08 outubro, 2018

Recco Lingerie Entra na Luta Contra o Câncer de Mama

Marca paranaense de lingerie se une à Rede Feminina de Combate ao Câncer para ajudar e instruir mulheres na luta contra a doença.


Uma doença que pode ser vencida apenas com um simples toque e muita informação. Há quase três décadas o mês de outubro se tornou símbolo de luta contra o câncer de mama, enfermidade que mais atinge mulheres no mundo e segunda que mais mata a população feminina, e a cada ano cresce o número de campanhas e instituições engajadas na proliferação da comunicação sobre a forma de prevenção. Mas tão necessários quanto as informações para prevenir são os cuidados com quem já luta pela cura. Um ouvido paciente, um ombro amigo, olhos atentos a detalhes ou pés dispostos a caminhar lado a lado podem ser quase tão importantes para uma paciente de câncer de mama quanto os procedimentos médicos. 

Pensando nisso, a Recco Lingerie aderiu à campanha Outubro Rosa e se uniu à Rede Feminina de Combate ao Câncer e à ONG Amigas do Peito para promover uma manhã de informações, troca de experiências e muito carinho. A empresa, constituída em sua grande maioria por mão de obra feminina,  vai promover um bate papo com 30 mulheres que enfrentam ou enfrentaram a doença de cabeça erguida, contando suas histórias,  mostrando a importância da informação no diagnóstico precoce. O encontro será um café da manhã, a partir das 9:00, na sede da Recco Lingerie, em Maringá, e contará ainda com a presença de toda a equipe da empresa e algumas influenciadoras locais, todas unidas em prol do amor e da cura.

E durante o mês de outubro, compras feitas em todas as lojas da Recco terão renda revertida para a Rede Feminina de Combate ao Câncer, de Maringá.

“Torturar as pessoas é um pecado mortal, um pecado muito grave”


“Torturar as pessoas é um pecado mortal, um pecado muito grave”  (Papa Francisco)   

É inaceitável um candiado a presidência da República que demonstre ser a favor da tortura em qualquer que seja a situação. 

Torturar é ato de crueldade, como afirma papa Francisco um pecado muito grave. Tortura  é imposição de dor física ou psicológica para intimidar, punir, para obtenção de alguma confissão e informação.

As feridas físicas causada pela tortura sara, más as consequências psicológicas podem continuar ferindo por toda a vida. Tortura é uma crueldade.

Em 2016, Instituto Sou da Paz em parceria com o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), da Universidade Cândido Mendes apontava haver, só no Rio de Janeiro, 772 pessoas presas erroneamente em flagrante.  

Viver na cidade e também no campo é um grande desafio hoje, podemos ser envolvidos sem estarmos envolvidos em situações perigosas. Podem nos criminalizar sem termos cometido crime.

Enquanto o inocente preso sujeito a ser torturado for o outro; ou o filha/o do outro; a irmã ou o irmão do outro; a amiga/o do outro, aí tudo bem, para esses é só aplicar a lei, mesmo que seja a lei da tortura.

É difícil porque para se conectar com a dor do outro, é preciso se conectar a nossa, reconhecê-la em nós . Isso não é fácil e para muitos impossível.

Não esqueçamos, podemos ser criminalizados sem termos cometidos crimes. Podemos ser torturados para confessar o que não temos a confessar. Podemos ser torturados para informar o que não sabemos.

A Gente acredita ainda mais... num País mais Justo e Solidário.

Que medo você tem de nós??? #cebsdobrasil

Por hoje gratidão. Essa historia será contada. Pela luta ou por omissão...



Pesadelo
(Maurício Tapajós / Paulo César Pinheiro)

Quando o muro separa uma ponte une
Se a vingança encara o remorso pune
Você vem me agarra, alguém vem me solta
Você vai na marra, ela um dia volta
E se a força é tua ela um dia é nossa
Olha o muro, olha a ponte, olhe o dia de ontem chegando
Que medo você tem de nós, olha aí

Você corta um verso, eu escrevo outro
Você me prende vivo, eu escapo morto
De repente olha eu de novo
Perturbando a paz, exigindo troco
Vamos por aí eu e meu cachorro
Olha um verso, olha o outro
Olha o velho, olha o moço chegando
Que medo você tem de nós, olha aí

O muro caiu, olha a ponte
Da liberdade guardiã
O braço do Cristo, horizonte
Abraça o dia de amanhã, olha aí 
Olha a gente aí...
Olha aí...

