02 outubro, 2014
CNBB publica texto base da Campanha da Fraternidade 2015
Com
o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc
10, 45), a Campanha da
Fraternidade (CF) 2015 buscará
recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir
do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade, propostos pelo Concílio
Ecumênico Vaticano II.
O
texto base utilizado para auxiliar nas atividades da CF 2015 já está disponível
nas Edições CNBB. O documento reflete a dimensão da vida em sociedade que se
baseia na convivência coletiva, com leis e normas de condutas, organizada por
critérios e, principalmente, com entidades que “cuidam do bem-estar daqueles
que convivem”.
Na apresentação do texto,
o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo
Ulrich Steiner, explica que a Campanha da Fraternidade 2015 convida a refletir,
meditar e rezar a relação entre Igreja e sociedade.
“Será uma oportunidade de
retomarmos os ensinamentos do Concílio Vaticano II. Ensinamentos que nos levam
a ser uma Igreja atuante, participativa, consoladora, misericordiosa,
samaritana. Sabemos que todas as pessoas que formam a sociedade são filhos e
filhas de Deus. Por isso, os cristãos trabalham para que as estruturas, as
normas, a organização da sociedade estejam a serviço de todos”, comenta dom
Leonardo.
Proposta do subsídio
O texto base está
organizado em quatro partes. No primeiro capítulo são apresentadas reflexões
sobre “Histórico das relações Igreja e Sociedade no Brasil”, “A sociedade
brasileira atual e seus desafios”, “O serviço da Igreja à sociedade brasileira”
e “Igreja – Sociedade: convergência e divergências”.
Na segunda parte é
aprofundada a relação Igreja e Sociedade à luz da palavra de Deus, à luz
do magistério da Igreja e à luz da doutrina social.
Já o terceiro capítulo
debate uma visão social a partir do serviço, diálogo e cooperação entre Igreja
e sociedade, além de refletir sobre “Dignidade humana, bem comum e justiça
social” e “O serviço da Igreja à sociedade”. Nesta parte, o texto aponta
sugestões pastorais para a vivência da Campanha da Fraternidade nas
dioceses, paróquias e comunidades.
O último capítulo do texto base apresenta os resultados da CF 2014, os projetos atendidos por região, prestação de contas do Fundo Nacional de Solidariedade de 2013 (FNS) e as contribuições enviadas pelas dioceses, além de histórico das últimas Campanhas e temas discutidos nos anos anteriores.
Fonte: CNBB
O último capítulo do texto base apresenta os resultados da CF 2014, os projetos atendidos por região, prestação de contas do Fundo Nacional de Solidariedade de 2013 (FNS) e as contribuições enviadas pelas dioceses, além de histórico das últimas Campanhas e temas discutidos nos anos anteriores.
Fonte: CNBB
Eleição: o que difere o voto no candidato do voto na legenda?
Neste
domingo (5), acontece o primeiro turno das eleições, em
que o cidadão terá de votar para presidente da República, senador, governador,
deputado federal e estadual. E é justamente no voto para os cargos do
legislativo que surgem as dúvidas: se votar no candidato,
ajuda a coligação? Ou tenho de votar na legenda (número do partido) para ajudar
a eleger mais candidatos? Os votos para governador e presidente também ajudam a coligação?
A
entrevista é de Marcelo Hailer, publicada pela revista Fórum,
30-09-2014.
Para
responder esta e outras dúvidas, a reportagem da revista Fórum conversou com a advogada especialista
em direito administrativo e eleitoral, Karina Kufa, que
também é presidenta do Instituto Paulista de Direito
Eleitoral (IPADE).
O
que difere votar na legenda e no candidato a deputado?
Os votos para deputado federal, estadual e vereador, conhecidos
como proporcionais, são votos destinados ao partido ou coligação. É
importante explicar o que é coligação antes de entramos mais a fundo no
assunto.
