26 junho, 2013

Vereador Humberto Henrique (PT) eleito relator da Comissão Parlamentar de Inquérito do Transporte Coletivo

O vereador Luciano Brito (PSB), vice-presidente do Legislativo, foi eleito presidente e o vereador Humberto Henrique (PT) relator da Comissão Parlamentar de Inquérito do Transporte Coletivo na tarde desta quarta-feira. A sessão foi inicialmente presidida pelo vereador Ulisses Maia (PP), presidente do Legislativo, que instalou oficialmente a CPI. Brito e Henrique foram eleitos com cinco votos cada. Os integrantes da CPI decidiram que as reuniões serão realizadas às segundas-feiras, às 15h, no Plenário Vereador Ulisses Bruder e serão abertas à comunidade. Márcia Socreppa (PSDB) falou da satisfação de participar da CPI e ressaltou a busca pelo bem de toda a comunidade. Chico Caiana (PTB) disse que o trabalho será árduo e que o principal objetivo é oferecer à população um transporte com preço justo e qualidade. Capitão Ideval (PMN) destacou a satisfação e alegria de fazer parte de uma CPI que não medirá esforços para beneficiar a população. Humberto Henrique (PT) explicou que a CPI irá analisar os custos que compõem a tarifa e para isso serão necessários vários documentos tanto da prefeitura como da empresa Transporte Coletivo Cidade Canção, que opera o serviço, para que se possa analisar se há irregularidades. Luciano Brito (PSB), na função de presidente, solicitou que tanto a prefeitura como a concessionária sejam informadas da instalação da CPI e também apresentou requerimento, que foi aprovado pelos vereadores, pedindo o envio de vários documentos. Os vereadores Mário Verri (PT), Carlos Mariucci (PT) e Luiz Pereira (PTC) acompanharam a reunião. Além dos vereadores cerca de 20 pessoas, lideranças dos movimentos, assistiram ao início dos trabalhos da CPI. (Assessoria CMM)

25 junho, 2013

Comitê CONTRA a Redução da Maioridade Penal

É muito bom e gratificante perceber que uma grande parcela da população brasileira está atenta ao que acontece com o país, que a rua voltou a ser lugar de pautar a política em nosso país, mas nós que nunca estivemos deitados em berço esplêndido temos uma tarefa para terminar: o combate à Redução da Maioridade Penal.
O Comitê CONTRA a Redução da Maioridade Penal lhe convida para mais uma atividade, a pauta principal é a criação de uma agenda de eventos e ações que desenvolverão com a finalidade de esclarecer a população de Maringá sobre a posição deste Comitê.
“ A Redução da Maioridade Penal é uma pauta estratégica para o desenvolvimento da sociedade brasileira, mas somente aqueles que não se preocupam com o desenvolvimento humano, são favoráveis a Redução da Maioridade Penal.”

Comitê CONTRA a Redução da Maioridade Penal
Dia 26 de junho, às 19:30 horas
PUC Maringá, campus do Novo Centro

Compõe o Comitê: ARAS/Cáritas, Centro Educacional Marista, Centro de Referência Socio-educativo, Conselho Tutelar Zona Norte, Conselho tutelar ZOna Sul, CUT, Fórum DCA, Grêmio Estudantil IEEM, JPT, MNDH-PR, Ministério Público, PCA-UEM, PJ, UJS e UMES.

Curso gratuito: Técnico em Farmácia - inscrições terminam nesta sexta feira


4º Encontrão Arquidiocesano das CEBs _ Arquidiocese de Maringá

24 junho, 2013

A mídia comanda o boca a boca digital - governo e partidos estão fora

A MÍDIA COMANDA O BOCA A BOCA DIGITAL. GOVERNO E PARTIDOS ESTÃO FORA.

‘Há, nesse momento, uma direção política, sim, conduzindo os protestos. E essa condução é dada pela grande mídia. Foi ela quem "capturou" a agenda e fez transitar a pauta principal dos protestos da luta pela redução das passagens à luta abstrata contra a corrupção. A ação política da mídia lançou nas bocas - e nos cartazes - dos manifestantes a PEC 37, cujo conteúdo quase ninguém conhecia até poucos dias. E não há motivos para ilusões: trata-se de um processo organizado. (...) movimentos e organizações que estavam na origem dos atos já identificaram, inclusive, a criação de ‘eventos' no facebook em seus nomes por pessoas completamente estranhas à suas estruturas. Os telejornais selecionam em suas edições cartazes e depoimentos que se referem, exclusivamente, ao tema da corrupção. Uma pesquisa realizada pela Universidade Oxford e publicada no "Scientific Reports", em 2011, analisou os mecanismos por trás das mobilizações políticas realizadas nas redes sociais. A  pesquisa observou que as pessoas recebiam uma quantidade enorme de mensagens, num curto espaço de tempo, gerando uma sensação de urgência, que as levava a aderir aos atos de forma explosiva, num movimento em cascata. É um verdadeiro boca a boca digital. A aprovação dos atos está se contagiando rapidamente (pesquisas já indicam quase 90% de apoio) e a experiência de aprovação de um contagia outros com uma velocidade impressionante. Estima-se que a cada minuto 600 pessoas tenham sido convidadas para o ato em São Paulo na última semana. E o problema é que a mídia é quem está compartilhando e canalizando o sentimento das pessoas. Governos e partidos não,'  (Vinicius Wu; secretário geral do RS e coordenador do Gabinete Digital).

