19 junho, 2013



É isso. Quem acha que no Brasil nunca houve lutas e movimentos sociais se engana. 
Não engula qualquer papinho.
Alguém lembra do massacre de Eldorado dos Carajás?! Muito poucos. E pq será? Pensem!
"O chamado massacre de Eldorado dos Carajás ocorreu durante o conflito de 17 de abril de 1996 em Eldorado dos Carajás, no sul do Pará. Dezenove sem-terra foram assassinados pela Polícia Militar. O confronto ocorreu quando 1.500 sem-terra que estavam acampados na região decidiram fazer uma marcha em protesto contra a demora da desapropriação de terras, principalmente as da Fazenda Macaxeira. A Polícia Militar foi encarregada de tirá-los do local, pois estavam obstruindo a rodovia PA-150, que liga Belém ao Sul do Pará. . .A ordem partiu do Secretário de Segurança do Pará, Paulo Sette Câmara, que declarou, depois do ocorrido, que autorizara "usar a força necessária, inclusive atirar". De acordo com os sem-terra ouvidos pela imprensa na época, os policiais chegaram jogando bombas de gás lacrimogêneo. Os sem-terra revidaram com paus e pedras. A polícia, então, partiu para uma ação mais violenta e atirou. 19 pessoas morreram na hora, outras duas morreram anos depois, vítimas das seqüelas e outras 67 ficaram feridas e mutiladas para o resto da vida. . .Segundo o legista Nélson Massini, que fez a perícia dos corpos, pelo menos 10 sem-terra foram executados. Sete lavradores foram mortos por instrumentos cortantes, como foices e facões."
fonte do texto: http://imagenshumanas.photoshelter.com/image/I0000AsFvaOL6c_M


Fonte: Facebook de Sílvio Cadena

PUCPR aplica provas do Vestibular de Inverno neste domingo

PUCPR aplica provas do Vestibular de Inverno neste domingo (23), das 14 às 18h
Portas de acesso aos prédios onde o exame será realizado fecham 20 minutos antes do início da aplicação, às 13h40
As provas do Vestibular de Inverno 2013 da PUCPR serão realizadas neste domingo, dia 23 de junho, das 14h às 18h, nos Câmpus Curitiba, Londrina, Maringá e Toledo. As portas de acesso aos prédios onde o exame será realizado fecham 20 minutos antes do início da aplicação, às 13h40. A Universidade recomenda que os candidatos cheguem aos locais de prova com uma hora de antecedência.
O cartão resposta e a redação devem ser preenchidos com caneta esferográfica de ponta grossa e tinta preta ou azul. Os vestibulandos deverão resolver 50 questões divididas nas seguintes disciplinas: História, Matemática, Biologia, Química, Filosofia, Língua Portuguesa, Literatura Brasileira, Língua Estrangeira, Física e Geografia. Também deverão elaborar uma redação com no mínimo 20 e no máximo 25 linhas.

Sobre as agressões à militantes do PSTU durante a manifestação em Maringá.