A coligação é a união de dois ou mais partidos para disputarem
uma eleição, assim, todos os partidos reunidos serão representados pela
coligação e os votos destinados aos candidatos ou legendas dos partidos em
questão serão destinados à coligação.
Assim, o voto dado a determinado candidato será destinado ao
partido ou coligação, quando existir, servindo apenas o voto no candidato para
que ele tenha preferência dentro do seu partido ou coligação. Mesmo
nesse sistema, é importante escolher o candidato, pois isso o favorece a uma
melhor posição entre os seus pares.
Por que quando um candidato de
um dado partido tem expressiva votação leva consigo outro candidato, que às
vezes não foi muito bem votado?
Isso
ocorre, justamente, porque o candidato conquista o voto para o partido ou
coligação, quando formada.
Um clássico exemplo é o do deputado
federal Tiririca. Ele conseguiu sozinho votos para a sua coligação, suficientes
para eleger ele e mais três candidatos dos partidos PRB, PC do B e PT, que faziam
parte da sua coligação.
Quando votamos na legenda,
também ajudamos partidos da coligação?
Sim, todos os votos para candidatos e legendas vão para a
coligação, nos casos em que ela for formada. Depois de avaliado o montante
conquistado em número de cadeiras, elas são distribuídas entre os candidatos
mais votados dentro da coligação.
Supondo que um candidato a
governador tenha uma expressiva votação, esta influencia ou ajuda os candidatos
a deputado estadual?
Não diretamente. Geralmente isso influencia no sentido de que o
eleitor, muitas vezes, escolhe o candidato a governador e não escolhe os
candidatos a deputado federal e estadual, chegando a votar na mesma legenda do
candidato ao governo escolhido.
No caso da candidatura à
presidência, ela ajuda os candidatos a deputado federal?
Não necessariamente. Como no caso de governador, não há
influência direta.
O voto a senador é majoritário
ou proporcional?
É majoritário. As pessoas fazem essa confusão porque o senador
faz parte do legislativo e não do executivo. Todavia, a votação funciona da
mesma forma como a de presidente, governador e prefeito, ou seja, os votos são
destinados ao candidato e não distribuídos proporcionalmente à coligação ou partido.
"Votar em Dilma Roussef é continuar a invenção do novo Brasil", afirma Leonardo Boff
"Surgiu um estranho ódio contra o PT em muitos âmbitos da sociedade: suspeito que esse ódio é porque as políticas públicas permitiram aos pobres usarem o avião e visitarem seus parentes no nordeste, que conseguiram comprar seu carrinho e comprar num shopping moderno. O lugar deles não é no avião, mas permanecer lá na periferia, pois esse é seu lugar. Mas eles foram integrados na sociedade e em seus benefícios."
Leia o artigo
Tempos
atrás publiquei um artigo com o título “Contra as tramoias da direita:
sustentar a Dilma Rousseff”. Agora em tempos de campanha
presidencial vejo como ele mantem ainda atualidade. Refaço o texto no contexto
atual. É notório que a direita brasileira especialmente aquela articulação de
forças elitistas que sempre ocuparam o poder de Estado e o trataram como
propriedade privada (patrimonialismo), apoiadas pela mídia privada e familiar,
está se aproveitando da crise que é mundial e não apenas nacional (e temos a
vantagem de manter um mínimo de crescimento e o emprego dos trabalhadores,
coisa que não acontece nem na Europa e nem nos USA) para fazer sangrar a Presidenta Dilma e desmoralizar o PT e assim criar uma atmosfera que lhes
permite voltar ao lugar que por via democrática perderam.
Celso Furtado num livro pouco lido, A construção interrompida (1993), escreveu com acerto: “O tempo histórico se acelera e a contagem desse tempo se faz contra nós. Trata-se de saber se temos um futuro como nação que conta na construção do devenir humano. Ou se prevalecerão as forças que se empenham em interromper o nosso processo histórico de formação de um Estado-nação” (Paz e Terra, Rio 1993, 35).
