07 maio, 2008

Bispos marcados para morrer

Há uma lista, pública, de 300 pessoas marcadas para morrer no estado do Pará, afirmou o bispo prelado do Marajó, d. José Luís Azcona, em audiência pública, na Comissão da Amazônia da Câmara dos Deputados. “O tráfico na Amazônia de mulheres e crianças para exploração sexual e a situação dos religiosos ameaçados de morte por combatê-lo”. No mês passado, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) pediu às autoridades de segurança pública medidas de proteção para religiosos que integram a lista macabra.
“Todo mundo sabe, mas ninguém faz nada”, afirmou d. Luís Azcona. Ele se referia às autoridades policiais, ao Ministério Público e à Justiça. “Essa, é uma sociedade doente. A Amazônia é explorada por modelos importados, um modelo colonialista perpétuo; a Amazônia precisa ser levada a sério, senão vamos perder essa riqueza”, descreveu. Leia aqui

Caso Dorothy Stang: "É uma injustiça que se está cometendo", diz bispo sobre absolvição

O bispo de Abaetetuba, no Pará, dom Flavio Giovenale, disse que não se surpreendeu com a absolvição do fazendeiro acusado de ser o mandante do assassinato da missionária Dorothy Stang, na noite desta terça-feira. Para dom Flavio, o resultado do segundo julgamento já era previsto.
Para ele, o resultado do julgamento serve para os bispos que atuam na região saberem que "não se está enfrentando pessoas superficiais ou que não são bem preparadas" e que "nem sempre a verdade prevalece".

19 países participam de reunião pela não proliferação de armas químicas

Começa hoje (06) em Lima (Peru), a 9ª Reunião Regional de Autoridades Nacionais de Armas Químicas, da qual participam representantes de 19 países latino-americanos e caribenhos. O objetivo da reunião é estimular o desarme e a não proliferação desse tipo de armas, de extermínio massivo, no mundo. Leia Aqui

Para incluir é preciso também integrar


Kristianne Perez Inclusão é um tema que se tem comentado muito, nos dias de hoje, seja social, cultural, racial ou digital. Sempre mostrado por todos os lados e visões, o que ajuda no avanço do País e das pessoas que estão inseridas nele, como seres sociais. É uma forma de trazer todo aquele que é excluído para uma sociedade ativa em diversas formas e aspectos. Porém, para que se possa incluir é necessária uma capacitação e adequação de pessoas, professores, empresas, enfim, de todos aqueles que precisem de conscientização para gerar aceitação. Só a integração desses indivíduos pode levar a um intercâmbio de conhecimento vantajoso para todos, tanto para os que ensinam e convivem quanto para os que aprendem. Leia mais

Espaço digital promove inclusão social Biblioteca comunitária oferece oportunidade para a comunidade do Jardim Liberdade e região de se informatizar. Leia mais

Jovens do Liberdade têm cursinho pré-vestibular Professores voluntários, proporcionam oportunidade para estudantes do bairro que querem ingressar no ensino superior. Leia mais

Promoção humana ajuda famílias do Jardim Liberdade Famílias cadastradas na paróquia do bairro recebem cestas básicas todos os meses; algumas sobrevivem dessas doações Leia mais

Comércio ganha força no Jardim LiberdadeFundada há 34 anos, segundo moradores, a Zona 36 possui como ponto positivo o comércio diversificado. Leia mais

Vídeo do Lar Escola da Crinaça de Maringá

Vejam o video do Lar Escola da Criança de Maringá. Aqui

Prof. André Luiz convida

Reconhecendo a importância de seu trabalho, solicito o seu apoio na divulgação desses eventos, gostaria de contar com sua presença e se possível encaminhar para seu malling de contatos.
Obrigado.
Prof. André Luiz

NAPP - Núcleo de Atividades, Pesquisas e Projetos do Terceiro Setor do Projeto FAHOG, em parceria com Colégio Marconi promove palestras gratuitas em Guarulhos.
Em Guarulhos, o crescimento do Terceiro Setor e das ações de responsabilidade social e ambiental ainda é muito tímido, além de a cidade apresentar grandes contrastes sociais e econômicos.
No ano 2007, entre 05 a 09 de Novembro, o NAPP do Terceiro Setor do Projeto FAHOG em parceria com o Colégio Guglielmo Marconi, realizou a I Semana de Profissionalização do Terceiro Setor da Cidade de Guarulhos, esse evento teve como objetivo iniciar uma ampla articulação com vários segmentos da sociedade comprometidos com a qualificação e transformação das ações sociais e ambientais na Cidade. Tiveram presentes mais de 70 lideranças, representando projetos de qualidade e sucesso na cidade; além da programação com especialistas no Terceiro Setor o evento contou com 10 mini-cursos de capacitação.