(Carta Maior;2ª feira,24/06/2013)

A tarefa mais urgente: conversar sobre o Brasil


Fonte: Carta Maior

A democracia deve ser exercida ali onde está o poder.

Não há nada mais precioso na vida de uma Nação do que o momento em que o poder se define nas ruas.

Assegurar que ele seja um poder democrático é a tarefa mais urgente no Brasil nesse momento. 

As forças progressistas, preocupadas com os rumos das legítimas manifestações de massa em todo o país, tem uma tarefa simples, prática, urgente e incontornável.

Reunir-se em todos os fóruns possíveis para exercer a democracia dando-lhe um conteúdo propositivo.

Conversar sobre o Brasil. 

Entender o momento vivido pelo Brasil. 

Formular e reforçar linhas de passagem entre o país que já temos e aquele que queremos ter.

Que temos o direito de ter.

Não há tarefa mais importante na luta pelo desenvolvimento do que criar valores. 

Não propriamente aqueles negociados em Bolsa.

Mas valores que coloquem a economia e os recursos a serviço da sociedade. 

Como bem disse a Presidenta Dilma em seu discurso de 6ª feira, ‘Precisamos oxigenar o nosso sistema político. É a cidadania , e não o poder econômico, quem deve ser ouvido em primeiro lugar". 

É crucial dar organicidade a esse princípio.

Os valores que vão ordenar a travessia para o novo ciclo de desenvolvimento estão sendo sedimentados nos dias que correm.

As forças progressistas devem participar ativamente da carpintaria dessa moldura histórica.

Como?

Organizando-se para ir às ruas.

Reunindo-se previamente para conversar sobre o Brasil.


Em núcleos de base dos partidos, nos diretórios, sindicatos, associações de moradores, nos locais de trabalho, nos círculos de vizinhança, nas escolas, nos condomínios, com a turma do futebol ou a do facebook.


Fóruns já existentes, mas enferrujados, devem ser ativados; outros novos precisam ser criados.

O anseio por mais democracia revelado nos últimos dias não pode ser desperdiçado.

Não deve ser sufocado. 

Nem desvirtuado. 

Quem entorpece o discernimento social tangendo justas aspirações para o terreno pantanoso do apartidarismo totalitário, conspira contra a democracia, falando em nome dela.

A mobilização progressista exige referencias aglutinadoras.

Elas estão igualmente em curso.

Nos últimos dias, em diferentes pontos do país, os encontros se multiplicam.

Na 6ª feira, por exemplo, cerca de 800 pessoas, representando 80 entidades reuniram-se no Sindicato dos Químicos em São Paulo, à convite do MST.

Em pauta: mobilizar um milhão de pessoas em São Paulo, em defesa de um Brasil onde a democracia participativa paute o destino da sociedade e o futuro da economia.

Neste sábado, na Casa da Cidade, em SP, mais de 200 intelectuais, sindicalistas, integrantes do PSOL,PSTU, PT etc reuniram-se com o mesmo espírito.

São apenas dois exemplos. E eles não podem ser mais que dois, entre centenas, nos próximos dias.

23 junho, 2013

Oito dicas pra não pagar mico em tempos de Manifestações:

Do facebook


Copiei de Paulo Vitor 

Oito dicas pra não pagar mico em tempos de Manifestações:

1- Não compartilhe o vídeo dos atores da Globo contra Belo Monte. Esse vídeo de 2011 está cheio de informações falsas. Inclusive alguns atores que gravaram o vídeo se arrependeram depois de descobrir que o que eles disseram não era bem assim.

2- Não diga que foram gastos 30 bilhões em estádios. Na verdade, foram gastos 7 bilhões, que é coisa pra caramba. Desses 7 bilhões, grande parte é emprestado pelo governo federal, mas a maior fatia será paga pela iniciativa privada. Os outros 23 bilhões foram investimentos em infraestrutura, transporte e aeroportos. Inclusive, o investimento em transporte é uma das reivindicações dos protestos.

3- Nunca peça pro governo gastar com saúde o mesmo que se gastou com estádio de futebol. Nos 7 anos de preparação para a Copa, foram gastos aproximadamente 7 bilhões com estádios. Neste mesmo período, foram gastos mais de 500 bilhões com saúde. Então se vc fizer isso, na prática vc ta pedindo pra reduzir consideravelmente os gastos com saúde. Gastos com saúde nunca são demais. Então cuidado pra não pedir a coisa errada.

4- Não peça um presidente pra garantir que algum político seja preso. Isso é papel do poder Judiciário. O manifesto deve ser endereçado a este poder.

5- Não peça um presidente pra impedir a votação de uma lei ou PEC. Isso é prerrogativa do Congresso. O manifesto deve ser endereçado aos parlamentares.

6- Não peça um presidente pra cassar o mandato de algum deputado ou senador. Isso é papel das casas legislativas. Está escrito no artigo 55 da Constituição Federal.

7- Nunca peça pra fechar o Congresso e acabar com os partidos. O último presidente que fez isso foi um Marechal. Tal ato aconteceu em 1968 e foi nada menos do que o temido AI-5 da ditadura.