Cristãos de verdade!

“cristãos de verdade não têm medo de sujar as mãos, as vestes, quando se fazem próximos do outro."

Papa Francisco

Haddad e Bolsonaro vão disputar segundo turno da eleição.

Haddad e  Bolsonaro vão disputar segundo turno da eleição.


Treze estados definiram governadores neste domingo; nos demais, haverá segundo turno


Com 99% das urnas apuradas, estão definidos os governadores de 13 estados brasileiros. Nas outras 14 unidades da federação, os dois candidatos mais votados disputarão o segundo turno das eleições.

Conforme a legislação eleitoral brasileira, para se eleger em primeiro turno, um candidato deve obter mais de 50% dos votos válidos.

O Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Socialista Brasileiro (PSB) tiveram três governadores eleitos neste domingo (7) e encabeçam a lista das siglas mais vitoriosas.

Clique AQUI e confira  os resultados por estado.

05 outubro, 2018

Vale a pena ler esse textão do meu amigo Celso Pinto Carias

A VELHA LUTA DO BEM CONTRA O MAL



A VELHA LUTA DO BEM CONTRA O MAL – AOS AMIGOS E AMIGAS: (aviso: é textão)

Filosoficamente esta luta é chamada de MANIQUEISMO. Existe o tempo inteiro, mas em tempos de crise esta luta se torna gorda, forte e corada.

Estamos agora debaixo de um forte maniqueísmo. É interessante que CRISTÃOS/ÃS caem com facilidade nesta armadilha histórica. Não deveriam cair, pois Jesus disse que deveríamos aprender a viver com o “Joio e o Trigo” juntos. Todas as vezes que isto acontece se mata muita BRUXA e se leva tempo para recuperar o tecido social.

O maniqueísta sempre acha que ele é o único representante do BEM. O diferente é sempre MAL. E a lógica do PODER DOMINADOR em tempos de crise sabe aproveitar deste dualismo.

Em geral se criam símbolos que personificam o mal: bruxa, comunista, burguês, pelego, gênero, herege, etc. Qualquer pessoa ou grupo pode ser maniqueísta.

Já disse que acho “forçar a barra” comparar BOLSONARO a Hitler e Mussoline. Creio que ele hoje estaria mais para Erdogan, presidente da Turquia (admiradores o chamam de Rei), que a imprensa ainda não chama de ditador, embora já tenha matado muita gente e colocado na prisão muitos que discordam dele, inclusive juízes.

Contra símbolos maniqueístas não há argumentos. Há um caso da Segunda Grande Guerra muito interessante. Havia um campo de concentração próximo a uma pequena cidade alemã. Quando os americanos libertaram o campo, moradores da cidade disseram que nunca imaginavam que tal horror acontecia ali. Então os militares fizeram toda pequena cidade visitar o campo, e só assim acreditaram. Ou seja, muitas vezes só quando você é atingido diretamente que acredita.

Já disse também que o arco democrático é grande e que não se pode reduzir democracia a ELEIÇÃO. Tem-se ainda uma “cabeça” predominantemente monárquica, isto é, necessidade de um rei. Como diria Churchil, a democracia é o pior dos sistemas, mas ainda não inventaram um melhor. A questão é que ela precisa ser sempre aperfeiçoada.

Enfim, escrevo para a maioria dos meus e minhas amigos e amigas deste meio de comunicação tão conturbado e que NÃO VÃO VOTAR NO COISO, pois alguns poucos que votam nele acho que não vão ler até aqui.

Escrevo para dizer, ganhando ou perdendo, esperando do verbo esperançar que ele não ganhe naturalmente, que precisamos nos juntar para construir um novo modelo de sociedade.
Reconheçamos que muitas vezes também fomos maniqueístas, que nos achamos protetores do povo, mas não caminhamos com ele, que não reconhecemos o seu imaginário simbólico, suas angústias e sofrimentos na luta pela sobrevivência.