Os participantes do evento deliberaram a formação de um Fórum de discussão sobre a Profissionalização do Terceiro Setor e mais cursos de capacitação profissional.

Atendendo a essa demanda o Professor André Luiz, Coordenador do NAPP do Terceiro Setor do Projeto FAHOG e Organizador do evento, lança no mês de Maio o Fórum Permanente do Terceiro Setor que tem como objetivo instrumentalizar e qualificar a Ong´s da Cidade com o Programa de Formação de Gestores.

A palestra gratuita será sobre Captação de Recurso, e terá duração de 2 horas, sempre acontecerá na terceira segunda-feira do mês, das 15h às 17h, no Auditório do Colégio Guglielmo Marconi.

Agenda de Maio
Cursos de extensão
Tema: Elaboração de Projetos Sociais I – T01
Professor: André Luiz
Data: 13/05 – Terça-feira
Horário: 08h às 17h
Carga Horária: 8 horas + 4 horas de atividades complementar
Investimento R$ 50,00 a vista – desconto de 75% - Valor normal R$ 250,00
Tema: Elaboração de Projetos Sociais I – T02
Professor: André Luiz
Data: 16/05 – sexta-feira
Horário: 08h às 17h
Carga Horária: 8 horas
Investimento R$ 50,00 a vista – desconto de 75% - Valor normal R$ 250,00

Fórum do 3º Setor e Responsabilidade Social
Tema: Qualidade dos serviços no Terceiro Setor
Data: 27/05 – última terça-feira do mês
Horário: 15h às 17h
Carga Horária: 2 horas
Investimento: Gratuito

O Colégio está localizado à Rua João Romano, 14 – Vila Flórida e o Telefone para as inscrições são (11) 6404-2188 ramal 25 ou 11 83107960. http://www.colegiomarconi.com.br/
NAPP do Terceiro Setor e Responsabilidade Social
Coordenador: Prof. André Luiz

Inauguração do NIS 3 Alvorada

Matéria do meu amigo Luiz Fernando Rodrigues, do Conselho Municipal de Saúde a respeito da inauguração do NIS 3 do Jardim Alvorada:
A Administração Municipal parece que vai inaugurar o NIS 3.
Para tanto, deveria passar pela apreciação do Conselho Municipal de Saúde de Maringá, que quando aprovou esta reabertura (há 3 anos) determinou alguns requisitos para abertura e a Conferência Municipal as referendou no ano passado:
- que todas as equipes do PSF estivessem completas (hoje faltam 15 profissionais médicos);
- manutenção e melhoria do atendimento do Hospital Municipal, com Raio-X e atendimento 24 horas, dentre outros quesitos;
Só espero, como membro deste conselho, que o gestor não inaugure mais esta unidade sem o suporte necessário. Sabemos que os pediatras serão contratados através de uma empresa de Curitiba, que ganhou a licitação no final de 2007.
Não entendo, porém, como um pediatra virá de outras regiões do estado para trabalhar aqui e ganhar menos, já que a prefeitura (através do concurso) pagaria mais que esta empresa.
Outro fator que deve ser levado em consideração é o serviço de hotelaria, pois os serviços de refeições e a lavagem das roupas deverão ser efetuados no Hospital, assim como a realização dos exames laboratoriais.
Vamos aguardar, porém não de braços cruzados! A população não pode sofrer mais do que já sofre com o atendimento à saúde. Inaugurar um serviço que não atenderá as expectativas da população não resolve o problema.

