07 novembro, 2016

Intolerância religiosa no Brasil foi o tema da redação do Enem 2016

"Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil". 
A temática do Enem 2016, cada candidato em um texto de até 30 linhas apresentar proposta sobre o assunto.

Oração inter-religiosa [Helena Kolody]

Concede-me, Senhor,
a graça de ser boa,
De ser o coração singelo que perdoa,
A solícita mão que espalha,
sem medidas,
Estrelas pela noite escura de outras vidas
E tira d’alma alheia o espinho que magoa.

Helena Kolody


Helena Kolody (1912-2004): Foi uma poetisa e professora paranaense. Seu primeiro poema, A Lágrima, foi publicado quando tinha apenas 16 anos e seu primeiro livro, Paisagem Interior, foi publicado em 1941. Ao longo da vida publicou mais 22 obras, entre elas, Luz Infinita (1997), Sinfonia da Vida (1997), Poemas do Amor Impossível (2002) e, além destas, a obra póstuma Memórias de Nhá Mariquinha (2007). É considerada a "mãe dos haicais" (uma forma poética, desenvolvida no Japão, cuja principal característica é a concisão), no Brasil, por ter sido a primeira, no país, a usar a técnica de origem japonesa.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br

Para especialistas, ‘churrasco de domingo’ é vilão do aquecimento global

A picanha, a fraldinha e a maminha, bem salgadas, feitas na brasa, símbolos de um bom churrasco, estão se tornando inimigas do clima. É que a carne, desde a criação do gado até a mesa do brasileiro, é responsável pela liberação de grande quantidade de gases que causam o aquecimento global, segundo o Observatório do Clima (OC) – rede que reúne 40 organizações da sociedade civil. A recomendação é que o consumo de carne de boi seja menor e a produção mais eficiente.
A reportagem é de Isabela Vieira, puiblicada por Agência Brasil, 04-11-2016

Os impactos causados pela agropecuária são responsáveis por 69% das emissões de gases de efeito estufa do Brasil. Estão incluídos na conta poluentes decorrentes do processo digestivo e dejetos de rebanhos, o uso de fertilizantes e o desmatamento (43% das emissões nacionais).

Os números são do Sistema de Estimativa de Emissão de Gases de Efeito Estufa (Seeg), do Observatório do Clima, divulgados no Rio de Janeiro.

De acordo com a coordenadora de Clima e Agropecuária do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), Marian Piatto, que integra a rede do observatório, somente o gado de corte é responsável por 65% das emissões de gases de efeito estufa na agropecuária.

Ela explica que um dos problemas está no sistema digestivo dos animais com dificuldades de processar o capim. “O gado bovino, quando se alimenta do capim, explicando de uma maneira bem simples, elimina metano por meio do arroto e do pum. Não é como nos carros, que vemos uma fumaça cinza, mas são poluentes”.

Marina lembra que o país tem um dos maiores rebanhos do mundo, cerca de 200 milhões de animais, o que agrava o problema. “É quase um por pessoa”, comparou.

Para chegar aos 69% das emissões nacionais do setor agropecuário, o coordenador do Sistema de Estimativa de Emissão de Gases de Efeito Estufa, Tasso Azevedo, acrescenta que, além dos problemas com o gado, entram na conta o transporte da carga, que, na maioria das vezes, usa diesel, o mais poluente dos combustíveis e o desmatamento para criação de pasto. Na Amazônia, onde avança o uso de terras para a atividade, é comum a ocupação de áreas derrubadas com o gado, denunciou EronMartins, do Instituto Imazon.

“A relação entre a pecuária e o desmatamento é muito estreita porque a pecuária tem uma fluidez econômica muito rápida, o que facilita colocar a pecuária nos locais de expansão (desmatadas) para ter o direito daquela área mais tarde”, disse Martins. Ele contou que é comum a extração de madeira deixar áreas degradadas que, em seguida, acabam revertidas em pasto.
Soluções visam reduzir emissões
Segundo os especialistas, às vésperas de o acordo de Paris entrar em vigor em 2017, com metas para limitar o aumento da temperatura no planeta, há espaço na agropecuária para redução das emissões, como melhor manejo de pastagens e menor uso de fertilizantes. O governo, por sua vez, deve atrelar a concessão de subsídios, como o Plano Safra, às contrapartidas ambientais. Os ambientalistas, porém, são unânimes em recomendar menor consumo de carne.

“Cada bife que a gente come é responsável por impacto ambiental. Não comemos camarão e lagosta todo o dia, por que temos a necessidade de comer uma quantidade diária de carne bovina?”, questionou Marina. Uma meta internacional para tornar a carne brasileira mais sustentável foi descartada porque o destino de 80% do gado do país é a mesa do brasileiro, disse.

