22 fevereiro, 2014
21 fevereiro, 2014
20 fevereiro, 2014
"Pais não devem aceitar que estudar tem que ser chato"
Escolas com projetos pedagógicos diferentes ainda são raras no Brasil. Para mudar este quadro, é necessário que a sociedade, em especial os pais, se preocupe com isso. É o que diz a socióloga Helena Singer, especialista em educação e direitos humanos.
“Os pais não devem aceitar facilmente que estudar tem que ser chato. É muito fácil para os pais pensarem que isso faz parte da vida. Eles devem esperar que a criança volte entusiasmada da escola, contente. É isso que os pais deveriam exigir”, afirma.
Helena explica que a lei atual permite que cada unidade escolha a sua proposta de ensino, a forma como avaliar os alunos e a relação que vai ter com as famílias. “Apesar disso, muito pouca inovação se faz. Em geral as escolas seguem aquele padrão velho que já não dá certo, das séries, notas, das disciplinas, distante das comunidades”, avalia.
Para a diretora do Cieja Campo Limpo, Êda Luiz, a necessidade de inovar e de abrir a escola para a comunidade é ainda maior na rede pública. “Trabalhamos muito no Cieja para ter esse lugar aberto, sem chave, porque é um lugar público, então ele tem que ser utilizado pela comunidade. A escola pública deve ser construída pelo coletivo. Quando começar a fechar, começa a privatizar”, afirma.
Fonte: Brasil de Fato
Uma conquista - CCJ rejeita redução da maioridade penal
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) rejeitou, nesta quarta-feira (19), por 11 votos a 8, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 33/2012, que reduz de 18 para 16 anos de idade mínima para a responsabilização penal.
Em suma, a proposta abria a possibilidade de a Justiça aplicar, a adolescentes envolvidos em crimes como homicídio qualificado; extorsão mediante sequestro; e estupro, penas impostas hoje a criminosos adultos, ou seja com 18 anos ou mais.
Não satisfeito, o senador Aloysio Nunes autor da proposta, disse que pretende apresentar recurso para que o texto seja analisado pelo plenário da Casa.
confira quem votou contra e a favor:
- Contra a redução da maioridade penal:
Angela Portela (PT-RR)
Aníbal Diniz (PT-AC)
Antônio Carlos Valadares (PSB-PE)
Eduardo Braga (PMDB-AM)
Eduardo Suplicy (PT-SP)
Gleisi Hofmann (PT-PR)
Inácio Arruda (PCdoB-CE)
José Pimentel (PT-CE)
Lúcia Vânia (PSDB-GO)
Randolfe Rodrigues (Psol-AP)
Roberto Requião (PMDB-PR)
- A favor da redução da maioridade penal:
- A favor da redução da maioridade penal:
Aloysio Nunes (PSDB-SP)
Armando Monteiro (PTB-PE)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Cyro Miranda (PSDB-GO)
Magno Malta (PR-ES)
Pedro Taques (PDT-MT)
Ricardo Ferraço (PMDB-ES)
Romero Jucá (PMDB-RR)
18 fevereiro, 2014
14 fevereiro, 2014
Fim do horário de verão
À meia-noite
deste sábado (15), quando termina oficialmente o horário de verão, os relógios
devem ser atrasados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
O Brasil economizou R$ 405
milhões nos 120 dias da vigência da medida, instituída pela primeira vez no
verão de 1931/1932.
Os números
indicam, ainda, que à redução de energia de 295 MW médio representa 0,5% da
carga dos subsistemas envolvidos, dos quais 220 MW correspondem ao Subsistema
Sudeste/Centro-Oeste e 75 MW ao Subsistema Sul, equivalendo a 8% do consumo
mensal da cidade do Rio de Janeiro e 14% do consumo mensal de Curitiba,
respectivamente.
O Paraná teve uma redução de
aproximadamente 4% no consumo de energia elétrica durante os quatro meses do
horário de verão. De acordo com a Companhia Paranaense de Energia Elétrica
(Copel), a economia significa 220 megawatts de potência e é suficiente para
atender uma cidade com 385 mil unidades consumidoras, como Maringá, por exemplo.
Romaria do trabalhador
Arquidiocese de Maringá
25ª Romaria da Trabalhadora e do Trabalhador
Tema: Trabalhar para viver e não viver para trabalhar
Lema: Para liberdade que Cristo nos libertou (Gl 5,1)
Neste sábado, 15, encontro de preparação da 25ª Romaria da Trabalhadora e do Trabalhador às 14 horas, na Paróquia São José Operário.
