18 outubro, 2021

Para essa semana, a provocação a nós e é do nosso amado profeta papa Francisco.

Um rosto humano aos nossos modelos socioeconômicos - Construamos pontes de amor!

“Devemos dar aos nossos modelos socioeconômicos um rosto humano, porque muitos modelos o perderam. Pensando nestas situações, quero pedir em nome de Deus:

Aos grandes laboratórios, que quebrem as patentes. Realizem um gesto de humanidade e permitam que todo ser humano tenha acesso à vacina.

Aos grupos financeiros e aos organismos internacionais de crédito, que permitam aos países pobres garantir as necessidades de seu povo e perdoar aquelas dívidas que muitas vezes contraíram contra os interesses daqueles mesmos povos.

Às grandes empresas de mineração, petrolíferas, florestais, imobiliárias, agroalimentares, que deixem de destruir a natureza, de poluir, de intoxicar os povos e os alimentos.

Às grandes empresas de alimentos, que deixem de impor estruturas de monopólio de produção e distribuição que inflacionam os preços e acabam por impedir o pão ao faminto.

Aos fabricantes e traficantes de armas, que cessem totalmente suas atividades que fomentam a violência e a guerra, muitas vezes no tabuleiro de jogos geopolíticos, cujo custo são milhões de vidas e deslocamentos.

Aos gigantes da tecnologia, que parem de explorar a fragilidade humana, as vulnerabilidades das pessoas, para obter lucros.

Aos gigantes das telecomunicações, que liberem o acesso a conteúdos educacionais e o intercâmbio com os professores através da internet, para que as crianças pobres possam receber uma educação em contextos de quarentena.

Aos meios de comunicação, que acabem com a lógica da pós-verdade, com a desinformação, a difamação, a calúnia e com aquela atração doentia pelo escândalo e o túrbido; que busquem contribuir à fraternidade humana.

Aos países poderosos, que parem com as agressões, os bloqueios e as sanções unilaterais contra qualquer país em qualquer parte da terra. Os conflitos devem ser resolvidos em instâncias multilaterais, como as Nações Unidas.

Aos governos e a todos os políticos, que trabalhem pelo bem comum. Não ouçam somente as elites econômicas e estejam a serviço dos povos que pedem terra, casa, trabalho e uma vida digna em harmonia com toda a humanidade e com a criação.

A todos nós, líderes religiosos, que jamais usemos o nome de Deus para fomentar guerras. Estejamos ao lado dos povos, dos trabalhadores, dos humildes e lutemos juntos para que o desenvolvimento humano integral seja uma realidade. Construamos pontes de amor."

CNBB SAI EM DEFESA DO PAPA FRANCISCO, DO ARCEBISPO DE APARECIDA (SP) DOM ORLANDO BRANDES E DO EPISCOPADO BRASILEIRO

Dom Walmor Oliveira de Azevedo, presidente da CNBB, comenta a fala agressiva de deputado da ALESP.





CNBB sai em defesa do Papa Francisco, do Arcebispo de Aparecida (SP) Dom Orlando Brandes e do Episcopado Brasileiro

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou na manhã deste domingo, 17 de outubro, uma Carta Aberta dirigida ao presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), o deputado estadual Carlão Pignatari. No documento, a CNBB rejeita “fortemente as abomináveis agressões” proferidas da Tribuna da ALESP pelo deputado estadual Frederico D’Avila no último dia 14 de outubro, dia de seu aniversário de 69 anos de presença e serviços ao Brasil.

No vídeo (acima), o presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, manifesta sua indignação e presta apoio ao Papa Francisco e ao arcebispo de Aparecida.

O político, diz a carta, agiu com ódio descontrolado e desferiu ataques ao Santo Padre o Papa Francisco, à própria CNBB e ao arcebispo de Aparecida (SP), dom Orlando Brandes. A CNBB defende que, com esta atitude, o deputado “feriu e comprometeu a missão parlamentar, o que requer imediata e exemplar correção pelas instâncias competentes” e vai buscar uma reparação jurídica a ser corrigida “pelo bem da democracia brasileira”.