8- Não compartilhe aquelas informações falsas sobre o auxílio reclusão. O auxílio reclusão é um benefício pago à família do detento que contribuiu com o INSS, logo ele está recebendo um valor pelo qual já pagou anteriormente. O detento deve ser punido, não sua família.

Grupos de periferia se articulam em São Paulo para defender democracia e Dilma

Os participantes discutiram sobre a presença de grupos com símbolos associados ao nazismo e ao fascismo no ato da última quinta-feira, quando milhares de pessoas se reuniram na Avenida Paulista pedindo, entre outras pautas associadas ao conservadorismo, o fim dos partidos e dos governos. Para a frente periférica, isso, associado a palavras de ordem como “Fora Dilma”,  sinalizou a intenção desses grupos de usar formas não democráticas para atingir seus objetivos. No ato, bandeiras de legendas políticas e da Uneafro foram queimadas e militantes ficaram feridos.
Para a frente periférica, é preciso reafirmar os preceitos da esquerda e formular uma pauta de reivindicações unificada e objetiva que contemple as demandas das regiões mais pobres da cidade, além de não permitir que grupos de direita usem a população como massa de manobra.
“Não é uma luta qualquer. É luta de classes. A gente fala tanta coisa, escreve tanta coisa. Tanta gente cita o Che Guevara, agora o Mariguella. Chegou o dia”, avaliou. Vaz acredita que o fortalecimento do conservadorismo afeta diretamente a periferia. “Normalmente sobra para a gente. Mas as balas aqui não vão ser de borracha”, afirmou. Leia na íntegra

21 junho, 2013

Pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff

Em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, a presidenta república, Dilma Rousseff, falou há pouco à nação sobre as manifestações que ocorrem em todo o país. "Os manifestantes têm o direito e a liberdade de questionar e criticar tudo, de propor e exigir mudanças, de lutar por mais qualidade de vida, de defender com paixão suas ideias e propostas, mas precisam fazer isso de forma pacífica e ordeira", assegurou. 
Confira a íntegra do discurso:

Foi por justiça

Foi por justiça que a bancada do Partido dos Trabalhadores escolheu o vereador Humberto Henrique para compor a comissão parlamentar de inquérito (CPI), que vai investigar a concessão do serviço público de transporte coletivo da cidade de Maringá no Paraná. A forma como o Humberto vem atuando em todos os momentos e situações e sua luta incansável a mais de oito anos por essa CPI, não poderia ser diferente. Que o "gigante" não adormeça nem antes e nem depois da CPI.

Que o “gigante” que por tanto tempo dormiu e que bom que acordou não volte a adormecer

Que o “gigante” que por tanto tempo dormiu e que bom que acordou não volte a adormecer e siga o exemplo, o testemunho incansável de mulheres e homens de todas as idades, que por tantas vezes pelas praças, ruas, becos,..., por todos os cantos gritavam e gritam por justiça no campo e na cidade e foram e são incompreendidos e rejeitados, mas estão aí, não abandonaram e não abandonam a luta. Mas é preciso ficar atento, manifestações tem uma força enorme, mas não têm como fazer todos os dias. A partilha dos deveres no dia a dia é transformadora, mobiliza muito mais.






Os bispos manifestam "solidariedade e apoio às manifestações, desde que pacíficas, que têm levado às ruas gente de todas as idades, sobretudo os jovens"

Leia a Nota:
Ouvir o clamor que vem das ruas
Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunidos em Brasília de 19 a 21 de junho, declaramos nossa solidariedade e apoio às manifestações, desde que pacíficas, que têm levado às ruas gente de todas as idades, sobretudo os jovens. Trata-se de um fenômeno que envolve o povo brasileiro e o desperta para uma nova consciência. Requerem atenção e discernimento a fim de que se identifiquem seus valores e limites, sempre em vista à construção da sociedade justa e fraterna que almejamos.
Nascidas de maneira livre e espontânea a partir das redes sociais, as mobilizações questionam a todos nós e atestam que não é possível mais viver num país com tanta desigualdade. Sustentam-se na justa e necessária reivindicação de políticas públicas para todos. Gritam contra a corrupção, a impunidade e a falta de transparência na gestão pública. Denunciam a violência contra a juventude. São, ao mesmo tempo, testemunho de que a solução dos problemas por que passa o povo brasileiro só será possível com participação de todos. Fazem, assim, renascer a esperança quando gritam: “O Gigante acordou!”
Numa sociedade em que as pessoas têm o seu direito negado sobre a condução da própria vida, a presença do povo nas ruas testemunha que é na prática de valores como a solidariedade e o serviço gratuito ao outro que encontramos o sentido do existir. A indiferença e o conformismo levam as pessoas, especialmente os jovens, a desistirem da vida e se constituem em obstáculo à transformação das estruturas que ferem de morte a dignidade humana. As manifestações destes dias mostram que os brasileiros não estão dormindo em “berço esplêndido”.
O direito democrático a manifestações como estas deve ser sempre garantido pelo Estado. De todos espera-se o respeito à paz e à ordem. Nada justifica a violência, a destruição do patrimônio público e privado, o desrespeito e a agressão a pessoas e instituições, o cerceamento à liberdade de ir e vir, de pensar e agir diferente, que devem ser repudiados com veemência. Quando isso ocorre, negam-se os valores inerentes às manifestações, instalando-se uma incoerência corrosiva que leva ao descrédito.
Sejam estas manifestações fortalecimento da participação popular nos destinos de nosso país e prenúncio de novos tempos para todos. Que o clamor do povo seja ouvido!
Sobre todos invocamos a proteção de Nossa Senhora Aparecida e a bênção de Deus, que é justo e santo.
Brasília, 21 de junho de 2013
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB
Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís
Vice-presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

