06 outubro, 2014

Não deixemos a utopia morrer

Com a não eleição do candidato a Deputado Estadual, Humberto Henrique, percebemos como é urgente a Reforma do Sistema Político. É inaceitável o controle do poder econômico sobre processo eleitoral.
Dói perceber como as pessoas não estão nem aí com nada. A atuação do Humberto como vereador na cidade de Maringá é merecedora de no mínimo 90% dos votos dos eleitores do município.
Infelizmente também, uma grande maioria do povo, é corrupto, tanto quanto a maioria dos políticos. Hoje de manhã, antes de sair para atuar como fiscal, uma pessoa disse: “Lucia não vou votar no Humberto mesmo sabendo que ele merece, vou votar no “...”, porque ele tem influência e eu vou precisar de favores dele”. Não sei se vou ser capaz de esquecer isso.
Mas o sonho continua, o modelo de mandato participativo que vem sendo representado pelo Humberto e tem o povo como sujeito, como ponto de partida para limpar a sujeira impregnada na política, obteve confiança de 17.000 pessoas, que nos leva acreditar que vale a pena continuar.
Uma campanha limpa, com voluntárias e voluntários, que iam para a rua pedir apoio através do voto por convicção, por conhecer e acreditar no projeto. Uma experiência linda, um sentimento maravilhoso. Não deixemos a utopia morrer.

04 outubro, 2014

Votarei em Dilma

Nem sempre optar pela mudança é a melhor escolha
Votarei em Dilma
Diante das alternativas para o pleito presidencial a mudança poderá gerar perda de direitos, principalmente no campo social, nas políticas públicas que favorecem os mais pobres.
Não dá para correr o risco de termo o retrocesso.

03 outubro, 2014

Como é bom ir para a rua por convicção


Entrevista com João Pedro Stédile

Em entrevista exclusiva à Carta Maior, 02-10-2014,  Stédile qualifica seu voto com uma análise crítica da disputa política em curso.

“Vou votar na Dilma, no Tarso Genro, no Olívio Dutra e nos candidatos a deputado que o MST apoia no Rio Grande do Sul. Eu e a ampla maioria do povo brasileiro queremos, no entanto, mudanças. 

Caberá a um novo governo Dilma, diz ele, reordenar a economia e a política com base nesses novos marcadores: ‘Se não tiver forças para caminhar nessa direção´(mudar a economia e reformar o sistema político) teremos quatro anos de instabilidade e o povo voltará às ruas’, sentencia.
Confira na íntegra a entrevista AQUI

02 outubro, 2014

Eu e Você para acontecer


CNBB publica texto base da Campanha da Fraternidade 2015

Com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), a  Campanha da Fraternidade (CF) 2015 buscará recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II.

O texto base utilizado para auxiliar nas atividades da CF 2015 já está disponível nas Edições CNBB. O documento reflete a dimensão da vida em sociedade que se baseia na convivência coletiva, com leis e normas de condutas, organizada por critérios e, principalmente, com entidades que “cuidam do bem-estar daqueles que convivem”.
Na apresentação do texto, o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, explica que a Campanha da Fraternidade 2015 convida a refletir, meditar e rezar a relação entre Igreja e sociedade.
“Será uma oportunidade de retomarmos os ensinamentos do Concílio Vaticano II. Ensinamentos que nos levam a ser uma Igreja atuante, participativa, consoladora, misericordiosa, samaritana. Sabemos que todas as pessoas que formam a sociedade são filhos e filhas de Deus. Por isso, os cristãos trabalham para que as estruturas, as normas, a organização da sociedade estejam a serviço de todos”, comenta dom Leonardo.
Proposta do subsídio
O texto base está organizado em quatro partes. No primeiro capítulo são apresentadas reflexões sobre “Histórico das relações Igreja e Sociedade no Brasil”, “A sociedade brasileira atual e seus desafios”, “O serviço da Igreja à sociedade brasileira” e “Igreja – Sociedade: convergência e divergências”.
Na segunda parte é aprofundada a relação Igreja e Sociedade à luz da palavra de Deus,  à luz do magistério da Igreja e à luz da doutrina social.
Já o terceiro capítulo debate uma visão social a partir do serviço, diálogo e cooperação entre Igreja e sociedade, além de refletir sobre “Dignidade humana, bem comum e justiça social” e “O serviço da Igreja à sociedade”. Nesta parte, o texto aponta  sugestões pastorais para a vivência da Campanha da Fraternidade nas dioceses, paróquias e comunidades.

O último capítulo do texto base apresenta os resultados da CF 2014, os projetos atendidos por região, prestação de contas do Fundo Nacional de Solidariedade de 2013 (FNS) e as contribuições enviadas pelas dioceses, além de histórico das últimas Campanhas e temas discutidos nos anos anteriores.

