Arquidiocese de Maringá
08 abril, 2014
07 abril, 2014
04 abril, 2014
01 abril, 2014
Fotos do II Encontrão das CEBs da Paróquia Nossa Senhora da Liberdade
Fotos do II Encontrão das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Paróquia Nossa Senhora da Liberdade realizado no dia 28/03/2014, tendo como assessores o Pároco da Paróquia, Padre Dirceu Alves do Nascimento e Lucimar Moreira Bueno (Lúcia), coordenadora paroquial das CEBs.
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28 março, 2014
27 março, 2014
Marco Civil aprovado: dia histórico para a liberdade de expressão
Guardem o dia 25 de março de 2014 na memória. Este dia será lembrado como o dia do Marco Civil da Internet em todo o mundo. Neste dia, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que tem todas as características de um projeto impossível de ser aprovado numa Casa como essa. A principal delas: o fato de contrariar interesses econômicos poderosos ao garantir direitos dos cidadãos e cidadãs. O Marco Civil da Internet aprovado aponta claramente para o tratamento da comunicação como um direito fundamental e não apenas como um negócio comercial. Trata-se de algo inédito na história brasileira, que só foi possível por um conjunto de fatores. Leia na íntegra
26 março, 2014
25 março, 2014
Número de famílias endividadas é o menor desde janeiro de 2013
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada hoje (25) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro, revelou retração do percentual de famílias brasileiras com dívidas em março, pelo segundo mês consecutivo.
O índice caiu de 62,7%, em fevereiro, para 61%, em março. De acordo com a CNC, é o menor patamar desde janeiro de 2013. Houve queda em relação a março do ano passado, quando a taxa ficou em 61,2%. Foram ouvidos 18 mil consumidores em todas as capitais brasileiras e no Distrito Federal.
A economista da CNC, Marianne Hanson, observou, entretanto, que apesar da queda no número de famílias endividadas, subiu o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso (de 19,7%, em fevereiro, para 20,8%, em março) e também daquelas que afiançam não ter condições de pagar suas dívidas, de 5,9% para 7,1%, na comparação mensal.
Marianne disse à Agência Brasil que o início do ano é um período importante para o aumento da inadimplência registrado em março. “Outros indicadores apontam que a inadimplência de curto prazo, geralmente, sobe no início do ano, por causa dos gastos extras que ocorrem no período, além de reajustes de preços e tarifas”.
Lembrou que, este ano, outro fator que reforçou a tendência foi o aumento do custo do crédito. “A gente observou na nossa pesquisa que, devido ao aumento do custo do crédito, as famílias se disseram mais comprometidas com dívidas”. A parcela média da renda comprometida com dívidas subiu de 29,7%, em março de 2013, para 30,9%, em março deste ano. Segundo a economista, 22% das famílias disseram ter mais da metade de sua renda comprometida com dívidas no mês pesquisado.
Ela salientou que na medida em que aumenta o comprometimento da renda com as dívidas, aumenta o risco de inadimplência. “E o aumento do custo do crédito é o principal fator por trás disso”. Lembrou que a renda vem crescendo a um ritmo mais moderado, o que contribui para que as famílias não acompanhem o crescimento do peso das prestações no orçamento e não possam enfrentar a expansão do custo do crédito.
Em relação ao endividamento, a CNC apontou que devido à maior cautela com relação às dívidas, as famílias acabam preferindo quitar dívidas antigas do que renovar os financiamentos. As condições menos favoráveis dificultam também que uma parcela maior das famílias com contas em atraso possa quitá-las.
Em relação ao nível de endividamento em comparação ao total de famílias, a pesquisa mostra que o percentual das muito endividadas caiu de 12,1%, em fevereiro, para 11%, em março deste ano. Foi observada pequena diminuição de famílias mais ou menos endividadas e pouco endividadas. O percentual reduziu-se de 24,3% para 24%, e de 26,3% para 26%, respectivamente.
Marianne Hanson confirmou que a maior dificuldade em pagar as dívidas se concentra nas famílias de menor poder aquisitivo. Para o grupo com renda até dez salários mínimos, o percentual subiu de 7,2%, em fevereiro, para 8,6% em março de 2014. Na comparação com março do ano passado, a alta foi 1,6 ponto percentual.
“A gente observou, inclusive, que a queda anual no percentual de famílias com dívidas se deu somente na faixa de renda acima de dez salários mínimos. Essas famílias conseguiram quitar suas dívidas”. Enquanto o percentual de famílias endividadas com renda acima de dez mínimos passou de 57,1%, em março de 2013, para 49,6%, em março deste ano, para as famílias que ganham até dez salários, o percentual subiu, no mesmo comparativo anual, de 61,9% para 63,5%. “As famílias na faixa [de renda] menor continuam mais endividadas do que no ano passado, porque estão com dificuldade de quitar as dívidas, devido ao aumento do custo do crédito”.