Para quem pensar em adiar uma mudança de hábitos à mesa, Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima, alerta que o aquecimento global é responsável por ondas de calor, com sensação térmica de 50º, como no verão, no Rio de Janeiro, falta de chuvas, como em São Paulo, e desastres ambientais. “A gente está falando de qualidade de vida e de economia, mudanças climáticas são um risco para um país que depende da agricultura e da pecuária”, afirmou.
CNA questiona números
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) questionou os dados e disse que a conta do Sistema de Estimativa de Emissão de Gases de Efeito Estufa é uma “visão parcial” da produção.

“Se a gente for levar em conta que o Brasil emite menos de 4% das emissões globais, que o sistema leva em conta as emissões e não o balanço, se a gente considerar os esforços empreendidos para redução das emissões no Brasil – que vêm diminuindo – e o comprometimento da propriedade rural na conservação da biodiversidade, no estoque de carbono e na recuperação de áreas degradas, [poderá constatar] que a agropecuária é uma atividade muito menos impactante do que se pintou no relatório”, afirmou o coordenador de Sustentabilidade, Nelson Ananias Filho.

“Precisamos promover políticas de recuperação de pastagens em degradação para aumentar produtividade e emitir menos gases, produzindo comida e o nosso churrasco de fim de semana”. Nelson confirma que uma pastagem bem manejada sequestra até 90% de toda emissão da pecuária.

Para incentivar o setor, o Ministério da Fazenda, por meio do Plano Safra, apresenta aos produtores técnicas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) deprodução sustentável.

“Para o governo, é inviável financiar toda mudança tecnológica do setor. O que fazemos é mostrar as coisas que estão na prateleira e que são viáveis”, disse o coordenador-geral de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Aloisio Lopes Pereira de Melo.

Oração


Oração

Senhor, Pai santo, derrama sobre nós o teu Espírito, que ilumine a nossa responsabilidade e a nossa consciência, nos faça crescer na fé e no amor, e progredir espiritualmente. Não deixes que fechemos os olhos, e não nos deixemos iluminar pelo Espírito, permanecendo na ilusão de sermos bons. Faz-nos conhecer a verdade, desapegar-nos do mal e confiar na tua misericórdia. Revela-nos o teu coração de Pai, disposto a perdoar, não sete, mas setenta vezes sete. Ensina-nos a perdoar, não só aos outros, mas também a nós mesmos. Ensina-nos a aceitar-nos, com humildade e confiança, tal como Tu mesmo nos aceitas para atingirmos a plena maturidade humana e espiritual. Que a graça, nem sempre agradável, mas preciosa de nos conhecermos a nós mesmos, nos dispunha a acolher a tua misericórdia e a tornar-nos instrumentos dela para os outros. Amem. 

Fonte: dehonianos

04 novembro, 2016

Para refletir

“Num mundo agitado e com pouca memória, que caminha depressa deixando para trás muitos e sem perceber que permanece sem fôlego e sem meta, precisamos hoje de oxigênio, deste amor gratuito que renova a vida. O homem tem sede da misericórdia e não há tecnologia que possa saciá-lo. Procura um afeto que vai além do consolo do momento, um porto seguro onde atracar o seu navio inquieto, um abraço infinito que perdoa e reconcilia.”

Papa Francisco

02 novembro, 2016

"Quem acredita em mim, mesmo que morra, viverá"


Jesus disse: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem acredita em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e acredita em mim, não morrerá para sempre”.
(Jo 11,25-26).

Morre um dia, mas nasce outro. Morre a semente, mas nasce a flor. Morre a mulher e o homem para o mundo, mas nasce para Deus.

Em toda a morte, deve haver uma nova vida, essa é a nossa esperança.

O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já partiram. É o dia da Fé e do Amor, porque ter fé e amar é sentir que o outro não morrerá nunca, pois a Vida Cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.

Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos, costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio.
No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais, ninguém se lembrava.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de “Todos os Santos”.
O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados.

01 novembro, 2016

Católicos e Luteranos se comprometem a "eliminar os obstáculos que impedem a plena unidade"



Com um histórico abraço, o Papa Francisco e o presidente da Federação Luterana Mundial, Munib Younam, assinaram uma declaração conjunta, após a oração ecumênica em Lund. 

No texto, ambas as Igrejas se comprometem a “continuar juntos no serviço, defendendo a dignidade e os direitos humanos, especialmente dos pobres, trabalhando pela justiça e rejeitando todas as formas de violência”. 

