Una niña siria aparece en esta foto con su padre tratando de cruzar la frontera con Turquía, en un intento desesperado de huir del terror impuesto por el Estado Islámico en algunas zonas del país. Mais informações aqui
18 junho, 2015
"Salvar vidas humanas é obrigação moral e legal"
Forte apelo do Conselho Mundial de Igrejas sobre questões de imigração e acolhimento.
"Todos os membros da comunidade internacional têm a obrigação moral e legal de salvar a vida das pessoas em perigo, independentemente da sua origem e do seu status", reafirma o comitê executivo do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), em declaração emitida após a visita feita na semana passada a Echmiadzin, a sede da Igreja Apostólica Armênia.
O comitê ecumênico prestou homenagem às vítimas do Metz Yeghém, o genocídio do começo do século passado, e aproveitou a oportunidade para considerar questões prementes na Igreja e no mundo de hoje: em especial, a "profunda preocupação com a vida de um número crescente de pessoas, em todo o mundo, que, fugindo de situações de violência, opressão, ocupação ou privação econômica, são levadas a fazer viagens desesperadas e arriscadas". Por exemplo, a dos rohingya que fogem de Mianmar e a das pessoas do norte da África que fogem em massa para as costas europeias.
Para o CMI, a imigração é um "crescente desafio global" que exige resposta rápida e eficaz nos "diferentes contextos". Basta pensar na "morte de um número sem precedentes de imigrantes e refugiados que tentam atravessar o Mediterrâneo rumo à Europa" ou na tragédia dos "rohingya e de Bangladesh no mar de Andaman". Mas também preocupam "os recentes assassinatos de trabalhadores migrantes cristãos etíopes por parte do autoproclamado Estado Islâmico na Líbia e a violência xenófoba contra imigrantes na África do Sul".
Todas estas situações têm em comum a "vulnerabilidade" de pessoas forçadas a deixar os seus países de origem em busca de uma vida melhor para si e para as suas famílias. Diante de tal situação, o Conselho Mundial de Igrejas "reconhece e respeita" a prerrogativa de cada Estado de "controlar suas fronteiras e as condições de entrada e residência", mas também reconhece "o desafio representado pelo volume de migrantes em situação irregular".
A organização ecumênica espera que todos os países "honrem o espírito das suas obrigações de direito internacional, incluindo os direitos humanos e o direito dos refugiados". Neste sentido, "acreditamos que é legal e eticamente inaceitável que os países abdiquem às suas responsabilidades de salvar vidas humanas e de fornecer-lhes proteção".
Fonte: Zenit.org
O comitê ecumênico prestou homenagem às vítimas do Metz Yeghém, o genocídio do começo do século passado, e aproveitou a oportunidade para considerar questões prementes na Igreja e no mundo de hoje: em especial, a "profunda preocupação com a vida de um número crescente de pessoas, em todo o mundo, que, fugindo de situações de violência, opressão, ocupação ou privação econômica, são levadas a fazer viagens desesperadas e arriscadas". Por exemplo, a dos rohingya que fogem de Mianmar e a das pessoas do norte da África que fogem em massa para as costas europeias.
Para o CMI, a imigração é um "crescente desafio global" que exige resposta rápida e eficaz nos "diferentes contextos". Basta pensar na "morte de um número sem precedentes de imigrantes e refugiados que tentam atravessar o Mediterrâneo rumo à Europa" ou na tragédia dos "rohingya e de Bangladesh no mar de Andaman". Mas também preocupam "os recentes assassinatos de trabalhadores migrantes cristãos etíopes por parte do autoproclamado Estado Islâmico na Líbia e a violência xenófoba contra imigrantes na África do Sul".
Todas estas situações têm em comum a "vulnerabilidade" de pessoas forçadas a deixar os seus países de origem em busca de uma vida melhor para si e para as suas famílias. Diante de tal situação, o Conselho Mundial de Igrejas "reconhece e respeita" a prerrogativa de cada Estado de "controlar suas fronteiras e as condições de entrada e residência", mas também reconhece "o desafio representado pelo volume de migrantes em situação irregular".
A organização ecumênica espera que todos os países "honrem o espírito das suas obrigações de direito internacional, incluindo os direitos humanos e o direito dos refugiados". Neste sentido, "acreditamos que é legal e eticamente inaceitável que os países abdiquem às suas responsabilidades de salvar vidas humanas e de fornecer-lhes proteção".
Fonte: Zenit.org
Voluntários colocam cabides nas ruas para doações de roupas de frio
Iniciativa é realizada pela segundo ano seguido em Londrina, no Paraná. São 14 cabides instalados pelo projeto em vários pontos da cidade.
Um grupo de voluntários colocou vários cabides espalhados em alguns pontos de Londrina, no norte do Paraná, para estimular a doação de roupas de frio durante o inverno. O objetivo do projeto “Amigos Solidários” é simples: as pessoas deixam as roupas no local para quem mais precisa recolher e usar.
O número de pontos aumentou em 2015, passando para 14 cabides instalados. A campanha segue até o fim do inverno. Aqui mais informações
Dois australianos saem às ruas lavando a roupa de mendigos
Os dois jovens de 20 anos, com a ajuda de doações, estão saindo às ruas de Brisbane desde Julho, 5 vezes por semana, no projeto que chamaram de Orange Sky Laundry Project, que se tiver sucesso vai ser espalhado por toda a Austrália.