A organização este é de responsabilidade da Região Pastoral São José Operário, região que acolherá a romaria.
25ª Romaria da Trabalhadora e do Trabalhador
Tema: Trabalhar para viver e não viver para trabalhar
Lema: Para liberdade que Cristo nos libertou (Gl 5,1)
Neste sábado, 15, encontro de preparação da 25ª Romaria da Trabalhadora e do Trabalhador às 14 horas, na Paróquia São José Operário.
A organização este é de responsabilidade da Região Pastoral São José Operário, região que acolherá a romaria.
13 fevereiro, 2014
Para refletir
Na vida a humildade, a compreensão, a ternura e a simplicidade e o amor nos pequenos gestos vale tanto quanto ou mais do que conhecimento.
12 fevereiro, 2014
Dia Mundial dos Enfermos
O Dia Mundial dos
Enfermos é celebrado anualmente a 11 de Fevereiro. A
data foi instituída em 1992 pelo Papa João Paulo II.
Numa sociedade em que, infelizmente, o egoísmo e o descaso pelo próximo tem
aumentado, precisamos encontrar caminhos para praticar o amor gratuito e a
generosidade a exemplo de Jesus Cristo. É preciso aprender com Jesus, o
amor que dedicava aos enfermos.
O
cuidado pelos enfermos e pelos idosos é uma forma de medir á atitude cristã.
Há muitos enfermos e idosos que ficam no desamparo. Às vezes, sentem falta da família,
de amigos, sentem falta da presença da igreja. Muitos são vítimas do descaso
dos próprios familiares, além disso, a situação dos que permanecem sozinhos por
longas horas, devido ao trabalho dos parentes fora de casa.
Além
da dor da enfermidade ou da idade avançada percebe também o fechamento do
círculo de amizades e aí a solidão
Diante
disso, abre-se a oportunidade para os padres, lideranças e jovens de nossas
comunidades de demonstrar carinho e apoio. Ser presença amiga que acolhe e
ajuda. Nada conforta tanto a eles quanto sentir-se amado em seu
lar e cercado de atenções e cuidados.
Precisamos
nos deixar guiar pela face materna de Deus e perceber a necessidade das irmãs e
dos irmãos que sofrem, oferecendo-lhes a presença amiga, a palavra que
conforta, pequenos serviços.
07 fevereiro, 2014
06 fevereiro, 2014
Conselho Pastoral Paroquial (CPP)
Conselho Pastoral Paroquial (CPP)
O CPP deve ajudar na promoção da ação pastoral, evangelizadora e missionária na paróquia.
Daqui a pouco, à paróquia Nossa Senhora da Liberdade, Maringá-Paraná, que tem como pároco o Padre Dirceu Alves do Nacimento, realiza a primeira reunião do CPP deste ano de 2014.
É fundamental sua realização. O Conselho Pastoral Paroquial (CPP), é presidido pelo padre (pároco) e é composto pelas coordenadoras e/ou coordenadores das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), pastorais, movimentos e organismos existente na paróquia.
O CPP deve ajudar na promoção da ação pastoral, evangelizadora e missionária na paróquia.
O CPP tem como função planejar, organizar e avaliar a caminhada paroquial, portanto é importantíssimo que o padre e todas as coordenadoras e coordenadores das CEBs, pastorais, movimentos e organismos vejam as necessidades, sintam as carências humanas para propor caminhos que leve a igreja ser uma samaritana a serviço da vida “Viu, aproximou-se, sentiu compaixão e curou-lhe as feridas “ (Lc 10, 33-34).
Todas e Todos que compõem o CPP precisa ter uma vida de oração - diálogo com Deus, alimentar-se com a Palavra de Deus, fazer lindas experiências com Deus, para ter clareza e alegria na missão, união, participação e espírito de serviço.
O CPP é trabalho em equipe. É preciso ter a consciência da importância do trabalho em equipe, para tanto, é necessário criar laços afetivos, fraternos. O trabalho em equipe cria a prática da ajuda mútua e a troca de idéias, a liberdade para expor opiniões é fundamental. Além disso, criatividade, também é um talento que pode ser exercitado na atividade em equipe, quando são criados os vínculos de amizade e apoio.