Na Carta Aberta, a CNBB afirma se ancorar, profeticamente, sem medo de perseguições, no princípio contido na Gaudium et Spes (“Alegria e Esperança” em latim) sobre o papel da Igreja no mundo contemporâneo, a única constituição pastoral e a 4ª das constituições do Concílio Vaticano II:
a Igreja reivindica sempre a liberdade a que tem direito, para pronunciar o seu juízo moral acerca das realidades sociais, sempre que os direitos fundamentais da pessoa, o bem comum ou a salvação humana o exigirem (cf. Gaudium et Spes, 76)

A CNBB busca agora, por meio da presidência de seu regional Sul 1, um agenda para entregar pessoalmente o documento ao presidente da ALESP, deputado Carlão Pignatari. Confira, abaixo, a íntegra do documento em versão word e aqui em versão PDF.
CARTA ABERTA

P – Nº. 0325/21

Exmo. Sr.
Deputado Estadual Carlão Pignatari
Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo
Cidadãos e cidadãs brasileiros

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, nesta casa legislativa e diante do Povo Brasileiro, rejeita fortemente as abomináveis agressões proferidas pelo deputado estadual Frederico D’Avila, no último dia 14 de outubro, da Tribuna da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Com ódio descontrolado, o parlamentar atacou o Santo Padre o Papa Francisco, a CNBB, e particularmente o Exmo. e Revmo. Sr. Dom Orlando Brandes, arcebispo de Aparecida. Feriu e comprometeu a missão parlamentar, o que requer imediata e exemplar correção pelas instâncias competentes.

Ao longo de toda a sua história de 69 anos, celebrada no dia em que ocorreu este deplorável fato, a CNBB jamais se acovardou diante das mais difíceis situações, sempre cumpriu sua missão merecedora de respeito pela relevância religiosa, moral e social na sociedade brasileira. Também jamais compactuou com atitudes violentas de quem quer que seja. Nunca se deixou intimidar. Agora, diante de um discurso medíocre e odioso, carente de lucidez, modelo de postura política abominável que precisa ser extirpada e judicialmente corrigida pelo bem da democracia brasileira, a CNBB, mais uma vez, levanta sua voz.

A CNBB se ancora, profeticamente, sem medo de perseguições, no seguinte princípio: a Igreja reivindica sempre a liberdade a que tem direito, para pronunciar o seu juízo moral acerca das realidades sociais, sempre que os direitos fundamentais da pessoa, o bem comum ou a salvação humana o exigirem (cf. Gaudium et Spes, 76).

Defensora e comprometida com o Estado Democrático de Direito, a CNBB, respeitosamente, espera dessa egrégia casa legislativa, confiando na sua credibilidade, medidas internas eficazes, legais e regimentais, para que esse ultrajante desrespeito seja reparado em proporção à sua gravidade – sinal de compromisso inarredável com a construção de uma sociedade democrática e civilizada.

A CNBB, prontamente, comprometida com a verdade e o bem do povo de Deus, a quem serve, tratará esse assunto grave nos parâmetros judiciais cabíveis. As ofensas e acusações, proferidas pelo parlamentar – protagonista desse lastimável espetáculo – serão objeto de sua interpelação para que sejam esclarecidas e provadas nas instâncias que salvaguardam a verdade e o bem – de modo exigente nos termos da Lei.

Nesta oportunidade, registramos e reafirmamos o nosso incondicional respeito e o nosso afeto ao Santo Padre, o Papa Francisco, bem como a solidariedade a todos os bispos do Brasil. A CNBB aguarda uma resposta rápida de Vossa Excelência – postura exemplar e inspiradora para todas as casas legislativas, instâncias judiciárias e demais segmentos para que a sociedade brasileira não seja sacrificada e nem prisioneira de mentes medíocres.
Em Cristo Jesus, “Caminho, Verdade e Vida”, fraternalmente,

Brasília-DF, 16 de outubro de 2021

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte, MG
Presidente

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre, RS
1º Vice-Presidente

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima, RR
2º Vice-Presidente

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar do Rio de Janeiro, RJ


Secretário-Geral

15 outubro, 2021

Um país que tem uma educação de qualidade faz toda a diferença!

Recordamos hoje o Dia das Professoras e dos Professores, nosso carinho e respeito a quem nos prepara para o futuro. Um país que tem uma educação de qualidade faz toda a diferença.

A Constituição Federal de 1988 determina a aplicação de importantes políticas para a categoria profissional, mas até o presente momento, mesmo fortalecidas com leis complementares, estas políticas não estão sendo implementadas.

O apoio de toda população para avançar na aplicação das políticas já conquistadas nas leis nacionais e locais faz necessário.


14 outubro, 2021

Tudo tem começo, meio e recomeço - Aberto o Sínodo!