Os 20 quilos de roupa que eles conseguem lavar por hora já facilitaram a vida de centenas de moradores de rua nesses últimos meses.
Fonte: Catraca Livre
Amazônia: Velhos e Novos Instrumentos do Saque
No inicio da invasão europeia os índios eram tolerados porque os portugueses e espanhóis necessitavam deles para localizar as riquezas de seu interesse e como mão-de-obra para explorá-las. Mas na medida em que o invasor foi criando os seus próprios instrumentos para localização e exploração das mesmas, foi dispensando os donos da casa e ficou agressivo, criando leis e instrumentos de dominação. Dentre as leis a injusta lei da propriedade privada da terra é simplesmente arrasadora para os povos indígenas. A brutalidade contra os povos indígenas vem crescendo desde o início da colonização até hoje. No início atingia as comunidades enquanto retirava principalmente os homens das aldeias para escravizá-los aos interesses de exploração das riquezas descobertas e nas fazendas. No período moderno uma classe desses descendentes europeus procura simplesmente despojar os povos indígenas de seus territórios tirando-lhes todas as condições de sobrevivência, cultural e física.
Em meados do século XX todos os rios já haviam sido explorados e foi preciso ir território adentro para descobrir e espoliar os últimos depósitos das riquezas amazônicas. Agora os espoliadores já dispõe de todos os instrumentos, leis favoráveis, mapeamento das riquezas e maquinário para explorar o território, dispensando qualquer colaboração autóctone para transpor os obstáculos que se apresentam. Assim todos os governos, ditatoriais e democráticos, começam a romper as florestas e o alto dos rios e igarapés como se fossem “vazios demográficos”. A entrega dos empreendimentos novos na Amazônia à empresas, ficções criadas pelo homem e por isso, sem consciência e sem responsabilidade, alivia, aparentemente, a ciência congênita ou consciência dos mandantes dos crimes atuais. E o almoxarifado da Amazônia começa a ser conhecido e saqueado em todas as suas dimensões: terra, rios, peixes, seixo, minerais, madeira, plantas medicinais, fontes energéticas... A gente que está aí, “não existe mais” e se existe não deveria existir, porque é apenas “estorvo do desenvolvimento”!
A Zona Franca de Manaus, “vaca sagrada” dos governantes de hoje, foi um dos...continue lendo...
14 junho, 2015
Audiência Pública com o tema : Crianças, Adolescentes e Jovens - Direito à Cidade
O vereador Humberto Henrique , presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Câmara Municipal de Maringá , convida para a Audiência Pública com o tema : Crianças, Adolescentes e Jovens - Direito à Cidade.
A Audiência acontecerá no dia 17 de junho de 2015, quarta- feira , a partir das 19h.
11 junho, 2015
Conselho Pastoral da CEBs (CPC)
Um pequeno texto que escrevi para uma reflexão
Conselho Pastoral da CEBs (CPC)
Sabemos que o CPC tem como objetivo executar as decisões,
avaliar as ações realizadas e de forma criativa planejar as ações da comunidade
levando-á a ser uma samaritana a serviço da vida para acolher e animar a vida
pastoral, ouvindo e servindo a comunidade, estendendo a mão a todas as
necessidades. Manter a Comunidade Eclesial de Base em comunhão com a paróquia.
Mas é preciso também, fazer com que o CPC, esse encontro
das lideranças, seja um momento de sensibilizar quanto à ternura de Deus que abraça toda criatura, e que seu rosto humano
precisa ser revelado a cada momento de encontro, precisa ser revelado no dia a
dia, nas famílias, em nossas Comunidades
Eclesiais de Base, a CEBs, em nossa paróquia, em todos os lugares.
Ternura é afeto doce e delicado, vivido com participação viva, afetuosa
e dinâmica, sair do eu para encontrar-se com o tu, uma relação real de
dedicação, cuidado e reciprocidade. Ternura é força, vigor interior e
desabrocha em coração livre, capaz de ofertar e receber amor.
A ternura é a força do amor humilde. A ternura de Jesus revela o que de mais
humano existe em Deus e o que de mais divino existe na mulher e no homem.
Onde não houver ternura, dificilmente haverá amor. Uma
das características lindas do agir de Jesus é o seu fazer-se próximo com uma
ternura de compaixão, de amizade, de serviço e de participação profunda na
vivência com toda criatura de Deus.
A ternura exprime uma das qualidades mais belas do amor,
a bondade. Amar é ser bom. Só a ternura pode curar os corações feridos, porque
a ternura é generosa, tudo dá, tudo faz pelo bem do outro.
Isso é muito lindo, esperamos coma a graça Deus, pela
intercessão de Nossa Senhora da Liberdade que em cada CPC, possamos sensibilizar
quanto a ternura de Deus que abraça toda criatura.
Lucimar Moreira Bueno (Lúcia)
Lucimar Moreira Bueno (Lúcia)
“Louvado sejas” é o título oficial da nova encíclica do papa Francisco
"Louvado sejas”
“Louvado sejas” é o
título oficial da nova encíclica do papa Francisco, a ser publicada no dia 18
de junho. O título não é em latim, como costuma acontecer
tradicionalmente, mas num italiano arcaico falado por São Francisco de Assis:
trata-se do primeiro verso do famoso “Cântico das Criaturas”. A encíclica é a
segunda do papa Francisco.