O cartão de crédito foi apontado por 74,2% das famílias endividadas como um dos principais tipos de dívida. Seguem-se carnês, para 17,5% dos entrevistados, e financiamento de carro, para 14%.
Fonte Agência Brasil
Fonte Agência Brasil
Relatório da OMS aponta que 7 milhões de mortes em 2012 foram associadas à poluição
Segundo os dados, 80% das mortes associadas à poluição do ar interior devem-se a doenças cardiovasculares, como a cardiopatia isquêmica (40%) e o acidente vascular cerebral (40%)
Cerca de 7 milhões de pessoas morreram em 2012 por exposição à poluição do ar, que se transformou no maior fator de risco ambiental para a saúde no mundo, alerta hoje (25) a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Segundo os novos dados divulgados nesta terça-feira, uma em cada oito mortes naquele ano foi causada pela exposição à poluição do ar, dado que duplica números anteriores e confirma que a poluição do ar é agora o maior fator de risco ambiental para a saúde humana.
Reduzir a poluição do ar poderia salvar milhões de vidas, destaca a OMS em comunicado. “Os riscos da poluição do ar são agora muito maiores do que se pensava, particularmente no que diz respeito a doenças coronárias e acidente vascular cerebral [AVC]”, disse Maria Neira, diretora do Departamento da OMS para a Saúde Pública, Ambiente e Determinantes Sociais da Saúde.
“Poucos fatores de risco têm hoje maior impacto na saúde global do que a poluição do ar; as evidências alertam-nos que é preciso uma ação concertada para limpar o ar que respiramos”, acrescentou.
Segundo as estimativas divulgadas, a poluição do ar interior esteve ligada a 4,3 milhões de mortes em 2012 em lares com fogões a carvão, lenha ou biomassa. A poluição do ar exterior está na origem de 3,7 milhões de mortes em todo o mundo.
Como há muitas pessoas expostas à poluição interior e exterior, a mortalidade associada às duas fontes não pode ser simplesmente adicionada, daí a estimativa de 7 milhões de mortes em 2012.
Os novos dados, adianta a agência da ONU para a saúde, revelam uma ligação mais forte entre exposição à poluição do ar interior e exterior e as doenças cardiovasculares, como o AVC e a cardiopatia isquêmica, assim como a poluição do ar e o câncer. Essas ligações juntam-se ao papel da poluição do ar no desenvolvimento de doenças respiratórias, incluindo infecções agudas e doenças pulmonares obstrutivas crônicas.
As novas estimativas baseiam-se não só em mais conhecimento sobre as doenças causadas pela poluição do ar, mas também em avaliações mais rigorosas da exposição humana aos poluentes, por meio de melhores medições e tecnologias. Essas melhorias permitiram aos cientistas analisar detalhadamente os riscos para a saúde em uma cobertura geográfica mais ampla.
Em termos regionais, os países de baixo e médio rendimento nas regiões do Sudeste Asiático e do Pacífico Ocidental registraram maior número de mortes associadas à poluição do ar, com um total de 3,3 milhões de mortes ligadas à poluição do ar interior e 2,6 milhões de mortes associadas à poluição do ar exterior.
“Limpar o ar que respiramos previne doenças não transmissíveis e reduz as doenças entre as mulheres e os grupos vulneráveis, como as crianças e os idosos”, disse Flavia Bustreo, diretora adjunta da OMS para a Saúde da Família, Mulheres e Crianças, citada no comunicado da OMS.
“As mulheres e as crianças pobres pagam um preço elevado pela poluição do ar interior porque passam mais tempo em casa, respirando fuligens de fogões a carvão e a lenha”, explicou.
Segundo os dados da OMS, 80% das mortes associadas à poluição do ar interior devem-se a doenças cardiovasculares, como a cardiopatia isquêmica (40%) e o acidente vascular cerebral (40%).
A doença pulmonar obstrutiva crónica (Dpoc) é responsável por 11% das mortes ligadas à poluição interior, enquanto o câncer de pulmão (6%) e as infeções respiratórias agudas em crianças (3%) respondem pelo restante.
No que diz respeito à poluição do ar exterior, 34% das mortes devem-se ao AVC, 26% à cardiopatia isquêmica, 22% à Dpoc, 12% a infeções respiratórias agudas em crianças e 6% ao câncer de pulmão.
23 março, 2014
21 março, 2014
Projeto Amigo Solidário
Por Valkiria Santos
ATENÇÃO COMUNIDADE DO JARDIM AMÉRICA/LIBERDADE E PROXIMIDADE :
Estamos nos organizando para implantar o projeto AMIGO SOLIDÁRIO em nossa região. No dia 24/03/2014 às 20 horas, no Salão da Igreja Nossa Senhora da Liberdade, Rua Júlio Mesquita s/n, cidade de Maringá-Pr, teremos uma palestra para aprender as estratégias de funcionamento, com os seguintes órgãos: Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, CONSEG, Guarda-Municipal, Representantes da Prefeitura e da Câmara de Vereadores.