Fonte: CNBB

Eleição: o que difere o voto no candidato do voto na legenda?

Neste domingo (5), acontece o primeiro turno das eleições, em que o cidadão terá de votar para presidente da República, senador, governador, deputado federal e estadual. E é justamente no voto para os cargos do legislativo que surgem as dúvidas: se votar no candidato, ajuda a coligação? Ou tenho de votar na legenda (número do partido) para ajudar a eleger mais candidatos? Os votos para governador e presidente também ajudam a coligação?

A entrevista é de Marcelo Hailer, publicada pela revista Fórum, 30-09-2014.

Para responder esta e outras dúvidas, a reportagem da revista Fórum conversou com a advogada especialista em direito administrativo e eleitoral, Karina Kufa, que também é presidenta do Instituto Paulista de Direito Eleitoral (IPADE).

O que difere votar na legenda e no candidato a deputado? 

Os votos para deputado federal, estadual e vereador, conhecidos como proporcionais, são votos destinados ao partido ou coligação. É importante explicar o que é coligação antes de entramos mais a fundo no assunto.

A coligação é a união de dois ou mais partidos para disputarem uma eleição, assim, todos os partidos reunidos serão representados pela coligação e os votos destinados aos candidatos ou legendas dos partidos em questão serão destinados à coligação.

Assim, o voto dado a determinado candidato será destinado ao partido ou coligação, quando existir, servindo apenas o voto no candidato para que ele tenha preferência dentro do seu partido ou coligação. Mesmo nesse sistema, é importante escolher o candidato, pois isso o favorece a uma melhor posição entre os seus pares.

Por que quando um candidato de um dado partido tem expressiva votação leva consigo outro candidato, que às vezes não foi muito bem votado?

Isso ocorre, justamente, porque o candidato conquista o voto para o partido ou coligação, quando formada.

Um clássico exemplo é o do deputado federal Tiririca. Ele conseguiu sozinho votos para a sua coligação, suficientes para eleger ele e mais três candidatos dos partidos PRB, PC do B e PT, que faziam parte da sua coligação.

Quando votamos na legenda, também ajudamos partidos da coligação? 

Sim, todos os votos para candidatos e legendas vão para a coligação, nos casos em que ela for formada. Depois de avaliado o montante conquistado em número de cadeiras, elas são distribuídas entre os candidatos mais votados dentro da coligação.

Supondo que um candidato a governador tenha uma expressiva votação, esta influencia ou ajuda os candidatos a deputado estadual? 

Não diretamente. Geralmente isso influencia no sentido de que o eleitor, muitas vezes, escolhe o candidato a governador e não escolhe os candidatos a deputado federal e estadual, chegando a votar na mesma legenda do candidato ao governo escolhido.

No caso da candidatura à presidência, ela ajuda os candidatos a deputado federal? 

Não necessariamente. Como no caso de governador, não há influência direta.

O voto a senador é majoritário ou proporcional?

É majoritário. As pessoas fazem essa confusão porque o senador faz parte do legislativo e não do executivo. Todavia, a votação funciona da mesma forma como a de presidente, governador e prefeito, ou seja, os votos são destinados ao candidato e não distribuídos proporcionalmente à coligação ou partido.

"Votar em Dilma Roussef é continuar a invenção do novo Brasil", afirma Leonardo Boff

"Surgiu um estranho ódio contra o PT em muitos âmbitos da sociedade: suspeito que esse ódio é porque as políticas públicas permitiram aos pobres usarem o avião e visitarem seus parentes no nordeste, que conseguiram comprar seu carrinho e comprar num shopping moderno. O lugar deles não é no avião, mas permanecer lá na periferia, pois esse é seu lugar. Mas eles foram integrados na sociedade e em seus benefícios."

Leia o artigo

Tempos atrás publiquei um artigo com o título “Contra as tramoias da direita: sustentar a Dilma Rousseff”. Agora em tempos de campanha presidencial vejo como ele mantem ainda atualidade. Refaço o texto no contexto atual. É notório que a direita brasileira especialmente aquela articulação de forças elitistas que sempre ocuparam o poder de Estado e o trataram como propriedade privada (patrimonialismo), apoiadas pela mídia privada e familiar, está se aproveitando da crise que é mundial e não apenas nacional (e temos a vantagem de manter um mínimo de crescimento e o emprego dos trabalhadores, coisa que não acontece nem na Europa e nem nos USA) para fazer sangrar a Presidenta Dilma e desmoralizar o PT e assim criar uma atmosfera que lhes permite voltar ao lugar que por via democrática perderam.