O texto da encíclica estará disponível em italiano, francês,
inglês, alemão, espanhol e português, nas versões impressa e digital.
06 junho, 2015
'Para que este gênio feminino seja reconhecido, deve ser ouvido’
Por que a paridade tem que significar que a mulher seja parecida com o homem e não ao contrário? Entrevista com Maria Giovanna Ruggieri, presidente da União Mundial das Organizações Femininas Católicas, sobre o Congresso dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
O ano de 2015 será um ano crucial para a comunidade internacional já que nas Nações Unidas será preparado e discutido a nova agenda para o desenvolvimento, que constituirá para a comunidade internacional o novo quadro de referência para os próximos quinze anos. Um grupo de mulheres que trabalham no âmbito eclesial, se reuniu no Vaticano recentemente para discutir, debater e contribuir com seu ponto de vista a estes objetivos. O Congresso foi organizado pelo Pontifício Conselho de Justiça e Paz junto com a World Union of Women’s Catholic Organisations (WUCWO) e a World Women’s Alliance for Life and Family.
Maria Giovanna Ruggieri, presidente da União Mundial das Organizações Femininas Católicas, (WUCWO) explicou a ZENIT que "o objetivo do congresso era ouvir, da base, reflexões e prioridades no nosso papel de organizações e realidades a serviço da Igreja e da sociedade. Entender quais são os elementos que nos chamam e são emergenciais, que não podemos adiar". Também “dar uma contribuição como mulheres” porque o documento final que realizaram é oferecido “à Santa Sé para quando tenham que participar na ONU da discussão dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável”.
Por outro lado, a presidente Ruggieri disse que "isso também nos levou a verificar qual ideia de mulher oferecemos. Os objetivos são para todos, mas nós o vimos com olhos de mulher. E especialmente buscamos entender o que se quer privilegiar e o que está por trás dos objetivos propostos e oferecidos pelas diferentes realidades”. A ideia de mulher que deve emergir não é "uma mulher comercializada, uma mulher objeto ou uma mulher explorada”, mas “uma mulher respeitada na sua dignidade de pessoa”. Nossa proposta – afirma – é que brote esta dignidade que está em todos e cada um.
Também, adverte que em alguns aspectos estes Objetivos são muito "ocidentais" e que as prioridades, talvez, não sejam totalmente universais. O documento em que trabalharam durante o congresso está estruturado em quatro temas: “Ecologia humana”, “educação e trabalho”, “pobreza e ambiente”, “paz e desenvolvimento”.
O passo seguinte – nos diz Maria Giovanna – é como fazer para que os nossos organismos a nível nacional, local, “percebam estas coisas que falamos e se é possível dar um salto e estar atentos às prioridades desses Objetivos a serviço da pessoa”.
Uma das urgências que deve ser abordada é “a necessidade de trabalhar muito para que a dignidade da mulher seja realmente assumida”, destaca. E coloca o seguinte exemplo: “Se para vender qualquer produto é preciso colocar uma mulher linda do lado, isso fala muito do grau de dignidade que temos com a mulher”. Este problema – explica – afeta todo o mundo, é universal, de forma diferente, mas no fundo está sempre a ideia dessa mulher-objeto. “Objeto a ser usado para os meus interesses, para o trabalho, sexualidade... Infelizmente são muitas as novas formas de escravidão, que mostram quanto trabalho de educação e formação ainda é preciso ser feito para ajudar a todos, incluindo as mulheres, para terem respeito pela dignidade da pessoa”, adverte.
Falar sobre o valor das mulheres "não é nenhuma reivindicação, mas é pedir um reconhecimento de uma dignidade que, infelizmente ainda não tem totalmente", diz a presidente. E a Igreja – observa – deve também ajudar-nos nisso porque, em algumas situações a dignidade da mulher não é respeitada totalmente, e a Igreja poderia incidir ainda mais.
A este respeito, se pergunta: "Pensando nestas meninas que são exploradas sexualmente me pergunto o que fazemos para sensibilizar as comunidades eclesiais sobre este problema? Estas meninas são exploradas porque há demanda. Qual educação e formação existe? Na Itália, país tradicionalmente católico, fomos educados nas paróquias a respeitar a menina, a jovem, as mulheres? Isto não é transmitido geneticamente, e acho que ainda temos muito a fazer”.
A presidente se questiona sobre a ideia e a forma de entender hoje em dia a paridade, “Por que a paridade significa que eu tenho que ser como o homem e não que o homem se aproxime da sensibilidade feminina?, Deve ser obrigatoriamente esse o nível máximo a ser alcançado, não existe uma possibilidade intermediária? Por que entender a paridade como ‘fazer o que fazem os homens’? Por que a ternura deve pertencer somente à mulher?, Por que o homem não pode mostrar os seus sentimentos?”
Portanto, ela reconhece que gostaria que "na paridade, ambos reconheçam no outro valores e princípios, modos, que podem enriquecer-me, e não que eu tenha que tirar o que me pertence”.