02 fevereiro, 2014
A igualdade é possível!
Foto é do 4º Encontrão Arquidiocesano das CEBs
A igualdade é possível!
Conforme as lideranças iam chegando fui observando que a maioria eram mulheres.
Na quinta-feira, eu e o Padre Dirceu Alves do Nascimento com
a coordenação das nove CEBs que compõem a paróquia Nossa Senhora da Liberdade,
juntamente com outras lideranças convidadas reunimos para programar a caminhada
das CEBs da paróquia.
Conforme as lideranças iam chegando fui observando que a
maioria eram mulheres. Apenas uma CEB tem como coordenador um homem e, em outra
CEB, um homem como vice-coordenador.
Na Igreja, as mulheres se dedicam às diversas pastorais, sustenta
a vida de fé na maioria das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), inseridas no
ministério da palavra e da comunhão.
O debate sobre o sacerdócio feminino ainda passa longe da
estrutura eclesial, más nem por isso elas deixam de ser participação calorosa
na Igreja, mesmo diante dos diversos limites impostos pela hierarquia.
“Julgar se uma religião é democrática e libertadora consiste
no teste prático, de saber se permite a plena participação e liderança das
mulheres” (Elisabeth S. Fiorenza).
Percebemos que de certa forma, as mulheres simplesmente
desaparecem dos relatos entre a morte de Jesus e as primeiras comunidades, a
minha resposta é que a história foi contada por homens a partir do olhar deles.
Eram nas casas que se reuniam para celebrar a palavra do
Senhor e a partilha do pão e do vinho, a casa habitat das mulheres e crianças,
não dá para chegar à conclusão de que eram somente os homens que evangelizavam.
As mulheres sempre estiveram presentes: “Ou não temos
direito de levar conosco nas viagens uma mulher cristã, como fazem os outros
apóstolos e os irmãos do Senhor, e Pedro?” (1 Cor 9,5).
Nas primeiras comunidades, Paulo ora fala diretamente com a
mulher, ou sobre ela, de forma carinhosa, trata-a em pé de igualdade com o homem,
como, por exemplo, em Gálatas 3, 28-29: “Não há mais diferença entre judeus e
grego, entre escravo e homem livre, entre homem e mulher, pois todos vocês são
um só em Jesus Cristo”.
O Concílio Vaticano II fez um importante marco para iniciar
esse caminho. Pela primeira vez, a Igreja se manifestou em documentos eclesiais
oficiais, em que a discriminação contra a mulher contradiz a vontade de Deus.
O documento de Aparecida apresenta uma nova linguagem. Em vários
pontos usa o tratamento: mulheres e homens, irmãs e irmãos, filhos e filhas,
acredito ser fruto de um debate que se realiza no interior da Igreja, e que
ainda encontra resistência por parte de muitos padres e bispos. Aparecida
incentiva fortemente a atuação das mulheres nas instâncias de decisão.
As mulheres estão presentes na vida e na missão da Igreja,
vem dando um novo rosto eclesial, através do seu jeito carinhoso, sua
generosidade, seu entusiasmo, seu profetismo e a forma feminina de demonstrar
sua fé e amor.
A igualdade é possível, más ainda há um longo caminho, às
vezes acho que a reflexão orientada pela Igreja sobre a presença da mulher no
mundo vale somente para o “mundo” e não para dentro da própria Igreja, além do
fato de a resposta se basear na figura de Maria.
É preciso que mulheres e também homens estejam atentos para
criar novas utopias e iluminados pela face feminina do Espírito Santo,
encontrarem caminhos para a construção da igualdade entre mulheres e homens.
01 fevereiro, 2014
30 janeiro, 2014
Os desafios a partir do 13º Intereclesial das CEBs
Os
desafios a partir do 13º Intereclesial das CEBs
Tive a graça de participar do 13º Intereclesial das Comunidades Eclesiais de
Base (CEBs), que aconteceu em Juazeiro do Norte-CE, terra do padre Cícero, de 7
a 11 de janeiro de 2014.
O tema foi “Justiça e Profecia a Serviço da Vida” e o lema “Romeiras do Reino
no Campo e na Cidade”.