Não poderia ter escolha melhor

Humberto Henrique é o vereador escolhido pela bancada do Partido dos Trabalhadores para compor a comissão parlamentar de inquérito (CPI) que vai investigar a concessão do serviço público de transporte coletivo da cidade de Maringá no Paraná. Serão cinco vereadores que irão compor a comissão.
Atendendo o clamor que veio da rua, pela gigantesca manifestação popular, a comissão deverá respeitar a proporcionalidade das legendas que compõem a atual legislatura. Após o início dos trabalhos, a CPI terá 90 dias para fazer as investigações. Se necessário, o prazo poderá ser prorrogado.

Que o protesto se estenda até a alta taxa de esgoto cobrada pela Sanepar

Do site do Rigon
Leitor-cidadão maringaense aproveita a deixa e sugere que, além do transporte coletivo, o protesto se estenda até a alta taxa de esgoto cobrada pela Sanepar. “Eu me sinto lesado. São 80% sobre a taxa da água, isso é um absurdo. O outro é termos que pagar o consumo que eles exigem, de 10 mil litros. Eu gasto 5 mil litros e tenho que pagar por 10 mil. Vamos juntos brigar por mais nossos direitos vamos por a boca no trobone. Vamos lutar por um Brasil mais digno”.
Já o ex-vereador Adorno Reis defende que se proteste nas ruas contra o preço cobrado em alguns trechos de pedágio que pouco oferecem em troca, caso, sustenta, de Maringá-Paranavaí. Ele defende o valor de R$ 2,00.

20 junho, 2013

Para refletir


Vereadores de Maringá sobre pressão popular aprovam CPI do Transporte Coletivo

Hoje, na sessão ordinária itinerante da Câmara de Vereadores da cidade de Maringá, realizado na Paróquia Santo Antonio, sobre pressão popular, por unanimidade os vereadores aprovam a CPI do Transporte Coletivo.

Parabéns dom Anuar Battisti pelos 15 anos de ordenação episcopal


Que o nosso Deus amigo e companheiro, o abençoe, para que possa com bispo ser sinal de esperança e de amor, amando a nós e sendo amado por nós.

19 junho, 2013

Não é verdade que a passagem baixou em Maringá

Do site do Rigon
…que a passagem baixou em Maringá. Ao contrário do que está sendo divulgado, a passagem, no cartão, subiu de R$ 2,50 para R$ 2,55, apesar de todas as isenções concedidas pelos governos estadual e federal, e do ISS. Em dois anos teve um aumento de superior à inflação, subindo de R$ 2,20 para os atuais R$ 2,55. Considerando que o Rio e São Paulo voltaram ao preço anterior, em Maringá pode baixar, tranquilamente, para os anteriores R$ 2,50, sem prejuízo da integração meia boca com Paiçandu e Sarandi. Esta é a verdade. Vamos negociar com o prefeito.
Akino Maringá, colaborador

Corte de impostos federais permite queda de até 7,23% na tarifa de ônibus

 O governo federal fez neste ano e em 2012 uma redução de impostos das empresas de transporte coletivo que permite queda de até 7,23% no valor da tarifa de ônibus urbano. O corte de tributos anunciado pelo governo possibilita que os preços das passagens caiam em algumas grandes cidades ou tenham reajuste menor em outras localidades.
Em 31 de maio, o governo encaminhou ao Congresso Nacional a Medida Provisória nº 617, que isenta de PIS/Cofins os serviços de transporte coletivo rodoviário, metroviário e ferroviário. Segundo dados do Ministério da Fazenda, tal desoneração tem um impacto de 3,65% sobre o valor do faturamento das empresas. Isso quer dizer que deixou de incidir sobre o valor da passagem do transporte coletivo 3,65%.
Em 17 de agosto de 2012, a presidenta Dilma Rousseff sancionou o Projeto de Lei de Conversão 18/2012 (MP 563), desonerando a folha de pagamento das empresas de transporte coletivo rodoviário. A medida passou a vigorar a partir de janeiro de 2013. Agora, em 15 de julho de 2103, o governo enviou ao Congresso Nacional, através da MP 612, a desoneração da folha de pagamento para o transporte coletivo metroviário.
A redução de 20% sobre a folha de pagamento das empresas de transporte coletivo rodoviário equivale a 5,58% do faturamento. Subtraindo deste percentual o recolhimento de 2% de tributo sobre o faturamento das empresas, chega-se a um impacto de 3,58% de redução sobre as tarifas.
Confira o impacto da desoneração de impostos nas tarifas de ônibus urbano:
clique na imagem acima para visualizá-la em tamanho maio
Fonte: Ministério da Fazenda