Aqui reside a verdadeira questão: queremos prolongar a dependência daquelas forças nacionais e mundiais que sempre nos mantiverem alinhados e sócios menores de seu projeto ou queremos completar a invenção do Brasil como nação soberana que tem muito que contribuir para a atual crise ecológico social do mundo.
Se por um lado não podemos nos privar de algumas críticas ao governo do PT, mas críticas construtivas, por outro, seria faltar à verdade se não reconhecêssemos os avanços significativos sob os governos do Partido dos Trabalhadores. A inclusão social realizada e as políticas sociais benéficas para aqueles milhões que sempre estiveram à margem, possuem uma magnitude histórica cujo significado ainda não acabamos de avaliar, especialmente se nos confrontarmos com as fases históricas anteriores, hegemonizadas pelas elites tradicionais que sempre detiveram o poder de Estado.
Surgiu um estranho ódio contra o PT em muitos âmbitos da sociedade: suspeito que esse ódio é porque as políticas públicas permitiram aos pobres usarem o avião e visitarem seus parentes no nordeste, que conseguiram comprar seu carrinho e comprar num shopping moderno. O lugar deles não é no avião, mas permanecer lá na periferia, pois esse é seu lugar. Mas eles foram integrados na sociedade e em seus benefícios.
Devemos aproveitar as oportunidades que os países centrais em profunda crise nos propiciam: reafirmar nossa autonomia e garantindo nosso futuro autônomo, mas relacionado com a totalidade do mundo ou desperdiçá-las e viveremos atrelados ao destino sempre decidido por eles que nos querem condenar a sermos apenas os fornecedores dos produtos in natura que lhes falta e assim voltam a nos recolonizar.
Não podemos aceitar esta estranha divisão internacional do trabalho. Temos que retomar o sonho de alguns de nossos melhores analistas do quilate de Darcy Ribeiro e de Celso Furtado entre outros que propuseram uma reinvenção ou refundação do Brasil sobre bases nossas, gestadas pelo nosso ensaio civilizatório tão enaltecido mundialmente.
Este é o desafio lançado aos candidatos a mais alta instância de poder no país. Não vejo figura melhor para seguir nesta reconstrução a partir de baixo, com uma democracia participativa, com os seus conselhos e movimentos populares opinando e ajudando a formular caminhos que nos levem para frente e para o alto do que a atualPresidenta Dilma.
A situação é urgente, pois como advertia pesaroso Celso Furtado: “tudo aponta para a inviabilização do país como projeto nacional” (op.cit. 35). Nós não queremos aceitar como fatal esta severa advertência. Não devemos reconhecer as derrotas sem antes dar as batalhas, como nos ensinava Dom Quixote em sua gaia sabedoria.
Essa batalha será decidida dia 5 de outubro. Que os bons espíritos guiem os rumos de nosso país.
Celso Furtado num livro pouco lido, A construção interrompida (1993), escreveu com acerto: “O tempo histórico se acelera e a contagem desse tempo se faz contra nós. Trata-se de saber se temos um futuro como nação que conta na construção do devenir humano. Ou se prevalecerão as forças que se empenham em interromper o nosso processo histórico de formação de um Estado-nação” (Paz e Terra, Rio 1993, 35).
Aqui reside a verdadeira questão: queremos prolongar a dependência daquelas forças nacionais e mundiais que sempre nos mantiverem alinhados e sócios menores de seu projeto ou queremos completar a invenção do Brasil como nação soberana que tem muito que contribuir para a atual crise ecológico social do mundo.
Se por um lado não podemos nos privar de algumas críticas ao governo do PT, mas críticas construtivas, por outro, seria faltar à verdade se não reconhecêssemos os avanços significativos sob os governos do Partido dos Trabalhadores. A inclusão social realizada e as políticas sociais benéficas para aqueles milhões que sempre estiveram à margem, possuem uma magnitude histórica cujo significado ainda não acabamos de avaliar, especialmente se nos confrontarmos com as fases históricas anteriores, hegemonizadas pelas elites tradicionais que sempre detiveram o poder de Estado.