A sinodalidade pertence à própria natureza da criação, Deus criou a mulher e o homem à sua imagem e semelhança como ser social. Criou e os chamou para ajudá-Lo, para amar e cuidar.

Ao percorrermos as Sagradas Escrituras veremos a sinodalidade em toda ela. Olha que bonito, a unidade esta até entre o Antigo e o Novo Testamento. São muitas as mulheres e muitos os homens, em todas as Sagradas Escrituras e em Jesus a plenitude da sinodalidade.

Destaco a figura de uma mulher, nela vejo a revelação da sinodalidade de Deus. Uma mulher, Maria Santíssima, que Igreja Católica Apostólica Romana a reconhece como Mãe de Deus, Mãe da Igreja, nossa Mãe e primeira discípula. Em todos os momentos, nos momentos mais importantes da vida de Jesus o papel da mulher Maria Santíssima.

Não da para acreditar que ainda nos dias atuais, a mulher ainda não é acolhida no sacramento da ordem do presbiterado e não reconhecida na ordem do diaconato. Digo não reconhecida na ordem diaconato porque existem muitas diaconisas na Igreja Católica Apostólica Roma, no mundo, só não reconhecidas.

A sinodalidade pertence à própria natureza da Igreja, comunhão, participação e missão. Igreja como povo de Deus. Para Deus não há um povo específico e sim um único povo. A Igreja é uma grande unidade.

Podemos perguntar a sinodalidade presente nas Sagras Escrituras foi se perdendo do seio da Igreja Católica Apostólica Romana? Sim ou não, o que importa é que com a abertura do sínodo pelo Papa Francisco estamos vivendo um momento histórico que acredito jamais vivido no mundo, desde as periferias aos grandes centros, desde os grandes centros as periferias, todas e todos os batizados, o maior processo já realizado de escuta.

Um caminhar para a sinodalidade, Igreja povo de Deus, comunhão e participação ativa de todas e todos nas decisões e na missão missionária de evangelização. Utopia? Digo que tudo tem começo, meio e recomeço - Aberto o Sínodo.

Eu, Lucimar Moreira Bueno (Lúcia)
Assessora das CEBs na Arquidiocese de Maringá

Abertura do Sínodo dos Bispos na Arquidiocese de Maringá será domingo, 1...

11 outubro, 2021

Celebrar Nossa Senhora Aparecida!

Celebrar Nossa Senhora Aparecida é unir para envolver com as causas das juventudes, do Povo Pobre e Oprimido, a População LGBT, Povos e Comunidades Tradicionais.

Celebrar Nossa Senhora Aparecida é unir para envolver com as causas das mulheres que com ousadia resistem no meio de incertezas a violações e abusos.

Celebrar Nossa Senhora Aparecida é deixar-se envolver por sua humildade e o seu sim a serviço dos cuidados a nós suas filhas e filhos.

Celebrar Nossa Senhora Aparecida é deixar-se envolver na esperança de um Brasil e um mundo justo e fraterno.




Ajude a encontrar quem queira

Esse cachorrinho apareceu em casa sábado por volta das 10 horas.
Até hoje ninguém o procurou como seu dono.
Ainda é bebê. 
Castrado. 
Lindo e carinhoso.
Desconfio que tem mistura com fila. Raça grande.

Não tenho como ficar com ele.

PARA ADOÇÃO


Como mulheres e pessoas menstruantes, não podemos deixar que um projeto de grande avanço para nós perca sua finalidade, por conta de atos de um presidente fascista."


 

Manifesto ao Congresso Nacional na luta contra a pobreza menstrual

A higiene menstrual é uma questão de saúde pública mundial e de direitos humanos.

O manifesto é publicado por Sul21, 08-10-2021.

Coletivo de entidades e link para adesão (*)

Nesta data, 07 de outubro de 2021, foi sancionado o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual, de autoria da Deputada Marília Arraes (PT-PE) e outros 34 Deputados/as, o qual tinha por objeto o combate assíduo à precariedade menstrual no país, o que significa, entre outras palavras, a falta de acesso ou a falta de recursos para a compra de produtos de higiene e outros itens necessários ao período que mulheres e pessoas menstruantes em situação de vulnerabilidade social enfrentam durante a menstruação.

Todavia, o que vimos hoje é mais um dos muitos atos de repressão do Governo Bolsonaro frente aos direitos da mulher, visto que o mesmo vetou o artigo que previa – exatamente – a distribuição gratuita de absorventes, com a fala absurda de que o projeto não estabeleceria formas de custeio.