Por Paulo Vidigal
Começo deixando claro que esse texto reflete uma opinião pessoal, o PSTU se posicionará sobre o ocorrido. Para quem não me conhece acho importante uma breve apresentação. Sou assalariado, pertenço à classe trabalhadora e na batalha desde os 13 anos de idade. Hoje, aos 40 anos acompanhados de alguns cabelos brancos e alguma experiência de vida, me permitem ousar essa reflexão.  
Primeiro: para aqueles que não sabem a manifestação que aconteceu ontem em Maringá foi sim organizada por partidos políticos e entidades. PT, PC do B, PSOL, PCB, PSTU, UNE, ANEL, sindicatos e entidades. Foram realizadas várias reuniões para que a manifestação acontecesse. Na última reunião ficou acordado, pelos organizadores, que aqueles que quisessem apresentar suas bandeiras assim poderiam fazê-lo.   
Ontem no início da manifestação assim que militantes do PSTU levantaram suas bandeiras foram rodeados por uma turba de “pseudo-manifestantes” (alguns  inclusive usando máscaras) e agredidos com violência e covardia.  No microfone, os organizadores mandavam que as bandeiras fossem enroladas. Ou seja, romperam com o que foi acordado na reunião de organização sobre a liberdade para expor bandeiras.
Acredito que os militantes do PSTU jamais permitiriam que um militante de outro partido, ou qualquer pessoa, fosse agredida simplesmente pelo fato de ter levantado sua bandeira. E ontem lamentavelmente a liberdade de manifestação e expressão não foi defendida pelos organizadores que tinham a obrigação política, moral e classista de defendê-la. Mas não o fizeram.
A reflexão é interessante: por que os meios de comunicação de massa tem feito campanha contra a participação dos partidos nas manifestações? Quem são os partidos de “pseudo-esquerda” que concordam com esse posicionamento? A quem isso favorece? À direita reacionária ou aos partidos de “pseudo esquerda”? Quem tem vergonha de levantar sua bandeira que não a levante. Esconder sua bandeira, aquilo que acredita, isso sim é oportunismo. Durante a semana nas redes sociais ameaçavam queimar nossas bandeiras. Oras, falar de política nas redes sociais sentado na poltrona e sob o anonimato é fácil. Ir para a rua e enfrentar governo, polícia e capangas como já fizemos, isso sim é militância e não oportunismo.
Hoje está sendo usada a expressão “o gigante acordou”.  O PSTU não estava dormindo. Prova disso é que está presente em lutas por todo país. Em Maringá não é diferente. Na greve de 31 dias dos municipais em 2006 durante a administração Silvio e Pupin, nas greves da UEM, nos movimentos sociais, de moradia, sindicais, contra discriminação e opressão de gênero.
Para mim, as mudanças ocorrem nas lutas travadas no dia a dia, numa militância efetiva em que o discurso seja refletido na prática e não se acovarde em defender quem quer que seja de uma agressão covarde e violenta.
           Por fim, repudio todo e qualquer tipo de restrição de liberdade e manifestação contra quem quer que seja. Lamento com profundo pesar a inércia das agremiações que faziam parte da organização da manifestação que foram omissos diante das agressões covardes de “pseudo manifestantes” contra o grupo de militantes do PSTU.   A história tratará de julgá-los. 

18 junho, 2013

É preciso ficar atento

Embora sabendo que as manifestações populares são uma “riqueza” muito grande, tem uma força enorme de transformação é preciso sempre ficar atento. Manifestações devem ter objetivos concretos e nunca as manifestações devem ser maior que os deveres, nunca devem ser maiores que a partilha dos deveres. A partilha dos deveres no dia a dia mobiliza muito mais.
É preciso ficar atento para não ser manipulado e para perceber se pessoas incansáveis na luta e no sonho de uma sociedade justa e fraterna, sem tanta corrupção e sujeiras não acabam sendo usadas por “grupos” que podem estar querendo impor uma idéia e não a transformação de uma sociedade contaminada pela sujeira política praticada por uma grande maioria.
Como bem disse o papa Francisco, trabalhar para o bem comum é um dever do cristão, por isso é preciso à partilha no dia a dia dos deveres, para não fazermos com Pilatos e lavar as mãos. É preciso no dia a dia envolver-se na política com o espírito evangélico.


Para refletir

Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros. (Che Guevara)

Protesto em Maringá - 18/06/2013

17 junho, 2013

CEBs acontecendo

A coordenação Arquidiocesana das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), da Arquidiocese de Maringá, realiza domingo, 23 de junho, encontro com as lideranças das CEBs da Região Pastoral Castelo Branco, às 14h00, na cidade de Presidente Castelo Branco.

14 junho, 2013

Papa Francisco: sempre surpreendendo!!

