25 junho, 2013

Comitê CONTRA a Redução da Maioridade Penal

É muito bom e gratificante perceber que uma grande parcela da população brasileira está atenta ao que acontece com o país, que a rua voltou a ser lugar de pautar a política em nosso país, mas nós que nunca estivemos deitados em berço esplêndido temos uma tarefa para terminar: o combate à Redução da Maioridade Penal.
O Comitê CONTRA a Redução da Maioridade Penal lhe convida para mais uma atividade, a pauta principal é a criação de uma agenda de eventos e ações que desenvolverão com a finalidade de esclarecer a população de Maringá sobre a posição deste Comitê.
“ A Redução da Maioridade Penal é uma pauta estratégica para o desenvolvimento da sociedade brasileira, mas somente aqueles que não se preocupam com o desenvolvimento humano, são favoráveis a Redução da Maioridade Penal.”

Comitê CONTRA a Redução da Maioridade Penal
Dia 26 de junho, às 19:30 horas
PUC Maringá, campus do Novo Centro

Compõe o Comitê: ARAS/Cáritas, Centro Educacional Marista, Centro de Referência Socio-educativo, Conselho Tutelar Zona Norte, Conselho tutelar ZOna Sul, CUT, Fórum DCA, Grêmio Estudantil IEEM, JPT, MNDH-PR, Ministério Público, PCA-UEM, PJ, UJS e UMES.

Curso gratuito: Técnico em Farmácia - inscrições terminam nesta sexta feira


4º Encontrão Arquidiocesano das CEBs _ Arquidiocese de Maringá

24 junho, 2013

A mídia comanda o boca a boca digital - governo e partidos estão fora

A MÍDIA COMANDA O BOCA A BOCA DIGITAL. GOVERNO E PARTIDOS ESTÃO FORA.

‘Há, nesse momento, uma direção política, sim, conduzindo os protestos. E essa condução é dada pela grande mídia. Foi ela quem "capturou" a agenda e fez transitar a pauta principal dos protestos da luta pela redução das passagens à luta abstrata contra a corrupção. A ação política da mídia lançou nas bocas - e nos cartazes - dos manifestantes a PEC 37, cujo conteúdo quase ninguém conhecia até poucos dias. E não há motivos para ilusões: trata-se de um processo organizado. (...) movimentos e organizações que estavam na origem dos atos já identificaram, inclusive, a criação de ‘eventos' no facebook em seus nomes por pessoas completamente estranhas à suas estruturas. Os telejornais selecionam em suas edições cartazes e depoimentos que se referem, exclusivamente, ao tema da corrupção. Uma pesquisa realizada pela Universidade Oxford e publicada no "Scientific Reports", em 2011, analisou os mecanismos por trás das mobilizações políticas realizadas nas redes sociais. A  pesquisa observou que as pessoas recebiam uma quantidade enorme de mensagens, num curto espaço de tempo, gerando uma sensação de urgência, que as levava a aderir aos atos de forma explosiva, num movimento em cascata. É um verdadeiro boca a boca digital. A aprovação dos atos está se contagiando rapidamente (pesquisas já indicam quase 90% de apoio) e a experiência de aprovação de um contagia outros com uma velocidade impressionante. Estima-se que a cada minuto 600 pessoas tenham sido convidadas para o ato em São Paulo na última semana. E o problema é que a mídia é quem está compartilhando e canalizando o sentimento das pessoas. Governos e partidos não,'  (Vinicius Wu; secretário geral do RS e coordenador do Gabinete Digital).

(Carta Maior;2ª feira,24/06/2013)

A tarefa mais urgente: conversar sobre o Brasil


Fonte: Carta Maior

A democracia deve ser exercida ali onde está o poder.

Não há nada mais precioso na vida de uma Nação do que o momento em que o poder se define nas ruas.

Assegurar que ele seja um poder democrático é a tarefa mais urgente no Brasil nesse momento. 

As forças progressistas, preocupadas com os rumos das legítimas manifestações de massa em todo o país, tem uma tarefa simples, prática, urgente e incontornável.

Reunir-se em todos os fóruns possíveis para exercer a democracia dando-lhe um conteúdo propositivo.

Conversar sobre o Brasil. 

Entender o momento vivido pelo Brasil. 

Formular e reforçar linhas de passagem entre o país que já temos e aquele que queremos ter.

Que temos o direito de ter.