Fala errônea, eis que no projeto aprovado na Câmara e no Senado, as fontes de custeio eram as dotações disponibilizadas anualmente pela União ao funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Logo, a intenção dada à legislação, que era, principalmente, oferecer a garantia de cuidados básicos de saúde com a distribuição gratuita de absorventes a estudantes de baixa renda matriculadas nas redes de ensino público, para as pessoas em situação de rua ou de vulnerabilidade extrema, e para as presidiárias e adolescentes internadas em unidades de medida socioeducativas, cai por terra, em razão da perversidade do governo Bolsonaro que ataca nossos direitos mais uma vez.

A pobreza menstrual, embora ainda pouco tratada no Brasil, é um fenômeno multifatorial que envolve questões políticas, culturais, sociais e econômicas, e que acarreta riscos severos para a saúde em função do manejo inadequado da menstruação, além de danos emocionais, uma vez que não podendo arcar com esses gastos, muitas pessoas recorrem a métodos inseguros para conter o próprio sangue, como folhas de jornal, trapos, papelão, papel higiênico, miolos de pão, entre outros.

Tudo isso só aumenta com a ausência de saneamento básico, a falta de acesso à saúde pública de qualidade, os altos valores cobrados por itens menstruais, os preconceitos e tabus que impossibilitam mulheres e pessoas que menstruam de falarem sobre o assunto, acarretando nesse imenso problema social.

A higiene menstrual é uma questão de saúde pública mundial e de direitos humanos, portanto, deve ser garantida – obrigatoriamente – pelos órgãos públicos, eis que, no caso, falar sobre acesso a protetores menstruais e todas as questões sociais que envolvem a temática da pobreza menstrual é discutir sobre a vida de mais da metade da população.

Como mulheres e pessoas menstruantes, não podemos deixar que um projeto de grande avanço para nós perca sua finalidade, por conta de atos de um presidente fascista.

A luta ainda não acabou, e o veto presidencial poderá ser derrubado no Congresso Nacional.

Portanto, neste momento, nós, mulheres, pessoas menstruantes, organizações da sociedade civil, especialistas e afins, subscrevemos este manifesto, para defender as medidas retiradas do projeto, pressionando o legislativo para que derrubem o veto dado por Bolsonaro, na luta por diminuir, assim, o impacto da pobreza menstrual e da desigualdade entre gêneros no Brasil.


Observatório de Saúde e Garantia de Direitos das Mulheres, Meninas e LGBTQIA+ Porto Alegre

Fórum Municipal de Mulheres Porto Alegre

Marcha Mundial de Mulheres

Aliança Feminismo Popular

Coletivo Feminino Plural

Periferia Feminista

Rede de Saúde das Mulheres Latinoamericanas e do Caribe

Querela Jornalistas Feministas

Frente Nacional de Mulheres na Política

Movimento de Mulheres Inclusivas

Fórum das Mulheres Feministas de Viamão

Coletivo Frida Kahlo

Coletivo Uma Mulher Ajuda a Outra

Rede Sapatà

Acarmo LBT Negritude

Coletivo Feminista Elza Soares

COMDIM Novo Hamburgo

GAMP Grupo Autônomo de Mulheres de Pelotas

UBM Porto Alegre

Mandato Popular – Vereadora Bruna Rodrigues

União Brasileira de Mulheres- RS.

Coletivo de Proteção a Infância Voz Materna

Themis – Gênero, Justiça e Direitos Humanos

Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica. ABMCJ – Comissão Estadual do RS

Frente Parlamentar de Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres da ALRS

Comitê Gaúcho Impulsor do Movimento ElesPorElas HeForShe

Fórum de Mulheres do Mercosul RS

Força Tarefa de Combate aos Feminicídios da Assembleia Legislativa do RS

Ó MULHERES

Mandato Deputada Federal Maria do Rosário

RENAP/RS

Coletivo Sobre Elas

UBM – Santiago/RS

FLD – Fundação Luterana de Diaconia

COMIN- Conselho de Missão entre Povos Indígenas

CAPA – Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia

Rede Nacional Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Reprodutivos

Associação das PLPS de Passo Fundo

Mandato da Deputada Estadual Sofia Cavedon

Associação de Moradores Vale dos Canudos

União Brasileira de Mulheres – RS

Partido dos Trabalhadores

Federação da Alimentação RS

Coletivo de mulheres petistas do Balneário Pinhal, RS

Espaço de Arte Viandantes

Pastoral da Saúde

Flávia Rosangela Ortiz Retamar

Marco Adiles Moreira Garcia

Ana Lucia Dias

Jaqueline Selva

Patricia Nascimento

Caroline Massetti

Clara Denise Fernandes Fórum de Mulheres do Mercosul

Maria Helena CUTRS

Cintia Rita

RONIMAR DEL PINO

Vera Elisa Fayette


*Acesse o link para adesão aqui.

