19 agosto, 2021
Dia 19 de agosto!
Quatro anos. Esse dia ficou marcado como um dia, que não compreendo mais meu coração estava entristecido na manhã daquele sábado. Por volta das nove horas, pressentimento e não demorou a notícia que foi a mais difícil vivida, com saúde estava, mas veio a falecer, meu irmão. Com o nosso Deus ele esta.
18 agosto, 2021
Saiba o que muda na vida dos servidores públicos e da população se a PEC 32 for aprovada
Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32 da Reforma Administrativa, hoje um ponto de destaque da agenda econômica do governo federal.
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), já afirmou que a proposta deve entrar em votação até o final de agosto no Plenário. A medida foi protocolada pelo Planalto em setembro de 2020, e altera uma série de normas que regem o trabalho no funcionalismo público.
Leia a matéria publicada no site Brasil de Fato
PAPA FRANCISCO - AUDIÊNCIA GERAL
Quarta-feira, 18 de agosto de 2021
Irmãos e irmãs, bom dia!
São Paulo, apaixonado por Jesus Cristo, pois tinha entendido bem o que era a salvação, ensinou-nos que os «filhos da promessa» (Gl 4, 28) – isto é, todos nós, justificados por Jesus Cristo – não estão sob o vínculo da Lei, mas são chamados ao estilo de vida exigente na liberdade do Evangelho. No entanto, a Lei existe. Mas existe de outro modo: a mesma Lei, os Dez Mandamentos, mas de outro modo, pois uma vez que o Senhor Jesus veio ela não pode justificar-se por si mesma. E portanto, na catequese de hoje, gostaria de explicar isto. E perguntemo-nos: qual é, segundo a Carta aos Gálatas, o papel da Lei? No trecho que ouvimos, Paulo diz que a Lei foi como um pedagogo. É uma bonita imagem, a do pedagogo sobre o qual falamos na audiência passada, uma imagem que merece ser compreendida no seu justo significado.
Parece que o Apóstolo sugere que os cristãos dividem a história da salvação em duas, e também a própria história pessoal. São dois os momentos: antes de se tornar crentes em Jesus Cristo e depois de ter recebido a fé. No centro está o acontecimento da morte e ressurreição de Jesus, que Paulo pregou a fim de suscitar a fé no Filho de Deus, fonte da salvação, e somos justificados em Cristo Jesus. Somos justificados pela gratuidade da fé em Cristo Jesus. Por conseguinte, partindo da fé em Cristo, há um “antes” e um “depois” em relação à própria Lei, pois a lei existe, os Mandamentos existem, mas há uma atitude antes da vinda de Jesus e outra depois. A história anterior é determinada pelo facto de estar “sob a Lei”. E quem percorria o caminho da Lei se salvava, era justificado; a história sucessiva – depois da vinda de Jesus – deve ser vivida seguindo o Espírito Santo (cf. Gl 5, 25). É a primeira vez que Paulo usa esta expressão: estar “sob a Lei”. O significado subjacente implica a ideia de uma servidão negativa, típica dos escravos: “estar submetido”. O Apóstolo torna-o explícito, dizendo que quando se está “sob a Lei” é como ser “vigiado” e “preso”, uma espécie de prisão preventiva. Este tempo, diz São Paulo, durou muito – desde Moisés até à vinda de Jesus – e perpetua-se enquanto se vive no pecado.
A relação entre a Lei e o pecado será explicada de uma forma mais sistemática pelo Apóstolo na sua Carta aos Romanos, escrita alguns anos após a Carta aos Gálatas. Em síntese, a Lei leva a definir a transgressão e a tornar as pessoas conscientes do próprio pecado: “Fizeste isto, portanto a Lei – os Dez Mandamentos – diz assim: tu estás no pecado”. Aliás, como ensina a experiência comum, o preceito acaba por estimular a transgressão. Na Carta aos Romanos, escreve: «Quando estávamos na carne, as paixões pecaminosas, fortalecidas pela lei, operavam nos nossos membros e produziam frutos para a morte. Agora, porém, livres da lei, estamos mortos para o que nos sujeitara, de modo que servimos num espírito novo e não segundo uma lei antiquada» (7, 5-6). Porquê? Porque veio a justificação de Jesus Cristo. Paulo expõe a sua visão da Lei: «O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a Lei» (1 Cor 15, 56). Um diálogo: tu estás submetido à Lei, e estás ali com a porta aberta ao pecado.