“Deus nos chama a estar perto de todos aqueles que anseiam por dignidade, justiça, paz e reconciliação. Hoje, de modo particular, levantamos as nossas vozes para pedir o fim da violência e do extremismo que ferem tantos países e comunidades, e inumeráveis irmãos e irmãs em Cristo”, acrescenta o texto, que rejeita “de maneira enérgica, todo ódio e violência, passados e presentes, especialmente os cometidos em nome da religião”. 

Ambos reconhecem que “luteranos e católicos prejudicaram a unidade da Igreja” por culpa de “preconceitos e conflitos’, que fizeram com que “a religião fosse instrumentalizada com fins políticos”.

Leia AQUI A declaração conjunta: Declaração comum por ocasião da comemoração conjunta católico-luterana da Reforma Lund, 31 de outubro de 2016



Oração: Vê, Senhor, que sou um vaso...

Oração: Vê, Senhor, que sou um vaso...


 “Vê, Senhor,
que sou um vaso
que carece muito
de ser preenchido.

Meu Senhor,
enche o vaso,
pois sou fraco na fé.

Fortalece-me,
pois sou frio no amor.

Aquece-me e torna-me quente,
para que meu amor transborde
para o próximo.

Não tenho fé robusta e forte,
acontece que sou acometido de dúvidas,
não podendo confiar em ti inteiramente.

Ó Senhor, ajuda-me,
fazes crescer minha fé e confiança.

Tudo o que tenho
se encerra em ti.

Eu sou pobre,
tu és rico e vieste
para receber em misericórdia
aos pobres.

Eu sou pecador,
tu és justo.

Comigo está a doença do pecado,
em ti está a plenitude da justiça.

Por isso quero ficar contigo,
não preciso dar de mim para ti:
de ti posso receber. Amém.”

Fonte: http://www.luteranos.com.br

Horários de missa nos cemitérios de Maringá no dia de Finados

Dia de finados para nós cristãos é iluminada pela ressurreição de Cristo e para renovar a nossa fé na vida eterna.

Nos dirigimos ao cemitério para rezar pelas pessoas amadas que nos deixaram, para exprimir a elas, o nosso afeto, para senti-las ainda próximas.

09h - Paróquia Menino Jesus de Praga e São Francisco Xavier.
10h – Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe. 
11h – Paróquia São Silvestre I, Papa.
12h – Paróquia Pessoal para Japoneses São Francisco Xavier.
14h – Paróquia Nossa Senhora da Liberdade.
15h – Paróquia Santa Rita de Cássia.  
16h – Catedral Nossa Senhora da Glória.  
17h – Paróquia Nossa Senhora de Lourdes e São Judas Tadeu.

No Cemitério Parque as missas serão celebradas às 9h e 16h. 

Dom Anuar cobra duplicação da PR 323 “imediatamente”

28 outubro, 2016

Nota da CNBB sobre a PEC 241

Nota da CNBB sobre a PEC 241


A nota afirma que a PEC 241 é:
Injusta e seletiva. 
Supervaloriza o mercado em detrimento do Estado
Afronta a Constituição Cidadã de 1988.

E diz que:
É possível reverter o caminho de aprovação dessa PEC, que precisa ser debatida de forma ampla e democrática. 


Em nota divulgada na quinta-feira, 27, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), manifesta sua posição a respeito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, de autoria do Poder Executivo que, após ter sido aprovada na Câmara Federal, segue para tramitação no Senado Federal.

Leia o texto na íntegra:

Brasília-DF, 27 de outubro de 2016
P - Nº. 0698/16

NOTA DA CNBB SOBRE A PEC 241

"Não fazer os pobres participar dos próprios bens é roubá-los e tirar-lhes a vida.”
(São João Crisóstomo, século IV)

O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília-DF, dos dias 25 a 27 de outubro de 2016, manifesta sua posição a respeito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, de autoria do Poder Executivo que, após ter sido aprovada na Câmara Federal, segue para tramitação no Senado Federal. 

Apresentada como fórmula para alcançar o equilíbrio dos gastos públicos, a PEC 241 limita, a partir de 2017, as despesas primárias do Estado – educação, saúde, infraestrutura, segurança, funcionalismo e outros – criando um teto para essas mesmas despesas, a ser aplicado nos próximos vinte anos. Significa, na prática, que nenhum aumento real de investimento nas áreas primárias poderá ser feito durante duas décadas. No entanto, ela não menciona nenhum teto para despesas financeiras, como, por exemplo, o pagamento dos juros da dívida pública. Por que esse tratamento diferenciado?