Celso Furtado num livro pouco lido, A construção interrompida (1993), escreveu com acerto: “O tempo histórico se acelera e a contagem desse tempo se faz contra nós. Trata-se de saber se temos um futuro como nação que conta na construção do devenir humano. Ou se prevalecerão as forças que se empenham em interromper o nosso processo histórico de formação de um Estado-nação” (Paz e Terra, Rio 1993, 35).


Aqui reside a verdadeira questão: queremos prolongar a dependência daquelas forças nacionais e mundiais que sempre nos mantiverem alinhados e sócios menores de seu projeto ou queremos completar a invenção do Brasil como nação soberana que tem muito que contribuir para a atual crise ecológico social do mundo.

Se por um lado não podemos nos privar de algumas críticas ao governo do PT, mas críticas construtivas, por outro, seria faltar à verdade se não reconhecêssemos os avanços significativos sob os governos do Partido dos Trabalhadores. A inclusão social realizada e as políticas sociais benéficas para aqueles milhões que sempre estiveram à margem, possuem uma magnitude histórica cujo significado ainda não acabamos de avaliar, especialmente se nos confrontarmos com as fases históricas anteriores, hegemonizadas pelas elites tradicionais que sempre detiveram o poder de Estado.

Surgiu um estranho ódio contra o PT em muitos âmbitos da sociedade: suspeito que esse ódio é porque as políticas públicas permitiram aos pobres usarem o avião e visitarem seus parentes no nordeste, que conseguiram comprar seu carrinho e comprar num shopping moderno. O lugar deles não é no avião, mas permanecer lá na periferia, pois esse é seu lugar. Mas eles foram integrados na sociedade e em seus benefícios.

Devemos aproveitar as oportunidades que os países centrais em profunda crise nos propiciam: reafirmar nossa autonomia e garantindo nosso futuro autônomo, mas relacionado com a totalidade do mundo ou desperdiçá-las e viveremos atrelados ao destino sempre decidido por eles que nos querem condenar a sermos apenas os fornecedores dos produtos in natura que lhes falta e assim voltam a nos recolonizar.

Não podemos aceitar esta estranha divisão internacional do trabalho. Temos que retomar o sonho de alguns de nossos melhores analistas do quilate de Darcy Ribeiro e de Celso Furtado entre outros que propuseram uma reinvenção ou refundação do Brasil sobre bases nossas, gestadas pelo nosso ensaio civilizatório tão enaltecido mundialmente.

Este é o desafio lançado aos candidatos a mais alta instância de poder no país. Não vejo figura melhor para seguir nesta reconstrução a partir de baixo, com uma democracia participativa, com os seus conselhos e movimentos populares opinando e ajudando a formular caminhos que nos levem para frente e para o alto do que a atualPresidenta Dilma.

A situação é urgente, pois como advertia pesaroso Celso Furtado: “tudo aponta para a inviabilização do país como projeto nacional” (op.cit. 35). Nós não queremos aceitar como fatal esta severa advertência. Não devemos reconhecer as derrotas sem antes dar as batalhas, como nos ensinava Dom Quixote em sua gaia sabedoria.

Essa batalha será decidida dia 5 de outubro. Que os bons espíritos guiem os rumos de nosso país.

26 setembro, 2014

Ninguém se encontra por acaso


Eleições 2014 – Simulador de votação na urna eletrônica

Cargos em disputa eleições 2014:
deputado estadual, deputado federal, senador (e suplentes), governador e vice-governador e presidente e vice-presidente.

Clique aqui e tenha acesso ao Simulador de votação na urna eletrônica que foi criada com o objetivo de treinamento. Os partidos e  candidatos no simulador são fictícios.

Desenvolvida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a página do simulador apresenta, para cada cargo, uma lista de candidatos e partidos fictícios (Partido dos Esportes, Partido dos Ritmos/Musicais, Partido das Profissões, Partido das Festas Populares e partido do Folclore).

Como votar:
Usando o teclado da urna, que é similar ao do telefone, digite o número do candidato de sua preferência. Na tela, aparecerão a foto, o número, o nome e a sigla do partido do candidato.
Se as informações estiverem corretas, aperte a tecla verde CONFIRMA.
Após o registro do voto para todos os cargos a urna emitirá um sinal sonoro mais intenso e prolongado e aparecerá na tela a palavra FIM.
Como corrigir o voto
Se não aparecerem na tela todas as informações sobre o candidato escolhido, aperte a tecla laranja CORRIGE e repita o procedimento anterior.
Como votar em branco
Para votar em branco, aperte a tecla BRANCO.
Confirme o seu voto apertando a tecla verde CONFIRMA.
Cuidado! Seu voto poderá ser nulo se você digitar um número de candidato ou de partido inexistentes e depois apertar a tecla verde CONFIRMA.