Surgiu um estranho ódio contra o PT em muitos âmbitos da sociedade: suspeito que esse ódio é porque as políticas públicas permitiram aos pobres usarem o avião e visitarem seus parentes no nordeste, que conseguiram comprar seu carrinho e comprar num shopping moderno. O lugar deles não é no avião, mas permanecer lá na periferia, pois esse é seu lugar. Mas eles foram integrados na sociedade e em seus benefícios.
Devemos aproveitar as oportunidades que os países centrais em profunda crise nos propiciam: reafirmar nossa autonomia e garantindo nosso futuro autônomo, mas relacionado com a totalidade do mundo ou desperdiçá-las e viveremos atrelados ao destino sempre decidido por eles que nos querem condenar a sermos apenas os fornecedores dos produtos in natura que lhes falta e assim voltam a nos recolonizar.
Não podemos aceitar esta estranha divisão internacional do trabalho. Temos que retomar o sonho de alguns de nossos melhores analistas do quilate de Darcy Ribeiro e de Celso Furtado entre outros que propuseram uma reinvenção ou refundação do Brasil sobre bases nossas, gestadas pelo nosso ensaio civilizatório tão enaltecido mundialmente.
Este é o desafio lançado aos candidatos a mais alta instância de poder no país. Não vejo figura melhor para seguir nesta reconstrução a partir de baixo, com uma democracia participativa, com os seus conselhos e movimentos populares opinando e ajudando a formular caminhos que nos levem para frente e para o alto do que a atualPresidenta Dilma.
A situação é urgente, pois como advertia pesaroso Celso Furtado: “tudo aponta para a inviabilização do país como projeto nacional” (op.cit. 35). Nós não queremos aceitar como fatal esta severa advertência. Não devemos reconhecer as derrotas sem antes dar as batalhas, como nos ensinava Dom Quixote em sua gaia sabedoria.
Essa batalha será decidida dia 5 de outubro. Que os bons espíritos guiem os rumos de nosso país.
30 setembro, 2014
26 setembro, 2014
Eleições 2014 – Simulador de votação na urna eletrônica
Cargos em
disputa eleições 2014:
deputado
estadual, deputado federal, senador (e suplentes), governador e vice-governador
e presidente e vice-presidente.
Clique aqui e tenha acesso ao Simulador de votação na urna eletrônica que foi
criada com o objetivo de treinamento. Os partidos e candidatos no simulador são fictícios.
Desenvolvida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a página do simulador apresenta,
para cada cargo, uma lista de candidatos e partidos fictícios (Partido dos
Esportes, Partido dos Ritmos/Musicais, Partido das Profissões, Partido das
Festas Populares e partido do Folclore).
Como
votar:
Usando
o teclado da urna, que é similar ao do telefone, digite o número do candidato
de sua preferência. Na tela, aparecerão a foto, o número, o nome e a sigla do
partido do candidato.
Se
as informações estiverem corretas, aperte a tecla verde CONFIRMA.
Após
o registro do voto para todos os cargos a urna emitirá um sinal sonoro mais
intenso e prolongado e aparecerá na tela a palavra FIM.
Como corrigir o voto
Se
não aparecerem na tela todas as informações sobre o candidato escolhido, aperte
a tecla laranja CORRIGE e repita o procedimento anterior.
Como votar em branco
Para
votar em branco, aperte a tecla BRANCO.
Confirme
o seu voto apertando a tecla verde CONFIRMA.
Cuidado!
Seu voto poderá ser nulo se você digitar um número de candidato ou de partido
inexistentes e depois apertar a tecla verde CONFIRMA.