Finalmente, Maria nota que o Papa está falando muito do “gênio feminino” como um grande dom que deve ter mais espaço na sociedade, mas “se ele fala e depois não se coloca em prática, o que ele diz, na sociedade, nada mudará”. Ele nos está abrindo um caminho, mas e nós? E para que este gênio feminino seja reconhecido, deve ser ouvido.
Fonte: Zenit.org
Fonte: Zenit.org
05 junho, 2015
CEBs - Arquidiocese de Maringá
Amanhã, 06 de junho, estarei com a Região
Pastoral Nossa Senhora Aparecida.
O encontro será às 14 horas, na Paróquia Santo Antônio de Pádua, cidade de Maringá.
Partilhar um pouquinho da caminhada e dar continuidade a construção do V Encontrão Arquidiocesano das CEBs.
Em sua 5ª edição o Encontrão Arquidiocesano das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Arquidiocese de Maringá, reunirá o povo de Deus das paroquias da Arquidiocese, no dia 23 de agosto de 2015, das 13h30 às 17h30, no Parque de Exposições na cidade de Maringá. Com o tema “CEBs: o rosto humano de Deus”, e o Lema “sua ternura abraça toda criatura” (cf. Sl 144(145),9).
O encontrão é organizado pela coordenação arquidiocesana das CEBs, procurando envolver o povo das paróquias no desenvolvimento do encontro, tornando-o dinâmico e participativo e foi idealizado, com a intenção de proporcionar um espaço diferente e gostoso de envolvimento do povo de Deus das paróquias da Arquidiocese, descontração e confraternização. Um momento lindo revelando a face celebrativa, dinâmica, profética e acolhedora das CEBs.
O encontro será às 14 horas, na Paróquia Santo Antônio de Pádua, cidade de Maringá.
Partilhar um pouquinho da caminhada e dar continuidade a construção do V Encontrão Arquidiocesano das CEBs.
Em sua 5ª edição o Encontrão Arquidiocesano das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Arquidiocese de Maringá, reunirá o povo de Deus das paroquias da Arquidiocese, no dia 23 de agosto de 2015, das 13h30 às 17h30, no Parque de Exposições na cidade de Maringá. Com o tema “CEBs: o rosto humano de Deus”, e o Lema “sua ternura abraça toda criatura” (cf. Sl 144(145),9).
O encontrão é organizado pela coordenação arquidiocesana das CEBs, procurando envolver o povo das paróquias no desenvolvimento do encontro, tornando-o dinâmico e participativo e foi idealizado, com a intenção de proporcionar um espaço diferente e gostoso de envolvimento do povo de Deus das paróquias da Arquidiocese, descontração e confraternização. Um momento lindo revelando a face celebrativa, dinâmica, profética e acolhedora das CEBs.
04 junho, 2015
Paróquia Nossa Senhora da Liberdade - Arquidiocese de Maringá
Veja em fotos como foi a Solenidade
do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi), da Paróquia Nossa Senhora da Liberdade, da Arquidiocese de Maringá, que tem como Pároco Pe. Dirceu Alves do Nascimento.
Aqui Confecção tapete
Aqui Tapete pronto
Aqui Confecção tapete
Aqui Tapete pronto
03 junho, 2015
A festa de Corpus Christi
Um pequeno texto que escrevi sobre a Festa de Corpus Christi
A festa de Corpus Christi
Jesus disse às multidões dos judeus: “Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”.
Precisamos deste pão para crescer no amor para reconhecer o rosto de Cristo no rosto das irmãs dos irmãos.
Jesus não sabe fazer outra coisa a não ser amar toda a humanidade, toda a criação divina. Jesus entende que a vida é amar. “Eu serei e viverei para sempre como aquele que ama”.
A celebração de Corpus Christi nos revela a face acolhedora de Cristo, que acolhe a todas e a todos sem excluir ninguém, saciando a “fome”, resgatando a vida, a esperança, a dignidade humana. A celebração de Corpus Christi também nos revela que quem participa da Eucaristia, mas não é capaz de “partilhar” alimentos, amizade, solidariedade, fraternidade precisa rever suas atitudes, porque ainda não compreendeu e não foi capaz de entrar em comunhão com Ele.
A festa de Corpus Christi é celebrada com missa, seguida de procissão. A procissão nos faz recordar a caminhada do povo de Deus, que liberto da escravidão egípcia, vai ao encontro da terra prometida. Deus nunca abandona o seu povo, envia o seu Filho Jesus como caminho, verdade e vida, e ao mesmo tempo o seu Filho quis continuar no meio de nós como um sinal visível, sob as espécies de pão e de vinho.
Lucimar Moreira Bueno (Lucia)
02 junho, 2015
Pastorais do Campo do Nordeste se encontram, dialogam e convocam
“Quero uma Igreja solidária,
servidora e missionária,
que anuncia e saiba ouvir./
Ao lutar por dignidade,
por justiça e igualdade,
pois eu vim para servir.