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Fonte: IHU

08 outubro, 2021

Nesse momento recebendo uma visita em meu trabalho



“Sem os povos indígenas, tradicionais, quilombolas e ribeirinhos nenhum país evitará o aquecimento global”, alerta Angela Mendes na ONU

No Brasil, o papel ativo de povos indígenas, tradicionais, quilombolas e ribeirinhos na conservação da temperatura global, o que os classifica como agentes de mudança, são indispensáveis.

Leia a reportagem. Clique AQUI




Hino oficial da Campanha da Fraternidade 2022!

07 outubro, 2021

Veto de Bolsonaro a distribuição de absorventes expõe 'pobreza menstrual'; entenda o conceito

De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), no Brasil, 25% das meninas entre 12 e 19 anos deixaram de ir à aula alguma vez por não ter absorventes.

O presidente Jair Bolsonaro vetou a distribuição gratuita de absorventes íntimos. A decisão trouxe novamente ao debate o conceito de "pobreza menstrual" e a dificuldade de promover políticas públicas capazes de acolher estudantes de baixa renda de escolas públicas e pessoas em situação de rua ou de vulnerabilidade extrema.

Entenda o que é o conceito, o que previa o projeto e a reação das sociedade, inclusive a reação de personalidades à decisão que foi apontada como "retrocesso." 

Clicando AQUI

Reportagem publicada no site G1 em 07/10/2021.

01 outubro, 2021

Discípulos Missionários

Jesus pede a todos nós, e a ti também, que sejamos discípulos missionários.
Estás preparado?

Basta estarmos disponíveis ao seu chamado e vivermos unidos ao Senhor nas coisas mais quotidianas, no trabalho, nos encontros, nas ocupações diárias, nas casualidades de cada dia, deixando-nos sempre guiar pelo Espírito Santo.

Se Cristo te move, se fazes as coisas porque Cristo te orienta, os outros notarão isso facilmente.

E o teu testemunho de vida provocará admiração, e a admiração fará com que os outros se perguntem:"Como é possível que seja assim?, "De onde esta pessoa tira o amor com que trata os outros, e amabilidade, o bom humor?"

Recordemos que a missão não é fazer proselitismo. A missão baseia-se no encontro entre as pessoas, no testemunho de homens e mulheres que dizem: "Eu conheço Jesus, gostaria que tu também O conhecesses".

Irmãos e irmãs, rezemos para que cada batizado participe na evangelização e que cada batizado esteja disponível para a missão através do seu testemunho de vida.

E que este testemunho de vida tenha o sabor do Evangelho.

(Papa Francisco)

Discípulos Missionários - O Vídeo do Papa 10 – outubro de 2021

30 setembro, 2021

Estado de saúde de Dom Anuar Battisti


Exames feitos nas últimas 24 horas identificaram que o Arcebispo Emérito de Maringá, Dom Anuar Battisti (68), está com Covid-19. Ele está internado no Hospital Paraná desde ontem, 29, quando foi transferido de Toledo.

Segundo parecer médico divulgado hoje, Dom Anuar está com a capacidade pulmonar comprometida, respira com ajuda de oxigênio e está sem febre.

Ele foi hospitalizado quinta-feira, 23, no Hospital Geral Unimed (HGU) em Toledo, diagnosticado com pneumonia e recebeu alta domingo, 26. No entanto, terça-feira, 28, ele teve que ser internado novamente.

Peçamos a Deus pela breve recuperação de Dom Anuar e pelo fim da pandemia.


Maringá, quinta-feira, 30 de setembro de 2021.

Ser Teu Discípulo - Edward Guimarães

 


Ser Teu Discípulo


Ser teu discípulo, Jesus
é chamado que me encanta
desafio que me amedronta:
por que me envias a tua frente
se sabes que a missão me ultrapassa?