Para fechar leiam a interessante fábula de Esopo (La Fontaine) O LOBO E O CORDEIRO: O Lobo e o Cordeiro

Um LOBO, ao encontrar um Cordeiro desgarrado do rebanho, decidiu, ao invés de deitar mãos violentas sobre ele, encontrar alguma razão para justificar ao Cordeiro seu direito de comê-lo.

Então ele lhe disse:
- Seu tratante, você me insultou rudemente no ano passado.

- Como? - redarguiu o Cordeiro num tom choroso de voz - eu não havia nascido ainda.

O Lobo então disse:
- Você pastou em meus campos.

- Não, bom senhor, - respondeu o Cordeiro - ainda não senti o gosto de grama.

Novamente o Lobo disse:
- Você bebeu água de meu poço.

- Não, - exclamou o Cordeiro - eu nunca bebi água, pois o leite de minha mãe é para mim tanto comida quanto bebida.

Após isso, Lobo agarrou e comeu o Cordeiro, dizendo:

- Bem! Não vou ficar sem minha ceia, embora você refute cada uma de minhas acusações.

Moral: O tirano sempre encontrará pretexto para sua tirania.

30 anos da Constituição de 1988 - Um marco para a redemocratização do Brasil

A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 foi aprovada pela Assembleia Nacional Constituinte em 22 de setembro de 1988 e promulgada em 5 de outubro de 1988. É a lei fundamental e suprema do Brasil.


A Constituição de 1988 é um marco para a redemocratização do Brasil, escrita no período em que o país saía de anos de repressão dos governos militares, anos de exceção a garantias como a liberdade de expressão.

Ha dois dias do primeiro turno da eleição presidencial, lembramos que também ocorreram diversas modificações na legislação eleitoral, já que a Constituição estabeleceu o voto facultativo para os maiores de 65 anos e para os jovens com 16 e 17 anos e os analfabetos ganharam o direito de votar. 

A Constituição fez várias modificações na legislação trabalhista, direitos importantes,  como o direito a fazer greve e o de licença maternidade que antes era de 90 dias e passou para 120 dias e para os homens a licença paternidade de cinco dias. Infelizmente a jornada de trabalho aumentou um pouco, de 40 horas semanais subiu para 44 horas por semana e agora no governo de Michel Temer o risco de precarizar de vez as relações de trabalho com a reforma trabalhista e a reforma da previdência.

É importante identificar os direitos da/o cidadão brasileiro contidos na Constituição brasileira, os aspectos positivos e negativos e avaliar a contribuição da Constituição de 1988 para a construção da democracia no país.

São garantidos pela Constituição Brasileira o direito: ao trabalho; à vida; à  segurança; à saúde; à educação; à liberdade de votar; de ir e vir; de participar de reuniões; de participar de culto religioso; de propriedade; de ser votado.    
                      
Relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU, 2016), dá conta de que, entre os direitos humanos mais violados no Brasil, estão os direitos aos reclusos, os direitos à juventude, os direitos à diferença, o direito à moradia, o direito à saúde, o direito ao trabalho e o direito ao salário mínimo.
 
De acordo com a Constituição, “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País, a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”. Más não é  o que observamos no contexto atual, pois a violação aos direitos humanos é uma prática que, a cada dia, se pragmatiza mais em nossa sociedade.

04 outubro, 2018

Eleições 2018 - Não deixe de votar!


Eleições 2018

Serão realizadas no dia 7 de outubro e, nos locais em que houver segundo turno, no dia 28 do mesmo mês. 

O voto é obrigatório para brasileiros entre 18 e 70 anos e facultativo para analfabetos e jovens entre 16 e 18 anos.

Quais documentos preciso levar para votar?

No dia da eleição, leve um documento oficial com foto: carteira de identidade, passaporte, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho, Documento Nacional de Identidade (DNI) ou carteira nacional de habilitação.

Tenha sempre em mão seu título de eleitor, já que nele constam informações sobre a zona e a seção eleitoral. Se preferir, baixe o aplicativo e-Título (título de eleitor em meio digital, disponível para Android ou iOS), que substitui documento oficial com foto.

Atenção: não valem certidão de nascimento e de casamento como prova de identidade na hora de votar.