(cf. Mt 10, 45)
Representantes
das Pastorais do Campo do Nordeste (Conselho Indigenista Missionário – CIMI, Conselho
Pastoral dos Pescadores – CPP, Comissão Pastoral da Terra – CPT, Pastoral da Juventude
Rural - PJR, Serviço Pastoral dos Migrantes – SPM e Caritas) encontraram-se
fraternalmente nos dias 25 e 26 de maio 2015, no Recanto do Pescador, em
Olinda-PE, espaço de formação popular e articulação das lutas dos pescadores e
pescadoras, que o CPP colocou à disposição. Além do encontro de amigos(as) e
companheiros(as) ser sempre enriquecedor, o intuito principal foi aprofundarmos
o momento conjuntural de nossa realidade, cujos dias, meses e anos “fazem
pensar”. Nosso horizonte é cotidianamente
povoado pelas tribulações e esperanças dos povos indígenas e quilombolas, camponeses
com suas múltiplas facetas, comunidades tradicionais pesqueiras, homens e
mulheres da migração forçada, juventudes rurais, do meio popular e das
periferias urbanas.
Compartilhamos
nossas experiências, metodologias e desafios. Recobramos de nós mesmos vontade
firme para renovarmos nossa opção: assumir, junto com os protagonistas, ao redor
das terras, territórios e águas de nosso Nordeste, perspectivas conjuntas de
colaboração e atuação mais eficazes. Apesar de vivermos uma realidade que se
apresenta, cada vez mais, “diversa e
adversa”, fomos unânimes em assumir que uma das dimensões que configura nosso
ser e nos caracteriza chama-se: “pastoralidade”, com as ressonâncias bíblicas e históricas que esta palavra evoca.
Nosso filtro de leitura, portanto, nos apontou algumas
focalizações que, sinteticamente aqui elencamos como atitudes e opções de
“trabalho pastoral”:
·
repudiamos a
violência e expulsão de povos e
comunidades tradicionais e camponeses de suas terras e territórios. Nestes últimos anos, de forma mais acelerada,
uniram-se aos interesses vorazes do capital o Estado nos três níveis, federal, estadual e municipal. Capital e Estado,
portanto, são promotores da expropriação e violência a serviço de seus
interesses economicistas;
·
condenamos a privatização e mercantilização da natureza,
de suas dádivas básicas e comuns como a
terra, água e a biodiversidade;
·
denunciamos, com a
veemência que nos vem da ética que cultivamos e de nossa história, a forma premeditada
e perversa com que executivo, congresso e judiciário, têm violado e produzido retrocessos em direitos adquiridos, conquistados e consolidados pelas lutas dos
povos ao longo de nossa história, que tiveram uma etapa positiva na
Constituição Federal de 1988;
·
jamais aceitaremos e
deixaremos de denunciar o extermínio
das juventudes, em especial a negra e empobrecida. Este crime instalado
no Brasil inteiro é promovido com uma violência institucionalizada, que nos envergonha
como humanos;
·
Completa o nosso
grito o repúdio ao preconceito e à falta de incentivo para com as juventudes
rurais e das periferias e todas as
formas de violência contra as mulheres.
Como cristãos e cristãs, no horizonte ecumênico,
aberto e acolhedor para todas as denominações eclesiais e religiosas, no sentimos
enraizados nesta dimensão, chamada pastoralidade,
desde o Concílio Ecumênico Vaticano II, concluído em 1965. Nestes 50 anos, o
Espirito Santo de Deus aponta para que as Igrejas sejam cada vez mais, sobretudo
no nosso Nordeste do Brasil, populares, encarnadas nas experiências múltiplas
das CEBs, vivendo espiritualidades e teologias libertadoras, a própria missão
que Jesus assumiu e as primeiras comunidades assumiram (cf. Lc 4,18 e At 3,1-9).
Partilhamos assim os apelos do Espirito para:
·
Retomar o trabalho
de base e nas bases das Igrejas e da sociedade;
·
reorganizar pequenos
grupos, núcleos, comunidades, conselhos locais que sintam a força do Espirito
de Deus para agir de modo autônomo e interconectado;
·
incentivar o hábito
de rodízio periódico de cargos e tarefas ligadas aos ministérios de coordenação,
como método “revolucionário e alternativo
ao sistema” de renovação e radicalização da democracia. Estas palavras, para
nós, são sempre uma exigência explicita e inseparável do chamado à comunhão;
·
favorecer a
autogestão e auto sustentabilidade como exercício da autonomia e soberania dos
povos, comunidades e movimentos.
Sentimos, nessa busca, o sopro
do Espírito também quando nos impele a reavivar o nosso compromisso com a
radicalização da democracia. Daí a importância também de promover mobilizações
populares como forma de expressar a indignação diante do atual modelo
hegemônico de desenvolvimento: violento, concentrador e excludente. Assumimos o
compromisso de participação efetiva nos rumos do país, reconhecendo que,
historicamente, os direitos garantidos que temos só foram possíveis pela
organização e mobilização de toda sociedade.
Afirmamos a importância
das mais diversas experiências locais para que sejam adequadas ao modo de vida
dos nossos povos, à produção nos diferentes ecossistemas e biomas; a partir de
perspectivas de convivência e sustentabilidade, em vista da vida com dignidade
das atuais e futuras gerações. Sentimos como urgente aprofundar e apontar
caminhos para um novo modo de produção, um novo modo de consumo e gestão da
sociedade.
Neste quadro
convocatório, sentimo-nos encorajados para fazer memória e reafirmarmos, como enraizados
num sulco fecundo, os encaminhamentos
do Encontro Nordeste da 5ª Semana Social (4-6 de abril de 2014). Com
força crítica e aceitando a riqueza da diversidade, este momento unificou a
inspiração do Espírito de Javé e a lucidez do discernimento humano diante dos
desafios do hoje. A articulação de movimentos e pastorais populares, do campo e
urbanos, continua nos apontando uma outra perspectiva para o Nordeste, a partir
do próprio povo.