É isso. Quem acha que no Brasil nunca houve lutas e movimentos sociais se engana. 
Não engula qualquer papinho.
Alguém lembra do massacre de Eldorado dos Carajás?! Muito poucos. E pq será? Pensem!
"O chamado massacre de Eldorado dos Carajás ocorreu durante o conflito de 17 de abril de 1996 em Eldorado dos Carajás, no sul do Pará. Dezenove sem-terra foram assassinados pela Polícia Militar. O confronto ocorreu quando 1.500 sem-terra que estavam acampados na região decidiram fazer uma marcha em protesto contra a demora da desapropriação de terras, principalmente as da Fazenda Macaxeira. A Polícia Militar foi encarregada de tirá-los do local, pois estavam obstruindo a rodovia PA-150, que liga Belém ao Sul do Pará. . .A ordem partiu do Secretário de Segurança do Pará, Paulo Sette Câmara, que declarou, depois do ocorrido, que autorizara "usar a força necessária, inclusive atirar". De acordo com os sem-terra ouvidos pela imprensa na época, os policiais chegaram jogando bombas de gás lacrimogêneo. Os sem-terra revidaram com paus e pedras. A polícia, então, partiu para uma ação mais violenta e atirou. 19 pessoas morreram na hora, outras duas morreram anos depois, vítimas das seqüelas e outras 67 ficaram feridas e mutiladas para o resto da vida. . .Segundo o legista Nélson Massini, que fez a perícia dos corpos, pelo menos 10 sem-terra foram executados. Sete lavradores foram mortos por instrumentos cortantes, como foices e facões."
fonte do texto: http://imagenshumanas.photoshelter.com/image/I0000AsFvaOL6c_M


Fonte: Facebook de Sílvio Cadena

PUCPR aplica provas do Vestibular de Inverno neste domingo

PUCPR aplica provas do Vestibular de Inverno neste domingo (23), das 14 às 18h
Portas de acesso aos prédios onde o exame será realizado fecham 20 minutos antes do início da aplicação, às 13h40
As provas do Vestibular de Inverno 2013 da PUCPR serão realizadas neste domingo, dia 23 de junho, das 14h às 18h, nos Câmpus Curitiba, Londrina, Maringá e Toledo. As portas de acesso aos prédios onde o exame será realizado fecham 20 minutos antes do início da aplicação, às 13h40. A Universidade recomenda que os candidatos cheguem aos locais de prova com uma hora de antecedência.
O cartão resposta e a redação devem ser preenchidos com caneta esferográfica de ponta grossa e tinta preta ou azul. Os vestibulandos deverão resolver 50 questões divididas nas seguintes disciplinas: História, Matemática, Biologia, Química, Filosofia, Língua Portuguesa, Literatura Brasileira, Língua Estrangeira, Física e Geografia. Também deverão elaborar uma redação com no mínimo 20 e no máximo 25 linhas.

Sobre as agressões à militantes do PSTU durante a manifestação em Maringá.

Por Paulo Vidigal
Começo deixando claro que esse texto reflete uma opinião pessoal, o PSTU se posicionará sobre o ocorrido. Para quem não me conhece acho importante uma breve apresentação. Sou assalariado, pertenço à classe trabalhadora e na batalha desde os 13 anos de idade. Hoje, aos 40 anos acompanhados de alguns cabelos brancos e alguma experiência de vida, me permitem ousar essa reflexão.  
Primeiro: para aqueles que não sabem a manifestação que aconteceu ontem em Maringá foi sim organizada por partidos políticos e entidades. PT, PC do B, PSOL, PCB, PSTU, UNE, ANEL, sindicatos e entidades. Foram realizadas várias reuniões para que a manifestação acontecesse. Na última reunião ficou acordado, pelos organizadores, que aqueles que quisessem apresentar suas bandeiras assim poderiam fazê-lo.   
Ontem no início da manifestação assim que militantes do PSTU levantaram suas bandeiras foram rodeados por uma turba de “pseudo-manifestantes” (alguns  inclusive usando máscaras) e agredidos com violência e covardia.  No microfone, os organizadores mandavam que as bandeiras fossem enroladas. Ou seja, romperam com o que foi acordado na reunião de organização sobre a liberdade para expor bandeiras.
Acredito que os militantes do PSTU jamais permitiriam que um militante de outro partido, ou qualquer pessoa, fosse agredida simplesmente pelo fato de ter levantado sua bandeira. E ontem lamentavelmente a liberdade de manifestação e expressão não foi defendida pelos organizadores que tinham a obrigação política, moral e classista de defendê-la. Mas não o fizeram.
A reflexão é interessante: por que os meios de comunicação de massa tem feito campanha contra a participação dos partidos nas manifestações? Quem são os partidos de “pseudo-esquerda” que concordam com esse posicionamento? A quem isso favorece? À direita reacionária ou aos partidos de “pseudo esquerda”? Quem tem vergonha de levantar sua bandeira que não a levante. Esconder sua bandeira, aquilo que acredita, isso sim é oportunismo. Durante a semana nas redes sociais ameaçavam queimar nossas bandeiras. Oras, falar de política nas redes sociais sentado na poltrona e sob o anonimato é fácil. Ir para a rua e enfrentar governo, polícia e capangas como já fizemos, isso sim é militância e não oportunismo.
Hoje está sendo usada a expressão “o gigante acordou”.  O PSTU não estava dormindo. Prova disso é que está presente em lutas por todo país. Em Maringá não é diferente. Na greve de 31 dias dos municipais em 2006 durante a administração Silvio e Pupin, nas greves da UEM, nos movimentos sociais, de moradia, sindicais, contra discriminação e opressão de gênero.
Para mim, as mudanças ocorrem nas lutas travadas no dia a dia, numa militância efetiva em que o discurso seja refletido na prática e não se acovarde em defender quem quer que seja de uma agressão covarde e violenta.
           Por fim, repudio todo e qualquer tipo de restrição de liberdade e manifestação contra quem quer que seja. Lamento com profundo pesar a inércia das agremiações que faziam parte da organização da manifestação que foram omissos diante das agressões covardes de “pseudo manifestantes” contra o grupo de militantes do PSTU.   A história tratará de julgá-los. 

