Há dois caminhos diante de nós.
Um deles parece mais próximo dos ensinamentos de Cristo. O outro, nem tanto... ou talvez nada. Não cabe a mim dizer. Cada consciência precisa discernir.
Há, porém, uma orientação.
Algumas pessoas a acolhem e seguem. Talvez por obediência. Talvez por convicção. Talvez pelo temor de não obedecer.
Outras, embora conheçam a mesma orientação, escolhem não segui-la. Manifestam-se, falam, defendem suas preferências. E, curiosamente, nada acontece.
Então fica uma pergunta, sem resposta pronta:
A obediência revela necessariamente fidelidade?
E a desobediência, necessariamente, revela infidelidade?
Ou será que, às vezes, estamos tão preocupadas e preocupados em cumprir uma orientação que esquecemos de olhar para aquilo que realmente deveria orientar nossa consciência: o Evangelho de Jesus Cristo.
Talvez a pergunta mais importante não seja quem obedeceu ou quem desobedeceu.
Talvez seja: o que, afinal, está conduzindo cada uma e cada um?