Neste contexto, a referência ao papel pedagógico desempenhado pela Lei assume o seu pleno sentido. Mas a Lei é o pedagogo, que te leva para onde? Para Jesus. No sistema escolar da antiguidade, o pedagogo não tinha a função que lhe atribuímos hoje, ou seja, dar educação a um jovem ou a uma jovem. Naquela época, ele era um escravo cuja tarefa consistia em acompanhar o filho do dono ao mestre e depois trazê-lo para casa. Desta forma devia protegê-lo do perigo, vigiar para que não se comportasse mal. A sua função era bastante disciplinar. Quando o jovem se tornava adulto, o pedagogo cessava as suas funções. O pedagogo ao qual Paulo se referia não era o professor, mas aquele que o acompanhava à escola, vigiava sobre o menino e depois levava-o para casa.
A referência à Lei, nestes termos, permite que São Paulo esclareça a sua função na história de Israel. A Torá, isto é, a Lei, fora um ato de magnanimidade por parte de Deus para com o seu povo. Depois da eleição de Abraão, outro ato importante foi a Lei: definir o caminho para ir em frente. Certamente tinha funções restritivas, mas ao mesmo tempo protegia o povo, educava-o, disciplinava-o e apoiava-o na sua fraqueza, sobretudo com a proteção face ao paganismo; naqueles tempos, havia muitos comportamentos pagãos. A Torá diz: “Existe um único Deus que nos pôs a caminho”. Um ato de bondade do Senhor. E certamente, como eu já disse, tivera funções restritivas, mas ao mesmo tempo, protegera o povo, educara-o, disciplinara-o, apoiara-o na sua debilidade. É por esta razão que o Apóstolo reflete sucessivamente, descrevendo a fase da menoridade. Diz assim: «Enquanto o herdeiro é menino, em nada difere do servo, ainda que seja senhor de tudo, pois está sob o domínio de tutores e administradores, até ao dia determinado pelo pai. Assim também nós, quando éramos meninos, estávamos subjugados pelos elementos do mundo» (Gl 4, 1-3). Em síntese, a convicção do Apóstolo é que a Lei tem certamente uma função positiva – portanto, como pedagogo, leva em frente – mas é uma função limitada no tempo. A sua duração não pode ser prolongada além, pois está ligada ao amadurecimento das pessoas e à sua escolha de liberdade. Quando se chega à fé, a Lei esgota o seu valor propedêutico e deve dar lugar a outra autoridade. O que isto significa? Que quando acaba a Lei, podemos dizer: “Cremos em Jesus Cristo e fazemos o que nos apetece?”. Não! Os Mandamentos existem, mas não nos justificam. Quem nos justifica é Jesus Cristo. Devemos observar os Mandamentos, mas eles não nos dão a justiça; há a gratuidade de Jesus Cristo, o encontro com Jesus Cristo que nos justifica gratuitamente. O mérito da fé é receber Jesus. O único mérito: abrir o coração. E o que fazemos com os Mandamentos? Devemos observá-los, mas como ajuda para o encontro com Jesus Cristo.
Este ensinamento sobre o valor da lei é muito importante e merece ser considerado cuidadosamente para não cair em equívocos nem dar passos falsos. Far-nos-á bem perguntar-nos se ainda vivemos no período em que precisamos da Lei, ou se estamos bem conscientes de que recebemos a graça de nos tornarmos filhos de Deus para viver no amor. De que maneira vivo? Temendo que se eu não fizer isto, irei para o inferno? Ou vivo também com aquela esperança, com a alegria da gratuidade da salvação em Jesus Cristo? É uma boa pergunta. E também a segunda: desprezo os Mandamentos? Não! Observo-os, mas não como absolutos, pois sei que quem me justifica é Jesus Cristo.
Saudações:
Dirijo uma cordial saudação aos fiéis de língua portuguesa. Queridos irmãos e irmãs, não vos esqueçais que todo o batizado está chamado a viver na liberdade dos filhos de Deus. É o Espírito Santo que vos tornará capazes de viver e testemunhar a vossa fé com alegria e generosidade. Nossa Senhora acompanhe e proteja a vós todos e aos vossos entes queridos!