25 setembro, 2014

Inscrições Enem para pessoas privadas de liberdade compeça na terça-feira

Começa na terça-feira, 30, inscrições no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para pessoas privadas de liberdade. A inscrição é feito exclusivamente pela internet e termina no dia 30 de outubro. As provas serão aplicadas nos dias 9 e 10 de dezembro nos presídios e nas unidades de internação, no caso dos jovens que cumprem medidas socioeducativas. O edital está publicado na edição de hoje (25) do Diário Oficial da União.
Os responsáveis pelas inscrições são os coordenadores pedagógicos das unidades de privação de liberdade. Participam do exame os presos e internos de unidades que firmaram termo de compromisso com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

No primeiro dia de prova, os participantes terão quatro horas e meia para responder às questões de ciências humanas e suas tecnologias e de ciências da natureza e suas tecnologias. No segundo dia, eles terão uma hora a mais de exame, que abordará as linguagens, os códigos e suas tecnologias, redação e matemática. A aplicação das provas começa às 13h.

Em 2013, o Enem para pessoas privadas de liberdade teve 30 mil inscritos, número 28% superior ao registrado em 2012. A nota do exame pode ser usada para o acesso a cursos de educação superior e para obter a certificação do ensino médio.


Prazo para tirar segunda via do título de eleitor termina hoje

Termina hoje, 25, o prazo para o eleitor pedir à Justiça Eleitoral a segunda via do título. De acordo com a legislação eleitoral, o documento pode ser emitido até dez dias antes do primeiro turno, no dia 5 de outubro. No entanto, no dia da votação, o eleitor poderá votar  com outro documento oficial com foto.
Para fazer a emissão da segunda via, o eleitor deve procurar o cartório eleitoral mais próximo e apresentar um documento com foto. A segunda via é feita na hora. Somente quem tinha o título ou solicitou o novo documento até o dia 7 de maio pode pedir a nova via. 

24 setembro, 2014

Vote Humberto Henrique para Deputado Estadual -

Diante de tanta corrupção, muitos não acreditam que possa existir 
político honesto. 
Más pode sim, Humberto Henrique vem provando que pode, é linda sua postura, sua atuação como vereador a três mandato na cidade de Maringá.
Peço seu voto, pessoas honestas precisam de nosso apoio.

Clique na imagem para ampliar


19 setembro, 2014

10 valores alienativos no capitalismo contemporâneo / clipe: Rinaldo Mar...

Oração

“Senhor, tu me sondas, e me conheces. 
Tu conheces o meu sentar e o meu levantar; 
de longe entendes o meu pensamento.” Salmo 139, 1-2

Senhor, sei que não posso esconder nada de Ti. Tu sabes a verdade a meu respeito sempre. Por favor, ajude-me a ouvi-lo e compreender diante de tantas imposições deste mundo, aquilo que posso e não me afastará de Ti. Amém.

Analfabetismo diminui no país e escolaridade aumenta

A taxa de analfabetismo das pessoas a partir de 15 anos diminuiu para 8,3% em 2013, ante estimativa de 8,7% no ano anterior. A estimativa é que o país tem 13 milhões de analfabetos, 297 mil a menos de um ano para outro. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada na manhã de hoje (18) pelo IBGE. Em 2001, a taxa chegava a 12,4%.
Segundo a pesquisa, a maioria dos analfabetos era de mulheres (50,6%). Isso se repetiu no Sudeste (56,2%), no Sul (55,6%) e no Centro-Oeste (50,5%). A taxa geral caiu principalmente no Nordeste (de 17,4% para 16,6%, mas de acordo com o IBGE esta é a região que ainda concentra o maior número de analfabetos (53,6% do total nacional).
O analfabetismo é maior entre as pessoas de mais idade, mostra a Pnad. Chega a 23,9% entre as que têm 60 anos ou mais e a 9,2% na faixa de 40 a 59 anos. E vai se reduzindo à medida que a idade diminui: 4,6% de 30 a 39 anos, 2,3% de 25 a 29, 1,5% de 20 a 24 e 1% de 15 a 19 anos.
O número médio de anos de estudo foi de 7,5, em 2012, para 7,7. As mulheres têm média maior, de 7,9 anos, ante 7,4 dos homens.
A taxa de escolarização mostra algum avanço. Em 2013, 98,4% das crianças de 6 a 14 anos estavam na escola. Eram 98,2% no ano anterior e 97% em 2007. Na faixa de 15 a 17 anos, eram 82,1% em 2007, 84,2% em 2012 e 84,3% em 2013.
Mas os números mostram também diminuição do número de estudantes atendidos pela rede pública. No ensino fundamental, foram de 86,5%, em 2012, para 85,7% do total. No médio, de 87,3% para 86,8%. No ensino superior, há certa estabilidade (de 25,4% para 25,2%).
Fonte: Rede Brasil Atual

18 setembro, 2014

Um pouquinho da história do “Mandato Participativo” representado por Humberto Henrique

Foto: Eu e Humberto Henrique (Jantar de Lançamento da Campanha)

Acabei de chegar, estávamos trabalhando na campanha do Humberto Henrique, candidato a Deputado Estadual que representa o “MANDATO PARTICIPATIVO”, que vem fazendo a diferença no município de Maringá.