A PEC 241 é injusta e seletiva. Ela elege, para pagar a conta do descontrole dos gastos, os trabalhadores e os pobres, ou seja, aqueles que mais precisam do Estado para que seus direitos constitucionais sejam garantidos. Além disso, beneficia os detentores do capital financeiro, quando não coloca teto para o pagamento de juros, não taxa grandes fortunas e não propõe auditar a dívida pública.

A PEC 241 supervaloriza o mercado em detrimento do Estado. “O dinheiro deve servir e não governar! ” (Evangelii Gaudium, 58). Diante do risco de uma idolatria do mercado, a Doutrina Social da Igreja ressalta o limite e a incapacidade do mesmo em satisfazer as necessidades humanas que, por sua natureza, não são e não podem ser simples mercadorias (cf. Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 349).

A PEC 241 afronta a Constituição Cidadã de 1988. Ao tratar dos artigos 198 e 212, que garantem um limite mínimo de investimento nas áreas de saúde e educação, ela desconsidera a ordem constitucional. A partir de 2018, o montante assegurado para estas áreas terá um novo critério de correção que será a inflação e não mais a receita corrente líquida, como prescreve a Constituição Federal.

É possível reverter o caminho de aprovação dessa PEC, que precisa ser debatida de forma ampla e democrática. A mobilização popular e a sociedade civil organizada são fundamentais para superação da crise econômica e política. Pesa, neste momento, sobre o Senado Federal, a responsabilidade de dialogar amplamente com a sociedade a respeito das consequências da PEC 241.

A CNBB continuará acompanhando esse processo, colocando-se à disposição para a busca de uma solução que garanta o direito de todos e não onere os mais pobres.

Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, continue intercedendo pelo povo brasileiro. Deus nos abençoe!

Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB
 

27 outubro, 2016

Para Refletir

"Deus chora pela humanidade que não entende a paz que Ele nos oferece, a paz do amor. Este é o choro do Pai."

“Também hoje diante das calamidades, das guerras que eclodem para ‘adorar ao deus dinheiro’, dos tantos inocentes mortos pelas bombas lançadas pelos adoradores do ídolo dinheiro, também o Pai chora, também hoje diz: ‘Jerusalém, Jerusalém, filhos meus, o que estão fazendo?’ E o diz às pobres vítimas e também aos traficantes de armas e a todos aqueles que vendem a vida das pessoas. Nos fará bem pensar que o nosso Deus Pai se fez homem para poder chorar; e nos fará bem pensar que nosso Deus Pai hoje chora: chora por esta humanidade que não consegue entender a paz que Ele nos oferece, a paz do amor”.


Papa Francisco

26 outubro, 2016

Para Refletir

"Hoje, mais do que nunca, precisamos que a política e a economia se coloquem a serviço da vida."
Papa Francisco

Uma propostas para as CEBs - Comunidades Eclesiais de Base

Partilhando outra proposta, essa para nossas CEBs

Essa proposta, apresentei as coordenações da Paróquia Nossa Senhora da Liberdade, Arquidiocese de Maringá, para ajudar fazer com que aconteça, se concordarem.

Uma pequena proposta que na verdade é uma grande proposta...rsrsrs

Nossas CEBs tem muitos idosos, que gostam e precisam de carinho, de um conversa, da presença amiga de nossa Igreja.

Precisamos interagir com esses nosso povo.

Vamos identificar em nossas Ruas, pessoas que não trabalham durante o dia, que sabemos que tem condições de ajudar na proposta que segue.

Uma vez por semana, de 15 em 15 dias ou se preciso for uma vez por mês, na parte da tarde, convidar e procurar fazer na casa dos que não conseguem andar uma tarde com eles.

Como seria:

Em um dos momentos, levar uma bolacha, um bolo com um chá para tomar juntos e conversar um pouco, em outro encontro rezar um terço, no outro um texto bíblico e fazer uma partilha.

Enfim, coisa pequena e bem simples, mas que vai ser de uma riqueza muito grande para os nossos idosos.

Doutrina da Fé publica Instrução sobre sepultura e cremação

Ad resurgendum cum Christo’ da Congregação para a Doutrina da Fé a propósito da sepultura dos defuntos e da conservação das cinzas no caso de cremação.

Segundo o documento, “a prática da cremação difundiu-se bastante em muitas Nações e, ao mesmo tempo, difundem-se também novas ideias contrastantes com a fé da Igreja”. 


Código de Direito Canônico

A norma eclesiástica vigente em matéria de cremação de cadáveres é regulada pelo Código de Direito Canônico: “A Igreja recomenda vivamente que se conserve o piedoso costume de sepultar os corpos dos defuntos; mas não proíbe a cremação, a não ser que tenha sido preferida por razões contrárias à doutrina cristã.”