06 maio, 2008

Um vídeo antigo porém muito atual

“Olá! Eu sou Severn Suzuki. Represento, aqui na ECO, a Organização das Crianças em Defesa do Meio Ambiente. Somos um grupo de crianças canadenses, de 12 e 13 anos, tentando fazer a nossa parte, contribuir. Vanessa Sultie, Morgan Geisler, Michelle Quigg e eu. Foi através de muito empenho e dedicação que conseguimos o dinheiro necessário para virmos de tão longe, para dizer a vocês, adultos, que têm que mudar o seu modo de agir.
Você tem a opção de assistir ou de ler AQUI

05 maio, 2008

Aos Meios de Comunicação Social

Prezados Senhores,Quero manifestar o meu apreço e admiração pelos Meios de Comunicação Social que sempre tem cumprido a missão pela qual foram criados. Por ocasião do Dia Mundial dos Meios de Comunicação Social – 04.05, envio a minha saudação pessoal, recordando um trecho da mensagem que o Papa Bento XVI enviou. Dom Anuar Battisti – Arcebispo de Maringá. Leia Aqui

Nasce uma CEB quando compreende que o Amor não vê a quem e sim a necessidade!

Nasce uma CEB quando compreende que  o Amor não vê a quem e sim a necessidade!

O verdadeiro amor não leva em conta barreiras de raça, religião, nação ou classe social. A paz e a fraternidade são frutos do amor. A prática do amor não tem limites. É a necessidade do outro que diz o que deve ser feito e até que ponto se deve amar. Amor trazido por Cristo.

No Evangelho de Lucas, na passagem da parábola do Samaritano (10,30-39) ele não pergunta se o homem ferido era judeu ou não. O amor não vê a quem e sim a necessidade. O próximo é qualquer pessoa que encontramos. Radicalmente o Evangelho esta do lado do Samaritano.

O próximo é quem se aproxima da pessoa para lhe dar uma resposta às necessidades de fé; do encontro com Jesus Cristo; de vivência comunitária; de laços fraternos e solidários; de auto estima; de autorrealização; de segurança e sociais.

Nasce uma Comunidade Eclesial de Base quando a paroquia torna-se próxima geograficamente do povo e de tudo que os envolve para saciar as necessidades ali no conjunto de ruas, conjunto de quadras, naquele condomínio, naquele prédio que constitui-se uma CEB. É a base daquela comunidade se mexendo, articulando para cuidar da base, que é seu povo e tudo que os envolve. 

Por isso a importância de uma CEB geograficamente "não ser grande" e sim pequena, formada aproximadamente por exemplo em um conjunto de quadras com mais ou menos trezentas a quatrocentos casas, onde se pode saciar as necessidades ao aproximar, conhecer, ouvir, acolher e integrar a vivencia comunitária que deve ser uma vivencia de uma família que saber viver os valores cristãos do seguimento de Jesus Cristo.

O Samaritano conseguiu atingir várias dimensões da partilha. Ele aproximou, fez curativo, colocou o homem em seu próprio animal, o levou a uma pensão, onde cuidou dele e pagou com moedas de prata os gastos para o dono da pensão.

O Samaritano partilhou amor, cuidados, fraternidade, atenção, tempo e bem material.

O mundo esta vazio de amor e paz. O individualismo, a ganância do ter, o capitalismo selvagem estão a cada dia ferindo vidas.

Há muitas pessoas caídas pelo caminho que esta no espaço geográfico de nossas Arq/Dioceses, nas ruas  de uma CEB, pessoas em que a injustiça e a exclusão social arrancaram suas esperanças e a espancaram. À sociedade as discriminam, elas enfrentam diversas dificuldades.

O mundo esta sedento de Samaritanas e Samaritanos que saibam partilhar amor, fraternidade, carinho, cuidado, atenção, tempo e bem material. Partilhar esperanças e certeza que um novo mundo é possível, só depende de nós.

A Igreja fortale-se como samaritana quando assumem em ser uma Igreja de Comunidade Eclesiais de Base.

Pequenos gestos como um pão e um agasalho partilhado, um sorrio, um aperto de mão, um abraço, um olhar com ternura pode fazer renascer a esperança, dar vida a uma criança, adolescente, jovem, adulto e idoso.

O Projeto de Deus é construído com pequenos gestos, pequenas ações, gestos esse no dia a dia no anonimato realizado na CEB. Que sejamos tijolinhos em sua construção.

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Lucimar Moreira Bueno (Lucia)

Fotos da Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora da Arquidiocese de Maringa











Sem Crédito (do blog do Rigon)

Tanto a administração cidadã do PP quanto o principal jornal de Maringá noticiam a inauguração da Farmácia Popular, na manhã desta segunda-feira, sem dar o devido crédito ao vereador Humberto Henrique (PT).