25 setembro, 2014
Inscrições Enem para pessoas privadas de liberdade compeça na terça-feira
Começa na terça-feira, 30, inscrições no Exame Nacional do
Ensino Médio (Enem) para pessoas privadas de
liberdade. A inscrição é feito exclusivamente pela internet e termina no dia 30 de
outubro. As provas serão aplicadas nos dias 9 e 10 de dezembro nos presídios e
nas unidades de internação, no caso dos jovens que cumprem medidas
socioeducativas. O edital está publicado na edição de hoje (25) do Diário Oficial da União.
Os
responsáveis pelas inscrições são os coordenadores pedagógicos das unidades de
privação de liberdade. Participam do exame os presos e internos de unidades que
firmaram termo de compromisso com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais (Inep).
No
primeiro dia de prova, os participantes terão quatro horas e meia para
responder às questões de ciências humanas e suas tecnologias e de ciências da
natureza e suas tecnologias. No segundo dia, eles terão uma hora a mais de
exame, que abordará as linguagens, os códigos e suas tecnologias, redação e
matemática. A aplicação das provas começa às 13h.
Em
2013, o Enem para pessoas privadas de liberdade teve 30 mil inscritos, número
28% superior ao registrado em 2012. A nota do exame pode ser usada para o
acesso a cursos de educação superior e para obter a certificação do ensino
médio.
Prazo para tirar segunda via do título de eleitor termina hoje
Termina hoje, 25, o prazo para o eleitor pedir à Justiça Eleitoral a segunda via do título. De acordo com a legislação eleitoral, o documento pode ser emitido até dez dias antes do primeiro turno, no dia 5 de outubro. No entanto, no dia da votação, o eleitor poderá votar com outro documento oficial com foto.
Para fazer a emissão da segunda via, o eleitor deve procurar o cartório eleitoral mais próximo e apresentar um documento com foto. A segunda via é feita na hora. Somente quem tinha o título ou solicitou o novo documento até o dia 7 de maio pode pedir a nova via.
24 setembro, 2014
Vote Humberto Henrique para Deputado Estadual -
Diante de tanta corrupção, muitos não acreditam que possa existir
político honesto.
político honesto.
Más pode sim, Humberto Henrique vem provando que pode, é linda sua postura, sua atuação como vereador a três mandato na cidade de Maringá.
Peço seu voto, pessoas honestas precisam de nosso apoio.
Clique na imagem para ampliar
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23 setembro, 2014
19 setembro, 2014
Oração
“Senhor, tu me sondas, e me conheces.
Tu conheces o meu sentar e o meu levantar;
de longe entendes o meu pensamento.” Salmo 139, 1-2
Tu conheces o meu sentar e o meu levantar;
de longe entendes o meu pensamento.” Salmo 139, 1-2
Senhor, sei que não posso esconder nada
de Ti. Tu sabes a verdade a meu respeito sempre. Por favor, ajude-me a ouvi-lo
e compreender diante de tantas imposições deste mundo, aquilo que posso e não me afastará de Ti. Amém.
Analfabetismo diminui no país e escolaridade aumenta
A taxa de analfabetismo das pessoas a partir de 15 anos diminuiu para 8,3% em 2013, ante estimativa de 8,7% no ano anterior. A estimativa é que o país tem 13 milhões de analfabetos, 297 mil a menos de um ano para outro. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada na manhã de hoje (18) pelo IBGE. Em 2001, a taxa chegava a 12,4%.
Segundo a pesquisa, a maioria dos analfabetos era de mulheres (50,6%). Isso se repetiu no Sudeste (56,2%), no Sul (55,6%) e no Centro-Oeste (50,5%). A taxa geral caiu principalmente no Nordeste (de 17,4% para 16,6%, mas de acordo com o IBGE esta é a região que ainda concentra o maior número de analfabetos (53,6% do total nacional).