Não há tarefa mais importante na luta pelo desenvolvimento do que criar valores. 

Não propriamente aqueles negociados em Bolsa.

Mas valores que coloquem a economia e os recursos a serviço da sociedade. 

Como bem disse a Presidenta Dilma em seu discurso de 6ª feira, ‘Precisamos oxigenar o nosso sistema político. É a cidadania , e não o poder econômico, quem deve ser ouvido em primeiro lugar". 

É crucial dar organicidade a esse princípio.

Os valores que vão ordenar a travessia para o novo ciclo de desenvolvimento estão sendo sedimentados nos dias que correm.

As forças progressistas devem participar ativamente da carpintaria dessa moldura histórica.

Como?

Organizando-se para ir às ruas.

Reunindo-se previamente para conversar sobre o Brasil.


Em núcleos de base dos partidos, nos diretórios, sindicatos, associações de moradores, nos locais de trabalho, nos círculos de vizinhança, nas escolas, nos condomínios, com a turma do futebol ou a do facebook.


Fóruns já existentes, mas enferrujados, devem ser ativados; outros novos precisam ser criados.

O anseio por mais democracia revelado nos últimos dias não pode ser desperdiçado.

Não deve ser sufocado. 

Nem desvirtuado. 

Quem entorpece o discernimento social tangendo justas aspirações para o terreno pantanoso do apartidarismo totalitário, conspira contra a democracia, falando em nome dela.

A mobilização progressista exige referencias aglutinadoras.

Elas estão igualmente em curso.

Nos últimos dias, em diferentes pontos do país, os encontros se multiplicam.

Na 6ª feira, por exemplo, cerca de 800 pessoas, representando 80 entidades reuniram-se no Sindicato dos Químicos em São Paulo, à convite do MST.

Em pauta: mobilizar um milhão de pessoas em São Paulo, em defesa de um Brasil onde a democracia participativa paute o destino da sociedade e o futuro da economia.

Neste sábado, na Casa da Cidade, em SP, mais de 200 intelectuais, sindicalistas, integrantes do PSOL,PSTU, PT etc reuniram-se com o mesmo espírito.

São apenas dois exemplos. E eles não podem ser mais que dois, entre centenas, nos próximos dias.

23 junho, 2013

Oito dicas pra não pagar mico em tempos de Manifestações:

Do facebook


Copiei de Paulo Vitor 

Oito dicas pra não pagar mico em tempos de Manifestações:

1- Não compartilhe o vídeo dos atores da Globo contra Belo Monte. Esse vídeo de 2011 está cheio de informações falsas. Inclusive alguns atores que gravaram o vídeo se arrependeram depois de descobrir que o que eles disseram não era bem assim.

2- Não diga que foram gastos 30 bilhões em estádios. Na verdade, foram gastos 7 bilhões, que é coisa pra caramba. Desses 7 bilhões, grande parte é emprestado pelo governo federal, mas a maior fatia será paga pela iniciativa privada. Os outros 23 bilhões foram investimentos em infraestrutura, transporte e aeroportos. Inclusive, o investimento em transporte é uma das reivindicações dos protestos.

3- Nunca peça pro governo gastar com saúde o mesmo que se gastou com estádio de futebol. Nos 7 anos de preparação para a Copa, foram gastos aproximadamente 7 bilhões com estádios. Neste mesmo período, foram gastos mais de 500 bilhões com saúde. Então se vc fizer isso, na prática vc ta pedindo pra reduzir consideravelmente os gastos com saúde. Gastos com saúde nunca são demais. Então cuidado pra não pedir a coisa errada.

4- Não peça um presidente pra garantir que algum político seja preso. Isso é papel do poder Judiciário. O manifesto deve ser endereçado a este poder.

5- Não peça um presidente pra impedir a votação de uma lei ou PEC. Isso é prerrogativa do Congresso. O manifesto deve ser endereçado aos parlamentares.

6- Não peça um presidente pra cassar o mandato de algum deputado ou senador. Isso é papel das casas legislativas. Está escrito no artigo 55 da Constituição Federal.

7- Nunca peça pra fechar o Congresso e acabar com os partidos. O último presidente que fez isso foi um Marechal. Tal ato aconteceu em 1968 e foi nada menos do que o temido AI-5 da ditadura.

8- Não compartilhe aquelas informações falsas sobre o auxílio reclusão. O auxílio reclusão é um benefício pago à família do detento que contribuiu com o INSS, logo ele está recebendo um valor pelo qual já pagou anteriormente. O detento deve ser punido, não sua família.