Foi maravilhoso estar com o povo de Juazeiro do Norte, um povo acolhedor,
fraterno e de muita fé, nascida do testemunho do padre Ibiapina e do padre
Cícero, da beata Maria Madalena do Espírito Santo Araujo e do beato José
Lourenço, com a fé encarnada do povo das CEBs, nascida do grito profético por
justiça e da certeza de que uma nova Igreja é possível e também um novo mundo.
Pela primeira vez em sua história, o intereclesial das CEBs recebe uma mensagem
de um papa. Ao ser apresentada na celebração de abertura foi como fermento na
massa.
O Número de participantes superou as expectativas: Mulheres: 2248; Homens:
1788; Bispos: 72; Padres: 232; Religiosas/os:146; Evangélicos: 20; Outras
religiões: 35; Estrangeiros: 36; Indígenas: 75; Ampliada/Assessoras/es: 68
totalizando 5046 incluindo as equipes de serviço e visitante.
Marcante foi os gritos das excluídas e dos excluídos que ecoaram: gritos de
mulheres e jovens que sofrem com a violência e de tantas pessoas que sofrem as
consequências do agronegócio, do desmatamento, da construção de
hidrelétricas, da mineração, das obras da copa do mundo, da seca prolongada no
nordeste, do tráfico humano, do trabalho escravo, das drogas, da falta de
planejamento urbano que beneficie os bairros pobres; de um atendimento digno
para a saúde e outros.
O Intereclesial foi uma ponte história entre as lutas do passado com as lutas
atuais. Reafirmou que as CEBs são sinais de profecia e de esperança presentes
na Igreja e na sociedade.
Os desafios despertados foram muitos, no campo e na cidade, de fazer uma Igreja
mais próximo que sente o “cheiro das ovelhas”, que assuma de fato a opção pelos
pobres. Desafios de fazer que nas CEBs aconteça o protagonismo da juventude, o
serviço à vida, a prática da justiça, a vocação profética e o compromisso
missionário.
Enquanto nas CEBs as coisas acontece do jeito simples, há espaço da vida
eclesial baseada no sucesso – na fama – nos grandes eventos (show). Para muitos
as CEBs não existem porque não estão na mídia, não fazem parte da programação
católicas da TV, diante deste fato, o grande desafio é não deixar morrer esse
jeito simples e transformador das CEBs fazer acontecer. Jeito simples que leva
a Igreja sentir o “cheiro das ovelhas”.
A cidade desafia as CEBs, as injustiças sociais no campo aparece mais visível.
Acidade consegue esconder mais, o povo tem acesso a carro, eletrodomésticos e
outros e tudo isso parece que anestesia o povo, anestesia a consciência crística,
a consciência de uma participação mais ativa, na sociedade, na política, claro
que também e de forma expressiva indusido pela grande mídia. Embora a cidade
aproxima fisicamente as pessoas, ela ao mesmo tempo produz efeito contrário,
em vez de socializá-lás – isola-as no anonimato e no individualismo. As pessoas
se regem antes pelos interesses. As pessoas e os lugares passa a ter
importância se levar algum interesse.
O Intereclesial deixou a certeza, que as CEBs é jeito normal da Igreja ser,
enraizadas na Palavra de Deus, leva a Igreja adiante em sua missão
evangelizadora com a prática da justiça e profecia a serviço da vida.
Encerro trazendo presente a frase dita pelo índio Anastácio, que em tom
profético, proclamou: “Roubaram nossos frutos, arrancaram nossas folhas,
cortaram nossos galhos, queimaram nossos troncos, mas não deixamos arrancar
nossas raízes”.
Morre padre João Batista Libânio
"opção pela Teologia da Libertação foi um desabrochar de toda uma vida"
Continuará vivo na caminhada das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs).
Libânio, faleceu na manhã de hoje, 30, em Curitiba (PR), vítima de um infarto.
Doutor em Teologia, por mais de 30 anos, padre Libânio dedicou-se ao magistério e à pesquisa teológica, o que levou ao seu reconhecimento mundial. Ele escreveu 36 livros e foi coautor de vários outros.
O sacerdote foi assessor da CRB (Conferência dos Religiosos do Brasil) e colaborador no Instituto Nacional de Pastoral e em comissões episcopais da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
29 janeiro, 2014
Paróquia Nossa Senhora da Liberdade - Maringá – Paraná
Recadinho das CEBs
Nesta quinta-feira, 30 de janeiro, eu e o Padre Dirceu Alves do Nascimento, juntamente com as/os coordenadoras/res e vices das nove CEBs que compõe a Paróquia Nossa Senhora da Liberdade, vamos programar a caminhada de nossas queridas Comunidades Eclesiais de Base para este ano de 2014.