O analfabetismo é maior entre as pessoas de mais idade, mostra a Pnad. Chega a 23,9% entre as que têm 60 anos ou mais e a 9,2% na faixa de 40 a 59 anos. E vai se reduzindo à medida que a idade diminui: 4,6% de 30 a 39 anos, 2,3% de 25 a 29, 1,5% de 20 a 24 e 1% de 15 a 19 anos.
O número médio de anos de estudo foi de 7,5, em 2012, para 7,7. As mulheres têm média maior, de 7,9 anos, ante 7,4 dos homens.
A taxa de escolarização mostra algum avanço. Em 2013, 98,4% das crianças de 6 a 14 anos estavam na escola. Eram 98,2% no ano anterior e 97% em 2007. Na faixa de 15 a 17 anos, eram 82,1% em 2007, 84,2% em 2012 e 84,3% em 2013.
Mas os números mostram também diminuição do número de estudantes atendidos pela rede pública. No ensino fundamental, foram de 86,5%, em 2012, para 85,7% do total. No médio, de 87,3% para 86,8%. No ensino superior, há certa estabilidade (de 25,4% para 25,2%).
Fonte: Rede Brasil Atual
18 setembro, 2014
Um pouquinho da história do “Mandato Participativo” representado por Humberto Henrique
Foto: Eu e Humberto Henrique (Jantar de Lançamento da Campanha)
Acabei de chegar, estávamos trabalhando na campanha do Humberto Henrique, candidato a Deputado Estadual que representa o “MANDATO PARTICIPATIVO”, que vem fazendo a diferença no município de Maringá.
Foi mais ou menos assim que tudo começou:
Um “belo dia”, por volta do ano de 2003 o povo de Deus da Paróquia nossa Senhora da Liberdade e da Capela Nossa Senhora do Rosário (hoje paróquia), percebeu que com as experiências teóricas através dos estudos dos documentos e as experiências na prática estava na hora de lançar as redes para outro lado da barca, buscar novas estratégias, tentar o novo.
Comungavam do anseio de levar às outras pessoas esclarecimentos e orientações sobre a melhor forma de escolher o seu candidato/a. Motivados pelo Documento nº 67 da CNBB, surgiram estudos e conversas informais que despertaram ideias e questionamentos sobre a possibilidade de apoiar ou lançar alguém da comunidade como candidato a disputar uma vaga no Legislativo Municipal na cidade de Maringá-Pr. Nascia assim, o “Mandato Participativo”.
Para representar o tão sonhado “Mandato Participativo”, precisava de uma pessoa, a tarefa do grupo foi escolher apenas um nome, e o escolhido foi o de Humberto Henrique, liderança das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) na paróquia Nossa Senhora da Liberdade.
O povo organizado foi á luta, de rua em rua, casa em casa, noite e dia, domingo a domingo levando a certeza e o sonho de que é possível sim, legislar com transparência em prol do bem comum. Por onde passávamos éramos acolhidos, levamos as pessoas a sonhar e a acreditar e foi e esta sendo lindo demais.
Em 2004 à comunidade e pessoas que acreditaram elegeu Humberto Henrique vereador de Maringá. Quase no final do mandato, novamente a comunidade avaliou e na certeza que o “Mandato Participativo” precisava continuar chegou-se a conclusão que Humberto deveria continuar representando-o e nas eleições de 2008 foi o 4º mais votado da cidade e o que mais recebeu votos pelo Partido dos Trabalhadores em Maringá e nas eleições de 2012, Humberto foi o 2º mais votado e até os dias de hoje, é o único vereador com mandato participativo.
Com a vitória nas urnas, Humberto Henrique conquistou a oportunidade de, juntamente com a comunidade, colocar em prática os compromissos de campanha. Uma missão que hoje abrange reivindicações e atuação em toda a cidade. A participação popular na construção da nossa cidade é a razão da existência deste Mandato e o instrumento necessário para que suas propostas se concretizem. Vereador e o povo junto – “Eu e Você para acontecer”.