Foi mais ou menos assim que tudo começou:

Um “belo dia”, por volta do ano de 2003 o povo de Deus da Paróquia nossa Senhora da Liberdade e da Capela Nossa Senhora do Rosário (hoje paróquia), percebeu que com as experiências teóricas através dos estudos dos documentos e as experiências na prática estava na hora de lançar as redes para outro lado da barca, buscar novas estratégias, tentar o novo.
Comungavam do anseio de levar às outras pessoas esclarecimentos e orientações sobre a melhor forma de escolher o seu candidato/a. Motivados pelo Documento nº 67 da CNBB, surgiram estudos e conversas informais que despertaram ideias e questionamentos sobre a possibilidade de apoiar ou lançar alguém da comunidade como candidato a disputar uma vaga no Legislativo Municipal na cidade de Maringá-Pr. Nascia assim, o “Mandato Participativo”.
Para representar o tão sonhado “Mandato Participativo”, precisava de uma pessoa, a tarefa do grupo foi escolher apenas um nome, e o escolhido foi o de Humberto Henrique, liderança das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) na paróquia Nossa Senhora da Liberdade.
O povo organizado foi á luta, de rua em rua, casa em casa, noite e dia, domingo a domingo levando a certeza e o sonho de que é possível sim, legislar com transparência em prol do bem comum. Por onde passávamos éramos acolhidos, levamos as pessoas a sonhar e a acreditar e foi e esta sendo lindo demais.
Em 2004 à comunidade e pessoas que acreditaram elegeu Humberto Henrique vereador de Maringá. Quase no final do mandato, novamente a comunidade avaliou e na certeza que o “Mandato Participativo” precisava continuar chegou-se a conclusão que Humberto deveria continuar representando-o e nas eleições de 2008 foi o 4º mais votado da cidade e o que mais recebeu votos pelo Partido dos Trabalhadores em Maringá e nas eleições de 2012, Humberto foi o 2º mais votado e até os dias de hoje, é o único vereador com mandato participativo.
Com a vitória nas urnas, Humberto Henrique conquistou a oportunidade de, juntamente com a comunidade, colocar em prática os compromissos de campanha. Uma missão que hoje abrange reivindicações e atuação em toda a cidade. A participação popular na construção da nossa cidade é a razão da existência deste Mandato e o instrumento necessário para que suas propostas se concretizem. Vereador e o povo junto – “Eu e Você para acontecer”.
Quem não conhece a atuação do Humberto como vereador, não vai entender, más quem conhece sabe que o “Mandato Participativo” vem fazendo a diferença e que Humberto Henrique é sem dúvida um homem cristão e confiável, com profundo amor a Deus e respeito ao próximo, exemplo de que quanto mais a pessoa é exigida na sua coerência de vida, mais ela é chamada a traduzir em atitudes os valores do Evangelho. Valores que nem sempre são compreendidos pela sociedade, mas que trazem transformações na sociedade, no meio político, transformação para o povo.
A participação leiga de forma ativa, criativa e responsável, dentro e fora da Igreja, é fundamental para a evangelização. Sua missão, própria e específica, se realiza no mundo de tal modo que, com seu testemunho e sua atividade, contribui para a transformação das realidades e para a criação de estruturas justas segundo os critérios do Evangelho (cf. DA, 2007, nl. 210, p.102).

Mensagem - É preciso pensar

Movimentos querem participação popular na escolha de ministros do STF

Através de carta encaminhada à Presidência da República e ao Ministério da Justiça no último dia 15, organizações sociais de todo o país querem a regulamentação de um procedimento democrático para a escolha e nomeação de novos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Assinado por mais de 50 entidades, o documento, destaca que “o compromisso com os direitos humanos e a perspectiva de gênero e raça devem ser elevados a critério fundamental” para a escolha dos ocupantes da suprema corte. A transparência e participação social também são apontadas como procedimentos democráticos indispensáveis.
O STF é composto por onze ministros nomeados pelo Presidente da República, após aprovação da escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. Alguns requisitos devem ser observados, como idade entre 35 e 65 anos, notável saber jurídico e boa reputação. A aposentadoria para ministros do Supremo é forçada aos 70 anos.
Aparecem como exigências na carta à Presidência a chamada pública e divulgação de candidaturas, a consulta pública quanto aos perfis dos candidatos e a participação da sociedade nas sabatinas feitas pelo Senado.
Veja a carta na íntegra aqui