Como votar na urna eletrônica?

Digite, no teclado da urna, o número dos candidatos de sua preferência na ordem dos cargos que aparecem abaixo. Na tela, aparecerão a foto, o número, o nome e a sigla do partido do candidato. Se as informações estiverem corretas, aperte a tecla verde Confirma. Para o cargo de senador, você deve realizar a operação acima duas vezes.

Deputado federal
Deputado estadual ou distrital
Senadores
Governador
Presidente

Qual o horário da votação?

Os eleitores podem votar entre 8 e 17 horas. O primeiro turno das Eleições 2018 ocorrerá no dia 7 de outubro e o segundo turno no dia 28 de outubro. De acordo com a legislação, o segundo turno somente pode ser realizado nas cidades com mais de 200 mil eleitores.

Como consultar o local de votação?

Acesse o portal do TSE, ou o aplicativo e-Título, ou os assistentes virtuais do TSE no Twitter e no Facebook.

Como é o voto em trânsito?

O voto em trânsito é uma possibilidade dada ao eleitor para votar fora do seu domicílio eleitoral, em uma seção especial para isso. Para ter acesso a esse direito nas eleições de 2018, o eleitor deve cadastrar-se em qualquer cartório eleitoral até 23 de agosto. Basta apresentar um documento de identificação oficial com foto e indicar o local onde pretende votar.

Se o eleitor estiver em trânsito no mesmo estado de seu domicílio eleitoral, poderá votar em todos os cargos. Se estiver fora do seu estado, poderá votar apenas em presidente da República.

Para tanto, é preciso estar com a situação eleitoral regular. É importante lembrar que, ao se cadastrar, o eleitor ficará impedido de votar na sessão original do seu domicílio eleitoral.

Como faço para justificar ausência às eleições?

Tanto o eleitor no Brasil quanto aquele que está fora do país deve preencher o formulário Requerimento de Justificativa Eleitoral, disponível nos cartórios eleitorais, nos postos de atendimento ao eleitor, nos portais do TSE e dos tribunais regionais eleitorais e, no dia da eleição, nos locais de votação ou de justificativa. Para mais informações, acesse https://goo.gl/f4bAJZ.

Quem não comparecer às urnas e não justificar sua ausência em até 60 dias após a eleição ou, se se encontrava fora do país, em até 30 dias depois do retorno, receberá multa de R$3,51 por turno.

A multa pode ser paga em qualquer agência bancária, nos Correios ou nas casas lotéricas.

O eleitor que não pagar a multa fica em débito com a Justiça Eleitoral e não poderá solicitar certidão de quitação eleitoral.

Para verificar se você tem algum débito e emitir a guia para pagamento, utilize o serviço disponível no portal do TSE.

Qual a diferença entre voto em branco e voto nulo?

A diferença está apenas na forma como o eleitor decide votar. O voto em branco é registrado quando o eleitor pressiona o botão Branco na urna eletrônica. Já o voto nulo é registrado quando o eleitor digita um número que não pertence a nenhum candidato ou partido e aperta o botão Confirma.

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As fontes incluem: Tribunal Superior Eleitoral  

01 outubro, 2018

Encontro de Comunicação Reúne em São Paulo Articuladores de Diversos Estado do País

O Conselho Nacional do Laicato do Brasil promoveu o evento com o intuito de formar uma grande rede de comunicação nos regionais.


Participantes do Primeiro Encontro Nacional de Comunicação.
Fonte - CNLB

São Paulo em meio a agitação da metrópole e a tranquilidade do Centro de Formação Sagrada Família no bairro do Ipiranga recebeu neste final de semana (28 a 30.09) o Primeiro Encontro Nacional de Comunicação promovido pelo  Conselho Nacional do Laicato do Brasil - CNLB em parceria com a Comissão Nacional de Comunicação - CNC, o evento contou com a participação de representantes de 14 dos 18 regionais da CNBB.


Na oportunidade o coordenador nacional da Pastoral da Comunicação - PASCOM Marcus Tulius enviou uma mensagem de apoio aos participantes animando e convocando para anunciar a Boa Nova, "Queremos formar uma grande parceria, movimentando a todos, unindo e fazendo ecoar numa só voz o evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, a pastoral está junto ao CNLB para realizar grandes coisas" - enfatizou. 