“É preciso sublinhar que, não obstante esta norma, a prática da cremação se difundiu muito no âmbito da Igreja Católica. Em relação à prática de conservação das cinzas, não existe uma específica norma canônica. Por isso, algumas Conferências Episcopais se dirigiram à Congregação para a Doutrina da Fé levantando questões acerca da prática de conservar a urna cinerária em casa ou em lugares diferentes do cemitério, e sobretudo de espalhar as cinzas na natureza”, disse o Cardeal Müller na coletiva. 

“Seguindo a antiga tradição cristã, a Igreja recomenda insistentemente que os corpos dos defuntos sejam sepultados no cemitério ou num lugar sagrado.  Ao lembrar a morte, sepultura e ressurreição do Senhor, mistério à luz do qual se manifesta o sentido cristão da morte, a inumação é a forma mais idônea para exprimir a fé e a esperança na ressurreição corporal. A sepultura nos cemitérios ou noutros lugares sagrados responde adequadamente à piedade e ao respeito devido aos corpos dos fiéis defuntos. Enterrando os corpos dos fiéis defuntos, a Igreja confirma a fé na ressurreição da carne e se separa de comportamentos e ritos que envolvem concepções errôneas sobre a morte: seja o aniquilamento definitivo da pessoa; seja o momento da sua fusão com a Mãe natureza ou com o universo; seja como uma etapa no processo da reencarnação; seja ainda, como a libertação definitiva da “prisão” do corpo.”

Conservação as cinzas

“Quaisquer que sejam as motivações legítimas que levaram à escolha da cremação do cadáver, as cinzas do defunto devem ser conservadas, por norma, num lugar sagrado, isto é, no cemitério ou, se for o caso, numa igreja ou num lugar especialmente dedicado a esse fim determinado pela autoridade eclesiástica.”

Segundo o documento, “a conservação das cinzas em casa não é consentida. Somente em casos de circunstâncias graves e excepcionais, o Ordinário, de acordo com a Conferência Episcopal ou o Sínodo dos Bispos das Igrejas Orientais, poderá autorizar a conservação das cinzas em casa. As cinzas, no entanto, não podem ser divididas entre os vários núcleos familiares e deve ser sempre assegurado o respeito e as adequadas condições de conservação das mesmas.

Para evitar qualquer tipo de equívoco panteísta, naturalista ou niilista, não é permitida a dispersão das cinzas no ar, na terra ou na água ou, ainda, em qualquer outro lugar. Exclui-se, ainda a conservação das cinzas cremadas sob a forma de recordação comemorativa em peças de joalharia ou em outros objetos.

“Espera-se que esta nova Instrução possa fazer com que os fiéis cristãos tenham mais consciência de sua dignidade de filhos de Deus. Estamos diante de um novo desafio para evangelização da morte”, concluiu o Cardeal Müller. (MJ)

Clique AQUI e leia a íntegra do documento.