16 setembro, 2014

O cristão deve mostrar aos outros as mesmas atitudes de Deus que visita o seu povo - Papa Francisco

Com o seu testemunho o cristão deve mostrar aos outros as mesmas atitudes de Deus que visita o seu povo: a proximidade, a compaixão e a capacidade de restituir a esperança, afirmou o Papa Francisco durante a missa celebrada na manhã de terça-feira, 16 de Setembro, na capela da Casa de Santa Marta.
«Deus visitou o seu povo» é uma expressão «que se repete na Escritura», frisou o Pontífice, relacionando-a com o episódio evangélico da ressurreição do filho da viúva de Naim, narrado por Lucas (7, 11-17). São palavras que têm «um sentido especial», diferente de expressões como «Deus falou ao seu povo» ou «Deus entregou os mandamentos ao seu povo», ou ainda «Deus enviou um profeta ao seu povo». ... Continue lendo...

Através de manifesto Médicos lançam apoio à candidatura de Dilma Rousseff

Médicos com Dilma, por mais Futuro
Na sexta-feira (12), um grupo de médicos das mais diversas áreas apresentou um manifesto de apoio à candidata à presidência da República, Dilma Rousseff. Mais de 350 profissionais assinam o documento que elenca diversos pontos que justificam o apoio à candidata.
Um dos pontos positivos levantados pelos signatários diz respeito à promulgação da lei do programa “Mais Médicos”, que proporcionou, na avaliação dos mesmos, uma ampliação do acesso ao atendimento médico à população, bem como a ampliação do envolvimento dos serviços de saúde na formação de jovens médicos e o acesso ao ensino superior.
Outro ponto de destaque foi a disposição da presidenciável em promover a Reforma Política “com o apoio ao ‘Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político’ que colheu votos de 1º a 7 de setembro em todo o país e já aponta para um novo cenário na luta dos movimentos sociais nos próximos períodos”.
Confiram a íntegra do manifesto aqui

Plataforma Política dos Movimentos Sociais - Para resolver os problemas do povo brasileiro

Nesse mês de setembro cerca de 60 organizações e movimentos sociais de todo o Brasil divulgaram sua plataforma política para o debate no processo eleitoral de 2014.
A “Plataforma Política dos Movimentos Sociais – Para resolver os problemas do povo brasileiro” - direcionada à sociedade e aos candidatos - surgiu da análise de movimentos e organizações sobre o desvirtuamento do processo eleitoral, que passou do que deveria ser espaços de debates e afirmações de projetos dos partidos e candidatos, para a “venda” destes como mercadorias, em propagandas e marketing.
É em razão desta análise que movimentos sociais e organizações de todo Brasil apresentam para a sociedade e para as candidaturas a sua plataforma política para debate no processo eleitoral de 2014. 
Vejam aqui íntegra do documento e conheça os pontos fundamentais pra começar a provocar as rupturas e avanços.

Líder do sem-terra promete protestos diários se Marina for eleita

Um dos líderes nacionais do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), João Pedro Stedile, fez duras críticas à candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, durante ato em defesa da exploração do pré-sal, realizado em frente à sede da Petrobras, no Rio, nesta segunda-feira (15).

Para o líder da via campesina, Marina vai entregar a Petrobras para a iniciativa privada e não investirá no pré-sal, caso seja eleita presidente da República. "Vamos estar todos os dias aqui em protesto [se Marina ganhar]", disse Stedile, que acompanhou a manifestação convocada por centrais sindicais ligadas ao PT, como FUP (Federação Única dos Petroleiros) e CUT (Central Única dos Trabalhadores).

Fonte: Folha de São Paulo

12 setembro, 2014

13 razões para reeleger Dilma

Votarei pela Política Nacional de Participação Social; pela manutenção de cotas em universidades; pelo Enem, o Pronatec e o ProUni; e pelo aumento do percentual do PIB aplicado em educação