Prefeito esta mais preocupado com a empresa do que com o bem estar do cidadão maringaense

Conforme divulgado pela assessoria do Mandato Participativo do vereador Humberto Henrique (PT), o prefeito da cidade de Maringá-Pr,  veta prazo da isenção do ISS para a TCCC

“Novamente o prefeito desrespeita a Câmara Municipal e mostra que continua mais preocupado com a empresa do que com o bem estar do cidadão maringaense e a qualidade do serviço público de transporte coletivo”. A opinião é do vereador Humberto Henrique (PT) sobre o veto do prefeito à emenda que fixou em 12 meses a isenção do isenção total do imposto municipal sobre serviços, o ISS, para a empresa Transporte Coletivo Cidade Canção (TCCC).

A publicação da Lei complementar 947/2013 foi divulgada no final da tarde desta sexta-feira (14), no Órgão Oficial do Município. A matéria foi proposta pelo prefeito com a intenção de integrar o sistema de transporte com os municípios de Sarandi e Paiçandu. Segundo Humberto, a Câmara alterou o texto original para que ao final de um ano os vereadores possam avaliar se a isenção do imposto atendeu aos objetivos propostos.

“A prefeitura não nos apresentou uma planilha de custos para justificar o preço que a tarifa vai ficar com a integração. Segundo a TCCC, somente daqui um ano será possível ter estas informações. Este prazo de 12 meses, que foi proposto pelo vereador Edson Luiz (PMN), tem a finalidade de proteger o interesse público e permitir que a Câmara participe dos debates antes do reajuste da tarifa no próximo ano”, explica.

Com o veto, a discussão sobre o assunto continua e volta para a Câmara. Caberá aos vereadores a decisão final. Nos próximos dias eles votarão se aceitam ou se rejeitam a manifestação do prefeito, que não concorda com o prazo de 12 meses para a isenção do imposto que beneficia a TCCC.

A renúncia do ISS vai custar aos maringaenses R$ 2 milhões por ano. O valor, segundo a prefeitura, será utilizado para custear um desconto de 50% na segunda passagem a ser paga pelo usuário no deslocamento entre as cidades.

13 junho, 2013

Espaço Nelson Verri realiza espetáculo de Jazz Dance

Com oito coreografias, a apresentação marca a formatura de duas bailarinas do grupo
Neste domingo, 16, às 19 horas, o grupo de Jazz Dance do Espaço Cultural Nelson Verri vai apresentar o espetáculo “De louco todo mundo tem um pouco” no Teatro Regional Calil Haddad. Coordenados pela professora Lígia Grossi, 15 bailarinos irão apresentar oito coreografias de modern jazz. O espetáculo também marca a formatura de duas alunas do grupo.

12 junho, 2013

PUCPR - Câmpus Maringá recebe executivo Jefferson Nogaroli

Evento faz parte do Business Profile que pretende compartilhar experiências de sucesso com alunos
No dia 20 de junho, das 19 às 20h, o Câmpus Maringá da PUCPR recebe o executivo Jefferson Nogaroli no evento Business Profile, um encontro que pretende estreitar os laços entre comunidade acadêmica e empresariado para partilha de experiências de sucesso. O evento é promovido pelo Núcleo de Empregabilidade e Oportunidade (NEO). 
Jefferson Nogaroli é empresário do setor de supermercados. Em 1988, assumiu a presidência da Associação Comercial e Industrial de Maringá (ACIM). Liderou o "Movimento Repensando Maringá", em defesa de um pensar planejado da cidade, o que deu origem mais tarde ao Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá - CODEM. Empreendedor nato, Nogaroli foi idealizador de seis instituições.
É presidente do Conselho Deliberativo do SEBRAE/PR, do Conselho Superior da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná (Faciap), presidente do Sicoob Sul - Cooperativa de Crédito dos Empresários da Grande Curitiba e presidente do Conselho de Administração da Central das Cooperativas de Crédito do Estado do Paraná - Sicoob Central Paraná.
O evento Business Profile traz exemplos concretos de êxito empreendedor. A palestra acontece no auditório Dom Murilo Krieger.
Serviço:
Business Profile Jefferson Nogaroli
Data: 20 de junho, das 19 às 20h
Local: Auditório Dom Murilo Krieger (Câmpus Maringá)
Entrada gratuita

11 junho, 2013

Para refletir


"Envolver-se na política é uma obrigação para um cristão.