De acordo com Maria das Graças da Silva, vice presidente do CNLB, “o encontro superou todas as expectativas esperadas gerando um novo impulso de articulação e dinamismo na vida dos regionais"

E quando falamos em Comunicação para Laicato, ela reforça "O que nos preocupa é que muitos cristãos leigos e leigas ainda não conhecem o organismo que as representa, o CNLB, por isso a presença das assessorias de comunicação se faz necessária para a difusão do conhecimento do protagonismo dos leigos e das leigas".

O encontro contou com as atividades de fotografia, criação de arte e matérias, além dos momentos de oração e partilha. Os assessores puderam também conhecer as realidades de cada regional e organizar meios práticos para a articulação das assessorias.

"Precisamos cada vez mais fortificar a nossa comunicação, é importante a participação e apoio de cada presidente de regional, conhecemos e refletimos a realidade de cada um, agora a oportunidade é de construir uma rede nacional de comunicação  e difundir um belo trabalho em conjunto" - reforçou Cristiano Signorelli, coordenador da CNC.


Ao final do Encontro foi composta a nova Comissão Nacional de Comunicação, com representantes de alguns regionais da CNBB, o trabalho se dará por meio de uma rede que será articulada para a promoção das informações que virão dos regionais.

A partir dos resultados obtidos, a comissão nacional de comunicação organizará uma programação que se dará para o ano de 2019 dando sequencia ao Ano Nacional do Laicato com a participação em eventos e cobertura das atividades do CNLB.


30 setembro, 2018

Bráulio Bessa - cordel sobre intolerância

Filme ‘O que de verdade importa’

 lucro líquido será 100% revertido para instituições que apoiam o combate ao câncer infanto-juvenil. 



Filme ‘O que de verdade importa’


Dia 27/9 foi a estreia do filme “O que de verdade importa”. Trata-se da primeira obra cinematográfica mundial cujo lucro líquido será 100% revertido para instituições que apoiam o combate ao câncer infanto-juvenil. Quanto mais pessoas forem assistir no primeiro final de semana, mais tempo permanecerá em cartaz. No Brasil são 7 instituições a receberem as doações.

Sobre o filme ‘O que de verdade importa’

Conversar sobre a existência ou não de Deus sempre é um tema delicado, ainda mais quando se trata de colocar em pauta a existência de pessoas com poderes miraculosos. Essas questões são centrais no filme “O que de Verdade Importa”, do diretor espanhol Paco Arango.

Esses assuntos complexos são o pano de fundo de uma obra que tem toda a renda líquida arrecadada com a venda de ingressos doada para sete organizações brasileiras que apoiam e dão assistência a crianças com câncer. O cineasta também homenageia o falecido ator e diretor norte-americano Paul Newman, fundador da Serious Fun Children´s Network, organização que ajuda milhares de crianças doentes no mundo inteiro.

A trama tem como eixo um rapaz perito em consertar máquinas elétricas que revela o dom de curar pessoas. O clima de realismo mágico é acentuado em diversos momentos, mas a mensagem positiva de manter a esperança viva em qualquer merece ser valorizada.

Se existem de fato mistérios entre o céu e a terra que a nossa filosofia não domina, como diria o célebre bardo inglês Shakespeare, as questões propostas peço filme estão entre eles. Nesse sentido, a proposta da rede de acampamentos de Paul Newman é de ter o riso e a fantasia não como cura, mas como possível paliativo. Por que não embarcar nessa? Veja o filme e ajude a causa. Afinal, o que de verdade importa?

Fonte do texto: Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Somos mulheres, somos fortes, encantadoras e lindas!

Para ficar na história...

Somos mulheres, somos fortes, encantadoras e lindas.  
Juntas e Juntos somos transformadores...


Fotos ato pelo Brasil contra o candidato à presidência da república Jair Bolsonaro

Fotos ato pelo Brasil contra o  candidato à presidência da república Jair Bolsonaro (PSL).

Fonte das fotos: internet







fotos

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Profetisas do Primeiro Testamento/Mulheres e Profetismo hoje.