Quem não conhece a atuação do Humberto como vereador, não vai entender, más quem conhece sabe que o “Mandato Participativo” vem fazendo a diferença e que Humberto Henrique é sem dúvida um homem cristão e confiável, com profundo amor a Deus e respeito ao próximo, exemplo de que quanto mais a pessoa é exigida na sua coerência de vida, mais ela é chamada a traduzir em atitudes os valores do Evangelho. Valores que nem sempre são compreendidos pela sociedade, mas que trazem transformações na sociedade, no meio político, transformação para o povo.
A participação leiga de forma ativa, criativa e responsável, dentro e fora da Igreja, é fundamental para a evangelização. Sua missão, própria e específica, se realiza no mundo de tal modo que, com seu testemunho e sua atividade, contribui para a transformação das realidades e para a criação de estruturas justas segundo os critérios do Evangelho (cf. DA, 2007, nl. 210, p.102).
Movimentos querem participação popular na escolha de ministros do STF
Através de carta encaminhada à Presidência da República e ao
Ministério da Justiça no último dia 15, organizações sociais de todo o país
querem a regulamentação de um procedimento democrático para a escolha e
nomeação de novos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Assinado por mais de 50 entidades,
o documento, destaca que “o compromisso com os direitos humanos e a perspectiva
de gênero e raça devem ser elevados a critério fundamental” para a escolha dos
ocupantes da suprema corte. A transparência e participação social também são
apontadas como procedimentos democráticos indispensáveis.
O STF é composto por onze ministros
nomeados pelo Presidente da República, após aprovação da escolha pela maioria
absoluta do Senado Federal. Alguns requisitos devem ser observados, como idade
entre 35 e 65 anos, notável saber jurídico e boa reputação. A aposentadoria
para ministros do Supremo é forçada aos 70 anos.
Aparecem como exigências na carta à
Presidência a chamada pública e divulgação de candidaturas, a consulta pública
quanto aos perfis dos candidatos e a participação da sociedade nas sabatinas feitas
pelo Senado.
16 setembro, 2014
O cristão deve mostrar aos outros as mesmas atitudes de Deus que visita o seu povo - Papa Francisco
Com o seu testemunho o cristão deve mostrar aos outros as mesmas atitudes de Deus que visita o seu povo: a proximidade, a compaixão e a capacidade de restituir a esperança, afirmou o Papa Francisco durante a missa celebrada na manhã de terça-feira, 16 de Setembro, na capela da Casa de Santa Marta.
«Deus visitou o seu povo» é uma expressão «que se repete na Escritura», frisou o Pontífice, relacionando-a com o episódio evangélico da ressurreição do filho da viúva de Naim, narrado por Lucas (7, 11-17). São palavras que têm «um sentido especial», diferente de expressões como «Deus falou ao seu povo» ou «Deus entregou os mandamentos ao seu povo», ou ainda «Deus enviou um profeta ao seu povo». ... Continue lendo...
Através de manifesto Médicos lançam apoio à candidatura de Dilma Rousseff
Médicos com Dilma, por mais Futuro
Na sexta-feira (12), um grupo de médicos das mais diversas áreas apresentou um manifesto de apoio à candidata à presidência da República, Dilma Rousseff. Mais de 350 profissionais assinam o documento que elenca diversos pontos que justificam o apoio à candidata.
Um dos pontos positivos levantados pelos signatários diz respeito à promulgação da lei do programa “Mais Médicos”, que proporcionou, na avaliação dos mesmos, uma ampliação do acesso ao atendimento médico à população, bem como a ampliação do envolvimento dos serviços de saúde na formação de jovens médicos e o acesso ao ensino superior.
Outro ponto de destaque foi a disposição da presidenciável em promover a Reforma Política “com o apoio ao ‘Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político’ que colheu votos de 1º a 7 de setembro em todo o país e já aponta para um novo cenário na luta dos movimentos sociais nos próximos períodos”.
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