Grupos de periferia se articulam em São Paulo para defender democracia e Dilma

Os participantes discutiram sobre a presença de grupos com símbolos associados ao nazismo e ao fascismo no ato da última quinta-feira, quando milhares de pessoas se reuniram na Avenida Paulista pedindo, entre outras pautas associadas ao conservadorismo, o fim dos partidos e dos governos. Para a frente periférica, isso, associado a palavras de ordem como “Fora Dilma”,  sinalizou a intenção desses grupos de usar formas não democráticas para atingir seus objetivos. No ato, bandeiras de legendas políticas e da Uneafro foram queimadas e militantes ficaram feridos.
Para a frente periférica, é preciso reafirmar os preceitos da esquerda e formular uma pauta de reivindicações unificada e objetiva que contemple as demandas das regiões mais pobres da cidade, além de não permitir que grupos de direita usem a população como massa de manobra.
“Não é uma luta qualquer. É luta de classes. A gente fala tanta coisa, escreve tanta coisa. Tanta gente cita o Che Guevara, agora o Mariguella. Chegou o dia”, avaliou. Vaz acredita que o fortalecimento do conservadorismo afeta diretamente a periferia. “Normalmente sobra para a gente. Mas as balas aqui não vão ser de borracha”, afirmou. Leia na íntegra

21 junho, 2013

Pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff

Em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, a presidenta república, Dilma Rousseff, falou há pouco à nação sobre as manifestações que ocorrem em todo o país. "Os manifestantes têm o direito e a liberdade de questionar e criticar tudo, de propor e exigir mudanças, de lutar por mais qualidade de vida, de defender com paixão suas ideias e propostas, mas precisam fazer isso de forma pacífica e ordeira", assegurou. 
Confira a íntegra do discurso:

Foi por justiça

Foi por justiça que a bancada do Partido dos Trabalhadores escolheu o vereador Humberto Henrique para compor a comissão parlamentar de inquérito (CPI), que vai investigar a concessão do serviço público de transporte coletivo da cidade de Maringá no Paraná. A forma como o Humberto vem atuando em todos os momentos e situações e sua luta incansável a mais de oito anos por essa CPI, não poderia ser diferente. Que o "gigante" não adormeça nem antes e nem depois da CPI.

Que o “gigante” que por tanto tempo dormiu e que bom que acordou não volte a adormecer

Que o “gigante” que por tanto tempo dormiu e que bom que acordou não volte a adormecer e siga o exemplo, o testemunho incansável de mulheres e homens de todas as idades, que por tantas vezes pelas praças, ruas, becos,..., por todos os cantos gritavam e gritam por justiça no campo e na cidade e foram e são incompreendidos e rejeitados, mas estão aí, não abandonaram e não abandonam a luta. Mas é preciso ficar atento, manifestações tem uma força enorme, mas não têm como fazer todos os dias. A partilha dos deveres no dia a dia é transformadora, mobiliza muito mais.






Os bispos manifestam "solidariedade e apoio às manifestações, desde que pacíficas, que têm levado às ruas gente de todas as idades, sobretudo os jovens"