24 outubro, 2016

Por que as centrais convocam uma greve geral? Veja dez motivos

Oito centrais sindicais brasileiras preparam uma greve geral para o dia 11 de novembro. A paralisação de diversas categorias é planejada como parte de uma escalada da mobilização dos trabalhadores e das trabalhadoras contra medidas que vem sendo anunciadas e defendidas pelo governo não eleito de Michel Temer (PMDB).
Participaram de reuniões para preparar a mobilização a Central Única dos Trabalhadoras (CUT), a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a Conlutas, a Força Sindical, a Intersindical, a Nova Central e a União Geral dos Trabalhadores (UGT). Uma outra paralisação geral está prevista para o dia 25 de novembro.
A reportagem é publicada por Brasil de Fato
As principais pautas levantadas pelas centrais são a crítica da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241 e as discussões em torno da reforma trabalhista e da Previdência. O Brasil de Fato explica essas questões e também elenca outras medidas que vem sendo debatidas e que podem interferir na vida da classe trabalhadora. Confira: 
PEC 241
A Proposta congela os investimentos públicos pelos próximos 20 anos, sob a justificativa de normalizar as contas estatais. De outro lado, seus críticos - que chamam o projeto de PEC da Morte - dizem que há alternativas para a questão fiscal no país e projetam que setores como saúde e educação deixarão de receber centenas de bilhões de reais nas próximas décadas. Estudos apontam que se a PEC tivesse sido aprovada há 20 anos atrás, a política de valorização do salário mínimo, por exemplo, não poderia ter ocorrido.
Idade mínima para se aposentar
O principal ponto das discussões que o governo não eleito vem fazendo em torno da reforma da Previdência, se tal medida for implementada, é que o cálculo para aposentadoria não seria apenas determinado pelo tempo de contribuição. Discute-se a idade mínima para se aposentar entre 65 ou 70 anos. As consequências afetariam os mais pobres: como começam a trabalhar mais cedo, teriam que contribuir mais tempo para poder se aposentar.
Equiparação da aposentadoria rural e urbana
Vinculada à questão anterior, o estabelecimento de uma idade mínima teria caráter geral, valendo para trabalhadores rurais e urbanos. Em relação aos primeiros, a equiparação teria um efeito prejudicial: começam a trabalhar mais cedo, realizam atividades mais desgastantes e vivem menos. Caso a idade mínima fosse de 65 anos, em alguns estados, por exemplo, um trabalhador rural viveria, em média, apenas seis meses após passar a receber sua pensão.
MP 739: mais dificuldade na obtenção de benefícios previdenciários
A Medida Provisória 739 já tem validade e sua aprovação definitiva é discutida na Câmara. O principal ponto questionado na MP é a alteração do tempo mínimo de contribuição para que trabalhadores e trabalhadoras possam receber benefícios como auxílio-doença e salário-maternidade após desligamento da Previdência.
Acordado sobre legislado
Um dos eixos do que o governo vem defendendo no campo trabalhista, a ideia significa que acordos coletivos entre empregados e patrões prevaleçam sobre o disposto em lei. Hoje, as negociações, em regra, não podem estar abaixo do patamar legal. Se a proposta for implementada, direitos contidos na legislação poderão ser desrespeitados.
Terceirização irrestrita
Outro elemento defendido pelo governo é o projeto que libera a terceirização irrestrita no Brasil. Atualmente, apenas atividades-meio - ou seja, que não tenham relação direta com o ramo de atividades da empresa – podem ser terceirizadas. Em geral, empregados terceirizados sofrem com alta rotatividade e salários menores quando comparados com os outros.
PL 257: congelamento de salários de servidores
O Projeto de Lei 257 versa sobre o auxílio financeiro que a União pretende prestar a estados e municípios em dificuldades. Entre outras, uma das contrapartidas presentes no PL, entretanto, é que os entes subnacionais congelem os salários de servidores públicos e não realizam novas contratações no funcionalismo.
PL 432: flexibilização do combate ao trabalho escravo
O Projeto de Lei 432 diminui o número de hipóteses que podem ser enquadradas como trabalho análogo à escravidão. A realização de atividades laborais em “condições degradantes” deixa de ser configurado como uma das possibilidades de aplicação da lei contra o trabalho escravo.
Pré-sal
A recente votação que retirou da Petrobras a condição de operadora única de novos campos do pré-sal tem impactos que vão além daqueles sofridos pelos petroleiros. Parte da indústria nacional, como a naval, perderá possibilidades econômicas, o que pode levar ao aumento do desemprego. De outro lado, a quantidade de recursos do petróleo que seriam destinados à saúde e educação também diminuirão.
MP do Ensino Médio
A chamada reforma do ensino médio extingue um currículo universal a todos os estudantes. Além disso, aponta para o fim da obrigatoriedade de algumas disciplinas: educação física, educação artística, filosofia e sociologia. Especialistas em pedagogia criticam a medida, defendendo que esta, além de não ter sido debatida na sociedade, diminui a qualidade da educação pública e intensifica desigualdade de oportunidades.

21 outubro, 2016

Para refletir

“O espírito do mal semeia guerras, sempre. Ciúmes, invejas, lutas, fofocas ... são coisas que destroem a paz e, portanto, não pode haver unidade. E como é o comportamento de um cristão para a unidade, para encontrar esta unidade? Paulo diz claramente: "Comportem-se de maneira digna, com toda a humildade, ternura e generosidade”. Essas três atitudes. Humildade: você não pode dar a paz sem humildade. Onde há orgulho, há sempre a guerra, sempre o desejo de vencer sobre o outro, de crer ser superior. Sem humildade não existe paz e sem paz não há unidade. "

Papa Francisco

Conselho Nacional de Saúde desmente Temer: 'PEC 241 vai tirar dinheiro do SUS'

Ignorado pelo governo e Congresso, CNS projeta perdas para a saúde pública e propõe fim da renúncia fiscal e a taxação de grande fortunas para equilíbrio das contas do governo.