20 março, 2014
Carta dos Bispos do Paraná pede para que organizadores evitem bebidas alcoólicas em festas de igreja
Por Dom Anuar Battisti - Arcebispo de Maringá
Os arcebispos e bispos do Paraná, reunidos em assembleia de 16 a 18 de março, juntamente da Comissão Regional dos Presbíteros, assinaram, unanimemente, um documento referente ao consumo de bebidas alcoólicas em festas de igreja.
O texto, que é endereçado às dezoito dioceses, mais a Eparquia Ucraniana São João Batista, que juntas englobam 830 paróquias e mais de 9.700 comunidades católicas no Estado, pede que se “inicie uma caminhada de conscientização das comunidades, a fim de que sejam evitadas as bebidas alcoólicas nas festas abertas, almoços, jantares e em eventos promovidos pela Igreja Católica”.
“Cuidado com a embriaguez!” (Lc 21,34). Essa citação do evangelho de Lucas, na esteira do documento de Aparecida que convida a abandonar com coragem as estruturas e práticas não evangelizadoras, e ainda impulsionados pelos gestos proféticos do Papa Francisco, serviram de base para o diálogo que levou à redação do texto.
Não se trata de um decreto, nem mesmo de uma proibição, mas os arcebispos, bispos e padres fazem votos de que as festas de igreja sejam voltadas para a sadia convivência das famílias e, cada vez mais, o dízimo seja implantado e desenvolvido nas comunidades.
Leia a nota:
Conselho Episcopal Regional Sul 2 da CNBB
Considerações dos bispos do Regional Sul 2 sobre o consumo de bebidas alcoólicas em festas de Igreja
Os bispos do Paraná, reunidos em Assembleia, desejosos de uma maior fidelidade a Jesus Cristo, como propõe o Papa Francisco para toda a Igreja, depois de amplo diálogo, encaminham aos senhores um pedido: iniciar uma caminhada de conscientização de nossas comunidades, a fim de que sejam evitadas as bebidas alcoólicas nas festas abertas, almoços, jantares e em eventos promovidos pela Igreja.
O povo brasileiro é alegre e gosta de festas. As festas expressam a alegria de estar junto, a amizade e a fraternidade. Em algumas comunidades, a festa se tornou tradição, celebrada há muitos anos. As festas em honra aos padroeiros são urna riqueza imensa!
No entanto, temos visto crescer o consumo de bebidas alcoólicas em nossas festas, que assim se tornam um contra-testemunho, pois, prejudicam irmãos portadores da doença do alcoolismo, envergonham as famílias, mau exemplo para jovens e adolescentes, hoje cada vez mais cedo usuários de álcool.
Estragam o ambiente da festa com palavrões, obscenidades e até violência, tanto que é preciso de polícia em muitos casos.
Há motoristas que saem da festa embriagados, pondo em risco a vida e a imagem pública da Igreja.
O álcool mata! Perguntamos: que espécie de honra prestamos a Deus, ou aos santos Padroeiros, com tais resultados? Algumas dioceses do nosso Estado já assumiram essa decisão, o que vivamente apoiamos.
A experiência das comunidades que decidiram servir bebidas alcoólicas em seus eventos comprova que as festas se tornaram mais familiares e participativas e, com o passar do tempo, inclusive, mostraram-se economicamente mais vantajosas que antes.
O Documento de Aparecida nos convida a abandonar com coragem as estruturas e práticas que não são evangelizadoras. Não é este o caso?
O Evangelho adverte: “Cuidado com a embriaguez!” (Lc 21,34). E São Paulo aos Efésios recomenda: “Não vos embriagueis!” (Ef 5,18)
Em vista disso, os bispos do Paraná, lembram que a Igreja vem incentivando a Pastoral da Sobriedade como caminho para aqueles que lutam contra o alcoolismo.
Não vamos nós, nas festas, contradizer a Palavra de Deus.
Com o apoio da Comissão Regional de Presbíteros fazemos votos de que as festas sejam somente para sadia convivência das famílias e, cada vez mais, o dízimo seja implantado e desenvolvido nas comunidades.
O dízimo é um instrumento bíblico, fraterno e corresponsável, previsto para sustento da vida eclesial e expressão de maturidade da fé cristã.
Que Nossa Senhora do Rocio, Rainha e Padroeira do Paraná, nos torne corajosos para mudarmos, na Igreja, aquilo que só depende de nós.
Curitiba, março de 2014
Assinam os Bispos do Paraná e a Comissão Regional dos Presbíteros
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