Leia a Nota:
Ouvir o clamor que vem das ruas
Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunidos em Brasília de 19 a 21 de junho, declaramos nossa solidariedade e apoio às manifestações, desde que pacíficas, que têm levado às ruas gente de todas as idades, sobretudo os jovens. Trata-se de um fenômeno que envolve o povo brasileiro e o desperta para uma nova consciência. Requerem atenção e discernimento a fim de que se identifiquem seus valores e limites, sempre em vista à construção da sociedade justa e fraterna que almejamos.
Nascidas de maneira livre e espontânea a partir das redes sociais, as mobilizações questionam a todos nós e atestam que não é possível mais viver num país com tanta desigualdade. Sustentam-se na justa e necessária reivindicação de políticas públicas para todos. Gritam contra a corrupção, a impunidade e a falta de transparência na gestão pública. Denunciam a violência contra a juventude. São, ao mesmo tempo, testemunho de que a solução dos problemas por que passa o povo brasileiro só será possível com participação de todos. Fazem, assim, renascer a esperança quando gritam: “O Gigante acordou!”
Numa sociedade em que as pessoas têm o seu direito negado sobre a condução da própria vida, a presença do povo nas ruas testemunha que é na prática de valores como a solidariedade e o serviço gratuito ao outro que encontramos o sentido do existir. A indiferença e o conformismo levam as pessoas, especialmente os jovens, a desistirem da vida e se constituem em obstáculo à transformação das estruturas que ferem de morte a dignidade humana. As manifestações destes dias mostram que os brasileiros não estão dormindo em “berço esplêndido”.
O direito democrático a manifestações como estas deve ser sempre garantido pelo Estado. De todos espera-se o respeito à paz e à ordem. Nada justifica a violência, a destruição do patrimônio público e privado, o desrespeito e a agressão a pessoas e instituições, o cerceamento à liberdade de ir e vir, de pensar e agir diferente, que devem ser repudiados com veemência. Quando isso ocorre, negam-se os valores inerentes às manifestações, instalando-se uma incoerência corrosiva que leva ao descrédito.
Sejam estas manifestações fortalecimento da participação popular nos destinos de nosso país e prenúncio de novos tempos para todos. Que o clamor do povo seja ouvido!
Sobre todos invocamos a proteção de Nossa Senhora Aparecida e a bênção de Deus, que é justo e santo.
Brasília, 21 de junho de 2013
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB
Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís
Vice-presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

Não poderia ter escolha melhor

Humberto Henrique é o vereador escolhido pela bancada do Partido dos Trabalhadores para compor a comissão parlamentar de inquérito (CPI) que vai investigar a concessão do serviço público de transporte coletivo da cidade de Maringá no Paraná. Serão cinco vereadores que irão compor a comissão.
Atendendo o clamor que veio da rua, pela gigantesca manifestação popular, a comissão deverá respeitar a proporcionalidade das legendas que compõem a atual legislatura. Após o início dos trabalhos, a CPI terá 90 dias para fazer as investigações. Se necessário, o prazo poderá ser prorrogado.

Que o protesto se estenda até a alta taxa de esgoto cobrada pela Sanepar

Do site do Rigon
Leitor-cidadão maringaense aproveita a deixa e sugere que, além do transporte coletivo, o protesto se estenda até a alta taxa de esgoto cobrada pela Sanepar. “Eu me sinto lesado. São 80% sobre a taxa da água, isso é um absurdo. O outro é termos que pagar o consumo que eles exigem, de 10 mil litros. Eu gasto 5 mil litros e tenho que pagar por 10 mil. Vamos juntos brigar por mais nossos direitos vamos por a boca no trobone. Vamos lutar por um Brasil mais digno”.
Já o ex-vereador Adorno Reis defende que se proteste nas ruas contra o preço cobrado em alguns trechos de pedágio que pouco oferecem em troca, caso, sustenta, de Maringá-Paranavaí. Ele defende o valor de R$ 2,00.

20 junho, 2013

Para refletir


Vereadores de Maringá sobre pressão popular aprovam CPI do Transporte Coletivo

Hoje, na sessão ordinária itinerante da Câmara de Vereadores da cidade de Maringá, realizado na Paróquia Santo Antonio, sobre pressão popular, por unanimidade os vereadores aprovam a CPI do Transporte Coletivo.

Parabéns dom Anuar Battisti pelos 15 anos de ordenação episcopal


Que o nosso Deus amigo e companheiro, o abençoe, para que possa com bispo ser sinal de esperança e de amor, amando a nós e sendo amado por nós.

19 junho, 2013

Não é verdade que a passagem baixou em Maringá

Do site do Rigon
…que a passagem baixou em Maringá. Ao contrário do que está sendo divulgado, a passagem, no cartão, subiu de R$ 2,50 para R$ 2,55, apesar de todas as isenções concedidas pelos governos estadual e federal, e do ISS. Em dois anos teve um aumento de superior à inflação, subindo de R$ 2,20 para os atuais R$ 2,55. Considerando que o Rio e São Paulo voltaram ao preço anterior, em Maringá pode baixar, tranquilamente, para os anteriores R$ 2,50, sem prejuízo da integração meia boca com Paiçandu e Sarandi. Esta é a verdade. Vamos negociar com o prefeito.
Akino Maringá, colaborador