18 junho, 2013

É preciso ficar atento

Embora sabendo que as manifestações populares são uma “riqueza” muito grande, tem uma força enorme de transformação é preciso sempre ficar atento. Manifestações devem ter objetivos concretos e nunca as manifestações devem ser maior que os deveres, nunca devem ser maiores que a partilha dos deveres. A partilha dos deveres no dia a dia mobiliza muito mais.
É preciso ficar atento para não ser manipulado e para perceber se pessoas incansáveis na luta e no sonho de uma sociedade justa e fraterna, sem tanta corrupção e sujeiras não acabam sendo usadas por “grupos” que podem estar querendo impor uma idéia e não a transformação de uma sociedade contaminada pela sujeira política praticada por uma grande maioria.
Como bem disse o papa Francisco, trabalhar para o bem comum é um dever do cristão, por isso é preciso à partilha no dia a dia dos deveres, para não fazermos com Pilatos e lavar as mãos. É preciso no dia a dia envolver-se na política com o espírito evangélico.


Para refletir

Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros. (Che Guevara)

Protesto em Maringá - 18/06/2013

17 junho, 2013

CEBs acontecendo

A coordenação Arquidiocesana das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), da Arquidiocese de Maringá, realiza domingo, 23 de junho, encontro com as lideranças das CEBs da Região Pastoral Castelo Branco, às 14h00, na cidade de Presidente Castelo Branco.

14 junho, 2013

Papa Francisco: sempre surpreendendo!!

Prefeito esta mais preocupado com a empresa do que com o bem estar do cidadão maringaense

Conforme divulgado pela assessoria do Mandato Participativo do vereador Humberto Henrique (PT), o prefeito da cidade de Maringá-Pr,  veta prazo da isenção do ISS para a TCCC

“Novamente o prefeito desrespeita a Câmara Municipal e mostra que continua mais preocupado com a empresa do que com o bem estar do cidadão maringaense e a qualidade do serviço público de transporte coletivo”. A opinião é do vereador Humberto Henrique (PT) sobre o veto do prefeito à emenda que fixou em 12 meses a isenção do isenção total do imposto municipal sobre serviços, o ISS, para a empresa Transporte Coletivo Cidade Canção (TCCC).

A publicação da Lei complementar 947/2013 foi divulgada no final da tarde desta sexta-feira (14), no Órgão Oficial do Município. A matéria foi proposta pelo prefeito com a intenção de integrar o sistema de transporte com os municípios de Sarandi e Paiçandu. Segundo Humberto, a Câmara alterou o texto original para que ao final de um ano os vereadores possam avaliar se a isenção do imposto atendeu aos objetivos propostos.

“A prefeitura não nos apresentou uma planilha de custos para justificar o preço que a tarifa vai ficar com a integração. Segundo a TCCC, somente daqui um ano será possível ter estas informações. Este prazo de 12 meses, que foi proposto pelo vereador Edson Luiz (PMN), tem a finalidade de proteger o interesse público e permitir que a Câmara participe dos debates antes do reajuste da tarifa no próximo ano”, explica.

Com o veto, a discussão sobre o assunto continua e volta para a Câmara. Caberá aos vereadores a decisão final. Nos próximos dias eles votarão se aceitam ou se rejeitam a manifestação do prefeito, que não concorda com o prazo de 12 meses para a isenção do imposto que beneficia a TCCC.

A renúncia do ISS vai custar aos maringaenses R$ 2 milhões por ano. O valor, segundo a prefeitura, será utilizado para custear um desconto de 50% na segunda passagem a ser paga pelo usuário no deslocamento entre as cidades.

13 junho, 2013

Espaço Nelson Verri realiza espetáculo de Jazz Dance

Com oito coreografias, a apresentação marca a formatura de duas bailarinas do grupo
Neste domingo, 16, às 19 horas, o grupo de Jazz Dance do Espaço Cultural Nelson Verri vai apresentar o espetáculo “De louco todo mundo tem um pouco” no Teatro Regional Calil Haddad. Coordenados pela professora Lígia Grossi, 15 bailarinos irão apresentar oito coreografias de modern jazz. O espetáculo também marca a formatura de duas alunas do grupo.