As profetisas de hoje estão saindo do anonimato e rompendo a cadeia da exclusão. Não podem ficar de fora dessa reflexão, as milhares de mulheres que fazem história em nosso continente e no mundo afora, cada uma a seu modo, com sua cultura e expressão, vão rompendo “as algemas”e mostrando a cara e a voz.

Ler a Bíblia na ótica da mulher significa procurar o que cada texto diz às mulheres de hoje, de modo a impugnar qualquer interpretação distorcida pelo machismo. A interpretação da Bíblia sempre foi masculina, pois o masculino era tido como universal.

Leia na íntegra AQUI


Profetisas do Primeiro Testamento


2. Profetisas do Primeiro Testamento

Miriam ( Ex 15,20-21;Mq 6,4; Nm 12)

A Bíblia cita inegavelmente a profetisa Miriam como uma das envolvidas no projeto de libertação dos hebreus junto com Aarão e Moisés. O cântico de Miriam é um dos mais antigos escritos da Bíblia, o que denota que desde o começo houve a presença de mulheres na história de Israel acontecida e também na história escrita.

Miriam é aquela que puxa o cordão das mulheres, toca tamborim, dança e canta em homenagem a Javé, o libertador. Obviamente o texto menciona seu parentesco com Aarão, mostrando uma forma de não deixar a liderança de uma mulher sobressair sozinha. No entanto em Miquéias 6,4, Miriam aparece em pé de igualdade com Moisés, mas no capitulo 12 dos Números, ela é punida com a lepra por contestar Moises e só é curada com a mediação do mesmo.

Apesar das tentativas de diminuir sua importância, uma leitura do ponto de vista da mulher coloca Miriam em destaque e seu profetismo consiste na liderança das mulheres, no louvor e reconhecimento ao Deus que liberta e quer vida digna para todos e todas.

Livros sobre Leitura Feminista da Bíblia
A resistência de Rute e das mulheres
Em Memória Delas
Querida Ivone: amorosas cartas de teologia & feminismo
As mulheres e o patriarcado nas comunidades paulinas
As mulheres tomam a palavra
A história de Dina e de outras mulheres em Gn. 12-38
Débora (Jz 4-5)

Num momento de fraqueza e dispersão das tribos, a juíza Débora convoca o chefe Barac e todos os guerreiros para lutar em defesa do povo e sob a proteção de Javé. O texto fantástico de Juízes 4 deixa claro o brilho de Débora, assim como o de Jael em oposição à fraqueza masculina revelada em Barac e Sísara.

É esse texto que ressalta o profetismo de Débora e seu papel: despertar as lideranças adormecidas, convocar as tribos para a união, levantar o ânimo de todos e sobretudo convocar à fé no Deus libertador. Essa é fé cantada em ritmo de festa e louvor, terminando com um grito confiante:

“Aqueles que te amam, Javé, que eles sejam como o sol quando se levanta em sua força”(jz 5,31)

Mais tarde, a carta aos Hebreus (11,33) fará menção ao tempo dos juízes, citando vários e até o covarde Barac,mas omite Débora. É preciso que as mulheres e também os homens de hoje desconstruam essas ideias de exclusão ou diminuição do papel da mulher contidas na Bíblia, analisando o contexto do escrito e pondo as cartas na mesa.

Hulda (2 Rs 22,14-20)

No tempo da reforma de Josias, a infidelidade a Javé e a idolatria se tornam um perigo iminente, Josias pede seus homens de confiança para consultarem a Javé, no entanto eles se dirigem a Hulda, que prediz a desgraça de Jerusalém.

Sua função é comparada a de muitos profetas que são consultados pelos reis em momentos difíceis e decisivos. Seu profetismo consiste em alertar a consciência de fé do povo, e tal consciência emerge, com o mesmo grau de agudeza, entre homens e mulheres.

Agar (Gn 16; 21,8-21)

Desculpe-nos os biblistas tradicionais se não nos reportamos a matriarca Sara e sim a Agar. Acreditamos que devemos isso a ela e a todas as mulheres negras, escravizadas e espoliadas de nossa história. Os dois textos apresentam a história de Agar e seu filho Ismael, que mesmo diferentes entre si, revelam a resistência de Agar a submeter-se a uma situação de injustiça, na qual ela reivindica os direitos de seu filho, o primogênito de Abraão.

