nacional da Juventude foi criado em 1985. Desde então, jovens de todas as regiões do país organizam atividades, no mês de outubro, para comemorar a data. Neste ano, em sintonia com a Campanha da Fraternidade, o lema é uma pregunta, “Qual vida vale a pena ser vivida?”. A iluminação bíblica foi extraída de João 10, 10, “Eu vim para que todos tenham vida”.
Dia Nacional da Juventude
Domingo, 21 de outubro
Das 13h às 20h
Paróquia Nossa Senhora do Rosário
Conjunto Requião, Maringá
Programação
13h00 Acolhida / Animação DJ Ed Maria
14h00 Abertura
14h20 Bate-papo de dom Anuar Battisti com a juventude
15h00 Santa Missa
16h30 Teatro - Ministério de Artes Renascer
17h00 Show com Ministério Aliança
18h00 Show com Rafael Jesus
20h00 Encerramento
Provas do Vestibular de Verão 2013 da PUCPR serão neste domingo
Portões de acesso às salas fecham 12h40. Atenção: começa na mesma data o horário de verão. Acerte o seu relógio
Provas do Vestibular de Verão 2013 da PUCPR serão realizadas neste domingo (21), das 13 às 19h, nos Câmpus Curitiba, Londrina, Maringá e Toledo. Os portões de acesso às salas onde o exame será realizado fecham às 12h40, 20 minutos antes do início. A Universidade recomenda chegar ao local de provas com uma hora de antecedência.
ATENÇÃO: O horário de verão começa na madrugada de sábado (20) para domingo (21). Acerte o seu relógio!
ensalamento está disponível, a partir desta quinta-feira (18), no site da PUCPR: www.pucpr.br. O cartão resposta e a prova de redação devem ser preenchidos com caneta esferográfica de ponta grossa e tinta preta ou azul.
A prova objetiva será composta de 70 questões, distribuídas entre as disciplinas de História, Matemática, Biologia, Química, Filosofia, Língua Portuguesa, Literatura Brasileira, Língua Estrangeira, Física e Geografia. A redação deve conter no mínimo 15 e no máximo 20 linhas.
17 outubro, 2012
Jelson Oliveira lança o livro Sabedoria Prática no Câmpus Maringá da PUCPR
Doutor em Filosofia fala sobre necessidade de viver filosoficamente, de cultivar o amor e conservar amigos
O coordenador do curso de Filosofia do Câmpus Curitiba da PUCPR, Jelson Oliveira, lança, nesta sexta-feira (19), às 9h30, o livro Sabedoria Prática no Câmpus Maringá da PUCPR. Editado pela Editora Champagnat, a obra apresenta a sabedoria como uma capacidade de empregar a razão para alcançar o bem e a verdade, com o fim de dirigir as condutas humanas da melhor maneira possível, orientando-as para a felicidade.
Para isso, o autor fala da necessidade de viver filosoficamente, de cultivar o amor e conservar amigos, valorizar as diferenças, comprar menos, viver conforme a natureza e aprender a morrer.
Em seis capítulos, a obra traça um panorama dos principais desafios da vida contemporânea, que através da visita a várias teses dos filósofos da tradição, transforma esses assuntos da filosofia em conteúdo de vida. Trata-se de repensar a forma de habitar o mundo através da sabedoria prática (phonesis), um dos conceitos mais antigos da filosofia. O livro foi lançado na 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo e também em Curitiba.
Jelson Oliveira em fevereiro de 2010 esteve em Maringá assessorando o Seminário das CEBs da Província Eclesiástica de Maringá que compreendem Arquidiocese de Maringá e as Dioceses de Campo Mourão, Paranavaí e Umurama. O tema por ele trabalhado foi Ecologia.
Jelson Oliveira é professor do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. É coordenador do curso de Filosofia da mesma Universidade. Possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná (1999), especialização em Sociologia Política e mestrado em História da Filosofia Moderna e Contemporânea pela mesma Universidade (2004). É doutor em Filosofia pela Universidade Federal de São Carlos, com pesquisa sobre a Amizade em Nietzsche.
Os jogos da fome
“Apesar de tudo que falam, a fome não tem tanto a ver com secas, conflitos bélicos etc.; mas com os que controlam e ditam as políticas agrícolas e alimentares e em mãos de quem estão os recursos naturais (água, terra, sementes…)”. O comentário é de Esther Vivas em artigo traduzido e publicado pelo sítio da Adital.
Segundo ela, “o monopólio do atual sistema agroalimentar por um punhado de multinacionais, com o apoio de governos e instituições internacionais, impõe um modelo de produção, distribuição e consumo de alimentos a serviço dos interesses do capital”. Confira aqui o artigo
A incoerência entre o discurso e a prática
Por Paulo Vidigal
Conheci o Luizinho na greve geral dos servidores em 2006, ocorrida na administração Silvio e Pupin. Certa feita durante uma manifestação em frente ao paço, de microfone em mão, chorando e indignado, Luizinho retirou seu holerite do bolso, jogou no chão e depois mostrou o baixo salário que recebia como coletor de lixo. Seu choro acompanhado de indignação fez com que quem assistiu a cena chorasse. Naquele período estávamos no grupo de 28 servidores que lutavam por melhores salários e foram injustamente demitidos e expostos à sociedade como baderneiros.
Luizinho é um bom sujeito, não tenho nada pessoal contra ele. Mas ser um bom sujeito não é o suficiente para uma trilhar uma carreira política pautada na coerência. Como disse Messias Mendes, lhe falta “consistência ideológica”.
Sua decisão de apoiar a candidatura de Pupin é enorme incoerência. É contraditória com o que ele vivera em 2006. Afinal, decidiu apoiar o mesmo grupo político que o demitiu injustamente. Esse apoio pode custar caro politicamente, afinal vai ser difícil explicar os motivos de seu apoio ao seu eleitorado. Talvez tenha sepultando a possibilidade de uma carreira política que poderia ser empregada à favor da classe que pertence: a classe trabalhadora. Afinal, não se deve alimentar nenhuma ilusão de que os poderosos vão atender as necessidades dos trabalhadores.
A incoerência entre o discurso e a prática. Lamentável.
Assinar:
Postagens (Atom)