Nesta hora, tribulada e
esperançosa, sopra também, em nossas vidas, o Espirito com que os posicionamentos
de papa Francisco confirmam nossa fé e nossa ousadia evangélicas. Fé e ousadia
poderão proporcionar eficácia ao sopro unificador da vida dos povos indígenas, quilombolas, camponeses
e camponesas, ribeirinhos e ribeirinhas, pescadores e pescadoras. E através
deles a toda a humanidade e ao nosso “planeta
doente”.
Este sopro vem dar novo
vigor à rica tradição
cultural de fé, esperança e solidariedade amorosa da Terra sem Males, do Bem
Viver e do Axé que a riqueza de nossas tradições históricas e culturais
populares nos deixaram em preciosa herança e que nós assumimos ao gritarmos com
lúcida vibração: Amém, Axé, Awêre, Aleluia!
OS/AS
REPRESENTANTES DAS PASTORAIS DO CAMPO
DO
NORDESTE DO BRASIL
Olinda –
PE, 25-26 de maio de 2015
01 junho, 2015
Delegar e confiar são os maiores desafios
Um pequeno texto que escrevi para uma reflexão por parte das lideranças
Delegar e confiar são os maiores
desafios
A importância da
liderança se apoiar e confiar nas outras pessoas. Um
maestro não precisa tocar os instrumentos de uma orquestra para conseguir
extrair dos músicos o melhor ritmo e sonoridade num concerto. Da mesma forma, a
liderança, não há necessidade de executar todas tarefas, é preciso confiar que
as pessoas que assumiram são capazes e que as metas estabelecidas serão
alcançadas.
Uma
boa liderança não é aquela que esta presente em tudo, como se sem ela as coisas
não vai acontecer como deveria, mas é proporcionar o crescimento, a
participação e o compromisso e expressar solidariedade nas dificuldades e nas
alegrias, ter espirito de abertura e confiança.
Uma liderança
não pode viver no individualismo, porque pode cair e não ter força para
levantar. O individualismo pode levar ao cansaço. Uma boa liderança e aquela que orienta sem dominar, dá oportunidade a todos. Coordena de
forma participativa. Confia, e assim delega e distribui responsabilidades e
tarefas, sem precisar estar em tudo, evitando o cansaço.
Uma
boa liderança, sabe utilizar o saber da comunidade, não é centralizadora, sabe
apoiar e confiar nas outras pessoas. Tem capacidade para perceber que as
pessoas tem saber, capacidade, valores, criatividade e intuições que
contribuem.
Delegar
e confiar são os maiores desafios.
Quando se lidera uma equipe, é preciso deixar de executar as tarefas
como fazia antes e passar a delegá-las para que outros façam. É uma dinâmica
diferente, pois ele vai obter resultados por meio das pessoas e não pelas
próprias mãos.
Em função da
relação autoridade-responsabilidade, afirma-se que delegar não é “delargar”, ou
abdicar da tarefa, mas tão somente permitir que uma outra pessoa se encarregue
da execução e da operacionalização de uma atividade.
Lucimar Moreira Bueno (Lucia)
30 maio, 2015
Arquidiocese de Maringá - Final de semana corrido...Afff!
Final de semana corrido...Afff!
Quase de saída para a Região Pastoral Catedral
A noite na minha Paróquia Nossa Senhora da Liberdade, Grandiosa Celebração das nove CEBs da Paróquia.
Amanhã na Região Pastoral Paranacity.
- Hoje o Encontro das CEBs será na Região Pastoral Catedral, Paróquia Cristo Ressuscitado, às 14 horas na cidade de Maringá
- Amanhã na Região Pastoral Paranacity, às 14 horas na cidade de Paranacity.
- Amanhã na Região Pastoral Paranacity, às 14 horas na cidade de Paranacity.
Partilhar um pouquinho da caminhada e dar continuidade a construção do V Encontrão Arquidiocesano das CEBs.
Em sua 5ª edição o Encontrão Arquidiocesano das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Arquidiocese de Maringá, reunirá o povo de Deus das paroquias da Arquidiocese, no dia 23 de agosto de 2015, das 13h30 às 17h30, no Parque de Exposições na cidade de Maringá. Com o tema “CEBs: o rosto humano de Deus”, e o Lema “sua ternura abraça toda criatura” (cf. Sl 144(145),9).
O encontrão é organizado pela coordenação arquidiocesana das CEBs, procurando envolver o povo das paróquias no desenvolvimento do encontro, tornando-o dinâmico e participativo.
O Encontrão Arquidiocesano das CEBs, foi idealizado, com a intenção de proporcionar um espaço diferente e gostoso de envolvimento do povo de Deus das paróquias da Arquidiocese, descontração e confraternização. Um momento lindo revelando a face celebrativa, dinâmica, profética e acolhedora das CEBs.
28 maio, 2015
Projeto popular
Os movimentos sociais defendem uma proposta de reforma política para o país que amplie a participação popular. No ano passado, a campanha do plebiscito colheu 7,5 milhões de assinaturas por todo país favoráveis à realização de uma consulta popular para decidir pela formação de uma assembleia constituinte para implementar uma reforma política.