12 junho, 2013

PUCPR - Câmpus Maringá recebe executivo Jefferson Nogaroli

Evento faz parte do Business Profile que pretende compartilhar experiências de sucesso com alunos
No dia 20 de junho, das 19 às 20h, o Câmpus Maringá da PUCPR recebe o executivo Jefferson Nogaroli no evento Business Profile, um encontro que pretende estreitar os laços entre comunidade acadêmica e empresariado para partilha de experiências de sucesso. O evento é promovido pelo Núcleo de Empregabilidade e Oportunidade (NEO). 
Jefferson Nogaroli é empresário do setor de supermercados. Em 1988, assumiu a presidência da Associação Comercial e Industrial de Maringá (ACIM). Liderou o "Movimento Repensando Maringá", em defesa de um pensar planejado da cidade, o que deu origem mais tarde ao Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá - CODEM. Empreendedor nato, Nogaroli foi idealizador de seis instituições.
É presidente do Conselho Deliberativo do SEBRAE/PR, do Conselho Superior da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná (Faciap), presidente do Sicoob Sul - Cooperativa de Crédito dos Empresários da Grande Curitiba e presidente do Conselho de Administração da Central das Cooperativas de Crédito do Estado do Paraná - Sicoob Central Paraná.
O evento Business Profile traz exemplos concretos de êxito empreendedor. A palestra acontece no auditório Dom Murilo Krieger.
Serviço:
Business Profile Jefferson Nogaroli
Data: 20 de junho, das 19 às 20h
Local: Auditório Dom Murilo Krieger (Câmpus Maringá)
Entrada gratuita

11 junho, 2013

Para refletir


"Envolver-se na política é uma obrigação para um cristão.

Nós, cristãos, não podemos fazer de Pilatos e lavar as mãos, não podemos! Temos de nos meter na política, porque a política é uma das formas mais altas de caridade, porque busca o bem comum. Os leigos cristãos devem trabalhar na política. 
A política está muito suja, mas eu pergunto: 'está suja porquê? Porque os cristãos não se meteram nela com o espirito evangélico?'
É uma pergunta que eu faço. É fácil dizer que a culpa é dos outros... Mas eu, o que faço?
Isso é um dever! Trabalhar pelo bem comum é um dever do cristão." (Papa Francisco)

10 junho, 2013

Fotos do Seminário das CEBs da Província Eclesiástica de Maringá


Seminário com as lideranças das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Província Eclesiástica de Maringá, que é composta pela Arquidiocese de maringá e dioceses de: Campo Mourão, Paranavaí e Umuarama, realizado nos dias 08 e 09 de junho de2013 na cidade de Maringá. 
Teve como tema “A importância do Vaticano II para as CEBs e os assessores foram: Dom Geremias Steinmetz, Bispo da diocese de Paranavaí e Padre Sidney Fabril, assessor das CEBs na província.
Dom Anuar Battisti, Arcebispo da Arquidiocese de Maringá, acolheu os participantes na abertura do seminário e no domingo presidiu a missa. O bispo da diocese de Umuarama, Dom João Mamede Filho, também esteve presente.
Participaram 115 delegados/as, além da equipe de coordenação, animação e cozinha.

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Para refletir

"que a Santa Missa não caia para nós numa rotina superficial! Que busquemos cada vez mais a sua profundidade." E concluiu, "todos nós, bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos e leigos temos o compromisso de levar Deus ao mundo e o mundo a Deus". (Papa Francisco)

07 junho, 2013

Para refletir


Programação do Seminário das CEBs da Província Eclesiástica de Maringá

 Segue a programação do Seminário com as lideranças das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Província Eclesiástica de Maringá, que é composta pela Arquidiocese de Maringá e as dioceses de Campo Mourão, Paranavaí e Umuarama.
Terá como tema “A importância do Vaticano II para as CEBs.
No sábado o assessor será Dom Geremias Steinmetz, Bispo da diocese de Paranavaí e no domingo o assessor será Pe. Sidney Fabril, assessor das CEBs na província.

Programação

Dia 08 – sábado
12h30 – Acolhida com o almoço
13h30 – Abertura
14h  - Desenvolvimento do tema – assessor dom Geremias
16h  às 16h30 – café
16h30 às 17h30 - Desenvolvimento do tema – assessor dom Geremias
17h30 – banho
19h – jantar
20h – Desenvolvimento do tema – assessor Dom Geremias
22h – Descanso
Dia 09 - domingo
6h30 - levantar
7h - Missa presidida pelo arcebispo de Maringá Dom Anuar Battisti
8h – Café
9h – Desenvolvimento do tema – assessor Pe. Sidney
11h– café
11h30 às 12h30 – Desenvolvimento do tema
12h30 – Celebração de encerramento
13h – Almoço finalizando o seminário

Vereador Humberto lamentou as declarações do secretário municipal de Trânsito e Segurança de Maringá

Conforme divulgado pela assessoria de imprensa do Mandato Participativo do vereador Humberto Henrique (PT), o vereador lamentou as declarações do secretário municipal de Trânsito e Segurança de Maringá em entrevista sobre a tarifa do transporte coletivo, na manhã desta sexta-feira. “Mais uma vez a Prefeitura desrespeita a Câmara Municipal ao antecipar uma decisão sem ouvir os vereadores”, criticou. Ontem, Prefeitura, empresa e vereadores haviam acordado que a posição final sobre o assunto só seria tomada após reunião na Câmara, marcada para o final da tarde de hoje.

O secretário afirmou que a partir de domingo entra em vigor nova tarifa para o transporte coletivo e um desconto de 50% na segunda passagem para a integração com os sistemas de Sarandi e Paiçandu. Para Henrique, “causou surpresa o anuncio feito pelo secretário tendo em vista que existem muitos questionamentos feitos pelos vereadores e que esperavam uma resposta na reunião da tarde de hoje”.