Por Frei Betto
1.    Apesar das mazelas e contradições do PT e do atual governo, votarei em Dilma para que se aprimorem as políticas sociais que, nos últimos 12 anos, tiraram da miséria 36 milhões de brasileiros.
2.    Votarei para que o Brasil prossiga independente e soberano, livre das ingerências do FMI e do Banco Mundial, distante dos ditames da União Europeia e crítico às ações imperialistas dos EUA.
3.    Votarei pela integração latino-americana e caribenha; pelo solidário apoio aos governos de Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador e Uruguai; pela autonomia da CELAC e do Mercosul.
4.    Votarei pelo respeito ao direito constitucional de greves e manifestações públicas, sem criminalização dos movimentos sociais e de seus líderes.
5.    Votarei pela Política Nacional de Participação Social; pela manutenção de cotas em universidades; pelo Enem, o Pronatec e o ProUni; e pelo aumento do percentual do PIB aplicado em educação.
6.    Votarei a favor do Programa Mais Médicos que, graças à sua ação preventiva, fez decrescer a mortalidade infantil para 15,7 em cada 1.000 nascidos vivos.
7.    Votarei pelo crédito facilitado e o reajuste anual do salário mínimo, de modo a ampliar o poder aquisitivo das famílias brasileiras, a ponto de viagens aéreas deixarem de ser um luxo das classes abastadas.
8.    Votarei para que o trabalho escravo em fazendas do agronegócio seja severamente punido e tais propriedades confiscadas em prol da reforma agrária.
9.    Votarei para que a Polícia Federal prossiga apartidária, efetuando prisões até mesmo de membros do governo, combatendo o narcotráfico, o contrabando e a atividade nefasta dos doleiros.
10.    Votarei para que a inflação seja mantida sob controle e, no Brasil, o crescimento do IDH seja considerado mais importante que o do PIB. Se nosso PIB cresce pouco, nosso IDH é o segundo do mundo, atrás apenas dos EUA, se considerarmos o tamanho da população.
11.    Votarei para que a nossa diplomacia permaneça independente, aliada às causas justas, sem tirar os sapatos nas alfândegas usamericanas e endossar o terrorismo bélico dos EUA, que dissemina lagrimas e sofrimentos em tantas regiões do planeta.
12.    Votarei pela preservação do Marco Zero da internet, sem ingerência das gigantes de telecomunicações, interessadas em mercantilizar as redes sociais e manter controle sobre a comunicação digital.
13.    Votarei, enfim, por um Brasil melhor, mesmo sabendo que o atual governo é contraditório e incapaz de promover reformas de estruturas e punir os responsáveis pelos crimes da ditadura militar. Porém, temo o retrocesso e, na atual conjuntura, não troco o conhecido pelo desconhecido.
Frei Betto é escritor, autor de “O que a vida me ensinou” (Saraiva), entre outros livros.

11 setembro, 2014

A Menina mais valente do mundo!


13 dicas de literatura afro-brasileira e africana

Literaturas que valorizam a diversidade étnica e cultural afro-brasileira e africana são uma ótima alternativa para abordar os conteúdos exigidos pela lei 10.639, que obriga o ensino da "História e Cultura afro-brasileira e africana" nas escolas de Ensino Fundamental e Médio das redes pública e privada de todo Brasil.
Veja 12 dicas de livros recomendados para pais, filhos e professores sobre o tema. Confira também o índice de autores negros do Literafro, portal de estudos de literatura afro-brasileira da Universidade Federal de Minas Gerais. 
Clique aqui e veja as dicas de literatura afro-brasileira e africana

10 histórias de mulheres revolucionárias que você não aprendeu na escola

Algumas armadas com rifles, outras armadas com a caneta: 10 mulheres que lutaram muito por algo em que acreditavam e que provavelmente nunca serão estampadas em uma camiseta.
Todo o mundo conhece homens revolucionários como Che Guevara, mas a história geralmente tende a polir as contribuições de mulheres revolucionárias que sacrificaram seu tempo e suas vidas na luta contra sistemas e ideologias burguesas. Apesar dos falsos conceitos a respeito, existiriam milhares de mulheres que participaram em revoluções ao longo da História, com muitas delas exercendo papéis cruciais. Elas podem vir de diferentes espectros políticos, algumas armadas com rifles e outras armadas com nada além da caneta, mas todas lutaram muito por algo em que acreditavam.
Clique aqui e conheça 10 exemplos dessas mulheres revolucionárias de todas as partes do mundo, que provavelmente nunca serão estampadas em uma camiseta.

Plebiscito soma mais de 1,5 milhão de votos pelo SIM

A comissão organizadora considera que a campanha foi vitoriosa apesar do “muro de silêncio” montado pela grande mídia. Resultado final deve ser divulgado no dia 24.
Entre os dias 01 a 07 de setembro, na Semana da Pátria, mais de 40 mil urnas foram instaladas por todo o Brasil para a votação do Plebiscito Popular da Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político. Na terça-feira (9), a Secretaria Operativa Nacional, divulgou nota com os primeiros resultados do processo.
Foram 1.744.872 votos de pessoas em todo o país na votação pela internet (via online). Destas 96, 9% (1.691.006) votaram SIM à Constituinte, e 3,1% (53.866) votaram NÃO. As urnas físicas ainda estão em processo de contagem.
 “O resultado final da votação será divulgado no dia 24 de setembro, em Coletiva de Imprensa. [...] Em seguida, ainda sem data definida, entregaremos os resultados do Plebiscito Popular aos três poderes: Presidência da República (Executivo), Congresso Nacional (Legislativo) e Supremo Tribunal Federal (Judiciário), como forma de pressionar, especialmente o Congresso, por um Plebiscito Oficial com o mesmo tema do Plebiscito Popular”, diz a nota.
Muro de silêncio pela grande mídia
A nota divulgada ainda ressalta a positividade da campanha ao envolver artistas, intelectuais, lideranças sindicais e populares, além de voluntários nas atividades. Para eles, a campanha foi vitoriosa “apesar do ‘muro de silêncio’, propositalmente montado pela grande mídia, o que só reforça a nossa posição pela democratização dos meios de comunicação no Brasil”.