Corte de impostos federais permite queda de até 7,23% na tarifa de ônibus

 O governo federal fez neste ano e em 2012 uma redução de impostos das empresas de transporte coletivo que permite queda de até 7,23% no valor da tarifa de ônibus urbano. O corte de tributos anunciado pelo governo possibilita que os preços das passagens caiam em algumas grandes cidades ou tenham reajuste menor em outras localidades.
Em 31 de maio, o governo encaminhou ao Congresso Nacional a Medida Provisória nº 617, que isenta de PIS/Cofins os serviços de transporte coletivo rodoviário, metroviário e ferroviário. Segundo dados do Ministério da Fazenda, tal desoneração tem um impacto de 3,65% sobre o valor do faturamento das empresas. Isso quer dizer que deixou de incidir sobre o valor da passagem do transporte coletivo 3,65%.
Em 17 de agosto de 2012, a presidenta Dilma Rousseff sancionou o Projeto de Lei de Conversão 18/2012 (MP 563), desonerando a folha de pagamento das empresas de transporte coletivo rodoviário. A medida passou a vigorar a partir de janeiro de 2013. Agora, em 15 de julho de 2103, o governo enviou ao Congresso Nacional, através da MP 612, a desoneração da folha de pagamento para o transporte coletivo metroviário.
A redução de 20% sobre a folha de pagamento das empresas de transporte coletivo rodoviário equivale a 5,58% do faturamento. Subtraindo deste percentual o recolhimento de 2% de tributo sobre o faturamento das empresas, chega-se a um impacto de 3,58% de redução sobre as tarifas.
Confira o impacto da desoneração de impostos nas tarifas de ônibus urbano:
clique na imagem acima para visualizá-la em tamanho maio
Fonte: Ministério da Fazenda


É isso. Quem acha que no Brasil nunca houve lutas e movimentos sociais se engana. 
Não engula qualquer papinho.
Alguém lembra do massacre de Eldorado dos Carajás?! Muito poucos. E pq será? Pensem!
"O chamado massacre de Eldorado dos Carajás ocorreu durante o conflito de 17 de abril de 1996 em Eldorado dos Carajás, no sul do Pará. Dezenove sem-terra foram assassinados pela Polícia Militar. O confronto ocorreu quando 1.500 sem-terra que estavam acampados na região decidiram fazer uma marcha em protesto contra a demora da desapropriação de terras, principalmente as da Fazenda Macaxeira. A Polícia Militar foi encarregada de tirá-los do local, pois estavam obstruindo a rodovia PA-150, que liga Belém ao Sul do Pará. . .A ordem partiu do Secretário de Segurança do Pará, Paulo Sette Câmara, que declarou, depois do ocorrido, que autorizara "usar a força necessária, inclusive atirar". De acordo com os sem-terra ouvidos pela imprensa na época, os policiais chegaram jogando bombas de gás lacrimogêneo. Os sem-terra revidaram com paus e pedras. A polícia, então, partiu para uma ação mais violenta e atirou. 19 pessoas morreram na hora, outras duas morreram anos depois, vítimas das seqüelas e outras 67 ficaram feridas e mutiladas para o resto da vida. . .Segundo o legista Nélson Massini, que fez a perícia dos corpos, pelo menos 10 sem-terra foram executados. Sete lavradores foram mortos por instrumentos cortantes, como foices e facões."
fonte do texto: http://imagenshumanas.photoshelter.com/image/I0000AsFvaOL6c_M


Fonte: Facebook de Sílvio Cadena

PUCPR aplica provas do Vestibular de Inverno neste domingo

PUCPR aplica provas do Vestibular de Inverno neste domingo (23), das 14 às 18h
Portas de acesso aos prédios onde o exame será realizado fecham 20 minutos antes do início da aplicação, às 13h40
As provas do Vestibular de Inverno 2013 da PUCPR serão realizadas neste domingo, dia 23 de junho, das 14h às 18h, nos Câmpus Curitiba, Londrina, Maringá e Toledo. As portas de acesso aos prédios onde o exame será realizado fecham 20 minutos antes do início da aplicação, às 13h40. A Universidade recomenda que os candidatos cheguem aos locais de prova com uma hora de antecedência.
O cartão resposta e a redação devem ser preenchidos com caneta esferográfica de ponta grossa e tinta preta ou azul. Os vestibulandos deverão resolver 50 questões divididas nas seguintes disciplinas: História, Matemática, Biologia, Química, Filosofia, Língua Portuguesa, Literatura Brasileira, Língua Estrangeira, Física e Geografia. Também deverão elaborar uma redação com no mínimo 20 e no máximo 25 linhas.