A Câmara quer a revisão do reajuste válido desde o último domingo (2), que elevou para R$ 3,15 a passagem paga em dinheiro e para R$ 2,65 no cartão. O aumento não considerou a isenção total de PIS e Cofins, concedida desde o dia 1º pelo governo federal. “Isto mostra que a Prefeitura está mais preocupada com os lucros da empresa do que com o bem estar do cidadão maringaense”, reclama.

Sem tarifa única
Pela proposta da Prefeitura, não haverá integração tarifária. Ao utilizar um segundo ônibus para chegar ao destino final no deslocamento entre as cidades de Sarandi, Maringá e Paiçandu, o usuário vai pagar mais meia passagem. Para isso a empresa concessionária ainda reivindica a isenção do ISS, imposto municipal cobrado pela Prefeitura de Maringá. A medida custa aos maringaenses R$ 2 milhões por ano.

Pelos cálculos do vereador Humberto Henrique, com as isenções fiscais dos governos municipal [isenção do ISS], estadual [isenção do ICMS do óleo diesel] e federal [desoneração da folha de pagamento e isenção do PIS Cofins] e os sistemas integrados sem tarifa única, a passagem pode baixar para R$ 2,50. Sem a integração, a tarifa dos maringaenses pode cair para R$ 2,40. 

06 junho, 2013

Simpósio de Direito Tributário em Maringá


Incentivos fiscais podem baixar tarifa para R$ 2,40 na cidade de Maringá

Conforme assessoria de impressa do Vereador Humberto Henrique (PT), representantes da empresa TCCC e da Prefeitura se reuniram na tarde desta quinta-feira (6) com vereadores para debater o valor da tarifa do transporte coletivo de Maringá, reajustado no último domingo, e proposta de integração com Sarandi e Paiçandu.

De acordo com cálculos do vereador Humberto Henrique (PT), incentivos fiscais podem baixar a passagem para R$ 2,40. Projeto de integração é, na verdade, um desconto de 50% na segunda passagem.

O novo reajuste, válido desde o último domingo (2) elevou para R$ 3,15 a passagem paga em dinheiro e para R$ 2,65 no cartão. O aumento não considerou a isenção total de PIS e Cofins, concedida desde o dia 1º pelo governo federal.

Os vereadores não chegaram a um acordo durante a reunião. Empresa e Prefeitura querem a aprovação de projeto isentando a cobrança do ISS, imposto municipal, para integrar os sistemas de transporte de Maringá, Sarandi e Paiçandu. Neste caso, a segunda passagem não seria gratuita, mas com 50% desconto.

Pelos cálculos da Prefeitura, com as isenções fiscais dos governos municipal, estadual e federal e os sistemas integrados com desconto, a passagem pode baixar para R$ 2,55. Sem a integração, o estudo do vereador é confirmado e a tarifa pode baixar para R$ 2,40.

Humberto exigiu detalhes sobre a operação dos sistemas integrados. O objetivo é analisar se os valores apresentados pela empresa estão corretos e se vão beneficiar os usuários. Uma nova reunião foi marcada para esta sexta-feira (7). 

04 junho, 2013

Seminário das CEBs da Província Eclesiástica de Maringá

Neste final de semana, 08 e 09 de junho de 2013 acontece o Seminário com as lideranças das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Província Eclesiástica de Maringá, que é composta pela Arquidiocese de Maringá e as dioceses de Campo Mourão, Paranavaí e Umuarama.
Terá como tema “A importância do Vaticano II para as CEBs.
No sábado o assessor será Dom Geremias Steinmetz, Bispo da diocese de Paranavaí e no domingo o assessor será Pe. Sidney Fabril, assessor das CEBs na província.
No domingo, às 07 horas, Dom Anuar Battisti, Arcebispo da Arquidiocese de Maringá, presidirá a missa. 
O seminário iniciará com o almoço no dia 08 e encerrará com o almoço no dia 9 e o local será o Centro de Formação Bom Pastor, na cidade de Maringá.

Estudo 104 da CNBB “Comunidades de comunidade: uma nova paróquia”

estudo 104 “Comunidades de comunidade: uma nova paróquia”  foi publicado pelas Edições CNBB, após ser aprovado durante a 51ª Assembleia Geral Bispos, deste ano, com o objetivo de servir de subsídio para a reflexão e o aprofundamento da vida paroquial. O texto aponta caminhos para ajudar as paróquias a serem verdadeiras "casas de comunhão e da vivência da Palavra", como pede o Documento de Aparecida (DA), por “uma Igreja samaritana em estado permanente de missão”.
Contribuições
Os regionais da CNBB e dioceses podem enviar suas contribuições para o estudo 104 até o dia 15 de outubro de 2013, para que seja enriquecido e, posteriormente, submetido à apreciação dos bispos na próxima Assembleia Geral, de 30 a 9 de maio de 2014, para ser publicado como um documento. Em breve a CNBB disponibilizará o e-mail para o envio das contribuições, que será divulgado via Assessoria de Comunicação da Arquidiocese.  
No site da CNBB foi criada uma sessão dedicada ao tema "Comunidades de comunidade: uma nova paróquia", onde é possível encontrar artigos dos bispos, contribuições dos regionais e dioceses, além de indicações de leitura e metodologia de trabalho. Acesse o link Nova Paróquia.
Está disponível, também, a versão para download do estudo 104.