Convidamos todas e todos quem queiram contribuir nessa caminhada.
Será ás 20 horas, no Centro de Pastoral Social (CPS).
28 janeiro, 2014
Cubanos do terceiro ciclo do Mais Médicos começam a chegar hoje
O primeiro grupo de médicos cubanos do terceiro ciclo do Programa Mais Médicos desembarca na noite de hoje (28) em Fortaleza, de acordo com o Ministério da Saúde. No total, 2 mil médicos cubanos começam a chegar hoje a Fortaleza, Brasília e São Paulo. Nas três capitais, os médicos cursam o módulo de acolhimento e avaliação do programa antes de serem encaminhados aos municípios onde vão trabalhar. A previsão é que eles comecem a atuar em março.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acompanha a presidenta Dilma Rousseff em viagem a Cuba e se reuniu ontem (27) com os médicos cubanos que embarcam para o Brasil e para essa etapa do Mais Médicos.
Os cubanos vem ao país por meio do acordo de cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Eles são chamados para preencher as vagas não ocupadas por candidatos brasileiros e demais estrangeiros.
Ainda não está definido o local de atuação desses médicos. A distribuição ocorrerá após o encerramento do prazo que os profissionais brasileiros têm para decidir se querem migrar do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab) para o Mais Médicos.
Além dos cubanos, o terceiro ciclo do Mais Médicos terá 891 médicos selecionados por meio de inscrições individuais. Atualmente, em todo o país, 6.658 profissionais estão atuando pelo Mais Médicos em 2.166 cidades e 28 distritos indígenas, de acordo com o Ministério da Saúde. A meta do governo é preencher 13 mil postos até o fim de março.
Fonte: Agência Brasil
CPT pede aos ruralistas que aprovem o PEC do trabalho escravo sem alteração
“Ruralistas, aprovem a
nova lei do trabalho escravo (PEC) sem alteração na definição legal do trabalho
escravo”, pede a CPT à
Bancada ruralista.
Eis o texto
Nos dias de hoje, a escravidão é outra e se apresenta de diferentes maneiras. Em todas elas, os trabalhadores têm sua dignidade negada por meio de condições degradantes de trabalho ou por jornadas que vão além do que se pode suportar, sendo em alguns casos forçados a trabalhar sob violência, ameaça ou dívida fraudulenta. São tratados como mercadoria.
Graças à adoção de uma nova lei mais dura contra o trabalho escravo (PEC do Trabalho Escravo 57A/1999) temos como melhorar a vida de milhares de brasileiros hoje submetidos à escravidão. Este é um problema grave a ser enfrentado com coragem. A solução não é negá-lo. Trabalho degradante é trabalho escravo, e trabalho escravo é crime.
Ruralistas, aprovem a nova lei do trabalho escravo (PEC) sem alteração na definição legal do trabalho escravo.
Por que isso é importante?
Desde 1995, mais de 46 mil trabalhadores foram resgatados da escravidão. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) reconhece o Brasil como uma referência na luta contra a escravidão contemporânea. Mas este não é suficiente. Precisamos de uma legislação mais radical contra esse crime horroroso.
A luta pela aprovação da PEC do Trabalho Escravo já tem 19 anos. Pelas pesadas consequências legais resultando desta prática, a nova lei irá dissuadir o empresariado de usar o trabalho escravo. Quando aprovada a PEC, o empregador irá perder sua propriedade se nela for constatado o uso de trabalho escravo. Essa propriedade será destinada a famílias sem terra ou sem teto.
Graças a pessoas como você, comprometidas com a luta pela erradicação da escravidão, a PEC do Trabalho Escravo foi aprovada pela Câmara dos Deputados. Agora que estamos perto de a lei ser definitivamente aprovada no Senado, os Ruralistas querem alterar a definição da escravidão moderna na atual legislação, descaracterizando o que é trabalho escravo. Isso faria com que milhares de casos em que pessoas estão submetidas a condições degradantes análogas às de escravos deixassem de ser considerados.
Está na hora de acabar com a escravidão no Brasil. Exija que a bancada ruralista aprove a nova lei do trabalho escravo (PEC) sem alteração na definição legal do trabalho escravo.
Fonte: Portal da CPT
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