A reportagem é de Cida de Oliveira e publicada por Rede Brasil Atual - RBA

O presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Ronald Santos, apresentou hoje (20) argumentos que desmentem a propaganda do governo de Michel Temer (PMDB) em defesa da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que congela investimentos federais por 20 anos e desobriga a União de repassar a estados e municípios percentuais estabelecidos pela Constituição para o financiamento de ações na área de saúde e educação, colocando em risco o Sistema Único de Saúde (SUS).
“Como até aqui não fomos ouvidos pelo governo e nem pelo deputado Darcisio Perondi (PMDB-RS), relator da PEC 241, que outrora foi defensor do SUS e do fortalecimento do seu financiamento, vamos alertar o governo e a sociedade que haverá perdas sim”, disse Santos.
Regulamentado pelo Decreto 99.438, de 7 de julho de 1990, o CNS é um órgão com funções normativas, consultivas, deliberativas para assessorar o Ministério da Saúde. É composto por 30 membros, entre representantes dos usuários, trabalhadores da saúde, gestores (governo) e prestadores de serviço no setor.
Em reunião ordinária do CNS na semana retrasada, o ministro Ricardo Barros foi questionado sobre prejuízos à saúde pública e também ao total desprezo da pasta pelo colegiado. "Ele se limita a repetir a versão oficial, o discurso do governo, segundo a qual não há teto específico para a despesa com saúde” e que “nada impede que o Poder Executivo proponha um valor acima do piso” a partir de 2018. No entanto, há omissão de dados e o governo demonstra mais uma vez que vivemos num Estado de exceção, em que a legalidade é secundária", diz.
"O teto de gastos corrigido pelo IPCA vai deteriorar as condições de vida e saúde da população em 20 anos. Para que saúde e educação tenham recursos acima do mínimo constitucional, seria necessário tirar de outras áreas", afirma. "O aumento de receita nos próximos 20 anos será acompanhado de mais recursos para o pagamento de juros e amortização da dívida em prejuízo da população. Ou nossos governantes vão instituir PEC definindo que não pode nascer mais gente do que morrer nos próximos 20 anos?”, provoca.
Para o presidente do CNS, a intransigência do governo Temer e suas propostas "retrógradas" só poderão ser enfrentadas com a ocupação dos espaços públicos pela sociedade organizada, a exemplo da mobilização de estudantes, movimentos sociais e sindicais.
"O nosso grande desafio é sensibilizar a sociedade desorganizada e desinformada, sem noção dos riscos aos direitos que estão em curso, para tomar parte na mobilização em defesa dos direitos."

20 outubro, 2016

Alterações locais de votação cidade de Maringá - Paraná

A Justiça Eleitoral de Maringá, informou que, devido à ocupação de escolas estaduais na cidade, 31 locais de votação serão alterados para o segundo turno das Eleições 2016, marcado para o dia 30 de outubro.

Conforme informações divulgada nesta quinta-feira pelo movimento Ocupa Paraná, 12 escolas estaduais estão ocupadas em Maringá.

Segundo a Justiça Eleitoral, dos 261.717 eleitores de Maringá, mais de 102 mil votarão em local diferente no segundo turno.

Confira abaixo os locais de votação alterados:
66ª Zona Eleitoral

1 – Escola ocupada: Instituto de Educação Estadual de Maringá
Novo local de votação: Colégio Regina Mundi - Rua Estácio de Sá, 595

2- Escola ocupada: Colégio Estadual Brasilio Itibere
Novo local de votação: Centro Municipal de Educação Infantil Maria L. S. Meneguetti - Rua Marechal Deodoro, 853, zona 07

3 – Escola ocupada: Colégio Estadual Theobaldo Miranda Santos
Novo local de votação: Centro Municipal de Educação Infantil Benedito de Souza - Avenida Paissandu, 395, Vila Operária

4 – Escola ocupada: Colégio Estadual Doutor Gastão Vidigal
Novo Local de votação: PUC - Avenida Duque de Caxias, 1020, Zona 07

5 – Escola ocupada: Colégio Estadual Vital Brasil
Novo local de votação: Centro Municipal de Educação Infantil Maria L. S.  Meneguetti - Rua Marechal Deodoro, 853, zona 07

6 – Escola ocupada: Escola Estadual Ipiranga
Novo local de votação: Colégio Graham Bell - Rua Evaristo da Veiga, 93, Zona 07

137ª Zona Eleitoral

7- Escola ocupada: Colégio Estadual Branca da Mota Fernandes
Novo local de votação: CRAS MORANGUEIRA - Rua Haiti, 808

8 – Escola ocupada: Escola Estadual João de Faria Pioli
Novo local de votação: Escola Municipal Pioneiro Geraldo Meneghetti - Rua Guatemala, 797, Vila Morangueira

9 – Escola ocupada: Colégio Estadual Duque de Caxias
Novo local de votação: Associação Comunitária do Jardim Alvorada - Rua Avenida Sophia Rasgulaeff, 693