Resumo da catequese do Santo Padre:
O trecho da Carta aos Gálatas lido no início da Catequese de hoje afirma que, antes que viesse a fé, estávamos encerrados sob a vigilância de uma Lei que exercia a função de um pedagogo (cf. 3, 23-24). Para São Paulo, a história da salvação e a nossa história pessoal se dividem em antes e depois da fé em Cristo, em estar sob a vigilância da lei ou ser guiado pelo Espírito Santo. E, estar sob a vigilância da lei significa estar encerrados, numa espécie de escravidão, cuja raiz é o pecado. Neste sentido, a lei se apresenta como um pedagogo. Este, na antiguidade, era um escravo encarregado de proteger e vigiar um jovem durante o seu processo de educação com um mestre. Tal função disciplinar do pedagogo ajuda a compreender o papel da lei de Moisés que, embora limitada, tinha a missão encaminhar o povo escolhido à uma autoridade superior: Cristo que nos salva, fazendo-nos participar da graça de sermos filhos de Deus.
Fonte: Site A Santa Sé
17 agosto, 2021
Gritos fortes ou mudos
São muitas as mulheres e homens que, com gritos fortes ou mudos, invocam a salvação das suas vidas.
Não se pode viver a vida sem sentir as dores e sofrimentos do povo de Deus.
Campanha da Fraternidade 2020 “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele”. Fraternidade e vida: dom e compromisso.
“A vida é Dom e Compromisso! Seu sentido consiste em ver, solidarizar-se e cuidar”.
A essência da vida é o cuidar, uma vida samaritana, como aquele que interrompeu sua rotina para cuidar de quem estava caído à beira do caminho (Lc 10,25-37).
O sacrifício perdido de duas gerações com a volta do Talibã no Afeganistão: “Foi tudo em vão”
“Estivemos vivendo uma vida livre, não teremos essa vida se o Talibã chegar ao poder...”
“A situação é terrível. O Talibã está por toda parte....”
“Sinto-me como se tivesse perdido tudo”
“Os jovens queriam mudar este país, tínhamos muitos sonhos e planos de futuro, para nós e para o Afeganistão”
“A situação é terrível. O Talibã está por toda parte. Muitos acham que acabamos de perder todos os avanços que tínhamos conseguido nos últimos 20 anos, especialmente para as mulheres. Agora só nos resta sentar e esperar.”
Leia na íntegra a matéria publicada no site El País
Mais de 1.400 vítimas no Haiti. Aproxima-se o tufão 'Grace'
Um alerta amarelo foi emitido na ilha caribenha para a chegada de uma tempestade tropical que poderia complicar muito as operações de resgate no sul da ilha, onde as pessoas estão incessantemente cavando nos escombros para encontrar sobreviventes do terremoto do último sábado. A máquina da solidariedade, para a qual o Papa apelou durante o Angelus, está sendo posta em marcha. A Cáritas internationalis lançou uma grande campanha de arrecadação de fundos.
Ainda está viva a oração coral e depois o apelo de domingo do Papa, que se uniu à Igreja em todo o continente para pedir solidariedade e compromisso em todos os níveis para "aliviar as consequências desta tragédia". Por isso, a Cáritas Internationalis está iniciando uma enorme campanha de captação de recursos, com um fundo de 50.000 euros, que pode ser acessado em www.caritas.org/donate-now/haiti-earthquake-2021/: alimentos, água, barracas, kits de higiene e primeiros socorros são necessários. A situação no país é "caótica, a extensão do desastre ainda não é previsível".
O apelo do Papa Francisco:
"Eu gostaria de expressar minha proximidade àquelas queridas populações que foram duramente atingidas pelo terremoto. Ao elevar minhas orações ao Senhor pelas vítimas, dirijo minha palavra de encorajamento aos sobreviventes, fazendo votos de que se mova na direção deles o interesse partícipe da comunidade internacional: a solidariedade de todos pode aliviar as consequências da tragédia. Rezemos juntos a Nossa Senhora pelo Haiti: Ave Maria...".
Leia a reportagem da Vatian News aqui
16 agosto, 2021
STF age para esvaziar escalada autoritária de Bolsonaro
Em Brasília, há um consenso de que o alto comando das Forças Armadas não vai embarcar em arroubos golpistas. Enquanto isso, o presidente faz gestos opostos para semear a dúvida.