Dentre as propostas do projeto popular de reforma política, está o fim do financiamento privado de campanhas, a realização de mais consultas à população e o voto no programa partidário ao invés de indivíduos.
Câmara volta atrás e autoriza doação de empresas para campanhas políticas
Após mais um dia de manobras em meio à aprovação da reforma política, a Câmara dos deputados aprovou na noite desta quarta-feira a inclusão do financiamento empresarial de campanhas na Constituição Federal. Com a nova regra, porém, as doações só poderão ser feitas para os partidos políticos. Os candidatos, por sua vez, só poderão receber doações de pessoas físicas. Na madrugada anterior, os parlamentares haviam rejeitado a doação de empresas. O tema não estava previsto para voltar à votação, mas foi incluído pelo presidente Eduardo Cunha, fruto de uma proposta do deputado Celso Russomanno (PRB-SP), o que causou revolta em parte do parlamento.
A reportagem é de Marina Rossi e Talita Bedinelli, publicada por BBC Brasil, 28-05-2015.
Ainda na noite desta quarta, os deputados também aprovaram o fim da reeleição para os cargos Executivos. A grande maioria dos parlamentares, 452 dos 513, aprovaram a medida, que vale já para os próximos eleitos em 2016, caso passe e uma segunda votação na Casa e no Senado.
Atualmente, a Constituição Federal não especifica o tipo de doação permitida. Por isso, os partidos políticos podem receber doações tanto de empresas quanto de pessoas físicas. Porém, há uma discussão sobre a constitucionalidade dessa medida no Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2014, seis ministros concordaram com uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil na qual a entidade alega que as doações de empresas para as campanhas políticas são inconstitucionais. O ministro Gilmar Mendes, porém, pediu vistas do processo em abril do ano passado, o que fez com que o julgamento ficasse paralisado até hoje.
A sessão desta quarta-feira à tarde começou tumultuada na Câmara. Deputados de partidos contrários ao financiamento empresarial, como PT, PSOL e PC do B, acusavam Eduardo Cunha de tentar dar mais um “golpe”. O presidente da Câmara começou o dia informando que o relatório do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), que autorizava o financiamento empresarial apenas para partidos políticos, seria votado depois das duas outras opções acordadas: o financiamento de pessoas físicas e do Governo e o financiamento apenas público –a regra era: se a primeira opção não passasse, a próxima seria considerada e assim por diante até alguma ser aprovada; caso nenhuma fosse aceita, tudo continuaria como está e, na prática, a decisão ficaria por conta do STF.
Indignados, deputados fizeram um discurso atacando Cunha. "O Eduardo Cunha perdeu o jogo, mas é o dono da bola. Aí diz: 'Eu não gostei do resultado, vamos jogar de novo'. Não dá. Se aprovarmos isso, vamos colocar na Constituição a seguinte inscrição: 'Pode continuar com o escândalo da Petrobras'", disse o deputado Júlio Delgado (PSB-MG). A maioria dos casos de corrupção no Brasil envolvem doações de campanha, como o mensalão, a Operação Lava Jato e a CPI dos Anões do Orçamento, que culminou com o impeachment do ex-presidente e atual senador Fernando Collor (PTB-AL).
O presidente da Casa afirmou, por sua vez, que o que havia sido votado na madrugada de quarta era uma emenda aglutinativa, que tinha por base o relatório, mas acrescentava que as questões eram distintas (a emenda previa esse financiamento para candidatos e partidos e o relatório só para partidos). Por isso, o texto de Maia não podia ser ignorado. Muitos parlamentares diziam, no entanto, que na sessão anterior o próprio Cunha havia afirmado que a emenda aglutinativa substituía o texto do relatório. O presidente da Câmara, apoiado no PMDB e no PSDB, não voltou atrás. “Vossas excelências têm direito a recorrer contra o que quiserem, mas a decisão está tomada”, disse.
“É um golpe no que combinamos. É gravíssimo. Não é correto e democrático e não honra o que acordamos”, disse Chico Alencar (PSOL-RJ). “Quando tenho dúvidas de que meu voto vai valer, a legitimidade do Parlamento está sendo colocada em questão e isso é muito sério. Será que estamos vivenciando no Parlamento um jogo de cartas marcadas, onde se o resultado não é favorável a uma agenda pré-estabelecida vem uma nova interpretação [do regimento]?”, reclamou o deputado Glauber Braga (PSB-RJ).
Acordo
Após uma gritaria entre os deputados, Cunha interrompeu a sessão e chamou para uma reunião os líderes dos partidos. Após quase uma hora, foi realizado um acordo: o plenário votaria três emendas aglutinativas: a proposta do PCdoB, que defendia o financiamento de campanha restrito a pessoas físicas; a defendida pelo PT, que previa o financiamento 100% público; e uma terceira, feita pelo deputado Celso Russomanno (PRB-SP), que define que as empresas só podem doar aos partidos e que os candidatos só podem receber doações de pessoas físicas.
As duas primeiras propostas foram derrotadas e a terceira saiu vitoriosa. Com isso, as empresas poderão doar para os partidos, que farão os repasses aos candidatos. Diretamente, os candidatos só poderão receber doações de pessoas físicas. Um teto para essas doações ainda deverá ser estabelecido.