Nós, cristãos, não podemos fazer de Pilatos e lavar as mãos, não podemos! Temos de nos meter na política, porque a política é uma das formas mais altas de caridade, porque busca o bem comum. Os leigos cristãos devem trabalhar na política. 
A política está muito suja, mas eu pergunto: 'está suja porquê? Porque os cristãos não se meteram nela com o espirito evangélico?'
É uma pergunta que eu faço. É fácil dizer que a culpa é dos outros... Mas eu, o que faço?
Isso é um dever! Trabalhar pelo bem comum é um dever do cristão." (Papa Francisco)

10 junho, 2013

Fotos do Seminário das CEBs da Província Eclesiástica de Maringá


Seminário com as lideranças das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Província Eclesiástica de Maringá, que é composta pela Arquidiocese de maringá e dioceses de: Campo Mourão, Paranavaí e Umuarama, realizado nos dias 08 e 09 de junho de2013 na cidade de Maringá. 
Teve como tema “A importância do Vaticano II para as CEBs e os assessores foram: Dom Geremias Steinmetz, Bispo da diocese de Paranavaí e Padre Sidney Fabril, assessor das CEBs na província.
Dom Anuar Battisti, Arcebispo da Arquidiocese de Maringá, acolheu os participantes na abertura do seminário e no domingo presidiu a missa. O bispo da diocese de Umuarama, Dom João Mamede Filho, também esteve presente.
Participaram 115 delegados/as, além da equipe de coordenação, animação e cozinha.

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Para refletir

"que a Santa Missa não caia para nós numa rotina superficial! Que busquemos cada vez mais a sua profundidade." E concluiu, "todos nós, bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos e leigos temos o compromisso de levar Deus ao mundo e o mundo a Deus". (Papa Francisco)

07 junho, 2013

Para refletir


Programação do Seminário das CEBs da Província Eclesiástica de Maringá

 Segue a programação do Seminário com as lideranças das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Província Eclesiástica de Maringá, que é composta pela Arquidiocese de Maringá e as dioceses de Campo Mourão, Paranavaí e Umuarama.
Terá como tema “A importância do Vaticano II para as CEBs.
No sábado o assessor será Dom Geremias Steinmetz, Bispo da diocese de Paranavaí e no domingo o assessor será Pe. Sidney Fabril, assessor das CEBs na província.

Programação

Dia 08 – sábado
12h30 – Acolhida com o almoço
13h30 – Abertura
14h  - Desenvolvimento do tema – assessor dom Geremias
16h  às 16h30 – café
16h30 às 17h30 - Desenvolvimento do tema – assessor dom Geremias
17h30 – banho
19h – jantar
20h – Desenvolvimento do tema – assessor Dom Geremias
22h – Descanso
Dia 09 - domingo
6h30 - levantar
7h - Missa presidida pelo arcebispo de Maringá Dom Anuar Battisti
8h – Café
9h – Desenvolvimento do tema – assessor Pe. Sidney
11h– café
11h30 às 12h30 – Desenvolvimento do tema
12h30 – Celebração de encerramento
13h – Almoço finalizando o seminário

Vereador Humberto lamentou as declarações do secretário municipal de Trânsito e Segurança de Maringá

Conforme divulgado pela assessoria de imprensa do Mandato Participativo do vereador Humberto Henrique (PT), o vereador lamentou as declarações do secretário municipal de Trânsito e Segurança de Maringá em entrevista sobre a tarifa do transporte coletivo, na manhã desta sexta-feira. “Mais uma vez a Prefeitura desrespeita a Câmara Municipal ao antecipar uma decisão sem ouvir os vereadores”, criticou. Ontem, Prefeitura, empresa e vereadores haviam acordado que a posição final sobre o assunto só seria tomada após reunião na Câmara, marcada para o final da tarde de hoje.

