Diante do desafio lançado por Lula a Flávio Bolsonaro para a abertura dos sigilos bancário e telefônico, fica uma reflexão: e se a transparência patrimonial e financeira, dentro dos limites da lei, fosse uma exigência mais rigorosa para todas as pessoas candidatas a cargos públicos?
Não se trata de condenar ninguém antecipadamente, mas de fortalecer a confiança do povo em quem deseja representá-lo.
Quem deseja administrar o que é de todas e todos precisa assumir o compromisso de prestar contas à sociedade.
Talvez seja hora de transformar essa reflexão em proposta de mudança na legislação eleitoral. Com regras iguais para todas as candidaturas, fiscalização independente e respeito aos direitos fundamentais, poderíamos dar um passo importante na construção de uma política mais ética, transparente e comprometida com o bem comum.
A democracia não se fortalece apenas com o direito de votar, mas também com o direito de saber, fiscalizar e cobrar responsabilidade.
E se isso mudasse a história da política brasileira?
E se a transparência patrimonial e financeira, dentro dos limites da lei, fosse uma exigência mais rigorosa para todas as candidaturas a cargos públicos?
Quem deseja representar o povo precisa estar disposto a prestar contas à sociedade.
Com regras iguais para todas e todos, fiscalização e transparência, podemos avançar na construção de uma política mais ética e comprometida com o bem comum.
A democracia também se fortalece com o direito de saber, fiscalizar e cobrar responsabilidade!