10 – Escola ocupada: Escola Estadual Unidade Polo
Novo local de votação: Salão Paroquial São Francisco de Assis - Praça Vicente Simino, s/n

11 – Escola ocupada: Colégio Estadual Adaille Maria Leite
Novo local de votação: Escola Municipal Professor José Marchesini - Rua Dr. José Crisóstomo Capinan, 378

12 – Escola ocupada: Escola Estadual Tancredo de Almeida Neves
Novo local de votação: Centro Municipal de Educação Infantil Maria Doná Ferraz - Rua Rio Capibaribe, 634

13 -  Escola: Escola Municipal Pioneiro Geraldo Meneghetti
Novo local de votação: Centro Municipal de Educação Infantil Etelvina Matos Silva - Rua La Paz, 397

14 – Escola ocupada: Escola Estadual Tânia Varella Ferreira
Novo local de votação: Escola Municipal Angela Vergínia Borin - Rua Maria Paulina Palma, 1107

154ª Zona Eleitoral

15 – Escola ocupada: Colégio Estadual João XXIII
Novo local de votação: Colégio Objetivo - Avenida Guedner, 1610, Jardim Aclimação

16 – Escola ocupada: Escola Estadual Marco Antônio Pimenta
Novo local de votação: Escola Municipal Campos Salles - Avenida Doutor Gastão Vidigal, 25, Parque Residencial Aeroporto.

17 – Escola ocupada: Escola Estadual Vinícius de Morais
Novo local de votação: Escola Municipal Dom Jaime Luiz Coelho - Rua Pioneiro João Perin, 1321, Tarumã

192ª Zona Eleitoral

18 – Escola ocupada: Escola Estadual Doutor Rodrigues Alves
Novo local de votação: Associação Recreativa COPEL - Rua Caxambu, 388, Jardim Alvorada

19 – Escola ocupada: Escola Estadual Presidente Kennedy
Novo local de votação: Centro Esportivo Municipal Mandacaru - Jardim Canadá - Rua Lázaro Benedito Carnielli, s/nº, Mandacaru

20 – Escola ocupada: Escola Estadual Alfredo Moises Maluf (Escola Municipal Professora Piveni Piassi Moraes)
Novo local de votação: Centro Educacional e Cultural Maringaense - Colégio Mater Dei - Rua das Cerejeiras, 478, Parque das Palmeiras

21 – Escola ocupada: Centro Estadual de Educação Básica Para Jovens e Adultos
Novo local de votação: Universidade Estadual de Maringá – UEM - Bloco 33 - Avenida Colombo, 5790, Zona 07

 22 – Escola ocupada :  Escola Estadual Silvio Magalhães Barros
 Novo local de votação:  Centro Municipal de Educação Infantil Nilza de Oliveira Pipino -Rua Bem-te-vi, 2576, Conjunto Ney Braga

 193ª Zona Eleitoral 

 23 –Escola ocupada:  Colégio Estadual Alberto Jackson Byington Junior
  Novo local:  Colégio Evangélico de Maringá - Avenida Doutor Luiz Teixeira Mendes, 810 - Zona 05

24 – Escola ocupada : Escola Estadual Elvira Balani dos Santos
Novo local de votação: SENAI – Centro de Educação Profissional de Maringá - Rua Vereador Nelson Abraão, 80, Centro

25 – Escola ocupada: Escola Estadual José Gerardo Braga
Novo local de votação: Centro Municipal de Educação Infantil José Gerardo Braga - Rua Santa Joaquina de Vedruna, 261

26 – Escola ocupada: Escola Estadual Dirce de Aguiar Maia
Novo local de votação: Centro Municipal de Educação Infantil Nice Braga - Rua Ubirajara, 550 Jardim Lucianópolis

 27 – Escola:  Escola Municipal Paulo Freire
 Novo local de votação  : Centro Municipal de Educação Infantil France Luz - Rua Piratuhi, 1335 Iguatemi

28 – Escola ocupada : Escola Estadual Rui Barbosa
 Novo local de votaç ão: Escola Municipal  Paulo Freire - Rua Amélio Barbosa, 1334, Iguatemi

29 – Escola ocupada: Colégio Estadual Juscelino Kubtschek de Oliveira
Novo local de votação: Escola Notre Dame - Rua das Camélias, 394 - Zona 05

30 – Escola ocupada: Escola Estadual Tomaz Edison de Andrade
Novo local de votação: Escola Municipal Odilon Tulio Vargas - Rua Diogo Martins Esteves, 1221, Jardim Verônica

31 – Escola ocupada: Colégio Estadual do Parque Itaipu
Novo local de votação: Escola Municipal Oscar Pereira dos Santos - Rua Petúnia, 239, Jardim Industrial