O secretário afirmou que a partir de domingo entra em vigor nova tarifa para o transporte coletivo e um desconto de 50% na segunda passagem para a integração com os sistemas de Sarandi e Paiçandu. Para Henrique, “causou surpresa o anuncio feito pelo secretário tendo em vista que existem muitos questionamentos feitos pelos vereadores e que esperavam uma resposta na reunião da tarde de hoje”.

A Câmara quer a revisão do reajuste válido desde o último domingo (2), que elevou para R$ 3,15 a passagem paga em dinheiro e para R$ 2,65 no cartão. O aumento não considerou a isenção total de PIS e Cofins, concedida desde o dia 1º pelo governo federal. “Isto mostra que a Prefeitura está mais preocupada com os lucros da empresa do que com o bem estar do cidadão maringaense”, reclama.

Sem tarifa única
Pela proposta da Prefeitura, não haverá integração tarifária. Ao utilizar um segundo ônibus para chegar ao destino final no deslocamento entre as cidades de Sarandi, Maringá e Paiçandu, o usuário vai pagar mais meia passagem. Para isso a empresa concessionária ainda reivindica a isenção do ISS, imposto municipal cobrado pela Prefeitura de Maringá. A medida custa aos maringaenses R$ 2 milhões por ano.

Pelos cálculos do vereador Humberto Henrique, com as isenções fiscais dos governos municipal [isenção do ISS], estadual [isenção do ICMS do óleo diesel] e federal [desoneração da folha de pagamento e isenção do PIS Cofins] e os sistemas integrados sem tarifa única, a passagem pode baixar para R$ 2,50. Sem a integração, a tarifa dos maringaenses pode cair para R$ 2,40. 

06 junho, 2013

Simpósio de Direito Tributário em Maringá


Incentivos fiscais podem baixar tarifa para R$ 2,40 na cidade de Maringá

Conforme assessoria de impressa do Vereador Humberto Henrique (PT), representantes da empresa TCCC e da Prefeitura se reuniram na tarde desta quinta-feira (6) com vereadores para debater o valor da tarifa do transporte coletivo de Maringá, reajustado no último domingo, e proposta de integração com Sarandi e Paiçandu.

De acordo com cálculos do vereador Humberto Henrique (PT), incentivos fiscais podem baixar a passagem para R$ 2,40. Projeto de integração é, na verdade, um desconto de 50% na segunda passagem.

O novo reajuste, válido desde o último domingo (2) elevou para R$ 3,15 a passagem paga em dinheiro e para R$ 2,65 no cartão. O aumento não considerou a isenção total de PIS e Cofins, concedida desde o dia 1º pelo governo federal.

Os vereadores não chegaram a um acordo durante a reunião. Empresa e Prefeitura querem a aprovação de projeto isentando a cobrança do ISS, imposto municipal, para integrar os sistemas de transporte de Maringá, Sarandi e Paiçandu. Neste caso, a segunda passagem não seria gratuita, mas com 50% desconto.

Pelos cálculos da Prefeitura, com as isenções fiscais dos governos municipal, estadual e federal e os sistemas integrados com desconto, a passagem pode baixar para R$ 2,55. Sem a integração, o estudo do vereador é confirmado e a tarifa pode baixar para R$ 2,40.

Humberto exigiu detalhes sobre a operação dos sistemas integrados. O objetivo é analisar se os valores apresentados pela empresa estão corretos e se vão beneficiar os usuários. Uma nova reunião foi marcada para esta sexta-feira (7).