A história de Agar entra em sintonia com a história de milhares de mulheres, mães solteiras ou abandonadas pelos maridos, tendo que arcar sozinhas com a criação dos filhos. E o incrível é que vendo a história por essa ótica, Abraão, nosso pai na fé, fica em maus lençóis, foi omisso, deixou que seu filho fosse embora, viver em condições difíceis no deserto com sua mãe, tendo na casa do pai todo o conforto.

Porém Javé, que é o Deus da vida, recompensa Agar a ela se manifestando e anunciando a promessa de grande descendência. E ainda que Sara nos pareça vitoriosa, Javé não abandona Agar que foi oprimida, mas cumpre sua promessa, acompanha e protege dos desvarios de sua “senhora”.

Ana ( 1Sm 1, 1-2, 11)

Ana é encarada como a profetisa que inspirou o Magnificat. Sendo estéril, é agraciada por Javé com um filho, que consagra a Deus por toda a vida. Ela, humilhada por Fenena, outra esposa de Elcana, seu marido, representa a grande massa oprimida que não tem voz e nem vez e até o pão lhe é dado com indiferença e desprezo. Mas ela não se deixa subjugar e confia no Deus que dá vida, liberta e faz justiça.

Seu cântico deixa a perspectiva individual de uma mãe que se rejubila com a gestação, e passa ao louvor do Deus cheio de sabedoria e justiça.

Rute e Noemi (livro de Rute)

O livro de Rute não enfoca especificamente o carinho filial de uma nora por sua sogra, mas aborda a questão da terra, da fome e da família de Israel. Duas mulheres em condições peculiares: uma viúva (Noemi) e a outra também viúva e estrangeira (Rute, a moabita). Ambas vão lutar pela sobrevivência numa situação precária na qual fazem valer a lei a seu favor.

O profetismo de Rute e Noemi consiste na afirmação da vida e da posteridade da família e do povo, num contexto de total desesperança.

“Rute, cujo nome significa amiga ou saciada, é o símbolo da mulher por quem o povo renasce, porque sua fé foi agraciada e sua esperança tornou-se fecunda”.

Ester (livro de Ester)

A personagem de Ester surge ligada a um contexto de perigo iminente do extermínio do seu povo. O livro relata o episódio da historia dos judeus em que um alto funcionário da corte do Rei Assuero decreta o extermino dos judeus.

Ester, esposa do rei, de origem judia, expõe sua vida na tentativa de impedir que o decreto fosse cumprido e consegue inverter o processo. Ela representa uma mulher aparentemente frágil, que assume a defesa do povo ameaçado, e para faze-lo convoca todos os seus ao jejum e a união de forças.

Judite (livro de Judite)

Trata-se de uma história fictícia que objetiva restabelecer a fé no Deus que “está conosco” e recuperar a confiança do povo, mantendo-o fiel ao projeto de Javé. Como Jael e Ester, Judite arrisca sua vida e usa seus encantos femininos para cativar e depois trair o general inimigo e assim salvar os filhos e filhas de Israel.

O bonito dessa narrativa é que não há negação da corporeidade feminina, claramente explicita no grau de erotismo e sensualidade presentes no texto. Mas o conteúdo mais profundo da atuação feminina,está no modo como Judite se dirige aos chefes da cidade para dizer-lhes que não se pode tentar a Deus, dando-lhes prazos de intervenção. De Javé só se pode esperar ação livre e gratuita.

Oração e ação caminham juntas no profetismo de Judite, que ora e jejua no tempo da provação e preparação, e canta e dança, enfeita-se e distribui ramos às companheiras para celebrar a vitória e a paz. Como Débora, Miriam e Rute, Judite também nos oferece um cântico de alegria contagiante que enriquece a escritura sagrada, esculpindo nela os contornos de nossa feminilidade.

