Elas estão engajadas na busca de novas atitudes, com o propósito de transformar o modelo atual das relações humanas. Sugerem, pois, a capacitação de pessoas na sociedade e nas igrejas para que possam se libertar do racismo, do sexismo e do classismo.
O grupo, que se denomina Mulheres Ecumênicas, quer que mulheres sejam capacitadas para que possam se opor às estruturas opressoras existentes no país. Também prometem incentivar e promover ações conjuntas na superação da violência contra as mulheres.
Declaração do grupo reconhece conquistas desde a introdução da Década Ecumênica de Solidariedade das Igrejas para as Mulheres, programa implantado pelo Conselho Mundial de Igrejas (CMI), em 1988.