Eram necessários 308 votos, três quintos da Casa. O placar desta noite ficou em 330 votos a favor, 141 contra e uma abstenção. Na votação anterior, o financiamento empresarial que incluía os repasses para os candidatos havia obtido 264 votos.
Antes da votação, dizia-se nos bastidores que os líderes partidários pressionaram seus parlamentares para mudar de voto e que o grupo de Cunha já havia obtido 50 votos a mais -foram 44, no final. Essa derrota anterior foi a segunda do presidente da Câmara na discussão da reforma política. Na terça-feira, a proposta de mudar o sistema eleitoral para o distritão, defendida por ele, foi rejeitada.
Até quinta, os deputados pretendem avaliar ainda outras questões, nesta ordem: As votações da reforma política devem acontecer até a próxima quinta-feira, na seguinte ordem: tempo de mandato, coincidência ou não das eleições municipais com as estaduais e federais, cota para as mulheres, fim das coligações eleitorais para deputados e vereadores, entre outros.
25 maio, 2015
Homilia do Papa: A corrupção e o apego tiram a alegria e a esperança
Em Santa Marta, Francisco atualiza a passagem do "jovem rico"
Vatican City, (ZENIT.org) Luca Marcolivio
Riqueza, corrupção e o bem comum foram os temas centrais da homilia do Papa Francisco na manhã desta segunda-feira, 25 de maio, na capela da Casa Santa Marta. O ponto de partida foi a passagem do "jovem rico", presente no Evangelho de hoje (Mc 10,17-25): uma história que demonstra como o "entusiasmo" por Cristo, pode se transformar num instante em "tristeza e fechamento em si mesmo".
O jovem rico é o emblema da "alegria" e da "esperança" que desaparecem, porque ele, àquela sua riqueza, não quer renunciar. "O apego às riquezas é o começo de todos os tipos de corrupção", afirmou o Papa.
Uma corrupção que se espalhou por toda parte e de muitas formas: "corrupção pessoal, corrupção nos negócios, também a pequena corrupção comercial, daqueles que tiram 50 gramas do peso correto, a corrupção política, a corrupção na educação", disse o Papa.
Aqueles que vivem "apegados ao próprio poder, às próprias riquezas, acreditam viver no paraíso", quando na verdade "é um lugar sem horizonte", sem "esperança".
Viver neste "paraíso terrestre", significa viver em um lugar sem "horizonte": um cenário que Bergoglio recorda ter visto na Argentina na década de 70, habitado por pessoas ricas que fecharam os muros para se defenderem dos ladrões.
"O apego às riquezas nos dá tristeza e nos torna estéreis", acrescentou o Santo Padre, destacando que uma coisa é "administrar bem as riquezas" para o "bem comum", outra coisa é o "apego" à riqueza, que torna o coração "corrupto e triste".
As riquezas sem generosidade, inicialmente, nos fazem crer que “somos poderosos, como Deus", mas no final, nos tiram "o melhor, ou seja, a "esperança".
O Evangelho nos dá uma perspectiva completamente diferente: a dos "pobres em espírito", os protagonistas da primeira das Bem-aventuranças. Ser pobre em espírito significa "despojar-se do apego e fazer com que as riquezas que o Senhor lhe deu sejam para o bem comum”.
É preciso “abrir a mão, abrir o coração e abrir o horizonte”. Se você tem a “mão fechada, tem o coração fechado como aquele homem que fazia banquetes e usava roupas luxuosas, você não tem horizontes, não vê os outros que precisam e vai terminar como aquele homem: distante de Deus”, concluiu o Papa.
24 maio, 2015
Arquidiocese de Maringá - Comunidades Eclesiais de Base (CEBs)
Arquidiocese
de Maringá
Comunidades
Eclesiais de Base (CEBs)
Quase
de saída para a Região Pastoral Sarandi-Nossa Senhora das Graças
Daqui
a pouco, vamos estar na Região Pastoral Sarandi-Nossa Senhora das Graças.
Partilhar
um pouquinho da caminhada e dar continuidade a construção do V Encontrão Arquidiocesano das CEBs.
Em sua 5ª edição o Encontrão
Arquidiocesano das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Arquidiocese de
Maringá, reunirá o povo de Deus das paroquias da Arquidiocese, no dia 23 de agosto
de 2015, das 13h30 às 17h30, no Parque de Exposições na cidade de Maringá. Com
o tema “CEBs: o rosto humano de Deus”, e o Lema “sua
ternura abraça toda criatura” (cf. Sl 144(145),9).
O encontrão é
organizado pela coordenação arquidiocesana das CEBs, procurando envolver o povo
das paróquias no desenvolvimento do encontro, tornando-o dinâmico e
participativo.
O Encontrão Arquidiocesano das
CEBs, foi idealizado, com a intenção de proporcionar um espaço diferente e
gostoso de envolvimento do povo de Deus das paróquias da Arquidiocese,
descontração e confraternização. Um momento lindo revelando a face celebrativa,
dinâmica, profética e acolhedora das CEBs.
O encontro de hoje na Região Pastoral
Sarandi-Nossa Senhora das Graças será as 13h30, na cidade de Sarandi, Paróquia
São Paulo Apóstolo.
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