Realmente não é fácil fazer oposição em Maringá, nem quando de seu trabalho resultam louros para o governante de plantão.PS - A lei, iniciativa do Vereador Humberto Henrique, é de junho de 2006.

BALADA PARA OUTRAS ISABELAS

Olá! Eu vim lhe contar um pouco da minha história...
Peço atenção, seu "dotô", um instante, não demora...

Engraçado é que ninguém, faz passeata por mim
a imprensa não divulga, o "figurão" não se importa,
a classe média não grita, os ricaços dão de ombros...

Que hipocrisia é essa, de chorar por uma só?
São tantas as Isabelas violentadas sem dó...
Vejam Agui

02 maio, 2008

Romaria foi marcada pelo desejo da realizacao da PAZ



Aproximadamente éramos quatro mil e quinhentas pessoas, com o tema “Felicidade (Feliz Cidade) é escolher a vida” refletimos à luz das “Bem Aventuranças” a realidade do povo carente, principalmente do bairro Santa Felicidade.

Uns dos momentos marcantes foi o testemunho da Sra. Neide, da Igreja Assembléia de Deus, presidente da Cooperativa dos Coletores de Recicláveis dos bairros João de Bairro e Santa Felicidade que funciona no modelo de economia solidária. Ela pediu ajuda e reivindicou melhores condições de trabalho para os catadores, que desde 2005 não tem local digno de trabalho, o salão onde funciona a cooperativa não tem cobertura e eles trabalham no sol e na chuva. Denunciou dizendo que desde que a atual administração pública assumiu houve um corte drástico na ajuda. A prefeitura deixou de pagar o aluguel além das despesas com água e luz. Segundo ela vinte e duas famílias dependem da cooperativa que precisa de sede própria. E fez um apelo: “Precisamos que nos vejam com olhar diferente. Queremos que nos visitem para ver as condições precárias que trabalhamos. Acreditamos num mundo mais justo e melhor”.

Ao ar livre, sobre um gramado, um vento frio, uma chuva serena e gelada se deu á abertura da romaria com o sinal da cruz, sinal da nossa fé. D. Anuar Battisti arcebispo da Arquidiocese de Maringá acolheu as romeiras e romeiros dizendo que a romaria é uma caminhada de fé, de coragem, de alegria e entusiasmo para celebrar o trabalho. Juntos, renovamos a fé com a oração do creio e renovamos nosso batismo através da aspersão da água. A vida de São José e Santa Felicidade foram resgatadas pelo Pe Sidney Fabril coordenador da romaria.

Saímos em caminhada, á frente uma enorme cruz carregada pelos romeiros e romeiras e a imagem de Nossa Senhora que foi com amor e carinho por nós acolhida com o comentário: “vamos receber uma pessoa especial, uma mulher trabalhadora e simples, que foi escolhida por Deus para trazer o seu filho, que apareceu com a cor negra no tempo da escravidão, que veio para mostrar que para Deus não há discriminação”.

A chuva aumentava o vento mais forte e mais gelado, uns com sombrinha, outros com guarda-chuva, outros com capa e muitos sem nada, mas havia algo em comum, a certeza da presença de Deus caminhando junto, visível em nós, nas crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, que com fé, esperança e coragem caminhavam sobre as ruas do Conjunto Santa Felicidade.

Um só povo. O povo de Deus. Caminhávamos juntos, o arcebispo D. Anuar, os padres, religiosas, religiosos, diáconos, lideranças, seminaristas, leigas e leigos.

As paradas trouxeram presente:
- o sofrimento de tantas pessoas na fila por atendimento médico e de remédio não encontrado na rede pública. A preocupação com a dengue e a certeza que queremos atendimento digno de saúde para todos os trabalhadores e trabalhadoras.
- a questão da terra. Roubaram nossa terra, estão maltratando nossa terra, esqueceram que a terra é obra de Deus e que somos filhas e filhos dela.
- a dor de tantas mães que tiveram seus filhos e filhas assassinados ainda na infância e adolescência, principalmente fatos ocorrido no conjunto Santa Felicidade.
- a exclusão social faz sua vitima no mundo inteiro. O conjunto Santa Felicidade é a face dessa realidade desumana.
- a misericórdia é o amor de Deus. Ser misericordioso é colocar o amor no coração. É enxergar o carente que não tem recurso para sair da miséria, estender a mão a ele. A sociedade os discrimina, ele enfrenta diversas dificuldades.
- a criança é pura de coração, precisamos aprender com elas e cuidar delas. Você tem criança em casa? Como você a educa? Você a educa com amor, limite, disciplina, diálogo ou espancando?
Você diz que a ama?
- o testemunho dos mártires, de ontem e de hoje. Pessoas que foram chamadas e deram suas vidas combatendo as estruturas injustas. Uma Igreja autentica, incomodada assume a fé e vida. São tantos os mártires que estão esquecidos e muitos não reconhecidos. Os jovens e adolescentes do conjunto Santa Felicidade.

A Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora da Arquidiocese de Maringá foi marcada pelo desejo da realização da Paz que leva a verdadeira felicidade, para tanto é preciso escolher a vida e combater: a injustiça, a mentira, as falsas promessas e a hipocrisia.

Se em nome do desenvolvimento se fere a paz e a justiça, então vivemos em estado de guerra. Em nossas cidades, em nossos bairros, em nosso país quantas coisas são feitas em nome da paz...mas que paz!!! Que paz é esta que destrói, que exclui, que empobrece... .

A paz é antes de qualquer coisa obra da justiça. Onde existem injustiças, desigualdade entre as pessoas, atenta-se contra a paz.

A paz é fruto do amor. É expressão de uma real fraternidade e amor entre as pessoas. Fraternidade e amor trazidos por Cristo.

Alguns compromissos apresentado:
- aos pastores da Igreja, bispos e padres, cumpre educar as consciências, inspirar, estimular e ajudar a orientar todas as iniciativas que contribuam para a formação da pessoa humana. Cumpre também denunciar todos aqueles que, ao irem contra a justiça, destroem a paz;
- a todo o povo de Deus, cumpre defender segundo o mandato evangélico o direito dos pobres e oprimidos, urgindo nossos governos e dirigentes que eliminem tudo quanto destroem a paz social;
- convidar as diversas confissões e comunidades cristãs e não-cristãs num grande mutirão pela paz a colaborar nesta fundamental tarefa de nossos tempos.
- encorajar e favorecer todos os esforços do povo para criar e desenvolver suas próprias organizações de base, para reivindicação e consolidação de seus direitos na busca de uma verdadeira justiça.
- alentar e aplaudir as iniciativas e trabalhos de todos aqueles que nos diversos setores da ação contribui para a criação de uma nova ordem que assegure a paz no seio de nossa cidade.

Com relação à situação do conjunto Santa Felicidade (PAC) que aconteça para o bem das famílias e que fique claro para o povo, que haja diálogo com democracia.

Dom Anuar Battisti colocou que a Arquidiocese de Maringá assume a campanha de apoio ao abaixo assinado para a redução da carga horária de trabalho de 44 para 40 horas - informações no http://www.40horas.com.br/ e também o apoio à campanha de assinatura de uma nova lei de iniciativa popular onde os candidatos políticos que estão respondendo a processo judicial não podem ser candidatos (saiba mais aqui).

Logo no inicio conversando com Dom Anuar Battisti, Arcebispo da Arquidiocese de Maringá ele disse:

A Romaria significa estar a caminho, em busca de algo novo porque não aceita a
situação atual. Trilhar novos caminhos. Reavivar a vida, a auto estima, pedir e
agradecer a Deus.

Como e bom ver a nossa Arquidiocese fazendo acontecer.

Uma Igreja Samaritana a serviço da vida.
“Viu, sentiu compaixão, aproximou-se e curou as feridas...(Lc 10, 33-34)

Que a nossa fé em Cristo nos fortaleça nestes propósitos, e que Santa Felicidade e a Senhora da Glória intercedam por nós.

Lucimar Moreira Bueno (Lucia)

Aborto é tema de pesquisa no Brasil

Quatro milhões de mulheres fizeram aborto, no Brasil, nos últimos vinte anos.
Um relatório feito pelas universidades de Brasília e do estado do Rio de Janeiro concluiu que mais da metade delas é católica.
O relatório é fruto da analise de todos os estudos científicos publicados sobre o assunto, no país, nos últimos vinte anos. De acordo com os pesquisadores, o perfil das brasileiras que fizeram aborto surpreendeu. Leia Aqui

Na romaria pré-candidatos oportunistas se fizeram presentes







A 19º. Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora da Arquidiocese de Maringá vai ficar na história. Aproximadamente quatro mil e quinhentos participantes. Mesmo com todo empenho da administração pública em atrapalhar a divulgação. Que pena que eles não sabem respeitar as diferenças.