No momento mais decisivo de sua atuação, sua oração faz lembrar aos homens e mulheres de nossa sofrida América latina que nosso Deus é nossa força, “é o Senhor quem protege o oprimido”:

“Teu poder não está no grande número, nem tua soberania entre os que tem força. És o Deus dos humildes, o socorro dos oprimidos, o amparo dos fracos, o protetor dos abandonados, o salvador dos desesperados” (Jt 9,11)

A mãe dos Macabeus

Embora se trate de uma obra edificante, os fatos relatados devem ter algum fundamento histórico e o episódio relativo à mãe dos macabeus não deve ter surgido do nada. O livro refere-se às lutas dos Judeus, liderados por Matatias e seus filhos, especialmente Judas Macabeu, contra os reis selêucidas, que quiseram impor s costumes gregos na Judéia.

No contexto apocalíptico colorido de terror, como se vê pela descrição do martírio dos sete filhos, a figura que mais se sobressai é a da mulher. Seu profetismo marca esse momento de modo especial. Gallazzi afirma que aquela mãe se torna o símbolo “do povo pobre que resiste, recupera sua memória e elabora uma contra-ideologia, que sustenta a resistência e a luta do povo. A mulher ‘produz’ uma nova mística de vida, num momento que reina a morte”.

A profissão de fé daquela mãe corajosa assume uma conotação bem feminina, dirigindo-se a seus filhos na língua de seus pais, exortando-os e animando com ardor viril o seu raciocínio de mulher (2 Mc 7,21). Trata-se de uma confissão de fé explicita no ato criador de Deus que gera os homens através do seio da mulher e cujo poder é capaz de tirar da morte aqueles que foram assim gerados.

Como essa mulher que não tem nome, milhares de mulheres insurgem contra a ideologia vigente sendo protagonistas anônimas contra a violência do opressor que atinge mulheres e crianças indefesas nos conflitos de terra, na guerra urbana do dia-a-dia, nas favelas, becos e guetos de nossa espoliada América Latina.

Mulheres e Profetismo hoje: Para não concluir nossa conversa
Ler a Bíblia na ótica da mulher significa procurar o que cada texto diz às mulheres de hoje, de modo a impugnar qualquer interpretação distorcida pelo machismo. A interpretação da Bíblia sempre foi masculina, pois o masculino era tido como universal.

Mas se a ideia de universal passa pela ótica de que todos somos iguais, embora diferentes, homens e mulheres devem se sentir incomodados cada vez que a leitura da Bíblia conduzir à desigualdades e discriminações de qualquer natureza.

As profetisas de hoje estão saindo do anonimato e rompendo a cadeia da exclusão. Não podem ficar de fora dessa reflexão, as milhares de mulheres que fazem história em nosso continente e no mundo afora, cada uma a seu modo, com sua cultura e expressão, vão rompendo “as algemas”e mostrando a cara e a voz.

Não estamos falando da “revolta dos sutiãs”, mas de mulheres que não aceitam a ditadura da beleza imposta pela mídia e arrebentam as correntes da violência doméstica, do direito de escolha, libertas e provocadoras de mudanças. Estamos falando das” mulheres que assumem a defesa de seu povo com coragem e firmeza( Jz 5, 28-30) e não ficam passivas a esperar os homens voltarem da guerra com os despojos”.

Parece-nos costumeiro ouvir dizer que os profetas estão mudos, ninguém anuncia ou denuncia mais, talvez seja por que a voz dos homens que gritou durante séculos, inclusive abafando a voz das mulheres, esteja enfraquecida pelo egoísmo e falta de partilha na missão profética.

Pare e pense: será que os profetas sumiram ou será que é a vez e a voz das profetisas que estão sobressaindo?
As mães da praça de maio, as quebradeiras de coco babaçu, as rendeiras e doceiras reunidas em cooperativas, Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, Maria da Penha, Doroty, as margaridas, as mulheres do MST e de outros movimentos populares, Oneide, Rosa, Ana Maria, Agostinha do Cebi, Tereza Cavalcanti, Inês, Catarina de Sena, Joana d’Arc, Anita Garibaldi, Ana Nere, e as milhares espalhadas por este mundo, incluindo todas as alunas das escolas bíblicas espalhadas pelos cantos desse pais, continuam como Raab, Séfora e Fuah, dentro do contexto de sua feminilidade a gerar vida e vida em abundância para todos e todas.

Fonte: facebook do Padre Joao Caruana