Ser teu discípulo, Mestre de Nazaré
é causa de profunda alegria
fonte de temor que desassossega:
quando olho o tamanho da messe
confesso, minha pequenez aparece

Ser teu discípulo, Profeta da Galiléia
descortina vastos horizontes novos
destrói certezas e seguranças lógicas:
passamos a acreditar na fraqueza dos lobos
e apostar apaixonadamente na força dos cordeiros

No entanto, oh Mestre do caminho
por saber que me conheces por inteiro
teu jeito confiante de me enviar para a messe
é fonte que encoraja a enfrentar meus receios
e o contemplar tua alegria ante o Reino já presente
me dá a certeza de um Deus estradeiro sempre com a gente

Dai-me, então, estimado Irmão do caminho
o dom precioso de tua paz sempre inquieta
que me faz acreditar na força dos mais fracos
irmanar nas lutas dos pobres e dos oprimidos
discernir caminhos que nos levam ao bem viver
ser criativo na partilha da vida, no amar e no servir


Belo Horizonte, 30 de setembro de 2021
Poema oração provocado pelo Evangelho (Lucas 10, 1-12)

Debate sobre ordenação de mulheres cresce na Alemanha

O debate sobre a ordenação de mulheres ao sacerdócio na Igreja Católica está se intensificando na Alemanha. Em uma cerimônia de premiação promovida pela Conferência dos Bispos da Alemanha, o chefe da emissora internacional alemã Deutsche Welle pediu que as mulheres tenham acesso aos ministérios ordenados na Igreja.

A reportagem é de Katholische Nachrichten-Agentur, 29-09-2021. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

“Estou profundamente convencido: uma organização que não é diversa fracassará hoje em dia”, disse Peter Limbourg, em Solingen, no dia 28 de setembro.

O novo presidente da Comissão Episcopal para a Fé, Dom Franz-Josef Overbeck, também defendeu a ordenação de mulheres sacerdotisas católicas. “Para as pessoas com profunda convicção da igualdade de todos os seres humanos, a abordagem atual aos ministérios da Igreja e ao acesso a eles não é mais compreensível”, disse Overbeck ao jornal Rheinische Post, no dia 28 de setembro.

Ele acrescentou que não há muitas pessoas que ainda acreditem que a prática atual é correta. “A grande maioria já não concorda que o ministério ordenado seja reservado exclusivamente aos homens”, disse o bispo.

Limbourg, que mencionou expressamente a sua filiação à Igreja Católica, também disse que a Igreja está sob pressão em todo o mundo. Mesmo no hemisfério Sul, os ritos religiosos são pouco participados, e “movimentos e seitas evangélicos duvidosos” estão crescendo na região, disse ele. Esse é um fenômeno deprimente “porque a mensagem de Jesus Cristo é mais relevante do que nunca em um mundo cheio de injustiça social, pobreza e isolamento”.

Limbourg estava hospedando uma cerimônia para a dançarina brasileira Lia Rodrigues, que recebeu o Prêmio de Arte e Cultura da Igreja Católica na Alemanha. O jornalista elogiou o trabalho artístico dela e também o seu compromisso sociopolítico. “Lia Rodrigues segue uma tradição que é também uma tradição do cristianismo: a resistência não violenta à opressão, à discriminação e à exclusão”, disse ele.

Overbeck, que lidera a Diocese de Essen, é copresidente do fórum sobre o poder e a divisão do poder no projeto de reforma do Caminho Sinodal da Igreja Católica na Alemanha. A segunda Assembleia Sinodal começa em Frankfurt no dia 30 de setembro.

Overbeck pediu mais voz aos leigos e leigas em questões como a eleição de um novo bispo. Ele disse que seu fórum quer encorajar a participação de todos os que pertencem ao povo de Deus. Ele acrescentou: “Teremos que dar respostas muito diferentes a questões semelhantes na Igreja universal no futuro, até porque o contexto é diferente”.

Overbeck disse que o Caminho Sinodal pode levar à decepção, por exemplo, se os padrões democráticos aos quais as pessoas estão acostumadas na Alemanha não puderem ser introduzidos na Igreja. No entanto, quem está ciente de pertencer a uma comunidade de fiéis de 2.000 anos “se alegraria” com sabedoria e serenidade a cada passo dado, disse ele.

O Caminho Sinodal lançado em 2019 na Alemanha é um projeto dos bispos e de representantes leigos e leigas para discutir o futuro da Igreja Católica no país. O ponto de partida é uma crise eclesial que já dura anos e foi exacerbada pelo escândalo dos abusos. O debate é principalmente sobre o poder, o sacerdócio e a moral sexual, assim como sobre o papel das mulheres na Igreja.

Fonte: IHU