Infelizmente presenciei atitudes oportunistas de alguns pré-candidatos. Com sorriso e esperteza teve quem ficou próximo à entrada do local da romaria, encenando que estava saindo para fazer alguma coisa, só para ficar dando tapinha na costa de quem iam chegando. Outros, não perderam tempo, ficaram próximos do carro do som (palco), com sorriso cumprimentando os padres e as romeiras e romeiros. Procuraram ficar em local de destaque. Vejam só teve pré-candidato que deixou bem claro que foi na romaria só para aparecer, tanto que ao começar a caminhada teve quem caminhou mais ou menos uma quadra, parou num ponto estratégico aonde todos que iam passando o percebesse e após todos passarem, ele começou a caminhar para outra direção, a do seu carro, e foi embora, com certeza bater ponto em um outro local, quem sabe no show. Nenhuma consciência, companheirismo e compromisso para com a romaria.

Assim que chequei em casa, liguei a televisão na rede globo e assistindo o jornal local vi a manchete: romaria do trabalhador em Maringá reuniu três mil pessoas. Que pena que a apresentadora cometeu um erro, em vez de falar aproximadamente quatro mil e quinhentas pessoas ela disse três mil pessoas. Pastoralmente falando ela esta perdoada, mas, profissionalmente um erro imperdoável.

Logo no inicio conversando com Dom Anuar Battisti, Arcebispo da Arquidiocese de Maringá ele disse:



A Romaria significa estar a caminho, em busca de algo novo porque não aceita a
situação atual. Trilhar novos caminhos. Reavivar a vida, a auto estima, pedir e
agradecer a Deus.

Ao ar livre, um vento frio, uma chuva serena e gelada. Uns com sobrinha, outros com guarda- chuva, outros com capa e muitos sem nada. Crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. Dom Anuar, padres, religiosas, religiosos. Assim se deu a caminhada. Em breve estarei disponibilizando o vídeo/fotos da romaria e um comentário da riqueza que foi esse evento organizado pela Igreja católica.

Salve, salve a caminhada! Salve, salve a romaria! Em busca da nova aurora de um novo dia. (Zé Vicente)

Lucimar Moreira Bueno (Lucia)

30 abril, 2008

Amanhã 19º Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora


19º Romaria do Trabalhador e da Trabalhadora da Aquidiocese de Maringá
Povo de Deus venham participar

“Felicidade (Feliz-cidade) é escolher a vida”

Data: 1º de Maio

Chegada: apartir das 13h30m

Início: 14 horas - no Cefet - Perto do Hospital Municipal

Término: 17 horas : Quadra de Esporte - Santa Felicidade - Missa de Dom Anuar Battisti.

OBS: Levar a carteira de trabalho ou instrumentos de trabalho para que sejam abençoados.

Pesquisa inédita revela como vive população de rua

De cada cem pessoas que moram na rua, 71 trabalham e 52 têm pelo menos um parente na cidade onde vivem. A atividade mais freqüente é a coleta de material reciclável e uma significativa parcela considera boa a relação com seus familiares. O trabalho e o vínculo familiar são aspectos que compõem a primeira Pesquisa Nacional sobre a População em Situação de Rua, realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Os resultados foram divulgados nesta terça-feira (29/04), em Brasília. LEIA AQUI

Farmacia Popular em Maringá

Quem bom, com a colaboração do Vereador Humberto Henrique (PT), o povo da cidade de Maringá, a partir da próxima segunda-feira (5 de maio), contará com o atendimento da Farmácia Popular do Brasil. O programa, criado pelo Governo Federal, oferece mais de 100 medicamentos com preço até 90% mais barato que o valor de mercado. Para conseguir essa conquista o Vereador acima citado no ano de 2006 esteve pessoalmente no Ministério da Saúde, em Brasília, para conhecer o programa e trazer a novidade para Maringá. Leia mais Aqui

Maringá tem mais moradores de rua que Londrina

De acordo com a pesquisa divulgada ontem pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, a população de rua em Maringá é superior à média nacional. Foram pesquisadas 71 cidades (48 municípios com mais de 300 mil habitantes e 23 capitais), apresentando-se uma média nacional de 0,061% de moradores de rua. Leia Mais Aqui