10 setembro, 2014

Voto feminino e negro será determinante nas eleições 2014

Pela primeira vez na história das eleições diretas para a Presidência do Brasil, as eleitoras superam os votantes homens em 6 milhões de pessoas em todo o país. Além disso, a população negra e parda é maioria no eleitorado brasileiro de maneira inédita na escolha do mandatário do país.
 As informações são destaque na análise intitulada "Gênero e raça nas eleições presidenciais de 2014: a força do voto de mulheres e negros”, publicada pelo Instituto Patrícia Galvão, que trabalha pela qualificação da cobertura jornalística sobre questões críticas que envolvam os direitos das mulheres brasileiras.
 O estudo é uma leitura de dados levantados pelos institutos de pesquisa Ibope e Datafolha. De acordo com a análise, o eleitorado feminino é maior desde o ano 2000, mas o peso neste ano é inédito, somando 74,4 milhões de votantes mulheres diante de 68,2 milhões de votantes masculinos.
 Desde 1989, quando a população brasileira passou a eleger seu presidente por voto direto, depois de duas décadas de ditadura civil e militar, negros ou pardos representam 55% do eleitorado brasileiro, declarando-se brancos outros 44% da população e amarelos o restante 1% dos entrevistados pelas pesquisas.
Fonte: Adital

09 setembro, 2014

Fórum com candidatos ao governo do Paraná


Fórum com candidatos ao governo do Paraná
Nessa quarta-feira em Maringá
Às 19h00 – Auditório Dona Guilhermina

A Arquidiocese de Maringá,  
realiza nesta quarta-feira , fórum com os candidatos ao governo do Paraná.

O Fórum  tratará sobre: educação, saúde, segurança e região metropolitana.

Por causa do formato acordado com as assessorias, não serão feitas perguntas, mas sim apresentadas demandas das comunidades.

Cada candidato terá 15 minutos para apresentar seus projetos, sem interferência da plenária.

O evento será gravado e transmitido sábado (13) a partir das 10h30 pela Rede Evangelizar de Televisão, para a região de Maringá.


Todas as falas serão disponibilizadas no canal da Arquidiocese de Maringá no YouTube.

Humberto Henrique


07 setembro, 2014

Projeto de Lei de Iniciativa Popular elaborado pela Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas

Formulário de coleta de assinaturas para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular elaborado pela Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas que busca afastar das 
eleições o financiamento de empresas, melhorar o sistema eleitoral, promover a inclusão 
política das mulheres, dos grupos sub-representados e aperfeiçoar a democracia direta.
A Coalizão é formada pela CNBB, OAB, MCCE (autores do Ficha Limpa), Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político e mais 98 entidades importantes da sociedade civil.
Imprima aqui o Formulário e coleta assinatura de sua família, vizinhos, em seu trabalho, na faculdade, onde quiser.  Depois é só deixar o formulário nas secretarias paroquiais. 

Como explicar a uma criança quais as partes do corpo que não devem ser tocadas por outras pessoas?

A regra “Aqui ninguém toca” foi criada pelo Conselho da Europa para ajudar os pais e os educadores a falar sobre o abuso sexual de crianças e pode ser uma ferramenta muito eficaz para prevenir este tipo de crime.
Trata-se de um guia simples de ajuda aos pais na explicação a dar aos seus filhos sobre as partes do corpo que não devem ser tocadas por outras pessoas, como reagir se isso acontecer e onde procurar ajuda.
Mas em que consiste a regra do “Aqui ninguém toca”?
É simples: uma criança não se deve deixar tocar nas partes do corpo normalmente cobertas pela roupa interior  assim como não o deve fazer aos outros.

As crianças são as donas do seu corpo e existem segredos bons e maus, assim como contactos físicos bons e maus. 
Clique e acesse o livro aqui

03 setembro, 2014

Formação Paróquia São Paulo Apóstolo - Arquidiocese de Maringá

Domingo, 7 de setembro, vou assessorar encontro com as/os coordenadoras/es de Grupos de Reflexão da Paróquia São Paulo Apóstolo da cidade de Sarandi-Pr.
Tema: A Espiritualidade da coordenadora e do coordenador
Horário: 08h00  às  11h40