Um comboio improvisado de carros militares, um Congresso que flertou com a volta do voto impresso e com um regime eleitoral adotado no Afeganistão, o Distritão — ambos projetos apoiados pelo Governo. A semana terminou no sábado com o presidente anunciando que pedirá o impeachment de dois ministros da corte, e envolvendo o Senado na decisão...
Leia matéria publicada no site El País
Papa Francisco - Solidariedade para o Haiti
“Nas horas passadas, verificou-se um forte terremoto no Haiti, causando inúmeros mortos, feridos e grandes danos materiais. Gostaria de expressar minha proximidade àquelas queridas populações que foram duramente atingidas pelo terremoto. Ao elevar minhas orações ao Senhor pelas vítimas, dirijo minha palavra de encorajamento aos sobreviventes, na esperança de que a comunidade internacional demonstre um interesse comum por elas e que a solidariedade de todos possa aliviar as consequências da tragédia. Rezemos juntos a Nossa Senhora pelo Haiti: Ave Maria...."
13 agosto, 2021
Vamos juntos ajudar a Diocese de Guajará-Mirim, em Rondônia
Faça sua doação nas celebrações do final de semana ou via PIX, pela chave:
curiamga@gmail.com
08 agosto, 2021
06 agosto, 2021
Transfiguração do Senhor!
"a Transfiguração, sinal concreto do amor de Deus. Uma aparição pascal antecipada, um vislumbre do céu na terra. O Senhor mostra-nos o fim deste percurso, que é a Ressurreição, a beleza, carregando a própria cruz. Portanto, a Transfiguração de Cristo indica-nos a perspectiva cristã do sofrimento. O sofrimento não é um sadomasoquismo, é uma passagem necessária, mas transitória (...) para um ponto luminoso como o rosto de Cristo transfigurado. A festa da Transfiguração do Senhor nos recorda que somos chamados a experimentar o encontro com Cristo para que, iluminados pela sua luz, possamos propagá-la e fazê-la resplandecer em toda a parte como pequenas lâmpadas do Evangelho que transmitem um pouco de amor e de esperança." (Papa Francisco)
03 agosto, 2021
02 agosto, 2021
Quais os sinais de Deus em nossa vida!
Quais os sinais de Deus em nossa vida!
Quantos sinais de Deus que deixamos de enxergar, as vezes optamos por não enxergar e assim não sermos provocados...
Que sinal vamos pedir a Deus.
30 julho, 2021
Com rejeição de 62%, Bolsonaro perderia para Lula, Mandetta, Ciro, Haddad e Doria no segundo turno
Pesquisa da Atlas Político mostra que erros na gestão da pandemia e suspeitas de corrupção na compra da vacina elevaram a reprovação do presidente. Vantagem do petista cresce e governador de São Paulo aparece por primeira vez com chances de vencê-lo.
Leia a reportagem publicada em EL PAÍS
Aprecio minha companhia!
Solidão
Gosto de estar sozinha
gosto deste silêncio
repleto de palavras
de versos e rimas...
Aprecio minha companhia
e transformo a solidão
em doce poesia...
(Karla Leopoldino)
'Os nossos irmãos e irmãs mais pobres e a nossa mãe terra gemem pelos danos e injustiças'
O nosso amado papa Francisco quer que não esqueçamos que "os nossos irmãos e irmãs mais pobres e a nossa mãe terra gemem pelos danos e injustiças que causamos e reclamam outro rumo.
Reclamam de nós uma conversão, uma mudança de rumo: cuidar também da terra, da criação. (Audiência Geral 16 de setembro de 2020).
A isto se segue uma oração que, em certo sentido, amplia uma passagem do Pai Nosso: "Pai, faz com que para nós e para todos, hoje, haja o pão necessário”.
E “pão” significa água, medicamentos, casa, trabalho... Pedir o necessário para viver". (Audiência geral 27 de março de 2019.
Reclamam de nós uma conversão, uma mudança de rumo: cuidar também da terra, da criação. (Audiência Geral 16 de setembro de 2020).
A isto se segue uma oração que, em certo sentido, amplia uma passagem do Pai Nosso: "Pai, faz com que para nós e para todos, hoje, haja o pão necessário”.
E “pão” significa água, medicamentos, casa, trabalho... Pedir o necessário para viver". (Audiência geral 27 de março de 2019.
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